Demonstrações Financeiras Anuais Completas - ?· Apesar do crescimento da receita registrado no período,…

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    02-Feb-2019

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<p>Demonstraes Financeiras Anuais Completas </p> <p> Declarao para fins do Artg. 25 da instruo CVM n 480/09; </p> <p> Demonstraes Financeiras Referentes aos Exerccios Findos em </p> <p>31 de dezembro de 2013 e de 2012 e Parecer dos auditores </p> <p>independentes; </p> <p> Relatrio da Administrao; </p> <p>Autopista Ferno Dias S.A. </p> <p>Pouso Alegre, 26 de fevereiro de 2014. </p> <p>RELATRIO DA ADMINISTRAO DA CONCESSIONRIA AUTOPISTA FERNO DIAS S.A </p> <p>Atendendo s disposies legais e estatutrias, a Administrao da Autopista Ferno Dias S.A </p> <p>submete apreciao de seus investidores e do mercado em geral o Relatrio da Administrao </p> <p>relativo ao exerccio social findo em 31 de dezembro de 2013. </p> <p> CONTEXTO DO NEGCIO E ATIVIDADE </p> <p>A Autopista Ferno Dias S.A. foi outorgada em Julho de 2007 atravs da licitao correspondente </p> <p>ao Edital n 002/2007, constituda em 19 de dezembro de 2007 e teve suas operaes iniciadas </p> <p>em 15 de agosto de 2008, de acordo com o Contrato de Concesso Rodoviria firmado com a </p> <p>Unio, por intermdio da Agncia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), publicado em 15 de </p> <p>fevereiro de 2008, e tem por objetivo exclusivo a explorao do Lote 05 do Programa Federal de </p> <p>Concesses Rodovirias, compreendendo o trecho da rodovia BR-381 SP/MG que liga So Paulo/SP </p> <p>a Belo Horizonte/ MG. Suas atividades compreendem, exclusivamente, a explorao sob forma de </p> <p>concesso de servio pblico precedido de obra pblica, para recuperao, manuteno, </p> <p>monitoramento, conservao, operao, ampliao e melhorias de todo o sistema rodovirio do </p> <p>lote concedido, com o direito de cobrana de pedgio. O prazo de concesso (25 anos), </p> <p>contados da data de recebimento do controle do sistema rodovirio existente, no sendo </p> <p>admitida a prorrogao do mesmo. </p> <p>O trecho administrado tem uma extenso de 562,1 km, passando pelos municpios de Guarulhos, </p> <p>So Paulo, Mairipor, Atibaia, Bragana Paulista, Vargem, Extrema, Itapeva, Camanducaia, </p> <p>Cambu, Estiva, Pouso Alegre, So Sebastio da Bela Vista, Careau, So Gonalo do Sapuca, </p> <p>Campanha, Trs Coraes, Carmo da Cachoeira, Nepomuceno, Lavras, Ribeiro Vermelho, </p> <p>Perdes, Santo Antnio do Amparo, Oliveira, Carmpolis de Minas, Itaguara, Itatiaiuu, Rio </p> <p>Manso, Brumadinho, Igarap, So Joaquim de Bicas, Betim e Contagem. A Rodovia Ferno Dias </p> <p>exerce importante papel do ponto de vista econmico, pois faz parte do principal corredor </p> <p>rodovirio de interligao dos mais importantes plos econmicos das regies Sudeste e Sul do </p> <p>Brasil e destas com os principais pases do MERCOSUL. </p> <p>Atualmente, a Companhia opera oito praas de pedgio localizadas ao longo da malha viria sob </p> <p>sua concesso com as seguintes caractersticas: </p> <p>DESEMPENHO ECONMICO-FINANCEIRO Trfego </p> <p>O trfego pedagiado totalizou 165,2 milhes veculos equivalentes em 2013, aumento de 2,8% em </p> <p>relao ao ano anterior, reflexo basicamente do crescimento de trfego. </p> <p> Trfego Pedagiado </p> <p> Composio do Trfego 2013 </p> <p>Nome da Praa Localizao Tarifa</p> <p>Mairipor P1 Norte BR 381 KM 65+559 1,50</p> <p>Mairipor P1 Sul BR 381 KM 66+572 1,50</p> <p>Vargem P2 BR 381 KM 7+250 1,50</p> <p>Cambu P3 BR 381 KM 900+877 1,50</p> <p>So Gonalo do Sapuca P4 BR 381 KM 805+129 1,50</p> <p>Carmo da Cachoeira P5 BR 381 KM 735+506 1,50</p> <p>Santo Antnio do Amparo P6 BR 381 KM 658+267 1,50</p> <p>Carmpolis de Minas P7 BR 381 KM 597+677 1,50</p> <p>Itatiaiuu P8 BR 381 KM 545+937 1,50</p> <p>160,8 </p> <p>165,2 </p> <p>2012 2013</p> <p>Veculos Equivalentes(milhes) </p> <p>60% </p> <p>40% Passeio</p> <p>Comercial</p> <p>Receita </p> <p>A receita bruta da companhia, composta por receita de pedgio, receita de obras e outras </p> <p>receitas acessrias, totalizou R$ 500,8 milhes em 2013, com crescimento de 3,4% em relao aos </p> <p>R$ 484,1 milhes registrados em 2012. </p> <p>A receita de pedgio cresceu 3,1%, passando de R$ 225 milhes em 2012 para R$ 231,9 milhes </p> <p>em 2013. A principal razo foi o aumento da tarifa (R$) de (7,1%) em dezembro de 2013 e ainda o </p> <p>aumento do trfego conforme mencionado anteriormente. </p> <p>As receitas acessrias, advindas da explorao da rodovia, totalizaram R$ 2,1 milhes, aumento </p> <p>de 495% em 2013, oriundas na quase totalidade de aluguel de dutos para fibra ptica ao longo da </p> <p>rodovia. </p> <p>J a receita de obras registrou aumento R$ 8,0 milhes (3,1%), passando de R$ 258,8 milhes em </p> <p>2012 para R$ 266,8 milhes em 2013. Esse aumento foi em decorrncia de maior nmero de obras </p> <p>executadas ao longo da rodovia. </p> <p>No ano de 2013 a companhia obteve receita liquida de R$ 480,5 milhes, R$ 15,9 milhes superior </p> <p>ao ano de 2012. </p> <p> Composio da Receita Bruta Ano 2013 </p> <p>484,1 </p> <p>500,8 </p> <p>2012 2013</p> <p>Receita Bruta (R$ milhes) </p> <p>47%53%</p> <p>0%</p> <p>Pedgio</p> <p>Obras</p> <p>Outras</p> <p>Os custos e despesas (excluindo depreciaes e amortizaes) tiveram aumento de 3,2% em 2013 </p> <p>em comparao ao exerccio de 2012. O aumento foi ocasionado (i) pela variao da rubrica </p> <p>custo de servios da construo registrado em funo da adoo do ICPC 01, com contrapartida </p> <p>em receitas de obras em igual valor e, portanto, sem impacto no resultado; (ii) pela variao dos </p> <p>demais custos e despesas abaixo relacionados: </p> <p> Aumento de R$ 2,6 milhes (12,4%) de servios de terceiros basicamente em decorrncia a correo anual dos contratos pelo IPCA e necessidade de contrao de novos servios. </p> <p> Aumento de R$ 1,4 milho (4,0%) de Pessoal em composio do dissidio coletivo </p> <p>(6,77%) e readequao do quadro de pessoal a menor. </p> <p> Reduo de R$ 2,2 milhes (11,6%) em Proviso p/ manuteno de rodovias, decorrncia de adequao de interveno de obras de manuteno na rodovia. Os desembolsos de caixa destes custos ocorrero em exerccios posteriores. </p> <p> Aumento de R$ 2,5 milhes (15,3%) em outros devido correo da verba de </p> <p>aparelhamento da policia rodoviria federal e maior demanda de custo contingncias cveis e trabalhistas. </p> <p>Custos e Despesas (excl. depreciao e amortizao)</p> <p>R$ milhes 2013 2012 Var.</p> <p>Custo dos servios de construo (266,8) (258,8) 3,1%</p> <p>Servios de terceiros (23,5) (20,9) 12,4%</p> <p>Pessoal (36,2) (34,8) 4,0%</p> <p>Proviso p/ manuteno em rodovias (16,7) (18,9) -11,6%</p> <p>Conservao (23,0) (23,2) -0,9%</p> <p>Verba de fiscalizao (10,6) (10,0) 6,0%</p> <p>Seguros e garantias (4,3) (3,7) 16,2%</p> <p>Remunerao da Administrao (0,9) (0,9) 0,0%</p> <p>Consumo (1,9) (2,8) -32,1%</p> <p>Outros (18,8) (16,3) 15,3%</p> <p>Custos e despesas (402,7) (390,3) 3,2%</p> <p>EBITDA (Earnings before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization): medida de desempenho operacional dada pelo Lucro antes dos Juros, Impostos, Depreciao e Amortizao (LAJIDA).O EBITDA no medida utilizada nas prticas contbeis e tambm no representa fluxo de caixa para os perodos apresentados, no devendo ser considerado como alternativa ao fluxo de caixa na qualidade de indicador de liquidez. O EBITDA no tem significado padronizado e, portanto, no pode ser comparado ao EBITDA de outras companhias. </p> <p> A Companhia entende que a melhor demonstrao da gerao de caixa das atividades </p> <p>operacionais, compreendidas pela cobrana de pedgio e operao dos principais servios na </p> <p>rodovia, medida pelo EBITDA Ajustado, que corresponde ao EBITDA mais a reverso da proviso </p> <p>para manuteno de rodovias, cujo efeito caixa ocorrer somente em exerccio fiscal futuro. </p> <p>O EBITDA Ajustado, excluindo os efeitos das provises de manuteno em rodovias advindas da </p> <p>adoo do ICPC01, encerrou o ano de 2013 em R$ 94,5 milhes, com um aumento de 1,4%. Esse </p> <p>aumento foi gerado, principalmente, pelo crescimento do trfego pedagiado. </p> <p>O resultado financeiro lquido de 2013 fechou negativo em R$ 50,2 milhes 16,5% maior em </p> <p>relao ao ano 2012. Os principais fatores que influenciaram esse resultado foram: </p> <p> As receitas financeiras apresentaram queda de R$ 2,6 milhes (40,6%). Esta diminuio </p> <p>est diretamente relacionada a reduo das aplicaes financeiras decorrentes de resgates de recursos, antes aplicados, para liquidao dos compromissos da companhia. </p> <p>EBITDA </p> <p>R$ milhes 2013 2012 Var.</p> <p>Receita lquida 480,5 464,6 3,4%</p> <p>(-) Custos e despesas (excl. deprec. e amortizao) (402,7) (390,3) 3,2%</p> <p>EBITDA 77,8 74,3 4,7%</p> <p>(+) Proviso para manuteno de rodovias 16,7 18,9 -11,6%</p> <p>EBITDA Ajustado 94,5 93,2 1,4%</p> <p>Resultado Financeiro</p> <p>R$ milhes 2013 2012 Var.</p> <p>Receitas Financeiras 3,8 6,4 -40,6%</p> <p>Despesas Financeiras (54,0) (49,5) 9,1%</p> <p>Resultado Financeiro Lquido (50,2) (43,1) 16,5%</p> <p> Enquanto que as despesas financeiras foram maiores em R$ 4,5 milhes (9,1%) devido aos juros sobre saldo e novas liberaes do emprstimo de longo prazo junto ao BNDES e juros sobre emisso de debntures, etc. </p> <p> Prejuzo Lquido </p> <p>Apesar do crescimento da receita registrado no perodo, a Companhia encerrou o exerccio de </p> <p>2013 com prejuzo lquido de R$ 6,2 milhes, ante Lucro Lquido de R$ 3,1 milhes comparados </p> <p>ao exerccio anterior. Isso se deve principalmente ao aumento de custos j mencionados e ainda, </p> <p>aumento das despesas financeiras. </p> <p> Curto prazo. Em 31 de dezembro de 2013, o endividamento bruto totalizava R$ 600,9 milhes, apresentando </p> <p>aumento de R$ 95,0 milhes, 18,8% em relao ao ano anterior. O aumento da dvida resulta </p> <p>principalmente das liberaes de novas tranches junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento </p> <p>Econmico e Social BNDES e emisso de debntures. </p> <p>3,1 </p> <p>(6,2)</p> <p>2012 2013</p> <p>Lucro / Prejuzo Lquido(R$ milhes) </p> <p>Endividamento</p> <p>R$ milhes 31/12/2013 31/12/2012 Var.</p> <p>Dvida Bruta 600,9 505,9 18,8%</p> <p>Curto Prazo 37,9 27,3 38,8%</p> <p>Longo Prazo 563,0 478,6 17,6%</p> <p>Disponibilidades e </p> <p>aplicaes financeiras (41,3) (52,7) -21,6%</p> <p>Dvida Lquida 559,6 453,2 23,5%</p> <p>. </p> <p>O endividamento lquido (composto pela dvida bruta menos caixa, equivalentes de caixa, </p> <p>aplicaes financeiras e aplicaes financeiras vinculadas), encerrou o ano de 2013 em R$ 559,6 </p> <p>milhes, apresentando aumento de R$ 106,4 milhes em relao ao montante de R$ 453,2 </p> <p>milhes registrado no encerramento do exerccio de 2012. O grau de alavancagem, medido pela </p> <p>relao dvida lquida / EBITDA Ajustado ficou em 7,2x. </p> <p> INVESTIMENTOS Foram desembolsados R$ 272,9 milhes em cumprimento ao cronograma de investimentos </p> <p>previstos, dentre os quais vale destacar: (i) as obras de execuo da segunda etapa do contorno </p> <p>de Betim; (ii) recuperao do pavimento; (iii) construo de passarelas; (iv) execuo de ruas </p> <p>laterais e (v) execuo de terceiras faixas. Do montante desembolsado 49% foi para obras de </p> <p>recuperao da rodovia, 4% para obras de operao da rodovia e 46% para obras de </p> <p>melhoramento da rodovia. </p> <p>RECURSOS HUMANOS A seguir evoluo do quadro de pessoal e ndice de rotatividade. </p> <p> No que concerne diversidade, apresentamos um indicador com participao igualitria de </p> <p>homens e mulheres, sendo em nmeros 448 mulheres contra 425 homens. A mdia de idade est </p> <p>concentrada em 34 anos. A base de formao educacional do efetivo de pessoal centra-se no </p> <p>Ensino Mdio Completo (antigo Segundo Grau), com 69,7% dos empregados. Destacamos que </p> <p>9,51% possuem nvel superior completo e 2,06% tem mestrado e ou ps-graduao. </p> <p>2013 2012</p> <p>Empregos Diretos 873 913</p> <p>Rotatividade 2,26% 5,23%</p> <p>Ao longo de 2013, a Companhia buscou capacitar seus profissionais com a realizao de </p> <p>treinamentos. No total, tais atividades envolveram 17.928 horas de treinamento, o que </p> <p>corresponde, a 20,29 horas de treinamento por profissional. </p> <p> RESPONSABILIDADE SOCIAL E AMBIENTAL Na questo social, a Autopista Ferno Dias possui como um dos seus compromissos o </p> <p>desenvolvimento das comunidades lindeiras sua rea de concesso, tendo como foco projetos </p> <p>relacionados educao, sade e meio ambiente. Destacamos em 2013, a realizao de etapas </p> <p>dos projetos Viva Motociclista, Viva Motorista, Viva Sade, Passarela Viva e Projeto Viva Meio </p> <p>Ambiente. </p> <p>O Projeto Viva Meio Ambiente 2013 contou com a participao de 24 escolas municipais </p> <p>sediadas nos municpios que so cortados pela rodovia, que leva conhecimento e cidadania a mais </p> <p>de 9.400 alunos. Para 2014, outras quatro escolas vo aderir ao Projeto. </p> <p>O objetivo do programa desenvolver uma srie de aes para a promoo da conscincia </p> <p>ambiental em escolas de municpios prximos s rodovias federais sob concesso da Arteris S.A. </p> <p>Os educadores participam de dinmicas de grupo alusivas ao meio ambiente e recebem todo o </p> <p>material pedaggico a ser distribudo a alunos, professores e escolas do projeto, na forma de kits, </p> <p>livros e gibis educativos. No decorrer do ano acontecem encontros com os educadores, para </p> <p>avaliao das aes desenvolvidas e realimentao do processo. </p> <p>Outras aes notrias que acontecem dentro da responsabilidade social so as campanhas </p> <p>direcionadas aos motoristas, motociclistas e pedestres. </p> <p>Programa Viva Motociclista: os motociclistas so orientados sobre conceitos de direo </p> <p>defensiva, participam de avaliaes de sade (exames de presso arterial e ndice de massa </p> <p>corprea), recebem gratuitamente reviso de alguns itens da moto e so instalados adesivos </p> <p>refletivos que auxiliam no aumento da visibilidade noturna do veculo. </p> <p>Programa Viva Sade: promove campanhas de sade dirigidas aos motoristas, principalmente os </p> <p>caminhoneiros, pblico-alvo do programa Viva Sade. Em cada campanha, os condutores recebem </p> <p>orientao e realizam exames de sade gratuitos. </p> <p>Programa Passarela Viva e Viva Ciclista: promove aes educativas e de conscientizao sobre </p> <p>travessia segura da rodovia. Os pedestres recebem panfletos com orientaes sobre o uso correto </p> <p>da passarela e os ciclistas recebem alm dos panfletos e orientaes, refletivos para bicicleta e </p> <p>capacete. Em cada campanha realizado uma avaliao fsica gratuita para todos. </p> <p>A Autopista Ferno Dias tem obtido regularmente as licenas e autorizaes necessrias s obras, </p> <p>quer seja no mbito federal, estadual ou municipal e tem cumprido as condicionantes ambientais </p> <p>estabelecidas nos monitoramentos, medidas compensatrias e/ou mitigadoras. </p> <p>No ano de 2013, a concessionria deu andamento implementao do Sistema de Gesto </p> <p>Ambiental - SGA, iniciado em 2009 e baseado nas normas ISO 14001/2004, principalmente no que </p> <p>se refere gesto de resduos. </p> <p> AGRADECIMENTOS </p> <p>A Concessionria Autopista Ferno Dias S/A gostaria de registrar seus agradecimentos aos </p> <p>usurios, investidores, rgos governamentais, fornecedores, agentes financiadores e demais </p> <p>partes interessadas pelo apoio recebido, bem como equipe de funcionrios, pelo empenho e </p> <p>dedicao dispensados. </p> <p>CONSIDERAES FINAIS Relacionamento com Auditores Independentes </p> <p>Em atendimento determinao da Instruo CVM n. 381/03 informamos que, no exerccio </p> <p>encerrado em 31 de dezembro de 2013, no contratamos nossos Auditores Independentes para </p> <p>trabalhos diversos daqueles de auditoria externa. Em nosso relacionamento com o Auditor </p> <p>Independente, buscamos avaliar o conflito de interesses com trabalhos de no auditoria com base </p> <p>no seguinte: o auditor no deve (a) auditar seu prprio trabalho, (b) exercer funes g...</p>

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