DDS DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA Parte 10 ?· Logo da empresa DDS ... Realmente você pode tomar vários…

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    28-Nov-2018

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  • Coleo MONTICUCO Fascculo N 52

    Engenharia de Segurana e Meio Ambiente do Trabalho

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    DDS

    DILOGO DIRIO DE SEGURANA

    Parte 10

  • Coleo MONTICUCO Fascculo N 52

    Engenharia de Segurana e Meio Ambiente do Trabalho

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    COLABORADORES DA DIVULGAO DEOGLEDES MONTICUCO

    Iniciou aos 14 anos como Mensageiro. 1974 - Engenheiro Civil e 1975 - Engenheiro de Segurana do Trabalho. Obras de construes: Hidreltrica; Linha de Transmisso de 805 Km na selva

    amaznica; Siderrgica; Petroqumica; Edifcios Residenciais e Comerciais; Hospitais; Shopping; Pontes; Viadutos; Dragagens de Rios; Minerao e Saneamento.

    Atuou tambm na Indstria Automobilstica, no Comrcio e na FUNDACENTRO. Coordenador de Cursos e Docente Engenharia de Segurana do Trabalho e

    Tcnico de Segurana do Trabalho. Coordenador da alterao da NR-18, 1994 e 1995, no sistema tripartite. Projetos de melhoria das condies de trabalho na Indstria da Construo. Estgios no exterior; Publicaes e Artigos Tcnicos na rea de Engenharia de

    Segurana do Trabalho na Indstria da Construo. Atualmente 66 anos Aposentado por Invalidez Dedica famlia e a

    escrever os fascculos para registrar os conhecimentos de Engenharia de Segurana do Trabalho na Indstria da Construo, bem como divulg-los.

    HLIO MARCOS DA SILVA

    Iniciou sua carreira em 1987 como auxiliar de escritrio em um Tabelionato;

    1994 Formou-se em Tcnico em Segurana do Trabalho e 1998 Tcnico em Meio Ambiente;

    Em 1995 2001 Coordenador do Departamento de Segurana do Trabalho da Construtora InPar, organizando e implantando todos os procedimentos voltados para rea de preveno;

    2006 Bacharel em Cincias Jurdicas pela Universidade Metropolitana de Santos;

    Professor do Senac unidade Jabaquara e Escola Rocha Marmo entre os anos de 2001 2004;

    Em 2002 Scio Diretor da HM Consultoria em Segurana do Trabalho Ltda, empresa voltada exclusivamente para o setor da Industria da Construo Civil onde atualmente presta servios em grandes construtoras do Pas, atingindo em mdia 45 canteiros de obras de diversos segmentos e em especial Shopping Centers;

    Em 2011 Fundou a empresa HR Treinamentos especializada em treinamentos de segurana e em especial trabalho em altura;

    Em 2012 HM Documental voltada para a rea de preveno de passivos trabalhista;

    Atualmente dirigi a HM Consultoria e faz parceria com algumas instituies de qualificaes de empresas.

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    CONSIDERAES

    1- Este FASCCULO foi elaborado em parceria com a empresa HM Consultoria Ltda.

    2- Endereo: Rua dos Buritis, 90 Sala 40 Bairro: Jabaquara CEP 04321-000 So Paulo SP Telefones: (13) 3304.1588 (11) 98143-2614 e 7806-1985 Site: www.hmseg.com.br E-mail: helio@hmseg.com.br Contato: Hlio Marcos da Silva

    3- Sntese dos servios prestados pela HM Consultoria Ltda.

    Inspees Fotogrficas em Canteiros de obras;

    Criao de Procedimentos de Segurana do Trabalho para o setor da construo civil;

    Locao de Tcnicos em Segurana do Trabalho;

    Treinamentos;

    Apoio a fiscalizaes;

    http://www.hmseg.com.br/mailto:helio@hmseg.com.br

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    Dilogo Dirio de Segurana - DDS

    O que ?

    um programa destinado a criar, desenvolver e manter atitudes

    prevencionistas na Empresa, atravs da conscientizao de todos

    os empregados.

    Onde?

    Tem corno foco principal a realizao de conversaes de

    segurana nas reas operacionais, possibilitando melhor integrao

    e o estabelecimento de um canal de comunicao gil, transparente

    e sincero entre Chefias e Subordinados.

    Quando?

    Diariamente, antes do incio da jornada de trabalho, com durao de

    05 a 10 minutos, com leitura de temas aqui apresentados ou outros

    relativos a Segurana e Medicina do Trabalho.

    Quem?

    A responsabilidade pela execuo da DDS do Lder/Supervisor,

    registrando diariamente o tema da DDS com as assinaturas da

    equipe no impresso padro.

    Como?

    Em reunies com o grupo de trabalho, escolhendo um dos temas e

    fazendo a leitura em alta voz, procurando ser objetivo na

    explanao, ou conversando sobre outro tema especfico.

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    MODELO DE REGISTRO DO DDS

    Logo da empresa DDS DILOGO DIRIO E SEGURANA

    Data:______ /________/________ Local:

    Nome do Encarregado:

    Nome do Mestre

    EMPRESA ou CONTRATADA:

    1 OPO:

    ASSUNTO: (Preencher)

    COMENTRIOS: (Preencher)

    2 OPO:

    ASSUNTO: (Preencher)

    COMENTRIOS: (Vide documento anexo)

    Nome Funo Visto

    Responsvel pelo DDS

    Nome:

    Funo:

    Visto/assinatura:

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    CHAVES DE FENDA - A FERRAMENTA

    MAIS SUJEITA A ABUSOS

    Depois do martelo a chave de fenda provavelmente a ferramenta

    que mais sofre abusos. As chaves de fenda so encontradas numa

    ampla variedade de formas, tamanhos e materiais. Porm, todas se

    destinam a um nico uso. Apertar e afrouxar parafusos. Infelizmente

    essa ferramenta usada como alavanca, como formo, raspador,

    misturador de tinta e incrivelmente, s vezes, como martelo!

    O abuso mais comum usar a chave de fenda de tamanho errado

    para o parafuso. Voc no usaria um par de sapatos que fosse muito

    pequeno ou muito grande para seus ps. Caso contrrio isso seria

    um abuso para eles.

    Pela mesma razo, voc no deve usar uma chave de fenda que seja

    muito pequena ou muito grande para o parafuso com o qual est

    trabalhando. Use a chave de fenda certa. O abuso ocorre mais

    frequentemente porque a pessoa no tem a chave correta nas mos

    naquele momento para executar um trabalho. Tenha estes pontos

    em mente quando usar uma chave de fenda: sempre combine o

    tamanho da chave com o trabalho a ser feito e sempre combine o

    tipo da chave com o tipo de cabea do parafuso.

    Selecione urna chave com uma lmina grossa o suficiente para se

    encaixar corretamente na fenda do parafuso. Isto reduz a fora

    necessria para manter a chave no lugar e danificar a ponta ou a

    ferida do parafuso. A maioria das pontas de lminas so chanfradas,

    o que permite usar a chave para mais de um tipo de parafuso porm

    a chave que contm a lmina com as faces em paralelo se fixar

    mais firmemente do que a chave com lmina chanfrada.

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    CHAVES DE FENDA - A FERRAMENTA

    MAIS SUJEITA A ABUSOS

    (CONTINUAO)

    As lminas chanfradas tem a tendncia de sair da fenda sempre que

    uma quantidade significativa de fora de toro aplicada. Quando

    absolutamente necessria uma fora extra de toro, uma chave

    de boca, mas nunca um alicate, pode ser usada para ajudar. As

    chaves de fenda para o trabalho pesado, com ponta quadrada, so

    disponveis para este fim. Via de regra quanto maior for uma chave

    de fenda, maior ser o dimetro do cabo. Quanto maior for o

    dimetro do cabo, maior ser a fora de toro.

    Para apertar um parafuso com segurana, primeiro faa um furo

    piloto na superfcie do material que voc for prender. Esta

    recomendao especialmente importante quando se aplica

    parafuso em madeira dura ou quando o parafuso est prximo da

    borda da tbua, por exemplo. Os furos pilotos podem ser feitos em

    madeiras macias. Faa sempre a guia para iniciar a colocao do

    parafuso. No momento da toro verifique se o parafuso est firme,

    assim comece a pression-lo sempre mantendo a fora

    perpendicular ao plano, procurando aplicar a fora de toro com os

    braos, procurando mant-los numa altura considervel. seguro

    usar as duas mos com um fora extra. A utilizao do equipamento

    de proteo individual muito importante para sua segurana. O EPI

    apropriado a utilizao do culos de segurana e luvas para evitar

    ferimentos. Eis algumas regras bsicas de segurana:

    - Certifique-se sempre que a ponta da chave se encaixa na fenda.

    Sem folga e sem aperto;

    - No use uma chave de fenda como puno ou formo;

    - No exponha a chave de fenda a calor excessivo;

    - Use uma lima para acertar a fenda desgastada;

    - Jogue fora uma chave excessivamente desgastada ou trincada;

    - Use o EPI recomendado.

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    USE OS MARTELOS COM SEGURANA

    O martelo provavelmente a primeira ferramenta que todos ns

    aprendemos a usar e infelizmente isto no foi suficiente para nos

    tomar especialistas na utilizao de martelos com segurana.

    Existem muitos casos de acidentes atingindo os dedos. Polegares

    atingidos ainda representam os ferimentos mais comuns provocados

    pela utilizao de martelos e, provavelmente seja o nico que

    preocupa algumas pessoas. Na realidade existem muitas outras

    formas de se ferir com o martelo. Um sujeito que esteja trabalhando

    numa oficina batendo na lataria de um carro, pode ser atingido por

    um fragmento de metal enferrujado. Empregados da construo civil

    constantemente sofrem de fraturas nos dedos por marteladas

    diversas, causando muito das vezes seu afastamento do trabalho. A

    maioria dos acidentes que envolvem as atividades com o uso de

    martelo so leses nas mos e acidentes tpicos de fragmentos nos

    olhos. Um pouco de conscincia em relao segurana tem um

    grande papel na preveno desses acidentes.

    Realmente voc pode tomar vrios cuidados na utilizao de

    martelos. Primeiramente verifique as condies do cabo, se o

    mesmo possui trincas ou outros defeitos. Certifique-se que o cabo

    esteja firme na pea metlica. Use sempre o martelo certo para o

    trabalho que est fazendo. O uso de martelos errados danificar

    materiais e pode causar ferimentos. O uso de proteo para os olhos

    representa uma outra prtica de segurana. Use o culos sempre

    que for bater com o martelo, principalmente ao bater sobre um

    formo em que haja risco de partculas atingir a viso. Segure

    sempre o martelo firmemente, perto da extremidade do cabo quando

    voc segura um martelo perto da parte metlica, fica difcil segurar

    a cabea na vertical.

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    USE OS MARTELOS COM SEGURANA

    (CONTINUAO)

    Certifique-se que a face do martelo esteja em paralelo com a

    superfcie a ser martelada. Isto evitar danos nas bordas da cabea

    do martelo e tambm diminuir a chance do martelo escapar ou

    danificar a superfcie de trabalho. Para martelar de maneira a

    facilitar a penetrao, mova seu brao para trs apenas o suficiente

    para alcanar a fora correta. Para uma pancada forte, mova seu

    brao bem para trs. Em seguida, mova para frente com um

    movimento rpido e firme. Estas recomendaes parecem

    elementares. So realmente. So elementares, mas no fcil

    alcanar a maestria neste movimento. Mantenha as garras afiadas o

    bastante para agarrar as cabeas dos pregos firmemente. No use

    as agarras como formo ou alavancas. Como todas as ferramentas

    manuais mantenha-o bem protegidos quando no estiverem sendo

    usados. Um martelo deixado no cho pode fazer algum tropear.

    Talvez voc nunca tenha percebido a existncia de tanta coisa

    envolvendo a segurana com martelos, mas gostaria de acrescentar

    mais uma coisa. Quando voc estiver usando um martelo, lembre-se

    de se preocupar no apenas com sua prpria segurana, mas

    tambm com a segurana daqueles que estiverem sua volta.

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    PREVENO DE ACIDENTES COM

    CHAVES DE BOCA

    Quando precisamos de uma chave de boca, no h absolutamente

    outra ferramenta que possa substitu-la. As chaves de boca so

    indispensveis em quase todas as indstrias, assim como em

    nossas casas. Os ferimentos relacionados com atividades que se

    utilizam chaves de boca vo de leses simples a mais complicadas.

    A maioria dos acidentes resulta da utilizao de chaves de

    tamanhos e tipos incorretos. Quanto mais soubermos a respeitos

    destas chaves e a maneira correta como us-las, mais aptos

    estaremos para evitar acidentes.

    A chave de boca mais comum do tipo aberta. Usamos esse tipo de

    chave inadequadamente de vrias maneiras:

    1 - Usando uma que seja muito grande. Neste caso, muito

    provavelmente, ela vai escapar e danificar as bordas das

    porcas;

    2 - Atravs da utilizao de uma chave de boca de extremidade

    aberta com as garras trincadas ou danificadas;

    3 - Colocando um pedao de cano no cabo para aumentar a fora. A

    chave no foi projetada para suportar esse esforo adicional;

    4 - Uso de cunha (como a ponta de uma chave de fenda para

    completar o encaixe da chave de boca na porca ou cabea do

    parafuso;

    Porm, mesmo quando escolhemos o tipo e o tamanho corretos,

    existem outros erros que cometemos:

    1 - Empurrar a chave, ao invs de puxar. Se voc precisar de

    empurrar, use a palma de sua mo de forma que as juntas de

    seus dedos no sejam expostas;

    2 - O no assento da chave completamente na porca. Ela poder

    escapar sob presso;

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    PREVENO DE ACIDENTES COM

    CHAVES DE BOCA

    (CONTINUAO)

    3 - A aplicao de presso antes de se sentir totalmente

    equilibrado. Voc poderia cair se a porca subitamente afrouxar

    ou a chave escapar;

    4 - Bater na chave com um martelo. Isto danifica a chave;

    5 - Usar as chaves com as mos sujas de leo;

    6 - Girar uma chave ajustvel de maneira incorreta. A presso deve

    ser sempre na garra fixa, que a mais forte das duas.

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    PORQUE INSPECIONAR FERRAMENTAS E

    EQUIPAMENTOS?

    Os pequenos e grandes acidentes geralmente acontecem da mesma

    maneira. Os eventos que acabam em acidentes so os mesmos,

    porm os resultados so bastantes diferentes. Suponhamos, por

    exemplo que um martelo esteja frouxo no cabo. Um dia um

    trabalhador tenta us-lo, batendo em um objeto sobre a bancada. A

    cabea do martelo salta longe, batendo em uma parede de concreto

    e caindo ao cho. No ferindo ningum e nem causando danos

    propriedade. Porm, em uma outra ocasio a cabea do martelo sai

    do cabo e vai de encontro a uma pessoa que estava por perto,

    ferindo-a seriamente.

    As circunstncias foram inicialmente as mesmas em ambos os

    casos, mas os resultados foram diferentes. O que desagradvel

    nessa histria que nunca sabemos quando a cabea frouxa vai sair

    do cabo e ferir algum. Assim, a inspeo de ferramentas e

    equipamentos se torna evidente.

    Uma inspeo regular significa que voc verificou uma ferramenta

    ou um equipamento antes de us-lo. A inspeo de ferramentas

    uma parte programada de cada tarefa. E to indispensvel para o

    trabalho a ser feito quanto a sua habilidade e qualificao para

    execut-lo. A verificao se as ferramentas e equipamentos esto

    em ordem o primeiro passo no apenas para uma operao segura,

    mas tambm para uma operao eficiente. Quantas vezes voc

    ouviu algum dizer que um melhor trabalho poderia ter sido feito se

    ferramentas e equipamentos estivessem em melhores condies?

    Talvez um formo mais afiado tivesse facilitado o encaixe de uma

    trava numa porta, ou talvez uma gota de leo num mancal pudesse

    ter evitado uma perda na produo, quando o maquinrio teve que

    ser parado.

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    PORQUE INSPECIONAR FERRAMENTAS E

    EQUIPAMENTOS?

    (CONTINUAO)

    Talvez os produtos no tivessem sido danificados e o guindaste no

    tivesse apresentado falhas, se tivessem sido inspecionados e

    reparados antes. Naturalmente, todos esses exemplos esto

    relacionados em coisas materiais. Eles aumentam a falta de

    eficincia, diminuem os padres de produo e aumentam o custo.

    Um novo mancal, mais umas poucas outras peas de reposio

    colocaro o maquinrio de volta ao trabalho.

    Os produtos danificados podem ser jogados fora e novos devem ser

    produzidos.

    Mas quando falamos sobre uma pessoa que foi ferida por causa de

    uma destas falhas, o quadro muda rapidamente. Nada mais

    importante em nossa operao do que evitar que algum saia ferido.

    A perda de um olho, de um brao, de uma perna ou de uma vida

    exatamente isto: uma perda. No h pea de reposio que devolve

    a condio nor