Apostila 18º Encontro Espírita sobre a Gênese

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  • 18o Encontro Esprita sobre

    Captulo III "O Bem e o Mal

    Patrono: Franois-Marie

    (...) Entretanto, o mal existe e tem uma causa. (...) Deus s quer o Bem; somente do homem procede o Mal

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    Encontro Esprita sobre A Gnese

    O Bem e o Mal"

    Marie Gabriel Delanne

    , o mal existe e tem uma causa. (...) Deus s quer o Bem; somente do homem procede o Mal.

    (A Gnese, captulo III, itens 4 e 7.)

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    Coordenao Geral:

    Jane Sodr

    Coordenao Imediata:

    Lcia Turazzi

    Organizao de Contedo:

    Equipe do Encontro

    Diagramao e Finalizao:

    Setor Editorial do CELD

  • 18o Encontro Esprita sobre

    Queridos encontristas,

    Sejam todos bem-vindos ao 18Gnese. Este ano nosso Tema Central ser o intitulado: "O Bem e o Mal". Nosso Objetivo Principal :

    Compreender o Bem e o Mal L

    Abordaremos os seguintes

    Origem do Bem e do Mal

    O Instinto e a Inteligncia

    Destruio dos Seres Vivos uns pelos

    Bom Estudo!

    Grupo de Estudo do Encontro Esprita

    sobre A Gnese

    3

    Encontro Esprita sobre A Gnese

    8o Encontro Esprita sobre o livro A ema Central ser o captulo III da obra citada,

    Luz da Doutrina Esprita.

    Abordaremos os seguintes subtemas:

    Destruio dos Seres Vivos uns pelos Outros

    Grupo de Estudo do Encontro Esprita

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    18o Encontro Esprita sobre A Gnese

    Introduo

    A crena em um poder superior instintiva nos homens, por isso a

    encontramos, sob diferentes formas, em todas as pocas no mundo. Se hoje, com o grau de adiantamento intelectual a que os homens chegaram, eles ainda discutem sobre a natureza e os atributos desse poder, quanto mais imperfeitas deviam ser as suas noes a esse respeito no comeo da humanidade! (...)

    Quanto mais o homem se aproxima do estado natural, mais o instinto o domina como se pode verificar ainda entre os povos selvagens e brbaros dos nossos dias; o que mais o preocupa, ou melhor, o que exclusivamente o ocupa, a satisfao das necessidades materiais, porque outras ele no tem. (...) a alma tem sua infncia, sua adolescncia e sua virilidade, assim como o corpo humano; mas, para atingir a virilidade que a torna apta a compreender as coisas abstratas, quanto de evoluo ela deve realizar. Quanto de existncias lhe necessrio cumprir! (...)

    Durante muito tempo, o homem concebeu apenas o bem e o mal fsicos; o sentimento do bem moral e do mal moral marcou um adiantamento na inteligncia humana; somente ento o homem entreviu a espiritualidade, e compreendeu que o poder sobre-humano est fora do mundo visvel, e no nas coisas materiais. Esse foi o trabalho de algumas inteligncias de alta qualidade, mas que no puderam, no entanto, superar certos limites. (...)

    Como se via uma luta incessante entre o bem e o mal, e, frequentemente, o mal suplantar o bem; (...) chegou-se concluso de que existiam dois poderes rivais governando o mundo. Da nasceu a doutrina dos dois princpios: o do bem e o do mal (...)

    Como poderia ele compreender que o mal apenas um estado momentneo de onde pode surgir o bem, e que os males que o afligem devem conduzi-lo felicidade, ajudando-o no seu adiantamento?

    O duplo princpio do bem e do mal foi, durante muitos sculos e sob diferentes nomes, a base de todas as crenas religiosas.

    Os Atributos da Divindade so o ponto de partida, a base de todas as doutrinas religiosas; (...) Se a essncia ntima de Deus ainda um mistrio para a nossa inteligncia, ns, entretanto, o compreendemos melhor do que ele jamais foi compreendido, graas aos ensinamentos do Cristo. O Cristianismo, de acordo com a razo, nos ensina que: Deus nico, eterno, imutvel, imaterial, todo-poderoso, soberanamente justo e bom, infinito em todas as suas perfeies.

    (O Cu e o Inferno, captulo X, itens de 1 a 6.)

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    18o Encontro Esprita sobre A Gnese

    Tema I Origem do Bem e do Mal

    O Bem e o Mal

    629. Que definio se pode dar da moral?

    A moral a regra para bem se conduzir, isto , para a distino entre o bem e o mal. Ela est fundamentada na observncia da Lei de Deus. O homem procede bem, quando faz tudo intencionalmente para o bem de todos, porque, ento, cumpre a Lei de Deus.

    (O Livro dos Espritos, Terceira Parte: Leis Morais O Bem e o Mal.)

  • 18o Encontro Esprita sobre

    (1) Objetivos Especficos:

    Compreender sobre a origem do bem e do mal no processo de evoluo do esprito imortal

    Identificar as causas do mal

    Refletir sobre a relatividade do mal no processo de espiritualizao ser)

    135 Se o determinismo divino o do bem, criou o mal?

    (O Consolador

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    Encontro Esprita sobre A Gnese

    Compreender sobre a origem do bem e do mal no processo de

    Refletir sobre a relatividade do mal no processo de espiritualizao (do

    o determinismo divino o do bem, quem

    O Consolador, Emmanuel / F.C. Xavier.)

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    18o Encontro Esprita sobre A Gnese

    Item 2. Se o mal estivesse nas atribuies de um ser especial (...) de duas coisas, uma: ou esse ser seria igual a Deus, ou lhe seria inferior.

    Mal

    Um Ser especial

    = DEUS DEUS

    Duas potncias rivais Criado e subordinado a DEUS

    1a hiptese 2a hiptese

    Inconcilivel com a Negao da Bondade

    Organizao do Universo Divina

  • 18o Encontro Esprita sobre

    Item 4. Entretanto, o mal existe e tem uma causaespcies. Inicialmente h o mal fsico e o moralhomem pode evitar e os que so independentes da sua vontadeestes ltimos devem ser includos os flagelos naturais

    O homem, cujas faculdades so limitadas,abranger o conjunto dos desgnios do Criador. (...) Eis por que muitas vezes ele acha ser mau e injusto (desconhecimento)justo e admirvel (conhecimento), se conhecesse a objetivo e o resultado final.

    Faculdades

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    Objetivo? Resultado

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    632. O homem, estando sujeito ao erro, no pode enganardo bem e do mal e acreditar que faz o bem quando, na realidade, faz o mal?

    Jesus vos disse: vede o que querereis que vos fizessem, ou no vos fizessem: tudo se resume nisso. No vos

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    Encontro Esprita sobre A Gnese

    Entretanto, o mal existe e tem uma causa. O mal de vrias o mal fsico e o moral, depois os males que o

    homem pode evitar e os que so independentes da sua vontade. Entre os flagelos naturais.

    limitadas, no pode compreender nem o conjunto dos desgnios do Criador. (...) Eis por que muitas vezes

    (desconhecimento) aquilo que consideraria se conhecesse a sua causa, o seu

    Faculdades limitadas?

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    Causa?

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    Resultado final?

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    O homem, estando sujeito ao erro, no pode enganar-se na apreciao do bem e do mal e acreditar que faz o bem quando, na realidade, faz o mal?

    Jesus vos disse: vede o que querereis que vos fizessem, ou no vos fizessem: tudo se resume nisso. No vos enganareis.