As Sete Leis Para o Sucesso - Deepak Chopra

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    27-Nov-2015

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<ul><li><p>as sete leis para o sucesso</p><p>deepak chopra</p><p>ndice</p><p>agradecimentos</p><p>introduo</p><p>1. a lei da potencialidade pura</p><p>2. a lei da ddiva</p><p>3. a lei do karma ou da causa-efeito</p><p>4. a lei do menor esforo</p><p>5. a lei da inteno e do desejo</p><p>6. a lei do desprendimento</p><p>7. a lei do dharma ou da finalidade da vida</p><p>sumrio e concluso</p><p>acerca do autor</p><p>agradecimentos</p><p>gostaria de exprimir a minha gratido e amizade s seguintes pessoas:janet milis por ter acalentado este livro desde a sua concepo at aoseu acabamento. rita chopra, mallika chopra e gautama chopra porconstiturem a expresso viva das sete leis espirituais. ray chambers,gayle rose, adrianna nienow, david simon, george harrison, oliviaharrison, naomi judd, demi moore e alice walton pela coragem eempenhamento que mostraram no que respeita a esta viso inovadora,inspiradora, sublime, nobre e transformadora das nossas vidas. rogercabriel, brent becvar, rose bueno-murphy e toda a gente do sharpcenter for mnd-body medicine pelos encorajadores exemplos dados aosnossos convidados e doentes. deepak singli, geeta singh e toda aminha equipa das edies quantum pela suas incans veis energias ededicao. muriell nellis pelo seu inabalvel propsito de manter omais elevado nvel de integridade em todos os projectos. richard perlpor ter constitudo um to excelente exemplo de auto-referncia.arielle ford pela sua inabalvel f no autoconhecimento e pelo seuempenho em transformar as vidas de tantas pessoas. e bill elkus pela</p></li><li><p>sua compreenso e amizade.</p><p>introduo</p><p>embora este livro se intitule as sete leis espirituais do sucesso,tambm se poderia chamar as sete leis espirituais da vida, porque setrata aqui dos mesmos princpios que a natureza aplica para criar tudoo que faz parte da existncia material - tudo o que podemos ver, ouvir,cheirar, saborear ou tocar. no meu livro como alcanar prosperidade: aconscincia da riqueza no campo de todas as possibilidades, estabelecios passos para alcanar a conscincia da riqueza, baseando-nos numverdadeiro conhecimento dos movimentos da natureza. as sete leisespirituais do sucesso constituem a essncia dessa aprendizagem.quando essa sabedoria se incorpora na nossa conscincia, d-nos acapacidade de criar uma riqueza ilimitada com um mnimo de esforo epermite-nos realizar com xito todos os nossos projectos. o sucesso navida poderia definir-se como a constante expanso da felicidade e aprogressiva realizao de objectivos meritrios. o sucesso consiste nacapacidade de realizarmos os nossos desejos com um mnimo de esforo.e, no entanto, o sucesso, incluindo a criao de riqueza, foi sempreconsiderado um processo que exige um trabalho rduo e muitas vezespensa-se que ele s se alcana custa dos outros. necessitamos de umaabordagem mais espiritual do sucesso e da prosperidade, que consiste nofluxo abundante de todas as coisas boas para ns. com a sabedoria e aprtica da lei espiritual, colocamo-nos em harmonia com a natureza esomos capazes de criar com despreocupao, alegria e amor. h muitosaspectos do sucesso; a riqueza material constitui apenas umacomponente. para alm disso, o sucesso consiste numa viagem, noconstitui um destino. acontece que a abundncia material, em todas assuas formas de expresso, constitui uma das coisas que torna a viagemmais agradvel. mas o sucesso tambm requer uma boa sade, energia eentusiasmo pela vida, fazer amizades, liberdade criativa, estabilidadeemocional e psicolgica, sensao de bem-estar e paz de esprito.mesmo possuindo a experincia de todas estas coisas, no nossentiremos realizados, se no acalentarmos dentro de ns as sementesda divindade. na realidade, somos feitos de divindade, emboraencoberta, e os deuses e deusas em embrio, que se encontram dentro dens, procuram materializar-se plenamente. o verdadeiro sucessoconsiste, portanto, na experincia do miraculoso. consiste nodesdobramento da divindade dentro de ns. constitui a percepo dadivindade para onde quer que vamos, em tudo aquilo que observamos -nos olhos de uma criana, na beleza de uma flor, no vo de uma ave.quando comearmos a entender a nossa vida como a miraculosa expressoda divindade - no ocasionalmente, mas sempre - ento compreenderemoso verdadeiro significado do sucesso. antes de definirmos as sete leisespirituais, vamos comear por perceber o conceito de lei. a leiconsiste no processo pelo qual o no-manifesto se torna manifesto;constitui o processo pelo qual o observador se torna no observado;constitui o processo pelo qual aquele que v se transforma naquilo que visto; consiste no processo pelo qual o sonhador manifesta o sonho.toda a criao, tudo o que existe no mundo fsico, constitui o</p></li><li><p>resultado do no-manifesto transformando-se a si prprio em manifesto.tudo aquilo que observamos provm do desconhecido. o nosso corpofsico, o nosso universo fsico - tudo e qualquer coisa de que nosapercebamos atravs dos sentidos - consiste na transformao do no-manifesto, do desconhecido e do invisvel em manifesto, conhecido evisvel. o universo fsico no mais do que o eu voltando-se para siprprio para se realizar a si prprio como alma, esprito e matriafsica. a conscincia em movimento exprime-se sob a forma dos objectosdo universo na eterna dana da vida. a fonte de toda a criao adivindade (ou a alma); o processo da criao consiste na divindade emmovimento (ou o esprito); e o objecto da criao consiste no universofsico (que inclui o corpo fsico). estes trs componentes darealidade - alma, esprito e corpo, ou observador, processo deobservao e observado - constituem essencialmente a mesma coisa.todos provm do mesmo local: o campo da potencialidade pura, quepertence ao campo do no-manifesto puro. na verdade, as leis fsicasdo universo constituem todo este processo da divindade em movimento,ou da conscincia em movimento. quando compreendemos estas leis e asaplicamos nas nossas vidas, podemos criar tudo o que quisermos, porqueas leis que a natureza aplica para criar uma floresta, uma galxia,uma estrela, ou um corpo humano, so as mesmas que nos podem trazer arealizao dos nossos mais profundos desejos. agora vamos passar paraas sete leis espirituais do sucesso e ver como as podemos aplicar nasnossas vidas.</p><p>a lei da potencialidade pura</p><p> a lei da potencialidade a fonte de toda a criao queconsiste na conscincia pura. ou seja, a potencialidade puraprocurando exprimir o no-manifesto atravs do manifesto e, quandopercebemos que o nosso verdadeiro eu potencialidade pura, aliamo-nosao poder que manifesta tudo no universo. no princpio no haviaexistncia nem no-existncia, todo este mundo era feito de energiano-manifesta... o uno respirava, sem movimentos, atravs do seuprprio poder nada mais havia... hino da criao, rig veda aprimeira lei espiritual do sucesso a lei da potencialidadepura. esta lei baseia-se no facto de sermos, no nosso estado essencial,conscincia pura. a conscincia pura potencialidade pura; constitui ocampo de todas as possibilidades e da criatividade infinita. aconscincia pura constitui a nossa essncia espiritual. a sabedoriapura, o silncio infinito, o equilbrio perfeito, a invencibilidade, asimplicidade e a beatitude constituem outros atributos da conscinciapura. esta a nossa natureza essencial. a nossa natureza essencial constituda por potencialidade pura. quando descobre a sua naturezaessencial e sabe quem de facto , nesse conhecimento de si prprioencontra a capacidade para realizar todos os sonhos, porque ns somos apossibilidade eterna, o potencial imensurvel de tudo o que foi, eser. a lei da potencialidade pura tambm se podia chamar a lei daunidade, porque subjacente infinita diversidade da vida se encontra aunidade de uma alma total e universal. no h separao entre ns eeste campo de energia. o campo da potencialidade pura o nosso prprio</p></li><li><p>eu. e quanto mais possuirmos a experincia da nossa verdadeiranatureza, mais prximo nos encontramos do campo da potencialidade pura.a experincia do eu, ou auto-referncia, significa que o nosso pontode referncia interior constitudo pela nossa prpria alma e nopelos objectos da nossa experincia. o oposto da auto-refernciaconstitui a referncia ao objecto. no plano da referncia ao objecto,estamos sempre a procurar a aprovao dos outros. o nosso pensamento eo nosso comportamento so sempre em funo de uma resposta. por issose baseiam no medo. no plano da referncia ao objecto, tambm sentimosuma necessidade intensa de controlar as coisas. sentimos umanecessidade intensa de poder externo. a necessidade de aprovao, anecessidade de controlar as coisas e a necessidade de poder externobaseiam-se no medo. esta espcie de poder no representa opoder da potencialidade pura, nem o poder do eu, nem um poderreal. quando experimentamos o poder do eu, o medo desaparece,deixamos de ter uma necessidade de controlo compulsiva edeixamos de lutar pela aprovao e pelo poder externo. no planoda referncia ao objecto, o nosso ponto de referncia interior o nosso ego. mas o ego no constitui aquilo que de facto somos. oego representa a nossa auto-imagem; a nossa mscara social; constituio papel que desempenhamos. a nossa mscara social precisa de aprovaopara se engrandecer. procura dominar e mantm-se atravs do poder queexerce, porque vive no medo. o nosso verdadeiro eu, que a nossaalma, encontra-se totalmente liberto destas coisas. imune crtica,no teme os desafios, e no se sente inferior a ningum. e, noentanto, tambm humilde e no se sente superior a ningum, poisreconhece que todos os outros constituem o mesmo eu, a mesma alma, sobdiferentes formas. esta constitui a diferena essencial entre areferncia ao objecto e a auto-referncia. no plano da auto-refernciapossumos a experincia do nosso verdadeiro eu, que no teme nenhumdesafio, respeita todas e no se sente inferior a ningum. oauto poder constitui, portanto, o verdadeiro poder. mas o poderbaseado na referncia ao objecto representa um poder falso. sendo umpoder baseado no ego, apenas dura enquanto o objecto de referncia seencontra presente. se uma pessoa tiver determinado ttulo - se forpresidente de um pas ou presidente de uma corporao - ou se tivermuito dinheiro, o poder de que desfruta desaparece no momento em queperde o ttulo, o trabalho, o dinheiro. o poder baseado no ego s duraenquanto durarem essas coisas. logo que o ttulo, o trabalho, odinheiro desaparecerem, tambm o poder desaparece. o autopoder, pelocontrrio, permanente, porque se baseia no conhecimento do eu. e oautopoder apresenta algumas caractersticas importantes. atrai aspessoas para ns e tambm atrai at ns as coisas que desejamos.magnetiza as pessoas, as situaes, e as circunstncias, de modo aapoiarem os nossos desejos. tambm se chama a isto apoio das leis danatureza. o apoio da divindade; um apoio que provm do facto de nosencontrarmos em estado de graa. este poder faz com que sintamosalegria em nos sentirmos ligados s outras pessoas e elas tambmsintam alegria em se encontrarem ligadas a ns. passamos a ter umpoder de atraco uma atraco que se baseia no verdadeiro amor. comopodemos aplicar a lei da potencialidade pura, ao campo de todas as</p></li><li><p>possibilidades, s nossas vidas? se quiser desfrutar dos benefcios docampo da potencialidade pura, se quiser aproveitar ao mximo acriatividade inerente conscincia pura, tem de ter acesso a ela. umadas formas de ter acesso a este campo atravs da prtica diria dosilncio, meditao e no-julgamento. passar tempo no meio da naturezatambm constitui uma forma de acesso s qualidades inerentes a estecampo: criatividade infinita, liberdade e beatitude. a prtica dosilncio significa que a pessoa se compromete a reservar algum tempopara ser apenas. a experincia do silncio significa que a pessoa seretira periodicamente da actividade da palavra. nesses perodos, apessoa tambm se retira de actividades como ver televiso, ouvirrdio, ou ler um livro. se nunca tomarmos a oportunidade deexperimentar o silncio, o nosso dilogo interior ser sempreturbulento. reserve com alguma frequncia um tempo para o silncio. oumantenha apenas a regra de guardar silncio por um certo perodo detempo, todos os dias poderia experimentar duas horas por dia, ou selhe parecer demasiado, experimente apenas durante uma hora de cadavez. e de vez em quando, tente a experincia do silncio durante umperodo extenso de tempo, como um dia inteiro, dois dias, ou mesmo umasemana inteira. o que acontece quando se entrega a esta experincia dosilncio? no princpio, o seu dilogo interior torna-se ainda maisturbulento. sente uma enorme necessidade de dizer qualquer coisa.conheci pessoas que ficavam quase loucas no primeiro e no segundo diaem que iniciavam um perodo de silncio. de repente, as pessoasparecem sentir-se pressionadas e ansiosas. mas se persistirem naexperincia, o seu dilogo interior comear a tornar-se sereno. edepressa o silncio se torna profundo. isto acontece porque depois dealgum tempo, o esprito rende-se; percebe que no vale a pena andarpara c e para l, se voc - o eu, a alma, aquele que escolhe - sedecidiu por no falar, durante um certo perodo. assim, quando odilogo interior se acalma com o tempo, comeamos a experimentar aserenidade do campo da potencialidade pura. a prtica peridica dosilncio, do modo que for mais conveniente para si, constitui umaforma de experimentar a lei da potencialidade pura. outra, fazertodos os dias algum tempo de meditao. o ideal seria reservar pelomenos trinta minutos para meditar, de manh, e outros trinta tarde.atravs da meditao, ter a experincia do campo do silncio puro edo conhecimento puro. no campo do silncio puro encontra-se o campo dacorrelao infinita, o campo do poder organizador infinito, oprincpio primeiro da criao, onde todas as coisas se ligam umas soutras de modo inseparvel. na quinta lei espiritual, a lei dainteno e do desejo, ver como pode introduzir um ligeiro impulso deinteno neste campo, e a criao dos seus desejos surgir,espontnea. mas primeiro tem de fazer a experincia da serenidade. aserenidade constitui o primeiro requisito para podermos manifestar osnossos desejos, porque na serenidade que reside a nossa ligao aocampo da potencialidade pura, onde uma infinidade de pormenores seorganiza para ns. imagine que atira uma pedra pequena para as guasparadas de uma lagoa e fica a ver as ondas que provocou nagua. depois de algum tempo, quando as ondas se acalmam,talvez atire outra pedra pequena. exactamente aquilo</p></li><li><p>que faz quando entra no campo do silncio puro e introduz asua inteno. nesse silncio, at a mais leve inteno produzondas no princpio subjacente da conscincia universal, queestabelece as ligaes de todas as coisas umas com as outras.mas se no passar pela serenidade da conscincia, se oseu esprito for como um oceano turbulento, pode atirar l paradentro o empire state building, que nada acontecer. na bblia,encontramos a expressoadquire serenidade e reconhece-me como deus. istos se pode realizar atravs da meditao. outra forma dechegar ao campo da potencialidade pura atravs da prtica do no-julgamento. o julgamento representa a constante avaliao das coisascomo certas ou erradas, boas ou ms. quando se est sempre a avaliar,a classificar, a rotular, a analisar, cria-se uma imensa turbulnciano nosso d...</p></li></ul>