Corre Zola

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    10-Nov-2015

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<ul><li><p> INSTITUTO BIOLGICO </p><p>PS-GRADUAO </p><p>Frequncia de reaes sorolgicas para Mycoplasma gallisepticum em aves de postura de granjas comerciais localizadas no Estado de So Paulo. </p><p>Luis de Macedo Correzola </p><p>Dissertao apresentada ao Instituto Biolgico, da Agncia Paulista de Tecnologia dos Agronegcios, para obteno do ttulo de Mestre em Sanidade, Segurana Alimentar e Ambiental no Agronegcio. rea de Concentrao: Sanidade Animal, Segurana Alimentar e o Ambiente Orientadora: Profa. Dra. Claudia Del Fava Co-orientador: Dr. Marcos Roberto Buim </p><p>So Paulo 2010 </p></li><li><p>DADOS DE CATALOGAO NA PUBLICAO (CIP) Ncleo de Informao e Documentao - Biblioteca </p><p>Instituto Biolgico Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Estado de So Paulo </p><p>Correzola, Lus de Macedo Freqncia de reaes sorolgicas para Mycoplasma gallisepticum em aves de postura de granjas comercias localizadas no Estado de So Paulo / Lus de Macedo Correzola. -- So Paulo, 2010. Dissertao (Mestrado) Instituto Biolgico (So Paulo). Programa de Ps-Graduao. rea de concentrao: Sanidade Animal, Segurana Alimentar e o Ambiente. Linha de pesquisa: Gesto Sanitria e Ambiental na produo animal. Orientador: Cludia Del Fava. </p><p> Co-Orientador: Marcos Roberto Buim. Verso do ttulo para o ingls: Serologic response of commercial laying hens against Mycoplasma gallisepticum at So Paulo State. 1. Micoplasmose 2. Mycoplasma gallisepticum 3. Soroaglutinao rpida 4. Aves de postura comercial 5. ELISA (Tcnica imunolgica) I. Fava, Cludia Del II. Buim, Marcos Roberto III. Instituto Biolgico (So Paulo). Programa de Ps-Graduao IV. Ttulo </p><p> IB/Bibl. /2010/011 </p></li><li><p> FOLHA DE APROVAO </p><p>Nome do candidato: Luis de Macedo Correzola </p><p>Ttulo: Frequncia de reaes sorolgicas para Mycoplasma gallisepticum em aves de postura de granjas comerciais localizadas no Estado de So Paulo. </p><p> Orientadora: Profa. Dra Claudia Del Fava Co-orientador: Dr. Marcos Roberto Buim </p><p>Dissertao apresentada ao Instituto Biolgico da Agncia Paulista de Tecnologia dos Agronegcios para obteno do ttulo de Mestre em Sanidade, Segurana Alimentar e Ambiental no Agronegcio. </p><p> rea de Concentrao: Sanidade Animal, Segurana Alimentar e o Ambiente </p><p> Aprovada em: Banca Examinadora Assinatura: </p><p>Profa. Dra.: CLAUDIA DEL FAVA </p><p>Instituio: INSTITUTO BIOLGICO/SP </p><p>Assinatura: </p><p>Prof. Dr. FERNANDO GOMES BUCHALA </p><p>Instituio: Coordenadoria de Defesa Agropecuria do Estado de So Paulo/SP </p><p>Assinatura: </p><p>Profa. Dra. SIMONE ALVES MENDES RIBEIRO </p><p>Instituio: LANAGRO So Paulo/SP </p><p>SECRETARIA DE AGRICULTURA E ABASTECIMENTO AGNCIA PAULISTA DE TECNOLOGIA DOS AGRONEGCIOS </p><p>INSTITUTO BIOLGICO Ps-Graduao </p><p>Av. Cons. Rodrigues Alves 1252 CEP 04014-002 - So Paulo SP </p><p>pg@biologico.sp.gov.br </p></li><li><p> Dedicatria </p><p>Dedico aos meus pais, </p><p> Estevam e Syomara, </p><p>na tentativa de agradecer por tudo o que me fizeram, e ainda o fazem, </p><p>obrigado ! </p></li><li><p> Agradecimentos </p><p>A Dra Vera Lucia Nascimento Gonalves, pelo convvio dirio e pela generosidade </p><p>em permitir a realizao deste trabalho. Muito obrigado! </p><p>Ao Dr. Fernando Gomes Buchala, pelo incentivo e por reconhecer a importncia da </p><p>realizao deste. </p><p>A Dra Claudia Del Fava, por me acompanhar em todas as fases da realizao desta </p><p>dissertao, com ensinamentos, orientao, entusiasmo, incentivo, e </p><p>principalmente, apoio e amizade! </p><p>Ao Dr. Ricardo S. Jordo, do Instituto Biolgico de So Paulo, pela confiana e </p><p>apoio; </p><p>Ao pessoal do Centro Avanado de Pesquisa Tecnolgica do Negcio Avcola, da </p><p>Unidade de Pesquisa e Desenvolvimento do Instituto Biolgico, Bastos, em especial </p><p>a Dra Nilce Soares, e ao Dr Marcos Buim, meu co-orientador, pela motivao, apoio </p><p>e por permitirem a realizao da parte prtica neste conceituado laboratrio. </p><p>Ao Sindicato Rural de Bastos e ao seus diretores, Shigeyuki Toyoshima e Yasuhiko </p><p>Yamanaka, pela ajuda e suporte prestados; </p><p>A empresa Biovet, pela doao dos antgenos para a realizao da prova de </p><p>soroaglutinao rpida. </p><p>A Associao Paulista de Avicultura, APA, aos Drs. Erico Pozzer e Jos Roberto </p><p>Bottura, e a Ligia Okamura pelo incentivo e doao dos kits para a realizao da </p><p>prova de Elisa. </p></li><li><p> Ao pessoal da APA /Coordenadoria de Defesa Agropecuria, em especial Dra. </p><p>Snia Maria Martins Vitagliano, por toda ajuda e coleguismo e tambm ao Onzio </p><p>Oliveira, Lcio Leite Filho, Kellen Trivelatto, Pedro Abreu e Souza, Daniela O. Souza </p><p>e Fernanda Barbosa pelo incentivo e compreenso, e ao mdico veterinrio Vagner </p><p>Watanabe, pela fundamental ajuda na colheita do material. </p><p>Ao pessoal do Escritrio de Defesa Agropecuria de Tup, e ao seu diretor, Dr. </p><p>Dorcelino Dezzan e, principalmente, ao Cristvo S. Altero, por todo apoio que </p><p>recebi quando estive em Bastos e regio. </p><p>A todos do Centro de Anlise e Diagnstico da Coordenadoria de Defesa </p><p>Agropecuria, em especial Ldia Berling, Simone Campos, Leandro Ferreira, </p><p>Marilza Silva Ramos e Lara B. Keid, pela ajuda, coleguismo e incentivo. </p><p>A todos os amigos que fiz durante este curso, hoje Mestres, Marcio Macedo, Diogo </p><p>Manzano, Talita Mikola, Priscilla Schoepps, Rana Rachid, Leandro Venditti e </p><p>Marcelo Nishi, pelos bons momentos nas aulas compartilhadas. </p><p>A Marianne Oliveira, por me acompanhar nesta jornada desde o inicio. </p><p>A Aline Diniz Cabral e Mariana Vaz Rodrigues, minhas irms Del Fava, pelos </p><p>divertidos momentos no Alojamento do Instituto Biolgico. </p><p>A Ana Carolina Goes (Carol) e Mariana Piccolomini, pela amizade, risadas e por </p><p>vocs serem muito bonitas. </p><p>A Patrcia Mattiazzi, para deixar registrada a sua importncia neste e em minha vida. </p><p>A Deus, por tudo! </p></li><li><p>vi </p><p>RESUMO </p><p>CORREZOLA, L. M. Frequncia de reaes sorolgicas para Mycoplasma gallisepticum </p><p>em aves de postura de granjas comerciais localizadas no Estado de So Paulo. 2009. </p><p>Dissertao (Mestrado em Sanidade Animal, Segurana Alimentar e o Ambiente) </p><p>Instituto Biolgico. </p><p>A micoplasmose aviria causa doena crnica respiratria, sendo considerada um dos </p><p>principais problemas da avicultura mundial. As perdas econmicas so devidas a queda </p><p>na produo e qualidade dos ovos, baixa eclodibilidade, alta taxa de pintos refugados, </p><p>queda na eficincia alimentar, condenao de carcaas, alto custo com medicao </p><p>(antibiticos), resistncia bacteriana e restries comerciais. Avaliou-se a freqncia de </p><p>reaes sorolgicas para Mycoplasma gallisepticum em aves de postura comercial no </p><p>Bolso de Bastos e municpio de Guatapar, importantes regies produtoras de ovos no </p><p>Estado de So Paulo no perodo de junho e julho de 2009. Utilizou-se a prova de triagem </p><p>soroaglutinao rpida (SAR) e o exame confirmatrio de ELISA. Os resultados da </p><p>triagem pela SAR no total de amostras do Bolso de Bastos revelaram 88,2% (566/642) </p><p>de reatividade, sendo para aves no vacinadas 85,5% (196/229) e vacinadas 89,5% </p><p>(370/413). Os resultados confirmatrios pelo ELISA no Bolso de Bastos revelaram que a </p><p>reatividade total foi 89,8% (577/642), para aves no vacinadas 97,40% (233/229) e aves </p><p>vacinadas 85,7% (354/413) contra M. gallisepticum. No municpio de Guatapar, em todas </p><p>as granjas amostradas as aves eram vacinadas contra M. gallisepticum e o ndice de aves </p><p>reagentes SAR foi 76,5% (108/141) e ao ELISA 97,20% (137/141). No Bolso de </p><p>Bastos, 84,30% (193/229) das aves no vacinadas apresentaram sororeatividade </p><p>simultaneamente SAR e ao ELISA, porm no foram observados casos clnicos da </p><p>infeco, podendo este elevado nvel de soroeatividade ser devido difuso de cepas </p><p>vacinais vivas, que possuem baixa patogenicidade e imunizam as aves contra as cepas </p><p>de campo. O grande percentual de aves imunizadas nas duas regies que foram </p><p>reagentes simultaneamente SAR e ELISA 84,00% (465/554) ou reagentes somente ao </p><p>ELISA 8,80% (49/554) e a ausncia de sinais clnicos indicam que houve pouca falha </p><p>vacinal. Os elevados nveis de sororeatividade nas granjas do Bolso de Bastos e </p><p>municpio de Guatapar, onde a avicultura comercial intensa indicam que o micoplasma </p><p>est difundido nas granjas, sendo favorecido pelo manejo, onde todas as fases da criao </p><p>so realizadas na mesma granja, pelo adensamento populacional e proximidade entre as </p></li><li><p>vii </p><p>propriedades, onde as aves mais velhas apresentaram maior taxa de sororeatividade, </p><p>sem sinais clnicos respiratrios. Somente por meio de estudo epidemiolgico utilizando </p><p>isolamento do M. gallisepticum e realizando sua caracterizao e diferenciao molecular </p><p>podero ser conhecidos os tipos de cepas que esto estimulando a resposta humoral das </p><p>aves. </p><p>Palavras-chave: micoplasmose; Mycoplasma gallisepticum; soroaglutinao rpida; </p><p>ELISA, aves de postura comercial. </p></li><li><p>viii </p><p>ABSTRACT </p><p> CORREZOLA, L. M. Serologic response of commercial laying hens against Mycoplasma </p><p>gallisepticum at So Paulo State. 2009. Dissertao (Mestrado em Sanidade Animal, </p><p>Segurana Alimentar e o Ambiente) Instituto Biolgico. </p><p> Avian mycoplamosis is considered one of the main problems of poultry worldwide, and it </p><p>causes chronic respiratory illness. Economic losses are due to decrease in production and </p><p>quality of eggs, low hatchability, high rates of culling day-old birds, decrease in feed </p><p>efficiency, poultry carcasses condemnation, high cost with medication (antibiotics), </p><p>bacterial resistance and commercial restrictions. It was valuated the seroreactivity of </p><p>commercial laying hens for Mycoplasma gallisepticum at Bastos region and Guatapar </p><p>city, two major egg producing areas at So Paulo State, Brazil, from June-July 2009. </p><p>Seroagglutination test in plate (SAR) was used as screening test, and the ELISA as </p><p>confirmatory test. The results by SAR in the total samples of Bastos region revealed </p><p>88.2% (566/642) of serorectivity, being for non vaccinated laying hens 85.5% (196/229) </p><p>and vaccinated 89.5% (370/413). The confirmatory results by ELISA test at Bastos region </p><p>revealed a total seroreactivity 89.8% (577/642), being for non vaccinated laying hens </p><p>97.40% (233/229) and vaccinated 85.7% (354/413). In Guatapar city, all the flocks were </p><p>vaccinated against M. gallisepticum, and the rate of seropositivity by SAR was 76.5% </p><p>(108/141) and by ELISA 97.20% (137/141). At Bastos region, 84.30% (193/229) non </p><p>vaccinated hens were simultaneously reactive to SAR and ELISA, however there were no </p><p>clinical cases of infection, and this high rate of seropositivity may be due to the diffusion of </p><p>live vaccine strain, which have low patogenicity and immunize hens against wild strains. </p><p>The high rate of vaccinated hens in both regions seroreactors simultaneously to SAR and </p><p>ELISA 84.00% (465/554) or reactors only to ELISA, 8.80% (49/554), and the absence of </p><p>clinical signs show that there was low vaccine failure. The high seroreactivity rates at </p><p>Bastos region and Guatapar city, where the commercial poultry is intense, shows that M. </p><p>gallisepticum is spread out in flocks, being favored by management, where all the stages </p><p>of breeding are done at the same flock, the high population density and proximity of farms. </p><p>The oldest hens present higher rates of seropositivity, without respiratory clinical signs. </p><p>Only by molecular analysis it will be possible to characterize and differentiate the M. </p><p>gallissepticum strains who are stimulating the immune response of the hens. </p><p>Key word: mycoplasmosis; Mycoplasma gallisepticum; seroagglutination test in plate; </p><p>ELISA test; commercial laying hens. </p></li><li><p>ix </p><p>SUMRIO </p><p>1. INTRODUO ......................................................................................................... 1 </p><p>2. REVISO DE LITERATURA ................................................................................... 4 </p><p>3 MATERIAL E MTODOS ........................................................................................ 14 </p><p>4 RESULTADOS E DISCUSSO ............................................................................... 17 </p><p>5 CONCLUSES ........................................................................................................ 34 </p><p>6 REFERNCIAS BIBLIOGRFICAS ........................................................................ 35 </p></li><li><p>x </p><p>LISTAS DE TABELAS </p><p>Tabela 1 Sororeatividade de galinhas de postura comercial frente ao M. gallisepticum pelo teste de SAR no Bolso de Bastos/SP, segundo o municpio, granja, lote, idade das aves (semanas) e vacinao contra M. gallisepticum (So Paulo, 2009) ..............................................................................................................18 </p><p> Tabela 2 Sororeatividade de galinhas de postura comercial frente ao M. gallisepticum </p><p>pelo teste de SAR no Bolso de Bastos/SP, segundo a vacinao (So Paulo, 2009) .................................................................................................19 </p><p> Tabela 3 Sororeatividade de galinhas de postura comercial frente ao M. gallisepticum </p><p>pelo teste de ELISA no Bolso de Bastos/SP, segundo o municpio, granja, lote, idade das aves (semanas), vacinao e valores estatsticos obtidos pelo software xCheck verso 3.3 Idexx (So Paulo, 2009).......................20 </p><p> Tabela 4 Sororeatividade de galinhas de postura comercial frente ao M. gallisepticum </p><p>pelo teste de ELISA no Bolso de Bastos/SP, segundo a vacinao (So Paulo, 2009) .................................................................................................21 </p><p> Tabela 5 Sororeatividade das aves no vacinadas, simultaneamente SAR e ELISA </p><p>para o diagnstico de M. gallisepticum no Bolso de Bastos (So Paulo, 2009) ............................................................................................................22 </p><p> Tabela 6 Sororeatividade de galinhas de postura comercial frente ao M. gallisepticum </p><p>pelo teste de SAR no municpio de Guatapar/SP segundo a granja, lote, idade das aves (semanas) e vacinao (So Paulo, 2009) .........................23 </p><p> Tabela 7 Sororeatividade de galinhas de postura comercial frente ao M. gallisepticum </p><p>pelo teste de SAR no municpio de Guatapar/SP, segundo a vacinao (So Paulo, 2009) ........................................................................................24 </p><p> Tabela 8 Sororeatividade de galinhas de postura comercial frente ao M. gallisepticum </p><p>pelo teste de ELISA no municpio de Guatapar segundo a granja, lote, idade das aves (semanas), vacinao e valores estatsticos obtidos pelo software xCheck verso 3.3 Idexx (So Paulo, 2009)............................................25 </p><p> Tabela 9 Sororeatividade de galinhas de postura comercial frente ao M. gallisepticum </p><p>pelo teste de ELISA no municpio de Guatapar/SP, segundo a vacinao (So Paulo, 2009) ......................................................................................26 </p><p>Tabela 10 Sororeatividade das aves vacinadas, simultaneamente SAR e ELISA para o diagnstico de M. gallisepticum no Bolso de Bastos e Municpio de Guatapar (So Paulo, 2009) ......................................................................27 </p><p> Tabela 11 Clculo do qui-quadrado para a sororeatividade de aves vacinadas contra </p><p>M. gallisepticum SAR segundo a fase de produo e faixa etria, no Bolso de Bastos e Guatapar, SP (So Paulo, 2009) ...............................29 </p><p> Tabela 12 Clculo do qui-quadrado para a sororeatividade de aves vacinadas contra </p></li><li><p>xi </p><p>M. gallisepticum...</p></li></ul>