Caixiave - Press Release

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Caixiave - Press Release

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  • Julho 2010 - COMPUTERWORLD

    COMPUTERWORLD

    VoIP

    Julho 2010

    Mercado floresceno segmentomdio e alto

    As opinies de diferentes responsveisde fabricantes fazem-nos crer que ossegmentos de mercado mais baixos deVoIP esto a evoluir muito lentamente.Apesar das vantagens.

    Pg. 4

    Integrao nosprocessos quemanda

    A emergncia da cloud computing e aconvergncia de formas de comunicarno podiam deixar de influenciar aVoIP. Mas a integrao nos processosde negcio obrigatria.

    Pg. 5

    Ovum recomendaVoIP aosoperadores

    Os operadores precisam de adoptar aVoIP para neutralizarem a ameaa daSkype e de outros prestadores deservios de telefonia atravs daInternet, diz a consultora.

    Pg. 8

    Fornecedores adaptam oferta a competncias

    Uma das principais barreiras de adopo desistemas VoIP a dificuldade das empresasmais pequenas terem recursos humanossuficientemente qualificados para gerirem ossistemas, de acordo com vrios analistas.

    Pg. 2

  • Comunicaes UnificadasVoIP2 |

    COMPUTERWORLD - Julho 2010

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    Uma das principais barreiras de adopo de sistemas VoIP a dificuldade dasempresas mais pequenas terem recursos humanos suficientemente qualifica-dos para gerirem os sistemas, de acordo com muitos analistas de mercado. EmPortugal mais de 90% das organizaes so PME Hoje segundo Ftima Neves, o cenrio "no uniforme" e pode ser caracteri-zado partindo de dois tipos de PME. Perto de 40% tm competncias e "que-rem" ser elas prprias a gerir as suas plataformas, considera a responsvel.Outras prescindem disso e preferem recorrer a "servios geridos" (managed ser-vices) para gesto das suas plataformas. "A segunda abordagem uma reali-dade e tudo indica que em poucos anos dominar em cerca de 90% das PME. Na viso da executiva, a mudana de lgica de CAPEX para uma ptica deOPEX, na qual a PME passa a pagar uma mensalidade pelo servio, um dosprincipais factores que levar adopo pelas PME deste tipo de ofertas. Umadas razes as empresas evitarem o custo inicial. E segundo Neves, a auto-nomia dada aos clientes para efectuarem as operaes de rotina, como a mu-dana de uma extenso ser um factor diferenciador.Pedro Moro prefere falar de uma modelo de "Oferta de Comunicaes como umServio". O conceito basicamente o mesmo: o cliente selecciona os perfis de co-municao que pretende, e paga uma taxa peridica pelo servio, no adquirindodirectamente tecnologia. Trata-se de uma oferta na qual "o leque de funcionali-dades no elevado, mas o modelo poder ser satisfatrio para as necessidadesde pequenas organizaes." Por outro lado, considera que a soluo dos serviosgeridos "crescer de forma significativa nos prximos tempos". Neste modelo, asempresas adquirem as solues de comunicaes, e delegam numa empresa es-pecializada (tipicamente um integrador) a gesto e operao da mesma. Os ser-vios geridos conjugados com solues de financiamento adequado (renting ouleasing) continuaro a crescer de forma significativa nos prximos tempos.

    De acordo com a Microsoft, a realidade j hoje marcada por este ltimo mo-delo. Miguel Teixeira diz que sero poucas as empresas a assumirem a "res-ponsabilidade" de gesto do sistema. "At porque se trata de uma tarefa queacresce pouco valor s organizaes de TI", frisa.No obstante, para Joo Gonzalez, da Avaya, as plataformas de VoIP "j noapresentam os nveis de complexidade que tinham h 10 anos". E podemmesmo "ser facilmente controladas" pelas equipas tcnicas presentes nas tra-dicionais PME portuguesas. "As solues de Telefonia IP so tendencialmentedesenhadas utilizando tecnologias standard de mercado, o que simplifica sig-nificativamente a arquitectura deste tipo de plataformas, assim como a gestoda mesma", refora Jos Pereira.Com ofertas em ambos os modelos, a PT considera que os sistemas VoIP apre-sentam uma gesto bastante mais simples, mesmo tendo em conta o aumentodas funcionalidades. "A simplificao dos interfaces de gesto destas plata-formas permite que um maior nmero de empresas comecem a ter competn-cias para a sua gesto, tarefa muitas vezes mais fcil que a das plataformas dasgeraes da tecnologia anterior". Contudo reconhece a gesto tcnica comodos aspectos mais exigentes em termos de conhecimentos", indisponveis na"maioria das empresas no tecnolgicas".A IBM aposta numa oferta de solues baseadas em cloud ou em ambiente alo-jado. Procura dessa forma seduzir o cliente no s pela convenincia opera-cional da soluo, mas tambm pelos custos. "Muitas vezes, a complexidadee custos associados surgem como uma barreira adopo destas soluespelas PME", admite o responsvel. Na ptica da Colt, as solues apresenta-das numa perspectiva de servio" integrado, faz todo o sentido. "O servio devoz um servio crtico, que deve ser gerido de uma forma integrada e profis-sional", defende o seu director de marketing, Artur Miranda.CW

    Fornecedores procuramadaptar oferta a competncias

  • VoIP4 |

    COMPUTERWORLD - Julho 2010

    As comunicaes unificadas - incluindo a voz sobre o protocolo IP ouVoIP (entre outras tecnologias e funcionalidades) - constituiro a pla-taforma tecnolgica capaz de suportar o avano em direco a umanova "grande fronteira tecnolgica, onde as organizaes apostaro nosprximos tempos", assegura Srgio Imperial, responsvel tcnico darea de colaborao na IBM. Nesse sentido, Jos Pereira, gestor na No-vabase, afirma que hoje existem cada vez menos alternativas VoIP."Podemos dizer que o mercado j est tecnologicamente maduro, e asferramentas disponveis baseiam-se em padres tecnolgicos", explica.Apesar disso, os segmentos de mercado de VoIP, mais baixos, esto aevoluir muito lentamente.Pedro Moro, da Nextiraone, concorda quanto maturidade das soluese considera que "a maioria das novas implementaes nas mdias e gran-des empresas se baseiam em IP, para transportar e comutar todos os tiposde trfego, seja voz, vdeo ou dados". Rafael Martinez, da Alcatel-Lucent,explica que "o IP a base sobre a qual se desenvolvem novas aplicaese novos servios" e isso sustenta o desenvolvimento do mercado.Mas nas empresas mais pequenas o cenrio muda. Segundo o respon-svel, ainda existe uma grande percentagem de implementaes ba-seadas em TDM (no IP). Na sua viso haver dois factores a concorrerpara esta realidade: "as mais-valias da convergncia IP serem mais evi-dentes em empresas de maior dimenso e a disperso geogrfica", e osegmento em questo ser mais sensvel ao preo".Isso no impede a Microsoft de reivindicar alguns sucessos, e MiguelTeixeira aponta implementaes no grupo IM, na Bascol ou na CUF. AAvaya, com uma aposta muito forte nesta rea, parece trilhar o mesmocaminho. "O ano de 2010 est a ser um ano de crescimento para as so-lues baseadas nas comunicaes unificadas e em VoIP, segundo oseu director-geral em Portugal, Joo Gonzalez. Nmeros deste respon-svel apontam para crescimentos de "10 a 15% ao ano, nos ltimosdois anos", dada a maior maturidade do mercado.Para Artur Miranda, director de marketing da Colt Portugal, o mercadoempresarial de VoIP, " de crescimento depois de um perodo signifi-cativo de perodo significativo de apreenso face s ofertas que exis-tiam no mercado". Segundo o mesmo, as ofertas empresariaisexistentes so consistentes com nveis de servio que do confianas organizaes para sua adopo.A Critical parece ser o fabricante menos optimista e Ftima Neves, res-ponsvel da empresa, considera haver actualmente uma "reteno geralde investimentos face ao mesmo perodo do ano transacto". Felizmente,a empresa tambm actua nos mercados do Mdio Oriente, Amrica doSul, frica e nessas regies o negcio ter outro potencial. De acordocom a responsvel, especialmente nos mercados africanos, a empresaest a apresentar "um volume de negcios crescente desde o ltimosemestre de 2009" at agora.CW

    As opinies de vrios responsveis de fabricantes fazem-nos crer que os segmentos de mercado mais baixos deVoIP, esto a evoluir muito lentamente. Apesar dasvantagens de reduo de custos e garantias de futuro.

    Mercado floresce nosegmento mdio e alto

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    Julho 2010 - COMPUTERWORLD

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