DE CONJUNTURA ECONÔMICA DO TURISMO 20 - Dados e ?· Pesquisa Anual de Conjuntura Econômica do Turismo…

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    11-Nov-2018

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<ul><li><p>DE CONJUNTURA ECONMICA</p><p>DO TURISMO</p><p>PESQUISA ANUAL</p><p>12 EDIO 2016</p></li><li><p>DE CONJUNTURA ECONMICA</p><p>DO TURISMO</p><p>PESQUISA ANUAL</p><p>12 EDIO 2016</p></li><li><p>2</p><p>Pesquisa Anual de Conjuntura Econmica do Turismo | 12 Edio - 2016</p><p>Presidente Interino da Repblica Federativa do Brasil / Michel Temer</p><p>Ministro de Estado do Turismo / Henrique Eduardo Alves</p><p>Secretrio Executivo / Alberto Alves</p><p>Diretoria de Estudos Econmicos e Pesquisas / Jos Francisco de Salles Lopes</p><p>Coordenadora-Geral de Estudos e Pesquisas / Neiva Aparecida Duarte</p><p>// FUNDAO GETULIO VARGAS</p><p>Presidente</p><p>Carlos Ivan Simonsen Leal</p><p>Diretoria FGV Projetos</p><p>Cesar Cunha Campos</p><p>Ricardo Simonsen</p><p>Coordenao</p><p>Luiz Gustavo Medeiros Barbosa</p><p>// FICHA TCNICA</p><p>Coordenao da Pesquisa Anual</p><p>Ique Lavatori</p><p>Paulo Cesar Stilpen</p><p>Equipe Econmica </p><p>Everson Machado</p><p>Ique Lavatori</p><p>Paulo Cesar Stilpen</p><p>Equipe Tcnica</p><p>Agnes Dantas</p><p>Andr Coelho </p><p>Cristiane Rezende</p><p>Erick Lacerda</p><p>Everson Machado*</p><p>Fabola Barros</p><p>Ique Lavatori* </p><p>Marcel Levi</p><p>Thays Venturim</p><p>Metodologia e Estatstica</p><p>Leonardo Vasconcelos</p><p>Paulo Cesar Stilpen</p><p>(*) Atuaram tambm como pesquisadores</p><p>Ficha catalogrfica elaborada pela Biblioteca Mario Henrique Simonsen/FGV</p><p>Pesquisa Anual de Conjuntura Econmica do Turismo / FGV Projetos , Ministrio do Turismo.- 12.ed. </p><p> Rio de Janeiro : Fundao Getulio Vargas, 2016. 117 p. ISSN: 2179-8362</p><p>1. Turismo Aspectos econmicos. I. Fundao Getulio Vargas. II. FGV Projetos. III. Brasil. Ministrio do Turismo. </p><p>CDD 338.4791</p></li><li><p>3</p><p>Sumrio</p><p>APRESENTAO 05</p><p>METODOLOGIA 07</p><p>AMBIENTE ECONMICO 10Ambiente Macroeconmico MundialAmbiente Macroeconmico BrasileiroAnlise Econmica do Turismo</p><p>112133</p><p>RESULTADOS CONSOLIDADOS 44Resultados de 2014Perspectivas para 2015</p><p>4551</p><p>RELATRIOS SETORIAIS 54Agncias de ViagensLocadoras de AutomveisMeios de HospedagemOperadoras de TurismoOrganizadoras de EventosPromotores de FeirasTransporte AreoTransporte RodovirioTurismo Receptivo</p><p>5561677379858995</p><p>101</p><p>ANEXOS 106Tabelas Sries HistricasRealizao de Investimentos 2014 - 2015Compromisso de ConfidencialidadeAgradecimento</p><p>107115117117</p></li><li><p>04</p><p>Pesquisa Anual de Conjuntura Econmica do Turismo | 12 Edio - 2016</p><p>Apresentao</p></li><li><p>05</p><p>APRESENTAO</p><p>O Ministrio do Turismo e a Fundao Getulio Vargas apresentam a </p><p>Pesquisa Anual de Conjuntura Econmica do Turismo (PACET), em sua dcima </p><p>segunda edio, reunindo dados e informaes, sobre o desempenho em 2015 </p><p>e os prognsticos para 2016, das 80 maiores empresas do setor de turismo do </p><p>Brasil, as quais auferiram um faturamento total de R$ 64,6 bilhes no ano de </p><p>2015.</p><p> A PACET uma sondagem complementar aos levantamentos realizados, </p><p>de forma trimestral, pelo Boletim de Desempenho Econmico do Turismo </p><p>(BDET), qualificando mais amplamente a evoluo de cada varivel, baseada em </p><p>entrevistas pessoais levadas a efeito com dirigentes de cada um dos seguintes </p><p>segmentos do setor turstico: agncias de viagens, locadoras de automveis, </p><p>meios de hospedagem, operadoras de turismo, organizadoras de eventos, </p><p>promotores de feiras, transporte areo, transporte rodovirio e turismo </p><p>receptivo, sendo igualmente apresentado um resultado consolidado do setor em </p><p>pauta.</p><p> Portanto, trata-se de mais um instrumento capaz de elevar o nvel </p><p>de compreenso sobre o desempenho recente das empresas inclusas nas </p><p>atividades caractersticas do turismo, os fatores limitadores e os estimuladores </p><p>da expanso dos negcios, os investimentos realizados e os programados, assim </p><p>como a perspectiva de evoluo, em curto prazo, de cada um dos segmentos </p><p>pesquisados.</p><p> Cabe destacar a importncia das inmeras informaes (qualitativas </p><p>e quantitativas) obtidas pela PACET junto s maiores empresas de todos os </p><p>segmentos que compem o setor de turismo, disponibilizando, para os prprios </p><p>entrevistados, subsdios para a tomada de deciso relativa conduo de seus </p><p>negcios, bem como dados imprescindveis formulao de polticas pblicas </p><p>necessrias ao desenvolvimento desse importante segmento socioeconmico </p><p>brasileiro, servindo igualmente, de forma mais ampla, como valiosa fonte de </p><p>consulta a todos aqueles que se interessam ou lidam com o setor (profissionais, </p><p>estudantes e pblico em geral).</p><p>Apresentao</p></li><li><p>06</p><p>Pesquisa Anual de Conjuntura Econmica do Turismo | 12 Edio - 2016</p><p>Metodologia</p></li><li><p>07</p><p>A variao mdia percentual representa a variao de expanso ou </p><p>de contrao da varivel, segundo percentuais ponderados das observaes e </p><p>previses feitas pelos respondentes.</p><p>significa aumento da varivel pesquisada</p><p>METODOLOGIA</p><p>A Pesquisa Anual de Conjuntura Econmica do Turismo (PACET) uma </p><p>publicao que leva ao pblico o resultado de uma anlise de carter qualitativo. </p><p>Questes referentes s principais variveis econmicas so abordadas, em </p><p>associao com os resultados de um levantamento amostral realizado em nove </p><p>segmentos, caractersticos da atividade turstica.</p><p>Esta pesquisa, de mbito nacional, reflete a opinio dos empresrios e </p><p>principais executivos das 80 maiores empresas do setor sobre o momento atual </p><p>dos negcios, o ano imediatamente anterior e o posterior.</p><p>Para analisar os resultados utilizado o saldo de respostas, que consiste </p><p>na diferena percentual entre as assinalaes de aumento e as de queda de uma </p><p>determinada varivel. Esse saldo reflete a percepo do segmento respondente, </p><p>em relao ao tema da pergunta.</p><p>Convencionou-se adotar o seguinte critrio para anlise dos saldos de </p><p>respostas apurados na PACET:</p><p>saldo &gt;= +10% e -10% e &lt; +10% significa estabilidade da varivel pesquisada</p><p>saldo &gt;= -100% e </p></li><li><p>08</p><p>Pesquisa Anual de Conjuntura Econmica do Turismo | 12 Edio - 2016</p><p>As respostas obtidas junto s empresas so ponderadas para </p><p>refletir o peso de cada respondente no mercado do turismo em geral </p><p>e no seu segmento em particular. Para tal, so utilizadas variveis de </p><p>categorizao que permitem a ponderao de cada resposta individual e </p><p>do segmento respondente.</p><p>A fim de se atingir os objetivos da pesquisa, foram empregadas </p><p>tcnicas de amostragem que permitem estimar o universo desejado </p><p>atravs dos pesquisados. A amostra foi dividida em 9 estratos, </p><p>representando cada setor da economia do turismo pr-selecionado.</p><p>A presente Pesquisa Anual de Conjuntura Econmica do Turismo </p><p>reflete as respostas coletadas no perodo de janeiro a maro de 2016. A </p><p>fim de equalizar, os valores fornecidos pelos respondentes em dlar (US$) </p><p>foram convertidos para o real (R$), segundo a taxa mdia de converso </p><p>apontada pelo Banco Central do Brasil para o ano pesquisado.</p></li><li><p>09</p><p>OS NMEROS RELATIVOS AMOSTRA DESTE LEVANTAMENTO(EM TODOS OS SEGMENTOS) SO OS SEGUINTES:</p><p>Empresas respondentes 80</p><p>Total do faturamento em 2015 R$ 64,6 bilhes</p><p>Postos de trabalho em dez./2015 115 mil</p><p>Unidades da Federao representadas 27</p><p>Apresentao</p></li><li><p>10</p><p>Pesquisa Anual de Conjuntura Econmica do Turismo | 12 Edio - 2016</p><p>AmbienteEconmicoAmbiente Macroeconmico Mundial 11Ambiente Macroeconmico Brasileiro 21Anlise Econmica do Turismo 33</p></li><li><p>11</p><p>AMBIENTE MACROECONMICOMUNDIAL</p><p>No princpio de 2015, as economias desenvolvidas enfrentavam a ameaa </p><p>tripla de crescimento lento, baixa inflao e alto endividamento, enquanto que </p><p>as economias em desenvolvimento apresentavam menor expanso e custos </p><p>mais elevados associados s flutuaes cambiais e financeiras, sendo que os </p><p>exportadores de petrleo foram tambm atingidos com menores receitas. </p><p>Se os riscos macroeconmicos (quela poca) diminuram, os financeiros e os </p><p>geopolticos (Ucrnia, Oriente Mdio e algumas regies da frica) aumentaram.</p><p>O crescimento global de 3,1% apurado em 2015 no bom o suficiente, </p><p>instando os formuladores de polticas a prosseguirem com as reformas estruturais </p><p>necessrias. A atual estimativa para 2016 a de que o crescimento econmico </p><p>mundial atingir 3,2%, sendo que a referente a 2017 de expanso mais ampla </p><p>(3,5%). </p><p>Os EUA foram atingidos, no primeiro trimestre de 2015, por fatores </p><p>de carter transitrio, como clima desfavorvel (inverno rigoroso), greves </p><p>em portos, forte contrao de investimentos no setor de petrleo e efeitos </p><p>inerentes sobrevalorizao do dlar, os quais, entretanto, no representaram </p><p>um freio duradouro ao crescimento. A valorizao do dlar (a qual encarece </p><p>as exportaes norte-americanas) e a queda dos preos do petrleo (a </p><p>qual impacta negativamente o setor manufatureiro) arrefeciam, em abril, o </p><p>crescimento da economia e o da gerao de empregos, os quais avanavam, </p><p>num ritmo considerado moderado cabe salientar o papel histrico assumido </p><p>pela economia norte-americana de possante locomotiva, capaz de puxar a </p><p>demanda global. </p><p>ECONOMIAS DESENVOLVIDAS</p><p>Evoluo em 2015 e estimativas para 2016 e 2017</p><p>Ambiente Econmico | Ambiente Macroeconmico Mundial</p></li><li><p>12</p><p>Pesquisa Anual de Conjuntura Econmica do Turismo | 12 Edio - 2016</p><p>No princpio de junho de 2015, o FMI recomendou ao Fed a </p><p>esperar at o comeo de 2016 para aumentar a taxa de juros (na poca, </p><p>no patamar mnimo entre 0% e 0,25%), pois estimou que a inflao </p><p>naquele pas s atingir a meta de mdio prazo (2%) em meados de 2017, </p><p>acreditando que apenas haver espao para tal majorao pelo Federal </p><p>Open Market Committee (FOMC) quando houver sinais mais tangveis de </p><p>alta na inflao e nos salrios. Ao final de outubro, o Fed resolveu manter </p><p>a taxa de juros prximas a zero (a mesma situava-se nesse piso histrico </p><p>desde 2008), mas no descartou, no incio de novembro, a possibilidade </p><p>de major-la em dezembro, fato esse que se confirmou em meados </p><p>daquele ms - dada a perspectiva econmica, o Comit decidiu elevar a </p><p>taxa de juros federal para a faixa entre 0,25% e 0,5%.</p><p>O crescimento econmico da rea do Euro em 2015 (calculado em </p><p>1,6%) foi mais robusto do que em 2014 (0,9%) devido reduo dos preos </p><p>do petrleo, desvalorizao do euro e s polticas fiscal e monetria </p><p>de apoio implementadas por pases-membros da Unio Europeia a </p><p>preocupao era a de que um perodo prolongado de inflao muito baixa </p><p>levasse os consumidores a diminurem as compras, na esperana de que </p><p>os preos viessem a cair ainda mais, provocando deflao persistente e </p><p>aumento do desemprego. Seguindo a avaliao, o Produto Interno Bruto </p><p>(PIB) do conjunto de 19 membros da Zona do Euro dever registrar em </p><p>2016 e 2017 um crescimento moderado (1,5% e 1,6%, respectivamente), </p><p>apesar das condies mais difceis da economia mundial. </p><p>Vale salientar, igualmente, o crescimento da economia do Reino </p><p>Unido nos ltimos anos e a perspectiva de que tal fato persistir em 2016 </p><p>e 2017 (percentuais de 1,9% e 2,2%, respectivamente), com deteco de </p><p>aumento do nvel de emprego e do consumo de bens e servios pelas </p><p>famlias.</p></li><li><p>13</p><p>No primeiro trimestre de 2015, autoridades </p><p>chinesas enfatizaram que no seria fcil alcanar </p><p>crescimento econmico anual de 7%, no podendo </p><p>aquele pas contar com a desvalorizao do cmbio para </p><p>impulsionar as suas vendas externas, nem desejando ver </p><p>importantes economias tropearem umas nas outras </p><p>para desvalorizarem suas moedas, j que isso levaria a </p><p>uma guerra cambial. Adicionalmente, reconheceram </p><p>que o pas enfrenta uma presso cada vez mais intensa </p><p>sobre sua economia e que deve estar preparado para </p><p>enfrentar grandes desafios e dificuldades futuros. De </p><p>acordo com os dados mais recentes do FMI, a expanso </p><p>do PIB chins alcanou 6,9% em 2015, sendo de 6,5% e </p><p>6,2% os prognsticos para 2016 e 2017, respectivamente. </p><p>A atividade do amplo setor industrial da China comeou, </p><p>efetivamente, a arrefecer em agosto de 2015, com a </p><p>demanda domstica e a exterior mais fraca, alimentando </p><p>temores de que a economia poderia estar desacelerando </p><p>com mais rapidez do que esperado h alguns meses. De </p><p>acordo com autoridades chinesas, a lenta evoluo da </p><p>economia mundial est inibindo o crescimento da China, </p><p>a qual no est imune ao fraco desempenho da economia </p><p>global, mas que, ainda assim, ser capaz de manter o </p><p>crescimento econmico em torno de 6% a 7% a.a. durante </p><p>os prximos trs a cinco anos, comentrio esse destinado a </p><p>garantir aos investidores que tal nvel de expanso - o ritmo </p><p>mais lento em duas dcadas, mas ainda melhor do que em </p><p>outras grandes economias - considerado moderado e </p><p>estvel pela Agncia Nacional de Estatsticas da China - </p><p>o novo normal da economia daquele pas.</p><p>No que concerne Rssia, as projees do FMI </p><p>refletem a considervel reduo dos preos do petrleo </p><p>detectada ao longo de 2015 e das sanes ocidentais, </p><p>devidas ao conflito com a Ucrnia; a isto, acresa-se o fato </p><p>de que a depreciao do rublo e a fuga de investidores </p><p>repercutiram negativamente nas expectativas de </p><p>desempenho econmico do pas. Ao final de outubro, o </p><p>banco central da Rssia manteve a taxa de juros inalterada </p><p>em 11%, destacando a ocorrncia de riscos persistentes </p><p>e substanciais de inflao tal pas encarava, na poca, </p><p>problemas de inflao acima de 15% a.a. e economia em </p><p>recesso, com perspectivas escassas de recuperao vista. </p><p>A economia russa declinou 3,7% em 2015 (em relao a </p><p>2014) e o prognstico para 2016 de nova queda, embora </p><p>menos intensa (-1,8%). </p><p>Quanto ndia, tal pas favorecido pelas reformas </p><p>internas realizadas nos ltimos dois anos (detectando-se </p><p>majorao de 7,3% em 2015, e vislumbrando-se expanso </p><p>de 7,5%, tanto em 2016 quanto em 2017), depreendendo-</p><p>se, portanto, a estimativa de que o ritmo de crescimento </p><p>percentual da economia da ndia continuar superando o </p><p>da China. Se for confirmado esse prognstico, o ranking </p><p>mundial das maiores economias tambm ser alterado e </p><p>o Brasil poder cair da stima para a oitava posio cabe </p><p>lembrar que, em 2014, a ndia j havia desbancado a Rssia </p><p>que, como o Brasil, vem enfrentando uma crise acentuada. </p><p>Alm disso, a ndia, sendo um pas grande importador </p><p>de petrleo, vem se beneficiando dos baixos preos do </p><p>produto no mercado internacional, enquanto grandes </p><p>exportadores, como a Rssia, saem perdendo. E mais: </p><p>a equipe econmica e o governo da ndia tambm tm </p><p>conseguido conquistar a confiana dos mercados, tendo </p><p>sido proposta uma liberalizao da economia, a reduo </p><p>da burocracia e outras reformas que venham a melhorar </p><p>o ambiente para negcios no pas, buscando, com isso, </p><p>conquistar a confiana dos investidores.</p><p>BRICS</p><p>Desempenhos econmicos dspares</p><p>Ambiente Econmico | Ambiente Macroeconmico Mundial</p></li><li><p>14</p><p>Pesquisa Anual de Conjuntura Econmica do Turismo | 12 Edio - 2016</p><p>No que diz respeito frica do Sul, a alta do PIB estimada, para 2016 e 2017, em 0,6% e 1,2%, respectivamente. Assim </p><p>sendo, no que tange ao grupo de pases do BRICS, o Brasil, aps registrar reduo de 3,8% do PIB em 2015, dever, segundo </p><p>o FMI, apresentar resultados mais fracos do que os demais em 2016 (tambm -3,8%), sendo que, para 2017, a estimativa de </p><p>crescimento nulo. </p><p>Com relao s economias desenvolvidas, os dados do FMI mostram que o crescimento de 1,9% constatado em </p><p>2015 manter-se- inalterado em 2016, devendo elevar-se para 2,0%, em 2017. A tabela e o grfico a seguir evidenciam a </p><p>ainda indesejada evoluo econmica dos pases da rea do Euro vislumbrada para o binio 2016/2017, bem como o fraco </p><p>desempenho das economias desenvolvidas como um todo. Quanto aos pases emergentes e em desenvolvimento, os </p><p>resultados prognosticados pelo FMI para o Brasil so bastante inferiores ao previsto para a economia mundial em 2016 e </p><p>2017 (respectivamente, 3,2% e 3,5%). </p><p>Fontes: FMI (World Economic Outlook - April 2016)Notas: (1) Indonsia, Malsia, Filipinas, Tailndia e Vietnam...</p></li></ul>