4ª Edição - Magazine emKont@cto (Abril a Junho 2014)

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A Magazine da Juventude!

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  • A Magazine da Juventude!

    Trabalho de Equipa

    Edio N 04 Abril a Junho 2014 | Lanamento Julho 2014 | emkontactomagazine@gmail.

  • Editorial

    Atravs deste projeto, da Magazine emKont@cto, conseguimos nestes dois ltimos anos noticiar as atividades da JSD Odivelas, emitir vrios textos, artigos de opinio, fotografias, rbricas, etc. Nesta altura no poderia deixar de agradecer, em meu nome e em nome da JSD Odivelas, a todos os que contriburam para a mesma, e que desta forma permitiram que esta se tornasse numa referncia no concelho de Odivelas, e tambm fora do mesmo. Este facto deve-se ao excelente trabalho realizado, durante estes 2 ltimos anos, pela comisso poltica da Juventude Social Democrata de Odivelas. Como referido aquando do lanamento da 1 edio desta revista, pretendamos que rapidamente a Magazine, pela sua ambio e irreverncia naturais, vincasse a sua imagem e identidade prprias, cativando a leitura dos jovens e menos jovens. Hoje, sabemos que isto j uma realidade e continuamos a defender que, o mais importante para ns levar os leitores a inspirarem-se e a descobrirem, tambm eles, quais as suas convices!Nesta 4 edio noticiamos as nossas ltimas atividades, que so referentes aos meses de Abril, Maio e Junho de 2014. Fao votos para que a futura equipa da JSD Odivelas seja capaz de continuar a defender os interesses da juventude e a garantir a autonomia da Juventude Social Democrata e que mantenha a capacidade de ser a voz dos jovens junto do partido, e no a voz do partido junto dos jovens! Como todos os bons projetos, h sempre um incio e um fim. Eu tive a honra de encabear este projeto, e espero que daqui em diante, quem o assuma continue a contribuir para a juventude da mesma forma que foi feita at ao momento.Termino enaltecendo toda a equipa da JSD que, de uma forma direta ou indireta, contribuiu para o sucesso da Magazine!E j sabem, podem sempre revisitar as edies da Magazine emKont@cto, atravs do link abaixo:h t t p : / / i s s u u . c o m / e m k o n t a c t o

    Texto: Rodolfo Cardoso

    i n d i c EEntrEvistaB r u n o d u a r t e 1 2

    Em foco

    foto rEPortaGEm

    car la ma rce l i no

    visita ao coraco 19

    BLoG 7c o L u n a s

    EsP Ek t ro 1 1i s s u E 3

    d icas utE issaude 21

    financas 20

    Educacao 21

    direito 20

    Ficha Tcnica

    PropriedadeJSD Odivelas

    EditorialDiretor: Rodolfo CardosoDiretor Adjunto: Hugo Alves

    Planeamento EstratgicoBruno DuarteRodolfo Cardoso

    RedaoCarla MarcelinoCatarina SilvaDaniela DuarteFilipe MoreiraFilipe SanchesGuilherme DuarteIns FonsecaJoo CorreiaLiliane MoraisPaulo PinheiroRodrigo Pereira

    Comunicao ExternaPaulo Pinheiro

    FotografiaDiogo Godinho

    DesignHugo AlvesRodolfo Cardoso

    Sede de RedaoRua Alfredo Roque Gameiro11 CV Dta. 2675-279 Odivelasemkontactomagazine@gmail.com

    f i l i pe sanche s

    Joao co r r e i a 4

    a c c i d i t 2 3

    odivELasHoje

    on tem

    amanha 1 6

  • 3No Brasil, por causa do voto obrigatrio aos 17 anos, a generalidade dos cidados tm conscincia poltica. Discutem, opinam desde cedo. Todos so obrigados por fora da obrigatoriedade do voto em fazer uma escolha. E j que so obrigados, a escolha f-los colocar a poltica na vida do dia-a-dia.Mas a questo do voto obrigatrio mais complexa do que a simples criao de sanes para quem no se quer deslocar urna. Impede-nos de resolver o problema de raiz. Se os cidados forem obrigados a votar, iro 50% continuar a faz-lo por convico, e os restantes 50% para evitar serem sancionados. No porque percebem necessariamente a importncia do seu voto.Todos reconhecemos que, sinal dos tempos, o voto em Portugal um paradigma revolucionrio e um direito tradicional democrtico, que j no move montanhas. Quase como uma moda dos anos 70 que j no se usa. Foi em tempos uma conquista de algumas personagens combativas, mas que hoje se traduz num sinal de continuidade do sistema, uma espcie de presente caro que se entende a classe poltica merecer cada vez menos. Porque, se o voto fosse ainda o smbolo da representao democrtica, teramos uma autntica supresso do sistema, pois o silncio da absteno ruiria com quase todos os rgos eleitos diretamente.

    Simplesmente, no colhe a vontade da maioria dos portugueses que continuem sequer a existir ou no fosse o seu silncio a total ausncia de solues.A democracia que vivemos hoje muito diferente da que viveram as personagens combativas dos anos 70. Os jovens alinham-se por causas como o desemprego, a qualificao profissional, a emancipao. Mas no as expressam atravs do voto. Participam em associaes e manifestaes, leem,

    comentam, reclamam. Mas no votam. Ou quando votam, escolhem opes anti-regime, anti-integrao europeia, anti-governo.H por isso os que se abstm, e os que se abstm votando, por preferirem opes anti, que no trazem suporte para

    construir depois de destruir.So essas formas de votar contra o sistema que explicam a disperso do voto e o fraccionamento da identificao com ideologias polticas. Que ideologia a do anti? Partidos polticos histricos como o Partido Comunista beneficiam com a ideologia anti, mas ser que os seus votantes conhecem de facto a ideologia comunista, que aquela pela qual o seu voto se manifesta?Os vrios veculos utilizados para o decretamento do fim da poltica partidria e representativa so meras designaes tericas: absteno, voto em branco, voto-protesto, etc. Todas elas representam uma espcie de silncio reprovador, um misto de conformismo com inconformismo, que ningum consegue ainda classificar. No final do dia, um silncio que no traz nada de novo, que impede o desgnio do sistema democrtico real, e o inverte no voto de alguns, na escolha de poucos. A anlise seria outra caso o voto fosse obrigatrio. J no discutiramos a razo da omisso, mas a razo da ao inconsciente. O problema de fundo, como de resto transversal para as preocupaes que assolam o povo portugus, talvez se mantivesse, que o da apatia na participao das instituies que aceitmos como as melhores, que designmos como as que representam os nossos interesses. E que at voto expresso em contrrio, no so substituveis.

    Novas formas de abstenoCarla

    Marcelino

    issuE

  • 4EM FOCO

    Na tua opinio, qual foi o melhor momento deste mandato?CM - O mandato que agora terminamos rico em bons momentos. Desde o primeiro dia quisemos dar continuidade aos bons projetos que j eram patrimnio da JSD Odivelas e, ao mesmo tempo, conseguimos criar e renovar iniciativas que so a marca deste mandato. Destaco o nvel de formao que empreendemos, porque para ns preparar os militantes e os jovens foi a principal prioridade. Destaco tambm o Roteiro do Associativismo, que nos permitiu um conhecimento aprofundado e direto do tecido associativo e das coletividades do nosso concelho. Este trabalho a nossa fonte de inspirao para propor mudanas e influenciar a deciso poltica, no sentido de promover o que de melhor se faz em Odivelas.Para mim, o melhor momento do mandato agora que terminamos. Porque terminamos com a total conscincia de dever cumprido, com entusiasmo e com a convico de que tudo fizemos para que a poltica seja uma forma de expresso digna e honrosa, e sabemos que mais jovens partilham agora dessa ideia.

    Na tua opinio, qual foi o momento mais difcil deste mandato?CM - difcil identificar o momento mais difcil do mandato, mas poderei destacar um momento que tem um carcter tambm pessoal: o resultado das eleies autrquicas e o facto de o mesmo ter significado no ser autarca em Odivelas neste mandato. A experincia de ter sido autarca nos 4 anos anteriores permitiu-me crescer politicamente e assumir funes pblicas com todo o entusiasmo e motivao. Estou convicta do excelente esforo e trabalho da bancada do PSD na assembleia de freguesia da Ramada nesses 4 anos, e deixei com saudades essa funo.O resultado eleitoral do PSD nas autrquicas de 2013 no

    me permitiu assumir funes como membro da assembleia municipal, rgo pelo qual me candidatei. O PSD teve um resultado que no corresponde s expectativas que a JSD tinha, nem ao trabalho que temos realizado em Odivelas. Todavia, tal facto compensa-se em parte por termos conseguido eleger outros autarcas, em outros rgos, o que permite potenciar a voz ativa da JSD junto da populao.

    Qual o balano que fazes deste mandato?CM - O mandato que agora terminamos foi um grande mandato, um mandato intenso, de trabalho, de presena, de participao. O balano sem dvida muito positivo. Visitmos inmeras associaes e coletividades, como mais nenhuma organizao partidria em Odivelas. Dissemos sempre presente nos debates com outras juventudes partidrias, porque para ns fundamental que os nossos eleitores percebam as diferenas e as convices de cada um, no momento de decidirem. Promovemos a informao e o conhecimento, fizemos formaes, crimos projetos de proximidade aos militantes, para que possam conhecer melhor o nosso trabalho - destaco a JSD Odivelas TV e a Maganize emKont@cto, projetos que nos ajudaram a crescer e a divulgar as nossas ideias e iniciativas. Soubemos defender o Instituto de Odivelas, mesmo contra uma medida do governo do PSD, porque isto a JSD, a autonomia e a firmeza na defesa dos jovens e da comunidade. Soubemos defender com coragem a reorganizao administrativa das freguesias, e lutmos pela no agregao da Ramada, quando mais ningum o fez. Criticmos o partido socialista, fizemos poltica de oposio, no tivemos medo de comparar e nos distinguir do socialismo, do prejuzos das polticas socialistas para o pas, e de defender muitas medidas difceis que o governo do nosso partido empreendeu. Porque acreditamos nelas. No deixmos de ser sociais-democratas por fora das

    Carla Marcelino, Vice-Presidente da JSD Odivelas (mandato 2012-2014)

    Carla Marcelino

    Nome: Carla Sofia Geiroto MarcelinoData de nascimento: 1 de Julho de 1986Freguesia: Unio das freguesias de Ramada e Ca