26ª Edição - Revista O Empresário

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    16-Mar-2016

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26 Edio - Novembro/Dezembro 2012 - Revista O Empresrio

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  • 1Entidades empresariais, de classee instituies de ensino reagem faltade mo-de-obra qualificada

    Esforoconcentrado

    EnergiaEletrosul investe pesado

    na gerao elica e solar

    Gesto PblicaPrefeitos eleitos querem

    trabalhar em parceria

  • 4DIREODIREODIREODIREODIREO

    Andreia Thives Borges

    JORNALISTJORNALISTJORNALISTJORNALISTJORNALISTA RESPONSVELA RESPONSVELA RESPONSVELA RESPONSVELA RESPONSVEL

    Carla Pessotto - MTb 21692 - SP

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    Carla Pessotto - MTb 21692 - SP

    Luciane Zu - SC 00354 -JP

    Mirela Maria Vieira - SC 00215 JP

    DESIGN GRFICODESIGN GRFICODESIGN GRFICODESIGN GRFICODESIGN GRFICO

    Luciane Zu

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    contato@revistaoempresrio.com.br

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    Virtual Brazil - Paulo Della Pasqua

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    a B

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    nti

    Andreia Thives BorgesAndreia Thives BorgesAndreia Thives BorgesAndreia Thives BorgesAndreia Thives Borges

    F altam poucos dias para darmos boas-vindas a 2013. No ano quetermina, todos ns pas, estado, empresrios enfrentamosmomentos difceis, principalmente em funo da situaomacroeconmica nacional e internacional. Mas, como sempre,soubemos driblar os problemas, com a criatividade que inerente ao

    brasileiro e, especialmente ao catarinense, e temos tambm coisas a

    comemorar.

    Esta a ltima edio do ano da revista e na reportagem de capa

    abordamos um entrave para o crescimento de Santa Catarina e,

    particularmente, da Grande Florianpolis: a carncia de profissionais

    especializados em diferentes segmentos, mas com maior nfase em reas

    como construo civil e tecnologia da informao. Mas, mais do que apenas

    relatar essa carncia e suas consequncias, mostramos as estratgias que

    entidades e instituies de ensino esto desenvolvendo para acabar ou

    pelo menos minimizar o problema.

    O prximo ano tambm ser marcado por novas administraes

    municipais, com os prefeitos eleitos em outubro passado tomando posse.

    Aqui, mostramos os planos de ao de quatro deles Capital, So Jos,

    Biguau e Santo Amaro da Imperatriz. Em comum nos discursos, a vontade

    de trabalhar em parceria para resolver problemas que afetam a todos, caso

    da mobilidade urbana.

    E para 2013, ns, da Revista O Empresrio, tambm teremos grandes

    novidades para nossos leitores e parceiros comerciais. Mas, no vamos

    nos antecipar ainda, deixando um pouco de curiosidade no ar.

    Desejamos a todos um final de ano com muita paz de esprito e um

    2013 de sucesso e realizaes.

    Boa leitura.

  • 5ndi

    ce 060814182432343642616264

    entrevistaGlauco Jos Crte, presidente da Fiesc

    capaEstratgias para vencer a baixa qualificao e a carncia de profissionais

    construo civilSteinmetz - Gilberto Habitatus

    decorao & interioresSanta Maria Casa Roka J. Ziliotto

    case de negciosBellacotton investe em reposicionamento da marca

    gestoMPEs catarinenses esto entre as que mais crescem no pas

    coluna mercadoNegcios & tendncias

    energiaOs planos da Eletrosul no setor de gerao

    gesto pblicaPrefeitos eleitos apostam na unio de foras para vencer desafios

    crnicas do cotidianoMamo com mel, por Mrio Motta

    gastronomiaNovo cardpio do Joy Joy Bistrot traz referncias francesa e espanhola

    socialModecol na Mostra Casa Nova Os 34 anos da AM Construes

  • 6ENTREVISTENTREVISTENTREVISTENTREVISTENTREVISTA / A / A / A / A / Glauco Jos CrteGlauco Jos CrteGlauco Jos CrteGlauco Jos CrteGlauco Jos Crte

    A indstria brasileira e a catarinense padecem da faltade competncias tcnicas para acompanhar as exi-gncias de competitividade e inovao do mercadomundial, calcanhar de Aquiles da economia nacionalque pode desequilibrar perigosamente a balanacomercial e manter o gigante recm-desperto nolimbo da produo bruta e da importao de bensde maior valor agregado. Conforme o Mapa do Tra-balho Industrial 2012 do Senai Nacional, o Brasil terque formar 7,2 milhes de trabalhadores em nveltcnico e em reas de mdia qualificao para atua-rem em profisses industriais at 2015. Em SantaCatarina, o estudo apontou uma demanda de maisde 400 mil. Em entrevista exclusiva Revista O Em-presrio, o presidente da Federao das Indstriasde Santa Catarina (Fiesc), Glauco Jos Crte, faz umaradiografia das necessidades do parque industrialcatarinense e das aes necessrias e em curso paragarantir competitividade e inovao.

    culdades para encontrar profissionais qualificados.As deficincias dos candidatos podem estar tantorelacionadas falta de educao bsica (ensinos fun-damental ou mdio incompletos), quanto falta di-ploma de qualificao profissional. Em outras palavras,precisamos de mais pessoas com as competnciastcnicas para desempenhar as funes demandadas.A maior dificuldade encontrar pessoas para cargosoperacionais e tcnicos. Enquanto 61% das empre-sas reclamam da falta de engenheiros, a carncia deoperadores de mquinas e tcnicos atinge, respecti-vamente, 82% e 94% das empresas. Levantamentodo Senai Nacional estima que, at 2015, ser precisoqualificar profissionalmente cerca de 461 mil pesso-as em Santa Catarina. No se trata de apontar os se-tores de maior demanda, mas, sim, funes. Esse le-vantamento, por exemplo, mostra que a maior parteda carncia ser nas chamadas funes transversais(teis para vrios setores) como tcnico emeletrotcnica, em eletrnica ou em controle de pro-duo, alm de mecnicos de manuteno.

    OE - Segundo pesquisa do IBGEOE - Segundo pesquisa do IBGEOE - Segundo pesquisa do IBGEOE - Segundo pesquisa do IBGEOE - Segundo pesquisa do IBGE, apenas 7% da po, apenas 7% da po, apenas 7% da po, apenas 7% da po, apenas 7% da po-----pulao catarinense acima de 25 anos tem escolari-pulao catarinense acima de 25 anos tem escolari-pulao catarinense acima de 25 anos tem escolari-pulao catarinense acima de 25 anos tem escolari-pulao catarinense acima de 25 anos tem escolari-dade mdia completa. Como resolver os problemasdade mdia completa. Como resolver os problemasdade mdia completa. Como resolver os problemasdade mdia completa. Como resolver os problemasdade mdia completa. Como resolver os problemasestruturais do nosso sistema educacional?estruturais do nosso sistema educacional?estruturais do nosso sistema educacional?estruturais do nosso sistema educacional?estruturais do nosso sistema educacional?GJC -GJC -GJC -GJC -GJC - Uma viso que tem ganhado fora na socieda-de, com grande aceitao no meio empresarial, ade que preciso melhorar a gesto da educao nopas. Pois hoje se gasta muito, especialmente no en-sino superior, mas sem conseguir alcanar nvel dequalidade satisfatrio. A questo no aumentar de5% para 10% do PIB o investimento em educao e,sim, melhorar a forma como os recursos so utiliza-dos. Para isso, uma das aes propostas fazer comque a educao seja melhor avaliada. No s o resul-tado obtido por alunos, mas tambm professores, ainfraestrutura, a proposta pedaggica. Enfim, a edu-cao como um todo.

    OE - O Sistema FOE - O Sistema FOE - O Sistema FOE - O Sistema FOE - O Sistema Fiesc planeja investir R$ 330 milhesiesc planeja investir R$ 330 milhesiesc planeja investir R$ 330 milhesiesc planeja investir R$ 330 milhesiesc planeja investir R$ 330 milhesna educao de trabalhadores do setor industrial ena educao de trabalhadores do setor industrial ena educao de trabalhadores do setor industrial ena educao de trabalhadores do setor industrial ena educao de trabalhadores do setor industrial e

    O Empresrio - Qual o tamanho do dficit de moO Empresrio - Qual o tamanho do dficit de moO Empresrio - Qual o tamanho do dficit de moO Empresrio - Qual o tamanho do dficit de moO Empresrio - Qual o tamanho do dficit de mo-----dedededede-----obra especializada, qualificada adequadamente paraobra especializada, qualificada adequadamente paraobra especializada, qualificada adequadamente paraobra especializada, qualificada adequadamente paraobra especializada, qualificada adequadamente paraatender s demandas impostas pela tecnologia na li-atender s demandas impostas pela tecnologia na li-atender s demandas impostas pela tecnologia na li-atender s demandas impostas pela tecnologia na li-atender s demandas impostas pela tecnologia na li-nha de produo, e quais os setores industriais esnha de produo, e quais os setores industriais esnha de produo, e quais os setores industriais esnha de produo, e quais os setores industriais esnha de produo, e quais os setores industriais es-----pecficos mais atingidos por essa carncia?pecficos mais atingidos por essa carncia?pecficos mais atingidos por essa carncia?pecficos mais atingidos por essa carncia?pecficos mais atingidos por essa carncia?Glauco Jos Crte - Glauco Jos Crte - Glauco Jos Crte - Glauco Jos Crte - Glauco Jos Crte - Uma pesquisa realizada pela Con-federao Nacional da Indstria (CNI) em 2011 mos-trou que 69% das empresas ouvidas enfrentam difi-

    preciso melhorar a gesto da educao

    "O mercado necessita de mais pessoas com as competncias

    tcnicas para desempenhar as funes demandadas"

    A questo no aumentar de 5%para 10% do PIB o investimento emeducao e, sim, melhorar a forma comoos recursos so utilizados.

  • 7ENTREVISTENTREVISTENTREVISTENTREVISTENTREVISTA / A / A / A / A / Glauco Jos CrteGlauco Jos CrteGlauco Jos CrteGlauco Jos CrteGlauco Jos Crte

    realizar cerca de 795 mil matrculas em trs anos.realizar cerca de 795 mil matrculas em trs anos.realizar cerca de 795 mil matrculas em trs anos.realizar cerca de 795 mil matrculas em trs anos.realizar cerca de 795 mil matrculas em trs anos.Quais as estratgias e aes concretas para alcan-Quais as estratgias e aes concretas para alcan-Quais as estratgias e aes concretas para alcan-Quais as estratgias e aes concretas para alcan-Quais as estratgias e aes concretas para alcan-ar essa meta?ar essa meta?ar essa meta?ar essa meta?ar essa meta?GJC - GJC - GJC - GJC - GJC - A ampliao das matrculas se dar pela atua-o das entidades que compem o Sistema Fiesc(Sesi, Senai e IEL), cujas aes educacionais preten-dem fomentar a elevao da educao bsica, conti-nuada e profissionalizante dos trabalhadores das in-dstrias, a educao executiva para gerentes e diri-gentes de empresas, programas de estgio ecapacitaes para estagirios e supervisores de est-gio. Soma-se a essas aes a criao de centros detecnologia para incentivo e promoo da inovao deprodutos, processos e modelo de negcio. Vamosoferecer quase 200 modalidades de cursos e assumoo compromisso de estruturar as capacitaes que aindstria precisar, caso no as tenhamos. Em 2011,registramos 95 mil matrculas pelo Senai e 97,5 milpelo Sesi, totalizando 197 mil por anos. Porm, paraalcanar a meta de 795 mil matrculas nos prximostrs anos, precisamos da adeso da indstria ao Mo-vimento A Indstria pela Educao. Hoje, sabemosque a produtividade de quem tem mais tempo de es-tudo melhor, e isso que queremos para fazer San-ta Catarina ser ainda mais competitiva.

    OE - O Movimento projeta cercar o dficit no setorOE - O Movimento projeta cercar o dficit no setorOE - O Movimento projeta cercar o dficit no setorOE - O Movimento projeta cercar o dficit no setorOE - O Movimento projeta cercar o dficit no setortecnolgico e de inovao com a criao de oito instecnolgico e de inovao com a criao de oito instecnolgico e de inovao com a criao de oito instecnolgico e de inovao com a criao de oito instecnolgico e de inovao com a criao de oito ins-----titutos de tecnologia que sero referncia em suastitutos de tecnologia que sero referncia em suastitutos de tecnologia que sero referncia em suastitutos de tecnologia que sero referncia em suastitutos de tecnologia que sero referncia em suasreas de conhecimento. Como far isso em um pra-reas de conhecimento. Como far isso em um pra-reas de conhecimento. Como far isso em um pra-reas de conhecimento. Como far isso em um pra-reas de conhecimento. Como far isso em um pra-zo de apenas trs anos?zo de apenas trs anos?zo de apenas trs anos?zo de apenas trs anos?zo de apenas trs anos?GJC - GJC - GJC - GJC - GJC - Para criao de institutos de tecnologia e deinovao do Senai, o Sistema Fiesc realizou workshopsinternacionais que apontaram as tendncias de cadarea, alm de levantar demandas junto s empresas.Tambm temos parcerias com instituies mundiaisde referncia em cada uma dessas reas, para acele-rar o processo de implantao. Cito, por exemplo,parceria com o MIT, dos Estados Unidos, e a Socieda-de Fraunhofer, da Alemanha.

    OE - Qual a contrapartida do Estado neste esforoOE - Qual a contrapartida do Estado neste esforoOE - Qual a contrapartida do Estado neste esforoOE - Qual a contrapartida do Estado neste esforoOE - Qual a contrapartida do Estado neste esforoque a indstria est fazendo?que a indstria est fazendo?que a indstria est fazendo?que a indstria est fazendo?que a indstria est fazendo?

    GJC - GJC - GJC - GJC - GJC - Por estar ligado ao meio empresarial, o SistemaIndstria tem como prtica a eficincia, a eficcia e autilizao racional de recursos. Assim, a partir do mo-mento em que o Estado percebe que no consegue,sozinho, resolver o problema da educao no Pas, oadequado permitir que outros agentes possam darsua contribuio. o caso do Pronatec, o ProgramaNacional de Acesso ao Ensino Tcnico e Emprego,que tem repassado recursos para entidades do Siste-ma S*, incluindo o Senai, para que seja possvel am-pliar a oferta de educao profissional.

    OE - Quanto estes setores que carecem de moOE - Quanto estes setores que carecem de moOE - Quanto estes setores que carecem de moOE - Quanto estes setores que carecem de moOE - Quanto estes setores que carecem de mo-----dedededede-----obra especializada esto perdendo, no contextoobra especializada esto perdendo, no contextoobra especializada esto perdendo, no contextoobra especializada esto perdendo, no contextoobra especializada esto perdendo, no contextobrasileiro de economia em crescimento que se con-brasileiro de economia em crescimento que se con-brasileiro de economia em crescimento que se con-brasileiro de economia em crescimento que se con-brasileiro de economia em crescimento que se con-trape ao quadro internacional recessivo, o que nostrape ao quadro internacional recessivo, o que nostrape ao quadro internacional recessivo, o que nostrape ao quadro internacional recessivo, o que nostrape ao quadro internacional recessivo, o que nosdaria condies de ampliar os espaos que ocupa-daria condies de ampliar os espaos que ocupa-daria condies de ampliar os espaos que ocupa-daria condies de ampliar os espaos que ocupa-daria condies de ampliar os espaos que ocupa-mos no mercado mundial?mos no mercado mundial?mos no mercado mundial?mos no mercado mundial?mos no mercado mundial?GJC - GJC - GJC - GJC - GJC - No possumos dados que deem a estimativafinanceira do quanto se perde com a falta de trabalha-dores qualificados. Mas temos conscincia de queesse dficit afeta a produtividade, a qualidade dos pro-dutos e a capacidade de acompanhar novas tecno-logias e de inovar. Alis, essa a razo principal paraa baixa produtividade do trabalho no Brasil.

    OE - Qual o nosso prazo para no perder o compassoOE - Qual o nosso prazo para no perder o compassoOE - Qual o nosso prazo para no perder o compassoOE - Qual o nosso prazo para no perder o compassoOE - Qual o nosso prazo para no perder o compassocom este contexto positivo para o desenvolvimentocom este contexto positivo para o desenvolvimentocom este contexto positivo para o desenvolvimentocom este contexto positivo para o desenvolvimentocom este contexto positivo para o desenvolvimentoda indstria? Ou seja, se no cobrirmos essas carn-da indstria? Ou seja, se no cobrirmos essas carn-da indstria? Ou seja, se no cobrirmos essas carn-da indstria? Ou seja, se no cobrirmos essas carn-da indstria? Ou seja, se no cobrirmos essas carn-cias com agilidade e eficcia, estagnamos?cias com agilidade e eficcia, estagnamos?cias com agilidade e eficcia, estagnamos?cias com agilidade e eficcia, estagnamos?cias com agilidade e eficcia, estagnamos?GJC - GJC - GJC - GJC - GJC - Essa mudana deve ser feita urgentemente.Por isso estamos trabalhando com metas ousadas,como a de dobrar o nmero de matrculas em um pra-zo de trs anos.

    RRRRReportagem: Mirela Maria Veportagem: Mirela Maria Veportagem: Mirela Maria Veportagem: Mirela Maria Veportagem: Mirela Maria Vieiraieiraieiraieiraieira

    * - O sistema S formado por organizaes e instituiestodas referentes ao setor produtivo, tais como industrias,comrcio, agricultura, transporte e cooperativas que tmcomo objetivo, melhorar e promover o bem estar de seusfuncionrios na sade e no lazer, por exemplo, e tambmdisponibilizar uma boa formao profissional. Asinstiuies do Sistema S no so pblicas, mas recebemsubsdios do governo.

    A produtividade de quem tem maistempo de estudo melhor, e isso quequeremos para fazer Santa Catarinaser ainda mais competitiva

    Fotos: Divulgao/Fiesc

  • 8CAPCAPCAPCAPCAPAAAAA

    A

    Estratgias

    escassez de profissionais de re-

    as como tecnologia e construo

    civil pode se tornar um entrave

    para o crescimento da Grande Florianpolis,

    contra o apago educacionalFalta de qualificao e carncia de

    profissionais em setores comoconstruo civil e tecnologia podem

    comprometer crescimento

    que tem boa parte da sua economia basea-

    da nestes setores. O Brasil, por exemplo,

    tem uma carncia de 150 mil engenheiros,

    segundo levantamento da Confederao Na-

    cional da Indstria (CNI). A boa notcia que

    diferentes entidades e instituies de ensi-

    no da regio e do Estado esto realizando

    um esforo extra para mudar esse cenrio.

    A Federao das Indstrias de Santa

    Catarina (Fiesc) lanou em outubro o Movi-

    mento A Indstria pela Educao, que pre-

    v investimentos de R$ 330 milhes na edu-

    cao de trabalhadores do setor (veja en-

    trevista nas pginas 6 e 7). E o Centro Uni-

    versitrio Estcio de S, em So Jos, inau-

    gura trs novos cursos de Engenharia

    Ambiental, Civil e de Produo em 2013.

    O dficit na engenharia um dos

    mais emblemticos. Em 2010, data do lti-

    mo Censo de Educao do Superior do

    MEC, 38 mil novos engenheiros se gradua-

    ram. Mais da metade deles em engenharia

    civil. Na Coria do Sul, o ndice de 80 mil

    novos engenheiros por ano, decorrncia di-

    reta da revoluo promovida naquele pas

    no ensino bsico nos ltimos 20 anos. L,

    dos 125 mil profissionais que trabalham

    com pesquisa e inovao, 90 mil so enge-

    nheiros. Aqui, apenas 13% dos alunos do

    ensino mdio optam por carreiras da

    Engenharia e 40% dos que o fa-

    zem abandonam o curso nos

    dois primeiros anos.

    As deficincias do ensi-

  • 9CAPCAPCAPCAPCAPAAAAA

    no fundamental e mdio so a raiz do

    apago que paralisa obras e projetos por

    todo o pas e inibe a capacidade de inova-

    o. O pas despencou nove posies em

    apenas um ano no ranking mundial dos pa-

    ses mais inovadores, ficando em 58 lugar

    em 2011. Aliada as deficincias da educa-

    o bsica, a estagnao de duas dcadas

    da economia, nos anos 80 e 90 do sculo

    passado, pavimentaram o caminho para o

    atual gargalo do desenvolvimento brasileiro.

    Para o diretor do Sindicato dos Engenheiros

    (Senge-SC), recm-eleito vice-presidente da

    Federao Nacional dos Engenheiros (FNE),

    Carlos Abraham, o momento favorvel

    reverso deste quadro. fundamental no

    importar profissionais e criar mecanismos de

    estmulo, valorizao e qualificao continu-

    ada, enfatiza. Atualmente, apenas 33% dos

    formandos em engenharia atua na profisso

    escolhida, segundo o MEC.

    Nessa linha, o Promove - Programa

    de Mobilizao e Valorizao das Engenha-

    rias, criado pela Financiadora de Estudos e

    Projetos (Finep) investiu mais de R$ 45 mi-

    lhes em projetos de estmulo formao

    de engenheiros e inovao. Outros R$ 16

    milhes bancaram competies e desafios

    em escolas de ensino mdio, visando des-

    pertar crianas e adolescentes para o mun-

    do das engenharias e das invenes. O Pro-

    grama est alinhado ao Inova Engenharia,

    lanado pela Confederao Nacional das

    Indstrias (CNI) no mesmo ano e que conta

    com o apoio de universidades e agncias

    do governo.

    A elevada demanda, e com ela o sal-

    to nos salrios - um engenheiro do setor

    petrolfero e de gs ganha hoje entre R$ 7

    mil e R$ 15 mil mensais -, tambm est fa-

    zendo a sua parte. Em 2001, 65 mil ingres-

    saram nas faculdades da rea. Em 2010,

    foram quase 200 mil.

    RRRRReportagem: Mirela Maria Veportagem: Mirela Maria Veportagem: Mirela Maria Veportagem: Mirela Maria Veportagem: Mirela Maria Vieiraieiraieiraieiraieira

    Estcio cria novos cursosde Engenharia

    Trs novos cursos de Engenharia - Ambiental, Civil e de Produo

    - e um de Tecnlogo em Jogos Digitais, comeam suas aulas em 2013,

    no Centro Universitrio Estcio de S de Santa Catarina. Localizado em

    So Jos, um dos resultados positivos das presses impostas pelo

    dficit de pessoal especializado em setores vidos por destravar o de-

    senvolvimento reprimido com inovao, como a construo civil e a

    rea de Tecnologia em Informao e Comunicao (TIC).

    Para as 540 empresas do setor em Florianpolis, que projetam o

    primeiro bilho em faturamento neste ano, a iniciativa amplia as pers-

    pectivas no pequeno universo de 23 cursos disponveis na rea em todo

    o Estado, conforme dados do mapeamento realizado pela Associao

    Catarinense de cursos superiores de Tecnologia em Informao e Co-

    municao (TIC). Desde 2004, a Estcio j oferece o curso de Tecnlogo

    em Redes de Computadores. H carncia de profissionais na rea de

    TI para atender oferta anual de 2.000 vagas na grande Florianpolis,

    como mostrou o estudo da Acate feito em 2010, resume o coordena-

    dor dos dois cursos da Estcio, Clodomir Coradini.

    Na rea de engenharia, existem 140 cursos no estado, diludos

    por mais de 60 especialidades. Em Engenharia Ambiental s apenas

    quatro reconhecida pelo Ministrio da Educao. A Engenharia Civil con-

    centra o maior nmero, 24, seguida da Engenharia de Produo, com

    23. A escassez de engenheiros deve-se, em parte, baixa oferta de

    cursos de ensino superior na rea das engenharias na grande

    Florianpolis, afirma a engenheira e professora dos cursos Maria da

    Glria Peruch. Alm do momento favorvel, observa ela, as projees

    do IBGE mostram um grande contingente populacional em idade de

    frequentar o ensino superior nos prximos anos em Santa Catarina.

    (MMV).

    Carlos AbrahamCarlos AbrahamCarlos AbrahamCarlos AbrahamCarlos Abraham

    Diretor do SengeDiretor do SengeDiretor do SengeDiretor do SengeDiretor do Senge-----SCSCSCSCSC

  • 10

    Canteiro de obras

    QConstruo civil investe na

    qualificao, mas no conseguedar conta da demanda

    carece de serventesa engenheiros

    bsicas ligadas obra - pedreiros, serven-

    tes, tcnicos e mestres de obras at s

    de nvel superior como engenheiros e ar-

    quitetos, afirma o presidente do Sindica-

    to da Indstria da Construo Civil da Gran-

    de Florianpolis (Sinduscon), Helio Bairros.

    As construtoras ainda conseguem

    formar mo-de-obra de base nos canteiros,

    conforme Bairros. O operrio pode iniciar

    em funes como servente e ajudante de

    pedreiros e aprender na prtica a profis-

    so. Mas, no temos como formar um en-

    genheiro. Entre janeiro e agosto deste

    ano, as indstrias da Grande Florianpolis

    contrataram 26 engenheiros. Numa rpida

    pesquisa nos sites de empresas que recru-

    tam mo de obra, 76 vagas para a regio

    eram anunciadas na segunda quinzena de

    setembro. Todas para contratao imedia-

    ta, com ofertas salariais variando de R$ 2

    mil, para recm-formados, a R$ 15 mil, para

    graus mais especializados. Os salrios mais

    atrativos, no entanto, no garantem o re-

    crutamento necessrio. Temos sete mil

    engenheiros civis registrados no Crea-SC,

    mas isso no significa que todos estes es-

    to atuando em sua rea, nem to pouco

    que tenham a qualificao exigida pelos

    novos padres de sustentabilidade e de

    inovao do setor, salienta Bairros. Para

    ele, o fortalecimento do ensino bsico

    primordial para atacar o problema na ori-

    gem. a base da escolha da profisso e

    das qualificaes posteriores.

    De imediato, segundo ele, as inds-

    trias da construo civil tm cobrado con-

    tinuamente das autoridades pblicas inves-

    timentos na captao de profissionais. As

    uarto lugar na relao do Cadastro

    Geral de Empregados e Desemprega-

    dos (Caged), do Ministrio do Traba-

    lho e Emprego, com 9,7% dos 150.334

    empregos formais criados no pas em se-

    tembro, a indstria da construo civil

    amarga obras mais caras e menos eficien-

    tes pela falta de mo-de-obra especializa-

    da. No primeiro semestre, as empresas

    catarinenses do setor contabilizaram cin-

    co mil postos de trabalho para contratao

    imediata. A escassez de trabalhadores

    qualificados atinge desde as funes mais

    CAPCAPCAPCAPCAPAAAAA

  • 11

    parcerias para capacitao com empresas

    do setor e fabricantes de insumos (Fiesc e

    Senai), tm ajudado a contornar o proble-

    ma com relao aos trabalhadores de n-

    vel fundamental e mdio. Alm disso, bus-

    camos uma constante valorizao do se-

    tor e de seus profissionais, prestando ser-

    vios fundamentais para a qualificao e a

    proteo dos trabalhadores, orientando

    sobre as normas tcnicas, realizando tra-

    balhos de preveno a acidentes, ao alco-

    olismo e uso de drogas, afirma Bairros.

    (MMV).

    Indicadores do setorTotal de empresas em Santa Catarina 12.169

    Total de empresas na Grande Florianpolis 2.080

    Total de trabalhadores formais no estado 105.238

    Contrataes em 2011 8.817 trabalhadores,10,74% a mais no contingente de mo de obrado incio de janeiro aofinal de dezembro.

    Participao no PIB catarinense 5,2%

    Fontes: Fiesc/Ministrio do Trabalho e Emprego/CAGED e IBGE (Censo 2009)

    Mdia de salrios para a engenharia civil em Santa CatarinaSomente na Catho as ofertas para engenheiros civil: 16 vagas

    Engenheiro civil jnior R$ 4 mil a R$ 7 mil

    Engenheiro civil - Estruturas R$ 9 mil a R$ 12 mil

    Engenheiros civil snior R$ R$ 7mil a R$ 15 mil

    Fonte: Catho On line; Manager On line; Indeed

    CAPCAPCAPCAPCAPAAAAA

    Mercado para engenheirosDemanda atual 150 milDemanda reprimida 60mil/anoreas de maior demanda petrolfero, construo

    civil e minasMdia anual de formandos em Engenharia 40 milTotal de vagas preenchidas nas escolasde engenharia 120 milTotal de vagas disponveis nas escolasde engenharia 302 milRelao do nmero de engenheiros por habitante seis para cada 100 mil.

    Em pases desenvolvi-dos, como EUA e Japo,a relao de 25 por100 mil habitantes.

    Fontes: MEC, Sistema Confea/CREA e FNE

    SAIBA MAIS

    Comparativo de engenheirosentre os BRICs*Pas Formados/ano

    China 400 mil

    ndia 250 mil

    Rssia 100 mil

    Coria do Sul 80 mil

    Brasil 40 mil

    * Sigla que se refere a Brasil, Rssia, ndia e China que sedestacam como pases em desenvolvimento.

    Fonte: Instituto de Pesquisa Econmica Aplicada (Ipea)

    Ranking de salrios

    rea especfica Crescimento Mdia salarialmdio (maio/2011)

    Engenhariaagrcola 38,2% R$ 5.965,00

    Engenhariageolgica 21,4% R$ 9.239,00

    Engenhariade minas 21% R$ 14.22,00

    Engenhariade petrleo 20,8% R$ 15.303,00

    Engenhariaambiental 20,4% R$ 4.362,00

    Engenhariade alimentos 20,2% R$ 4.302,00

    Engenhariacivil 19% R$ 11.134,00

    Fonte: Catho On line

    Helio BairrosHelio BairrosHelio BairrosHelio BairrosHelio Bairros

    PPPPPresidente Sindusconresidente Sindusconresidente Sindusconresidente Sindusconresidente Sinduscon

    Grande FlorianpolisGrande FlorianpolisGrande FlorianpolisGrande FlorianpolisGrande Florianpolis

  • 12

    CAPCAPCAPCAPCAPAAAAA

    Sobram vagas no setor

    N

    At 2015, SantaCatarina ir

    precisar de seismil novos

    profissionais

    de tecnologiao ano passado, o setor de Tecnologia

    em Informao e Comunicao (TIC)

    em Santa Catarina empregava 10 mil

    pessoas, 36% deste total em Floria-

    npolis, e contabilizava quase trs mil va-

    gas em aberto. At 2015, sero necess-

    rios quase seis mil profissionais para aten-

    der a demanda somente das empresas de

    tecnologia e inovao no Estado, concen-

    tradas em nove plos regionais, o maior

    deles em Florianpolis com 540 empre-

    sas e participao de cerca de R$ 1 bi-

    lho no PIB da cidade. No mesmo prazo,

    as corporaes que atuam em outras re-

    as do arranjo produtivo catarinense tero

    quase trs mil postos de trabalho abertos

    em TIC.

    Os dados so do segundo Mapea-

    mento de Recursos Humanos e Cursos de

    TIC executado pela Associao Catarinense

    de Empresas de Tecnologia (Acate), entre

    setembro e dezembro de 2011. A deman-

    da maior por profissionais especializados

    na rea das linguagens especficas de pro-

    gramao, principalmente Java, Delphi,

    C++, que podem ser de nvel tcnico,

    afirma Guilherme Stark Bernard, presiden-

    te da Acate e scio da Reason, empresa

    sediada em Florianpolis e dedicada ao

    desenvolvimento de solues para o sis-

    tema eltrico e industrial com tecnologia

    desenvolvida no pas. Com os dados em

    mos, empresas do setor esperam incre-

    mentar e aperfeioar iniciativas prprias e

    programas governamentais, como o

    GeraoTec, institudo em 2011 pelo gover-

    no catarinense para a profissionalizao de

    jovens e adultos a partir de 17 anos em

    nvel tcnico, executado atravs de parce-

    rias com Senai, Sesi, empresas, institutos

    de tecnologia e ACATE. Temos que ampli-

    ar o nmero de cursos em nvel

    profissionalizante e superior direcionando-

    Guilherme Stark BernardGuilherme Stark BernardGuilherme Stark BernardGuilherme Stark BernardGuilherme Stark Bernard

    PPPPPresidente da Acateresidente da Acateresidente da Acateresidente da Acateresidente da Acate

  • 13

    Resultados do GeraoTECCandidatos inscritos nos cursos 5.718

    Candidatos selecionados 1.852

    Formados 474

    Alunos em curso 749

    Empregabilidade 499 dos alunos desenvolvematividades profissionais, com vnculo

    empregatcio ou autnomo.Destes, 341 atuam no setor de TIC.

    Em processo seletivo 500

    Meta de formao profissional para 2012 1.150 pessoas

    Cidades contempladas pelo projeto Blumenau, Chapec, Cricima,Grande Florianpolis, Itaja,

    Jaragu do Sul, Joaaba, Joinville,Lages, Rio do Sul e Tubaro

    Fonte: http://geracaotec.sc.gov.br/

    Empregabilidade e cursos no setor de TIC em Santa CatarinaTotal de trabalhadores 10.098, 36% somente em Florianpolis

    Total de vagas abertas em 2011 2.272

    Projeo de vagas abertas para 2012 5.711

    Projeo de postos de trabalho para 2015 11.771

    Vagas nas pequenas empresas 1.011 para contratao em 2011,2.399 at 2012 e 4.807 at 2015

    Vagas nas microempresas 3.806 em 2015

    Vagas nas mdias empresas 2.419 em 2015

    Grandes organizaes 606 postos de trabalho em 2015

    23 faculdades ou universidades, a maioria deles na microrregio de Florianpolis (9), seguida deBlumenau (3), Joinville (3), Chapec (2), Cricima (2), Jaragu do Sul (2), Rio do Sul (1) e Tubaro(1). O Mapeamento no detectou cursos superiores de TIC na microrregio de Lages.- Em 2011, estes cursos possuam 4.065 vagas, 38% a mais do que em 2010.- A taxa de evaso nos cursos de graduao foi de 85% em 2011. Foram 2.235 evases presenciais.No mesmo ano, formaram-se 385 profissionais.

    Fonte: Mapeamento de Recursos Humanos e Cursos de TIC

    CAPCAPCAPCAPCAPAAAAA

    SAIBA MAIS

    os melhor para a empregabilidade, salien-

    ta o empresrio.

    Para isso, preciso avanar na for-

    mao educacional bsica e incluir nos

    currculos atividades que despertem o in-

    teresse de crianas e jovens para a mate-

    mtica, a fsica e o desenvolvimento do

    raciocnio lgico. A Acate desenvolve pro-

    gramas e jornadas em parceria com o Sesi,

    em que jovens de 11 a 16 anos aprendem

    a montar e programar robtica. A experi-

    ncia comprova que a capacidade de assi-

    milao e o interesse pelas reas

    tecnolgicas crescem de forma significati-

    va, destaca. Um elemento que pode esti-

    mular ainda mais o crescimento dos sa-

    lrios no setor, que tiveram incremento de

    88% de 2011 para este ano, conforme pes-

    quisa realizada no Rio e em So Paulo.

    (MMV)

  • 14

    Com 700 m2 de rea construda,empreendimento tem potencial

    para abrigar instalaes desegmentos variados

    P alhoa acaba de ganhar um empre-endimento diferenciado, idealizadopara abrigar lojas de comrcio comconforto e qualidade, independente do

    segmento.

    Construda em harmonia com os

    modernos padres arquitetnicos, a nova

    loja planejada pela Steinmetz- Gilberto trou-

    xe ao centro da cidade um ambiente de 700

    m2 e rea de estacionamento para 27 car-

    ros, o que confere ao espao uma perfeita

    integrao ao local.

    Com uma fachada moderna, o em-

    preendimento chama a ateno e se des-

    taca na regio, funcionando realmente

    como uma grande vitrine. Na duas frentes

    da loja (ruas Capito Augusto Vidal e Julia

    Mnica da Silveira), a predominncia dos

    vidros confere ainda maior amplitude

    construo, e sem deixar a segurana e o

    conforto de lado. O vidro laminado e pos-

    sui um excelente isolamento acstico e, em

    caso de acidentes, no estilhaa, evitando

    maiores inconvenientes.

    Mas os cuidados com a escolha de

    materiais foram muito alm, englobando

    itens que do ao empreendimento caracte-

    rsiticas diferenciadas.As telhas so cons-

    titudas por uma espcie de sanduche

    EPP termilor, que envolve uma camada de

    espuma rgida de poliuretano. So termo-

    Vitrine dif

    acsticas e na cor cinza claro, garantindo

    uma combinao harmnica com a leveza

    dos vidros e esquadrias.

    Na parte interior, chamam ateno

    o cuidado com o acabamento e a inexis-

    tncia de colunas, que amplia o vo livre e

    otimiza a ocupao do ambiente. O forro

    foi executado com um sistema modular em

    placas PVC de alta resistncia e a susten-

    tao garantida no requadramento de

    perfis metlicos, pintados com tinta epoxi

    na cor branca.

    A iluminao foi desenvolvida da for-

    ma ergonmica e composta por lmpa-

    CONSTRUO CIVILCONSTRUO CIVILCONSTRUO CIVILCONSTRUO CIVILCONSTRUO CIVIL

  • 15

    erenciada

    das de teto, luminrias de embutir, refleto-

    res e aletas anodizadas. Para o piso, foram

    escolhidos modelos de grande durabilida-

    de, ideais para ambientes com alto trfe-

    go de pessoas.

    Essas caractersticas, aliadas ex-

    celente localizao, capacitam a constru-

    o a receber qualquer tipo de estabele-

    cimento,desde concessionrias de auto-

    mveis, agncias bancrias, lojas de m-

    veis, decorao ou departamentos

    O espao amplo, arejado e con-

    fortvel, e est pronto para utilizao ime-

    diata, bastando para isso pequenas ade-

    quaes ao segmento. Os detalhes da nova

    loja foram pensados para garantir confor-

    to, tanto para os locatrios quanto para o

    pblico que utilizar o ambiente. O sistema

    de tubulao de ar-condicionado est pron-

    to para a instalao dos aparelhos.

    Trata-se de mais altenativa ofereci-

    da pela Steinmetz que, sintonizada com o

    desenvolvimento de Palhoa, imprime ca-

    ractersticas ainda mais empreendedoras

    s suas iniciativas.

    ONDE ENCONTRAR

    (48) 9983 9385

    CONSTRUO CIVILCONSTRUO CIVILCONSTRUO CIVILCONSTRUO CIVILCONSTRUO CIVIL

  • 16

    CONSTRUO CIVILCONSTRUO CIVILCONSTRUO CIVILCONSTRUO CIVILCONSTRUO CIVIL

    CAtender

    diferentesperfis de

    consumidores estratgia da

    Habitatus parase destacar no

    mercado

    riada h apenas cinco anos, a Habitatus

    Empreendimentos Imobilirios, sediada

    em So Jos, registra nmeros expressi-

    vos tanto em unidades entregues quanto em

    obras em andamento, o que a coloca na linha

    de frente no competitivo mercado da cons-

    truo civil de Florianpolis. Nesse perodo,

    a empresa contabiliza dois empreendimentos

    entregues, um que ser entregue em maro

    de 2013 e trs em construo, alm de dois

    projetos a serem anunciados entre 2013 e

    2014.

    Do primeiro empreendimento, o Vista

    Nobre, lanado em 2008 na Palhoa, at os

    residenciais de alto padro Zelia Freitas e Elza

    Momm, ambos em obras no Centro de Flori-

    anpolis, a preocupao maior da Habitatus

    construir empreendimentos com qualidade,

    integrados ao ambiente e que satisfaam os

    interesses dos clientes.

    Essa o cuidado demonstrado pelo di-

    retor da empresa, Jos Elson Lopes de Freitas

    Junior, que destaca a versatilidade da empre-

    sa, interessada e disposta a atuar em toda a

    Grande Florianpolis e com diferentes padres

    de construo. Trabalhamos com apartamen-

    tos de R$ 120 mil a R$ 1,8 milho, mas sem-

    pre com a certeza de que dentro de cada seg-

    mento podemos oferecer aquilo que o cliente

    SAIBA MAISA Habitatus possui os seguintes empreendimentos:Vista Nobre, localizado em Barreiros, com 14 pavimentos e 60 unidades, entregue emdezembro de 2010.

    Parque da Ponte, na Ponte do Imaruim, com 336 unidades habitacionais e quatrosalas comerciais, entregue em julho de 2012.Elza Momm, no centro de Florianpolis, com um apartamento por andar e at trsvagas de garagem coberta, que ser entregue em maro de 2013.

    Bosque das Estaes, no Bela Vista, com 384 unidades habitacionais e seis salascomerciais, com previso de entrega para dezembro de 2013.Stellato, no Pagani (Palhoa), com 14 pavimentos, 108 unidades e previso de entre-ga para julho de 2014.Zlia Freitas, no centro de Florianpolis, empreendimento de alto padro que serentregue em dezembro de 2015.

    precisa, deseja e merece ter. Queremos que

    sintam orgulho de morar em nossos empre-

    endimentos, afirma.

    Formado em Administrao, Junior pos-

    sui MBA em Gesto de Negcios da Constru-

    o Civil iniciado com a criao da empresa, e

    acredita que a convivncia com os profissionais

    do ramo durante o curso aliada ao interesse

    pelos locais e modo de vida das pessoas que o

    acompanha desde a infncia contribuem para

    o sucesso do negcio.

    A Habitatus conta hoje com 45 funcio-

    nrios em sua rea administrativa, e terceiriza

    todos os servios de mo-de-obra. Ele explica

    que com a escolha de arquitetos renomados

    e de profissionais capacitados em todas as

    reas, agrega valor aos seus empreendimen-

    tos, que se adaptam s tendncias e aos am-

    bientes em que se inserem.

    A meta da Habitatus continuar cres-

    cendo e se destacando, sem abrir mo da qua-

    lidade. Por isso, Junior faz questo de partici-

    par de todo o processo de desenvolvimento dos

    projetos. Desde a escolha dos terrenos at

    concepo final do projeto arquitetnico, tudo

    tem minha participao, explica.

    Apesar da competitividade existente no

    mercado da construo civil, o empresrio

    acredita que ainda h muito espao para ser

    ocupado. Para comprovar, cita como exemplo

    o Residencial Zelia Freitas, empreendimento

    de alto padro com previso de entrega para

    dezembro de 2015 e com apartamentos de

    valor diferenciado, que teve 1/3 de suas uni-

    dades comercializadas apenas na primeira se-

    mana de lanamento. Quando criamos o pro-

    duto certo no lugar certo, no tem como as

    pessoas no se interessarem, finaliza.

    ONDE ENCONTRAR

    www.habitatus.com.br

    Ao gosto do cliente

  • 17

  • 18

    DECORAO DECORAO DECORAO DECORAO DECORAO & INTERIORES INTERIORES INTERIORES INTERIORES INTERIORES

    Santa Maria Casa mescla mveis eobjetos premiados de designers com

    peas elaboradas por artesos

    P eas exclusivas, vindas de todos oscantos do Brasil, verdadeiras obrasde arte nascidas das mos de gen-te annima, feitas com matria-prima local

    e tcnicas tradicionais de produo com

    baixo impacto ambiental. Todas com o ape-

    lo irresistvel da praticidade, beleza e

    criatividade que inspiram a decorao da

    casa. Com este diferencial, e carregada da

    paixo e respeito pelas comunidades que

    Talentoconheceu em suas viagens pelos mais di-

    versos recantos do pas, a empresria Ma-

    ria Carolina Duva oferece, h seis anos, em

    sua loja de decoraes multimarcas Santa

    Maria Casa, uma diversidade de mveis e

    objetos de decorao comercializados nos

    mercados de Santa Catarina, Rio de Janei-

    ro, So Paulo, Rio Grande do Sul e j se

    prepara para iniciar as vendas pela internet.

    A loja representa, basicamente, ta-

    lentos brasileiros, desde o artesanato com

    peas que trazemos atravs de parcerias

    com ONGs, cooperativas e associaes,

    at objetos premiados de designers como

    os tapetes de Babba Vaccaro, que conquis-

    bra

  • 19

    DECORAO DECORAO DECORAO DECORAO DECORAO & INTERIORES INTERIORES INTERIORES INTERIORES INTERIORES

    tou recentemente o prmio Planeta Casa

    de Sustentabilidade, conferido pela Revis-

    ta Casa Claudia, sintetiza Maria Carolina.

    Trabalhar sob este conceito, assinala, teve

    seus contratempos no comeo, gerados

    por dificuldades de organizao das comu-

    nidades, muitas delas isoladas, e pelo es-

    tgio incipiente da economia sustentvel.

    Com a parceria mantida desde o incio com

    entidades como o Instituto Meio, voltado

    organizao empresarial de comunidades

    de regies rurais e pequenas cidades, a

    empresria conseguiu estabelecer uma

    logstica eficaz de comunicao, vendas e

    distribuio que dispensam intermedirios.

    Hoje posso negociar produtos e preos

    via internet, afirma.

    Todas as peas so selecionadas

    pessoalmente por Maria Carolina, com cri-

    trios como alto valor agregado, desenho

    diferenciado e acabamento impecvel. Ca-

    ractersticas cada vez mais valorizadas por

    consumidores que tambm anseiam por

    sair do frio e cinzento vanguardismo urba-

    no. De bancos e pufes de taboa (capim alto

    que prolifera nos brejos), feitos em Rio Bri-

    lhante, no Pantanal matogrossense e cam-

    pees de vendas, a objetos de capim-dou-

    rado feitos em Tocantis, os produtos ofe-

    recidos pela Santa Maria Casa sintetizam

    pedacinhos da imensa diversidade brasi-

    leira. Tenho muito orgulho de vender es-

    sas peas produzidas na maior parte das

    vezes em lugares isolados, por pessoas

    talentosas, que representam uma cultura,

    comenta a empresria, empolgada com a

    SAIBA MAIS

    O Instituto Meio uma organizao privada, sem fins lucrativos,fundada em 2005, com o objetivo de gerir investimentos sociaisprivados e pblicos focados na ampliao das oportunidades deemprego e renda sobre os princpios da sustentabilidade ambiental,econmica, social e cultural. Congrega hoje 50 comunidades emtodo o Brasil, principalmente nas regies rurais ou pequenas cida-des, auxiliando cerca de 1,5 mil pessoas a divulgar e comercializarseus produtos.www.institutomeio.org

    sileiroencomenda recm-chegada de mantas

    bordadas e brinquedos de madeira confec-

    cionados por ndios de diversas regies

    especialmente para o Natal.

    ONDE ENCONTRAR

    www.santamariacasa.com.br

    Maria Carolina DuvalMaria Carolina DuvalMaria Carolina DuvalMaria Carolina DuvalMaria Carolina Duval

    EmpresriaEmpresriaEmpresriaEmpresriaEmpresria

  • 20

    DECORAO DECORAO DECORAO DECORAO DECORAO & INTERIORES INTERIORES INTERIORES INTERIORES INTERIORES

    Roka Ideias e Objetos aposta em grifes nacionais eestrangeiras para seduzir consumidor

    o garimpo feito em feiras e ateliers

    especiais no Brasil e no exterior,

    me e filha transformaram o ato de

    decorar em um ritual que conquis-

    ta uma clientela fiel e multipli-

    cadora, desde dezembro de 1993.

    A estratgia de compra direta de

    peas exclusivas, com uma eco-

    nomia de at 30% nos custos,

    garantiu o sucesso da Roka Ideias

    e Objetos, das empresrias Rosa

    e Ana Paula Rigon, desde que fo-

    ram abertas as portas da primei-

    ra loja, na rua Almirante Lamego,

    em Florianpolis.

    Dezenove anos depois, a

    marca Roka tem duas lojas em

    shoppings da capital catarinense

    - a primeira delas completou cin-

    co anos em julho passado - e ven-

    de para todo o pas por meio do

    seu site e das listas de presen-

    tes. So mais de 5 mil itens de

    grifes internacionais e nacionais,

    cobiadas por arquitetos,

    decoradores profissionais e cen-

    tenas de decoradores amadores

    ou amantes da cozinha, rea que

    responde por cerca de 40% do

    faturamento da Roka atualmente.

    O atendimento personaliza-

    do, com direito a espumante nas

    Ritual de

    D lojas e a especial orientao, na verdadequase uma consultoria especializada, queRosa e Ana Paula oferecem aos clientes, outro diferencial responsvel pela estatus

    de grife conquistado pela marca Roka. So-

    mos referncia na rea de presentes e de-

    coraes de bom gosto, comercializando as

    maiores e melhores grifes nacionais e inter-

    nacionais, assinala Ana Paula. Afirmao

    comprovada pela distino da arquiteta

    Roberta Zimmermann Buffon, feita no es-

    pao Giro da Decorao, da Casa Vogue.

    A Roka tambm referncia do Na-

    tal catarinense desde a primeira edio da

    Casa do Papai Noel - by Roka, que funcio-

    na de outubro aos primeiros dias do ano

    seguinte, no piso das Garagens GI do

    Shopping Iguatemi. Em 350 metros qua-

    drados, so oferecidos mais de 2 mil itens,

    de rvores de Natal dos mais diversos e

    inusitados modelos e campes de vendas,

    aos tradicionais prespios. O espao j se

    tornou atrao turstica, chamando a aten-

    o de grupos de crianas e jovens do in-

    terior do estado, e vem registrando aumen-

    to constante nas vendas. No ano passa-

    do, tivemos um crescimento de 20%,

    percentual que deve se repetir neste ano,

    afirma Ana Paula.

    ONDE ENCONTRAR

    www.rokanet.com.br

    Ana PAna PAna PAna PAna Paula (E) e Raula (E) e Raula (E) e Raula (E) e Raula (E) e Rosa Rigonosa Rigonosa Rigonosa Rigonosa Rigon

    SciasSciasSciasSciasScias

    bom gosto

    Foto

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    o

  • 21

  • 22

    DECORAO DECORAO DECORAO DECORAO DECORAO & INTERIORES INTERIORES INTERIORES INTERIORES INTERIORES

    quase 20 anos, quando iniciou

    suas atividades, a J. Ziliotto era

    uma loja de varejo, que comercia-

    lizava apenas mveis e mquinas para es-

    critrio. Em pouco tempo, o empresrio

    Jaime Ziliotto percebeu a grande deman-

    da que se instalava no mercado

    corporativo, e optou pela estratgia de dar

    mais nfase a essa clientela, passando a

    oferecer solues completas em mveis,

    equipamentos e decorao e tornando-se

    uma loja referncia no segmento no ape-

    nas em Florianpolis. mas tambm em ou-

    tras regies do Estado.

    Nossa base de atuao sempre foi

    Florianpolis, mas graas aos nossos par-

    ceiros comerciais atendemos empresas

    em toda Santa Catarina, e atualmente

    estamos em um processo de expanso

    diferenciado, com a contratao de repre-

    sentantes comerciais nas principais cida-

    des do Estado, o que amplia ainda mais

    nossa capacidade de atendimento, expli-

    ca Ziliotto, que em 2013 comemora 20

    anos na direo da empresa, comerciali-

    zando mveis para escritrio em geral,

    uma diversa coleo de cadeiras, divisri-

    as e at carpetes.

    De acordo com o empresrio, par-

    te da estratgia de atendimento pratica-

    da pela J. Ziliotto consiste em dispo-

    nibilizar assessoria completa aos clientes,

    com colaboradores treinados nas inds-

    trias parceiras e uma equipe de retaguar-

    da, que cuida da elaborao de projetos e

    atende especificamente os profissionais

    de arquitetura e decorao de todo o es-

    tado. Esse fato, aliado variedade e qua-

    l idade das marcas que compem o

    portflio da empresa, acaba configuran-

    do-se como o grande diferencial da loja

    em relao concorrncia.

    O escritrio moderno precisa ser

    planejado para ocupar os espaos com

    inteligncia, modernidade, tecnologia e

    ergonomia, explica Ziliotto, que em seu

    show-room possui mveis de marcas re-

    conhecidas, como a Flexform, hoje a mai-

    or indstria de cadeiras da Amrica Lati-

    na e a que detm a maior tecnologia em

    cadeiras para escritrio, e as divisrias

    DivDesign, que, segundo afirma, trata-se

    Solues paraambientes

    corporativosJ. Ziliotto expande atuao por todo o Estado

    HJaime ZiliottoJaime ZiliottoJaime ZiliottoJaime ZiliottoJaime Ziliotto

    DiretorDiretorDiretorDiretorDiretor

  • 23

    DECORAO DECORAO DECORAO DECORAO DECORAO & INTERIORES INTERIORES INTERIORES INTERIORES INTERIORES

    da nica indstria de paredes divisrias

    com todas as certificaes (ISO9000,

    ISO14000 e ABNT). Temos solues para

    todas as necessidades em instalaes

    para escritrio administrativos, e apesar

    de nosso foco principal ser o segmento

    corporativo, nos destacamos, tambm, no

    atendimento ao pequeno consumidor,

    acrescenta Jaime Ziliotto.

    Para o empresrio, o ano de 2012

    foi um perodo de consolidao do relaci-

    onamento com os parceiros comerciais,

    possibilitando a definio de novos pro-

    dutos a oferecer, instalao de novo

    showroom, intensificao de treinamen-

    to da equipe, alm da participao em

    eventos de decorao, que trouxeram ain-

    da mais visibilidade e, consequentemente,

    novos clientes. Alm da garantia mnima

    de cinco anos nos produtos que comerci-

    aliza, a empresa garante tambm prazo de

    entrega, seja de uma poltrona ou de um

    escritrio completo.

    Estamos entrando na maioridade

    com muito mais experincia, e acredito

    que esse seja um ingrediente essencial

    para a qualidade dos servios que presta-

    mos, defende Ziliotto, que destaca o res-

    peito ao cliente, a ateno no atendimento

    e, principalmente, a tica profissional como

    fatores que ajudaram na consolidao da

    empresa no mercado catarinense. Posso

    garantir que ao optar pela J.Ziliotto o clien-

    te tem a certeza de fazer um bom neg-

    cio finaliza.

    ONDE ENCONTRAR

    www.jziliotto.com.br

  • 24

    Bellacotton buscareposicionamento de marca

    Com visual renovado, empresa quer ampliarvendas no mercado nacional

    e olho na crescente expanso do

    mercado nacional brasileiro de pro-

    dutos de higiene pessoal, que h

    quase uma dcada cresce cerca de 25%

    anualmente, conforme a Associao Bra-

    sileira da Indstria de Higiene Pessoal, Per-

    fumaria e Cosmticos (Abihpec), o

    catarinense Jacinto Silveira e o francs

    Etienne Gruhier, investiram meio milho em

    marketing e na reformulao da marca

    Bellacotton.

    Criada pelos scios em 2007, a mar-

    D ca exclusiva dos produtos de higienepessoal base de algodo fabricados pelaFlexicotton, instalada em 1997 em SantoAmaro da Imperatriz pelo grupo francs

    Lemoine, maior manufaturador de algodo

    hidrfilo da qual Silveira e Gruhier eram di-

    retores. Em 2009, com o quadro econmi-

    co positivo nacional contrapondo-se cri-

    se que assola EUA e Europa, os dois ad-

    quiriram 100% das operaes da unidade.

    Hoje, a Flexicotton lder nacional do se-

    tor, negocia com pases do Mercosul, como

    CASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOS

  • 25

    SAIBA MAIS

    A Flexicotton, fabricante da marca Bellacotton, mantm a parceria com afrancesa Lemoine e grande propulsora na garantia de produtos inovadorese tecnologia em maquinrio. Tem 105 funcionrios, dos quais 80 somulheres. Em 2010, registrou faturamento de R$ 15 milhes, cerca de 40%a mais do que nos anos anteriores. No ano seguinte, aumentou para R$ 20milhes, 30% a mais que 2010. A expectativa para 2012 fechar com umcrescimento de 50% que significam R$ 30 milhes em faturamento.

    Chile, Argentina, Uruguai e Colmbia, alm

    de manter operaes com a Guatemala, na

    Amrica Central e tem a pretenso de con-

    quistar a liderana do mercado na Amri-

    ca Latina at 2015.

    Com a criao da marca Bellacotton,

    nascida sob o conceito da sustentabilidade,

    inovao e responsabilidade, e a

    reformulao administrativa promovida

    pela dupla, os negcios da Flexicotton ti-

    veram um incremento considervel. No ano

    passado, fechou o ano com faturamento

    de R$ 20 milhes, projetando 50% de ex-

    panso para este ano, boa parte disso an-

    corada no sucesso da Bellacotton, que tem

    um mix de 20 itens entre curativos, hastes

    flexveis exclusivas para bebs e uma linha

    completa de produtos de algodo.

    O crescimento registrado pela mar-

    ca e a necessidade de ampliar a linha de

    produtos levou a empresa a realizar um

    estudo de branding, cujo resultado confir-

    mou o feeling dos empresrios, que inicia-

    ram o trabalho de reformulao h um ano.

    Reformulamos o visual para adequ-lo ain-

    da mais realidade do conceito de inova-

    o e sustentabilidade com preos com-

    petitivos. Alm de modernizar as embala-

    gens a marca ficou muito mais visvel e atra-

    tiva, afirma Gruhier. Como a comercializa-

    o 100% terceirizada, tambm vem in-

    tensificando a expanso atravs de incen-

    tivos de positivao de pontos de venda.

    A Bellacotton j possui uma forte presen-

    a no mercado. Queremos continuar o tra-

    balho forte de distribuio no territrio na-

    cional, e para isso, precisamos manter a

    eficincia no atendimento ao cliente vare-

    jista, o lead time curto, ampliar o mix de

    produtos e estar sempre em busca da ino-

    vao, salienta Gruhier, que projeta um

    aumento de 90% no faturamento da

    Bellacotton em 2012, sobre os R$ 3,5 mi-

    lhes obtidos no ano passado.

    ONDE ENCONTRAR

    www.bellacotton.com.br

    CASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOS

    Foto

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    Etienne GruhierEtienne GruhierEtienne GruhierEtienne GruhierEtienne Gruhier

    Diretor de NegciosDiretor de NegciosDiretor de NegciosDiretor de NegciosDiretor de Negcios

  • 26

    CASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOS

    Tcnica, oferecida com exclusividadeem SC ajuda Grupo Seguridade a

    aumentar receita

    presidente do Grupo Seguridade,

    corporao que vem registrando

    20% de aumento no faturamento

    anual nos ltimos cinco anos, j comemo-

    ra o sucesso da tcnica de limpeza a gelo

    seco em terras catarinenses. Pedro

    Ambrsio no fala em nmeros, mas ga-

    rante que o novo servio vai incrementar

    ainda mais o desempenho invejvel do Gru-

    po, que projeta um faturamento de R$ 64

    milhes para este ano, 21% a mais que no

    ano passado.

    GeloO O servio comeou a ser oferecidoem Santa Catarina a partir de 2011 e aten-de todos os segmentos industriais. Somos

    os nicos a oferecer o servio aqui e te-

    mos clientes nos trs outros estados do

    Sul do Brasil. A grande vantagem do pro-

    cesso sua flexibilidade que permite seu

    uso em uma ampla escala de aplicaes e

    de setores produtivos, assinala Ambrsio.

    De simples borras at a limpeza de circui-

    tos eltricos industriais delicados e livros,

    o processo efetuado por apenas uma

    unidade mvel composta por caminho,

    compressor de ar, secador de ar e mqui-

    na jateadora. Alm da flexibilidade, confor-

    me Ambrsio, a tcnica no deixa resdu-

    os, no agride as mquinas nem o meio

    ambiente.

    O Grupo com matriz em Joinville,

    fundado em 1991, possui carteira com mais

    de 200 clientes, entre eles Klabin, Malwee,

    Marisol, Tigre, Univille, Unisul e Bradesco

    e uma rede de 2 mil colaboradores. Nos

    ltimos cinco anos, o faturamento cresceu

    92%. Em 2011, a receita foi de R$ 53 mi-

    lhes.

    ONDE ENCONTRAR

    www.seguridade.com.br

    na sujeira

    Fotos:Divulgao

  • 27

    ,

  • 28

    O Sindicato da Indstria do Mobilirio daGrande Florianpolis (SIM), considera 2012 umano especial, marcado por iniciativas importan-tes, que evidenciaram nossa disposio em es-treitar ainda mais os laos com as empresasque representamos e, ao mesmo tempo, esta-belecer um efetivo canal de comunicao como consumidor.

    Com o lanamento da campanha Conhe-a quem trabalha para voc: Credibilidade no uma questo de sorte, o SIM chamou parasi a responsabilidade de orientar empresas e,especialmente, consumidores a respeito de de-talhes que no podem ser desprezados no mo-mento de se fechar um contrato.

    Tomamos uma deciso corajosa, que dei-xou clara nossa disposio de fortalecer as em-presas por ns representadas, que atuam emum mercado amplo e extremamente competi-tivo, e que por isso mesmo algumas vezes atraiconcorrentes nem sempre dispostos a traba-lhar com a idoneidade e comprometimento re-

    Um anomarcante

    INFORME PUBLICITRIOINFORME PUBLICITRIOINFORME PUBLICITRIOINFORME PUBLICITRIOINFORME PUBLICITRIO

    comendados e cobrados pela diretoria do SIM.Em nossas aes, contamos com o suporte

    de entidades como a Federao das Indstrias doEstado de Santa Catarina (Fiesc) e a Associaodos Sindicatos Filiados Fiesc da Regio Sudes-te, administrado pelo Presidente Vitor Mario Za-netti. Foram, sem dvidas, apoios importantes,que conferiram credibilidade s nossas iniciativas.

    Mas no podemos deixar de destacar a ade-so de empresas que atuam no nosso segmento,essenciais no processo de fazer acontecer, ini-ciado com nossa campanha. s marcenariasArcoban Mveis Sob Medida, Benatto MveisEspeciais, Heider Mveis e Esquadrias em PVC,Ideal Mveis e Alumnio, Incoplasa Indstria deCozinhas Planejadas, J Mveis e Artefatos deMadeira, GS Mveis Planejados, MarcenariaCatarinense, Mrio Mveis, Modecol Mveis e De-coraes, Mveis Arno, Mveis RR, MSB Inds-tria e Comrcio de Mveis, Novo Espao Mveise Renovar Mveis; s marmorarias Marmoraria Ca-pital, Marmoraria Pedra Branca e Rajada Marmo

  • 29

    Granitaria; e Estofaria Tarcsio Schweitzer, nos-so sincero agradecimento. Sem a participaodessas empresas a campanha no teria sido reali-zada.

    O retorno que recebemos nos deu a certezaque o mercado consumidor quer empresas cons-cientes e responsveis.

    Queremos aproveitar este espao para con-clamar as empresas que atuam no mercado domobilirio na Grande Florianpolis a se associa-rem ao SIM. Todos os meses realizamos reuniesnas quais acontecem importantes trocas de ex-perincias e so tomadas decises a respeito deencaminhamentos discutidos pela categoria. Aosassociados oferecemos orientaes trabalhistas,assessoria jurdica, convnios com clnicas mdi-cas e odontolgicas, laboratrios de anlises cl-nicas, cursos e palestras, SESI, SENAI e IEL, almda oportunidade de participar ativamente do for-talecimento de nosso segmento.

    Diretoria do SIMDiretoria do SIMDiretoria do SIMDiretoria do SIMDiretoria do SIM

    PPPPPara maiores informaes, acesse o site do sin-ara maiores informaes, acesse o site do sin-ara maiores informaes, acesse o site do sin-ara maiores informaes, acesse o site do sin-ara maiores informaes, acesse o site do sin-dicato wwwdicato wwwdicato wwwdicato wwwdicato www.simgf.simgf.simgf.simgf.simgf.com.br ou entre em contato.com.br ou entre em contato.com.br ou entre em contato.com.br ou entre em contato.com.br ou entre em contatopelo telefone 3025.3377.pelo telefone 3025.3377.pelo telefone 3025.3377.pelo telefone 3025.3377.pelo telefone 3025.3377.

    Encerramos o ano com asensao de dever cumprido,de realizao e de sucesso,

    agradecendo mais uma vez aosque estiveram do nosso ladoapoiando todo este processo,

    na certeza de queestaremos unidos no novo ano

    que se aproxima e quecertamente nos trar novas

    conquistas.

    Feliz Natal e um Prspero AnoNovo, com muita Paz, Sucesso

    e Sade para todos.

    INFORME PUBLICITRIOINFORME PUBLICITRIOINFORME PUBLICITRIOINFORME PUBLICITRIOINFORME PUBLICITRIO

  • 30

    Aposta noNatal

    Atender demanda de empresas porbrindes diferenciados estratgia do

    Atelier das Cestas

    Comemorando um crescimento de

    60% nas vendas em apenas dois

    ano de atuao, a empresria

    Andra Luciana Balestreri, do Atelier das

    Cestas, aposta no atendimento a empre-

    sas no perodo de Natal para dar um incre-

    mento ainda maior ao faturamento e se

    consolidar no ramo.

    Acostumada a atender pessoas que

    buscam presentes diferenciados a preos

    mdios de R$ 100,00, Andra precisou se

    adequar s necessidades dos novos clien-

    tes, e por isso foram necessrias algumas

    mudanas, tanto na estrutura do negcio

    quanto no estilo das cestas oferecidas. O

    primeiro passo foi a formalizao da em-

    presa, criando condies de ampliar o aten-

    dimento a corporaes. Mas no foi s

    isso. Como se trata de uma data especial,

    em que as empresas oferecem brindes e

    C

    CASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOS

    30

  • 31

    lembranas em grande quantidade, foi ne-

    cessrio criar alternativas que conservas-

    sem a qualidade, da qual no abro mo,

    mas com preos competitivos, explica

    ELA, que criou kits diferenciados, com pre-

    os a partir de R$ 50,00. Espumante, mini

    panetones, cookies, castanha e amendo-

    im esto entre os itens oferecidos nos kits.

    A ideia que a relao com esse ni-

    cho de mercado no se limite ao perodo

    das festas de final de ano, mas, sim, se

    consolide como uma opo de vendas,

    direcionada, por exemplo, a imobilirias e

    concessionrias, que normalmente presen-

    teiam seus clientes e buscam alternativas

    criativas. J atendo a alguns representan-

    tes desses segmentos, mas pretendo in-

    tensificar esse tipo de vendas, pois j com-

    provei que a demanda grande. Basta dar

    a ideia e fornecer os meios que o mercado

    se encarrega do resto, defende.

    Concentrando 90% de sua divulga-

    o na internet, Andra acredita que boa

    parte de seu sucesso deriva desse tipo de

    publicidade, principalmente pela facilidade

    de acesso s informaes. Quase todas

    as minhas encomendas so feitas a partir

    do catlogo virtual que disponibilizo no site,

    e o endereo facilmente encontrado em

    pginas de busca. Mesmo que os investi-

    mentos em divulgao sejam altos, uma

    vez que que os valores variam de acordo

    com o nmero de acessos - o que aumen-

    ta muito em datas especiais - ,o retorno

    nas vendas compensa o investimento, diz.

    Em relao aos primeiros meses de

    2012, Andria afirma que o faturamento em

    Andra LAndra LAndra LAndra LAndra Luciana Balestreriuciana Balestreriuciana Balestreriuciana Balestreriuciana Balestreri

    PPPPProprietriaroprietriaroprietriaroprietriaroprietria

    CASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOS

    outubro foi surpreendente, com uma m-

    dia de seis cestas entregues a cada dia.

    Embora o site do Atelier das Cestas

    tenha condies de oferecer a venda on

    line, por enquanto Andra no pretende

    disponibilizar esse servio. Para ela, a ne-

    gociao feita por e-mail ou telefone abre

    a possibilidade da personalizao das ces-

    tas, alm de evitar problemas relaciona-

    dos taxa e horrios de entrega. J

    recebi encomendas feitas por e-

    mail s trs da manh, solicitan-

    do entrega s seis, e com o pe-

    dido feito o cliente considera

    tudo acertado. Prefiro conver-

    sar para acertar detalhes e quan-

    do for o caso, oferecer alternati-

    vas de personalizao das cestas,

    como uma caneca diferenciada, um car-

    to especial para a data, etc., explica.

    Alm das vendas conquistadas pela

    internet, a empresria contabiliza clientes

    que chegam at o site atravs de indicaes

    de amigos, familiares e conhecidos, e esta

    , segundo acredita, a melhor prova de sa-

    tisfao e reconhecimento de seu trabalho.

    O retorno que recebo o melhor ter-

    mmetro para saber se o pro-

    duto que ofereo atende s

    expectativas dos clien-

    tes. Considero a reven-

    da a comprovao do

    sucesso do meu neg-

    cio, afirma.

    ONDE ENCONTRAR

    www.atelierdascestas.com.br

    31

  • 32

    GESTOGESTOGESTOGESTOGESTO

    Ranking das 250 micro MPEsque mais crescem no pas

    destaca 15 empresas deSanta Catarina

    uinze catarinenses se destacam

    entre as 250 micro e pequenas

    empresas (MPEs) brasileiras com

    receita de at R$ 300 milhes ao ano, em

    ranking realizado pela consultoria Deloitte

    e Revista Exame. Um dos destaques so

    as empresas de tecnologia: das 15, qua-

    tro so do setor e, destas, trs da Capital,

    o que confirma uma

    das vocaes eco-

    nmicas da cidade.

    No ranking geral, a

    Reuter, da rea de

    construo civil e

    sediada em Timb,

    tem o melhor de-

    sempenho, ficando

    em segundo lugar

    nacional.

    De acordo

    com o estudo, as

    empresas classifica-

    das para o ranking

    vm construindo

    Q

    Flegouma trajetria consistente de expanso, dei-

    xando lies importantes em um pas que

    busca hoje alternativas para superar garga-

    los histricos que ainda dificultam o pleno

    desenvolvimento do potencial empreende-

    dor do empresrio brasileiro.

    A Arvus Tecnologia, que desenvol-

    ve softwares e equipamentos de preciso

    para o setor de agronegcio e silvicultu-

    ra, alcanou a melhor posio (18) entre

    as empresas de tecnologia do Estado.

    Entre 2009 e 2011, a empresa obteve in-

    cremento de 371%, alcanando receita de

    R$ 4,4 milhes no ano passado. Para

    2012, a expectativa crescer 100%.

    Com tecnologias nacionais inovadoras,

    a Arvus est aproveitando o momento

    favorvel do agronegcio brasileiro para

    a sua rpida expanso, diz o diretor

    Bernardo de Castro.

    Atualmente existe uma forte pres-

    so pelo aumento rpido de produo de

    alimentos e biocombustveis, sem com-

    prometimento de recursos naturais. As

    tecnologias da empresa visam a otimi-

    zao do uso de recursos como fertilizan-

    tes, defensivos e combustveis, alm de

    promover o aumento de produtividade, ou

    seja, produzir mais sem necessariamente

    explorar novas reas. neste cenrio que

    a Arvus projeta crescimentos ainda maio-

    de gente grande

    Bernardo de CastroBernardo de CastroBernardo de CastroBernardo de CastroBernardo de Castro

    Diretor da Arvus TDiretor da Arvus TDiretor da Arvus TDiretor da Arvus TDiretor da Arvus Tecnologiaecnologiaecnologiaecnologiaecnologia

  • 33

    res para a dcada atual, argumenta. Pelo

    segundo ano consecutivo, a Cianet, fabri-

    cante de equipamentos triple-play (dados,

    TV e telefonia) e provedora de solues

    em comunicao de dados, figura no

    ranking. No 75o lugar, a empresa obteve

    um crescimento de 115,9% no total e de

    46,9% ao ano. Segundo Joo Francisco,

    presidente da Cianet, o sucesso da em-

    presa se deve constante ateno s de-

    mandas do mercado e atual profissio-

    nalizao de sua gesto. Hoje, alm de

    nos mantermos como fabricantes de equi-

    pamentos nacionais, ampliamos o

    portfolio para solues de banda larga

    baseadas nas tecnologias HPN e Gepon.

    Assim, provedores de internet de todos os

    GESTOGESTOGESTOGESTOGESTO

    Posio das catarinenses na classificao geral

    portes passam a contar com a consultoria

    tecnolgica e de negcio da Cianet, indo

    muito alm do simples fornecimento de

    equipamentos.

    Para ele, Figurar novamente entre

    as 250 pequenas e mdias empresas que

    mais crescem no Brasil significa que

    estamos no caminho certo. Representa que

    nosso crescimento sustentvel e estru-

    turado, o que ainda mais importante, por-

    que mostra que podemos ainda muito

    mais, destaca.

    ONDE ENCONTRAR

    www.cianet.ind.br

    www.arvus.net.br

    Fotos: Divulgao

    Joo FJoo FJoo FJoo FJoo Franciscoranciscoranciscoranciscorancisco

    PPPPPresidente da Cianetresidente da Cianetresidente da Cianetresidente da Cianetresidente da Cianet

    Posio Empresa Segmento Sede

    2 Reuter construo civil Timb

    9 EQS Engenharia construo civil So Jos

    18 Arvus informtica, TI e internet Florianpolis

    57 Ogochi txtil e calados So Carlos

    75 Cianet Networking informtica, TI e internet Florianpolis

    136 Ekotex indstria qumica Pomerode

    142 Copa&Cia comrcio varejista e atacadista Blumenau

    144 Domnio Sistemas informtica, TI e internet Cricima

    153 Pesqueira Pioneira Da Costa alimentos Florianpolis

    156 Vitsolo transporte Balnerio Cambori

    190 Reivax energia eltrica, gs e saneamento Florianpolis

    204 Tecnoblu Your Id txtil e calados Blumenau

    205 Selbetti comrcio varejista e atacadista Joinville

    224 Teclan informtica, TI e internet Florianpolis

    231 Farben indstria qumica Iara

  • 34

    MERCADOMERCADOMERCADOMERCADOMERCADO

    Com quase o dobro da meta inicial

    estabelecida pelo Guinness Book, a Campa-

    nha Floripa no Guinness espera colocar a ca-

    pital no livro dos recordes como a cidade que

    mais recicla leo de cozinha no mundo. Em

    30 dias, foram recolhidos 18.670 litros de leo

    de cozinha, muito alm dos 10 mil litros suge-

    ridos pela publicao. A campanha foi promo-

    vida pelo programa Releo da Associao

    Comercial e Industrial de Florianpolis (Acif)

    e, segundo o coordenador e diretor do Releo,

    Luiz Falco de Moura, o ttulo deve ser anun-

    ciado em novembro. A iniciativa movimentou

    toda a comunidade - moradores e proprietri-

    os de restaurantes -, que deixaram de descar-

    tar o leo usado na pia de cozinha ou jog-lo

    direto no solo. O material passou a ser colo-

    cado em garrafas ou bombonas e entregue

    em um dos mais de 40 pontos de entrega da

    cidade. O leo coletado transformado em

    produtos de limpeza pela curitibana Ambiental

    Santos, parceira do programa.

    A grife gacha de sapatos e acessrios Jorge Bischoff abriu

    sua sexta loja em territrio catarinense no Continente Park Shopping,

    em So Jos. A nova operao faz parte do plano de expanso da

    grife em Santa Catarina. uma praa especial, com um pblico dife-

    renciado que tem tudo a ver com o estilo nico e exclusivo da grife,

    comenta Rodrigo Tineu, supervisor das franquias do Estado. Com lo-

    jas exclusivas nos principais endereos de moda e mais de 600 pon-

    tos de venda multimarcas, a Jorge Bischoff est presente em todo o

    Brasil e em outros 30 pases. Em dezembro de 2011, abriu sua pri-

    meira loja licenciada no exterior, em Barbados, no Caribe. Em Santa

    Catarina, tambm tem lojas em Blumenau, Balnerio Cambori,

    Joinville e Florianpolis.

    Em www.jorgebischoff.com.br.

    Bischoff expandeem SC

    Guiness ambiental

    O alto valor do frete um dos principaisO alto valor do frete um dos principaisO alto valor do frete um dos principaisO alto valor do frete um dos principaisO alto valor do frete um dos principais

    componentes do custo logstico no Brasil. Pcomponentes do custo logstico no Brasil. Pcomponentes do custo logstico no Brasil. Pcomponentes do custo logstico no Brasil. Pcomponentes do custo logstico no Brasil. Paraaraaraaraara

    facilitar a vida dos empresrios e consumidoresfacilitar a vida dos empresrios e consumidoresfacilitar a vida dos empresrios e consumidoresfacilitar a vida dos empresrios e consumidoresfacilitar a vida dos empresrios e consumidores

    que precisam do servio de transporte, o siteque precisam do servio de transporte, o siteque precisam do servio de transporte, o siteque precisam do servio de transporte, o siteque precisam do servio de transporte, o site

    Axado oferece pesquisa completa, com as viasAxado oferece pesquisa completa, com as viasAxado oferece pesquisa completa, com as viasAxado oferece pesquisa completa, com as viasAxado oferece pesquisa completa, com as vias

    de transporte, prazo de entrega e cotao de va-de transporte, prazo de entrega e cotao de va-de transporte, prazo de entrega e cotao de va-de transporte, prazo de entrega e cotao de va-de transporte, prazo de entrega e cotao de va-

    lores envolvidos no processo. Desenvolvido jolores envolvidos no processo. Desenvolvido jolores envolvidos no processo. Desenvolvido jolores envolvidos no processo. Desenvolvido jolores envolvidos no processo. Desenvolvido jo-----

    vens recm-graduados de Florianpolis, emvens recm-graduados de Florianpolis, emvens recm-graduados de Florianpolis, emvens recm-graduados de Florianpolis, emvens recm-graduados de Florianpolis, em

    2010, o site produto da 2010, o site produto da 2010, o site produto da 2010, o site produto da 2010, o site produto da startstartstartstartstart-up-up-up-up-up homnima. Em homnima. Em homnima. Em homnima. Em homnima. Em

    2011, por meio do investidor anjo Marcelo2011, por meio do investidor anjo Marcelo2011, por meio do investidor anjo Marcelo2011, por meio do investidor anjo Marcelo2011, por meio do investidor anjo Marcelo

    Amorim, a empresa recebeu um aporte financei-Amorim, a empresa recebeu um aporte financei-Amorim, a empresa recebeu um aporte financei-Amorim, a empresa recebeu um aporte financei-Amorim, a empresa recebeu um aporte financei-

    ro da Jacard Investimentos e, atualmente, pasro da Jacard Investimentos e, atualmente, pasro da Jacard Investimentos e, atualmente, pasro da Jacard Investimentos e, atualmente, pasro da Jacard Investimentos e, atualmente, pas-----

    sa por uma segunda rodada de investimentos.sa por uma segunda rodada de investimentos.sa por uma segunda rodada de investimentos.sa por uma segunda rodada de investimentos.sa por uma segunda rodada de investimentos.

    PPPPPara os prximos meses, por meio da obtenoara os prximos meses, por meio da obtenoara os prximos meses, por meio da obtenoara os prximos meses, por meio da obtenoara os prximos meses, por meio da obteno

    de recursos, os empreendedores pretendem in-de recursos, os empreendedores pretendem in-de recursos, os empreendedores pretendem in-de recursos, os empreendedores pretendem in-de recursos, os empreendedores pretendem in-

    vestir em novos produtos da empresa como pla-vestir em novos produtos da empresa como pla-vestir em novos produtos da empresa como pla-vestir em novos produtos da empresa como pla-vestir em novos produtos da empresa como pla-

    taforma para clculo de frete em etaforma para clculo de frete em etaforma para clculo de frete em etaforma para clculo de frete em etaforma para clculo de frete em e-----commerce,commerce,commerce,commerce,commerce,

    plataformas C2C e portais de eplataformas C2C e portais de eplataformas C2C e portais de eplataformas C2C e portais de eplataformas C2C e portais de e-procurement. Em-procurement. Em-procurement. Em-procurement. Em-procurement. Em

    wwwwwwwwwwwwwww.axado.com.br.axado.com.br.axado.com.br.axado.com.br.axado.com.br.....

    Cotao onlinede fretes

  • 35

    MERCADOMERCADOMERCADOMERCADOMERCADO

    A empresa catarinense de tecnologia Sports

    Intelligence desenvolveu um sistema de autenticao de pro-

    dutos licenciados para ajudar no combate comercializao

    de produtos falsificados e ilegais. O Figueirense o primeiro

    clube do Brasil a apostar nesta nova tecnologia e oferecer

    este sistema de gesto de produtos para os seus licencia-

    dos. A partir de agora, cada produto licenciado do clube dei-

    xar de ter selos hologrficos para possuir uma TAG com QR

    Code cdigo de barras em 2D que pode

    ser escaneado pela maioria dos apare-

    lhos celulares que possuem cmeras fo-

    togrficas o que permitir maior

    rastreabilidade e autenticidade dos pro-

    dutos. De acordo com Maurcio Dobes

    (foto), scio-diretor da Sports

    Intelligence, o torcedor poder conferir

    se o produto original, quem seu fa-

    bricante, detalhes sobre o item. Na mes-

    ma tela onde aparece a foto do produto,

    se o cliente observar alguma irregulari-

    dade, ele pode denunciar pelo prprio

    aplicativo a falsificao, que ser enca-

    minhada diretamente para o Clube e para

    a polcia, para que as providncias legais

    sejam tomadas.

    Contra a pirataria

    Em um espao de 16 mil m2 - crescimen-

    to em estrutura de 30% em relao edio

    anterior , a Exponutica 2012, realizada entre

    os dias 15 e 18 de novembro, na Marina Pier

    33, em Biguau, exemplo da consolidao do

    Setor nuticosetor nutico catarinense, que ocupa o terceiro

    lugar no ranking nacional em nmero de esta-

    leiros. So mais de 30 empresas fabricando

    desde as pequenas embarcaes funcionais at

    as mais luxuosas, que podem custar milhes

    de reais. Entre os equipamentos em exposio

    no evento que reuniu mais de 50 expositores

    de todo o pas , o Sea Gold 255 (foto), do esta-

    leiro gacho Ocean Boats, foi um dos desta-

    ques. A lancha, com capacidade para at dez

    pessoas, traz, entre os itens de srie, o painel

    de comando central com amplo espao para

    eletrnicos, seis cunhos de amarrao em inox

    e o estofamento externo completo na cor que o

    cliente desejar.

    O Registro de Imveis de So

    Jos e o 1 Registro de Imveis de

    Joinville so os primeiros cartrios de

    Santa Catarina que recebem certificao

    da Associao Brasileira de Normas Tc-

    nicas (ABNT). O reconhecimento re-

    sultado de uma nova era vivenciada pe-

    los cartrios do Estado. Foram investi-

    mentos em equipamentos tecnolgicos

    e sistemas de informao, melhorias

    nas instalaes e qualificao profissio-

    nal, realizados nos ltimos anos, que

    agora resultam na prestao de um

    atendimento diferenciado e de qualida-

    de, destaca o Presidente da Associa-

    o dos Notrios e Registradores de

    Santa Catarina (Anoreg/SC), Otvio Mar-

    garida. A certificao concedida com

    base na norma tcnica 15.906/2010, que

    estabelece critrios de excelncia na

    gesto dos cartrios extrajudiciais.

    Quem ganha o usurio, que poder

    contar com um servio que segue os

    padres defendidos pela ABNT, apon-

    ta Margarida.

    Cartriosem alta

  • 36

    ENERGIAENERGIAENERGIAENERGIAENERGIA

    Eletrosul investeR$ 3 bilhes na geraode energia elica e solar

    om a inteno de se tornar uma

    das protagonistas da gerao de

    energia elica e solar no cenrio

    brasileiro de suprimento com baixo im-

    pacto ambiental, a Eletrosul est inves-

    tindo cerca de R$ 3 bilhes em quatro

    complexos elicos, todos no Rio Grande

    do Sul, e na maior usina solar fotovoltaica

    do Pas integrada edificao, com ca-

    pacidade instalada de um megawatt-pico

    e que servir de experincia referencial

    de comercializao deste tipo de energia

    para o Sistema Eletrobras.

    O Complexo Elico de Cerro Chato

    foi o primeiro dos quatro em construo

    a entrar em operao, com a estimati-

    va de gerar neste ano 300

    gigawatts-hora (GWh), reforan-

    do o suprimento de energia

    para o Sistema Interligado

    Nacional (SIN) e diminu-

    indo a dependncia

    das termel-

    tricas. Os qua-

    tro parques,

    C

    A fora da

    um deles o maior da Amrica Latina, es-

    taro a pleno funcionamento em janeiro

    de 2014. Juntos somaro 570 megawatts

    (MW) de capacidade, aproximadamente

    35% da gerao elica atual do Brasil, su-

    ficiente para atender trs milhes de con-

    sumidores. Os impactos ambientais so

    mnimos. Restringem-se, na fase de im-

    plantao, poeira e ao barulho dos ca-

    minhes e, na fase de operao, ao rudo

    das ps, reduzido a quase zero com as

    tecnologias disponveis., assinala o pre-

    sidente da Eletrosul, Eurides Mescolotto.

    Os empreendimentos resultam do primei-

    ro leilo especfico para gerao de ener-

    gia elica realizado pelo governo federal

    em 2009.

    naturezaFoto: Hermnio Nunes/ Divulgao

    Eurides MescolottoEurides MescolottoEurides MescolottoEurides MescolottoEurides Mescolotto

    PPPPPresidenteresidenteresidenteresidenteresidente

    36

  • 37

    Consolidada com o maior estatal de

    gerao elica, a Eletrosul comeou a im-

    plantar em novembro o Projeto Megawatt

    Solar, que vai transformar a sede da esta-

    tal na capital catarinense na primeira usi-

    na solar integrada edificao no Brasil,

    at julho de 2013. O Consrcio Efacec

    Megawatt Solar, constitudo pela portu-

    guesa Efacec e Efacec do Brasil, foi sele-

    cionado na modalidade menor preo para

    executar o projeto, a um custo de R$ 8

    milhes financiados pelo banco de fo-

    mento alemo KfW. A energia gerada,

    conforme Mescolotto, ser conectada

    rede eltrica local e comercializada em

    leiles a consumidores livres. Um dos

    critrios dos leiles ser a comprovao

    do comprometimento dos interessados

    na compra com o desenvolvimento sus-

    tentvel. Os compradores tero que ter

    o Selo Solar, certificao desenvolvida

    pelo Instituto Ideal em parceria com a

    Cmara de Comercializao de Energia

    Eltrica (CCEE), que serve como espcie

    de atestado do comprometimento da

    empresa com o desenvolvimento susten-

    tvel, explica o presidente.

    ONDE ENCONTRAR

    www.eletrosul.gov.br

    ENERGIAENERGIAENERGIAENERGIAENERGIA

    SAIBA MAIS

    Projeto Megawatt SolarSegue o modelo BIPV sigla em ingls para Sistema Fotovoltaico Integrado Edificao.

    Mdulos fotovoltaicos sero instalados na cobertura do prdio e dos estacionamentos da sede da Eletrosul, num total de 10 mil metros quadrados.

    Vai produzir em mdia 1,2 gigawatts-hora (GWh) por ano, equiva lente ao consumo anual de cerca de 570 residncias

    Energia Elica

    Complexo Elico Cerro ChatoLocal: SantAna do Livramento (RS)

    SPE Elica Cerro Chato I, II e III Eletrosul (90%) / Wobben(10%)Capacidade instalada 90 MWEm operao desde maio de 2011 (todo o complexo entrou emoperao em dezembro de 2011)

    Complexo Elico LivramentoLocal: SantAna do Livramento (RS)

    Eletrosul (49%) / FIP Rio Bravo (41%) / Elos (10%)capacidade instalada 78 MWPreviso de entrada em operao: 2013Obs.: as obras esto em andamento com a construo das ba-ses dos aerogeradores

    Complexo Elico Santa Vitria do PalmarLocal: Santa Vitria do Palmar (RS)

    Holding Santa Vitria do Palmar Eletrosul (49%) /FIP Rio Bravo (51%)Capacidade instalada 258 MWPreviso de entrada em operao: janeiro de 2014

    Complexo Elico ChuLocal: Chu (RS)

    Holding Chu Eletrosul (49%) / FIP Rio Bravo (51%)Capacidade instalada 144 MWPreviso de entrada em operao: janeiro de 2014

  • 38

    OPINIOOPINIOOPINIOOPINIOOPINIO

    O nosso planeta Terra umafrgil embarcao ou nave espacial,viajando pelo espao sideral imensoe sujeito s dificuldades prprias des-sa viagem, com os demais corpos ce-lestes, numa peregrinao inslita ea merc das leis da fsica e da mec-nica celeste.

    E se isso no bastasse, a Terratambm sofre a interveno huma-na, que na verdade se projeta numafragilidade e limitao insustent-veis. Se nos determos em estudosgeolgicos, notamos que nosso pla-neta j passou por vrios problemas e dificuldadescomo violentos terremotos, erupes vulcnicas,rompimento da crosta terrestre e impactos de gran-des meteoros. E, mesmo assim, conseguiu sobre-viver, resistindo s drsticas mudanas no ambien-te terrestre.

    Como exemplo, em pocas geolgicas passa-das, muito antes do homem aprender a acender fo-gueiras, houve perodos crticos de extines maci-as de espcies animais como na poca dos dinos-sauros e vegetais gigantes. Naquela poca, mais de90% das espcies desapareceram.

    Ambiente e vidaMas hoje, diante de estudos e ex-

    perincias vividas, notamos que nossoplaneta nada mais do que um ser vivo,um superorganismo que sempre seadapta s perturbaes sofridas, bus-cando manter mnimas condies devida, sem privilegiar nenhuma forma devida especial.

    Contudo, a humanidade estcondenada ao desenvolvimento e ohomem continuar a comer o po como suor do seu rosto, muito embora estesuor deixe de correr para manifestar-se em outras dificuldades. Tudo tem

    seu preo. A vida se torna cara nos pases de altonvel de vida. As atribulaes da sociedade industri-al so numerosas e requintadas, cheias de vazio emovidas pelo combustvel da sociedade.

    Assim caminha a humanidade, at que as con-traes de um mundo novo a expulsem para fora des-sa gerao multimilenar e dolorosa, atirando-a parauma nova vida.

    Ivani Zechini BuenoIvani Zechini BuenoIvani Zechini BuenoIvani Zechini BuenoIvani Zechini BuenoProfessor da UFSC, mestre em Engenharia,

    agrnomo e gestor ambiental.

  • 39

  • 40

    H trs meses, os ministros do Supremo Tri-bunal Federal (STF) iniciaram o julgamento da AoPenal 470, referente ao rumoroso caso domensalo. Se no incio havia uma certa desconfi-ana por parte daqueles que pouco conheciam otrabalho da Justia, agora o que se observa ummisto de otimismo e orgulho, por conta doposicionamento firme dos julgadores da SupremaCorte, os quais mostraram, por meio de seus votos,que o Poder Judicirio brasileiro no compactua como malfeito e muito menos anda de mos dadas coma impunidade.

    Tambm caiu por terra a tese de que as indica-es poltico-partidrias poderiam comprometer aindependncia dos ministros indicados pelos doisltimos presidentes da Repblica. Como se viu, osministros tm votado de maneira tcnica, de acor-do com a lei e no pouparam o ru A ou B porser desse ou daquele partido.

    A prpria entrevista concedida por um dos en-volvidos a uma revista de grande circulao nacionalrevela que, se havia a esperana de que tudo acaba-ria em pizza, de que as amizades influentes poderi-am de alguma forma ajudar numa mudana no rumodas decises, que pudesse livr-los das condenaes,o fato que nada disso se confirmou. Ao contrrio, oSTF mostrou a que veio e reforou o seu compromis-so com a Repblica, com o povo brasileiro e, princi-palmente, com a Constituio Federal.

    O julgamento do caso do mensalo vai, de

    A Justia a servio do cidadofato, se confirmandocomo um marco na his-tria poltica e jurdicabrasileira. Ele represen-ta no s um divisor deguas para a Justia,mas tambm para o Pas, que acompanha, por meiodo relevante trabalho da imprensa, a firme disposi-o da Justia em dar um basta aos desmandos con-tra a administrao pblica. Importante frisar queno s os ministros dos tribunais superiores, masjuzes e desembargadores que atuam em todas asunidades da Federao h muito cumprem o seupapel com o mesmo rigor.

    Infelizmente, todo esse esforo do juiz brasi-leiro, considerado um dos mais produtivos do mun-do, no aparece, justamente porque a magistraturano tem o hbito de se comunicar, de levar ao co-nhecimento da sociedade o que faz cotidianamenteem favor da cidadania. Esse quadro precisa mudare est mudando, no s para fazer justia aos maisde 17 mil juzes do Pas, os quais, enquantoaplicadores da lei, tm sido to rigorosos (ou mais)quanto os nossos ministros da Suprema Corte, maspara ajudar o cidado brasileiro a construir um Pasmais justo e igualitrio...Uma Nao de verdade!

    Juiz Srgio LJuiz Srgio LJuiz Srgio LJuiz Srgio LJuiz Srgio Luiz Junkuiz Junkuiz Junkuiz Junkuiz JunkesesesesesPresidente da Associao dos Magistrados

    Catarinenses (AMC)

    OPINIOOPINIOOPINIOOPINIOOPINIO

  • 41

  • 42

    GESTO PBLICAGESTO PBLICAGESTO PBLICAGESTO PBLICAGESTO PBLICA

    Csar Souza Jnior defende unio deforas e prioridade para o plano diretor

    E leito prefeito de Florianpolis emuma das campanhas mais acirradasque a Capital j vivenciou, Csar Sou-za Junior PSD, credita sua vitria ao senti-

    mento de mudana que tomou conta da

    cidade nos ltimos dias antes da votao,

    reforado, segundo afirma, por um traba-

    lho comprometido da militncia e pelo seu

    desempenho nos debates que acontece-

    ram no curto perodo que dura a campa-

    nha do segundo turno.

    OE - Quais sero as primeiras aes doOE - Quais sero as primeiras aes doOE - Quais sero as primeiras aes doOE - Quais sero as primeiras aes doOE - Quais sero as primeiras aes do

    senhor quando assumir a prefeitura dasenhor quando assumir a prefeitura dasenhor quando assumir a prefeitura dasenhor quando assumir a prefeitura dasenhor quando assumir a prefeitura da

    Capital, em janeiro?Capital, em janeiro?Capital, em janeiro?Capital, em janeiro?Capital, em janeiro?

    Csar Souza Junior - Nossa primeira

    ao ser encaminhar Cmara o novo pla-

    no diretor da cidade. Florianpolis hoje

    uma cidade sem lei, sem ordenamento.

    Candidato a prefeito pela primeira vez

    em 2008, quando ficou em terceiro lugar,

    com 30.834 votos, em 2012 Cesar Souza

    Junior conquistou 117.834 eleitores, o que

    correspondeu a 52,64% dos votos vlidos.

    A coligao que o elegeu Por uma cidade

    mais humana - foi formada pelos partidos

    PSC, DEM, PSDC, PSB, PSD e PP, partido

    de Joo Amim, que ser seu vice-prefeito.

    Durante a maratona de compromis-

    sos que enfrentou nos dois dias que se

    seguiram vitria, o prefeito eleito reafir-

    mou promessas firmadas durante a cam-

    panha e listou as prioridades de seu man-

    dato que se inicia em 10 de janeiro de 2013.

    Cesar Souza adota o discurso do

    trabalho conjunto para solucionar proble-

    mas que atingem os municpios da Gran-

    de Florianpolis, e antes de partir para a

    Disney Esta promessa fiz para minha fi-

    lha, Lara o prefeito eleito deu incio ao

    processo de transio de governo ao se

    reunir com Dario Berger (PMDB).

    Capital: trabalho conjuntoem prol do

    desenvolvimento

    Cesar Souza JuniorCesar Souza JuniorCesar Souza JuniorCesar Souza JuniorCesar Souza Junior

    PPPPPrefeito eleito de Florianpolisrefeito eleito de Florianpolisrefeito eleito de Florianpolisrefeito eleito de Florianpolisrefeito eleito de Florianpolis

  • 43

    CASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOS

    SAIBA MAISLocalizao: O parque industrial da Gran Mestri fica s margens da BR163, em

    Guaraciaba, entre So Miguel do Oeste e Dionsio Cerqueira, rota dafronteira entre Brasil e Argentina, a 730 quilmetros deFlorianpolis.

    Capacidade total de armazenamento nas 12 cmaras frias: 1 milho de quilos

    rea construda do complexo grana padana: 12 mil metros quadrados(seis vezes maior que a rea inicial)

    Empregos diretos com o novo complexo: 200

    Faturamento previsto para o novo complexo: R$ 150 milhes/ ano

    tambm o governo federal, a quem pode-

    mos pedir que a concessionria respons-

    vel pelas obras da BR-101 seja obrigada a

    cumprir o acordo e fazer o contorno da

    Grande Florianpolis.

    OE - Quais so os projetos para o desen-OE - Quais so os projetos para o desen-OE - Quais so os projetos para o desen-OE - Quais so os projetos para o desen-OE - Quais so os projetos para o desen-

    volvimento econmico do municpio, atra-volvimento econmico do municpio, atra-volvimento econmico do municpio, atra-volvimento econmico do municpio, atra-volvimento econmico do municpio, atra-

    indo empresas, gerando empregos?indo empresas, gerando empregos?indo empresas, gerando empregos?indo empresas, gerando empregos?indo empresas, gerando empregos?

    CSJ - CSJ - CSJ - CSJ - CSJ - Um dos nossos principais pro-

    jetos implantar na cidade, no interior da

    ilha e no continente, ncleos para forma-

    o de mo-de-obra para a indstria da

    tecnologia, uma das nossas principais vo-

    caes depois do turismo. Atualmente, as

    empresas de tecnologia buscam trabalha-

    dores em outros locais porque no encon-

    tram aqui. Temos que reverter esse qua-

    dro. Vamos, em parceria com a Acate, ofe-

    recer formao qualificada para que os jo-

    vens possam entrar no rentvel mercado

    da tecnologia.

    Outro ponto diz respeito s aes

    na rea do turismo, buscando atrair gran-

    des eventos para os meses fora da tempo-

    rada de vero, como forma de combater a

    sazonalidade e aquecer a economia no

    perodo da baixa temporada. (R(R(R(R(Reportagem:eportagem:eportagem:eportagem:eportagem:

    LLLLLuciane Zu).uciane Zu).uciane Zu).uciane Zu).uciane Zu).

    GESTO PBLICAGESTO PBLICAGESTO PBLICAGESTO PBLICAGESTO PBLICA

    Vamos finalizar a formatao do novo pla-

    no, tendo como base as diretrizes

    estabelecidas nas mais de 1,4 mil reunies

    comunitrias e encaminh-lo para aprova-

    o na Cmara. Com o apoio dos vereado-

    res, vamos finalmente aprovar o novo tex-

    to e fazer com que Florianpolis volte a pla-

    nejar o futuro, com foco no desenvolvimen-

    to ordenado, proposta que defendi com fir-

    meza durante toda a minha campanha. No

    vamos permitir novas alteraes de

    zoneamento sem antes aprovarmos o pla-

    no, e tambm no vamos autorizar cons-

    trues em locais onde no haja saneamen-

    to bsico, sistema virio e infraestrutura

    urbana adequada.

    OE - A mobilidade urbana um dos gran-OE - A mobilidade urbana um dos gran-OE - A mobilidade urbana um dos gran-OE - A mobilidade urbana um dos gran-OE - A mobilidade urbana um dos gran-

    des gargalos da regio. Como pretendedes gargalos da regio. Como pretendedes gargalos da regio. Como pretendedes gargalos da regio. Como pretendedes gargalos da regio. Como pretende

    trabalhar isso em parceria com os outrostrabalhar isso em parceria com os outrostrabalhar isso em parceria com os outrostrabalhar isso em parceria com os outrostrabalhar isso em parceria com os outros

    prefeitos eleitos?prefeitos eleitos?prefeitos eleitos?prefeitos eleitos?prefeitos eleitos?

    CSJ -CSJ -CSJ -CSJ -CSJ - Como prefeito da Capital vou

    procurar os demais prefeitos da Grande

    Florianpolis para tratar desse e de outros

    problemas que dizem respeito a toda re-

    gio metropolitana. Hoje, essa relao se

    resume a reunies espordicas entre os

    prefeitos, e acabada a reunio cessa a co-

    municao. Temos que ter uma estrutura

    permanente, que pense e planeje as aes

    de forma conjunta e continuada. Um dos

    pontos mais importantes nessas discus-

    ses deve ser o trnsito, que depende tam-

    bm de obras estruturantes como o novo

    anel virio.

    OE - Nesta questo tambm est includaOE - Nesta questo tambm est includaOE - Nesta questo tambm est includaOE - Nesta questo tambm est includaOE - Nesta questo tambm est includa

    a implantao do Contorno Virio da Gran-a implantao do Contorno Virio da Gran-a implantao do Contorno Virio da Gran-a implantao do Contorno Virio da Gran-a implantao do Contorno Virio da Gran-

    de Florianpolis. Como os novos prefeitosde Florianpolis. Como os novos prefeitosde Florianpolis. Como os novos prefeitosde Florianpolis. Como os novos prefeitosde Florianpolis. Como os novos prefeitos

    podem ajudar a tirar o projeto definitiva-podem ajudar a tirar o projeto definitiva-podem ajudar a tirar o projeto definitiva-podem ajudar a tirar o projeto definitiva-podem ajudar a tirar o projeto definitiva-

    mente do papel?mente do papel?mente do papel?mente do papel?mente do papel?

    CSJ CSJ CSJ CSJ CSJ Novamente o ponto funda-

    mental o trabalho conjunto. Devemos

    fazer uma unio de foras que envolva to-

    dos os prefeitos, o governo do Estado e

  • 44

    GESTO PBLICAGESTO PBLICAGESTO PBLICAGESTO PBLICAGESTO PBLICA

    Segundo Adeliana Dal Pont, planejamentoe orientao tcnica

    vo nortear gesto

    C om 66.602 votos conquistados nasurnas, a prefeita eleita de So Jos,Adeliana Dal Pont (PSD), acredita queos nmeros so resultado de um trabalho

    iniciado h mais de um ano, quando deci-

    diu investir na unio dos partidos de opo-

    sio, numa aliana que, afirma, deu cer-

    to. Em sua segunda tentativa de conquis-

    tar o cargo, ela participou da coligao Para

    Cuidar de So Jos (PP, PSC, PPS,

    DEM,PSB, PSDB e PSD), que trouxe o ex-

    secretrio de Turismo, Cultura e Esporte,

    OE - Quais sero as primeiras aes daOE - Quais sero as primeiras aes daOE - Quais sero as primeiras aes daOE - Quais sero as primeiras aes daOE - Quais sero as primeiras aes da

    senhora quando assumir a prefeitura desenhora quando assumir a prefeitura desenhora quando assumir a prefeitura desenhora quando assumir a prefeitura desenhora quando assumir a prefeitura de

    So Jos, em janeiro?So Jos, em janeiro?So Jos, em janeiro?So Jos, em janeiro?So Jos, em janeiro?

    Adeliana Dal PAdeliana Dal PAdeliana Dal PAdeliana Dal PAdeliana Dal Pont -ont -ont -ont -ont - Seguindo o que

    estabelecemos em nosso plano de gover-

    no e o que foi confirmado em nossas reuni-

    es durante a campanha, nossas primeiras

    aes sero na rea da sade, que uma

    de nossas grandes prioridades. Vamos cui-

    dar desse setor, que merece e carece de

    muita ateno.

    Alm disso, vamos investir tambm

    na educao em todos os nveis, com aes

    que vo das creches universidade muni-

    cipal, que precisa ser fortalecida. Na nossa

    administrao queremos transformar a uni-

    Jos Natal Pereira (PSDB) como vice, e im-

    ps atual administrao uma derrota sig-

    nificativa, ao ficar com 61,19% dos votos

    vlidos.

    Tivemos muito trabalho, mas a

    equipe estava afinada e fiquei com a parte

    boa da campanha, que sair para as ruas

    e conversar, ouvir o que as pessoas queri-

    am e confirmar a ideia de que a cidade pre-

    cisava mudar, comemora Adeliana.

    Passada a eleio, as atenes se con-

    centram agora no processo de transio de

    governo, e segundo a prefeita eleita, o im-

    portante que esse perodo seja tranquilo e

    transparente, para dar segurana s pesso-

    as. No ser um governo de grandes obras,

    mas sim de grandes aes, adianta.

    So Jos: prioridadepara aes

    AAAAAdeliana Dal Pdeliana Dal Pdeliana Dal Pdeliana Dal Pdeliana Dal Pontontontontont

    PPPPPrefeita eleita de So Josrefeita eleita de So Josrefeita eleita de So Josrefeita eleita de So Josrefeita eleita de So Jos

  • 45

    CASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOS

    SAIBA MAISLocalizao: O parque industrial da Gran Mestri fica s margens da BR163, em

    Guaraciaba, entre So Miguel do Oeste e Dionsio Cerqueira, rota dafronteira entre Brasil e Argentina, a 730 quilmetros deFlorianpolis.

    Capacidade total de armazenamento nas 12 cmaras frias: 1 milho de quilos

    rea construda do complexo grana padana: 12 mil metros quadrados(seis vezes maior que a rea inicial)

    Empregos diretos com o novo complexo: 200

    Faturamento previsto para o novo complexo: R$ 150 milhes/ ano

    to dessa natureza e importncia, que influ-

    encia a vida de milhares de pessoas. Alm

    disso, a implantao uma questo de con-

    trato, e vamos exigir que o que foi assinado

    seja cumprido pela concessionria.

    OE - Quais so os projetos para o desen-OE - Quais so os projetos para o desen-OE - Quais so os projetos para o desen-OE - Quais so os projetos para o desen-OE - Quais so os projetos para o desen-

    volvimento econmico do municpio, atra-volvimento econmico do municpio, atra-volvimento econmico do municpio, atra-volvimento econmico do municpio, atra-volvimento econmico do municpio, atra-

    indo empresas, gerando empregos?indo empresas, gerando empregos?indo empresas, gerando empregos?indo empresas, gerando empregos?indo empresas, gerando empregos?

    ADP ADP ADP ADP ADP Estamos trabalhando com

    afinco, sem esquecer que os quatro anos

    de governo comeam efetivamente em ja-

    neiro, e precisamos cuidar, primeiramen-

    te, do processo de transio de governo.

    Mas tive reunies importantes para tratar

    desse assunto, uma delas na Fiesc, e j

    estamos desenvolvendo algumas ideias.

    Temos um compromisso com a rea da

    tecnologia da informao, que atualmente

    uma grande fora econmica, e nesse

    sentido tenho conversado tambm com o

    Secretrio de Desenvolvimento Econmi-

    co do Estado. Estamos, nesse momento,

    apenas estabelecendo contatos para agir

    com tranquilidade e serenidade. (R(R(R(R(Reporta-eporta-eporta-eporta-eporta-

    gem: Lgem: Lgem: Lgem: Lgem: Luciane Zu).uciane Zu).uciane Zu).uciane Zu).uciane Zu).

    GESTO PBLICAGESTO PBLICAGESTO PBLICAGESTO PBLICAGESTO PBLICA

    versidade municipal em um brao de inte-

    ligncia da prefeitura, e isso significa valo-

    rizar os profissionais que ali atuam. Ns va-

    mos cuidar da cidade, seguindo as priori-

    dades que foram identificadas junto po-

    pulao.

    OE - A mobilidade urbana um dos gran-OE - A mobilidade urbana um dos gran-OE - A mobilidade urbana um dos gran-OE - A mobilidade urbana um dos gran-OE - A mobilidade urbana um dos gran-

    des gargalos da regio. Como pretendedes gargalos da regio. Como pretendedes gargalos da regio. Como pretendedes gargalos da regio. Como pretendedes gargalos da regio. Como pretende

    trabalhar isso em parceria com os outrostrabalhar isso em parceria com os outrostrabalhar isso em parceria com os outrostrabalhar isso em parceria com os outrostrabalhar isso em parceria com os outros

    prefeitos eleitos?prefeitos eleitos?prefeitos eleitos?prefeitos eleitos?prefeitos eleitos?

    ADP - ADP - ADP - ADP - ADP - A afinidade entre os prefeitos

    para resolver o bem comum primordial.

    J nos encontramos com alguns prefeitos

    eleitos e, estamos aguardando o resulta-

    do da Palhoa para dar incio s aes de

    forma efetiva, contando, inclusive, com o

    apoio do governo do Estado. Nosso com-

    promisso trabalhar de forma conjunta

    para resolver esse problema que atinge a

    todos os municpios da Grande Florian-

    polis. O importante que sejam escolhi-

    das para comandar esse trabalho pessoas

    da rea tcnica, com condies de discu-

    tir com todos os rgos envolvidos as me-

    didas que podem ser tomadas. preciso

    planejar, porque as decises so polticas

    e h inclusive leis sobre mobilidade ur-

    bana que precisam ser cumpridas -, mas

    os estudos precisam ser tcnicos.

    OE - Nesta questo tambm est includaOE - Nesta questo tambm est includaOE - Nesta questo tambm est includaOE - Nesta questo tambm est includaOE - Nesta questo tambm est includa

    a implantao do Contorno Virio da Gran-a implantao do Contorno Virio da Gran-a implantao do Contorno Virio da Gran-a implantao do Contorno Virio da Gran-a implantao do Contorno Virio da Gran-

    de Florianpolis. Como os novos prefeitosde Florianpolis. Como os novos prefeitosde Florianpolis. Como os novos prefeitosde Florianpolis. Como os novos prefeitosde Florianpolis. Como os novos prefeitos

    podem ajudar a tirar o projeto definitiva-podem ajudar a tirar o projeto definitiva-podem ajudar a tirar o projeto definitiva-podem ajudar a tirar o projeto definitiva-podem ajudar a tirar o projeto definitiva-

    mente do papel?mente do papel?mente do papel?mente do papel?mente do papel?

    ADP ADP ADP ADP ADP Logo depois da eleio tive

    uma conversa muito produtiva com o pre-

    feito de Biguau, que incluiu este tema.

    Estamos esperando os resultados finais do

    pleito para trabalhar em conjunto e, assim,

    garantir que a regio tenha mias fora para

    cobrar resultados, e tenho certeza de que

    vamos sensibilizar a presidncia da repbli-

    ca a respeito da necessidade de um proje-

  • 46

    GESTO PBLICAGESTO PBLICAGESTO PBLICAGESTO PBLICAGESTO PBLICA

    Jos Castelo Deschamps pretende fazerreformas no secretariado para acelerar

    ainda mais as aes

    P ara governar Biguau por mais qua-tro anos, o prefeito reeleito JosCastelo Deschamps (PP), deve con-tar com o apoio de 2/3 da Cmara, uma

    vez que a coligao Pra Frente Biguau

    (que alm do partido de Castelo, reuniu

    tambm o PDT,PSC, PR, PPS, DEM, PRTB,

    PV, PRP e PSDB) elegeu dez dos 15 verea-

    dores do municpio.

    O prefeito acredita que essa a

    comprovao de que a populao deseja

    OEOEOEOEOE- Quais sero as suas primeiras aes- Quais sero as suas primeiras aes- Quais sero as suas primeiras aes- Quais sero as suas primeiras aes- Quais sero as suas primeiras aes

    quando o senhor assumirquando o senhor assumirquando o senhor assumirquando o senhor assumirquando o senhor assumir, em janeiro?, em janeiro?, em janeiro?, em janeiro?, em janeiro?

    Jos Castelo Deschamps - Jos Castelo Deschamps - Jos Castelo Deschamps - Jos Castelo Deschamps - Jos Castelo Deschamps - Vamos,

    desde o primeiro dia, trabalhar muito para

    a consecuo do nosso plano de governo,

    baseado em obras que visam continuar fa-

    zendo de Biguau, cada vez mais, uma ci-

    dade excelente para se viver, investir e tra-

    balhar. Queremos dar continuidade s

    obras estruturantes iniciadas em nossa

    primeira gesto, como o Projeto de Macro-

    drenagem Urbana de Biguau, projeto que

    envolve recursos da ordem de quase R$

    35 milhes obtidos no Governo Federal por

    meio do Programa de Acelerao do Cres-

    cimento (PAC). Alm disso, vamos traba-

    lhar em conjunto com a Casan, que tem

    a continuidade do trabalho iniciado h qua-

    tro anos, e aponta a macrodrenagem, a

    construo de creches e do hospital como

    aes que, diz, fizeram a diferena no re-

    sultado das urnas.

    Mesmo no alcanando os 20 mil

    votos que esperava (foram 18.064), Castelo

    e seu vice, Ramon Wollinger (PSDB), con-

    quistaram 52,6% do eleitorado e aps uma

    breve comemorao deram incio s discus-

    ses para formar o governo do segundo

    mandato. Teremos mudana para a prxi-

    ma gesto, afirmou o prefeito, que tem

    como meta transformar Biguau em uma

    cidade melhor tanto para seus moradores

    quanto para os investidores.

    Biguau: continuidade,mas com mudanas

    Jos Castelo DeschampsJos Castelo DeschampsJos Castelo DeschampsJos Castelo DeschampsJos Castelo Deschamps

    PPPPPrefeito reeleito de Biguaurefeito reeleito de Biguaurefeito reeleito de Biguaurefeito reeleito de Biguaurefeito reeleito de Biguau

    Terezinha Bonfanti

  • 47

    SAIBA MAISLocalizao: O parque industrial da Gran Mestri fica s margens da BR163, em

    Guaraciaba, entre So Miguel do Oeste e Dionsio Cerqueira, rota dafronteira entre Brasil e Argentina, a 730 quilmetros deFlorianpolis.

    Capacidade total de armazenamento nas 12 cmaras frias: 1 milho de quilos

    rea construda do complexo grana padana: 12 mil metros quadrados(seis vezes maior que a rea inicial)

    Empregos diretos com o novo complexo: 200

    Faturamento previsto para o novo complexo: R$ 150 milhes/ ano

    Biguau j entrou na Justia com um pedi-

    do de bloqueio legal da cobrana de ped-

    gio da concessionria. Pretendemos acele-

    rar o processo de concluso da obra, e pela

    ao na Justia, pretendemos que a receita

    oriunda do pagamento de pedgios na ro-

    dovia fique depositada em juzo at a con-

    cluso da ala de contorno, assumida por

    eles em contrato que est sendo, sistema-

    ticamente, descumprido. Acredito que a

    unio de todos os prefeitos dos municpios

    envolvidos e que se sentem prejudicados

    pelo atraso, seja fundamental para mostrar-

    mos que essa obra precisa ser concluda

    no menor espao de tempo possvel.

    OE - Quais so os projetos para a o desen-OE - Quais so os projetos para a o desen-OE - Quais so os projetos para a o desen-OE - Quais so os projetos para a o desen-OE - Quais so os projetos para a o desen-

    volvimento econmico do municpio, atra-volvimento econmico do municpio, atra-volvimento econmico do municpio, atra-volvimento econmico do municpio, atra-volvimento econmico do municpio, atra-

    indo empresas, gerando empregos?indo empresas, gerando empregos?indo empresas, gerando empregos?indo empresas, gerando empregos?indo empresas, gerando empregos?

    JCD - JCD - JCD - JCD - JCD - Biguau tem sido considera-

    da como uma excelente opo de investi-

    mentos na rea da construo civil e na

    rea industrial. Plantamos os alicerces des-

    se crescimento por meio de obras

    estruturantes, que de 2009 a 2012 atingi-

    ram a marca de R$ 120 milhes. Alm dis-

    so, destaco a atuao do Conselho de De-

    senvolvimento Municipal, rgo colegiado

    composto por representantes da socieda-

    de organizada, que estimula a vinda de

    novos empreendimentos, mas no abre

    mo de garantir as contrapartidas sociais

    para garantir o nosso desenvolvimento sus-

    tentvel. (R (R (R (R (Reportagem: Leportagem: Leportagem: Leportagem: Leportagem: Luciane Zu)uciane Zu)uciane Zu)uciane Zu)uciane Zu)

    um compromisso assumido conosco de ini-

    ciar a instalao da rede de esgotos sani-

    trios na cidade, atendendo 50% da popu-

    lao da nossa zona urbana nos prximos

    quatro anos. Ainda na rea das obras em

    andamento, vamos concluir mais dois pos-

    tos de sade e duas creches para melho-

    rar a demanda a esses servios essenciais

    para a nossa populao.

    OE - A mobilidade urbana um dos gran-OE - A mobilidade urbana um dos gran-OE - A mobilidade urbana um dos gran-OE - A mobilidade urbana um dos gran-OE - A mobilidade urbana um dos gran-

    des gargalos da regio. Como pretende tra-des gargalos da regio. Como pretende tra-des gargalos da regio. Como pretende tra-des gargalos da regio. Como pretende tra-des gargalos da regio. Como pretende tra-

    balhar isso em parceria com os outros prebalhar isso em parceria com os outros prebalhar isso em parceria com os outros prebalhar isso em parceria com os outros prebalhar isso em parceria com os outros pre-----

    feitos eleitos?feitos eleitos?feitos eleitos?feitos eleitos?feitos eleitos?

    JCD - JCD - JCD - JCD - JCD - Vejo como fundamental a par-

    ceria com os municpios da egio metropo-

    litana, pois temos muitos projetos de inte-

    resse comum, no apenas na mobilidade

    urbana, mas tambm em relao ao sanea-

    mento e questo do lixo. Temos, por exem-

    plo, questes como a do transporte marti-

    mo e da nova ligao com a Capital, que

    poderia partir de Biguau em direo ao

    norte da Ilha, pois no adianta pensar numa

    nova ponte desembocando no j congesti-

    onado centro de Florianpolis. Temos que

    pensar tambm na possibilidade de expan-

    dirmos a beira-mar continental at a foz do

    Rio Biguau, criando uma nova opo para

    desafogar a BR-101 e fazendo Biguau vol-

    tar-se para o mar. Precisamos contar com o

    apoio do Governo Estadual que sabe muito

    bem que a Grande Florianpolis precisa ser

    administrada com perfeita sintonia entre

    todos os Prefeitos, j que os problemas

    sociais so comuns a todos os municpios

    e as solues precisam ser unificadas.

    OE - Nesta questo tambm est includaOE - Nesta questo tambm est includaOE - Nesta questo tambm est includaOE - Nesta questo tambm est includaOE - Nesta questo tambm est includa

    a implantao do Contorno Virio da Gran-a implantao do Contorno Virio da Gran-a implantao do Contorno Virio da Gran-a implantao do Contorno Virio da Gran-a implantao do Contorno Virio da Gran-

    de Florianpolis. Como os novos prefeitosde Florianpolis. Como os novos prefeitosde Florianpolis. Como os novos prefeitosde Florianpolis. Como os novos prefeitosde Florianpolis. Como os novos prefeitos

    podem ajudar a tirar o projeto definitiva-podem ajudar a tirar o projeto definitiva-podem ajudar a tirar o projeto definitiva-podem ajudar a tirar o projeto definitiva-podem ajudar a tirar o projeto definitiva-

    mente do papel?mente do papel?mente do papel?mente do papel?mente do papel?

    JCD - JCD - JCD - JCD - JCD - Os atrasos no cronograma so

    injustificveis e por isso o municpio de

    GESTO PBLICAGESTO PBLICAGESTO PBLICAGESTO PBLICAGESTO PBLICAGESTO PBLICAGESTO PBLICAGESTO PBLICAGESTO PBLICAGESTO PBLICA

  • 48

    GESTO PBLICAGESTO PBLICAGESTO PBLICAGESTO PBLICAGESTO PBLICA

    Para Sandro Vidal, diagnsticocompleto primeiro passo do trabalho

    D epois de ocupar o cargo de verea-dor por duas vezes, Sandro Vidal(PSD) decidiu enfrentar o desafio deconcorrer Prefeitura de Santo Amaro da

    Imperatriz, apostando na vontade da po-

    pulao em mudar o estilo da administra-

    o. Vidal e seu vice, Ademir do Carmo

    (PMDB), formaram a coligao Renova San-

    to Amaro (PRB, PDT, PT, PTB, PMDB, PR,

    OE - Quais sero as primeiras aes doOE - Quais sero as primeiras aes doOE - Quais sero as primeiras aes doOE - Quais sero as primeiras aes doOE - Quais sero as primeiras aes do

    senhor quando assumirsenhor quando assumirsenhor quando assumirsenhor quando assumirsenhor quando assumir, em janeiro, a P, em janeiro, a P, em janeiro, a P, em janeiro, a P, em janeiro, a Prerererere-----

    feitura?feitura?feitura?feitura?feitura?

    Sandro Vidal Sandro Vidal Sandro Vidal Sandro Vidal Sandro Vidal As reas da sade,

    educao e transporte pblico sero mi-

    nhas prioridades no incio do mandato.

    nessas reas, voltadas diretamente ao bem

    estar da populao, que pretendo lanar

    aes o mais rpido possvel. Mas, antes

    de mais nada, preciso conhecer a real situ-

    DEM, PSD) e conquistaram 6.839 dos

    13.016 mil votos vlidos (52,54%).

    Durante a campanha, Vidal afirma

    que identificou carncias nas reas de sa-

    de, educao, saneamento bsico e turis-

    mo, e com base nas reunies realizadas com

    a populao e sua equipe, elegeu priorida-

    des para transformar Santo Amaro em uma

    cidade mais moderna, com uma adminis-

    trao eficiente, desburocratizada e que

    atenda s necessidades da populao.

    Construmos um plano de governo

    participativo, que contou com a contribui-

    o da comunidade e tambm de empre-

    srios locais. Em nossos encontros, ouvi-

    mos muitas propostas e opinies, que evi-

    denciaram a necessidade de se explorar

    nosso potencial turstico e tambm o dese-

    jo de melhorar a qualidade de vida de nos-

    sos cidados, diz.

    Santo Amaro:gesto deve sermodernizada

    Sandro VSandro VSandro VSandro VSandro Vidalidalidalidalidal

    PPPPPrefeito eleito de Sto. Amarorefeito eleito de Sto. Amarorefeito eleito de Sto. Amarorefeito eleito de Sto. Amarorefeito eleito de Sto. Amaro

  • 49

    CASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOSCASE DE NEGCIOS

    Senado, para exigir implantao imediata

    do Contorno Virio, cumprindo o que j foi

    estabelecido nos contratos firmados com

    a concessionria.

    OE - Quais so os projetos para a o desen-OE - Quais so os projetos para a o desen-OE - Quais so os projetos para a o desen-OE - Quais so os projetos para a o desen-OE - Quais so os projetos para a o desen-

    volvimento econmico do municpio, atra-volvimento econmico do municpio, atra-volvimento econmico do municpio, atra-volvimento econmico do municpio, atra-volvimento econmico do municpio, atra-

    indo empresas, gerando empregos?indo empresas, gerando empregos?indo empresas, gerando empregos?indo empresas, gerando empregos?indo empresas, gerando empregos?

    SV SV SV SV SV Durante todo o perodo de cam-

    panha, nossa principal bandeira para o de-

    senvolvimento de Santo Amaro foi impul-

    sionar o turismo e um parque industrial,

    duas reas que consideramos fundamen-

    tais para a gerao de emprego e renda na

    regio. Temos aes planejadas j para os

    primeiros meses de governo que daro in-

    cio revitalizao de Caldas da Imperatriz,

    com o objetivo de torn-lo um balnerio

    termal referncia em Santa Catarina. No

    mbito empresarial, vamos trabalhar na

    implantao do parque industrial em con-

    junto com uma incubadora de empresas,

    que daro o suporte necessrio para pe-

    quenas e mdias empresas se firmarem

    nos primeiros dois anos de existncia. (R(R(R(R(Reeeee-----

    portagem: Lportagem: Lportagem: Lportagem: Lportagem: Luciane Zu)uciane Zu)uciane Zu)uciane Zu)uciane Zu)

    GESTO PBLICAGESTO PBLICAGESTO PBLICAGESTO PBLICAGESTO PBLICA

    ao financeira do municpio

    para, a partir do diagnstico,

    elaborar uma reforma admi-

    nistrativa ampla, com o ob-

    jetivo de tornar a administra-

    o da cidade mais moder-

    na e eficiente.

    OE - A mobilidade urbana OE - A mobilidade urbana OE - A mobilidade urbana OE - A mobilidade urbana OE - A mobilidade urbana

    um dos grandes gargalos daum dos grandes gargalos daum dos grandes gargalos daum dos grandes gargalos daum dos grandes gargalos da

    regio. Como pretende tra-regio. Como pretende tra-regio. Como pretende tra-regio. Como pretende tra-regio. Como pretende tra-

    balhar isso em parceria combalhar isso em parceria combalhar isso em parceria combalhar isso em parceria combalhar isso em parceria com

    os outros prefeitos eleitos?os outros prefeitos eleitos?os outros prefeitos eleitos?os outros prefeitos eleitos?os outros prefeitos eleitos?

    SV - SV - SV - SV - SV - O resultado das

    urnas trouxe uma situao

    nova para nossa regio, uma

    vez que, alm de Santo

    Amaro, tambm os municpi-

    os de Florianpolis e So Jos sero admi-

    nistrados pelo PSD. Confirmando-se o re-

    sultado do pleito em Palhoa, ser mais um

    prefeito de nosso partido. Vejo nisso um

    ponto positivo, reforado pelo fato de que

    se trata, tambm, do partido do governa-

    dor Raimundo Colombo. Creio que isso fa-

    cilitar um maior dilogo entre as adminis-

    traes municipais e estadual, unindo for-

    as e investimentos para melhorar a mobi-

    lidade urbana em toda a regio.

    OE - Nesta questo tambm est includaOE - Nesta questo tambm est includaOE - Nesta questo tambm est includaOE - Nesta questo tambm est includaOE - Nesta questo tambm est includa

    a implantao do Contorno Virio da Gran-a implantao do Contorno Virio da Gran-a implantao do Contorno Virio da Gran-a implantao do Contorno Virio da Gran-a implantao do Contorno Virio da Gran-

    de Florianpolis. Como os novos prefeitosde Florianpolis. Como os novos prefeitosde Florianpolis. Como os novos prefeitosde Florianpolis. Como os novos prefeitosde Florianpolis. Como os novos prefeitos

    podem ajudar a tirar o projeto definitiva-podem ajudar a tirar o projeto definitiva-podem ajudar a tirar o projeto definitiva-podem ajudar a tirar o projeto definitiva-podem ajudar a tirar o projeto definitiva-

    mente do papel?mente do papel?mente do papel?mente do papel?mente do papel?

    SV - SV - SV - SV - SV - A questo do Contorno Virio

    passa inevitavelmente por uma forte arti-

    culao poltica em Braslia, que onde fica

    a sede da ANTT, rgo do Governo Federal

    a quem compete aviabilizao dessa im-

    portante obra. Tambm nesse caso, o tra-

    balho conjunto e, por isso, necessria se

    faz a unio de todos os prefeitos da regio,

    com a bancada catarinense na Cmara e

  • 50

    ARTIGOARTIGOARTIGOARTIGOARTIGO

    As dificuldades enfrentadas pelo setorprodutivo em relao ao licenciamentoambiental dos empreendimentos no so no-vidade para ningum: burocracia excessiva,legislao confusa e riscos constantes de em-bargos tiram o sono dos empresrios, atra-sam cronogramas e mantm projetos impor-tantes para o desenvolvimento econmico donosso Estado apenas no papel.

    Mas h uma boa notcia neste cenrio:desde 2011, os municpios esto habilitados arealizar os processos de licenciamento, pormeio da Lei Complementar 140, que regula-mentou a cooperao entre Unio, estados emunicpios nesta questo, eliminando uma dis-cusso que parecia interminvel sobre a com-petncia para tal atividade nas trs esferas. Euma das principais vantagens de se licenciarlocalmente um projeto a celeridade nomximo, em 24 meses, enquanto que o pro-cesso na esfera estadual, por causa da gran-de demanda, pode ultrapassar 36 meses.

    Mas, mesmo tendo sido vencida a ques-to da competncia do licenciamento, ainda houtros entraves que precisam ser resolvidos.Dos 293 municpios catarinenses, apenas 32 es-

    A importncia dolicenciamento municipal

    to realizando o procedi-mento. o caso deJoinville, Jaragu do Sul,So Jos, Palhoa eBiguau. Em outros, como na Capital, amunicipalizao comea a ser implantada. Mas muito pouco ainda. As cidades que no reali-zam a atividade argumentam que ainda no es-to capacitadas tecnicamente, com escassez deprofissionais e de recursos, para tal funo.

    Para ajudar a derrubar essas barreiras,realizamos o seminrio Novas Perspectivaspara o Licenciamento Ambiental Municipal,em novembro, com a participao dos dife-rentes agentes envolvidos Ministrio doMeio Ambiente, Fatma, Ministrio Pblico,Polcia Ambiental, gestores, advogados,ambientalistas. Confiamos que, unindo esfor-os e alinhando estratgias que conseguire-mos, finalmente, ter um processo delicenciamento ambiental que atenda a deman-da de todos os setores da sociedade civil.

    Alaor TAlaor TAlaor TAlaor TAlaor TissotissotissotissotissotPresidente da Federao

    das Associaes Empresariais de SC (Facisc).

  • 51

  • 52

    OPINIOOPINIOOPINIOOPINIOOPINIO

    Em outubro passado ocorreu, na Ordem dos Ad-

    vogados do Brasil (OAB), seccional de Santa Catarina,

    o 5 Frum Regional de Educao Jurdica/Regio Sul.

    O evento, realizado pela Comisso Nacional de Edu-

    cao Jurdica do Conselho Federal da OAB, foi aberto

    com a palestra magna ministrada pelo emrito,

    constitucionalista e professor Jos Afonso da Silva,

    tendo como ttulo Exame de Ordem e educao jur-

    dica.

    O encontro teve como objetivo debater a legisla-

    o educacional, e outros pontos relacionados ao ensi-

    no jurdico no Brasil, suas formas de avaliao, assim

    como a qualidade dos cursos de Direito.

    O advogado desempenha um papel fundamen-

    tal na manuteno do estado democrtico de direito,

    inclusive, reconhecido pela prpria Constituio Fede-

    ral, que em seu artigo 133 assim dispe: O advogado

    indispensvel administrao da Justia, sendo

    inviolvel por seus atos e manifestaes no exerccio

    da profisso, nos limites da lei. Alm disso, estatui o

    artigo 2 , 1 do Estatuto da Advocacia e da OAB

    que, no seu ministrio privado, o advogado presta

    servio pblico e exerce funo social. Dessarte, o

    exame de ordem tornou-se obrigatrio para bacharis

    em Direito que desejam exercer a advocacia. A gran-

    de maioria dos palestrantes destacou a necessidade

    e a importncia desta prova para inscrio na OAB.

    Nos debates, pde-se perceber uma grande pre-

    ocupao com a proliferao de cursos de Direito no

    Exame da OAB e o exerccio da advocaciaBrasil, o que tem prejudicado sen-

    sivelmente o ensino jurdico no

    pas, mormente pela qualidade du-

    vidosa de algumas instituies. O

    Brasil, com cerca de 1.240 cursos,

    consagrou-se como a nao com

    mais cursos de Direito do mundo. Para que se possa ter

    uma ideia, se somados os cursos jurdicos da China, n-

    dia, Estados Unidos, da Europa, da frica etc. existem

    aproximadamente 1,1 mil, ou seja, temos mais escolas

    de Direito no Brasil do que o resto do mundo.

    Neste contexto, percebe-se que o exame de Or-

    dem fundamental, servindo como forma de selecionar

    profissionais com qualificao mnima para operarem o

    Direito. Inclusive, esta matria j foi pacificada pelo egr-

    gio Superior Tribunal Federal (STF) em 2011, quando foi

    reconhecida a sua constitucionalidade.

    Alguns poucos criticam tal exame, mas convenha-

    mos, extingui-lo pr em risco a sociedade, no que diz

    respeito segurana jurdica e a prpria a democracia

    no territrio nacional. Hoje j existem cursos de Direito

    que formam bacharis em apenas quatro anos. Alguns,

    pasmem, defendem ainda, cursos de Direito a distn-

    cia, o que representaria um atentado absurdo milenar

    profisso de advogado.

    Edson TEdson TEdson TEdson TEdson Tel Camposel Camposel Camposel Camposel Campos

    Advogado, professor e doutor em

    Desenvolvimento Regional e Urbano.

  • 53

  • 54

    SADESADESADESADESADE

    Nada faz a gente reviver o passado mais intensamente do que um cheiro, que um dia esteve associado a este passado. Vladimir Nabokov.

    O nome aromaterapia surgiu na virada do sculo pas-sado, quando o qumico francs Ren Maurice Gattefossusou o termo pela primeira vez. Na concepo de Gattefoss,aromaterapia significa o que diz a prpria palavra uma tera-pia por meio dos aromas dos leos essncias. Basicamente,o leo essencial nada mais do que um leo aromtico ex-trado principalmente pela destilao de folhas, flores e cas-cas. As propriedades teraputicas fsicas e qumicas resul-tam dos princpios ativos existentes nestes leos volteis.

    uma opo de vida que nos ajuda a sentir bem fsi-ca, mental e emocionalmente. Seus meios para restaurar oequilbrio do corpo e do esprito esto fundamentados nospreceitos de sade e no poder das plantas e seus leos es-senciais.

    Os leos escolhidos para tratamento dependem dacondio do paciente, eles podem ser usados para diversosfins como afrodisaco, relaxantes musculares, digestivos,bem-estar e at estimulantes da circulao. Porm, apesarde serem usados produtos naturais, importante que aaromaterapia seja orientada por um profissional especializa-do com o intuito de ajud-lo em seus problemas e necessi-dades.

    leos essenciais so substncias volteis extrema-mente concentradas, que possuem princpios ativos de acor-do com suas composies qumicas. Dependendo da plan-

    Os leos essenciais da aromaterapiata, o leo essencial ter caractersti-cas diferenciadas de aroma, cor edensidade.

    Para usufruir de seu trata-mento, os leos podem ser usadosem difusores, sprays de ambientes,vaporizao, inalao e durante obanho. Dessa forma, a essncia serinalada. O aroma entra pelo nariz, levando o princpio ativo daplanta at o sistema lmbico, onde est localizado o hipotlamo,que a regio no crebro que controla a produo dehormnios. Quando a essncia aplicada na pele em massa-gens, banhos, escalda-ps e compressas, a substncia ab-sorvida pela derme e hipoderme e penetra na circulao san-gunea, que transporta a essncia para o corpo todo.

    Contraindicaes:Contraindicaes:Contraindicaes:Contraindicaes:Contraindicaes:Hiperteno Arterial: No utilizar alecrim, canela, cravo, horte-l, pimenta e gengibre.Epilepsia: No utilizar alecrim, canela, cravo, hortel e pimenta.Gestantes e lactantes: No utilizar nenhum leo essencial.Irritantes da pele: Aumentar a diluio de canela, cravo,lemongrass, gengibre, hortel pimenta, limo, manjerico.Fotossensibilizao: No se expor ao sol citronela, grapefruit,laranja, limo e bergamota.

    Mrcia RMrcia RMrcia RMrcia RMrcia ReiseiseiseiseisTerapeuta holstica e naturopata Sint/SC 051

    marciareis@hotmail.com

    Segundo alguns autores, o Parkinson uma doenadegenerativa do sistema nervoso central, na qual h uma de-generao e morte celular dos neurnios produtores dedopamina (neurotransmissor no crebro, produzido por umgrupo de clulas nervosas neurnios pr-sinpticos), comincio geralmente aps os 50 anos de idade. A mesma secaracteriza pela rigidez da musculatura corporal, ausncia dealguns movimentos, tremor quando a pessoa est em re-pouso e desequilbrio corporal.

    Tais comprometimentos surgem de forma gradual elenta. Do ponto de vista fonoaudiolgico, as alteraes dadoena atingem principalmente os msculos da face e dalaringe, onde h uma rigidez muscular concentrada na ali-mentao, comunicao e voz. Na alimentao, a pessoaapresenta dificuldades na mastigao dos alimentos edeglutio (ato de engolir), as chamadas disfagias acompa-nhadas de engasgos, tosses, pigarros e acmulo de saliva(sialorria); na comunicao, h dificuldades em articular ossons da fala so prejudicadas, ou seja, aparecem as disartrias;

    Fonoaudiologia na doena de ParkinsonNa voz, a rigidez da laringe faz comque esta se apresente com umaqualidade vocal tremula, rouquido,intensidade, ressonncia e modula-o da mesma alteradas, as conhe-cidas disfonias. Algumas dicas comrelao comunicao so impor-tantes como: beber gua para hidra-tar as pregas vocais, postura adequada para uma boa respi-rao e comunicao, esforo para articular melhor as pala-vras, evitar pigarrear (pois machucam as pregas vocais), etc.Ao identificar algumas alteraes referidas acima, procureum fonoaudilogo o quanto antes, pois a preveno omelhor remdio para se ter uma melhor qualidade de vida.

    Dra. Suani BuenoDra. Suani BuenoDra. Suani BuenoDra. Suani BuenoDra. Suani BuenoCRFa 8047-SC/Audiologia 5601/2011

    Fonoaudiloga e Especialista em Audiologia Clnicae Ocupacional. / suanibueno@ig.com.br

  • 55

    Mulher: ser admirvel! Muitasso as definies, a maioria cheia debelos adjetivos. Porm, ser mulherno algo fcil. Passamos por fasese, assim, estamos em constante mu-tao. Como diria o poeta: Prefiro seruma metamorfose ambulante...

    Entre todas as etapas da vida,o climatrio uma das fases maiscomplexas! Climatrio, palavra estra-nha, a fase biolgica da vida damulher que compreende a transioentre o perodo reprodutivo e o no-reprodutivo. Estaetapa longa, e ocorre entre 35 e 65 anos de idade.A menopausa a ultima menstruao da vida damulher e marca o fim do ciclo reprodutivo.

    Caloro e suores noturnos, s vezes tonturase palpitaes. Alteraes no corpo como diminui-o do tamanho das mamas, secura vaginal e per-da de elasticidade da pele, que acompanham a di-minuio da libido e alteraes de humor.

    A sade tambm sofre alteraes metabli-cas diante da diminuio progressiva, at a falta, dehormnios. Deficincia que favorece o enfraqueci-

    Mulheres de fasesmento dos ossos: a osteoporose. Aumen-tam as gorduras circulantes no sangue ele-vando os riscos de doenas cardiovas-culares, como infarto e derrame.

    Quem compreender a mulher nes-ta fase? Como no ficar irritada e at umpouco depressiva com tudo isso?

    O ideal prevenir seus agravos eestar atenta sua chegada. Para enfrentaro amadurecimento de forma mais suave, preciso adotar um estilo de vida saud-vel desde jovem. Praticar atividades que

    dem prazer, estimulando a autoestima e mantendomente e corpo sadios. O cuidado com a alimentaotambm tem importncia na manuteno da sadeprevenindo osteoporose, alteraes nos nveis decolesterol e ganho de peso com a diminuio meta-blica.

    Quando esta fase chegar sinal delongevidade. Procure o mdico para o acompanha-mento adequado.

    Dra. RDra. RDra. RDra. RDra. Roberta Shirasakioberta Shirasakioberta Shirasakioberta Shirasakioberta ShirasakiMedicina da Famlia - Endocrinologia

    CRM 13612

    SADESADESADESADESADE

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    PERSONAGEMPERSONAGEMPERSONAGEMPERSONAGEMPERSONAGEM

    Valdevino Veiss faz parteda quinta gerao da

    famlia que se dedica cutelaria, em Rancho

    Queimado

    epresentante da quinta gerao de

    uma famlia dedicada fabricao

    de facas, o catarinense Valdevino

    Veiss, 69 anos de idade mais de 40 deles

    dedicados cutelaria, discreto e aparen-

    temente reservado, mas se transforma

    quando o assunto o seu ofcio. Nesse

    Tradio familiarcaso, fala com facilidade a respeito dos

    materiais, do processo e dos diversos e

    inusitados endereos para aonde j foram

    enviadas suas facas, verdadeiras obras de

    arte confeccionadas de forma totalmente

    artesanal na oficina localizada em sua casa,

    em Rancho Queimado. Ali nascem as fa-

    cas que recebem o timbre KM 100. O

    nome, alis, uma referncia ao local, an-

    tigo ponto de parada dos boiadeiros que

    no passado conduziam para o litoral o gado

    criado no planalto catarinense.

    Ao longo de todos esses anos,

    Veiss, que vive exclusivamente da venda

    de suas peas, calcula ter fabricado apro-

    RFotos: Andreia Borges

  • 57

    ximadamente 40 mil facas, e nenhuma de-

    las foi feita especialmente para si. s ve-

    zes guardo uma, mas por pouco tempo.

    Basta algum demonstrar interesse e l se

    vai!, comenta. Talvez a melhor explicao

    para isso seja o carinho dedicado a cada

    exemplar, que acaba colocando todas as

    facas do modelo tradicional ao mais ela-

    borado - em um mesmo patamar de im-

    portncia. Capricho em todas as peas,

    de maneira igual, justifica Veiss, que fa-

    brica tambm as bainhas de couro com

    ponteira de lato, tudo manualmente.

    A cada semana so produzidas em

    mdia dez facas e, para dar agilidade ao

    processo, Veiss criou um mtodo prprio,

    a partir do qual divide a produo em fa-

    ses. S quando todas as peas j cumpri-

    ram uma determinada etapa ele avana

    para o passo seguinte. Mas a sistemati-

    zao para por a e no centro de cada uma

    das fases existe uma sensibil idade

    marcante, que fica evidente enquanto o

    artista explica como so produzidas suas

    facas. Voc aquece a lmina at que ela

    fique da cor do maracuj. Mas um mara-

    PERSONAGEMPERSONAGEMPERSONAGEMPERSONAGEMPERSONAGEM

    Normalmente Veiss possui poucas peas em estoque, uma

    vez que boa parte de sua produo rapidamente comercializada,

    com preos a partir de R$ 180,00. J vendi facas para turistas

    que passavam de carro por aqui, para excurses, na feira de

    Santo Amaro e recebi encomendas at por telefone, explica,

    relembrando a vez que toda a negociao foi feita a distncia,

    sem que conhecesse o interessado. Daquela vez, enviou oito

    facas pelo Sedex aps confirmar o depsito feito antecipada-

    mente em sua conta. Ele devia conhecer meu trabalho. E gos-

    tar!, acrescenta. Seu trabalho j foi enviado para o Mato Gros-

    so, So Paulo, Rio Grande do Sul, Paran e outros estados, alm

    da Alemanha e Espanha, e puxando pela memria, Veiss lembra que o

    ex-presidente Figueiredo foi presenteado por um amigo com uma espa-

    da que ele forjou.

    Veiss acredita que a tradio no ter seguidores na famlia, uma

    vez que seus filhos seguiram carreiras totalmente diferentes e ele no

    demonstra disposio para ensinar o ofcio a outras pessoas. Demora

    muito para chegar at aqui, e mais que qualquer outra coisa a pessoa

    precisa ter sensibilidade e gostar do que faz. Fazer facas o meu prazer

    e isso no se ensina em um curso rpido, finaliza.

    Peas enviadas paraoutros estados e exterior

    cuj entre o laranja e o vermelho, ou a liga

    do metal no alcana o ponto certo, ex-

    plica, como se fosse simples achar o tom

    exato.

    Nos cabos, detalhes com chifre de

    boi, osso e madeira, alm de delicados en-

    talhes feitos a mo, que mais parecem uma

    renda pontilhada, do o acabamento que

    marca registrada das peas KM 100.

    ONDE ENCONTRAR

    www.facas-km100.blogspot.com

    RRRRReportagem: Leportagem: Leportagem: Leportagem: Leportagem: Luciane Zuuciane Zuuciane Zuuciane Zuuciane Zu

    57

  • 58

    Daiane dos Santos, Lance

    Armstrong, Andr Agassi, Rebeca

    Gusmo, Marion Jones, Bem

    Johnson e Maradona: at quan-

    do os atletas vo se dopar e man-

    char suas carreiras e o esporte?

    Ser que utilizar o doping

    como meio de obteno de re-

    sultados correto? Esta a ques-

    to e a resposta pura e simples-

    mente no. Sou incisivo em con-

    siderar que a prtica do doping

    no deve ser utilizada, e isto

    deve-se essencialmente devido a

    dois problemas que levanta:

    - o doping vai contra a mxima do desporto,

    que o mais importante participar, no ganhar.

    O doping visa apenas o resultado, ignorando com-

    pletamente a tica do desporto. Alm disso, todos

    os atletas devem partir em iguais condies para

    todas as competies. O uso de doping d uma van-

    tagem injusta a quem o utiliza, at porque o que se

    quer avaliar numa competio desportiva no qual

    o atleta com mais dopantes, mas, sim,o melhor atle-

    ta numa determinada disciplina.

    - o doping uma prtica altamente perigosa.

    Infelizmente (ou no) quase todas as tcnicas

    dopantes apresentam perigos para sade humana,

    o que s por si devia ser suficiente para dissuadir

    os desportistas de us-la. A melhor condio para

    melhorar o desempenho em qualquer atividade a

    motivao, o positivismo, o treinamento, a discipli-

    na a educao desde criana. O individuo que se

    dopa deve ser banido definitivamente do meio es-

    portivo, ele impregna o meio, faz mal a sociedade,

    uma figura marcada.

    O envolvimento com o uso de produtos

    dopantes promove no indivduo males que prejudi-

    cam seu corpo e mente, criando uma situao de-

    As consequncias dodopping no esporte

    sastrosa. O uso destes produtos

    acarretam no atleta impotncia se-

    xual, cncer, envelhecimento pre-

    coce, desequilbrio hormonal, des-

    moralizao social e, sobretudo,

    um estigma de fora da lei.

    Tenho muitas suspeitas pelos

    atletas. Na prova dos 100m, em

    1988, o canadense Ben Johnson

    marcou 9s79 e vimos que foi

    base de esterides anabolizantes.

    Onze anos depois, essa marca foi

    igualada pelo norte-americano

    Maurice Greene e superada pelo

    seu compatriota Tim Montgomery,

    com 9s78, cliente da Balco. Nos 200m, temos os 19s19

    de Usain Bolt. Um atleta que participou daquela prova

    declarou: Deus baixou nesse cara.

    por causa dessas histrias que acredito que o

    combate ao doping uma guerra perdida. A no ser

    que todos ns tenhamos uma crise de conscincia e

    acabemos com essa praga, mas a acreditar em his-

    tria da carochinha. O esporte se transformou num ne-

    gcio extremamente lucrativo e vale qualquer coisa

    para se ganhar dinheiro, muito dinheiro. Mas, infeliz-

    mente, a um custo muito alto: as vidas dos atletas.

    De qualquer forma, deixo aqui o meu apelo

    antidoping. E deixo tambm a minha esperana de que,

    no futuro, e com o avano da gentica, seja possvel,

    por meio do cdigo gentico de cada um, perceber

    facilmente que tipo de doping os atletas esto usando

    com uma simples anlise de sangue, acabando de vez,

    ou pelo menos reprimindo, qualquer tipo de doping.

    Esporte no isso.

    Adriano TAdriano TAdriano TAdriano TAdriano Tiezerineiezerineiezerineiezerineiezerine

    Fisioterapeuta, especialista em Ortopedia e

    Traumatologia Desportiva

    Presidente do GP MKT de MMA

    OPINIOOPINIOOPINIOOPINIOOPINIO

  • 59

    OPINIOOPINIOOPINIOOPINIOOPINIO

    So raros os profissionais que tm a chance de agre-

    gar novas possibilidades aos seus trabalhos. Muitos confi-

    am apenas que uma boa ideia seja o suficiente para deixar

    sua marca entre seus iguais, mas poucos acreditam que

    sua viso pessoal possa chegar realmente longe, como o

    fizeram Charles Chaplin e seu alter-ego Carlitos.

    Alguns especialistas pregam de forma veemente que

    as oportunidades no aparecem simplesmente: elas so

    criadas. Seja como for, Chaplin entendeu o recado a sua

    prpria maneira, transformando o ainda incipiente cinema

    numa das mais importantes e fundamentais artes de todos

    os tempos. E, vejam s, revolucionou o processo cinema-

    togrfico tanto como artista quanto como empresrio.

    Em 1919, o criador do vagabundo mais amado da

    stima arte juntou-se com o diretor e D. W. Griffith e os

    atores Douglas Fairbanks e Mary Pickford para criar a United

    Artists, companhia cinematogrfica independente, respon-

    svel por lanar, entre outras produes, o inesquecvel

    filme Tempos Modernos, no qual Carlitos aparece em cena

    pela ltima vez. Curiosamente, a pelcula que critica as

    desigualdades do capitalismo e da indstria foi desenvol-

    Chaplin e a oportunidadedo pioneirismo

    vida por um autor-empresrio ao lon-

    go de um processo custoso e de-

    morado. Mas Chaplin no brincava

    em servio e sabia muito bem a

    oportunidade que criava.

    Com Tempos Modernos e suas outras obras, prin-

    cipalmente aquelas protagonizadas pelo elegante maltra-

    pilho Carlitos, o empresrio-cineasta ingls fez fama e

    fortuna na Amrica com a inteligncia de um investidor

    pioneiro. Chaplin investiu numa tcnica que j existente,

    mas trouxe-lhe o frescor da ousadia e determinao. Al-

    gumas pessoas pensam que ele foi contra o sistema, ta-

    xando-o de falso revolucionrio. Sinceramente, penso no

    autor muito mais como um trabalhador freelancer do que

    como um ativista das massas.

    A genialidade pioneira de Chaplin no est em pa-

    recer superior aos demais, mas sim em se apresentar

    to humilde quanto um vagabundo, um heri ao rs-do-

    cho como cada um de ns.

    Evandro DuarteEvandro DuarteEvandro DuarteEvandro DuarteEvandro DuarteJornalista - evandroarte@gmail.com

  • 60

  • 61

    Ele nasceu no p da serra, s margens de um regatoque desce do mato lavando a pedreira.

    A serra era a da Mantiqueira, divisa de Minas com SoPaulo, um dos mais belos recantos do vale do Paraba - o riomaior - onde a imagem de Nossa Senhora de Aparecidafora encontrada por pescadores no muito longe dali.

    Alguns anos e os estudos foraram a mudana para acidade. L, a famlia tinha uma casa, pequena mas agrad-vel, em especial pelo quintal que em quase tudo lembrava afazenda onde ele nascera. O pomar por exemplo, era atmais variado do que o que deixara s margens do Lavatudo- assim o regato era chamado. Apesar disso sentia sauda-des do campo, mas como a me respeitava sua melancolia,ele buscava super-la passando todo o tempo no pomar,saltando de galho em galho, saboreando cada uma das fru-tas que se sucediam nas distintas temporadas.

    De manh - a escola, a tarde - o pomar...

    E a vida corria tranqila para aquele menino que nas-cera no p da serra, s margens de um regato que descedo mato lavando a pedreira.

    A nica pedra no sapato, (alis, coisa que ele se ne-gava a usar a no ser para ir missa aos domingos) era oTio Juca - um bonacho que de vez em quando invadia acasa e o seu sossego, quase sempre na hora do lanche, embusca de algo mais que uma simples prosa.

    Sua me o recebia com a alegria que merecem os ir-mos que chegam e a mesa do caf era imediatamenteposta e completa - do queijo mineiro s bolachinhas de co-alho de leite de cabra, sem falar na goiabada casco que ssaia do tacho quando aparecia visita.

    Mas o que o Tio Juca mais gostava, era justamente oque mais lhe incomodava.

    Parecia de propsito. Era s o menino vir do pomarcom uma fruta nas mos, que ele com a cara mais lavadado mundo se apossava dela justificando:

    - Oh! Menino , que fruta maravilhosa... Me d aqui sum tiquinho pra experiment...

    S um tiquinho... Que doura... mel... mel...

    No necessrio dizer que a fruta no voltava parasuas mos, desaparecendo goela abaixo do "querido Titio".

    A vontade de explodir sua revolta, s era contida peloolhar severo da me que estrategicamente se posicionavaao lado do fogo a lenha.

    Assim era com a bela manga; com a deliciosa tangeri-na que ele arriscou buscar no galho mais alto da rvore;com a suculenta pera d'gua que naquela rua s brotava no

    Mamo com mel...pomar da sua casa; com a ba-cia de jabuticaba, o melo, ojatob, a goiaba, a guabiroba, acarambola, a uva, enfim...

    Era s o menino entrar nacozinha com uma fruta nas mos e l vinha o chato do TioJuca:

    - ... Oh! Menino...S um tiquinho... s um tiquinho.Que doura... mel... mel... Nnhhaacccc.

    Era Domingo de pscoa.

    Depois da missa das dez, l vem o Tio Juca para maisuma visita inoportuna.

    recebido com o sempre carinho de "me" que airm lhe dedica.

    J na cozinha esperando o caf, ele surpreendidocom a entrada do menino, que traz nas mos cortado aomeio, o mamo mais bonito do pomar. Com um estranhosorriso no canto da boca, o menino saboreava uma meta-de e ao perceber o tio Juca vindo em sua direo, imedia-tamente estendeu a outra metade, que sem nenhuma res-trio e com a gula dos desavisados vai em um "quasesem mastigar" para a barriga do "insolente".

    - Oh! Menino, que mamo delicioso. Uuhhmmmm...Uuummmm...

    Pena que t verde... "t amarrando, t amarrando"...Eu acho que oc colheu antes da hora...

    E recebe no estalo a explicao do menino, emoldu-rada pela cara mais "sem vergonha" deste mundo :

    - Num isso no Tio Juca. que eu "miji" nessa suametade...

    Nunca um castigo materno foi to bem aceito, poisdepois disso estranhamente o Tio Juca deixou de gostarde frutas...

    E como nunca aquele menino - nascido no p daserra, s margens de um regato que desce do mato lavan-do a pedreira - pode sentir tanto o sabor delas.

    Mrio MottaMrio MottaMrio MottaMrio MottaMrio Motta

    Comunicador e educadormariomottatv@gmail.com

    CRNICAS DO COCRNICAS DO COCRNICAS DO COCRNICAS DO COCRNICAS DO COTIDIANOTIDIANOTIDIANOTIDIANOTIDIANO

  • 62

    om a experincia de quem tem em

    seu currculo passagens pelo

    renomado Institut Paul Bocuse, em

    Ecully, na Frana, restaurante D.O.M, em So

    Paulo, e Alejandro Del Toro, em Valncia, na

    GASTRONOMIAGASTRONOMIAGASTRONOMIAGASTRONOMIAGASTRONOMIA

    Culinrias francesa eespanhola inspiram novomenu do Joy Joy Bistrot

    Espanha, a chef Joyce Francisco no mediu

    originalidade e ousadia para conceber o car-

    dpio primavera-vero do Joy Joy Bistrot, lo-

    calizado em um casaro histrico do sculo

    19 no Centro Histrico de So Jos. O menu

    contempla clssicos revisitados das culin-

    rias francesa e espanhola e criaes com

    um toque regional, que refletem a criativi-

    dade na escolha dos ingredientes.

    Foi garimpando ideias e temperos

    pelo mundo, em suas constantes experi-

    mentaes gastronmicas, e tambm

    olhando atentamente os ingredientes

    frescos que ela encontra no prprio jar-

    dim do bistr desde ervas aromticas

    at um p de banana-da-terra , que a

    chef mineira radicada em Santa Catarina

    elaborou o novo cardpio.

    Para comear, cinco inditas op-

    es de entrada. Entre elas, Amazonas,

    um surubim defumado em cama de

    micro-verdes, molho de mel, limo, gen-

    gibre e sorbet de manga. Ou ainda a Do

    Norte, com camares grelhados em

    cama de abacate e vinagrete de coentro,

    ou Foie Mandarim, um foie gras servi-

    Sabor de veroC

    Joyce FJoyce FJoyce FJoyce FJoyce Franciscoranciscoranciscoranciscorancisco

    ChefChefChefChefChef

    Sabor de vero

  • 63

    GASTRONOMIAGASTRONOMIAGASTRONOMIAGASTRONOMIAGASTRONOMIA

    Inominvel (Spaghetti de pupunhacom bisque e camares grelhados)

    Ingredientes (para 1 poro)50g de pupunha fatiada150g de camares rosa limpos50g de manteiga de bisque

    Para o pesto25ml de azeite extra virgem5g de castanhas do par10g de slvia1 dente de alhosal e pimenta a gosto

    Para o chantilly de coco2 claras de ovo100 ml de leite de cocosal a gosto

    FAA TAMBM

    PreparoFaa a bisque e deixe reduzir bem, misture a glace debisque com a manteiga pomada, faa balotines e reserve afrio. Descasque o palmito, passe na mandolina e faa osspaghettis. Grelhe os camares no azeite, reserve a quen-te. Branqueie a pupunha e passe para uma sartm, seque-a ligeiramente e disponha a manteiga de bisque em poma-da, tempere (sal e pimenta) e sirva com os camares gre-lhados e o chantilly de coco.

    do em terra de mas e tangerina.

    Entre os pratos principais, os aman-

    tes dos pescados podem optar pelo Ter-

    ra de Santa Cruz: peixe branco marinado

    na pimenta dedo-de-moa e gengibre,

    pur de banana-da-terra e vinagrete de

    roms; ou ainda pelo Brandade

    Benedictine, um bacalhau com batatas

    ao creme de alho, tomates sweet, azei-

    tonas pretas e manjerico sobre um po

    de fabricao prpria. Tambm na lista de

    frutos do mar, o Inominvel traz um cu-

    rioso spaghetti de pupunha em mantei-

    ga de bisque, camares grelhados e

    chantilly de coco. H ainda o El Rau,

    paella elaborada com arroz tipo bomba,

    camares, polvo, garoupa, lulas, maris-

    cos, fum de peixe e aafro.

    O bistr, que funciona apenas me-

    diante reservas, tem ainda uma imponen-

    te carta de vinhos, com mais de 160 rtu-

    los, e cervejas gourmet, para harmonizar

    com perfeio cada escolha.

    ONDE ENCONTRAR

    www.joyjoybistrot.com

    Foto

    s: D

    ivul

    ga

    o

    63

  • 64

    Qualidade nos materiais e

    Fotos: Terezinha Bonfanti

    ia 1o de novembro,Orlndio da Silva, diretor da ModecolMveis e Decoraes, recebeu clientes, amigos e

    fornecedores no ambiente criado pelos arquitetosCarina Beduschi e Ernando Zatariano para um dosestdios que integraram a Mostra Casa Nova, queaconteceu em Florianpolis.Todo o mobilirio foi executado pela Modecol,conferindo ao projeto materiais e acabamentosdiferenciados.Atuando no mercado h 35 anos, a Modecolimprime qualidade, bom gosto e conceito aosprojetos que executa.

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    01 - Orlndio da Silva e Anna Karina da Silva Padilha | 02 - Arquitetos Carina Beduschi e Ernando Zatariano | 03 - Orlndio daSilva, Anna Karina, Franciele Fantini, Daniel Corssatto e Roberto Pereira | 04 - Anna Karina, arquiteta Margareth Schneider,Orlndio da Silva e arquiteta Rosane Girardi | 05 - Renato e Maria Tereza Baggio, Anna Karina e Orlndio da Silva.

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    06 - Orlndio da Silva e Regis e Maria Luiza Corra, clientes Modecol h 28 anos | 07 - Ernando Zatariano, Carina Beduschi e Miltone Noeli Bordin, da Bellacatarina Mveis e Decorao | 08 - Anna Karina e Laura Padilha e Orlndio da Silva | 09 - Maicon GuilhermeSchmidt, da MG Superfcies, Ernando Zatariano, Carina Beduschi, Orlndio da SIlva e Anna Karina da Silva Padilha | 10 -Alcidinei e Vanilda Pacheco e Orlndio da Silva | 11 - Ernando Zatariano, Wagner Barreiro, da Altero Metais, e Carina Beduschi.

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    AM Construes: 34 anos

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    01 - Antnio e Douglas Hillesheim | 02 - Helio Bairros, Presidente do Sinduscon, Adeliana Dal Pont, prefeita eleita de So Jos,Antnio e Douglas Hillesheim | 03 - Eng. Juliana Milan Correia Freitas, Antnio Hillesheim, Eng Elisabete Akiko Campos,Eng Fernanda Schuch Strunck e Engo Jairo Linhares | 04 - Daniel Luiz, Banco Bradesco, Antnio Hillesheim e Lairton Frank,Banco Bradesco | 05 - Rinaldo Araruana, Snia Pereti e Antonio Hillesheim | 06 - Pedro Paulo Borges (Scaini), AntnioHillesheim e Reni Scaini.

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    Fotos: Terezinha Bonfanti

    AM Construes comemorou, no dia 24 deoutubro, seus 34 anos de atuao no mercadoda construo civil da Grande Florianpolis.

    A reunio foi marcada por umclima descontrado na sede daempresa, em So Jos, e em seudiscurso, Antnio Hillesheim,presidente da AM Construes,lembrou detalhes da trajetria daempresa e destacou a importnciadas parcerias na consolidao daempresa. Confira momentos doevento.

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    07 - Andreia Borges, Revista O Empresrio, Antnio Hillesheim e Yula, colunista social do Jornal Noticias do Dia | 08 - AntnioHillesheim e Anibal Nunes, Gerente Comercial do Dirio Catarinense | 09 - Waldemar Krueger, Suzana Nogiri, Marizilda Beatrize Antnio Hillesheim | 10 - Lauro Cordeiro, Gerente Comercial do Jornal Noticias do Dia e Antnio Hillesheim | 11 - EmlioMedeiros, Adeliana Dal Pont, Antnio Hillesheim e Suzana Bousfield assessora da prefeita | 12 - Lorena Peter, Antnio Hillesheime Gisele Hillesheim | 13 - Emlio Medeiros, Adeliana Dal Pont, Marcos Brusa, Antnio Hillesheim e Helio Bairros | 14 - SergioNeves(Construtiva Repr), Arq. Camila Saleh Bronoski e Antonio Hillesheim | 15 - Claudia Gomes, Colunista Social, e AntnioHillesheim | 16 - Equipe de colaboradores da AM Construes | 17 - Sergner Gonalves, Concrebras, e Antnio.

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