DDS DIÁLOGO DIÁRIO DE SEGURANÇA Parte 13 ?· DDS DIÁLOGO DIÁRIO DE ... empresa voltada exclusivamente…

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    11-Nov-2018

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  • Coleo MONTICUCO Fascculo N 55

    Engenharia de Segurana e Meio Ambiente do Trabalho

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    DDS

    DILOGO DIRIO DE SEGURANA

    Parte 13

  • Coleo MONTICUCO Fascculo N 55

    Engenharia de Segurana e Meio Ambiente do Trabalho

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    COLABORADORES DA DIVULGAO HLIO MARCOS DA SILVA

    Iniciou sua carreira em 1987 como auxiliar de escritrio em um Tabelionato;

    1994 Formou-se em Tcnico em Segurana do Trabalho e 1998 Tcnico em Meio Ambiente;

    Em 1995 2001 Coordenador do Departamento de Segurana do Trabalho da Construtora InPar, organizando e implantando todos os procedimentos voltados para rea de preveno;

    2006 Bacharel em Cincias Jurdicas pela Universidade Metropolitana de Santos;

    Professor do Senac unidade Jabaquara e Escola Rocha Marmo entre os anos de 2001 2004;

    Em 2002 Scio Diretor da HM Consultoria em Segurana do Trabalho Ltda, empresa voltada exclusivamente para o setor da Industria da Construo Civil onde atualmente presta servios em grandes construtoras do Pas, atingindo em mdia 45 canteiros de obras de diversos segmentos e em especial Shopping Centers;

    Em 2011 Fundou a empresa HR Treinamentos especializada em treinamentos de segurana e em especial trabalho em altura;

    Em 2012 HM Documental voltada para a rea de preveno de passivos trabalhista;

    Atualmente dirigi a HM Consultoria e faz parceria com algumas instituies de qualificaes de empresas.

    DEOGLEDES MONTICUCO

    Iniciou aos 14 anos como Mensageiro. 1974 - Engenheiro Civil e 1975 - Engenheiro de Segurana do Trabalho. Obras de construes: Hidreltrica; Linha de Transmisso de 805 Km na selva

    amaznica; Siderrgica; Petroqumica; Edifcios Residenciais e Comerciais; Hospitais; Shopping; Pontes; Viadutos; Dragagens de Rios; Minerao e Saneamento.

    Atuou tambm na Indstria Automobilstica, no Comrcio e na FUNDACENTRO. Coordenador de Cursos e Docente Engenharia de Segurana do Trabalho e

    Tcnico de Segurana do Trabalho. Coordenador da alterao da NR-18, 1994 e 1995, no sistema tripartite. Projetos de melhoria das condies de trabalho na Indstria da Construo. Estgios no exterior; Publicaes e Artigos Tcnicos na rea de Engenharia de

    Segurana do Trabalho na Indstria da Construo. Atualmente 66 anos Aposentado por Invalidez Dedica famlia e a

    escrever os fascculos para registrar os conhecimentos de Engenharia de Segurana do Trabalho na Indstria da Construo, bem como divulg-los.

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    CONSIDERAES

    1- Este FASCCULO foi elaborado em parceria com a empresa HM Consultoria Ltda.

    2- Endereo: Rua dos Buritis, 90 Sala 40 Bairro: Jabaquara CEP 04321-000 So Paulo SP Telefones: (13) 3304.1588 (11) 98143-2614 e 7806-1985 Site: www.hmseg.com.br E-mail: helio@hmseg.com.br Contato: Hlio Marcos da Silva

    3- Sntese dos servios prestados pela HM Consultoria Ltda.

    Inspees Fotogrficas em Canteiros de obras;

    Criao de Procedimentos de Segurana do Trabalho para o setor da construo civil;

    Locao de Tcnicos em Segurana do Trabalho;

    Treinamentos;

    Apoio a fiscalizaes;

    http://www.hmseg.com.br/mailto:helio@hmseg.com.br

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    Dilogo Dirio de Segurana - DDS

    O que ?

    um programa destinado a criar, desenvolver e manter atitudes

    prevencionistas na Empresa, atravs da conscientizao de todos

    os empregados.

    Onde?

    Tem corno foco principal a realizao de conversaes de

    segurana nas reas operacionais, possibilitando melhor integrao

    e o estabelecimento de um canal de comunicao gil, transparente

    e sincero entre Chefias e Subordinados.

    Quando?

    Diariamente, antes do incio da jornada de trabalho, com durao de

    05 a 10 minutos, com leitura de temas aqui apresentados ou outros

    relativos a Segurana e Medicina do Trabalho.

    Quem?

    A responsabilidade pela execuo da DDS do Lder/Supervisor,

    registrando diariamente o tema da DDS com as assinaturas da

    equipe no impresso padro.

    Como?

    Em reunies com o grupo de trabalho, escolhendo um dos temas e

    fazendo a leitura em alta voz, procurando ser objetivo na

    explanao, ou conversando sobre outro tema especfico.

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    MODELO DE REGISTRO DO DDS

    Logo da empresa DDS DILOGO DIRIO E SEGURANA

    Data:______ /________/________ Local:

    Nome do Encarregado:

    Nome do Mestre

    EMPRESA ou CONTRATADA:

    1 OPO:

    ASSUNTO: (Preencher)

    COMENTRIOS: (Preencher)

    2 OPO:

    ASSUNTO: (Preencher)

    COMENTRIOS: (Vide documento anexo)

    Nome Funo Visto

    Responsvel pelo DDS

    Nome:

    Funo:

    Visto/assinatura:

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    QUEDA DE MATERIAIS

    TOME TODAS AS PRECAUES POSSVEIS CONTRA A QUEDA DE

    MATERIAIS

    Todos os pisos de andaimes, balancins, elevadores e plataformas

    elevadas de trabalho devero ser mantidos permanentemente

    limpos e desobstrudos.

    Devero ser colocados baldes providos de alas para o recolhimento

    de materiais.

    As peas de maior tamanho como pranches, perfis, chapas e

    assemelhados devero ser mantidos em posio que evite o

    tombamento ou queda. Estas peas, em princpio no devero ficar

    soltas em nveis elevados. Caso tenham que permanecer no local

    devero estar travadas e amarradas.

    As ferramentas manuais utilizadas nos trabalhos em altura devero

    estar com um pequeno pedao de corda que as prenda ao pulso do

    usurio ou ao cinto de segurana.

    expressamente proibido jogar peas, ferramentas, pranches,

    andaimes de quadros, tubos de andaime, etc. Tais itens devero ser

    manipulados com cordas, tanto na subida quanto na descida.

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    CAPACETE

    TOME TODAS AS PRECAUES POSSVEIS CONTRA A QUEDA DE

    MATERIAIS

    O capacete tem a finalidade de proteger a cabea contra ferimentos

    causados pela queda de materiais. O capacete tem o objetivo ainda

    de proteger contra as leses das batidas da cabea contra objetos

    fixos, como pranches de andaime, por exemplo.

    O capacete constitudo de uma suspenso interna conhecida

    como carneira, que deve ser usada bem ajustada cabea. Quando

    um objeto cai sobre o capacete a carneira funciona como um

    "amortecedor" e diminui o impacto que seria totalmente absorvido

    pela cabea e pescoo. evidente que o capacete no protege

    contra o impacto de qualquer objeto que cair. Por este motivo que

    voc deve evitar ficar embaixo de andaimes e locais onde exista o

    risco de queda de materiais.

    Nos locais elevados e sujeitos ao do vento dever ser usado o

    capacete que disponha de uma fita de fixao "jugular". Trata-se de

    uma fita que, passando por baixo do queixo evita que o capacete

    caia quando a pessoa estiver olhando para baixo, ou quando soprar

    um vento muito forte.

    O capacete dever ser usado com a aba frontal voltada para a

    frente. O objetivo desta aba o de proteger o nariz da pessoa contra

    a queda de objetos.

    ATENO:

    Nunca use o casco do capacete como balde ou para beber gua. Na

    verdade voc estar bebendo um caldo de suor, caspa, sujeira e,

    tambm gua.

    No use gorros ou bons embaixo do capacete, pois, alm de ficar

    ridculo, diminui a eficincia da fixao do mesmo na cabea.

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    ESMERIL

    OS TRABALHOS FEITOS NO ESMERIL DEVEM SER FEITOS

    OBRIGATORIAMENTE COM CULOS DE SEGURANA

    No aproxime os dedos da zona de operao do rebolo pois alm do

    ferimento no dedo, h uma grande possibilidade do dedo ser

    "puxado" para a zona de operao, prensando-o e mutilando-o.

    Da mesma forma no se recomenda o uso de luva prximo do

    esmeril. Naturalmente a pea ir se aquecer e, se no houver um

    recipiente com gua prximo para resfriar a pea o usurio poder

    queimar a mo.

    Os rebolos e escovas metlicas devero estar protegidos com a

    capa de ao de proteo. Sem esta capa proibido o uso do esmeril.

    No se deve deixar um culos de segurana no esmeril para uso

    coletivo. culos EPI e como tal dever ser de uso estritamente

    pessoal.

    A afiao de ferramentas dever ser feita no esmeril. proibido o

    uso de esmerilhadeira, com a face de operao virada para cima.

    O esmeril dever ser aterrado (parte eltrica).

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    CORRENTES

    NENHUMA CORRENTE MAIS FORTE QUE O SEU ELO MAIS FRACO

    Todas as correntes devero ser inspecionadas, visualmente e

    atravs de ensaios no destrutivos.

    Correntes que apresentarem elos deformados, achatados, abertos,

    alongados ou torcidos devero ser condenadas.

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    SOBRECARGA ELTRICA

    O USO DE BENJAMINS (T) SOBRECARREGA O PONTO DE TOMADA

    DE CORRENTE, PODENDO CAUSAR CURTO CIRCUITO E INCNDIO.

    No ligue duas mquinas na mesma tomada.

    No use mquinas ou ferramentas eltricas que no tenham plugue.

    Devolva ao almoxarifado as ferramentas eltricas com fios gastos,

    no isolados ou com defeito.

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    ESCAVAES

    AS VALAS, ESCAVAES, FUNDAES, POOS E TRICHEIRAS COM

    MAIS DE 1,5 METROS DE PROFUNDIDADE DEVEM SER ESCORADAS

    INTERNAMENTE PARA IMPEDIR O SOTERRAMENTO DE

    TRABALHADORES.

    Deve-se retirar ou fixar firmemente tudo que possa cair sobre os

    trabalhadores, como rvores, pedras, postes, pranches, passarelas,

    etc.

    Enquanto no houver dispositivos de proteo das paredes internas

    da vala no se deve permitir o incio dos trabalhos. Dever ser

    colocada uma escada dentro da vala para facilitar a rpida sada

    das pessoas.

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    ESCAVAES NAS PROXIMIDADES DE

    INSTALAES ELTRICAS ENTERRADAS

    ANTES DE INICIAR ESCAVAES NAS PROXIMIDADES DE

    INSTALAES ELTRICAS ENTERRADAS A EQUIPE ENVOLVIDA

    DEVER SER INFORMADA DA POSIO, TENSO (Volts) E

    PROFUNDIDADE DA MESMA.

    No se recomenda fazer escavao mecanizada num raio de 2

    metros ou menos de distncia de instalaes eltricas enterradas.

    O percurso (caminho) das tubulaes e condutes que contm fios e

    cabos eltricos dever ser sinalizado, flor da terra, atravs de

    placas e piquetes, durante todo o tempo de execuo dos trabalhos.

    A segurana dos trabalhos dever ser garantida pelo desligamento

    da energia eltrica. Ao mesmo tempo dever haver uma pessoa

    esclarecida, advertindo os trabalhadores, to logo se aproximem

    com suas ferramentas de 2 metros de distncia das tubulaes e

    condutes.

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    TRABALHOS NAS PROXIMIDADES DE

    INSTALAES ELTRICAS AREAS

    ENERGIZADAS

    NUNCA APROXIME SEU CORPO, SUA FERRAMENTA, ESTROPO,

    CABO DE AO, UTENSLIOS, PEAS METLICAS E LINHA DE CARGA

    DE GUINDASTE DE FIOS E CABOS ELTRICOS ENERGIZADOS.

    A menor distncia para a realizao de trabalhos prximos de

    instalaes eltricas de:

    3,00 metros para tenses abaixo de 57.000 Volts

    5,00 metros para tenses acima de 57.000 Volts

    A rede eltrica dever ser desenergizada.

    Quando estas distncias no puderem ser respeitadas e a rede

    eltrica no puder ser desligada, os fios e cabos eltricos devero

    ser isolados com o uso de mantas barreiras e dispositivos isolantes

    solidamente fixados para se evitar qualquer tipo de contato

    acidental que ser fatal.

    A empresa concessionria de energia eltrica dever ser consultada

    para se proceder a colocao das barreiras e dispositivos isolantes.

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    CHOQUE ELTRICO

    NA AUSNCIA DE INFORMAES PRECISAS TODO FIO E CABO

    ELTRICO DEVER SER CONSIDERADO ENERGIZADO

    Nunca encoste num fio ou cabo eltrico de uma rede area, mesmo

    de baixa tenso, que estiver cado no solo. Comunique

    imediatamente o fato para o ELETRICISTA DE MANUTENO.

    Quando voc perceber que uma mquina no est funcionando bem

    avise imediatamente o ELETRICISTA DE MANUTENO.

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    TRABALHOS EM INSTALAES

    ELTRICAS DE BAIXA TENSO

    O ELETRICISTA DE MANUTENO a nica pessoa que est

    autorizada a fazer instalaes e reparos em instalaes eltricas de

    baixa tenso.

    Mesmo que voc tenha conhecimentos de instalaes e manuteno

    eltrica no faa qualquer tipo de ligao ou reparo sem que a

    empresa o qualifique e o credencie por escrito.

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    UTILIZAO DE FERRAMENTAS E

    INSTALAES ELTRICAS

    No faa gambiarras eltricas! No improvise ligaes eltricas!

    No mexa em painis eltricos!

    Os fios e os cabos eltricos para iluminao e para ferramentas

    eltricas devem permanecer muito bem isolados (isolamento E

    aterramento eltrico).

    No arraste fios e cabos eltricos pelo cho.

    Proteja os fios e cabos eltricos contra o trnsito de mquinas,

    queda de objetos e superfcies cortantes.

    As lmpadas portteis devero ter uma empunhadura de borracha e

    uma gaiola metlica de proteo.

    Em ambientes com produtos inflamveis ou combustveis as

    lmpadas devero ser prova de exploso.

    O ELETRICISTA DE MANUTENO a nica pessoa que est

    autorizada a fazer instalaes e reparos em instalaes eltricas de

    baixa tenso.

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    INSTALAES E MANUTENO

    ELTRICA

    No opere, no repare e no teste nenhuma mquina ou

    equipamento eltrico, a menos que faa parte de suas atribuies.

    O ELETRICISTA DE MANUTENO a nica pessoa que est

    autorizada a fazer instalaes e reparos em instalaes eltricas de

    baixa tenso.

    Este profissional conhece bem os riscos da eletricidade e antes de

    efetuar instalaes e reparos ele toma alguns cuidados bsicos,

    entre os quais:

    Desliga previamente o circuito certo;

    Coloca etiqueta e cadeado para sinalizar e bloquear o circuito,

    impedindo o seu acionamento acidental por outras pessoas;

    Equipa-se com EPI's especiais (luvas isolantes, calados sem

    componentes metlicos, culos de segurana, etc.);

    Providencia recursos de proteo coletiva antes de iniciar o

    trabalho (varas de manobra, tapetes de borracha, placas,

    cavaletes, avisos, sinalizaes, etc.);

    Utiliza instrumental adequado para a verificao de corrente e

    tenso;

    Utiliza ferramentas manuais com cabos isolados.

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    CHAVE DE BOCA

    Cada chave fabricada com o tamanho de cabo adequado ao

    esforo que ir fazer. No prolongue os cabos de chaves usando

    tubos para diminuir o seu esforo.

    Agindo assim voc poder danificar as roscas do parafuso, quebrar

    a porca ou danificar a chave.

    Escolha, em cada caso, a chave adequada s porcas e parafusos

    que sero apertados.

    No use chaves abertas ou gastas, pois uma chave gasta ou

    rompida com certeza ir acidenta-lo.

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    CHAVES FIXAS

    Devido sua simplicidade as chaves fixas tornam-se, s vezes,

    causadoras de acidentes com graves leses.

    Grande parte desses acidentes podem ser evitados com algumas

    medidas simples de preveno:

    Esteja certo de que a chave se ajusta perfeitamente cabea da

    porca ou parafuso;

    No utilize chaves fixas cujas bocas estejam gastas ou

    deformadas (devolva para o almoxarifado);

    Quando voc for fazer fora com uma chave procure sempre fazer

    o movimento de puxar (no empurre);

    Segure a chave com firmeza a apoie-se firmemente sobre o solo

    ou estrutura; geralmente uma porca ou parafuso "rebelde" pode

    ser afrouxada com o uso de leo ou mediante o calor de um

    maarico;

    No use um tubo (cano) para aumentar o brao de alavanca da

    chave fixa (a chave poder quebrar);

    No golpeie a chave fixa com um martelo ou marreta;

    No use a chave fixa como martelo ou alavanca;

    Quando estiver fazendo um trabalho em altura amarre um

    pequeno pedao de corda no pulso e na chave fixa para que a

    mesma no caia.

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    LIMA

    Detalhes bsicos para um trabalho seguro:

    Antes de usar uma lima cuide para que ela esteja com um cabo

    bem ajustado, uma vez que arriscado trabalhar com esta

    ferramenta sem cabo.

    Exera apenas a presso necessria para que a lima continue

    cortando.

    Quando estiver fora de uso cubra as faces da lima com papel para

    mant-la bem afiada.

    Somente limpe as faces de uma lima com escovas adequadas.

    Sob hiptese alguma use uma lima como alavanca ou puno.

    Quando estiver fazendo um trabalho em altura amarre um

    pequeno pedao de corda no pulso e na lima para que a mesma

    no caia.

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    CHAVE DE FENDA

    A funo bsica de uma chave de fenda afrouxar ou apertar

    parafusos!

    Detalhes bsicos para um trabalho seguro:

    Nunca use uma chave de fenda que esteja torta, cega, mordida,

    arredondada com cabo frouxo ou quebrado;

    Selecione a chave de fenda de acordo com a abertura da fenda e

    o esforo a ser realizado (quanto maior o cabo menor ser o

    esforo);

    No martele sobre a chave de fenda;

    No use alicate sobre a chave de fenda;

    No use chave de fenda sem isolamento eltrico para inspecionar

    altas amperagens;

    Nunca utilize a chave de fenda como ferramenta cortante,

    puno, alavanca ou em substituio a qualquer outra

    ferramenta.

    Nunca use chave de fenda em peas seguras por mos, use uma

    morsa ou equivalente.

    Nunca carregue chave de fenda em bolsos, use o cinturo porta-

    ferramentas adequado.

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    FERRAMENTAS MANUAIS

    As ferramentas manuais devero ser usadas para os propsitos para

    os quais elas foram fabricadas e, devero ser inspecionadas

    periodicamente para se verificar se elas no apresentam defeitos.

    A ferramenta que apresentar algum tipo de defeito dever ser

    identificada como "SEM CONDIES DE USO" e dever ser devolvida

    para o Almoxarifado que providenciar os reparos e trocas

    necessrios.

    No deixe nunca suas ferramentas jogadas no local de trabalho, se

    o trabalho for em altura, com possvel passagem de pessoas ou

    equipamentos abaixo, amarr-las.

    As ferramentas que apresentarem depresses, trincas, rachaduras,

    cabeas deformadas (em forma de cogumelo), cabos frouxos, soltos

    ou inexistentes, folgas, lascas e desgastes no devero ser usadas.

    Os punes e ponteiros com cabeas deformadas, ou seja em forma

    de cogumelo, soltam lascas quando golpeados pela marreta e

    podem ferir seus olhos e suas mos.

    Esmerilhe as pequenas rebarbas das pontas.

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    So Paulo, Maio de 2014.

    Deogledes Monticuco

    deogledes.monticuco@gmail.com

    Fone: (11) 9-8151-3211

    Hlio Marcos da Silva helio@hmseg.com.br Fones: (13) 3304-1588 (11) 98143-2614 e 7806-1985

    PERMITIDA A DIVULGAO, REPRODUO TOTAL E PARCIAL DESDE QUE

    MENCIONADA ESTA PUBLICAO.

    mailto:deogledes.monticuco@gmail.commailto:helio@hmseg.com.br

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