Aw portuguese 2013 1008

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Adventist World Portuguese

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<ul><li><p> r g o I n t e r n a c i o n a l d o s A d v e n t i s t a s d o S t i m o D i a </p><p>Agosto 2013</p><p>Dois Missionrios,Mundos Parte12 Incredulidade</p><p>e Engano25 Nomes,</p><p>Nomes, Nomes26</p><p> r g o I n t e r n a c i o n a l d o s A d v e n t i s t a s d o S t i m o D i a </p><p>o</p><p>O que grandes lderes de negcios na Rssia me ensinaram sobre sucesso</p></li><li><p>Adventist World (ISSN 1557-5519) editada 12 vezes por ano, na primeira quinta-feira do ms, pela Review and Herald Publishing Association. Copyright (c) 2005. V. 9, N 8, Agosto de 2013.</p><p>www.adventistworld.orgOnline: disponvel em 13 idiomas</p><p>Traduo: Sonete Magalhes Costa</p><p> 3 N O T C I A S D O M U N D O 3 Notcias Breves 6 Notcia Especial</p><p>A R T I G O D E C A P A</p><p>16 7 Segredos para o SucessoAndrew McChesneyAlguns dos empresrios mais preeminentes da Rssia podem no saber, mas seu segredo de sucesso vem diretamente da Bblia.</p><p> 8 V I S O M U N D I A L Transformados pela Educao Ted N. C. Wilson A servio de Deus e da humanidade. </p><p>12 V I D A A D V E N T I S T A Dois Missionrios, Mundos Parte</p><p> Gary Tetz Pacientes so beneficiados pela misso </p><p>mdico-missionria do White Memorial Medical Center, em hemisfrios diferentes do mundo.</p><p>14 H I S T R I A A D V E N T I S T A As Sementes e os Princpios do Reino </p><p> Carol Tasker O incio humilde da obra adventista no </p><p>Sul do Pacfico.</p><p>20 D E V O C I O N A L Yvonne Oliver L. Jacques O frgil elo entre o passado e o futuro.</p><p>22 C R E N A S F U N D A M E N T A I S No Princpio Criou Deus Ronny Nalin Tudo comea e termina com Ele.</p><p>25 E S P R I T O D E P R O F E C I A Incredulidade e Engano Ellen G. White Temos evidncias suficientes para alicerar </p><p>a f crist. </p><p>11 S A D E N O M U N D O Vegetariano ou </p><p>Ovolactovegetariano?</p><p>26 R E S P O S T A S A P E R G U N T A S B B L I C A S</p><p> Nomes, Nomes, Nomes</p><p>27 E S T U D O B B L I C O Vivendo na Incerteza</p><p>28 T R O C A D E I D E I A S</p><p>S E E S</p><p>Agosto 2013</p><p>Capa: Vista noturna da cidade de Moscou</p><p>2 Adventist World | Agosto 2013</p></li><li><p> Floyd Morris fez histria no Parlamento da Jamaica quando se tornou o primeiro deficiente visual a ser nomeado presidente do Senado.</p><p>Morris, 44 anos, muito conhe-cido nessa nao insular caribenha por defender pessoas portadoras de necessidades especiais. </p><p>Em seu discurso durante ceri-mnia de posse no dia 17 de maio, Morris citou Miquias 6:8, o verso para memorizar da lio da Esco-la Sabatina da IASD da semana anterior: Ele mostrou a voc, homem, o que bom e o que o Se-nhor exige: pratique a justia, ame a fidelidade e ande humildemente com o seu Deus.</p><p>Em entrevista, Morris disse que a nomeao foi uma prova da fidelidade de Deus, e que ela veio apesar dos vrios anos de incerteza sobre que direo tomar na vida. </p><p>O que aconteceu provou para mim, mais uma vez, que meu Deus real, mencionou.</p><p>A primeira ministra da Jamaica, Exma. Sra. Portia Simpson-Miller, disse em entrevista que sempre admirou o forte senso tico, disciplina e conduta do Senador Morris. E acrescentou: o Senado ser tremen-damente beneficiado por sua liderana, e no tenho dvida de que ele continuar a ser uma inspirao para muitos, tanto aqui na Jamaica como em todo o mundo. </p><p>Morris apresenta um programa de rdio: Vendo por Uma Perspec-tiva Diferente, e pratica jogging com a ajuda de seu motorista. Ele se tornou o primeiro senador cego da Jamaica, em 1998.</p><p>Ele comeou a perder a viso aos 17 anos, vtima de glaucoma, tornando-se totalmente cego seis anos mais tarde. Recebeu assistncia da Sociedade Jamaicana para Cegos onde aprendeu a ler e escrever em Braille. Desde ento, completou o bacharelado em comunicao de massa e mestrado em filosofia de governo. Atualmente, doutorando em comunicao poltica. </p><p>Pessoas com deficincias devem se conscientizar de que vivemos em uma poca onde as oportunidades de capacitao para elas esto melho-rando muito, especialmente no contexto da Conveno da ONU sobre </p><p>N O T C I A S D O M u N D O</p><p>S E E S</p><p>Aplaudidos pelo Cu</p><p>EM DEFESA DOS DEFICIENTES: Floyd Morris o primeiro deficiente visual nomeado presidente do Senado Jamaicano. </p><p>Fo</p><p>to</p><p>: </p><p>Na</p><p>ph</p><p>ta</p><p>li</p><p> J</p><p>uN</p><p>io</p><p>r/</p><p>Ja</p><p>ma</p><p>ic</p><p>a </p><p>ob</p><p>se</p><p>rv</p><p>er</p><p>Deficiente Visual Adventista o</p><p>Senado JamaicanoNovo Lder do</p><p>Ela era uma das mulheres mais bem-sucedidas que conheci, porm, quase nunca tinha dinheiro para encher o tanque de combustvel do carro ou colocar alimento suficiente em sua mesa.</p><p>Possua mente brilhante e inquiridora, mas muitos para quem ministrava, jamais captaram sua habilidade com as palavras e brincadeiras com a linguagem. </p><p>Suas ideias podiam mergulhar profunda-mente nas coisas de Deus, explorando textos e profecias com fora e clareza. Mas pelo amor, no pela lgica, que ela lembrada. </p><p>No me esqueo da cena de Judy cami-nhando vagarosamente em direo ao seu velho carro, todos os sbados aps o culto. Geralmente sozinha, ela comia sanduches frios e frutas, parando apenas o tempo sufi-ciente para organizar os pensamentos, antes de sair para mais uma tarde de atividades. </p><p>Trinta minutos depois, tendo percorrido 16 quilmetros, ela comeava sua rotina sabtica. No inverno, limpava a neve da calada congelada que levava ao pequeno santurio, e acendia o fogo a leo. No vero, abria as janelas e enxotava as vespas. s trs da tarde, comeava o roteiro de visitas, levando os idosos e deficientes em seu carro, ajudando-os a subir as escadas ngremes.</p><p>Judy era corista e professora da Escola Saba-tina. Em trs das quatro semanas do ms, Judy era tambm a pregadora. A folga era somente quando recebiam um pastor ordenado, como eu. E claro, quando acabava a Escola Sabatina ela levava todos os membros de volta para casa.</p><p>Ms aps ms, ano aps ano, essa santa redesenhava em minha mente a imagem do que sucesso. Seu nome nunca ir render um grande donativo para os pobres, pois frequentemente ela estava entre eles. Seus ensi-namentos ou mximas jamais sero impressos em um livro de sabedoria eterna, pois, como seu Salvador, ela mesma estava representada na maioria das histrias que contava. Sucesso para Judy era fidelidade, seguir pacientemente Jesus entre os pobres, os idosos, os marginalizados. Sempre vou honr-la, como a honram as deze-</p><p>nas de pessoas abenoadas por ela. Ao ler o artigo sobre sucesso </p><p>na matria de capa deste ms, lembre-se de apreciar os que so aplaudidos pelo Cu como Judy.</p><p>Agosto 2013 | Adventist World 3</p></li><li><p>N O T C I A S D O M u N D O</p><p>os Direitos dos Deficientes, disse ele. E acrescenta que um dos principais objetivos deste ano parlamentar aprovar a Lei Nacional para Deficientes, a qual tem defendido desde 1998. </p><p>Everett Brown, presidente da Igreja Adventista na Jamaica, disse que os mais de 270 mil membros no pas ficaram orgulhosos com a nomeao de Morris.</p><p>Apesar da deficincia visual, o Senador Morris sempre demonstrou f em Deus e grande fora de vontade crist para vencer, a despeito das probabilidades. Estamos certos de que seu compromisso com os ideais cristos, associado ao seu amor pelo povo jamaicano e seu carter impecvel, o capacitaro a servir o Senado com distino, disse Brown.</p><p>Cerca de 10% da populao da Jamaica adventista. Vrios membros ocupam cargos de destaque, tanto no governo como nos negcios. Sir Patrick Allen, membro da Igreja Adventista, o governador-geral da nao. Nigel Coke, Unio Jamaicana </p><p>Tribunal Superior do Qunia vota sbado livre para estudantes adventistas </p><p> O Tribunal Superior do Qunia publicou uma lei interina para as escolas pblicas isentando os alunos adventistas de assistirem aulas aos sbados, dia observado por eles como sendo o sbado bblico. </p><p>A ordem imediata veio durante ao envolvendo a Unio Misso do Qunia contra o Ministrio da Educao e 26 escolas que no cumpriram a garantia constitucional do cidado ter o direito de praticar sua religio.</p><p>Como lderes da Unio do Qunia </p><p>estamos felizes e satisfeitos com o progresso da ao no tribunal, por enquanto, os lderes das instituies educacionais tero de respeitar a constituio e no podero negar aos estudantes adventistas os servios pblicos que o governo oferece a todos os quenianos, disse Samuel Makori, secretrio executivo da Unio do Qunia. Espero que o juiz julgue a nosso favor, pois estamos reivindicando o que previsto na lei de direitos em nossa constituio. Envolvemos advogados adventistas que agiram no caso com patriotismo e lealdade para com seu pas. </p><p>Makori informou que os lderes da Igreja encaminharam o assunto justia em julho de 2012, aps o insucesso de muitos esforos diplomticos. </p><p>Ele declarou ao jornal The Standard que vrios estudantes foram suspensos de escolas pblicas por no compa-recerem s aulas e exames realizados aos sbados. Pagamos os honorrios legais com o dinheiro da prpria igreja para que pudssemos obter justia para nossos jovens, disse mais tarde. </p><p>Os Adventistas do Stimo Dia observam o sbado bblico do pr-do-sol de sexta-feira ao pr-do-sol de sbado. </p><p>Steve Bina, diretor de comunicao da Diviso Centro-Leste Africana, espera que a lei seja um exemplo a ser seguido por outros pases. Ele men-cionou que estudantes adventistas em vrios outros pases da Diviso sofrem de problemas semelhantes com alguns diretores de escolas pblicas. Rede Adventista de Notcias </p><p>Pastor Adventista eleito presidente da Sociedade Bblica Sua </p><p> Delegados da Sociedade Bblica Sua elegeram o pastor e telogo Reto Mayer como presidente da organizao durante as reunies no dia 24 de maio, tornando-o assim o primeiro adventista a ser nomeado para a funo em 58 anos de histria da sociedade. </p><p>Mayer, tesoureiro associado da Diviso Intereuropeia, com sede em Berna, Sua, era o vice-presidente da sociedade desde 2005. A Igreja Adventista se filiou entidade em 1982.</p><p>Espero que as pessoas vejam a Bblia como um convite de Deus para </p><p>VITRIA DO SBADO: Unio na Diviso Centro-Leste Africana conseguedeciso provisria favorvel na justia que isenta estudantes adventistasde frequentar aulas e realizar exames no sbado. Porta-voz da Diviso espera que outros pases da regio sigam o exemplo.</p><p>Fo</p><p>to</p><p> d</p><p>e </p><p>ar</p><p>qu</p><p>iv</p><p>o </p><p>Na</p><p> r</p><p>aN</p><p>LDER DA SOCIEDADE BBLICA: Reto Mayer, direita, foi nomeado presidente da Sociedade Bblica Sua. A sociedade promove a traduo e distribuio da Bblia na Sua e em Liechtenstein. Fo</p><p>to</p><p>: </p><p>co</p><p>rt</p><p>es</p><p>ia</p><p> d</p><p>a </p><p>sb</p><p>s</p><p>4 Adventist World | Agosto 2013</p></li><li><p>N O T C I A S D O M u N D O</p><p>que tenham relacionamento pessoal com Ele. A distribuio da Bblia est no meu corao, portanto, para mim um prazer participar desta obra, disse Mayer. </p><p>A Sociedade Bblica Sua foi fundada em 1955, sucedendo a ex-coligao de Sociedades Bblicas Suas. Atualmente, a sociedade conta com 45 instituies em seu rol de membros, entre outras: igrejas cantonais evanglicas reformadas, a antiga igreja catlica, igrejas evang-licas independentes, sociedades bblicas cantonais, sociedades crists e grupos de trabalho na Sua que compartilham o carter distribuidor de Bblias da sociedade. </p><p>A sociedade promove e estabelece as normas para traduo, produo e distribuio de Bblias na Sua e no Principado de Liechtenstein.</p><p>Ela e mais 146 sociedades bblicas nacionais trabalham em conjunto para levar a Bblia, em linguagem fcil e moderna, mais perto das pessoas. </p><p>Ajuda Adventista para refugiados srios, inclui clnica para mulheres e escola</p><p> A Agncia Adventista de Desenvolvi-mento e Recursos Assistenciais (ADRA) tem prestado auxlio a centenas de fa-mlias refugiadas que fugiram do atual conflito na Sria, dedicando ateno especial aos refugiados no registrados. </p><p>Durante o ano passado, a ADRA ofereceu assistncia em dinheiro para ajudar no aluguel de mais de 100 fam-lias, na vizinha Jordnia, disse Thierry Van Bignoot, diretor de Administrao de Emergncias da ADRA.</p><p>A Instituio tambm fez parceria com o governo da Alemanha na distri-buio de roupas de inverno para cerca </p><p>de 3.500 famlias que moram no campo de refugiados de Al Zaatari, em Mafraq Governorate, Jordnia.</p><p>H dois anos, refugiados fogem da guerra civil da Sria, que j matou mais de 90 mil pessoas, segundo as Naes Unidas. Mais de 1 milho de pessoas fugiram para a Jordnia, Lbano e Turquia. </p><p>Van Bignoot disse que a ADRA estima que o nmero de refugiados seja maior, pois muitos no esto registrados.</p><p>Algumas pessoas no tm coragem de declarar seu nome, temendo retalia-o, disse.</p><p>No ano passado a agncia fez parceria com a ADRA Oriente Mdio e Norte da frica e com a Organizao Hashemite Jordaniana de Caridade para oferecer 100 denrios jordanianos (cerca de 140 dlares) por ms, durante trs meses, para a acomodao de famlias no registradas. Muitos esto hospedados nas casas de famlias desig-nadas, enquanto outros esto alojados em pores ou pequenos apartamentos. </p><p>O recurso tem ajudado pessoas como Amara, que disse aos lderes locais da ADRA ter fugido para a Jordnia com seus cinco filhos enquanto seu ex-marido permaneceu na Sria com </p><p>sua nova esposa. Com o dinheiro extra, ela pode pagar o aluguel de um aparta-mento sem moblia e sem aquecimento. Ela disse tambm que foi possvel com-prar alguns medicamentos necessrios para seu problema cardaco. </p><p>Outro beneficiado foi um homem chamado Musa, que veio para a Jordnia com a esposa e seis filhos. Suas posses se esgotaram depois de terem vendido a ltima joia de ouro que trouxeram. </p><p>A ADRA j identificou outras necessidades na regio e agora est desenvolvendo um projeto para oferecer assistncia ginecolgica e obsttrica para as mulheres srias refugiadas em West Bekaa, Lbano. Em Beirute, a agncia est planejando construir uma escola que oferecer aulas para os filhos dos refugiados. Ainda outro projeto prope uma clnica mvel no Vale da Jordnia, rea onde poucas organizaes no governamentais esto atuando. </p><p>As necessidades so enormes, disse Van Bignoot. </p><p>Ele estima que mais de 70% dos refugiados so mulheres e crianas. Muitos homens ficaram na Sria. Ansel Oliver, Rede Adventista de Notcias </p><p>Esquerda: AJUDA FINANCEIRA: A Agncia Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA) subsidiou aluguis dos refugiados srios na vizinha Jordnia. Na foto, um funcionrio da ADRA entrega a ajuda. Direita: SUPRINDO NECESSIDADES: A ADRA enviou roupas de frio a milhares de srios no campo de refugiados Al Zaatari, em Mafraq, Jordnia. Funcionrios descarregam a ajuda. </p><p>F o t o : c o r t e s i a d a a d r a i N t e r N a c i o N a l</p><p>Agosto 2013 | Adventist World 5</p></li><li><p>Duzentos e quarenta administradores da Diviso Interamericana (IAD) se reuniram para a conferncia de gesto de risco, e no se surpreenderam com tanto entusiasmo como resposta. Pode haver um assunto mais desinteressante? Alguns podem perguntar. </p><p>Entretanto, explicam que como delegados de 37 pases e territrios do Mxico, Amricas Central e do Sul, bem como do Caribe aprenderam a como proteger a misso da IASD em suas comunidades e um assunto que a princpio parecia enfadonho, de fato tornou-se fascinante. </p><p>O evento sugerido pela IAD e orga-nizado pela Adventist Risk Management (ARM) teve durao de trs dias e aconteceu na sede da Associao Geral, em Silver Spring, Maryland (EUA). Foram apresentados vrios seminrios sobre segurana, questes de responsa-bilidade, proteo de crianas e jovens, e tambm, sobre seguros. Mas, manter uma aplice de se...</p></li></ul>