Ata da reunião ordinária da Comissão de Residência Médica ... ?· Ata da reunião ordinária da…

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    25-Nov-2018

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<ul><li><p>Ata da reunio ordinria da Comisso de Residncia Mdica da UNIFESP </p><p>Aos vinte e trs de agosto de dois mil e dezessete s oito horas e doze minutos na cidade de So 1 </p><p>Paulo, no Anfiteatro Jandira Mansur, sito Rua Botucatu, 862 Prdio dos Anfiteatros Marcos 2 </p><p>Lindenberg reuniu-se ordinariamente a Comisso de Residncia Mdica - COREME, sob a 3 </p><p>coordenao do Professor Doutor Adagmar Andriolo, com a participao dos membros da 4 </p><p>COREME. Presentes: Dra. Marcia c. Mallozi, Prof. Dr. Jose Carlos Costa Baptista, Prof. Dr. 5 </p><p>Jorge Eduardo de Amorim, Profa. Dra. Andrea Fernandes de Oliveira, Dra. Ana Virginia Lopes 6 </p><p>de Sousa, Dra. Maria Lucia Martino Lee, Prof. Dr. Carlos Haruo Arasaki, Dr. Frederico Teixeira 7 </p><p>Barbosa, Dra. Elaine Cristina Soares Martins Moura, Prof. Dr. Nahas Nahas, Prof. Dr. Luiz 8 </p><p>Hirotoshi Ota, Dra. Lidia Sandre Vendrame Saes, Prof. Dr. Sergio Henrique Hirata, Sra. Simone 9 </p><p>(PRM em Dor e Anestesiologia), Prof. Dr. Valdir Ambrsio Moises, Prof. Dr. Orlando Ambrogini 10 </p><p>Junior, Dra. Ana Cristina de Castro Amaral Feldner, Dr. Eduardo Perrone, Profa. Dra. Ligiani 11 </p><p>Rezende Corral, Dr. Matheus Vescovi Gonalves, Dr. Otelo Rigato, Profa. Dra. Dayse Maria 12 </p><p>Machado, Dra. Vanessa Monteiro Sanvido, Dra. Daniela Betinassi Parro Pires, Prof. Dr. Marcelo 13 </p><p>Costa Batista, Profa. Dra. Mariana Carvalho de Moraes Barros, Profa. Dra. Maria Fernanda 14 </p><p>Branco de Almeida, Prof. Dr. Fabio Veiga de Castro Sparapani, Prof. Dr. Orlando Graziani 15 </p><p>Povoas Barsottini, Profa. Dra. Enedina de Oliveira, Prof. Dr. Luiz Celso Pereira Vilanova, Prof. 16 </p><p>Dr. Ivan Maynartt Tavares, Dr. Gustavo Tadeu Sanchez, Dr. Vitor Guo Chen, Dra. Milvia Simes 17 </p><p>e Silva Enokihara, Dra. Emilia Michelitti, Dra. Marina Carvalho de Moraes Barros, Dra. Catherine 18 </p><p>Gusman Anelli, Profa. Dra. Eloara Vieira Machado Ferreira Alvares da Silva Campos, Dr. 19 </p><p>Osvladir Custodio, Dra. Raquel Jales Leito, Dr. Daniel Zandona Santos, Prof. Dr. Artur da Rocha 20 </p><p>Correa Fernandes, Sra. Andrea Puchnick, Profa. Dra. Maris Salete Demuner, Profa. Dra. Rita 21 </p><p>Nely Vilar Furtado, Prof. Dr. Jose Alvaro Pereira Gomes, Dr. Matheus Vescovi Gonalves, Dra. 22 </p><p>Juliana Mansur, Prof. Dr. Joo Baptista Gomes dos Santos. Ausncias Justificadas: Profa. Dra. 23 </p><p>Emilia Inoue Sato, Prof. Dr. Gil Facina, Prof. Dr. Ramiro Anthero de Azevedo, Dra. Alzira Rosa 24 </p><p>Esteves, Profa. Dra. Lucila Bizari Fernandes do Prado, Profa. Dra. Lucia Christina Iochida, Profa. 25 </p><p>Dra. Julisa Chamorro L. Ribalta , Dra. Barbara Greggio, Dra. Beatriz Tavares Costa Carvalho, 26 </p><p>Prof. Dr. Clber P. Camacho, Prof. Dr. Alcides Augusto Salzedas Netto, Prof. Dr. Samuel 27 </p><p>Saiovici, Profa. Dra.Vera Lucia Sdepanian, Profa. Dra. Adriana Miachon, Dr. Joo Antonio 28 </p><p>Gonalves Garreta Prats, Prof. Dr. Ermelindo Della Libera Junior, Prof. Dr. Antonio Sergio 29 </p><p>Pretilli, Profa. Dra. Maria Lucia Cardoso Gomes Ferraz, Prof. Dr. Leonardo do Haddad, Dra. 30 </p><p>Jellin Chiaoting Chuang, Dr. Fabio Kenji Matsumoto, Prof. Dr. Onivaldo Cervantes. 31 </p></li><li><p>Ata da reunio ordinria da Comisso de Residncia Mdica da UNIFESP </p><p>Professor Adagmar Andriolo agradece a presena de todos e informa as ausncias justificadas. 32 </p><p>Inicia a reunio apresentando carta do Prof. Dr. Luiz Anderson Lopes do Departamento de 33 </p><p>Pediatria da UNIFESP citando a passagem de alguns residentes pelo Programa de Residncia 34 </p><p>Mdica em Pediatria elogiando a participao e o desempenho dos referidos, os quais so: Dra. 35 </p><p>Marcela Barros, Dra. Camila Veloso ambas do PRM em Cardiologia, Dr. Raul Valrio e Dra. 36 </p><p>Maria Garcia. Atravs da carta o Prof. Dr. Luiz Anderson Lopes registra seu contentamento e de 37 </p><p>uma maneira singela agradece aos residentes. Dando seguimento a pauta o Prof. Dr. Adagmar 38 </p><p>Andriolo comunica aos presentes em carter excepcional a ATA da reunio do 19/07/2017 no 39 </p><p>est disponvel para aprovao devido a demanda de trabalho por conta do Processo Seletivo de 40 </p><p>Residncia Mdica de 2018. Nesta semana foi possvel encerrar a elaborao do plano bsico do 41 </p><p>plano de trabalho do edital com previso de publicao para a prxima semana. Aps o trmino 42 </p><p>do trabalho iniciou-se a parte burocrtica que consiste em enviar os documentos para a FAP para 43 </p><p>emisso do oramento do plano de trabalho, este oramento vai para o Ncleo de Convenio e do 44 </p><p>Campus SP, aps o ncleo ser encaminhado para a Procuradoria para aprovao, segue para a 45 </p><p>Reitora para assinatura e a celebrao do contrato com a FAP. Com relao a ata da Plenria do 46 </p><p>dia 19/07/2017 a mesma ser enviada a todos posteriormente para que seja aprovada 47 </p><p>conjuntamente com esta na prxima Plenria. Prof. Dr. Adagmar Andriolo discorre sobre o edital: 48 </p><p> Com relao ao edital, tivemos algumas conversas sobre as eventuais redues de vagas. Se 49 </p><p>considerarmos os nmeros de vagas credenciadas na Comisso Nacional de Residncia Mdica e 50 </p><p>o nmero de vagas que sero oferecidas para 2018, observamos que teremos uma reduo de 20%. 51 </p><p>Infelizmente no uma reduo real para alguns PRMs j no estavam oferecendo vagas devido 52 </p><p>as especialidades no serem muito contempladas, porm de qualquer forma inmeros grupos para 53 </p><p>impressionar a administrao do Hospital So Paulo que estavam pressionando um pouco em 54 </p><p>relao a diminuio do nmero de vagas, ento temos 20% de reduo de nmeros de vagas entre 55 </p><p>as credenciadas e as oferecidas para 2018. Ns tivemos algumas alteraes em alguns PRMs por 56 </p><p>definio da Comisso Nacional de Residncia Mdica - CNRM e todas as alteraes foram 57 </p><p>atendidas e includas no Edital 2018, Cirurgia de Cabea e Pescoo passou ter o como pr-58 </p><p>requisito em otorrinolaringologia, Cirurgia Cardiovascular passa a ser Programa Acesso Direto e 59 </p><p>com 5 anos de durao. Prof. Dr. Adagmar Andriolo passa a palavra para o Prof. Dr. Carlos Haruo 60 </p><p>Arasaki para que falasse sobre dois processos de revalidao de diplomas apresentados, os quais 61 </p><p>foram enviados a Comisso Nacional de Residencia Mdica, Como supervisor do PRM em 62 </p><p>Cirurgia Geral do Departamento de Cirurgia foi incumbido de avaliar duas solicitaes para 63 </p></li><li><p>Ata da reunio ordinria da Comisso de Residncia Mdica da UNIFESP </p><p>validao do diploma em residncia de cirurgia geral no exterior, coincidentemente os dois 64 </p><p>solicitantes vem de uma mesma instituio onde realizaram a residncia. O primeiro candidato 65 </p><p>Dr. Jose Alberto Curay Gonzalez, formado em 2006 pela Universidade peruana em Lima Capital 66 </p><p>do Peru, solicitou a revalidao do diploma de graduao e obteve isso atravs da Universidade 67 </p><p>Federal de Minas Gerais em 2013, portanto ele j mdico com seu diploma validado e atua no 68 </p><p>estado do Amazonas, j possui CRM e tambm residncia fixa. Ele realizou uma residncia 69 </p><p>mdica em 2013 na Universidade Nacional Maior So Marcos em Lima no Peru por causa disto, 70 </p><p>por ter feito esta segunda especializao ele faz esta solicitao, ns temos tambm a solicitao 71 </p><p>do Dr. Wilbert Henry Carhuatanta Condori, com 45 anos de idade atualmente ele validou o 72 </p><p>diploma dele na Universidade de San Augustin no Peru que foi diplomado em 1997 mas ele 73 </p><p>conseguiu a validao do diploma de medico na Universidade Federal do Amazonas em 2014, 74 </p><p>pois ento ele tambm j tem uma residncia fixa tambm no estado do amazonas, atua como 75 </p><p>mdico desde ento, ele realizou est residncia em cirurgia geral, nesta Universidade Nacional 76 </p><p>Maior So Marcos, assim como o outro candidato o fez, localizada em Lima no Peru, s que ele 77 </p><p> mais antigo ele iniciou esta residncia em 2001 e terminou em 2003. Qual a caracterstica desta 78 </p><p>residncia feita nesta instituio? Este Candidato mais antigo, o Dr. Wilbert fez a sua residncia 79 </p><p>e havia um hospital maior onde ele realizava seu treinamento prtico. Segundo o candidato, 80 </p><p>diferente do Jose Alberto, ele tinha passagem por 10 hospitais por onde ele rodava o ciclo da 81 </p><p>cirurgia geral com diferencial em relao aos locais em que trabalha. A coordenao da residncia 82 </p><p>medica lana apenas uma nica questo, ela pede que o especialista brasileiro diga se h ou no 83 </p><p>concordncia com os programas de Lima no Peru e o daqui do Brasil. A resposta que eu dei para 84 </p><p>ambas as situaes foi no no h uma coincidncia em relao aos programas dentro das regras 85 </p><p>da Comisso Nacional de Residncia Mdica. Em que sentido estas regras no batem? No Peru 86 </p><p>so trs anos de cirurgia geral aqui no Brasil ainda so dois anos. Portanto estes dois candidatos 87 </p><p>tiveram mais tempo de treinamento prtico no Peru, isto verdico, em 2019 provavelmente ir 88 </p><p>comear a residncia de trs anos em cirurgia geral. Todavia os papeis enviados mostram que 89 </p><p>houve uma carga horaria para a atividade teoria e a atividade pratica, boa parte da atividade, 97% 90 </p><p>da atividade evidentemente pratica, apenas 3% desta carga horaria suportava a parte terica 91 </p><p>trezentas e seis horas de atividade terica. No Brasil exigida 10% da carga, 10% a 20%, mas o 92 </p><p>mnimo seria 10% da carga horaria em atividade terica que seriam pelos menos de quinhentas e 93 </p><p>poucas horas. Ento, h uma diferena entre a carga horaria pratica e terica no Peru e menor 94 </p><p>carga terica feita comparada com que exigida aqui no Brasil. Em razo desta menor carga 95 </p></li><li><p>Ata da reunio ordinria da Comisso de Residncia Mdica da UNIFESP </p><p>horaria, absolutamente menor foco nos cursos que j so listados pela Comisso Nacional de 96 </p><p>Residncia Medica envolvendo a pratica da cirurgia geral, vai desde os princpios de fisiologia, 97 </p><p>atendimento ao choque, infeco, cuidados operatrios que no constam na solicitao destes dois 98 </p><p>candidatos, portanto h uma diferena realmente no contedo curricular na parte terica. A 99 </p><p>Comisso Nacional de Residncia Medica aqui no Brasil exige que o candidato passe por vrios 100 </p><p>estgios, e h um perodo mnimo de mais ou menos uns trinta dias em alguns estgios. Quais so 101 </p><p>os estgios que faltam para este candidato, ele no cursou Tcnica Operatria, Cirurgia de cabea 102 </p><p>e Pescoo e nem Cirurgia Plstica na unidade de origem, portanto ele uma formao diferente de 103 </p><p>que ns temos no Brasil. Ento em consequncia disto ao final desta avaliao, a concluso de 104 </p><p>que realmente no havia como afirmar que as duas cargas seriam equivalentes, ento no h 105 </p><p>equivalncia entre os dois cursos e esta foi a resposta final para ambas as solicitaes. Vale 106 </p><p>ressaltar que est sendo feito um pedido de avaliao de contedo, aquilo que a documentao 107 </p><p>fornecida com a traduo juramentada de toda a documentao fornecida pelos dois candidatos, 108 </p><p>em nenhum momento se pediu uma validao do ponto de vista tcnico , no se tem contato com 109 </p><p>uma pessoa que vai executar procedimentos operatrios como especialista em cirurgia geral no 110 </p><p>se sabe como ele executa o candidato mais velho, ele terminou sua residncia a quatorze anos 111 </p><p>atrs neste perodo de tempo no se sabe como ele manteve sua pratica cirrgica ao longo do 112 </p><p>tempo, no h uma comprovao de que ele se manteve atuante como cirurgio, e para finalizar 113 </p><p>considerei como sendo no aprovada esta tentativa de obter revalidao do seu certificado de 114 </p><p>residncia mdica, so dois mdicos que j esto posicionados dentro do servio de sade pblica 115 </p><p>aqui no Brasil, e eu acho que no est causando nenhum prejuzo a eles, vo continuar tendo suas 116 </p><p>atribuies como mdicos devidamente legalizados. Prof. Dr. Carlos Haruo Arasaki passa a 117 </p><p>palavra para os membros da plenria e pergunta algum gostaria de fazer alguma observao 118 </p><p>acerca do assunto. Prof. Dr. Luiz Hirotoshi Ota comenta que este o terceiro ou quarto caso que 119 </p><p>avaliao COREME da Escola Paulista. O Prof. Dr. Carlos Haruo Arasaki colocou muito bem 120 </p><p>que ns temos o papel, traduo juramenta ou no juramentada no importa ns s temos papeis. 121 </p><p>E pergunta a plenria, se de competncia da Escola Paulista e Medicina participar de validao 122 </p><p>de diplomas? Isto papel da Comisso de Residncia Mdica no nosso papel. Prof. Dr. 123 </p><p>Adagmar informa que especificamente em relao a validao, a Comisso Nacional de 124 </p><p>Residncia Mdica uma comisso burocrtica, ela no se sente capaz tecnicamente de realizar 125 </p><p>esta avaliao, ento quando ela recebe o pedido, porque constitucional que um mdico formado 126 </p><p>em outro lugar pea validao isto um procedimento que vale para o Brasil e alguns pases no. 127 </p></li><li><p>Ata da reunio ordinria da Comisso de Residncia Mdica da UNIFESP </p><p>De qualquer forma a Comisso Nacional de Residncia Mdica distribui esse pedido de avaliao, 128 </p><p>pelo menos para trs instituies que ela considera que so instituies serias que podem avaliar 129 </p><p>objetivamente. E o que ns temos feito, avaliar objetivamente. Eu me lembro de termos 130 </p><p>aprovado apenas um dos ltimos cinco pedidos, apenas um foi validado. E o que ns fazemos 131 </p><p>recomendao, no caso foi recomendado que estes dois indivduos no tenham revalidado o ttulo 132 </p><p>de especialista, no sabemos se as outras duas universidades daro parecer favorvel a 133 </p><p>revalidao. Prof. Dr. Luiz Hirotoshi Ota entra como especialidade, cirurgia geral, quem deve 134 </p><p>julgar e mesma entidade que lhes d o ttulo de cirurgio geral ao fim de um exame. A gente 135 </p><p>submete qualquer especialidade de endoscopia, a Sociedade Brasileira de Endoscopia submete a 136 </p><p>gente a uma prova terica e pratica, esta mesma sociedade da especialidade em Cabea e Pescoo 137 </p><p> quem tem que informar, acho que eles podem pedir pareceres se a residncia foi feita . Prof. Dr. 138 </p><p>Adagmar Andriolo comenta que isto que a Comisso de Residncia Mdica faz. Prof. Dr. Luiz 139 </p><p>Hirotoshi Ota opina dizendo que a Unifesp no deveria se envolver desta forma, exemplificou a 140 </p><p>importao de mdicos estrangeiros sem a Instituio ser consultada porem quando se trata de 141 </p><p>trazer algum de fora quando se trata de implicaes ticas resolvem passar a responsabilidade 142 </p><p>para a instituio. Prof. Dr. Fabio Nahas concorda com o Prof. Dr. Luiz Hirotoshi Ota e comenta 143 </p><p>que na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plstica existe uma invaso de outras especialidades e 144 </p><p>no especialistas e que esse processo de revalidao como se fosse uma espcie de fura fila e 145 </p><p>que posteriormente o profissional que viesse a conceder um parecer favorvel pudesse ser 146 </p><p>questionado pelos rgos competentes. Prof. Dr. Adagmar Andriolo informa que a instituio no 147 </p><p>aprova ou reprova candidatos, o parecer somente para assessoria, uma recomendao. Quem 148 </p><p>aprova no final a Comisso Nacional de Residncia Mdica que provavelmente submete os 149 </p><p>casos a uma comisso de especialistas e o que recebemos uma solicitao por meio um oficio 150 </p><p>para uma anlise, especificamente de currculo. E que o Prof. Dr. Carlos Haruo Arasaki no 151 </p><p>poderia chamar o indivduo para realizao de uma prova. Prof. Dr. Fabio Nahas comenta que a 152 </p><p>Comisso Nacional de Residncia Mdica agiu nestes ltimos anos independente da Sociedade 153 </p><p>Brasileira de Cirurgia Plstica abrindo outras residncias revelia da sociedade. Prof. Dr. 154 </p><p>Adagmar Andriolo diz que atualmente no Brasil alguns rgos tm sofrido fortemente influencias 155 </p><p>polticas. E que v um lado positivo pois a Comisso Nacional de residncia Mdica no tem 1...</p></li></ul>

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