Clipping Fapeam

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<ul><li><p>Veculo: Jornal Dirio do Amazonas Editoria: Sociedade Pag: 16 e 17</p><p>Assunto: Comunidades do Rio Negro mais expostas ao mercrio</p><p>Cita a FAPEAM: Release da assessoria </p><p>Release de outra instituio</p><p>Matria articulada pela assessoria</p><p>Iniciativa do prprio veculo de comunicao</p><p>Contedo:- Positivo </p><p>- Negativo</p><p>Pesquisa financiada pela FAPEAM Publicado no site da FAPEAM: </p><p>Programa: Data: 26/03/2013</p><p>Sim</p><p>No</p><p>Sim No</p></li><li><p>Veculo: BLOG Portal dos Bars Editoria: Pag:</p><p>Assunto: Inscrio para o prmio Mulheres na Cincia est abertaCita a FAPEAM: Release da assessoria </p><p>Release de outra instituio</p><p>Matria articulada pela assessoria</p><p>Iniciativa do prprio veculo de comunicao</p><p>Contedo:- Positivo </p><p>- Negativo</p><p>Pesquisa financiada pela FAPEAM Publicado no site da FAPEAM: </p><p>Programa: Data: 26/03/2013</p><p>Inscrio para o prmio Mulheres na Cincia est abertaPostado em 25/03/2013</p><p>Manaus - A oitava edio do programa LOral para Mulheres na Cincia est com as inscries abertas at 13 de maio. Realizado em parceria com a Organizao das Naes Unidas para Educao, a Cincia e a Cultura (Unesco) e com a Academia Brasileira de Cincias (ABC), o prmio visa incentivar a presena da mulher na linha de frente de pesquisas e garantir visibilidade ao trabalho delas.Sero premiadas cientistas que atuam em cincias biomdicas, biolgicas e da sade, cincias fsicas, cincias matemticas e cincias qumicas. As vencedoras recebero bolsa-auxlio no valor equivalente a US$ 20 mil. O programa j beneficiou 47 jovens cientistas no pas, distribuindo mais de R$ 1,9 milho em bolsas-auxlio.</p><p>Fonte: Fapeamhttp://portaldosbares.blogspot.com.br/2013/03/inscricao-para-o-premio-mulheres-na.html</p><p>Sim</p><p>No</p><p>Sim No</p></li><li><p>Veculo: BLOG Portal dos Bars Editoria: Pag:Assunto: Alimentos industrializados so mais consumidos em Parintins</p><p>Cita a FAPEAM: Release da assessoria </p><p>Release de outra instituio</p><p>Matria articulada pela assessoria</p><p>Iniciativa do prprio veculo de comunicao</p><p>Contedo:- Positivo </p><p>- Negativo</p><p>Pesquisa financiada pela FAPEAM Publicado no site da FAPEAM: </p><p>Programa: Data: 26/03/2013</p><p>Alimentos industrializados so mais consumidos em ParintinsPostado em 25/03/2013</p><p>Parintins - Os hbitos alimentares da populao do municpio de Parintins, localizado a 315 quilmetros de Manaus, esto passando por um processo de mudana. Alimentos tpicos da regio, como caa, mandioca, peixe, camburi e mucambu, esto sendo substitudos por produtos industrializados (calabresa, salsicha, enlatados e frangos congelados). A mudana deve-se ao fato de muitas famlias de produtores rurais e ribeirinhos migrarem das reas de vrzea para morar na rea urbana, devido falta de mo de obra para trabalhar na lavoura, dificuldades logsticas e infraestrutura.As informaes fazem parte da tese de doutorado da professora da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) Alem Silva Marinho dos Santos. Ela desenvolveu a pesquisa 'Segurana alimentar no ritmo das guas: mudanas na produo e consumo de alimentos e seus impactos ecolgicos em Parintins AM', que contou com o apoio financeiro da Fundao de Amparo Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM). Contemplado pelo Programa de Apoio Formao de Recursos Humanos Ps-Graduados do Estado do Amazonas (RH Institucional Fluxo Contnuo), o trabalho teve incio em dezembro de 2008 e foi concludo em dezembro de 2012.A pesquisa foi realizada em rea de vrzea, nas comunidades Santa Rita do Boto e So Sebastio do Boto, e em mais dez bairros da rea urbana de Parintins. O levantamento envolveu entrevistas e a aplicao de mais de 400 questionrios para identificar os hbitos alimentares da populao. O resultado demonstrou que, inicialmente, as comunidades eram autossuficientes, pois tinham condies de se manter com o que era produzido (mandioca, hortalia, lavoura, caa, arroz) </p><p>Sim</p><p>No</p><p>Sim No</p></li><li><p>e o excedente era comercializado nas feiras locais. Hoje, a situao diferente.Conforme Santos, com o aumento da concorrncia houve a diminuio da produo local, uma vez que mais fcil comprar os alimentos no mercado do que plant-los. Ela explicou que muitos entrevistados apontaram problemas de escoamento, infraestrutura, mo de obra, domnio da tcnica, e o pouco que produzido vendido para intermedirios. "H incentivo do governo estadual, mas os produtores no conhecem os trmites legais para buscar recursos. Os professores da universidade tm discutido alternativas para solucionar o problema da calamidade na produo rural", salientou. Fonte: Fapeamhttp://portaldosbares.blogspot.com.br/2013/03/alimentos-industrializados-sao-mais.html</p></li><li><p>Veculo: BLOG Soluo Ambiental Editoria: Pag:Assunto: Chlamydia: Uma doena silenciosa que causa infertilidade em homens e mulheres </p><p>Cita a FAPEAM: Release da assessoria </p><p>Release de outra instituio</p><p>Matria articulada pela assessoria</p><p>Iniciativa do prprio veculo de comunicao</p><p>Contedo:- Positivo </p><p>- Negativo</p><p>Pesquisa financiada pela FAPEAM Publicado no site da FAPEAM: </p><p>Programa: Data: 26/03/2013</p><p>Chlamydia: Uma doena silenciosa que causa infertilidade em homens e mulheres Postado em 25/03/2013</p><p> Voc j ouviu falar em uma doena chamada Chlamydia? A falta de dados na literatura brasileira sobre esse mal, principalmente no Amazonas e na regio Norte, motivou a pesquisadora Norma Suely de Lima Freitas a realizar dois estudos. O primeiro, iniciado em 2004 e defendido em 2007, foi a dissertao de mestrado Deteco de Chlamydia trachomatis pela Tcnica de Reao em Cadeia de Polimerase (PCR) em Mulheres Atendidas na Clnica de Infertilidade do Hospital Francisca Mendes, Manaus-Amazonas, financiado pela Fundao de Amparo Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). J o segundo, foi a tese de doutorado Anlise das Sequncias do Gene ompA de Chlamydia trachomatisIsoladas do Trato Genital de Mulheres Infrteis e Gestantes em Manaus-Amazonas, realizada no perodo de 2008 a 2012 e defendida em agosto do mesmo ano, financiado pela Coordenao de Aperfeioamento de Pessoal de Nvel Superior (Capes).Segundo a pesquisadora, 52,8% das 106 mulheres do grupo de infertilidade estavam infectadas pela bactria Chlamydia. A populao em geral desconhece essa doena e a maioria dos mdicos no solicita o exame para detect-la. Quando as mulheres vo procurar tratamento para a infertilidade que descobrem que por causa da doena no podem engravidar, explicou.Chlamydia trachomatis uma bactria sexualmente transmissvel, de grande impacto no sistema reprodutivo das mulheres, sendo tambm um importante problema para a sade pblica. A estimativa dos casos de infeco de 90 milhes de mulheres em todo o mundo, sendo considerada a bactria sexualmente transmissvel de maior prevalncia principalmente em pases desenvolvidos. </p><p>Sim</p><p>No</p><p>Sim No</p></li><li><p>O diagnstico crtico devido freqncia de infeces sem sintomas.Em mulheres, a infeco pela Chlamydia causa doena inflamatria plvica (DIP) e as suas conseqncias podem ser ainfertilidade, gravidez ectpica e dor plvica crnica. Nos homens, a bactria entra no aparelho genital causando uma inflamao que impede a passagem do espermatozoide no canal deferente (canal muscular que conduz os espermatozoides do local onde eles so armazenados), ocasionando a infertilidade masculina.</p><p>Norma Suely de Lima Freitas farmaceutica bioqumica h 8 anos e desde 2004 vem trabalhando na rea de diagnstico molecular. Foto:Mirinia Nascimento</p><p>Norma Suely de Lima Freitas farmacutica bioqumica h 8 anos e desde 2004 vem trabalhando na rea de diagnstico molecular. Foto:Mirinia Nascimento</p><p>EXAME PARA DIAGNSTICO DA DOENA O estudo aponta uma alta positividade de Chlamydia e a importncia de se fazer um trabalho de rastreamento da bactria, que alm de causar a infertilidade pode ocasionar outros tipos de doenas. Norma Suely explicou que para obter o diagnstico preciso uma pequena quantidade de amostra que pode ser coletada durante o exame mdico ginecolgico. Seria importante tanto na sade pblica quanto na particular que os mdicos passassem a pedir esse exame para que se evitasse chegar nesse estgio avanado, enfatizou a pesquisadora. De acordo com ela, os laboratrios teriam que ter um aparelho chamado termociclador, equipamento necessrio para o diagnstico da doena. Aqui em Manaus no tem nenhuma clnica que possua esse aparelho, nem na rede pblica nem particular, disse. Diante dessa realidade, o estudo destaca a importncia de se colocar disposio da populao esse equipamento e a incorporao desse exame na solicitao mdica durante o preventivo.</p><p>SAIBA UM POUCO MAIS SOBRE A DOENA</p><p> De acordo com estatsticas, aproximadamente 70% das mulheres e 40% dos homens no sabem que esto infectados pela bactria devido a ausncia dos sintomas.</p><p> Normalmente, os sintomas apresentam-se na forma de corrimento esbranquiado, sangramento no colo do tero, dor durante a relao sexual e ao urinar.</p><p> Nos homens, o diagnstico pode ser feito por meio de exame de urina.</p><p> O tratamento feito com antibiticos que podem ser tomados em dose nica ou durante uma semana.</p><p> A melhor forma de preveno da doena pelo uso de preservativos e recomenda-se fazer uma investigao rotineira em mulheres sexualmente ativas.</p><p>Fonte: CINCIAEMPAUTA, POR MIRINIA NASCIMENTOhttp://solucaoambiental.blogspot.com.br/2013/03/chlamydia-uma-doenca-silenciosa-que.html</p></li><li><p>Veculo: SITE Cincia em Pauta Editoria: Pag:Assunto: Fiocruz desenvolve tcnicas nacionais para diagnstico de doenas</p><p>Cita a FAPEAM: Release da assessoria </p><p>Release de outra instituio</p><p>Matria articulada pela assessoria</p><p>Iniciativa do prprio veculo de comunicao</p><p>Contedo:- Positivo </p><p>- Negativo</p><p>Pesquisa financiada pela FAPEAM Publicado no site da FAPEAM: </p><p>Programa: Data: 26/03/2013</p><p>Fiocruz desenvolve tcnicas nacionais para diagnstico de doenasPostado em 25/03/2013</p><p>Tecnologias para o diagnstico de um paciente que apresenta um quadro febril e a identificao de genes que mostram porque o paciente tem pr-disposio para ter determinada doena ou porque ele no responde de forma positiva a determinados medicamentos. Esses estudos fazem parte das diversas frentes de pesquisas realizadas pelo Instituto Lenidas e Maria Deane (ILMA)/Fiocruz no Amazonas. So pesquisas para desenvolver tecnologias prprias e mais baratas em relao s tecnologias disponveis no mercado. Ou que futuramente iro indicar a necessidade de tratamentos personalizados para cada paciente. Nessa entrevista, o vice-diretor de pesquisa do ILMA, Felipe Gomes Naveca explica quais estudos o instituto est desenvolvendo na rea de diagnstico das doenas comuns em nossa regio.</p><p>CINCIAemPAUTA: Uma das diretrizes da Fiocruz o desenvolvimento de insumos de diagnsticos (kits). Esses kits promovero agilidade na identificao dessas doenas que so comuns na regio?</p><p>Felipe Naveca: Temos um grupo de pesquisa que trabalha para o desenvolvimento de insumo diagnstico. um kit diagnstico pra malria, para rota-vrus. O desenvolvimento desse kit ainda no foi finalizado, mas est em desenvolvimento. um teste para diagnstico rpido. Para uma pessoa com diarria, normalmente crianas, por exemplo. Nesse caso, so sintomas que podem ser </p><p>Sim</p><p>No</p><p>Sim No</p></li><li><p>causados por bactria, um vrus ou outro agente. Se voc tiver um diagnstico rpido, pode direcionar um tratamento adequado.</p><p>CINCIAemPAUTA: As unidades bsicas de sade esto mais perto dos pacientes, nos bairros. Esses kits podero ser usados nessas unidades?</p><p>Felipe Naveca: Acredito que as unidades de sade sero uma boa clientela para esses kits. preciso de uma infraestrutura mnima pra fazer qualquer tipo de teste. O aconselhvel que esses testes sejam feitos em um ambiente com o mnimo de proteo para que a pessoa que estiver aplicando o exame no seja contaminada.</p><p>CINCIAemPAUTA: Esses testes no existem? Ou esse grupo de pesquisadores se dedica criao de uma tecnologia prpria?</p><p>Felipe Naveca: Muitos testes j existem no mercado. Mas estamos falando de tecnologia nacional. Estamos desenvolvendo uma tcnica nossa e isso vai diminuir o pagamento de royalties para as empresas multinacionais. A Fiocruz no Rio de Janeiro tem uma unidade chamada Bio-Manguinhos. Essa a nossa unidade de produo tanto pra insumos de diagnsticos como de vacina. Alm de agregar valor no sentido das pessoas estarem produzindo algo, tambm h a diminuio dos custos.Foto: Reproduo</p><p>Foto: Reproduo</p><p>CINCIAemPAUTA: O quadro clnico da dengue semelhante ao de outras doenas. H pesquisas para um melhor diagnstico?</p><p>Felipe Naveca: Uma das pesquisas financiada pela Fundao de Amparo Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) para diagnstico molecular para duas enfermidades. Por exemplo, um quadro febril agudo, principalmente nessa poca do ano, voc vai suspeitar de dengue, mas em 50% dos casos voc no fecha o diagnstico. No dengue? No malria? O que ? Provavelmente vai ser um vrus e na Amaznia h mais de 30 vrus que causam quadro semelhante. Vrus que foram identificados em humanos. Dois desses vrus tem maior impacto: Oropouche e Mayara-vrus. Temos projetos para identificar o genoma desses vrus. Um deles usa a mesma tecnologia recomendada pela Organizao Mundial de Sade (OMS) para o diagnstico da gripe aviria durante a pandemia, em 2009. Esses dois vrus existem, mas os casos no so notificados porque passam despercebidos. Hoje, o diagnstico deles feitos apenas em laboratrios de referncia.</p><p>CINCIAemPAUTA: Vocs desenvolvem pesquisas em Presidente Figueiredo. Que tipo de pesquisa se faz nesse municpio?</p><p>Felipe Naveca: Em Presidente Figueiredo temos um campo avanado de pesquisas. Dentro de um assentamento rural, desde 2007 e trabalhamos pra identificar as formas de transmisso de vrias doenas, como as de veiculao hdrica. Doenas transmitidas por vetores. Monitoramos parasitoses, sndromes febris. Queremos entender como essas doenas so transmitidas e sugerir intervenes prefeitura daquele municpio. So estudos que, inclusive, contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientfico e Tecnolgico (CNPq) e da Fapeam. Uma das aes indicou que preciso haver aconselhamento das famlias para que protejam melhor suas cisternas, para no deixar animais contaminarem a gua, por exemplo.</p></li><li><p>CINCIAemPAUTA: H um diagnstico de ponta que pode identificar porque o paciente resistente a determinado tratamento. Como funciona esse diagnstico?</p><p>Felipe Naveca: Temos uma parceria com a Fundao Alfredo da Matta (FUAM) na plataforma de genoma. Trata-se de um equipamento que foi adquirido pelo programa Pr-Estado da Fapeam. Esse equipamento permite a anlise do DNA tanto humano quanto de um patgeno (agente que pode provocar uma doena). Permite que faamos estudos para caracterizar uma doena ou a pessoa que tem aquela doena. Em casos de hansenase, por exemplo, h pacientes que tm resistncia medicamentosa, ou seja, o indivduo toma a medicao, mas no responde adequadamente ao medicamento. A literatura demonstra que voc pode procurar no genoma do agente causador da hansenase e ver se ele possui alteraes que fazem com que fique resistente droga. Isso pode ser feito com esse equipamento.</p><p>CINCIAemPAUTA: Algumas pessoas tm pr-disposio para determinadas doenas. Vocs tambm desenvolvem estudos n...</p></li></ul>