CRTR Revista 41.pdf

  • Published on
    31-Oct-2015

  • View
    216

  • Download
    0

Embed Size (px)

Transcript

<ul><li><p>41 Edio - Maro 2009</p><p>Conselho Regional de Tcnicos em Radiologia - 5 REGIO - SP</p><p>Revista</p><p>CRTR-SP41 Edio - Maro 2009</p><p>Aneurismas Intracranianospgina 6</p><p>veja tambm</p><p>pgina 8</p><p>Terceirizao: a posio do Ministrio do TrabalhoTerceirizao: a posio do Ministrio do Trabalho</p><p>pgina 8</p><p>Aneurismas Intracranianospgina 6</p></li><li><p>CRTR-SP - 41 edio - Mar. 092</p><p>O homem livre no precisa dominar outras criaturas, por tanto a liberdade um sentimento oposto ao desejo de mando. Os dominadores so aqueles que no conseguem sentir-se valorizados como pessoa, a no ser quando esto dominando os outros. Quem livre realmente no pretende ser mestre de ningum. Descobriu que no to pequeno quanto pensou, nem to admirvel quanto gostaria de ser. Simplesmente resgatou a idia de que a principal autoridade em seu mundo ntimo, e no no mundo dos outros. O ser liberto faz sua caminhada evolucional sabendo que a prpria existncia depende exclusivamente de sua autocom-preenso. Na cidade da vida, quando pensamos estar subindo a rua da felicidade, s vezes podemos estar descendo a ladeira da decepo. H diversas formas de se atingir uma liderana: a do lder nato e a do lder calculista ou produzido. O lder nato original, ou seja, ele mesmo; no copia nin-gum. No se limita a seguir caminhos j percorridos; tem a capacidade de elaborar concepes novas e encontrar solu-es inditas para antigos problemas.Os lderes calculistas ou produzidos, muitas vezes so ho-mens dominados pela paixo do comando e da autoridade. Valem-se da fora e do discernimento que os lderes natos lhes emprestam. Depositam sua segurana neles, e no em si mesmos. Vivem sombra das opinies. Comumente, encontra pessoas imaturas que o acompa-nham. manipulador, mexe "os cordes de suas marione-tes", usando-as em benefcio pessoal e fazendo-as viver como robs -sem vontade prpria. Seus adeptos acreditam ser ide-alistas e auto-determinados, no se dando conta de que, por detrs das cortinas, existe algum guiando o espetculo.Os lderes produzidos, que se utilizam do poder de persuaso por meio de uma voz meiga e amistosa, so paternalistas. Querem arrumar e resolver problemas que no so de sua competncia, demonstrando empenho oportunista em rela-o ao bem-estar das pessoas. Instigam seus simpatizantes contra o inimigo imaginrio, pensando, assim, obter unio da equipe que dirigem. Quando manipulamos o outro, atramos para ns sua vida. Ele passar a fazer parte de nosso destino, com todos os seus </p><p>problemas e necessidades. Dessa forma, so criados muitos elos entre pessoas que no tm afi nidade, resultando em si-tuaes complicadas e convivncias desastrosas. As rivalidades comeam, em muitas circunstncias, quando admiramos algum e no conseguimos ser como ele. A dis-crdia inicia-se no por causa da antipatia, mas porque essa pessoa um espelho onde vemos o que gostaramos de ser e no somos. Tenha como ponto pacfi co condio humana e encontre o lado positivo em todas as ocorrncias e situaes que a vida lhe apresentar. As maiores oportunidades de aprendizagem surgem em nossa vida disfaradas em desafi os e difi culda-des. No se atenha de forma exclusiva crtica, lembre-se de que dias sombrios surgem ocasionalmente, mas no fi nal podemos retirar as vantagens do entendimento. Sabemos que o ser humano est em constante processo de aprendizagem, em vista disso, todos podem aprender a liderar convenientemente. A poda, o corte de uma haste fl oral, embora parea no seguir nenhuma regra, deve ser feita prximo ao tronco de onde a haste surgiu. Corte a haste das intrigas e da maledicncia de sua vida, observe as pesso-as e analise os fatos. Veja por si mesmo a fragilidade dessa situao. Examine os pontos fortes e os fracos e, dessa ma-neira, encontrar um denominador comum em sua equao existencial. Com essa conduta, voc ter subsdios bastantes para tomar uma deciso prudente e sensata. Um abrao e boa leitura.</p><p>Jos Paixo de Novaes</p><p>Palavra do Presidente</p><p>ExpedienteDiretoria Executiva:</p><p>PresidenteJos Paixo de Novaes</p><p>Diretora SecretriaVnia Regina da Silva Lopes</p><p>Diretor TesoureiroGabriel Gonalo Copque Daltro</p><p>Conselheiros EfetivosAntnio FacinCssio Valendorf Xavier MonteiroJerre Carlos de Oliveira (Licenciado)Joo Lucas de Frana FilhoRubens Sant ana</p><p>Conselheiros SuplentesArnaldo Honorato de AmorimJlio Csar dos SantosLzaro Domingos SobrinhoLcio Jos FeitosaMarcelino Silvestre dos SantosMary Bernardes de OliveiraNlio Tadeu AlvesTereza TravaginVilmar Lopo da Silva</p><p>Delegado Regional de CampinasLzaro Domingos Sobrinho</p><p>Delegado Regional de Ribeiro PretoMarcelino Silvestre dos Santos</p><p>Delegado Regional de BauruRubens Jos Grandi</p><p>Delegado Regional de TaubatFrancisco Paulo Galcez</p><p>Delegado Regional de SantosRubens Sant ana</p><p>Jornalista ResponsvelAdriana TeodoroMTB: 31237 - SPe-mail: imprensa@crtrsp.org.br</p><p>PublicidadeMarcelo Alvese-mail: diretoria@crtrsp.org.brTel.: (11) 2189-5412</p><p>Fotografi asAdriana Teodoro</p><p>ImpressoTel.: (11) 3277-5357</p><p>Projeto Grfi co e DiagramaoMoai Comunicaowww.moaicom.com.br</p><p>CRTR-5 Regio - SPConselho Regional de Tcnicos em Radiologia de So Paulo</p><p>R. Herculano, 169 - Sumar - So Paulo - SP CEP: 01257-030 Tel.: (11) 2189-5400 www.crtrsp.org.br - crtrsp@terra.com.brDisque-Denncia: 0800-7027875 </p><p>Revista CRTR-5 Regio - SP, dos profi ssionais das tcnicas radiolgicas. uma publicao do Conselho Regional dos Tcnicos em Radiologia de So Paulo, distribuda gratuitamente aos profi ssionais com registro no Conselho. O CRTR-5 Regio - SP, no se responsabiliza por opinies emitidas pelos entrevistados e por artigos assinados.Revista CRTR-5 Regio - SP, - 41 edio - Maro 2009 - Tiragem: 23.500 exemplares - 200 cds em udio</p><p>Veja nesta edio:Ouvidoria / Cartas: .................................................................................................................................................. 3Info. Gerais: .................................................................................................................................................................. 4Cientfi co: Aneurismas Intracranianos ............................................................................................................................ 6Capa: Terceirizao: a posio do Ministrio do Trabalho ................................................................................................... 8Sindical: .........................................................................................................................................................................12Eventos: .........................................................................................................................................................................15</p><p>editorial</p></li><li><p>acesse: www.crtrsp.org.br 3</p><p>Caro (a) Leitor (a)</p><p>Vamos relembrar nessa edio que a profi sso de Tcnico em Radiologia foi disciplinada pela Lei Federal n 7.394, de 29/10/1985 e regulamentada pelo Decreto 92.790, de 17 de junho de 1986 e, a partir dali o (a) interessado (a) para exercer a referida profi sso deveria atender os requisitos previstos no art. 2: I ser portador de certifi cado de concluso de 1 e 2 graus, ou equivalente, e possuir formao profi ssional por interm-dio de Escola Tcnica de Radiologia, com o mnimo de 3 (trs) anos de durao. Com o advento da Lei n 10.508/02, o Inciso I (acima) foi modifi cado e passou a ter a seguinte redao:I ser portador de concluso do ensino mdio e possuir formao profi ssional mnima de nvel Tcnico em Radio-logia;Tal formao mnima corresponde a 1.200 horas tericas + estgio curricular (na rea da sade o mnimo tem sido de 240 horas e o recomendvel que seja acima disso), que garantir ao aluno a formao especfi ca na especia-lidade de Radiodiagnstico. As atribuies do Tcnico e do Tecnlogo no Setor de Diagnstico por Imagem esto discriminadas na Resoluo CONTER n 02/2005.Atualmente, o (a) aluno (a) que concluiu o curso pode solicitar o seu registro junto ao CRTR-5 Regio SP mediante a comprovao do ensino mdio (histrico e certifi cado de concluso) e histrico, certifi cado e com-provao de estgio do Curso de Tcnico em Radiologia. Uma vez deferido o seu registro o (a) profi ssional retira a Cdula de Identidade Profi ssional modelo provisrio, com validade de 12 meses, que o prazo, mximo, con-cedido para que seja apresentado o Diploma do Curso de Tcnico em Radiologia, com registro no GDAE. Resta lembrar que, atualmente, o principal motivo de indeferimento de registro ainda continua sendo a con-comitncia, ou seja, alunos que iniciaram o Curso de Tcnico em Radiologia sem antes terminar o ensino m-dio, contrariando o artigo 4 da Lei 7.394/85. </p><p>Outro motivo que, tambm, atrapalha e/ou impede que os profi ssionais, portadores de registro provisrio, pos-sam trocar a habilitao provisria pela defi nitiva, so as escolas fechadas e/ou cassadas por irregularidades. Nesses casos, o profi ssional deve, sempre, procurar a Diretoria de Ensino da Regio e solicitar a validao dos seus documentos escolares e a emisso do seu Diploma. O ensino mdio cassado leva ao cancelamento de todo os atos decorrentes e posteriores, inclusive do Curso de Tc-nico em Radiologia. </p><p>Importante - Em 31 de dezem-bro de 2009 termina o prazo para regularizao dos fran-queados do extinto PRAP </p><p>O CONTER, atravs da Resoluo n 33, de 16.08.1992, instituiu o Programa de Reeducao e Avaliao Profi s-sional PRAP, com o objetivo de promover a reeducao e avaliao dos profi ssionais que j atuavam na rea, sem possuir a formao acadmica que passou a ser exigida pela Lei 7.394/85. O texto da Resoluo CONTER n 33, entre seus considerandos ressalta que a Lei ao regulamentar a profi sso, de forma rgida, no deixou nenhum amparo queles que j exerciam as atividades inerentes ao Tcnico em Radiologia. Mais adiante, a referida Resoluo deixa claro que os inscritos no PRAP no estariam dispensados de apre-sentar a formao curricular, exigida na Lei e dispunha nos itens:</p><p>6.1. Os aprovados recebero registros provisrios, at o cumprimento da Lei Regulamentar da Pro-fi sso;</p><p>6.2. Os aprovados recebero Certifi cados de apro-vao no Programa de Reeducao e Avaliao Profi ssional, os quais no sero vlidos a ttulo de formao profi ssional.</p><p>Em 2000, o Ministrio Pblico Federal recomendou a extino do PRAP por entender que o Programa possi-bilitava o descumprimento dos requisitos da Lei e por considerar que j existiam escolas ministrando o Curso de Tcnico em Radiologia por todo o pas. Aps incan-sveis esforos, o CONTER conseguiu a prorrogao do prazo at 2003, para a apresentao da formao pro-fi ssional por partes dos franqueados do extinto PRAP. Posteriormente, atravs da Resoluo CONTER n 008/2004, o prazo foi novamente estendido, con-forme Art. 1, - o prazo de 05 (cinco) anos, conta-dos a partir de 1 de janeiro de 2005, expirar em 31 de dezembro de 2009. Considerando que desde a extino do PRAP j se passou quase uma dcada, quem no apresentou a formao curricular mnima, que no caso dos franqueados pode se tornar ainda menor em razo do aproveitamento de competncias do trabalho, deve faz-lo o quanto antes ou estar sujeito ao cancelamento do seu registro provisrio, de forma automtica, conforme determina a Resoluo CONTER n 008/2004.Vrios profi ssionais que alegam ter iniciado as ativi-dades como Operador de Raio X, Atendente de Raio X Auxiliar Tcnico, etc, em data anterior publicao da Lei 7.394/85, j solicitaram a reviso do registro pro-visrio para tentar a obteno de registro defi nitivo por direito adquirido, entretanto, a maioria dos casos no prospera, visto que o direito adquirido precisa ser com-provado mediante registro na CTPS e no Livro de Regis-tro de Empregados, conforme estabelece as Resolues CONTER ns 09 /89 e 22/91 e h necessidade que haja a retifi cao por parte do empregador. Excepcionalmente, o Regional aceita a Escritura Pblica, lavrada em Cart-rio, desde que o Declarante seja um representante legal do Empregador, quando se tratar de empresa extinta e desde que haja evidncia e coerncia com as informa-es anteriores contidas no pronturio do profi ssional existente no CRTR- 5 Regio - SP.</p><p>ouvidoria / cartas</p><p>Faa contato com a Ouvidoria do CRTR 5 Regio - SP (questes ou dvidas no resolvidas adequadamente nos prazos estabelecidos; reclamaes sobre a quali-dade dos servios prestados pelo rgo; elogios ou sugestes): site: www.crtrsp.org.br e-mail: ouvidoria@crtrsp.org.br ou telefone (11) 2189-5413.</p><p>ATENO</p><p>8 de maro - Dia Internacional da Mulher</p><p>Benditas sejam essas mulheres que amam, sofrem, se alegram, se emocionam; que so sensveis, guerreiras e notveis, que so mes, tias e avs; que so amadas, queridas e adoradas; que trazem luz pequeninas vidas e fazem delas sua razo de viver; que comemoram pequenas vitrias; que cumprem jornada dupla; que se recolhem nos momentos de solido; que choram no silncio da noite; que renascem ao raiar do dia; que explodem de alegria nos momentos de paixo; que cometem loucuras por amor; que partem em silncio deixando um cheiro de fl ores no ar para que sejam lembradas por toda a eternidade.Parabns a todas as mulheres, que so sempre maravilhosas, poderosas e geniais, nossa homenagem no Dia Internacio-nal da Mulher.</p><p>por Edith Aparecida Macedo Guimares </p></li><li><p>CRTR-SP - 41 edio - Mar. 094</p><p>informaes gerais</p><p>Avisos da Secretaria e Informaes GeraisCarns de anuidades / 2009 - esclarecimento</p><p>O CRTR-5 Regio - SP esclarece que, nos carns de anuidades de pessoas fsicas do exerccio de 2009, o nmero que aparece na capa e nos bole-tos se refere ao pronturio do (a) profi ssional, seguido da letra que o(a) identifi ca no seu sistema fi nanceiro e que o n de CRTR, por categoria (Auxiliar, Tcnico, Tecn-logo, etc), no sofreu qualquer alterao.</p><p>Reemisso das anuidades de pessoas fsicas e jurdicas de 2009</p><p>O (a) profi ssional ou empresa que deixou de efetuar o pagamento da anuidade de 2009, cujo carn perdeu a validade em 10/03/2009, receber o carn de re-emisso coletiva feita, anualmente, pelo Regional. As anuidades de Pessoas Fsicas e Jurdicas de 2009, ainda no pagas, sero renegociadas mantendo-se o parcela-mento em 3 vezes e seus valores devidamente corrigi-dos, conforme Resoluo CONTER n 10/2008. Providencie a alterao de endereo para possibilitar o recebimento da re-emisso da anuidade/2009 envie um e-mail para: cadastro@crtrsp.org.br ou ligue: (11) 2189-5426 (texto: nome completo, endereo com CEP, n de CRTR e telefone para contato). Se ocorreu o pagamento parcial, ou seja, se fi cou em aber-to apenas uma ou duas parcelas da anuidade/09, o (a) pro-fi ssional deve solicitar novo (s) boleto (s), podendo faz-lo por e-mail: fi nanceiro@crtrsp.org.br, por fax: 2189-5409 ou pelo telefone (11) 2189-5427 com Phillipe. Manter atualizado o endereo junto ao CRTR/SP e co-municar quaisquer alteraes cadastrais so condies indispensveis para possibilitar o recebimento de anui-dades, revistas do CRTR entre outras correspondncias do seu interesse e responsabilidade.ELEIES 2009 somente podero exercer o direito ao voto os profissionais que se encon-trarem em dia com suas obrigaes junto ao CRTR-5 Regio - SP.</p><p>O CRTR/SP simplificou os pro-cedimentos de baixa e de tro-ca de CIP - confira:</p><p>1. Solicitao de baixa de registro de pessoa fsica:</p><p>1.1. P...</p></li></ul>