4-Supervisor Educacional Juazeirinho

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    10-Dec-2015

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Superviso educacional municipal legislao lei educao

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<ul><li><p>PREFEITURA MUNICIPAL DE JUAZEIRINHO-PB </p><p>Concurso Pblico - 2014</p><p>Supervisor Educacional</p><p> Verique se este caderno contm 40 (quarenta) questes de mltipla escolha, sendo </p><p>Portugus de 01 a 15, Noes de Administrao Pblica de 16 a 20 e Conhecimentos </p><p>Especcos de 21 a 40.</p><p> Observe se h falhas ou imperfeies grcas que causem dvida. Caso existam, comunique </p><p>imediatamente ao Fiscal de Sala.</p><p> Verique se os dados existentes na Folha de Resposta conferem com os dados do Carto de </p><p>Inscrio e da etiqueta axada na sua carteira.</p><p> Esta Prova tem durao de 4 (quatro) horas, sendo o incio s 08h00. No permitida a sada </p><p>do candidato antes de esgotado o tempo mnimo de 2 (duas) horas.</p><p> vetado, durante a prova, o intercmbio ou emprstimo de material de qualquer </p><p>natureza entre os candidatos, bem como o uso de celulares, calculadoras e/ou qualquer </p><p>outro tipo de equipamento eletrnico. A fraude, ou tentativa, a indisciplina e o </p><p>desrespeito s autoridades encarregadas dos trabalhos so faltas que eliminam o </p><p>candidato.</p><p> Assine, ao sair da sala, a Lista de Presena e entregue o seu Caderno de Prova e a Folha de </p><p>Respostas, devidamente assinada, ao Fiscal de Sala.</p><p>Instrues para a realizao das provas</p><p>NVEL SUPERIOR</p><p>EXAME GRAFOTCNICO</p><p>(Transcreva a frase abaixo no local indicado na sua Folha de Respostas)</p><p>"Art. 229. Os pais tm o dever de assistir, criar e educar os lhos menores, e os lhos maiores tm o </p><p>dever de ajudar e amparar os pais na velhice, carncia ou enfermidade. [...]" (CF/88)</p></li><li><p>UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARABA - Comisso Permanente de ConcursosPREFEITURA MUNICIPAL DE JUAZEIRINHO-PB - CONCURSO PBLICO - 2014</p><p>Leia o texto abaixo para responder s questes de 01 a 04.</p><p>tica no trabalho</p><p> O comportamento qualicado como bom ou mau est ligado maneira de ver e agir de cada pessoa. A tica est ligada verdade e </p><p>este o primeiro passo para aproximar-se do comportamento correto. No campo do trabalho, a tica tem sido cada vez mais exigida, </p><p>provavelmente porque a humanidade evoluiu em tecnologia, mas no conseguiu se desenvolver na mesma proporo naquilo que se refere </p><p> elevao de esprito.</p><p> Na verdade no h frmula matemtica que nos responda, com toda certeza, qual deve ser a atitude tica diante das circunstncias </p><p>que a vida nos impe, mas na dvida, decida-se pelo correto. Segundo o lsofo alemo Kant, a nica coisa em qualquer situao a boa </p><p>vontade, que podemos entender como boa inteno.</p><p> Traduzindo em linguagem mais simples, tica a cincia da moral. E por sua vez a parte da Filosoa que trata dos costumes e </p><p>deveres do homem. A misso da tica explorar a moral efetiva e nesse sentido pode inuir na prpria moral. A moral constituda por atos </p><p>humanos conscientes e voluntrios dos indivduos que afetam outros indivduos, determinados grupos sociais ou a sociedade em seu </p><p>conjunto.</p><p> A atitude tica vai determinar como um prossional trata os outros prossionais no ambiente de trabalho, os consumidores de seus </p><p>servios: clientes internos e externos, entre outros membros da sociedade em geral. A conduta do prossional inevitavelmente repercutir </p><p>na maneira como ele mesmo ser tratado pelos demais, e isso formar uma boa ou m imagem prossional.</p><p> As falhas ticas no ambiente de trabalho muitas vezes ocorrem por desconhecimento, por ingenuidade, por alienao e por </p><p>descuido. Ou seja, nem sempre essas falhas esto associadas ao mau carter do prossional. Na maioria dos esquemas de corrupo, </p><p>pessoas desavisadas so usadas como vtimas. Alm disso, em muitas situaes a pessoa pode se envolver em problemas ticos sem </p><p>dimensionar o resultado futuro de sua conduta inapropriada.</p><p> A tica indispensvel ao prossional, porque na ao humana o fazer e o agir esto interligados. O fazer diz respeito </p><p>competncia, ecincia que todo prossional deve possuir para exercer bem a sua prosso. O agir se refere conduta do prossional, ao </p><p>conjunto de atitudes que deve assumir no desempenho de sua prosso.</p><p>http://revitasalute.com.br Acessado em 24 de fev. de 2014.</p><p>1 QUESTO </p><p>A leitura do texto d margem a vrias leituras, EXCETO:</p><p>a) O envolvimento em problemas ticos pode ser evitado com atitudes corretas e com observaes perspicazes.</p><p>b) O que entendemos por bem ou mal pode denir que tipo de pessoa queremos ser e qual o compromisso que temos com os valores </p><p>assumidos.</p><p>c) As relaes interpessoais nem sempre so determinantes da imagem do prossional.</p><p>d) A atitude tica est relacionada com a correo dos atos.</p><p>e) Muitos indivduos podem cometer atos antiticos, no campo prossional, em decorrncia de aes involuntrias.</p><p>2 QUESTO </p><p>tica se refere teoria ou aos estudos sistemticos sobre a prtica moral. Dessa forma, pode-se dizer que tica o conjunto de normas de </p><p>conduta que dever ser posta em prtica no exerccio de sua prosso. Objetiva a dignidade humana e o bem-estar no contexto </p><p>sociocultural onde exerce a prosso. Nesse sentido:</p><p>I. Um prossional competente e tico observa as normas administrativas da organizao e presta contas ao chefe hierrquico.</p><p>II. Um prossional competente utiliza benefcios e inuncias obtidos na condio de prossional para conseguir vantagens pessoais e, </p><p>desde que no prejudique ningum, no considerado falta grave contra a dignidade do trabalho.</p><p>III. A discrio no exerccio da prosso e honestidade no trabalho so dois princpios que o Cdigo de tica Prossional traz no seu texto.</p><p>IV. Um prossional tico, competente atende as pessoas com um sorriso e um cumprimento respeitoso, dando sempre prioridade para as </p><p>mais altas autoridades.</p><p>Est(o) correta(s) apenas a(s) proposio(es):</p><p>a) III e IV.</p><p>b) II e III.</p><p>c) I, II e III.</p><p>d) I e III.</p><p>e) III.</p><p>PORTUGUS</p><p>PGINA 02 NVEL SUPERIOR - SUPERVISOR EDUCACIONAL</p></li><li><p>6 QUESTO </p><p>Leia dois pensamentos de Millr Fernandes e reita sobre eles:</p><p>1 Quando os eruditos descobriram a lngua, ela j estava </p><p>completamente pronta pelo povo. Os eruditos tiveram apenas </p><p>que proibir o povo de falar errado.</p><p>2 Est bem, linguistas, se dois ambos, porque trs no </p><p>trambos?</p><p>De acordo com o pensamento de Millr:</p><p>I. O trabalho dos eruditos no fundamental para a ecincia da </p><p>comunicao verbal.</p><p>II. Os linguistas esto errados.</p><p>III. O povo criou a linguagem verbal (por palavras) antes que os </p><p>estudiosos a descobrissem; isso porque o ser humano um ser </p><p>social e tem a necessidade de se comunicar.</p><p>Est(o) correto(s) apenas o(s) item(ns):</p><p>a) II</p><p>b) II e III</p><p>c) I e III</p><p>d) I e III</p><p>e) III</p><p>7 QUESTO </p><p>Observe a imagem a seguir:</p><p>(Revista ISTO, de 27 de julho de 2011, p. 85 / com adaptaes)</p><p>Com relao publicidade analise.</p><p>I. A palavra frutos foi empregada em seu sentido prprio, </p><p>denotativo.</p><p>II. O pronome ela substitui a expresso educao ambiental.</p><p>III. A palavra mais pode ser trocada por mas sem prejuzo </p><p>de sentido.</p><p>IV. A funo da linguagem predominante no anncio a </p><p>referencial, pois implica apenas em informao. </p><p>Est(o) correta(s) apenas a(s) armativa(s)</p><p>a) I</p><p>b) II</p><p>c) II e IV</p><p>d) III</p><p>e) II e III</p><p>3 QUESTO </p><p>Os conectivos ou partculas de ligao, alm de exercerem funes </p><p>coesivas, manifestam ainda diferentes relaes de sentido entre os </p><p>enunciados. Aponte, dentre as alternativas a seguir, aquela em que a </p><p>relao estabelecida pelo conectivo em destaque est </p><p>CORRETAMENTE indicada entre parnteses.</p><p>a) A tica indispensvel ao prossional, porque na ao humana </p><p>'o fazer' e o 'agir' esto interligados. (Explicao)</p><p>b) O comportamento qualicado como bom ou mau est ligado </p><p>maneira de ver e agir de cada pessoa. (adversidade)</p><p>c) ... humanidade evoluiu em tecnologia, mas no conseguiu se </p><p>desenvolver na mesma proporo naquilo que se refere elevao </p><p>de esprito. (concluso)</p><p>d) As falhas ticas no ambiente de trabalho muitas vezes ocorrem </p><p>por desconhecimento, por ingenuidade, por alienao e por </p><p>descuido. Ou seja, nem sempre essas falhas esto associadas ao </p><p>mau carter do prossional. (consequncia)</p><p>e) No campo do trabalho, a tica tem sido cada vez mais exigida, </p><p>provavelmente porque a humanidade evoluiu em tecnologia, mas </p><p>no conseguiu se desenvolver na mesma proporo naquilo que se </p><p>refere elevao de esprito. (conformidade).</p><p>4 QUESTO </p><p>O pronome isso, no quarto pargrafo, faz referncia a:</p><p>a) Maneira como ele tratado pelos demais.</p><p>b) Conduta do prossional.</p><p>c) Atitude tica.</p><p>d) Como um prossional trata os outros no ambiente de trabalho.</p><p>e) A conduta do prossional inevitavelmente repercutir na </p><p>maneira como ele ser tratado pelos demais.</p><p>5 QUESTO </p><p>A linguagem do texto tica no trabalho:</p><p>a) rigorosa no trato da linguagem formal, pois no apresenta </p><p>inadequaes morfossintticas.</p><p>b) informal, mesclada a uma linguagem formal.</p><p>c) irnica para mostrar que no existe tica no trabalho.</p><p>d) espontnea, utilizada nas relaes informais entre falantes.</p><p>e) Explora com criatividade a linguagem gurada.</p><p>UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARABA - Comisso Permanente de ConcursosPREFEITURA MUNICIPAL DE JUAZEIRINHO-PB - CONCURSO PBLICO - 2014</p><p>PGINA 03NVEL SUPERIOR - SUPERVISOR EDUCACIONAL</p></li><li><p>PGINA 04</p><p>UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARABA - Comisso Permanente de ConcursosPREFEITURA MUNICIPAL DE JUAZEIRINHO-PB - CONCURSO PBLICO - 2014</p><p>8 QUESTO </p><p>Coloque (V) para as armativas verdadeiras e (F) para as falsas, tendo em vista o anncio publicitrio abaixo.</p><p>( ) O anncio trabalha, sobretudo, com a linguagem verbal, interagindo com elementos da linguagem matemtica. Essa mistura de </p><p>linguagens tem a nalidade de enfatizar as qualidades do anunciante e conferir credibilidade ao produto anunciado e o benefcio por </p><p>ele atribudo.</p><p>( ) Em Segundo a pesquisa IBOPE, pelo nmero de destinos, a maioria das pessoas prefere a TAM. O verbo destacado est em </p><p>desacordo com as normas da lngua culta.</p><p>( ) Pelo nmero de destinos, qual seria a sua escolha entre as companhias areas nacionais?. Nesse enunciado, prevalece a funo </p><p>apelativa da linguagem porque busca convencer o destinatrio da mensagem, de modo persuasivo.</p><p>( ) A expresso maioria das pessoas um termo genrico e embora no se rera a nenhum referente explcito no texto, o contexto </p><p>possibilita a recuperao do termo referente.</p><p>A sequncia correta :</p><p>a) V - V - V - F d) F - V - F - V</p><p>b) V - V - F - F e) V - F - V - V</p><p>c) F - F - V - V</p><p>9 QUESTO </p><p>A palavra tambm, presente no anncio da questo anterior, em E agora vai preferir pelos preos tambm, exprime uma relao </p><p>semntica de:</p><p>a) Adversidade d) Tempo</p><p>b) Incluso e) Proporo</p><p>c) Consequncia</p><p>10 QUESTO </p><p>Leia o quadrinho abaixo:</p><p>Analise as proposies a seguir:</p><p>I. O quadrinho mostra que, na linguagem coloquial, algumas vezes, as normas de colocao pronominal so respeitadas, outras no.</p><p>II. Em ningum se meta comigo hoje, o pronome indenido foi o fator de prclise.</p><p>III. Toma, comprei-te um gibi, a pausa (vrgula) no foi a razo para que houvesse nclise, fato que no contraria a norma culta.</p><p>Est(o) correta(s) apenas a(s) proposio(es):</p><p>a) I e III. d) II e III.</p><p>b) I, II e III. e) III.</p><p>c) I e II.</p><p>NVEL SUPERIOR - SUPERVISOR EDUCACIONAL</p></li><li><p>13 QUESTO </p><p>Leia as informaes sobre o texto Poupar possvel e marque a </p><p>alternativa INCORRETA.</p><p>a) S compre pela internet ou por telefone se for algo necessrio, </p><p>oferecido a um preo timo. A concordncia do verbo destacado </p><p>est de acordo com a norma culta da lngua.</p><p>b) A forma verbal destacada em: Se voc no tem certeza de que </p><p>conseguir conter seus impulsos, deixe em casa cartes de </p><p>crdito... apresenta-se no modo imperativo para reforar a fora </p><p>argumentativa do texto.</p><p>c) O texto tenta convencer o leitor de forma persuasiva, por meio de </p><p>conselhos.</p><p>d) H uma circularidade nas ideias que desqualica o texto, </p><p>revelando falta de coerncia.</p><p>e) Apesar de no estar explcito, o referente desse texto o leitor.</p><p>Texto para as questes 14 e 15.</p><p>A estatstica mostra que nessa rodovia j ocorreram vrios </p><p>acidentes, causados por falha humana. Acreditamos que, depois do </p><p>treinamento, existiro apenas alguns, causados por falha </p><p>mecnica</p><p>14 QUESTO </p><p>Se substituirmos os verbos sublinhados pelo verbo haver, sem ferir </p><p>a norma culta da lngua, teremos:</p><p>a) Houve e haver.</p><p>b) Havero e havero.</p><p>c) Houveram e havero.</p><p>d) Houve e ter.</p><p>e) Houveram e tero.</p><p>15 QUESTO </p><p>Sobre o texto </p><p>I. Nas duas ocorrncias a palavra QUE liga oraes subordinadas </p><p>substantivas s suas principais.</p><p>II. O verbo ocorrero remete a uma ao futura, identicada no </p><p>texto.</p><p>III. Quanto concordncia, a forma verbal existiro est de </p><p>acordo com as normas da lngua culta. </p><p>Est(o) correta(s) apenas a(s) armao(es):</p><p>a) I</p><p>b) II e II.</p><p>c) I e III.</p><p>d) II</p><p>e) I, II e III</p><p>Leia este texto para responder e questes 11, 12 e 13.</p><p>Poupar possvel</p><p>Sempre d para separar um dinheirinho para o futuro. Em sete </p><p>passos fceis, veja como: 1. Ande com um caderninho na bolsa e </p><p>anote tudo o que gasta para saber para onde est indo o deu dinheiro. </p><p>2. Se voc no tem certeza de que conseguir conter seus impulsos, </p><p>deixe em casa cartes de crdito e cheques. Estabelea um limite </p><p>em dinheiro para carregar na carteira. 3. Planeje suas compras, </p><p>todas elas, e pague apenas vista. 4. Sempre pesquise preos e </p><p>pechinche. 5. S compre pela internet ou por telefone se for algo </p><p>necessrio, oferecido a um preo timo (a internet um prato cheio </p><p>para compradores compulsivos). 6. Passe longe das liquidaes. 7. </p><p>Pesquise pacotes econmicos para celular, telefone xo, internet e </p><p>TV a cabo.</p><p>TOLEDO, Elaine Cladia. So Paulo, p. 83, fev. 2009.</p><p>11 QUESTO </p><p>Sobre o texto Poupar possvel</p><p>I. Apresenta uma srie de medidas para orientar as pessoas, em </p><p>especial, os(as) consumistas. Por isso, a autora usa uma linguagem </p><p>formal.</p><p>II. Em A internet um prato cheio para compradores </p><p>compulsivos, h uma metfora signicando que possvel </p><p>encontrar apenas produtos caros e de m qualidade.</p><p>III. No quinto passo S compre pela internet ou por telefone se for </p><p>algo necessrio, oferecido a um preo timo (a internet um prato </p><p>cheio para compradores compulsivos), a autora empregou os </p><p>parnteses para intercalar uma observao, que um alerta e uma </p><p>ideia acessria para o que ela estava escrevendo.</p><p>Analise as proposies e marque a alternativa que contm apenas </p><p>a(s) correta(s).</p><p>a) I e III</p><p>b) III</p><p>c) I e II</p><p>d) II</p><p>e) II e III</p><p>12 QUESTO </p><p>A linguagem do texto Poupar possvel persuasiva, a inteno </p><p>da autora inuenciar o comportamento do leitor, por isso a funo </p><p>da linguagem predominante :</p><p>a) Conativa, porque tenta seduzir o leitor a aceitar as ideias </p><p>propostas pela autora.</p><p>b) Potica, marcada pela presena de guras de linguagem.</p><p>c) Referencial, pois implica apenas informao.</p><p>d) Ftica, pelo envolvimento de frases reticentes.</p><p>e) Metalingustica, porque usa a linguagem do cinema.</p><p>UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARABA - Comisso Permanente de ConcursosPREFEITURA MUNICIPAL DE JUAZEIRINHO-PB - CONCURSO PBLICO - 2014</p><p>PGINA 05NVEL SUPERIOR - SUPERVISOR EDUCACIONAL</p></li><li><p>NOES DE ADMINISTRAO PBLICA</p><p>UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARABA - Comisso Permanente de ConcursosPREFEITURA MUNICIPAL DE JUAZEIRINHO-PB - CONCURSO PBLICO - 2014</p><p>I. Supremacia do interesse </p><p>pblico </p><p>( ) Smula 473, do STF: A administrao pode anular seus prprios atos quando eivados de </p><p>vcios que os tornam ilegais, porque deles no se originam direitos; ou revog-los, por </p><p>motivo de convenincia ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos e ressalvada, </p><p>em todos os casos, a apreciao judicial. </p><p>II. Eficincia </p><p>( ) As diversas formas de i...</p></li></ul>