Ead Grupal

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    05-Jun-2015

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Trabalho de grupo Arze/Bruno

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<ul><li> 1. </li></ul><p> 2. </p> <ul><li>Educao a distncia (EaD, tambm chamada de teleducao) a modalidade deensinoque permite que oaprendizno esteja fisicamente presente em um ambiente formal de ensino-aprendizagem. Diz respeito tambm separao temporal entre o professor e o aprendiz. </li></ul><ul><li>A interligao (conexo) entre as duas partes do ensino se d por tecnologias, principalmente astelemticas , como aInternet , em especial as hipermdia, mas tambm podem ser utilizados ocorreio , ordio , ateleviso , ovdeo , oCD-ROM , otelefone , ofax , ocelular , oiPod , onotebook , entre outras tecnologias semelhantes. </li></ul><ul><li>Na expressoensino a distnciaa nfase dada ao papel do professor (como algum que ensina a distncia). O termoeducao preferido por ser mais abrangente, embora nenhuma das expresses, segundo o professor, seja plenamente completa. </li></ul><p>EAD 3. </p> <ul><li>NoBrasil , desde a fundao do Instituto Rdio Tcnico Monitor, em1939 , o hojeInstituto Monitor , depois doInstituto Universal Brasileiro , em1941 , e oInstituto Padre Reusem1974 , vrias experincias de educao a distncia foram iniciadas e levadas a termo com relativo sucesso. As experincias brasileiras, governamentais e privadas, foram muitas e representaram, nas ltimas dcadas, a mobilizao de grandes contingentes de recursos. Os resultados do passado no foram suficientes para gerar um processo de aceitao governamental e social da modalidade de educao a distncia no pas. Porm, a realidade brasileira j mudou e nosso governo criou leis e estabeleceu normas para a modalidade de educao a distncia em nosso pas. </li></ul><ul><li>Em1904 , escolas internacionais, que eram instituies privadas, ofereciam cursos pagos, por correspondncia. Em1934 ,Edgard Roquette-Pintoinstalou a Rdio-Escola Municipal noRio de Janeiro . Estudantes tinham acesso prvio a folhetos e esquemas de aulas. Utilizava tambm correspondncia para contato com estudantes. J em1939surgiu emSo Paulo (cidade)oInstituto Monitor , na poca ainda com o nome Instituto Rdio Tcnico Monitor. Dois anos mais tarde surge a primeira Universidade do Ar, que durou at1944 . Entretanto, em1947surge a Nova Universidade do Ar, patrocinada peloSENAC ,SESCe emissoras associadas. </li></ul><p> 4. </p> <ul><li>Durante adcada de 1960 , com o Movimento de Educao de Base (MEB),Igreja Catlicae Governo Federal utilizavam um sistema radio-educativo: educao, conscientizao, politizao, educao sindicalista etc.. Em 1970 surge o Projeto Minerva, um convnio entre Fundao Padre Landell de Moura e Fundao Padre Anchieta para produo de textos e programas. Dois anos mais tarde, o Governo Federal enviou Inglaterraum grupo de educadores, tendo frente o conselheiro Newton Sucupira: o relatrio final marcou uma posio reacionria s mudanas no sistema educacional brasileiro, colocando um grande obstculo implantao daUniversidade Abertae a Distncia no Brasil. </li></ul><p> 5. </p> <ul><li>Nadcada de 1970 , aFundao Roberto Marinhoera um programa de educao supletiva a distncia, paraensino fundamentaleensino mdio . Entre as dcadas de 1970 e 1980, fundaes privadas e organizaes no-governamentais iniciaram a oferta de cursos supletivos a distncia, no modelo de teleducao, com aulas via satlite complementadas por kits de materiais impressos, demarcando a chegada da segunda gerao de EaD no pas. A maior parte das Instituies de Ensino Superior brasileiras mobilizou-se para a EaD com o uso de novas tecnologias da comunicao e da informao somente nadcada de 1990 . Em1992 , foi criada a Universidade Aberta de Braslia (Lei 403/92), podendo atingir trs campos distintos: a ampliao do conhecimento cultural com a organizao de cursos especficos de acesso a todos, a educao continuada, reciclagem profissional s diversas categorias de trabalhadores e queles que j passaram pela universidade; e oensino superior , englobando tanto a graduao como a ps-graduao. Em1994 , teve incio a expanso daInternetno ambiente universitrio. Dois anos depois, surgiu a primeira legislao especfica para educao a distncia no ensino superior. </li></ul><p> 6. </p> <ul><li>A EaD caracteriza-se pelo estabelecimento de uma comunicao de mltiplas vias, suas possibilidades ampliaram-se em meio s mudanas tecnolgicas como uma modalidade alternativa para superar limites de tempo e espao. Seus referenciais so fundamentados nosquatro pilares da Educao do Sculo XXIpublicados pelaUNESCO , que so:aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver juntos e aprender a ser [2] . </li></ul><ul><li>Assim, a Educao deixa de ser concebida como mera transferncia de informaes e passa a ser norteada pelacontextualizaode conhecimentos teis ao aluno. Na educao a distncia, o aluno desafiado a pesquisar e entender o contedo, de forma a participar da disciplina. </li></ul><p> 7. </p> <ul><li><ul><li>O professor como mediador </li></ul></li></ul><ul><li>Nesse processo de aprendizagem, assim como no ensino regular, o orientador ou o tutor de aprendizagem atua comomediador , isto , aquele que estabelece uma rede de comunicao e aprendizagem multidirecional, atravs de diferentes meios e recursos da tecnologia da comunicao. Em termos de EaD, esta mediao tem a tarefa adicional de vencer a distncia fsica entre educador e aprendiz, entre diferentes participantes, entre participantes e seus sistemas, entre o participantee seu contexto, etc.. importante que o aluno de EAD seja autodisciplinado e automotivado, para que ele possa superar os desafios que surgem durante o processo de ensino-aprendizagem. </li></ul><ul><li>Sendo a EaD uma modalidade educativa no pode desvincular-se do sistema educacional e deixar de cumprir funes pedaggicas no que serefereconstruoda ambincia de aprendizagem e utilizao dastecnologias da informao . </li></ul><p> 8. </p> <ul><li>Nesta modalidade de ensino estudantes e professores no necessitam estar presentes num local especfico durante o perodo de formao. Desde os primrdios do ensino a distncia, utiliza-se acorrespondncia postalpara enviar material ao estudante, seja na forma escrita, emvdeos , cassetes udio ouCD-ROMs , bem como a correco e comentrios aos exerccios enviados, depois de feitos pelo estudante. Depois do advento daInternet , oe-maile todos os recursos disponveis naWorld Wide Webtornaram-se largamente utilizados, ampliando o campo de abrangncia da EaD. Em alguns casos, pedido ao estudante que esteja presente em determinados locais para realizar a suaavaliao . A presencialidade muitas vezes necessria no processo de educao. </li></ul><ul><li>Modalidade e no um mtodo </li></ul><ul><li>A Educao a distncia uma modalidade e no um mtodo pois mtodo significa processo de tcnica, e tambm no enquadra na categoria demetodologia . Ela pode ser aplicada em diversas concepes e metodologias de educao; dizer que ela um mtodo limit-la. </li></ul><ul><li>A EaD caracteriza-se pelo estabelecimento de uma comunicao de mltiplas vias, suas possibilidades ampliaram-se em meio s mudanas tecnolgicas como uma modalidade alternativa para superar limites de tempo e espao. </li></ul><p> 9. </p> <ul><li>Legislao na EAD </li></ul><ul><li>No Brasil, as bases legais para amodalidade de educao a distnciaforam estabelecidas pelaLei de Diretrizes e Bases da Educao Nacional(Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996 ), quefoi regulamentadapeloDecreto n. 5.622 , publicado no D.O.U.de 20/12/05 (que revogou o Decreto n. 2.494, de 10 de fevereiro de 1998 , e o Decreto n. 2.561, de 27 de abril de 1998 ) com normatizao definida naPortaria Ministerial n. 4.361 , de 2004 (que revogou a Portaria Ministerial n. 301, de 07 de abril de 1998). </li></ul><ul><li>Em 3 de abril de 2001, aResoluo n. 1,do Conselho Nacional de Educao estabeleceu as normas para a ps graduao lato e stricto sensu. </li></ul><ul><li>A.EDUCAO BSICA na modalidade de Educao a Distncia: </li></ul><ul><li>De acordo com o Art. 30 do Decreto n. 5.622/05, As instituies credenciadas para a oferta de educao a distncia podero solicitar autorizao, junto aos rgos normativos dos respectivos sistemas de ensino, para oferecer os ensinos fundamental e mdio a distncia, conforme 4o do art. 32 da Lei no 9.394, de 1996, exclusivamente para: </li></ul><p> 10. </p> <ul><li>I - a complementao de aprendizagem; ou </li></ul><ul><li>II - em situaes emergenciais. </li></ul><ul><li>Para oferta de cursos a distncia dirigidos educao fundamental de jovens e adultos, ensino mdio e educao profissional de nvel tcnico, o Decreto n. 5.622/05 delegou competncia s autoridades integrantes dos sistemas de ensino de que trata o artigo 8 da LDB, para promover os atos de credenciamento de instituies localizadas no mbito de suas respectivas atribuies. </li></ul><ul><li>Assim, as propostas de cursos nesses nveis devero ser encaminhadas ao rgo do sistema municipal ou estadual responsvel pelo credenciamento de instituies e autorizao de cursos (Conselhos Estaduais de Educao) a menos que se trate de instituio vinculada ao sistema federal de ensino, quando, ento, o credenciamento dever ser feito pelo Ministrio da Educao. </li></ul><p> 11. </p> <ul><li>B. EDUCAOSUPERIORe EDUCAO PROFISSIONAL na modalidade de Educao a Distncia: </li></ul><ul><li>No caso da oferta de cursos de graduao e educao profissional em nvel tecnolgico, a instituio interessada deve credenciar-se junto ao Ministrio da Educao, solicitando, para isto, a autorizao de funcionamento para cada curso que pretenda oferecer. O processo ser analisado na Secretaria de Educao Superior, por uma Comisso de Especialistas na rea do curso em questo e por especialistas em educao a distncia. O Parecer dessa Comisso ser encaminhado ao Conselho Nacional de Educao. O trmite, portanto, o mesmo aplicvel aos cursos presenciais. A qualidade do projeto da instituio ser o foco principal da anlise. Para orientar a elaborao de um projeto de curso de graduao a distncia, a Secretaria de Educao a Distncia elaborou o documentoIndicadores de qualidade para cursos de graduao a distncia , disponvel no site do Ministrio para consulta. As bases legais so as indicadas no primeiro pargrafo deste texto.</li></ul><p> 12. </p> <ul><li>C. PS-GRADUAO A DISTNCIA</li></ul><ul><li>A possibilidade de cursos de mestrado, doutorado e especializao a distncia foi disciplinada pelo Captulo V do Decreto n. 5.622/05 e pela Resoluo n 01, da Cmara de Ensino Superior-CES, do Conselho Nacional de Educao-CNE, em 3 de abril de 2001.</li></ul><ul><li>O artigo 24 do Decreto n. 5.622/05, tendo em vista o disposto no 1 do artigo 80 da Lei n 9.394, de 1996, determina que os cursos de ps-graduao stricto sensu (mestrado e doutorado) a distncia sero oferecidos exclusivamente por instituies credenciadas para tal fim pelaUnio e obedecem s exigncias de autorizao, reconhecimento e renovao de reconhecimento estabelecidos no referido Decreto.</li></ul><ul><li>No artigo 11, a Resoluo n 1, de 2001, tambm conforme o disposto no 1 do art. 80 da Lei n 9.394/96, de 1996, estabelece que os cursos de ps-graduao lato sensu a distncia s podero ser oferecidos por instituies credenciadas pela Unio.</li></ul><ul><li>Os cursos de ps-graduao lato sensu oferecidos a distncia devero incluir, necessariamente, provas presenciais e defesa presencial de monografia ou trabalho de concluso de curso. </li></ul><p> 13. </p> <ul><li>D. DIPLOMAS e CERTIFICADOS DE CURSOS A DISTNCIA emitidos por instituies estrangeiras</li></ul><ul><li>Conforme o Art. 6 do Dec. 5.622/05, os convnios e os acordos de cooperao celebrados para fins de oferta de cursos ou programas a distncia entre instituies de ensino brasileiras, devidamente credenciadas, e suas similares estrangeiras, devero ser previamente submetidos anlise e homologao pelo rgo normativo do respectivo sistema de ensino, para que os diplomas e certificados emitidos tenham validade nacional.</li></ul><ul><li>A Resoluo CES/CNE 01, de 3 de abril de 2001, relativa a cursos de ps-graduao, dispe, no artigo 4, que os diplomas de concluso de cursos de ps-graduao stricto sensu obtidos de instituies de ensino superior estrangeiras, para terem validade nacional, devem ser reconhecidos e registrados por universidades brasileiras que possuam cursos de ps-graduao reconhecidos e avaliados na mesma rea de conhecimento e em nvel equivalente ou superior ou em rea afim.</li></ul><p> 14. </p> <ul><li>Vale ressaltar que a Resoluo CES/CNE n 2, de 3 de abril de 2001, determina no caput do artigo 1, que os cursos de ps-graduao stricto sensu oferecidos no Brasil por instituies estrangeiras, diretamente ou mediante convnio com instituies nacionais, devero imediatamente cessar o processo de admisso de novos alunos.</li></ul><ul><li>Estabelece, ainda, que essas instituies estrangeiras devero, no prazo de 90 (noventa) dias, a contar da data de homologao da Resoluo, encaminhar Fundao Coordenao de Aperfeioamento de Pessoal de Nvel Superior CAPES a relao dos diplomados nesses cursos, bem como dos alunos matriculados, com a previso do prazo de concluso. Os diplomados nos referidos cursos devero encaminhar documentao necessria para o processo de reconhecimento por intermdio da CAPES. </li></ul><p> 15. </p> <ul><li>O termoe-Learning fruto de uma combinao ocorrida entre oensinocom auxlio datecnologiae a educao a distncia. Ambas modalidades convergiram para a educao online e para o treinamento baseado em Web, que ao final resultou noe-Learning . </li></ul><ul><li>O ensino a distncia emAdministraode empresas uma rea que vem se desenvolvendo. Experincias em pases delngua portuguesa , notadamente no Brasil, e em em outros pases tem demonstrado uma atividade j consolidada. </li></ul><ul><li>No Brasil, oMECintensifica o seu apoio governamental a cursos a distncia para nvel superior ( stricto sensuelatu sensu ), entre outras reas para cursos de administrao. </li></ul><ul><li>Atualmente, a educao a distncia possibilita a insero do aluno como sujeito de seu processo de aprendizagem, com a vantagem de que ele tambm descobre formas de tornar-se sujeito ativo da pesquisa e do compartilhar de contedos. Cabe s instituies que promovem o ensino a distncia buscar desenvolver seus programas de acordo com os quatro pilares da educao, definidos pelaUnesco . </li></ul><p> 16. </p> <ul><li>Aprender a conviver diz respeito ao desenvolvimento da capacidade de aceitar adiversidade , conviver com as diferenas, estabelecer relaes cordiais com a diversidade cultural respeitando-a e contribuindo para a harmonia mundial.</li></ul><ul><li>Os investimentos em educao a distncia dentro das empresas mostram-se em franca ascenso, segundo dados do AbraEAD 2008 (Anurio Brasileiro Estatstico de Educao Aberta e a Distncia), obtidos com exclusividade pela Folha.</li></ul><ul><li>Um sinal disso que, em 2006, o levantamento constatou que os dispndios em "e-learning" dentro das empresas no chegavam a 5%. J no ano passado, saltaram para 26%. " mais barato investir na educao a distncia do que na presencial", justifica Fbio Sanchez, coordenador do anurio.</li></ul><p> 17. </p> <ul><li>O nmero de empresas pesquisadas, no entanto, variou nas duas pesquisas -de 21 para 27. "No ltimo estudo, a amostra foi mais representativa, uma vez que foram ouvidas mais companhias", ressalta Sanchez.</li></ul><ul><li>O anurio mostra ainda que a inteno das empresas para 2008 aumentar em 56% o investimento em treinamento a distncia em relao ao ano passado. O ensino presencial, que leva a maior fatia dos gastos organizacionais, deve receber 20% a mais de recursos.</li></ul><ul><li>Corte de custos</li></ul><ul><li>Segundo Francisco Antnio Soeltl, membro do comit de criao do Conarh (Congresso Nacional sobre Gesto de Pessoas) e presidente do Portal E-Learning Brasil, desde 1999, o investimento acumulado em treinamento a distncia nas empresas est em R$ 1 bilho.</li></ul><ul><li>J o retorno em benefcios para as firmas nesse perodo gira em torno de R$ 2,5 bilhes.</li></ul><p> 18. </p> <ul><li>"O "e-learning" reduz os custos sensivelmente", diz Soeltl.</li></ul><ul><li>Alm de diminuir os...</li></ul>