Apresentação Ausubel 2012 convertido

  • Published on
    02-Aug-2015

  • View
    50

  • Download
    1

Embed Size (px)

Transcript

<p>Universidade Federal Fluminense Ps-Graduao Lato Sensu em Ensino de Cincias</p> <p>A TEORIA DE AUSUBEL NOS DOCUMENTOS OFICIAIS NACIONAISAna Carolina da Silva Braga Michelle Marchezan Faria de Mesquita Nathlia de Souza Abreu Vitor Pereira 2012</p> <p>AUSUBEL E SUA TEORIA</p> <p>BIOGRAFIA Nasceu em Nova York em 1918. Famlia judia. Cresceu insatisfeito com a educao recebida. Formao em Psiquitrica. MedicinaFonte: Fernandes (2011)</p> <p>TEORIA DE AUSUBEL Dedicao educao afim de melhorias. Sua teoria foi apresentada em 1963, enquanto o behaviorismo predominava. Prope a (cognitivista). aprendizagem significativa</p> <p>O fator isolado mais importante que influencia o aprendizado aquilo que o aprendiz j conhece.</p> <p>TEORIA DE AUSUBEL A aprendizagem significativa consiste em ampliar e reconfigurar ideias j existentes na estrutura mental e com isso ser capaz de relacionar e acessar novos contedos. Essa relao com conhecimento anterior na estrutura cognitiva chamado de subsunor.</p> <p>TEORIA DE AUSUBELC C S1</p> <p>C</p> <p>C</p> <p>C S2 Novo Conceito</p> <p>C</p> <p>C</p> <p>C Fonte: Rosa (2012).</p> <p>TEORIA DE AUSUBEL Mapas de conceito</p> <p>Fonte: Barros e Paulino (2011)</p> <p>TEORIA DE AUSUBEL A teoria de Ausubel leva em conta a histria do sujeito e ressalta o papel dos docentes no processo de aprendizagem.</p> <p>Condies para aprendizagem significativa</p> <p>Contedo escolar potencialmente significativo</p> <p>Estudante disposto a aprender</p> <p>TEORIA DE AUSUBELVantagens da Aprendizagem significativa</p> <p> Conhecimento adquirido retido e lembrado por mais tempo; Maior capacidade de aprender outros contedos de maneira mais fcil; Se esquecido, facilita a reaprendizagem.</p> <p>TEORIA DE AUSUBELAprendizagem mecnica Quando um contedo escolar no consegue ligarse a algo j conhecido. As novas informaes no interagem com conceitos relevantes existentes na estrutura cognitiva. O novo contedo armazenado isoladamente por meio de associaes arbitrrias na estrutura cognitiva. O conhecimento no tem onde se ancorar.</p> <p>TEORIA DE AUSUBELC C C</p> <p>C</p> <p>C</p> <p>C C Novo Conceito</p> <p>C</p> <p>C</p> <p>C Fonte: Rosa (2012).</p> <p>TEORIA DE AUSUBELA aprendizagem mecnica no pode ser totalmente desconsiderada Novos conhecimentos so armazenados mecanicamente para posterior transformao em significativo.</p> <p>Relaes entre Ausubel e a Lei de Diretrizes e Bases da Educao Nacional (Lei 9.394/96)</p> <p>AUSUBEL E A LDB A Lei de Diretrizes e Bases da Educao Nacional ressalta a importncia do aluno ser levado a interagir com a cincia e a tecnologia, tendo a oportunidade de desenvolver um conhecimento dentro de seu cotidiano sociocultural. Para Ausubel O fator isolado mais importante queinfluencia o aprendizado aquilo que o aprendiz j conhece.</p> <p>AUSUBEL E A LDB Os contedos de Ensino, de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educao Nacional desenvolvidos atravs de uma Aprendizagem Significativa, no contexto scio educacional do aluno, estabelecem relaes, caractersticas, aplicabilidade e funcionalidade no mbito de seu cotidiano. Partindo-se do conhecimento cognitivo para a contextualizao, o aprendiz constri e reconstri conceitos que, atravs da aplicao em situaesproblema, so relacionados a situao na qual ele se encontra.</p> <p>AUSUBEL E A LDB Pereira (2008) coloca que o cognitivismo de Ausubel encaminha para o ato de construir significados ao nvel da conscincia. A mesma afirma que uma forma de ensino eficiente um processo de ensino-aprendizagem comprometido com a possibilidade de recuperar no aluno o esprito crtico, investigador, interessado em adquirir conhecimentos que viessem a favorecer o aprendizado.</p> <p>AUSUBEL E A LDB Para tal, faz-se necessrio aplicar no ensino princpios da educao contidos na LDB, como: a liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte o saber.</p> <p>AUSUBEL E A LDB possvel observar aproximaes entre a LDB e os pensamentos de Ausubel. O artigo 1 coloca que: A educao abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivncia humana, no trabalho, nas instituies de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizaes da sociedade civil e nas manifestaes culturais. No artigo 13 colocado que: Um dos papis dos docentes zelar pela aprendizagem dos alunos.</p> <p>AUSUBEL E A LDB O artigo 35:</p> <p> O ensino mdio, etapa final da educao bsica, com durao mnima de trs anos, ter como finalidades: I - a consolidao e o aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no ensino fundamental, possibilitando o prosseguimento de estudos; Art. 36. O currculo do ensino mdio observar o disposto na Seo I deste Captulo e as seguintes diretrizes: II - adotar metodologias de ensino e de avaliao que estimulem a iniciativa dos estudantes;</p> <p>AUSUBEL NAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA O ENSINO FUNDAMENTAL</p> <p>AUSUBEL NAS DCNS RESOLUO CEB N 2, DE 7 DE ABRIL DE 1998</p> <p> Art 3 : III - As escolas devero reconhecer que as aprendizagens so constitudas pela interao dos processos de conhecimento com os de linguagem e os afetivos, em consequncia das relaes entre as distintas identidades dos vrios participantes do contexto escolarizado; as diversas experincias de vida de alunos, professores e demais participantes do ambiente escolar, expressas atravs de mltiplas formas de dilogo, devem contribuir para a constituio de identidade afirmativas, persistentes e capazes de protagonizar aes autnomas e solidrias em relao a conhecimentos e valores indispensveis vida cidad.</p> <p>AUSUBEL NAS DCNS V - As escolas devero explicitar em suas propostas curriculares processos de ensino voltados para as relaes com sua comunidade local, regional e planetria, visando interao entre a educao fundamental e a vida cidad; os alunos, ao aprenderem os conhecimentos e valores da base nacional comum e da parte diversificada, estaro tambm constituindo sua identidade como cidados, capazes de serem protagonistas de aes responsveis, solidrias e autnomas em relao a si prprios, s suas famlias e s comunidades. (BRASIL, 1998, p.1) Conhecimento prvio dos alunos, como fruto de sua cultura, experincia de vida e suas observaes, Importncia do papel de professor como mediador no processo de ensinoaprendizagem.</p> <p>AUSUBEL NAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA O ENSINO MDIO</p> <p>AUSUBEL NAS DCNS RESOLUO CEB N 3, DE 26 DE JUNHO DE 1998 Art. 9:I - na situao de ensino e aprendizagem, o conhecimento transposto da situao em que foi criado, inventado ou produzido, e por causa desta transposio didtica deve ser relacionado com a prtica ou a</p> <p>experincia do aluno a fim de adquirir significado;III - a aplicao de conhecimentos constitudos na escola s situaes da vida cotidiana e da experincia espontnea permite seu entendimento, crtica e reviso. (BRASIL, 1998b, p.4)</p> <p>AUSUBEL NOS PARMETROS CURRICULARES NACIONAIS (PCNs)</p> <p>AUSUBEL NOS PCNS CINCIAS NATURAIS Conhecimentos em funo de sua importncia social, de seu significado para os alunos e de sua relevncia cientfico-tecnolgica. necessrio favorecer o desenvolvimento de postura reflexivae investigativa, de no aceitao, a priori, de ideias e informaes, assim como a percepo dos limites das explicaes, inclusive dos modelos cientficos, colaborando para a construo da autonomia de pensamento e de ao. (PCN, 1998) Contrrio memorizao: definies e classificaes sem sentido para o aluno.</p> <p>AUSUBEL NOS PCNS CINCIAS NATURAIS Quando h aprendizagem significativa, a memorizao de contedos debatidos e compreendidos pelo estudante completamente diferente daquela que se reduz mera repetio automtica de textos cobrada em situao de prova. (PCN, 1998)</p> <p>AUSUBEL NOS PCNS CINCIAS NATURAIS Dificuldades para o aluno: divergncias com o senso comum.Ex.: Caminho do Sol em direo ao horizonte O Sol gira em torno da Terra ou a Terra gira em torno do Sol?</p> <p>AUSUBEL NOS PCNS CINCIAS NATURAIS Situar o aluno neste confronto necessrio, mas no costuma ser simples romper com conhecimentos intuitivos.</p> <p>AUSUBEL NOS PCNS CINCIAS NATURAIS Mobilizao de conhecimentos adquiridosvivncia e cultura</p> <p>Escola</p> <p>Aprendizagem significativa Observaes, problematizaes, experimentao, jogos, diferentes fontes de informao.</p> <p>AUSUBEL NOS PCNS CINCIAS NATURAIS</p> <p> essencial considerar o desenvolvimento cognitivo dos estudantes, relacionado a suas experincias, sua idade, sua identidade cultural e social, e os diferentes significados e valores que as Cincias Naturais podem ter para eles, para que a aprendizagem seja significativa.</p> <p>AUSUBEL NOS PCNS CINCIAS NATURAIS Contexto social e cultural</p> <p> Temas</p> <p>flexveis:</p> <p>curiosidade</p> <p>e</p> <p>dvidas.</p> <p>Predisposio para aprender (MOREIRA, 2003) Contedos : rede de significados</p> <p>AUSUBEL NOS PCNS CINCIAS NATURAIS Dizer que o aluno sujeito de sua aprendizagem significa afirmar que dele o movimento de ressignificar o mundo, isto , de construir explicaes, mediado pela interao com o professor e outros estudantes e pelos instrumentos culturais prprios do conhecimento cientfico. Mas esse movimento no espontneo; construdo com a interveno fundamental do professor.</p> <p>AUSUBEL NOS PCNS CINCIAS NATURAIS Professor mediador: dilogo entre os conhecimentos prvios dos estudantes e os desafios e novos conceitos.O papel da interao professor aluno, sem dvida importante, para que, a partir dos subsunores que o aluno possui, construir novos subsunores ou modificar os velhos. A aprendizagem dinmica, pois ela uma interao entre aluno e professor, a partir do conhecimento prvio que o aluno tem. (MEES, 2012).</p> <p>AUSUBEL NOS PCNS CINCIAS NATURAIS Definies: ponto de chegada Primeiros ciclos: explicao de fatos e fenmenos; atividades ldicas Ciclos finais: sistematizao Domnio de conceitos. Avaliao se inicia com a apresentao dos conhecimentos prvios.</p> <p>AUSUBEL NOS PCNS CINCIAS DA NATUREZA, MATEMTICA E SUAS TECNOLOGIAS Segundo os objetivos do Ensino Mdio em cada rea do conhecimento devem envolver, o desenvolvimento de conhecimentos prticos, contextualizados, que respondam s necessidades da vida contempornea, e o desenvolvimento de conhecimentos mais amplos e abstratos, que correspondam a uma cultura geral e uma viso de mundo (PCNEM, P.6). O aprendizado disciplinar em biologia, um todo articulado e inseparvel das demais cincias (P.9)</p> <p>AUSUBEL NOS PCNS CINCIAS DA NATUREZA, MATEMTICA E SUAS TECNOLOGIAS Segundo Ausubel, toda aprendizagem deve ser significativa, isto , que o estudante relacione a nova informao a ser aprendida com o que j sabe, dandolhe um lugar dentro de um todo mais amplo. S assim, o estudante seria capaz de aplicar o que foi aprendido em determinada situao a uma variedade de situaes semelhantes. De acordo com o PCN do Ensino Mdio, o aluno deve desenvolver a capacidade de raciocnio e compreender e usar cincia como elemento de interpretao e interveno no mundo.</p> <p>AUSUBEL NOS PCNS CINCIAS DA NATUREZA, MATEMTICA E SUAS TECNOLOGIAS A realidade torna-se conhecida quando se interage com ela, modificando-a fsica e/ou mentalmente. A atividade de interao permite interpretar a realidade e construir significados, permite tambm construir novas possibilidades de ao e de conhecimento.</p> <p>- Quanto mais significativo for o contedo aprendido, mais rpido ser o processo de aprendizagem e quanto mais significativa for a aprendizagem, mais duradoura ser a reteno na memria (Ausubel, 1980).</p> <p>Aprendizagem significativa nos contedos de Biologia O aluno de biologia deve ser capacitado para julgar as intervenes do homem no meio ambiente e o aproveitamento de recursos naturais.- Para que o conhecimento passe a fazer parte efetivamente da rede conceitual do aprendiz, necessrio que o estudante seja um sujeito ativo de sua aprendizagem, isto , ele deve ser um agente na construo do seu conhecimento e no apenas receber as informaes transmitidas pelo professor durante as aulas. O novo conceito dever ser incorporado na rede conceitual do estudante e, para que isso ocorra, torna-se fundamental que ele encontre significado nesse conceito.</p> <p> Ex.: O que meio ambiente? O que so recursos naturais?</p> <p>AUSUBEL NOS PCNS CINCIAS DA NATUREZA, MATEMTICA E SUAS TECNOLOGIAS A ideia central que permeia o ensino em biologia a do equilbrio dinmico da vida, com as permanentes interaes entre os seres vivos e os demais elementos do ambiente.</p> <p>- Para que a aprendizagem seja significativa, o aluno deveser capaz de estabelecer relaes entre os contedos escolares e os conhecimentos previamente construdos, que atendam s expectativas, intenes e propsitos de aprendizagem do aluno.</p> <p>AUSUBEL NOS PCNS CINCIAS DA NATUREZA, MATEMTICA E SUAS TECNOLOGIAS preciso sempre considerar a realidade do aluno e da escola, e evitar sugerir novas disciplinas ou complicar o trabalho das j existentes at porque esse tipo de aprendizado no se desenvolve necessariamente em situaes de aula, mas sobretudo em outras prticas.</p> <p>(PCN +, 2002)</p> <p>Aprendizagem significativa nos contedos de Biologia Segundo Amabis (2001), o aprendizado ocorre medida que tentamos resolver os problemas que surgem, ou seja, no diaa-dia o problema aparece primeiro. A vida a soluo de problemas e descoberta de novos fatos, de novas possibilidades, por meio da experimentao de possibilidades concebidas na nossa imaginao. Na perspectiva da aprendizagem significativa de Ausubel o estudante um sujeito que est atribuindo sentidos e significados ao mundo e aos objetos que os cercam.</p> <p>Concluso A teoria da Aprendizagem Significativa de Ausubel enfatiza o papel do professor como mediador do processo de aprendizagem; O aprendizado baseado no conhecimento prvio dos alunos como a forma de trazer significado ao contedo abordado; Cabe ao professor ser mediador do processo de aprendizagem, permitindo que esses estudantes construam seus conhecimentos e, dessa forma, sejam capazes de decifrar e ressignificar o mundo.</p> <p>RefernciasAMABIS, J. M. A Revoluo na Gentica: Um tema para a escola secundria? In. Encontro sobre temas de Gentica e melhoramento, 18, 2001, Piracicaba. Anais. Piracicaba: USP, 2001. p. 7-10 BARROS, C.; PAULINO, W. Cincias. Os seres vivos. Editora tica. So Paulo: 2011. 256p. BRASIL. Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educao Nacional. Dirio Oficial da Unio. Braslia, DF, v. 134, n. 248, p. 27833-841, 23 dez. 1996. BRASIL. Ministrio da Educao e do Desporto. Conselho Nacional de Educao. Cmara da Educao Bsica. Resoluo n. 2, de 7 abril de 1998. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental. Dirio Oficial da Unio. Braslia, DF, 15 abr. 1998 a. BRASIL. Ministrio da Educao e do Desporto. Conselho Nacional de Educao. Cmara da Educao Bsica. Resoluo n. 4, de 24 de Junho de 1998. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Mdio. Dirio Oficial da Unio. Braslia,DF, 5 ago 1998b. BRASIL. Ministrio da Educao e do Desporto. Secretaria de Educao Fundamental. Parmetros curriculares nacionais terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: Cincias Naturais. Braslia, DF: MEC/SEF, 1998c. BRASIL. Ministrio da Educao e do Desporto. Secretaria de Educao Fundamental. Parmetros curriculares nacionais para o Ensino Mdio: Cincias da Natureza, Mate...</p>