1ª infância 0 aos 3 anos

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    27-Dec-2014

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  • 1. Conversas Com Ch Psicloga Educacional Rita Leonardo Feijo Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 1
  • 2. A Parentalidade Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 2
  • 3. Uma Parentalidade responsvel implica Promover cuidados de alimentao, higiene e sade Promover suporte econmico Apoio emocional Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 3
  • 4. O Pai O pai foi um progenitor negligenciado durante muitos anos A partir dos anos 70 comea a surgir uma nova imagem do pai. Antes dos anos 70 Depois dos anos 70 Assegurava a subsistncia econmica da famlia Impunha disciplina aos mais velhos. O pai ideal passa a ter um envolvimento activo desde a gravidez acompanhando todas as etapas de desenvolvimento da criana. Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 4
  • 5. 4 condies que influenciam o envolvimento paterno Sentimentos de competncia (contexto dirio) Motivao Suporte da companheira (crenas tradicionais; valorizao da participao) Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 5
  • 6. Sentimento de excluso sero ou no saudveis? A mulher est mais auto-concentrada enquanto me; normal existirem cimes e alguma competio com a companheira pelo filho, sobretudo se for um pai envolvido, bem como rivalidade pela ateno da mulher/progenitora. Estas reaces so positivas porque fomentam a vinculao ao filho e reforam os laos do casal, a no ser que haja uma dependncia muito grande. Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 6
  • 7. Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 7
  • 8. Filhos de mes trabalhadoras v.s. filhos de mes no trabalhadoras Estudos indicam que no existem diferenas no desenvolvimento da linguagem, desempenho escolar, auto-estima e problemas comportamentais. Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 8
  • 9. cada vez mais evidente, que no so o nmero de horas fora de casa que faz a diferena, mas sim: A qualidade da relao entre os pais e a criana; A ateno proporcionada criana quando ela e os pais esto juntos; A qualidade das creches e jardins-de-infncia; Equilbrio emocional dos pais. Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 9
  • 10. o conhecimento que eu tenho de mim prpria (o). 10 Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo
  • 11. Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 11
  • 12. Quem ter contribudo para a imagem que temos de ns prprios? Pais Avos Pares Professores Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 12
  • 13. Nunca serei, como o meu pai 13 Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo
  • 14. Ser possvel mudar algo em ns? Existem momentos da nossa vida em que por diversas circunstncias temos necessidade de mudar algo em ns. Ser pessoa, assim como o acto de educar, so processos que esto em permanente construo. Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 14
  • 15. O que eu gostava de mudar em mim e porqu? Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 15
  • 16. fundamental conhecermo-nos bem, para assim podermos mudar algo na nossa maneira de ser e de agir. Favorvel s relaes interpessoais. Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 16
  • 17. Reconhecer a necessidade de mudana o primeiro e fundamental passo para que essa mudana ocorra. Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 17
  • 18. Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 18
  • 19. Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 19
  • 20. Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 20
  • 21. Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 21
  • 22. Etapas de desenvolvimento desde o nascimento at aos 3 anos Do nascimento aos 2 anos de idade Confiana vs Desconfiana. Dos 2 aos 3 anos de idade Autonomia vs Vergonha Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 22
  • 23. Confiana vs Desconfiana A forma como esta fase ultrapassada est intimamente ligado ao modo como o beb tratado, a carga afectiva e a dedicao que lhe colocado. O grau em que o beb experimenta o mundo como um stio seguro e caloroso. Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 23
  • 24. Existem investigaes que demonstram a importncia da qualidade de vinculao na vida futura das pessoas. Harlow criou macacos bebs sujeitos a diferentes tipos de vivncias . Construiu 2 tipos de mes macacas Ambas produziam leite Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 24
  • 25. Impacto Quente, macia feita de pano Foram capazes de explorar situaes estranhas e at mesmo situaes que implicavam dominar o perigo. Fria, spera e feita de arame Manifestavam comportamentos bizarros em adultos. No foram capazes de acasalar, de se relacionar com objectos estranhos. Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 25
  • 26. O Choro O choro a forma de comunicao mais importante no recm-nascido. Nenhum outro sinal tem junto dos pais um efeito to poderoso. Responder s exigncias do choro um dos primeiros problemas que os pais tm que enfrentar. Ter fome? Estar desconfortvel? Terei que mudar a fralda? Di-lhe alguma coisa? Existem diferentes tipos de choro: Dor; Fome; Desconforto. Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 26
  • 27. Temperamentos Agitado Elevado nvel de actividade Rpidas transies para o choro convulsivo difcil de acalmar. Calmo Mais lento a reagir atravs do choro. Pode fazer diversas tentativas para se acalmar. Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 27
  • 28. O beb agitado pode gerar na me sentimentos de: Impotncia para o acalmar De auto-questionar as suas competncias enquanto me O choro entendido como critica e rejeio Bebs com temperamento agitado pode aumentar o risco da me vir a sofrer de depresso ps parto. Depresso ps parto: afecta cerca de 10% Conversas com ch - Psicloga das mulheres Rita Leonardo Feijo 28
  • 29. O sorriso O sorriso inicialmente consiste numa reaco ao estado de mudana de viglia/sono. Como a reaco dos pais recompensa o beb repete-a. Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 29
  • 30. O sono Desde que o meu filho nasceu no consigo dormir uma noite seguida Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 30
  • 31. O sono essencial para o desenvolvimento do beb, nomeadamente para o desenvolvimento cognitivo e bem estar emocional. O beb deve adaptar-se progressivamente aos ritmos e padres de sono e viglia dos adultos; Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 31
  • 32. Ensinar o seu filho a voltar a adormecer Depois da fase dos ciclos de 3 a 4 horas de sono o beb deve progressivamente reorganizar o seu sono. Acorda do sono leve remexe-se na cama e volta a dormir. Num perodo de sono de 8 horas o beb remexe-se pelo menos 2 vezes; Num perodo de 12 horas de sono remexe-se pelo menos 3 vezes. Os pais sentem que devem acorrer de imediato e acabam por fazer parte do ritual do voltar a adormecer. Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 32
  • 33. No que diz respeito ao sono as crianas servem-se de 3 estratgias para atormentar os pais: No querem ficar na cama quando as deitam noite; Acordam a meio da noite; Sorrateiramente em silncio vo para a cama dos pais ao meio da noite. H outras ocasies em que as crianas acordam porque esto doentes, com os dentes a romper, tm medos. Nesta situao a criana necessita de suporte e carinho. Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 33
  • 34. Estratgia: No se deixem levar facilmente pelo choro; Deixar chorar durante alguns minutos, no v de imediato ter com a criana; Se o choro continuar entre no quarto e sem levant-la da cama tente acalm-la ; Quando o choro reduzir de intensidade saia do quarto; A criana poder comear a chorar de imediato; No v de imediato deixe a chorar mais um bocadinho; Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 34
  • 35. Fazer tocar a caixinha de musica; Dar-lhe um objecto de conforto; Para os mais velhinhos encoraje-os a dormir sozinhos tu s capaz de dormir sozinho, j s muito crescido tu ontem conseguiste. Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 35
  • 36. Acalmar as crianas: No fazer jogos muito excitantes (as lutas; jogar a apanhada,) antes de ir para a cama; Sair do quarto sem hesitaes: todas as noites despedirem-se da mesma forma, com uma mensagem de carinho; Se a criana se levantar da cama, seja firme e no se sinta culpado, por isso, pois pense que o sono um factor muito importante para o desenvolvimento; Se a criana se voltar a levantar, os pais esto perante um desafio srio, ou se aguentam e so firmes ou ento esto a abalar a vossa posio de lder. Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 36
  • 37. Pontos de referncias - H alturas em que as crianas j dormem bem sozinhas, e inesperadamente observam-se alteraes de sono, isso pode-se dever aquisio de novas competncias desenvolvimentos (pr-se de p; aprender a andar). Compreender isto permite aos pais apoiarem e darem confiana. Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 37
  • 38. Importante . Conscincia de que o tempo no volta atrs Ser consistente e confiante Estar atento ao impacto que determinados comportamentos possam ter Passar tempo de qualidade com os nossos filhos ; Ser um exemplo Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 38
  • 39. Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 39
  • 40. Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 40
  • 41. Conversas com ch - Psicloga Rita Leonardo Feijo 41
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