Correio Notícias - Edição 1008

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    13-Mar-2016

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Correio Notcias - Edio 1008

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<ul><li><p>1Tera-Feira - 24 de Junho de 2014Edio 1008</p><p>24Tera-FeiraJunho / 2014Edio 1008</p><p>O Museu Histrico Joaquim Vicente de Souza de Siqueira Campos, passar por uma srie de reformas a partir desta semana. De acordo com o diretor do Departamento de Cul-tura, Arnaldo Ribeiro Luska, durante o perodo de realizao de obras o museu no ficar fechado para visitao. As obras devem ser concludas no prazo de 15 dias. Pgina 4</p><p>Museu Siqueirense passa por reformas e pode dobrar capacidade de acervo</p><p>Alterao na Lei da Transparncia deve regularizar questo das </p><p>publicaes oficiais das prefeiturasPara corrigir as duplicidades de interpretao relativas Lei da Transparncia para publicao de lei e atos oficiais dos municpios do estado do Paran e garantir que no haja limitao no livre a acesso a informaes pblicas o Ministrio Pblico junto com o Tribunal de Contas do Paran (TCE) orientaram que houvesse alteraes na Lei Complementar 137/2011. Pgina 5</p><p>Marco Civil da Internet entra em vigor; veja como ele</p><p>pode afetar sua vida</p><p>Comeou a valer ontem (23) as novas regras para o uso da internet no Brasil. A Lei 12.965/14, conhecida como Marco Civil da Internet, uma espcie de constituio do setor, que estabelece os direitos e deveres de usurios e de provedores de internet no pas. Aps aprovao na Cmara dos Deputados e no Senado, a lei foi sancionada pela presidenta Dilma Rousseff e publicada no dia 24 de abril, com prazo de 60 dias para entrada em vigor. Pgina 8</p><p>Cursos tcnicos profissionalizantes atendem 95% da populao do Paran</p><p>Dos 399 municpios, apenas 76 no tm nenhuma opo de cursos tcnicos profissionali-zantes gratuitos oferecidos pela Secretaria de Estado da Educa-o, pelo Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Mdio Tcnico e Emprego) ou pela Escola Tcnica Aberta do Brasil (e-Tec Brasil), do governo federal. Pgina 3</p></li><li><p>Tera-Feira - 24 de Junho de 2014Edio 1008</p><p>2</p><p>EU SOU O OUTONOCHARGE DO DIA</p><p>Assim o outono, assim so as pessoas...Sinto a brisa leve que leva num compasso breve todas as folhas leves que j esto no cho. At tentam flutuar, porm j passou o tempo delas...Os passos marcam e a marca no sai mais. A marca que fica naqueles que olham. Elas so como a pele ressecada pelo tempo de outono, se tornam galhos secos no clima tenso. E so assim por mim, comigo, porque eu, eu sou o outono.E o outono s nasce da primavera que um dia floriu e do sol que, em sua estao, sorriu. Flores fortes que sobrevivem a mimEssas plantas no outono ficam mais firmes, mesmo que em galhos secos elas esperam contentes a chuva e a estao cer ta para f lorescer.S quem consegue se assemelhar a essas </p><p>plantas, sabe a verdade sobre o sorr iso do palhao. E quem de verdade???Um caminho calmo, sem pressa, sem rumo. Sent indo o cl ima cinza, o escuro. E at a sol ido de hoje parece praga. Estou bom nisso. De tanta sol ido j no me sinto mais sozinho. Acho que isso egosmo! Ser minha prpr ia companhia. Levo voc em pensamento pra espantar o fr io. Embora me sinta craque, craque em sol ido. Um ser humano cada vez mais vic iado em sol ido. Outono assim.. . Eu sou o outono. As f lores que resistem a mim sero mais fortes!Cult ive sua plant inha imaginar ia! Seja ela amarela ou cinza, preta ou at azul . Tony Lima jornal ista, colaborador no jornal Correio Notc ias e Radial ista h 14 anos. Atualmente trabalha na rdio Al ternat iva de Siqueira Campos.</p><p>OPINIO</p><p>Siqueira CamposCornlio ProcpioCuritibaIbaitiJapiraJabotiSalto do ItararCarlpolisJoaquim TvoraGuapiramaQuatiguJacarezinhoConselheiro MairinckPinhalo</p><p>DIreOElizabete GoiseDITOrA CHeFeElizabete GoisreDAOCamila Consulin, Isaele Machado, Tony LimaDIAGrAMAOAndr, MarcosADMINIsTrATIvOClaudenice, Isamara MachadoCOLUNIsTAGnesis Machado</p><p>CIrCULAO </p><p>rePreseNTAOMERCONET Representao de Veculos de Comuni-cao LTDARua Dep. Atilio de A. Barbosa, 76 conj. 03 - Boa Vista - Curitiba PRFone: 41-3079-4666 | Fax: 41-3079-3633</p><p>FILIADO A</p><p>Associao dos Jornais Dirios do Interior do Paran</p><p>jornalstica correio do norte s/c ltda - cnpj: 07.117.234/0001-62</p><p>reDAO JOrnAlRua Piau, 1546 - Bairro Santa IsabelSiqueira Campos - Paran(43) 3571-3646 </p><p>Site: www.correionoticias.com.br - e-mail: editais@correionoticias.com.br</p><p>eSTDiO rDiO AlTernATiVAwww.alternativa87.comalternativafm87@hotmail.com(43) 3571-4313 | (43) 9604-4882</p><p>diagramacao@correionoticias.com.br</p><p>TomazinaCurivaFigueiraVentaniaSapopemaSo Sebastio da AmoreiraNova Amrica da ColinaNova Santa BrbaraSanta Ceclia do PavoSanto Antnio do ParasoCongoinhasItambaracSanta MarianaLepolis</p><p>SertanejaRancho AlegrePrimeiro de MaioFlorestpolisSo Gernimo da SerraSanto Antnio da PlatinaArapotiJaguariavaSengsSo Jos da Boa VistaWenceslau BrazSantana do ItararJundia do SulAndir</p><p>AbatiCambarRibeiro do PinhalNova FtimaBarra do JacarSanta AmliaSertanpolisBela Vista do ParasoRibeiro Claro</p><p>Por Tony lima</p><p>"Estou me trans-formando, aos poucos, num ser humano cada vez mais viciado em solido.As pessoas sentem o frio se aproxi-mando, notam as folhas caindo, o vento uivando, mas no percebem que no outono as coisas se renovam. Eu sou o outono.Outono tira as folhas amarelas e secas das rvores para que as novas folhas surjam. </p><p>ARTIGO</p><p>Por Jos Carlos Fernandes</p><p>Tempos atrs, ao comentar a chamada crise do jornalismo impresso, o jornalista e pesqui-sador espanhol Matias Molina ps o dedo na ferida. Disse que nem a crise tem a cara e o tamanho que se propala. Nem uma exclusivi-dade dos impressos. Mais lem-brou que tanta fuzarca fez mal, muito mal aos jornais, que paga-ram o pato de um fenmeno mun-dial que atinge todos os meios, inclusive a televiso.</p><p>Pois . Setores do mercado passaram a se pautar pelo fim anunciado dos jornais, como se Godzilla estivesse prestes a fazer picadinho das impressoras. </p><p>Fujam, parecem dizer os profe-tas. Ouve-se aqui e ali certezas a respeito do que nos espera, como se uma flecha viesse na mira da testa. As bravatas vm das pr-prias redaes, dos meios aca-dmicos e publicitrios, para citar trs territrios em que se gargan-teia o ltimo round para os di-rios. Uma manchete barata sada dos tabloides no faria melhor. Mas devagar, pois preciso.</p><p>Virou lugar comum afirmar que desde Gutenberg no se via tamanha reviravolta. A internet mexeu no eixo da Terra, e no adianta brincar, dizendo que a rede pode sumir do mapa, puft!, como aconteceu com os dirig-veis. Ou com os dinossauros. A </p><p>piada boa, mas boba. A graa est em que essa reviravolta no um pacote fechado. A coisa se mexe pra caramba. Mal pode-mos toc-la. Forma uma espcie de biodiversidade como bem descreveu o entusiasta Steven Johnson em seu (necessrio) livro Emergncia. Johnson usa de metforas como o formigueiro e as caladas para explicar o que significa essa poca que deu ao leitor o status de editor.</p><p>Se h algo de importante a fazer agora ler os sinais, com cincia e pachorra. Faa o teste: a maior parte das teses sobre o futuro ps-internet envelhe-ceu como frutas numa feira de Belm do Par. Nem o Pierre </p><p>Levy escapa. Nem Chris Ander-son. Nem Ken Doctor. Nem Andrew Keen. No tem terico de posse das Tbuas da Lei. Nem o Wolton. A afirmao de hoje tende a virar sucata amanh. Eis a nova ordem, uma canseira.</p><p>Calma a no se trata de um dilema ontolgico, mas de uma dorzinha contnua, prova de analgsicos. Uma boa receita caseira o otimismo, essa cate-goria to pouco amada. A ele: a crise tem ensinado muito aos jor-nais. L se vo 20 anos. Nesse tempo os impressos cresceram em qualidade. Mas, antes que algum veterano das redaes esbraveje, pensemos em outro lucro: sabemos mais hoje sobre o </p><p>pblico do que em todo o sculo anterior.</p><p>Sim, a crise nos ps a danar com os leitores. Se antes falva-mos para os que nos pareciam ideais, hoje temos de falar para os reais. Descobrimos que no so nossa imagem e seme-lhana os posts, esses bandi-dos, no mentem. Reclamam que sintamos a vida como ela . Que lhes apresentemos sadas quem sabe um simples servio. De apli-cados, como os supnhamos, mostraram-se ao rs-do-cho. Manifestam-se quando se acham potentes. Calam-se quando impo-tentes. Melhor no cham-los de acanhados; antes, de honestos.</p><p>No sabemos muito bem </p><p>como lidar com isso. Ruim? Exci-tante. Os chatos, claro, dizem que a gerao governada pelo polegar e pelo indicador vai dar um p nos impressos. Esque-cem o que professa o socilogo norte-americano Paul Starr no existe sociedade desenvolvida no mundo que no tenha um jornal impresso forte. Sem mediadores da informao, no h soluo. o que veremos.</p><p>Jos Carlos Fernandes, jor-nalista, doutor em Estudos Literrios pela UFPR e professor do curso de Comunicao Social-Jornalismo da UFPR. Este texto integra srie especial de artigos sobre os 50 anos do curso de Jor-nalismo da UFPR.</p><p>Um Godzilla na sala de impresso</p></li><li><p>3Tera-Feira - 24 de Junho de 2014Edio 1008</p><p>SenHOr, queM HAbiTAr nO Teu TAbernCulO? queM MOrAr nO Teu SAnTO MOnTe?</p><p>SAlMOS 15:1---------------------------------------------------------------------------</p><p>TriO PreSONa ltima sexta-feira (20) a Polcia Militar tirou de circulao mais um trio de traficantes em Siqueira Campos. De acordo com informaes do Capito Lemes, os elementos estavam com uma considervel quanti-dade de crack que posteriormente seriam comercializadas. Os indiv-duos foram detidos e encaminhados para a carceragem de Siqueira Campos, onde permanecem disposio da justia.</p><p>MOTO reCuPerADA Graas ao trabalho amplo de investigao da PM, uma moto XTZ foi recuperada no ltimo sbado (21) em Siqueira Campos. Segundo os policiais a moto recuperada que est com o chassi adulterado pode ser a mesma que foi furtada recentemente. A moto foi encontrada abando-nada as margens da rodovia.</p><p>lADrO Se Deu MAlE ento o engraadinho foi furtar na casa de um cidado de bem e se deu mal. De acordo com a Polcia Militar de Siqueira Campos, um ele-mento adentrou numa residncia onde furtaria um computador, porm o dono da casa acionou o policia e o gatuno foi preso em flagrante e encaminhado Delegacia de Polcia de Siqueira Campos. </p><p>rePASSeS Est pronto para ser votado na Comisso de Assuntos Econmicos (CAE) projeto que visa a estabelecer maior equidade na distribuio, entre os estados, de recursos pblicos federais destinados agricul-tura familiar e aos empreendimentos familiares rurais. A proposta (PLS 8/2012), do senador Ciro Nogueira (PP-PI) determina que os recursos previstos no oramento da Unio para implantao da Poltica Nacio-nal da Agricultura Familiar e Empreendimentos Familiares Rurais sejam distribudos proporcionalmente ao nmero de estabelecimentos de agri-cultura familiar ou de empreendimentos familiares rurais existentes em cada estado, conforme dados do Censo Agropecurio.</p><p>eSTiMulO Estimular as parcerias pblico-privadas (PPP) o objetivo de projeto do senador Clsio Andrade (PMDB-MG) que se encontra na Comisso de Assuntos Econmicos (CAE). Aps constatar que as PPPs, institu-daspela Lei 11.079/2004, no deslancharam por "inrcia da mquina estatal", o senador props a criao de um instrumento pelo qual o particular provocar a administrao a manifestao de interesse da iniciativa privada (MIP).</p><p>COnTinuAnDO...Pela MIP, conforme a proposta (PLS 203/2014), o particular poder apresentar estudos contendo opinies fundamentadas e justificadas sobrea viabilidade de concesses ou permisses. Com isso, o parla-mentar acredita que a iniciativa privada despertar o Poder Pblico quanto a oportunidades at ento no vislumbradas.</p><p>JOgOS DA COPA eM CuriTibAConsumidores tm procurado o Procon Paran para denunciar alguns estacionamentos no entorno do Estdio Joaquim Amrico, Arena da Baixada, em Curitiba, onde os jogos acontecem. Os consumidores so obrigados a pagar valores por perodo, j que muitos estabelecimentos tem recusado a cobrana por hora. O perodo custa at R$ 50 em esta-cionamentos que cobram R$ 20 o perodo em dias normais.De acordo com o Procon, a prtica ilegal, abusiva e contraria o Cdigo de Defesa do Consumidor e a legislao estadual. O consumidor pode optar pelo pagamento do servio por hora ou por perodo, conforme for mais conveniente. Tcnicos do Procon j fizeram uma averiguao prvia antes dos jogos, e caso a prtica abusiva se constate, os estabe-lecimentos podem ser multados em at seis milhes de reais. O Procon orienta ainda que os consumidores exijam a nota fiscal do servio pres-tado, constando o valor pago pelo mesmo, o valor da hora anunciada e o tempo de permanncia no estacionamento.</p><p>nASCenTeS reCuPerADASA Sanepar e a Coopavel Cooperativa Agroindustrial realizaram a recu-perao de oito nascentes no municpio de Campo Bonito, na Regio Oeste do Paran, com o apoio da empresa Syngenta. O trabalho faz parte do Projeto gua Viva da Coopavel, que tem a finalidade de pro-teger, recuperar e restaurar nascentes e a mata ciliar. A parceria vai permitir que seis minas protegidas sejam utilizadas no abastecimento pblico dos moradores da rea urbana da cidade. A interligao das minas ao sistema de abastecimento amplia dos atuais 270 mil para 570 mil litros de gua por dia, um aumento de mais de 100% na capacidade de produo de gua do sistema. A Sanepar investiu R$ 110 mil para auxiliar na compra dos materiais utilizados para a proteo das fontes de gua, na aquisio de filtro, reservatrio e tubulao para o trans-porte da gua, na instalao de 1.550 metros de cercas, portes e no plantio das mudas no entorno das nascentes. Alm disso, 12 empre-gados da Companhia contriburam com a mo de obra junto com as equipes da Coopavel para a realizao dos trabalhos.</p><p>POLTICA</p><p>Cursos tcnicos profissionalizantes atendem 95% da populao do Paran</p><p>De Curi t ibaAssessoria</p><p>Os cursos tcnicos ofere -c idos nas escolas estaduais do Paran e seus parce i ros (Senai e Senac) a lcanam 95% da populao do estado. Dos 399 munic p ios, apenas 76 no tm nenhuma opo de cursos tcnicos prof is -s ional izantes gratu i tos ofe -rec idos pela Secretar ia de Estado da Educao, pe lo Pronatec (Programa Nacio -nal de Acesso ao Ensino Mdio Tcnico e Emprego) ou pela Escola Tcnica Aber ta do Bras i l (e-Tec Bras i l ) , do governo federa l .</p><p>O mapeamento fe i to pe lo Depar tamento de Educao e Trabalho, com dados refe -rentes ao nmero de matr -culas no Estado, aponta que menos de 5% da populao paranaense (4,68%) no tm acesso gratu i to a cursos tc-nicos na c idade onde moram. Essas c idades concentram em mdia cerca de 10 mi l moradores. A lguns munic -pios so menores, possuem 2 mi l habi tantes, e um curso tcnico no tem demanda para ser implantado.</p><p>As pessoas que moram nessas c idades, no entanto, tm opes de formao pro -f iss ional na reg io. Munic -pios maiores, que f icam em grandes centros, o fer tam os cursos tcnicos na rede esta-dual de ens ino e nas inst i tu i -es parce i ras como Senai e Senac. A mdia de d is tnc ia 55 qui lmetros para quem pretende fazer um curso tc -nico e mora em uma das 76 c idades onde no ex is te essa opo.</p><p>Na c idade de ngulo (Nor te) , com 2.954 morado -res, no so ofer tados cursos prof iss ional izantes, mas em Mar ing (Noroeste) , a 36 qui lmetros de d is tnc ia, so ofer tadas vr ias opes como admin is t rao, con -tab i l idade, meio ambiente, enfermagem e logs t ica, por exemplo. O morador de Pinhal de So Bento (...</p></li></ul>