Análise Criminal

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    05-Oct-2015

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Texto sobre anlise criminal

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<ul><li><p>Seminrio de Apresentao de Trabalhos </p><p>de Concluso dos cursos de Ps-</p><p>Graduao em Gesto de Segurana </p><p>Pblica e em Inteligncia Criminal. </p><p>Curso de Ps-Graduao Lato Sensu </p><p>em Inteligncia Criminal </p><p>Florianpolis, 13 de maro de 2014. </p></li><li><p>Seminrio de Apresentao de Trabalhos de Concluso dos cursos </p><p>de Ps-Graduao em Gesto de Segurana Pblica e em </p><p>Inteligncia Criminal. </p><p>Esp. Willilam Cezar Sales dos Santos </p><p>Agente de Polcia Civil </p><p>willcss@gmail.com </p><p>Dra. Maria Helena Hoffmann </p><p>Orientadora </p><p>Anlise Criminal: Algumas </p><p>consideraes sobre os roubos na </p><p>Cidade de Florianpolis </p></li><li><p>Seminrio de Apresentao de Trabalhos de Concluso dos Cursos </p><p>de Ps-Graduao em Gesto de Segurana Pblicae em </p><p>Inteligncia Criminal. </p><p>Anlise Criminal: Algumas </p><p>consideraes sobre os roubos na </p><p>Cidade de Florianpolis </p></li><li><p>Anlise Criminal: Algumas consideraes sobre os roubos na Cidade de Florianpolis </p><p>SUMRIO </p><p>Anlise Criminal Brevssimo Histrico; </p><p>Dificuldades no Brasil para implementao; </p><p>Funes da Anlise Criminal; </p><p>Tipos de Anlise Criminal; </p><p>Operacionalizao; </p><p>Algumas consideraes sobre os roubos na Cidade de Florianpolis. </p><p>Seminrio de Apresentao de Trabalhos de Concluso dos Cursos de </p><p>Ps-Graduao em Gesto de Segurana Pblicae em Inteligncia </p><p>Criminal. </p></li><li><p> ... se no conheces a ti e nem a teu inimigo, sempre sereis derrotado... </p><p> ... se conheces a ti e no a teu inimigo, para cada vitria ters uma derrota... </p><p> ...se conheces a ti e a teu inimigo, no temereis o resultado de cem batalhas... </p><p>A Arte da Guerra </p><p>SUN TZU, Sc IV A.C. </p></li><li><p> ANLISE CRIMINAL BREVSSIMO HISTRICO </p><p> Sec. XVIII </p><p> Henry Fielding: </p><p> Sistematizao das informaes; </p><p> Sec. XIX </p><p> Robert Peel: </p><p> 1 - Modus Operandi; </p><p> 2 - Padres de Crimes; </p><p> 3 - Classificao de Criminosos; </p><p> 4 - Aplicao na Investigao Criminal; </p><p> Sec. XX </p><p> Sedimentao da AC nos EUA e no mundo. </p></li><li><p>ANLISE CRIMINAL </p><p>A Anlise Criminal, de forma geral no Brasil, um termo pouco utilizado nas atividades de Polcia. </p></li><li><p> A ausncia de uma cultura tcnica de Anlise Criminal </p><p> Escassez de dados vlidos e confiveis </p><p>Possveis Causas do atraso da Anlise Criminal </p><p>DANTAS, G. F. de L., &amp; SOUZA, N. G. de. (2004). As bases introdutrias da Anlise Criminal na Inteligncia Policial. Instituto Brasileiro de Cincias Criminais (IBCCRIM). </p></li><li><p> Ausncia de um sistema de dados agregados que d sustentao a Anlise Criminal </p><p>DANTAS, G. F. de L., &amp; SOUZA, N. G. de. (2004). As bases introdutrias da Anlise Criminal na Inteligncia Policial. Instituto Brasileiro de Cincias Criminais (IBCCRIM). </p><p>Possveis Causas do atraso da Anlise Criminal </p></li><li><p> ANLISE CRIMINAL DIFICULDADES </p><p> No existe uma CULTURA voltada para o aprofundamento do CONHECIMENTO da Anlise Criminal; </p><p> A Polcia TRABALHA de forma EMPRICA; </p></li><li><p> ANLISE CRIMINAL DIFICULDADES </p><p> A falta de conhecimento da importncia dessa ferramenta para a atividade policial; </p><p> A AUSNCIA de uma CULTURA DE PRODUO DE CONHECIMENTOS realizada atravs de pesquisa, estudo de padres e tendncias de fatos relacionados com a criminalidade. _ </p></li><li><p> ANLISE CRIMINAL NO BRASIL </p><p> ANLISE CRIMINAL: Funes </p><p>So funes da Anlise Criminal (Ferro, 2008): </p><p>Facilitar investigaes e ampliar a capacidade de viso dos crimes no seu contexto; </p><p> Auxiliar o desenvolvimento de planejamento estratgico e operacional, por meio de prognsticos e diagnsticos mais precisos; </p></li><li><p> NO BRASIL </p><p>ANLISE CRIMINAL: Funes </p><p>Possibilitar melhor distribuio do policiamento ostensivo e preventivo; </p><p> Direcionar operaes especiais de unidades tticas em pontos e zonas quentes de criminalidade (hot spots); </p></li><li><p> Podemos conceituar a Anlise Criminal como um </p><p>Conjunto de atividades de coleta, organizao e anlise de dados que buscam identificar padres com o objetivo de coibir o crime e/ou prender o criminoso._ </p></li><li><p> Tipos de Anlise Criminal </p><p>TTICA; </p><p> ESTRATGICA E </p><p> ADMINISTRATIVA </p></li><li><p> ANLISE CRIMINAL TTICA </p><p> um processo de produo de conhecimento que D SUPORTE S atividades operacionais de INVESTIGAO e POLICIAMENTO OSTENSIVO_. </p></li><li><p> ANLISE CRIMINAL TTICA </p><p>Anlise de Vnculos; </p></li><li><p> ANLISE CRIMINAL TTICA </p><p>Planejamentos para cumprimento: </p><p> Mandados de Busca e Apreenso e </p><p> Mandados de Priso; </p><p>Investigao/Policiamento ostensivo. </p></li><li><p> ANLISE CRIMINAL ESTRATGICA </p><p>Est voltada para a resoluo de potenciais problemas estruturais de segurana pblica de mdio e longo prazo. </p><p>Trabalha baseada em projees de cenrios, projees formuladas a partir de variaes dos indicadores de criminalidade. </p></li><li><p>PASSO PARA A ANLISE CRIMINAL Selecionar as fontes que sero utilizadas para a coleta de dados (fontes oficiais; no oficiais ou abertas); </p><p> Exemplos de fontes: </p><p> Registros de ocorrncias (BOs); </p><p> Inquritos Policiais; </p><p> Queixas; </p><p> Denncias; </p><p> Diligncias; </p><p> Relatrios; </p><p> Interrogatrios; </p><p>E outras fontes. Todas representam a memria coletiva da informao, e so capazes de oferecer suporte produo de conhecimento sobre pessoas (perfis); objetos; modus operandi; e suas diversas formas de correlaes. </p><p>ANLISE CRIMINAL: FONTES </p></li><li><p> Anlise Criminal: Dados EUA </p></li><li><p> Algumas consideraes sobre os roubos na cidade de Florianpolis </p></li><li><p>Fonte: DINI, Julho,2013 </p></li><li><p>ROUBO A TRANSEUNTE </p><p>51,18% </p><p>ROUBO EM COMRCIO </p><p>16,78% </p><p>ROUBO DE VECULO 14,25% </p><p>ROUBO EM RESIDNCIA </p><p>6,68% </p><p>ROUBO EM VECULO 5,52% </p><p>ROUBO EM TRANSPORTE </p><p>COLETIVO 3,76% </p><p>Fonte: DINI, Julho,2013 </p></li><li><p>Fonte: DINI, Julho, 2013 </p></li><li><p>Fonte: DINI, Julho, 2013 </p><p>0</p><p>50</p><p>100</p><p>150</p><p>200</p><p>250</p><p>300</p><p>00:00 - 03:59 04:00 - 07:59 08:00 - 11:59 12:00 - 15:59 16:00 - 19:59 20:00 - 23:59</p><p>ROUBOS EM FLORIANPOLIS - HORRIO </p><p>2011</p><p>2012</p><p>2013</p></li><li><p>Fonte: DINI, Julho, 2013 </p><p>0</p><p>20</p><p>40</p><p>60</p><p>80</p><p>100</p><p>120</p><p>140</p><p>00:00 - 03:59 04:00 - 07:59 08:00 - 11:59 12:00 - 15:59 16:00 - 19:59 20:00 - 23:59</p><p>ROUBO A TRANSEUNTE - HORRIO </p><p>201120122013</p></li><li><p>Fonte: DINI, Julho, 2013 </p><p>0</p><p>10</p><p>20</p><p>30</p><p>40</p><p>50</p><p>60</p><p>00:00 - 03:59 04:00 - 07:59 08:00 - 11:59 12:00 - 15:59 16:00 - 19:59 20:00 - 23:59</p><p>ROUBO DE VECULO - HORRIO </p><p>2011</p><p>2012</p><p>2013</p></li><li><p>Fonte: DINI, Julho, 2013 </p><p>0 50 100 150 200 250 300</p><p>CENTRO</p><p>CAPOEIRAS</p><p>INGLESES</p><p>TRINDADE</p><p>CANASVIEIRAS</p><p>COQUEIROS</p><p>RIO VERMELHO</p><p>ESTREITO</p><p>PANTANAL</p><p>JARDIM ATLNTICO</p><p>CAMPECHE</p><p>AGRONMICA</p><p>212 262 </p><p>243 </p><p>ROUBOS POR BAIRRO - FLORIANPOLIS </p><p>2013</p><p>2012</p><p>2011</p></li><li><p>Fonte: DINI, Julho, 2013 </p></li><li><p>Fonte: DINI, Julho, 2013 </p></li><li><p> Consideraes finais: 4.207 ocorrncias analisadas de crime de roubo, no perodo </p><p>compreendido entre Janeiro de 2011 a Julho de 2013; </p><p> Av. Paulo Fontes maior nmero de vitimizaes registradas; </p><p> Roubo a Transeunte responde por mais de 50% das ocorrncias; </p><p> Horrio de pico: das 20:00 as 23:59h; </p><p> Arma de fogo utilizada na grande maioria dos crimes de roubo. </p></li><li><p> Preveno o objeto maior da anlise criminal e deve ser o foco das instituies de Segurana Pblica. </p><p> No adianta somente reprimir o crime; necessrio estabelecer uma nova cultura de pensamento voltada pesquisa, criao e aplicao de novos mtodos e metodologias. </p></li><li><p> precisamos de mais </p><p>idias e mais pesquisas </p><p>sobre o que realmente </p><p>funciona, especialmente </p><p>sobre como a polcia </p><p>pode fazer diferena </p><p> William Bratton </p><p> http://www.ojp.usdoj.gov/nij/journals/257/chief-bratton.html </p><p>Willian Bratton Ex-Chefe de Polcia do Departamento de Polcia de Los Angeles http://archimedes.galilei.com/ stlcofcc/blogimages/bratton-lapd.jpg </p><p>http://www.ojp.usdoj.gov/nij/journals/257/chief-bratton.htmlhttp://www.ojp.usdoj.gov/nij/journals/257/chief-bratton.htmlhttp://www.ojp.usdoj.gov/nij/journals/257/chief-bratton.htmlhttp://archimedes.galilei.com/http://archimedes.galilei.com/http://archimedes.galilei.com/http://archimedes.galilei.com/http://archimedes.galilei.com/http://archimedes.galilei.com/http://archimedes.galilei.com/</p></li><li><p> Obrigado! Esp. </p><p>William Cezar Sales dos Santos </p><p> Agente </p><p>de Polcia Civil </p><p>willcss@gmail.com </p><p> Dra. </p><p>Maria Helena Hoffmann </p><p>Psicloga Policial </p><p>Orientadora </p></li></ul>