• Partidas e Chegadas por Henry Sobel Partidas e Chegadas por Henry Sobel "Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar

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    18-Apr-2015

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<ul><li> Slide 1 </li> <li> Partidas e Chegadas por Henry Sobel Partidas e Chegadas por Henry Sobel "Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espetculo de beleza rara. O barco, impulsionado pela fora dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor. No demora muito e s podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o cu se encontram. Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamar: "j se foi". Ter sumido? Evaporado? No, certamente. Apenas o perdemos de vista. O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava prximo de ns. Continua to capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas. O veleiro no evapora, apenas no o podemos mais ver. Mas ele continua o mesmo. E talvez, no exato instante em que algum diz: "j se foi", haver outras vozes, mais alm, a afirmar: "l vem o veleiro!!!" Assim a morte. Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro, e o vemos sumir na linha que separa o visvel do invisvel dizemos: "j se foi". Ter sumido? Evaporado? No, certamente. Apenas o perdemos de vista. O ser que amamos continua o mesmo, suas conquistas persistem dentro do mistrio divino. Nada se perde, a no ser o corpo fsico de que no mais necessita. E assim, que no mesmo instante em que dizemos:" j se foi", no alm, outro algum dir: "j est chegando". Chegou ao destino levando consigo as aquisies feitas durante a vida. Na vida, cada um leva sua carga de vcios e virtudes, de afetos e desafetos, at que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecessrio. A vida feita de partidas e chegadas. De idas e vindas. Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros a chegada. Assim, um dia, todos ns partiremos como seres imortais que somos, ao encontro Daquele que nos criou. </li> <li> Slide 2 </li> <li> ESTADOS DA ALMA APS A MORTE Para libertar-se do temor da morte mister poder encar-la sob o seu verdadeiro aspecto. Isto , ter penetrado pelo pensamento no mundo espiritual, fazendo dele uma idia to exata quanto possvel. (Allan Kardec) </li> <li> Slide 3 </li> <li> Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal a Lei. Clique para editar os estilos do texto mestre Segundo nvel Terceiro nvel Quarto nvel Quinto nvel </li> <li> Slide 4 </li> <li> Estados da alma aps a morte Princpio inteligente: Esprito + perisprito + corpo fsico + princpio vital Esprito e alma processo evolutivo Mundo dos Espritos e Mundo corpreo O mundo espiritual e sua gradaes Escala Esprita Sensaes, percepes e sofrimentos dos Espritos, aps o desencarne Lembranas da existncia corprea Cdigo penal da vida futura (Kardec O Cu e o Inferno) </li> <li> Slide 5 </li> <li> Estados da alma aps a morte Clique para editar os estilos do texto mestre Segundo nvel Terceiro nvel Quarto nvel Quinto nvel </li> <li> Slide 6 </li> <li> Estados da alma aps a morte Esprito e alma processo evolutivo O Livro dos Espritos Q. 150 A alma aps a morte, conserva a sua individualidade? Sim, jamais a perde. Que seria ela, se no a conservasse? Q. 150-a Como comprova a alma sua individualidade, uma vez que no tem mais o corpo material? Continua a ter um fluido que lhe prprio, haurido na atmosfera do seu planeta, e que guarda a aparncia de sua ltima encarnao: seu perisprito. Q. 135 H no homem outra coisa, alm da alma e do corpo? H o lao que liga a alma ao corpo. Q. 135-a De que natureza esse lao? Semi-material, isto , de natureza intermdia entre o Esprito e o corpo. preciso que seja assim, para que os dois se possam comunicar um com o outro. Por meio desse lao que o Esprito atua sobre a matria e vice-versa. </li> <li> Slide 7 </li> <li> Estados da alma aps a morte Esprito e alma processo evolutivo O Esprito conserva a sua individualidade mesmo aps a morte do corpo fsico, pois esta um atributo do Esprito, exercitado atravs do perisprito. As inmeras comunicaes de pessoas desencarnadas, que fornecem detalhes de suas vidas anteriores, comunicaes estas comprovadas cientificamente, demonstram a sobrevivncia da individualidade aps a morte do corpo fsico. Assim sendo, conserva o Esprito seu patrimnio de evoluo, de conhecimento, de personalidade e de sentimentos, mesmo aps o desencarne. </li> <li> Slide 8 </li> <li> Estados da alma aps a morte Esprito e alma processo evolutivo Espritos, seres individualizados e nicos, com trajetria prpria. Cada Esprito evolui passando da simplicidade e ignorncia, instruindo- se atravs das lutas e atribulaes da vida corporal. Cada Esprito tem suas caractersticas prprias e o seu livre arbtrio. Escolhe os caminhos e o tempo para alcanar a sua destinao. O Esprito segue alternando vivncias no plano espiritual e no mundo fsico, at que alcance a perfeio, destino de todos ns. Em qualquer dos mundos, os Espritos pensam, sentem, desejam, aprendem e progridem. A vida do Esprito, se inicia na Criao, prosseguindo atravs das reencarnaes, com a conquista gradual do seu progresso. Isso chamado de ciclo evolutivo. Vidas no plano espiritual e no mundo fsico, so fases da existncia do Esprito em evoluo. </li> <li> Slide 9 </li> <li> Estados da alma aps a morte Mundo dos Espritos e Mundo corpreo (Livro dos Espritos) Q. 84 - Os Espritos constituem um mundo parte, alm daquele que vemos? Sim, o mundo dos Espritos, ou das inteligncias incorpreas. Q. 85 Qual dos dois, o mundo espiritual ou o mundo corpreo, o principal na ordem das coisas? O mundo Espiritual; ele preexiste e sobrevive a tudo. Q. 86 O mundo corpreo poderia deixar de existir, ou nunca ter existido, sem com isso alterar a essncia do mundo Espiritual? Sim; eles so independentes, e no obstante a sua correlao incessante, porque reagem incessantemente um sobre o outro. Q. 87 Os Espritos ocupam uma regio circunscrita e determinada no espao? Eles esto por toda parte; povoam ao infinito os espaos infinitos. H os que esto sem cessar ao vosso lado, observando-vos e atuando sobre vs, sem o saberdes; porque os Espritos so uma das foras da Natureza e os instrumentos de que Deus se serve para o cumprimento de seus desgnios providenciais; mas nem todos vo a toda parte, porque h regies interditadas aos menos avanados. </li> <li> Slide 10 </li> <li> Estados da alma aps a morte O mundo espiritual e sua gradaes Escala Esprita Os Espritos, em geral, admitem trs categorias principais, ou trs divises: Terceira Ordem: Espritos Imperfe itos Segunda Ordem: Bons Espritos Primeira Ordem: Espritos Puros </li> <li> Slide 11 </li> <li> Estados da alma aps a morte Terceira Ordem: Espritos Imperfeitos Caracteres gerais: Predominncia da matria sobre o Esprito. Propenso ao mal. Ignorncia, orgulho, egosmo, e todas as ms paixes que lhes seguem. Tm intuio de Deus, mas no o compreendem. Espritos Impuros Espritos Levianos Espritos Pseudo-Sbios Espritos Neutros Espritos Batedores e Perturbadores </li> <li> Slide 12 </li> <li> Estados da alma aps a morte Segunda Ordem: Bons Espritos Caracteres gerais: Predomnio do Esprito sobre a matria, desejo do bem. Suas qualidades e seu poder de fazer o bem esto na razo do grau que atingiram: uns possuem a cincia, outros a sabedoria e a bondade; os mais adiantados juntam ao seu saber as qualidades morais. Espritos Benvolos Espritos Sbios Espritos Prudentes Espritos Superiores </li> <li> Slide 13 </li> <li> Estados da alma aps a morte Primeira Ordem: Espritos Puros Caracteres gerais: Nenhuma influncia da matria. Superioridade intelectual e moral absoluta, em relao aos Espritos das outras ordens Primeira Classe. Classe nica. Percorreram todos os graus da escala e se despojaram de todas as impurezas da matria. Havendo atingido a soma de perfeies de que suscetvel a criatura, no tm mais provas nem expiaes a sofrer. (...) So os mensageiros e os ministros de Deus, cujas ordens executam, para a manuteno da harmonia universal. Dirigem a todos os Espritos que lhes so inferiores, ajudam-nos a se aperfeioarem e determinam suas misses. (...) (...) Os homens podem comunicar-se com eles, mas bem presunoso seria o que pretendesse t-los constantemente s suas ordens. </li> <li> Slide 14 </li> <li> Clique para editar os estilos do texto mestre Segundo nvel Terceiro nvel Quarto nvel Quinto nvel DESLIGAMENTO </li> <li> Slide 15 </li> <li> Estados da alma aps a morte Sensaes, percepes e sofrimentos dos Espritos, aps o desencarne Sensaes: O desprendimento do Esprito lento e gradual, e to mais fcil quanto mais longa tenha sido a vida ou o esgotamento da vitalidade dos rgos do corpo fsico, e to mais difcil e demorado quanto o apego s coisas materiais. Livro: O Livros dos Espritos (Allan Kardec) Questes: 154 e 155a. </li> <li> Slide 16 </li> <li> Estados da alma aps a morte Sensaes, percepes e sofrimentos dos Espritos, aps o desencarne Sensaes: Livro: Depois da Morte (Lon Denis) Captulo XXX (...) as sensaes que precedem e se seguem morte so infinitamente variadas e dependentes sobretudo do carter, dos mritos, da elevao moral do Esprito que abandona a Terra. (...) A sensao que experimenta a alma no momento em que reconhece estar no mundo dos Espritos, depende do modo como viveu encarnada. Depois de deixar o corpo, a alma passa algum tempo em estado de perturbao, cujo grau de durao depende da elevao de cada um. Muito varivel o tempo que dura essa perturbao. Pode ser de algumas horas, como tambm de muitos meses e at de muitos anos. As pessoas que, desde quando ainda viviam na Terra, se identificaram com o estado futuro que as aguardava, so aquelas para quem menos longa a perturbao se manifestar, porque compreendem a posio em que se encontram. </li> <li> Slide 17 </li> <li> Estados da alma aps a morte Sensaes, percepes e sofrimentos dos Espritos, aps o desencarne Livro: QUEM TEM MEDO DA MORTE? (Richard Simonetti) (...) Naturalmente, o apoio maior ou menor da Espiritualidade est subordinado aos mritos do desencarnante. Se virtuoso e digno, merecer ateno especial e to logo seja consumada a desencarnao ser conduzido a instituies assistenciais que favorecero sua readaptao Vida Espiritual. J os que se comprometeram com o vcio e o crime, despreocupados da disciplina e do discernimento, sero desligados no momento oportuno, mas permanecero entregues prpria sorte, estagiando por tempo indeterminado no Umbral, faixa escura que circunda a Terra, formada pelas vibraes mentais de multides de Espritos encarnados e desencarnados dominados, ainda, por impulsos primitivos de animalidade. (...) Livro: O Livros dos Espritos (Allan Kardec) Questo 165. </li> <li> Slide 18 </li> <li> Slide 19 </li> <li> Slide 20 </li> <li> Slide 21 </li> <li> Slide 22 </li> <li> Clique para editar os estilos do texto mestre Segundo nvel Terceiro nvel Quarto nvel Quinto nvel </li> <li> Slide 23 </li> <li> Estados da alma aps a morte Percepes, sensaes e sofrimentos dos Espritos, aps o desencarne. Percepes: Quanto inteligncia: De volta ao mundo dos Espritos, conserva a alma as percepes que tinha na Terra, alm de outras de que a no dispunha, porque o corpo as obscurecia. A inteligncia um atributo que tanto mais livremente se manifesta o Esprito, quanto menos entraves tenha que vencer. Quanto evoluo: Quanto mais se aproximam da perfeio, tanto mais sabem. Se so Espritos superiores, sabem muito. Os Espritos inferiores so mais ou menos ignorantes acerca de tudo. Quanto ao tempo: Os Espritos vivem fora do tempo como o compreendemos. A durao de tempo para eles deixa, por assim dizer, de existir. Os sculos, para ns to longos, no passam, aos olhos deles, de instantes que se movem na eternidade. </li> <li> Slide 24 </li> <li> Estados da alma aps a morte Sensaes, percepes e sofrimentos dos Espritos, aps o desencarne. Percepes: Quanto s suas capacidades: Os Espritos elevados vem e ouvem unicamente o que querem, enquanto que os imperfeitos muitas vezes ouvem e vem, mesmo contra sua vontade, o que lhes possa ser til ao aperfeioamento. Quanto ao descanso: No podem sentir a fadiga como a entendemos, no precisando de descanso corporal, pois no possuem rgos cujas foras devam ser reparadas. O Esprito, entretanto, repousa, no sentido de no estar em constante atividade. Ele no atua materialmente, sua ao toda intelectual e, inteiramente moral o seu repouso. Quer isto dizer que momentos h em que o seu pensamento deixa de ser to ativo quanto de ordinrio e no se fixa em qualquer objeto determinado. </li> <li> Slide 25 </li> <li> Estados da alma aps a morte Sensaes, percepes e sofrimentos dos Espritos, aps o desencarne. Quanto aos sofrimentos: Os Espritos os conhecem, porque sofreram, no os experimentam, porm, materialmente, por faltar-lhes o corpo fsico. Quando um Esprito diz que sofre, a natureza de seu sofrimento so as angstias morais que os torturam mais dolorosamente do que todos os sofrimentos fsicos. As queixas de frio e fome so reminiscncias do que padeceram durante a vida, reminiscncias no raro to aflitivas quanto a realidade. </li> <li> Slide 26 </li> <li> Estados da alma aps a morte Lembranas da existncia corprea Durante a vida, o corpo recebe impresses exteriores e as transmite ao Esprito por intermdio do perisprito. no perisprito (veculo de manifestao do Esprito), que ficam registrados todos os momentos e ocorrncias das vrias experincias vividas na matria, pelo Esprito. H diversos relatos de pessoas que viram passar como cenas de um filme, imagens de sua vida inteira, nos instantes finais da vida terrena. Relato extrado do livro O Cu e o Inferno Allan Kardec Sr. Sanson, antigo membro da Sociedade Esprita de Paris, morreu a 21 de abril de 1862, aps um ano de cruis padecimentos. Pergunta feita ao Sr. Sanson: (...) Conservastes as vossas idias at o ltimo instante? - Sim, meu Esprito conservou as suas faculdades. Perdi a viso, mas pressentia. Toda a minha vida se desenrolou na minha memria e a minha ltima lembrana, meu derradeiro pedido foi o se poder falar convosco, como o fao. Depois pedi a Deus para vos proteger, a fim de que o sonho da minha vida se realizasse. (...) </li> <li> Slide 27 </li> <li> Estados da alma aps a morte Cdigo penal da vida futura - (Kardec O Cu e o Inferno) Apesar da diversidade de gneros e graus de sofrimento dos Espritos imperfeitos, o cdigo penal da vida futura pode se resumir nestes trs princpios: 1O sofrimento inerente imperfeio. 2Toda imperfeio, e toda a falta que dela decorre, trazem o seu prprio castigo nas suas consequncias naturais e inevitveis, como a doena decorre dos excessos, o tdio da ociosidade, sem que haja necessidade de uma condenao especial para cada falta e cada indivduo. 3Todo homem podendo corrigir as suas imperfeies pela sua prpria vontade, pode poupar-se os males que delas decorrem e assegurar a sua felicidade futura. Essa a lei da justia divina: a cada um segundo as suas obras, tanto no cu como na Terra. </li> <li> Slide 28 </li> <li> Estados da alma aps a morte Uma pequena estria, para nossa reflexo. </li> <li> Slide 29 </li>...</ul>