Artigo DILMA PRESIDENTE - ?· Dilma Vana Rousseff foi eleita Tribuna Bancária nº 1164 de 1º a 6 de…

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    a c e s s e :

    www.bancariosce.org.br

    Programa Rdio Bancrios

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    A fora da mulher

    Tudo muito, mas muito difcil para uma mulher. Como para um negro, um indgena, um catador de material reciclvel, um morador de rua. Primeiro, elas precisam provar que so gente, que tm a mesma inteligncia e capacidade que o homem, e que no so rivais, mas parceiras. Segundo, quando chegam a algum espao, cargo ou posio relevante, vem logo a cobrana, diferente da feita para o homem: Mas como? J est h tanto tempo no governo e ainda no fez nada? S podia ser mulher, sem capacidade e sem experincia! Mulher mesmo desastrada. Tem que botar um ho-mem no lugar. Terceiro, se o seu lugar histrico na cozinha, no e do lar, como podem elas hoje serem mdicas, engenheiras, pedreiras, metalrgicas, motoristas, e agora, at presidentas!

    Em 2010, terceiro milnio, mui-tos espaos ainda esto vedados para as mulheres. No mximo, sua profi sso ser professora: ganha pouco e tem a pacincia necessria. Quando esto em empregos ou funes iguais ao homem, seus salrios continuam menores. Seu esforo para mostrar competncia tem que ser duplo ou triplo.

    As mulheres brasileiras s puderam votar em 1934, h menos de oitenta anos, portanto. Pobres e trabalhadores sempre serviram de bucha de canho das elites de pensamento europeu e cabea norte-americana. Ser escravo (ainda hoje, muitas vezes) fazia (faz, na prtica) parte da rotina de casa. A mulher negra servidora da patroa. A Universidade at h pouco era para poucos e bem situados na vida. O presidente Lula vem dizendo que uma das coisas mais importan-tes de seu governo o fato de os humilhados e ofendidos histricos deste Pas terem recuperado ou conquistado sua auto-estima.

    Pedro Tierra escreveu, no po-ema Os Filhos da Paixo: "Hoje, temos uma cara. Uma voz. Bandei-ras./ Temos sonhos organizados./ Queremos um pas onde no se matem as crianas/ que escaparam do frio, da fome, da cola de sapa-teiro./ Onde os fi lhos da margem tenha direito terra,/ ao trabalho, ao po, ao canto, dana,/ s histrias que povoam nossa imaginao, s razes da nossa alegria".

    A forma de Lula governar diferente. O Brasil que queremos no fala fi no com Washington e nem grosso com Bolvia e Paraguai. Por isso, ouvido e respeitado no mundo. Nunca antes na Histria desse pas houve algo assim".

    E as palavras da fi lsofa Mari-lena Chau: "A minha gerao viu um negro na presidncia da frica do Sul, um ndio na presidncia da Bolvia, um negro presidente dos Estados Unidos, um operrio diri-gindo o Brasil e ver uma mulher presidir o nosso Pas". Se assim , assim ser.

    Selvino Heck Membro da Coordenao Nacional do

    Movimento F e Poltica

    DILMA PRESIDENTE

    AGRADEO MUITO ESPECIALMENTE E COM EMOO AO PRESIDENTE LULA, TER A HONRA DO SEU APOIO, O PRIVILGIO DA SUA CONVIVNCIA. CONVIVER

    DIARIAMENTE COM ELE ME DEU A EXATA DIMENSO DO GOVERNANTE JUSTO E DO LDER APAIXONADO POR SEU PAS E SUA GENTE. A ALEGRIA QUE EU SINTO PELA MINHA VITRIA SE MISTURA COM A EMOO DA SUA DESPEDIDA. SEI QUE UM

    LDER COMO O LULA NUNCA ESTAR DISTANTE DE SEU POVO

    VITRIA DA CLASSE TRABALHADORA E DO

    PROJETO DEMOCRTICO

  • Home Page: www.bancariosce.org.brEndereo Eletrnico: bancariosce@bancariosce.o rg .b r

    Telefone geral : (85) 3252 4266 Fax: (85) 3226 9194Tribuna Bancria: imprensa@bancariosce.org.br (85) 3231 4500 Fax: (85) 3253 3996

    Rua 24 de Maio, 1289 - 60020.001 Fortaleza CearPresidente: Carlos Eduardo Bezerra Diretor de Imprensa: Tomaz de Aquino

    Jornalista Resp: Lucia Estrela CE00580JP Reprter: Sandra Jacinto CE01683JPEstagirios: Anderson Lima e Renata de Lima Diagramao: Normando Ribeiro CE00043DG

    Impresso: Expresso Grfi ca Tiragem: 11.500 exemplares

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    DICA CULTURAL

    BANCRIOS

    JURDICO

    Em cartaz desde o dia 3/9, no Espao Cultural da Universiddade de Fortaleza, a exposio Burle Marx oferece ao pblico uma cole-tnea de 79 obras do paisagista. Os visitantes podero ver os trabalhos de Burle Marx nas mais variadas tcnicas: esculturas, tapearias, projetos de jias, painis cermicos, gravuras.

    Na mostra h dois ambientes. Em um, esto reunidos trabalhos de perodos diferentes. No outro est a obra Paisagem Monumental, trabalho em que Burle Marx tenta unir pintura paisagem.

    Burle Marx em exposio na Unifor

    Quem desejar visitar a expo-sio, o Espao Cultural Unifor est aberto, de tera sexta, de 10h s 20h e aos sbados e do-mingos das 10h s 18h. A entrada gratuita. A exposio segue at 12 de dezembro. Para os visitan-tes individuais, o espao cultural Unifor dispe de monitores para o acompanhamento.

    O Sindicato dos Banc-rios do Cear realizou du-rante o dia 27/10 um Dia de Luta em Defesa dos Bancos Pblicos Federais e Contra a Privatizao. Os bancrios se concentraram pela manh no corao de Fortaleza, a Praa do Ferreira, em frente ao edifcio da Caixa Econ-mica Federal. No final da noite, a movimentao acon-teceu num dos principais cruzamentos do Centro da capital, em frente a unidade do Banco do Brasil da Praa do Carmo.

    Os diretores da entidade foram unnimes em enfatizar a importncia do Banco do Brasil e da Caixa Econmica para o desenvolvimento do Nordeste e do Brasil e res-saltaram a necessidade da defesa dessas instituies como patrimnio da Nao e dos brasileiros.

    Para a diretora do Sindi-cato e empregada da Caixa, Elvira Madeira, a Caixa Eco-nmica o principal agente das polticas pblicas do governo federal. Ela lembrou que a Caixa quem tem o menor juro e ajuda com in-vestimentos no saneamento e infraestrutura. A diretora lembrou que a pedido do governo federal, foi a Caixa Econmica que ajudou as vtimas das enchentes no Sul e no Sudeste.

    Carlos Eduardo Bezerra, presidente do Sindicato dos Bancrios do Cear e fun-cionrio do Banco do Brasil, afirmou que os bancrios no lutam apenas em defesa dos bancos pblicos, mas tambm contra o retrocesso do projeto neoliberal que queria vender as instituies financeiras pblicas do Pas. A Caixa e o BB tm o papel de garantir o financiamento dos projetos sociais e que um dos objetivos tambm aumentar o horrio de atendimento populao. Temos que continuar lutando pelo fortalecimento desses bancos como principais fo-mentadores do crescimento do Brasil, concluiu.

    Sindicato do Cear mobiliza bancrios em defesa dos

    bancos pblicos

    Centrais sindicais, diversos sindicatos, movimentos populares e parlamentares estiveram juntos no ltimo dia 28/10, na Praa Murilo Borges, em frente ao BNB/Centro, numa grande manifestao em defesa das estatais e contra as privatizaes. Os discursos foram unnimes em enfatizar que o fortalecimento das estatais s foi possvel graas ao projeto de governo em vigncia no Pas atualmente.

    Participaram da atividade diversos diretores do Sindicato dos Bancrios do Cear, alm de parlamen-tares como o senador eleito Jos Pimentel (ex-diretor

    Entidades sindicais e movimentos populares se unem em defesa das estatais e contra a privatizao

    do SEEB/CE), o senador Incio Arruda, o deputado federal Jos Guimares, o deputado estadual Nelson Martins (ex-presidente da entidade), os presidentes da CUT e da CTB, respectivamente, Jernimo do Nascimento e Jadson Sarto e o presidente do BNB, Roberto Smith, acompanhado de vrios superinten-dentes do Banco.

    Smith ressaltou em sua fala a importncia do BNB para o desenvolvimento da regio e destacou que o fortalecimento do Banco depende da continuidade do projeto de governo atual.

    No fi nal dos anos 1990 e incio de 2000, reajustes dos bancrios mal cobriam infl ao. O crescimento do Pas e o fortalecimento da econo-mia trouxeram ganhos importantes para os trabalhadores. A massa salarial cresceu 42% desde 2003. No caso da categoria bancria esse aumento notvel. Os empregados de bancos pblicos e privados, durante toda a era FHC tiveram reajustes salariais igual infl ao ou at inferiores a ela.

    Desde 2003, os bancos pblicos passaram a negociar diretamente com os sindicatos, o que no acon-tecia antes. Nesse ambiente mais democrtico, os trabalhadores reto-maram o direito de lutar, fazer greve e conquistaram negociaes mais efetivas. Foi tambm o perodo em

    Salrios cresceram nos ltimos anosque os bancrios se uniram em torno da Campanha Nacional Unifi cada em que questes gerais, como reajuste salarial, passaram a ser debatidas com a federao dos bancos, e as especfi cas diretamente com as di-rees dos bancos pblicos.

    Com isso, durante o governo Lula, os aumentos reais de salrios j somaram 16,67%. O piso aumen-tou 26,26% acima da infl ao nos ltimos sete anos. Foi durante o governo Lula que os trabalhadores retomaram suas conquistas. Com mais empregos, houve mais mobi-lizao e organizao, os salrios cresceram, o consumo aumentou, a produo foi fortalecida. Vrios estudos demonstram que a economia interna foi favorecida pelo crescimen-to dos salrios.

    Sindicato solicita documentos para ao do anunio do Banco do Brasil

    SERVIO:Exposio Burle Marx,

    Universidade de Fortaleza, Av Washington Soares, 1231, Edson Queiroz. Contato (85) 3477-3319.

    O Sindicato dos Bancrios do Cear ajuizou ao de anunio do Banco do Brasil que levou aos autos do processo documentao incompleta. Para fazer os clculos de forma fi dedigna, o Sindicato dos Bancrios solicita que os bancrios constantes na relao de subs-titudos mandem para o Jurdico da entidade a variao salarial do perodo de agosto de 1998 at a data de afastamento/aposentadoria (para quem no est no banco) ou

    at a data da implantao (para quem est ativo).

    O Jurdico do Sindicato ressalta que, se houver perodo de suspen-so ou interrupo do contrato de trabalho, que importe na contagem do nmero de anunio, deve ser informad