4ª Edição - Revista Vitrine

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    24-Mar-2016

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Revista Vitrine Sul de Minas

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  • FESTA DE AGOSTOSO LOURENO

    MARKETINGA Comunicao e a Sustentabilidade

    ENTREVISTABeto JardimUm pioneiro do Rdio

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    COBERTURA COMPLETA

    Edio n 4 - Agosto 2012

  • 4EDITORIALAgosto est no final, mas as histrias desse ms ficaro na memria!

    O primeiro Camarote da Vitrine na tradicional Festa de Agosto de So Loureno foi um sucesso! Muita gente bonita, animada, grandes amigos e anunciantes ajudaram a abrilhantar a nossa estreia no segmento de eventos.Foram dias de muito trabalho, mas de uma satisfao imensa em superar mais um desafio e alcanar outro objetivo. A partir desse ms, muitos outros eventos sero realizados pela Revista Vitrine e esperamos contar com os grandes parceiros dessa primeira etapa: a Cervejaria Antonieta, em nome de Gustavo Flori, Joo Felipe e sua equipe - Marcinha, Rodrigo, Joo Pedro e Natan; a Rdio Festa FM - Eduardo Almeida e Estevam Jardim e a Rdio Estncia - do nosso j incentivador Jos Roberto Jardim, que no por acaso, o entrevistado dessa edio.Alm da festa e da histria do padroeiro na coluna cultural, a nossa 4 edio traz o charme dos bistrs, dicas de sade, beleza e conta a trajetria de um empreen-dedor que s engrandece a nossa regio.Com o momento poltico em que vivemos, a revista traz dicas sobre as regras do jogo e torce para que cada um vote consciente e para um pas melhor.Nossa colunista convidada e j colaboradora, Mnica Fernandes, alerta para a nossa responsa-bilidade na hora de comunicar aes de sustentabilidade, sem tirar proveito de aes voltadas caridade e que no trazem conti-nuidade para um real desenvolvi-mento sustentvel.Aproveitem a leitura e curtam as fotos da festa...e, que Setembro seja bem vindo!!

    Equipe Revista Vitrine

    EXPEDIENTEPublisher: Gabriela Real e Jonas Maduro

    Gerente de Projeto:Marcella Real

    Jornalista Responsvel:Martha BacciMTB: 17123/MG

    Edio: Mnica FernandesMTB: GO000916JP

    Projeto Grfico e diagramao: Agncia Triadaz

    Tiragem: 3.000 exemplaresImpresso: Grfica MTO

    Contato Vitrinecontato@vitrinesuldeminas.com.br(35) 3331.3042

    A Revista Vitrine uma publicao da empresa Tradaz, distribuda gratuita-mente na cidade de So Loureno e regio. Todos os direitos reservados. proibida sua reproduo total ou parcial, sem autorizao prvia. As matrias assinadas so de responsabili-dade de seus autores. Venda Proibida.

  • 56 Entrevista Beto Jardim

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    facebook.com/vitrinesuldeminas

    @vitrinesulminas

    8 Turismo Um Bem Comum

    10 Marketing A Comunicao e Sustentabilidade12 Campanha Eleitoral Certo e Errado

    14 Social Festival de Inverno

    18 Esporte Pilates

    20 Sade Atendimento Fcil

    24 Gastronomia Bistr Charmoso

    26 Empreendedorismo Sucesso em Recauchutagem

    34 Eventos Calendrio de Eventos

    16 Beleza Revitalize a Beleza

    36 Cultura Viva So Loureno

    SocialCamarote Vitrine Festa de Agosto. Pgina 28

    Revista Vitrine nas Redes Sociais!

    ImveisDicas para transaes imobilirias. Pgina 38

  • 6Entr

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    taBETOJARDIM

    Por Martha Bacci

    A rdio foi criada pelo seu pai, mas depois que voc assumiu a admi-nistrao, muitas coisas mudaram. Como foi a evoluo da histria da Rdio Estncia? Beto: A antiga Rdio So Loureno, hoje Rdio Estncia AM e FM, foi fundada em 1946 por um grupo de jovens senhores idealistas, que, junto com o meu pai, Fernando Ribeiro Jardim, resolveram instalar em nossa cidade uma emissora de rdio, acredi-tando naquele novo e dinmico meio de comunicao. Em 1949, a Rdio So Loureno Ltda. estava no ar com seu transmissor e antena irradiante instalados na Rua Cel. Jos Justino, esquina com a Rua Santos Dumont.

    Qual a importncia de um veculo como o rdio para a comunicao local?Beto: O rdio ainda imbatvel no perodo de sete s dezenove horas em qualquer comunidade. Durante certa poca, mencionava-se rdio regional, nacional e mundial. Hoje, o rdio voltou a ser local, mas todas as emissoras ganharam a oportunidade de ter amplitude mundial atravs da internet. Chega-se mais longe com menos potncia e mais eficincia.

    Voc foi operador de rdio na Rdio Globo, uma das maiores emissoras de rdio do Brasil. O que voc trouxe dessa experincia?Beto: Sempre comento com amigos do Sistema Globo de Rdio que ns vivemos um sonho. No s a alta qualidade tcnica, mas a excelente qualidade profissional fazia parte dessa poca. Tive a oportunidade de fazer parte desse conjunto harmnico e trouxe comigo o aprendizado de uma grande escola de rdio.

    Existem em todo o pas muitas rdios piratas. Em So Loureno e regio no diferente. Como voc lida com essa concorrncia?Beto: So Loureno faz parte do Brasil e no foge regra. A populari-zao da Comunicao prpria dos tempos. Ningum pode e consegue controlar, e nem deve fazer isto. Existem Leis que foram feitas para serem cumpridas. Afinal, quando algum se prope a ser um conces-sionrio ou permissionrio do Servio de Radiodifuso, sabe das regras e das Leis. Por que no cumpri-las? O que acontece que as emissoras Comunitrias chamadas RadCom no cumprem as Leis e no se identificam

    Um pioneiro do rdio no Sul de Minas

    Os meios de comunicao crescem a cada dia, com novas agncias de publicidade e veculos de mdia que esto surgindo na nossa regio. Jornais, revistas, TV e vrias outras maneiras de divulgar uma empresa e gerar notcias invadem as ruas e casas. E o rdio? Ser que se tornou obsoleto ou est mais vivo do que nunca? Uma entrevista com Beto Jardim conta a histria da Rdio Estncia e da comunicao na regio.

  • 7para agradar os ouvintes. Ningum gosta de coisa mal feita, seja no Rdio, TV, Jornal, Internet... Procuramos sempre o melhor para todos os produtos da Rdio Estncia AM e FM, fazendo pesquisas, consul-tando amigos mais experientes e frequentando feiras nacionais e internacionais. Afi nal, se no apresentarmos um bom udio, uma boa plsti ca na emissora, o ouvinte desliga o rdio eouve mp3.

    Que futuro voc acredita que a comunicao em So Loureno possa vir a ter?Beto: Se chegamos at aqui porque no passado ti vemos pessoas de valores militando com ti ca nesta rea. Hoje, a Rdio Estncia - AM opera comtransmissores canadenses damarca Nautel, com 2.500 watt sde potncia, instalados no bairroda Palmela, no municpio de Carmo de Minas, o que lhepermite cobrir uma vasta regiodo Sul de Minas, formada porvrios municpios e zonas rurais. Ento a tendncia sempremelhorar e crescer, desde querespeitados os valores.

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    como tal. Tambm padro do Brasil criar o servio e no ter competncia para fi scaliz-lo. Um exemplo recente o caso da telefonia mvel. Somente agora algumas operadoras foram punidas, depois de tantas e milhares de reclamaes. Lidamos bem com qualquer concorrncia. sempre saudvel desde que tenha ti ca coti -diana.

    O jornalismo local ainda muito fraco e a mdia est descobrindo a melhor forma de melhorar a comuni-cao. O que a Rdio Estncia faz em busca de not cias de qualidade? Beto: Como em qualquer lugar, em So Loureno e na regio o jornalismo tem altos e baixos. s vezes no h not cia ou nada est acontecendo. Uti lizamos todos os meios possveis e existentes em nossa cidade e regio. No abrimos mo de nenhuma infor-mao. preciso, porm, ter fontes com credibilidade para saber o qu noti ciar. Inventar a not cia insati s-fatrio. Se no tem... no tem.

    Na era digital que estamos vivendo hoje, o que possvel ser feito para conquistar ouvintes?Beto: Desde que se tenha uma meta e mantenha a qualidade com criati -vidade, muita coisa poder ser feita

    Jos Roberto, ou melhor, Beto Jardim, como conhecido na Rdio Estncia, teve a infl uncia de seu pai para estudar Jornalismo, mas se apaixonou mesmo pelo Radialismo. Hoje, Diretor Administrati vo da Rdio Estncia Ltda - AM/FM situada em So Loureno. Atualmente, alm de administrador, ele tambm comanda um programa de matrias locais, nacionais e entrevistas.

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    Existem no mundo cerca 1.400.000 emissoras de rdio. O rdio a mdia nmero 1 do mundo para consumo de msica. O rdio a 5 mdia em investi mento publicitrio do mundo. O Brasil o maior consumidor de aparelhos de rdio do mundo. 680.000 pessoas trabalham direta e indiretamente com rdio no nosso pas. O Brasil tem cerca de 9.180 emissoras ofi ciais (entre AMs, FMs e Comunitrias),

    perdendo em quanti dade apenas para os Estados Unidos. 1.568.000 de residncias brasileiras possuem ao menos um aparelho de rdio em casa. Na regio do sul de minas j existem mais de 10 rdios on line. 73.000.000 de telefones celulares brasileiros sintonizam rdio.

    Fonte: Fernando Morgado, pesquisador de mdia e comunicao.

    Curiosidades:

    680.000 pessoas trabalham direta e indiretamente com rdio no nosso pas. O Brasil tem cerca de 9.180 emissoras ofi ciais (entre AMs, FMs e Comunitrias),

  • 8Turis

    mo

    UM BEMCOMUMExistentes em diversos pases e sempre com a mesma nomenclatura, os Conventi ons & Visitors Bureau (CVB) so associaes sem fi ns lucra-ti vos, reconhecidas como receita de sucesso para o fomento da ati vidade econmica e do turismo de lazer e de negcios. Tm como objeti vo a captao de eventos e a divulgao dos atrati vos tursti cos de sua regio de atuao.Com este objeti vo, o So Loureno Conventi on & Visitors Bureau (SLCV&B) , fundado em 2006, hoje com nova diretoria, realiza seus trabalhos efeti vamente. Conta com 80 associados pertencentes aos diversos setores da economia e j realizou e apoiou aes de interesse que contriburam para o desenvol-vimento de nossa cidade e regio. Para realizar este trabalho, o Conven-ti on forma parcerias com iniciati vas pblicas e privadas, assim como prestadores de servios nas reas de eventos, agncias de viagens, recep-ti vos, hotis, restaurantes, entre outros, fortalecendo o trade tursti co.O SLCV&B surgiu quando, pensando numa forma de desenvolver o potencial tursti co de So Loureno e regio, representantes dos princi-

    pais segmentos ligados ao turismo reuniram-se e fundaram a enti dade de direito privado, sem fi ns lucrati vos e de natureza cultural, independente, manti da pela iniciati va privada, visando gerar desenvolvimento social, cultural e econmico.No primeiro semestre de 2012 foi lanado o material grfi co ofi cial do SLC&VB, que enviado para revistas, jornais, enti dades e associaes com o intuito de divulgar a cidade como desti no, assim como os associados, visando principalmente a captao de eventos. Vrias outras ati vidades j foram realizadas e ainda existem aes em andamento. A nossa misso promover o desen-volvimento econmico, social e cultural de So Loureno e regio, atravs da captao, gerao e incre-mento de eventos que aumentem o fl uxo de visitantes, uti lizando estra-tgias planejadas e permanentes de Marketi ng e Relaes Pblicas.

    Walneida Tibrcio Presidente do SLC&VBRua Cel. Jos Justi no, 688 sala 15Centro So Loureno/MG Tel. 35 3331-8579 www.saolourencocvb.com.br

    Ati vidades 2012/2 semestre: Projeto Bem TV/Conventi on Degusta- 1 Festi val de

    Gastronomia Comida Mineira Concesso do Portal da cidade

    (solicitao em andamento) Concesso de um espao dentro

    da Rodoviria (solicitao em andamento)

    Projeto Natal 2012

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    COMUNICAOE SUSTENTABILIDADE

    tvel. Imagina-se que o green wash ou Marketing Verde que surgiu nos anos 90 tenha tomado novo flego nos mares da sustentabilidade, que a palavra do momento. Importante ressaltar que o mundo est atento e as pessoas mais infor-madas. O CONAR, rgo que regula a propaganda no Brasil, recentemente lanou uma Norma que regulamenta a comunicao e o marketing sobre sustentabilidade. O Conselho Brasi-leiro para o Desenvolvimento Susten-tvel (CEBDS) publicou um manual completo sobre o tema. E at os relatrios gerenciais tem um padro internacional a ser seguido quando o tema a sustentabilidade, atravs da organizao GRI (Global Reporting Initiative). Nada mais se pode afirmar, portanto, sem uma prova inconteste da veracidade das informaes, da profundidade com que so tratadas ou do peso ou impacto que repre-sentam para a sociedade. Um deslize infelizmente frequente, no entanto, a realizao de aes de caridade isoladas, utilizadas como bandeira de pessoas e orga-nizaes que querem se promover no mercado, associando um perfil solidrio ou voluntrio imagem da empresa. Para evitar tal erro, a

    De repente, parece que o mundo inteiro acordou para as questes cruciais da sobrevivncia das esp-cies e do planeta, frente ao acele-rado progresso das sociedades e a voraz sangria dos recursos naturais e humanos. Apesar de soar como a exagerada declarao de alguma ONG ecologicamente correta, a afirmao uma clara observao das atuais tendncias de comportamento de pessoas e organizaes no mundo pr e ps Rio + 20.Nunca se viu tantos falando tanto de tantas coisas relacionadas susten-tabilidade, nas ruas, nas empresas, nas redes sociais. A cada dia um novo defensor do desenvolvimento susten-tvel levanta sua bandeira, seguido de milhares que entram na onda sem nem mesmo entender o por qu ou para que. preciso tomar muito cuidado com discursos fceis, propostas mirabo-lantes, slogans bonitos, aes isoladas ou palavras soltas e desencadeadas do elo que as faria fazer sentido na cadeia do desenvolvimento susten-

    Monica FernandesJornalista com ps graduao em Gesto de Negcios e Marketing e em Geren-ciamento de Projetos. Assessora de Comunicao da Unimed e responsvel pela implantao do Inventrio de Gases de Efeito Estufa, Pacto Global e Relatrio de Sustentabilidade pelo padro GRI(Global Reporting Initiative)

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    melhor dica no tirar proveito de imagem de aes que no tenham significncia ou continuidade sufi-cientes para que sejam consideradas como exemplo de desenvolvimento sustentvel. Mas afinal, o que ento a famosa Sustentabilidade?O conceito clssico diz que desen-volvimento sustentvel aquele que no compromete os recursos para as geraes futuras. Mas para entender sustentabilidade de fato, preciso ir muito alm isso. preciso conseguir enxergar elos invisveis que estabelecem milhares de conexes entre causas, aes e consequncias de coisas que nem sempre parecem ter relao, independente de onde esto e a quem envolvem. Algo como viso macro, sensibilidade e muito estudo podem apontar o caminho certo para entender a sustentabili-dade, incluindo sua complexa interli-gao entre clima, natureza, direitos humanos, educao das sociedades, misria dos povos, avanos tecno-lgicos, escassez de alimentos e de gua, extino de espcies, super explorao de recursos no reno-

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    vveis ou abundncia do lixo. A tarefa no fcil, mas bastante interessante e mais de 50 livros sobre o tema j foram publicados.Alcanado o entendimento, vem o mais importante: agir com respon-sabilidade, enfrentando todos os desafios da questo, com a seriedade q...