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ANESTESIA VENOSA

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    02-Jan-2016

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ANESTESIA VENOSA ESTÁGIOS ANESTÉSICOS 1951 Guedel - Estágio I – início analgesia e perda da consciência - Estágio II – fase de excitação - Estágio III - Anestesia…

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ANESTESIA VENOSA ESTÁGIOS ANESTÉSICOS 1951 Guedel - Estágio I – início analgesia e perda da consciência - Estágio II – fase de excitação - Estágio III - Anestesia Cirúrgica 10 plano 20 plano 30 plano 40 plano - Estágio IV – choque bulbar morte Barbitúricos Classificação a) ação ultra curta (10-30 min.) b) ação curta (30-120 min.) c) ação prolongada (6-12 horas) Barbitúricos Tiopental Sódico (Thionembutal) pH solução (2,5%) = 10,5 Início da ação – velocidade de injeção Término da ação (músculo--- gordura) Atravessa rapidamente barreira placentária (pico concent sanguínea fetal 2-3 min) AINE altas concentrações deslocam a ligação com PTNS plasmáticas (aspirina) Barbitúricos Tiopental Sódico (Thionembutal) Mecanismo de ação diminuem a possibilidade de liberação do GABA de seus receptores aumentando sua atividade (mantém canal Cl- aberto) Ação estabilizadora (aumentam o limiar a estimulação elétrica retardam o aumento na permeabilidade ao Na+) Barbitúricos Mecanismo de ação - se ligam aos receptores do GABA diminuindo a dissociação deste com seu receptor - diminuem os efeitos excitatórios do glutamato Barbitúricos SNC Sedação a hipnose Analgesia X Hiperalgesia- doses subclínicas (aumenta sensibilidade a dor somática) ou recuperação sobredoses Reduz fluxo sg (FSC), consumo cerebral de O2 (CMRO2), PIC e PIO Perfusão/ consumo O2 – aumentada – pacientes com isquemia cerebral Barbitúricos Cardiovasculares Aumento transitório da FC (estimulação reflexa simpática mediada por barorreceptores) Redução do DC – ação depressora direta/ diminuição do retorno venoso Barbitúricos Efeitos cardiovasculares - diminui PA - aumenta FC Barbitúricos Respiratórios Apnéia transitória Redução VT > FR Redução resposta hipercania Associação MPA (pós-operatório) Respiração fetal Barbitúricos FARMACOCINÉTICA ABSORÇÃO DISTRIBUIÇÃO (ligação PTNs Plasmáticas) BIOTRANSFORMAÇÃO EXCREÇÃO Barbitúricos Etomidato Introduzido em 1972 Base orgânica não ionizada em sol. aquosa pouco hidrossolúvel Potência 25 vezes superior ao tiopental Hidrolizada rapidamente em ácido carboxílico (inativo) + sítios extrahepáticos Eliminação 75% ligação às PTNS Características IC – mínimo efeito acumulativo Etomidato Mecanismo de Ação Hipnose Potencializa o efeito GABA sobre o receptor GABAA Etomidato SNC Similares aos efeitos dos barbitúricos Efeitos excitatórios reduzidos com MPA Mioclonias (movimentos musculares involuntários) Etomidato Cardiovasculares - Discreta redução da FC (MPA) - Diminui consumo O2 (MVO2) diminuição da RVP Etomidato Respiratórios Volume e FR Apnéia transitória Etomidato Outros Efeitos Não libera histamina Mioclonias, náusea e vômito e dor à injeção Insuficiência supra renal dose dependente e reversível 11-β-hidroxilase converte 11-deoxicortisol em cortisol * Causando redução do cortisol Etomidato Doses Cão e gato Indução com MPA 1-2 mg.Kg-1 sem MPA 2-3 mg.Kg-1 Uso de MPA Propofol Introduzido 1977 Ácido orgânico (pKa 11) Solução 1% (10% óleo de soja, 2,25% glicerol e 1,2% fosfato purificado de ovo)- diluição solução glicosada ou fisiológica Reduzido “context-sensitive half-time” “Clearance” de eliminação > fluxo hepático Propofol Mecanismo de Ação Potencialização da função GABA sobre a ativação do canal de Cl- Propofol SNC Depressão dose-dependente (SHORT; BUFALARI,1999) Potente efeito sobre GABAA ↓ metabolismo cerebral (THURMON et al.,1996) Diminui fluxo sg, consumo de O2 e aumenta RVcerebral Indução- contrações tônico-clônicas – sistema extrapiramidal Propofol Respiratórios Apnéia transitória Reduz Vt e f (BRAZ & CASTIGLIA, 2000) ↑PaCO2 e ↓ PaO2 Uso de MPA Propofol Cardiovasculares Diminui PAD PAS (20-30%) e PAM sem aumento compensatório da FC (SHORT & BUFALARI, 1999) Reduz DC e RVS (10-20%) e VS Vasodilatação venosa e arterial (reposição volume)- diminui pré e pós carga Propofol Cardiovasculares Alteração mínima da FC Rara incidência de arritmias cardíacas (WATKINS et al., 1987) Propofol Outros efeitos ↓ temperatura – diminuição da atividade metabólica e vasodilatação (venosa e arterial) (FANTONI, 2002) e hipotálamo opistótomo, pedalagem, tremores (QUANDT et al,.1998) WATKINS et al,.não observou alterações neuromusculares pós MPA Propofol Doses Cão e gato Indução Com MPA 3-4 mg.Kg-1 Sem MPA 6-8 mg.Kg-1 Manutenção Bolus- 0,5 a 2,0 mg.Kg-1 (THURMON et al., 1996) Infusão continua - 0,3 a 0,8 mg.Kg.min.-1 Propofol Outros efeitos Dor à injeção Anti-emético (quimioterapia) Não potencializa BNM ANESTESIA DISSOCIATIVA Anestesia Dissociativa Características Manutenção dos reflexos protetores Responsivo a som, luz e outros estímulos sensoriais Aumento do tônus muscular (movimento cabeça e pescoço) Analgesia somática x visceral (associações) Anestesia Dissociativa Mecanismo de Ação Estimulação seletiva do SNC Produz sedação, amnésia e analgesia Antagonimo em receptores NMDA Anestesia Dissociativa Farmacocinética Alta lipossolubilidade Rápido início e término de ação Metabolização hepática ( metabólito 1/3 de ação) 4% da dose inicial recuperado na urina Anestesia Dissociativa Efeitos cardiovasculares Aumento da freqüência cardíaca e aumento da PA – estimulação simpática (cardiomiopatia e hipertiroidismo) Anestesia Dissociativa Efeitos respiratórios Padrão apnêustico Volume corrente e freqüência respiratória podem estar diminuídas Broncodilatação Anestesia Dissociativa Efeitos SNC Aumento da fluxo sanguíneo cerebral e PIC Nistagmo e delírios ao despertar Anestesia Dissociativa Outros efeitos: Irritação tissular Sialorréia PIC (contra indicada em TCE) Efeitos oculares