Diálogo inter religioso

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    30-Jun-2015

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<ul><li> 1. PLURALISMODILOGO INTERRELIGIOSO E</li></ul> <p> 2. </p> <ul><li>Significa que: </li></ul> <ul><li>Estamos passando de uma poca religiosa com seus valores e limites, </li></ul> <ul><li>para outra, tambm com valores e limites. </li></ul> <p> 3. Etimologia: PLURALISMO RELIGIOSO </p> <ul><li>Di ver si da de: </li></ul> <ul><li><ul><li>idias,</li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>opinies,</li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>crenas :FENMENO RELIGIOSO : pluralidade </li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>comportamentos religiosos </li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li><ul><li>No seio de um grupo organizado. </li></ul></li></ul></li></ul> <p> 4. </p> <ul><li>Atualmente a religio no est mais presa ao estado por isso est livre, pode tomar seus rumos... </li></ul> <ul><li>A busca de comunho com o sagrado se volta para o esotrico, o mistrio... </li></ul> <ul><li>Religiosidade espontnea, livre da institucionalizao e regulamentao das igrejas... </li></ul> <p> 5. </p> <ul><li>Neste contexto... </li></ul> <ul><li>A emoo torna-se um fatorimportante... </li></ul> <ul><li>A resposta deve ser prtica e imediata aos anseios, dvidas e insatisfaes... </li></ul> <ul><li>As pessoas desejam saciar a fome de felicidade imediatamente... </li></ul> <p> 6. </p> <ul><li>A busca de felicidade gerada pela incerteza e insegurana da sociedade atual uma sociedade carregada de violncia e competitividade, que seduz pelo consumismo... </li></ul> <p> 7. </p> <ul><li>O desejo de consumir que no pode ser satisfeito na medida de sua seduo gera insatisfao... </li></ul> <ul><li>No campo religioso produzir tambm uma procura consumista e uma religio utilitria. </li></ul> <p> 8. </p> <ul><li>A experincia religiosa passa a ser busca da satisfao das necessidades pessoais e no a busca de Deus ou do Transcendente, da Verdade ou Absoluto </li></ul> <p> 9. </p> <ul><li>Algo que aparece nas sociedades pluralistas: </li></ul> <ul><li>A busca de identidade pessoal </li></ul> <ul><li>Nas sociedades tradicionais a identidade pessoal assegurada pela cultura ou pela sociedade. </li></ul> <p> 10. </p> <ul><li>No mundo moderno a pessoa no s pode como deve escolher sua identidade.</li></ul> <ul><li>A adeso a uma religio ser uma opo e no mais uma tradio. </li></ul> <p> 11. </p> <ul><li>UMA VISO HOLSTICA </li></ul> <p> 12. PLURALISMO x TOLERNCIA </p> <ul><li> ATolerncia :chavepara as relaes entre judeus e cristos e entre as religies. </li></ul> <p> 13. </p> <ul><li>O pluralismo</li></ul> <ul><li><ul><li>Distante : degrada a tolerncia.</li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>Ausente : pensamento superficial. </li></ul></li></ul> <ul><li>A vida nacional e cultural: marcada por espiritualidades mltiplas .</li></ul> <ul><li>(J. Coert Rylaarsdam) www.sidic.org </li></ul> <p> 14. A ESCUTA DO OUTRO </p> <ul><li> desarmada .</li></ul> <ul><li>aprendizadodifcil</li></ul> <ul><li><ul><li>Outro : mistrio irredutvela ns mesmos.</li></ul></li></ul> <ul><li>AutnticaExperincia humana do encontro = aprendemos a ver ,escutareacolhero outrocomo ele . </li></ul> <p> 15. SABER OUVIR : </p> <ul><li>D eixar ointerlocutorfalar; </li></ul> <ul><li>retrocedere abrir a mente; </li></ul> <ul><li>darespaopara seexpressar ; </li></ul> <p> 16. </p> <ul><li>permitirque as pessoasfalemde formadiretae sem precisaromitirnada =confiana ;</li></ul> <ul><li>aceitar , inicialmente, o que lhe foi falado erefletir ;depois responder ;</li></ul> <ul><li>ouvir averdadee no o que queremos ouvir. </li></ul> <ul><li>(Sydney Proetti). </li></ul> <p> 17. O DILOGO </p> <ul><li> autntico pressuposto: </li></ul> <ul><li><ul><li>a experincia humana doencontro naprxisda vida. </li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>Apedagogiado encontro: </li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li><ul><li>aprender adescobrira alteridade assumindo-a e integrando-a de modo a ajudar-nos naconstruoda nossa prpria identidade. </li></ul></li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>Pe. Palcio </li></ul></li></ul> <p> 18. A EXPERINCIA HUMANADOENCONTROCOM A ALTERIDADE </p> <ul><li>altera ,modifica ,afeta ,desinstala </li></ul> <ul><li><ul><li> a reconhecer o outro como igual.</li></ul></li></ul> <ul><li>nesse nvel pessoal ooutro o di fe ren te. </li></ul> <p> 19. </p> <ul><li><ul><li> integrar o outro:nico/diferenase somos capazes de: </li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>escutaro outro</li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>para sermos capazes deentend-loecompreend-lo por dentro </li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>a partir dele mesmo.</li></ul></li></ul> <p> 20. A EXPERINCIA HUMANADOENCONTROCOM A ALTERIDADE 21. O nome Hindusmo foi dado no sculo XIX ao conjunto de religies existentes na ndia.Hindusmo 22. </p> <ul><li>A palavra provm do persa hindu, em snscrito, shindhu, significa rio, e refere-se s pessoas que viviam no vale do Indo.</li></ul> <ul><li>Tambm significa Indiano. Segundo a viso que tem de si, o hindusmo no possui origem: o caminho eterno que segue as regras e exigncias bsicas da ordem csmicas medida que passa por ciclos infinitos. </li></ul> <p> 23. </p> <ul><li>A casta social onde o indivduo nasce , portanto, indicao de seu status espiritual.</li></ul> <ul><li>Almeja-se a libertao do ciclo de reencarnaes em vrias formas, animais e humanas. Sua posio determinada pelo Karma. </li></ul> <ul><li>O ascetismo e a disciplina da ioga so praticados com o intuito de atingir essa libertao. </li></ul> <p> 24. A F BAH' uma religio mundial, independente, com suas prprias leis e escrituras sagradas, surgida na antiga Prsia, atual Ir em 1844.A F BAH' Husayn Ali (1817-1892) e no possui dogmas, rituais, clero ou sacerdcio. 25. </p> <ul><li>A Comunidade Bah com aproximadamente 7 milhes de adeptos, a segunda religio mais difundida no mundo, superada apenas pelo Cristianismo, conforme afirma a Enciclopdia Britnica.</li></ul> <ul><li>Os bahs residem em 178 pases do mundo, em praticamente todos os territrios e ilhas do globo. </li></ul> <p> 26. </p> <ul><li>No Brasila comunidade Bahi se estabeleceu desde fevereiro de 1921, com a vinda da Sra. Leonora Holsapple Armstrong.A Sra. Armstrong faleceu na Bahia, em 1980 </li></ul> <p> 27. </p> <ul><li>O que ensina a F Bah'? A Unidade da Humanidade:"... hoje todos os horizontes do mundo esto iluminados com a luz da unidade... fomos criados para levar avante uma civilizao em constante evoluo..." A livre e independente busca da verdade: "A luz boa, no importa em que lmpada brilhe... uma flor bela, no importa em que jardim floresa..." A eliminao de todas as formas de preconceitos e discriminao: "...somos as folhas e os ramos de uma mesma rvore... as gotas de um nico mar..." </li></ul> <p> 28. A igualdade de direitos e oportunidades para o homem e a mulher:"A humanidade assemelha-se a um pssaro, uma asa o homem e a outra, a mulher. O pssaro no pode alar vo sem o equilbrio dessas duas asas..." A harmonia essencial entre a religio, a razo e a cincia:"A verdade uma s e indivisvel... o progresso da humanidade depende desses fatores..." 29. </p> <ul><li>Educao compulsria universal "O homem uma mina rica em jias de inestimvel valor, a educao, to somente, poder faz-la revelar seus tesouros..." A revelao divina progressiva: "Deus um, a religio uma, a humanidade uma... o objetivo da criao humana conhecer e adorar a Deus... Todas as religies </li></ul> <ul><li>provm de um mesmo Deus </li></ul> <p> 30. Candombl </p> <ul><li>O candombl uma religio africana trazida para o Brasil no perodo em que os negros desembarcaram para serem escravos. </li></ul> <p> 31. </p> <ul><li>Nesse perodo, a IgrejaCatlicaproibia o ritual africano e ainda tinha o apoio do governo que julgava o ato como criminoso,</li></ul> <p> 32. </p> <ul><li>...por isso os escravos cultuavam seus Orixs, Inquices e Vodus dando-lhe nome de santos catlicos.</li></ul> <p> 33. </p> <ul><li>Os rituais do candombl so realizados em templos chamados casas, roas ou terreiros que podem ser de linhagem matriarcal... </li></ul> <ul><li>quando somente asmulherespodem assumir a liderana, patriarcal quando somente homens podem assumir a liderana ou mista quando homens e mulheres podem assumir a liderana do terreiro.</li></ul> <p> 34. </p> <ul><li>A celebrao do ritual feita pelo pai-de-santo ou me-de-santo, que inicia o despacho do Exu.</li></ul> <p> 35. </p> <ul><li>Em ritmo de dana o tambor tocado e os filhos-de-santo comeam a invocar seus orixs para que os incorporem. O ritual tem no mnimo duas horas de durao.</li></ul> <p> 36. SANTO DAIME </p> <ul><li>O Culto Ecltico da Fluente Luz Universal um trabalho espiritual, que tem como objetivo alcanar o auto-conhecimento e a experincia de Deus ou doEu Superior Interno .</li></ul> <p> 37. </p> <ul><li>Para tanto, se utiliza, dentro de um contexto ritual tido como sagrado, dabebida entegena sacramentalconhecida comoahyauscae que foi rebatizada pelo Mestre IrineucomoSanto Daime .</li></ul> <p> 38. </p> <ul><li>O uso de uma substncia entegena como sacramento parece ter feito parte das principais tradies religiosas da antiguidade e fornecido a base visionria de muitas das principais grandes religies hoje existentes no mundo. </li></ul> <p> 39. ESCUTAR OS SINAIS DOS TEMPOS: contexto </p> <ul><li>PARTICULAR :</li></ul> <ul><li>micro, local. </li></ul> <ul><li>UNIVERSAL :macro, global. </li></ul> <p> 40. BRASIL /MUNDO </p> <ul><li>Globalizado :</li></ul> <ul><li>internet/ pensamento nico </li></ul> <ul><li>AtesmoXdiversidade :</li></ul> <ul><li>fenmeno religioso </li></ul> <ul><li>Individualismo/narcisismo </li></ul> <p> 41. </p> <ul><li>Avano tecnolgico </li></ul> <ul><li><ul><li>Clulas-tronco: recuperao de tecidos e rgos </li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>Prteses inteligentes: pessoas com deficincia </li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>Micro-tecnologia </li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>Vigilncia tica: clonagem </li></ul></li></ul> <ul><li>Consumismo </li></ul> <ul><li><ul><li>Poder miditico </li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>Tenso:SERx TER </li></ul></li></ul> <p> 42. </p> <ul><li>Contrastes :VIDA XMORTE </li></ul> <ul><li>CULTURA DA VIDA </li></ul> <ul><li><ul><li>Iniciativas em defesa da vida: </li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li><ul><li>Ongs, Pastoral da Criana, Institutos religiosos </li></ul></li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li><ul><li>SolidariedAIDS (frica) </li></ul></li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li><ul><li>Campanhas Solidrias: UNICEF - CNBB </li></ul></li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li><ul><li>Artistas em defesa da vida </li></ul></li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li><ul><li><ul><li>Campanhas (Criana Esperana) / Shows </li></ul></li></ul></li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li><ul><li>Dilogo e Entendimento: lderes polticos internacionais :PAZ </li></ul></li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li><ul><li>Unamina</li></ul></li></ul></li></ul> <p> 43. </p> <ul><li><ul><li>CULTURA DA MORTE </li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>Banalizao da vida/mal:Isabela(SP), CasoElo,omotoboy... </li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>Descredibilidade na famlia </li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>Empresas miditicas: pnico moral exemplo -Pedofilia </li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>Violncia Desigualdades </li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>Misria: corrupo poltica </li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>Desastres ambientais </li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>Catstrofes : terremotos, tremores, abalos csmicos: </li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>Crescimento do anti-semitismo </li></ul></li></ul> <p> 44. CONSEQUNCIAS: </p> <ul><li>NEGATIVAS: </li></ul> <ul><li><ul><li>Insegurana/medo </li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>Instabilidade econmica </li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>Mudana no modelo familiar </li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>Residncia: lugar mais seguro </li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>Falta tica: desvio do dinheiro pblico (bem-estar individual) </li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>Perdeu-se o sentido do poltico(a): buscar o bem comum. </li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>Desemprego/jovens sem perspectiva </li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>Outro : ameaapossibilidade </li></ul></li></ul> <p> 45. </p> <ul><li><ul><li><ul><li>Pressoda sociedade:Justia </li></ul></li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li><ul><li><ul><li>poder judicirio</li></ul></li></ul></li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li><ul><li>Leistrabalhistas</li></ul></li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li><ul><li>No impunidade(conscincia) </li></ul></li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li><ul><li>Cidados maisconscientesdos direitos humanos. </li></ul></li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li><ul><li>Sensibilizao para asolidariedade . </li></ul></li></ul></li></ul> <p>POSITIVAS : 46. </p> <ul><li>Ecumenismo </li></ul> <ul><li><ul><li>Unidade dos cristos </li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>Igrejas e Pluralismo Religioso (renovao carismtica) </li></ul></li></ul> <ul><li>Macro-Ecumenismo </li></ul> <ul><li><ul><li>Pessoas de boa vontade: sem religio </li></ul></li></ul> <p> 47. </p> <ul><li>Dilogo Interreligioso </li></ul> <ul><li><ul><li>Valores comuns</li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>Conhecimento e respeito s diferenas </li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>Convico da identidade </li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>Conhecimento da teologia </li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>Defesa dos direitos Humanos: VIDA </li></ul></li></ul> <p> 48. O DILOGO INTERRELIGIOSO </p> <ul><li> prolongamento daheranado que representava oecumenismoe</li></ul> <ul><li>depois do Vat. II, odilogo com o judasmo , mas emcontextose pressupostos diferentes. </li></ul> <ul><li>Pe. Palcio </li></ul> <p> 49. IERUSHALAIM : Centro religioso das religies monotestas: Judasmo, Cristianismo e Islamismo 50. </p> <ul><li>LAOS COMUNSDA HUMANIDADE E ASDIVERSAS RELIGIESNO-CRISTS E SUARELAOCOM A IGREJA Nostra Aetate N.1 </li></ul> <p> 51. </p> <ul><li> Hoje, diante do aumento dasrelaesentre os vrios povos,aIgrejaconsidera a sua relao com as religiesno-crists ;</li></ul> <p> 52. </p> <ul><li>Suafuno :fomentar a unio e a caridade entre as pessoas e at entre os povos; </li></ul> <ul><li>considera o que h decomumentre as pessoas e os leva convivncia.</li></ul> <p> 53. DILOGO INTERRELIGIOSONECESSITA: </p> <ul><li>Articularteoriaeprxis : </li></ul> <ul><li><ul><li>se alimentem mutuamente </li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>produzindofrutosperenes. </li></ul></li></ul> <p> 54. </p> <ul><li>TdL: Dupuis e L. Boff: </li></ul> <ul><li><ul><li>Mstica : </li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li><ul><li>a Terra - interao todo - pobres</li></ul></li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li><ul><li>Interpessoal: grito por Vida </li></ul></li></ul></li></ul> <p> 55. BUDISMO </p> <ul><li>ESCUTAR - CONHECER - MEDITAR </li></ul> <ul><li>Compreendere respeitar o outro em sua diferena </li></ul> <ul><li>Conheceros ensinamentos dos Livros Sagrados </li></ul> <ul><li>Meditar : para alcanar o equilbrio: </li></ul> <ul><li>em todas as dimenses da Vida </li></ul> <ul><li>Desapego aos bens materiais </li></ul> <p> 56. BUDISMO:ASSISTNCIA SOCIAL 57. 58. Islamismo cresce na periferia de SP</p> <ul><li>Jovens pobres contam estar encontrandoconforto espiritualesadapara discriminao e abandono social . </li></ul> <ul><li>Domingo, 13 de Abril de 2008 </li></ul> <ul><li>O Vaticano anunciou que, pela primeira vez na histria, onmerode muulmanosultrapassouo decatlicosno mundo. Islmicos somam1,3bilho de seguidores ante1,13bi de catlicos. </li></ul> <p> 59. JUDASMO 60. CIPCongregao Israelita Paulista E OLAR DAS CRIANAS </p> <ul><li>Atende crianas e jovens acompanhando-os nos anos decisivos sua estruturao </li></ul> <ul><li>Oferece oportunidades de mudanas em sua trajetria de vida. </li></ul> <ul><li>Eventos culturais : doaes de alimentos e agasalhos. </li></ul> <p> 61. O Trabalho Social da Igreja </p> <ul><li>Operao periferia </li></ul> <ul><li>Acolhida de crianas com HIV </li></ul> <ul><li>Campanhas da Fraternidade: defesa dos excludos da sociedade. </li></ul> <p> 62. IGREJAS EVANGLICAS: </p> <ul><li>IGREJA ANGLICANA , SP </li></ul> <ul><li><ul><li>Instituto Anglicano </li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>Creche Anglicana Lina Rodrigues I Paraispolis. </li></ul></li></ul> <p> 63. </p> <ul><li>- Creche Anglicana LinaRodrigues II - Parque Belm </li></ul> <ul><li><ul><li>- Doaes para o projeto "Incluso infantil" (FUMCAD)</li></ul></li></ul> <ul><li><ul><li>- Doaes de alimentos e materiais de higiene e limpeza</li></ul></li></ul> <p> 64. O Instituto Anglicano </p> <ul><li>FINALIDADE: </li></ul> <ul><li>I-atender a qualquer indivduo em situao de carncia (econmica), visando prioritariamente um trabalho comunitrio; </li></ul> <p> 65. II oferecer cursos, palestras e atividades que visem buscar alternativas sociais, econmicas e educacionais para uma melhor forma de vida do individuo e de sua comunidade; 66. III desenvolver atividades que valorizem a dignidade do ser humano e o resgate de sua cidadania. REVERENDO ALDO 67. ATO INTERRELIGIOSO : O Sagradoe a Dignidade Humana na Metrpole .Deus habita esta Cidade </p> <ul><li>O dilogo inter-religioso tem uma proposta alm de estabelecer uma sociedade mais pacfica: o ponto principal do dilogo buscar a verdade .</li></ul> <p> 68. </p> <ul><li>Aliberdade religiosa , odilogo inter-religiosoe afvisam algo mais do que um consenso, voltado a identificar estradas para atuar estratgias concretas e progredir a f. </li></ul> <p> 69. Hindustas, budistas, judeus,muulmanos, catlicos, espritas, religio Afro... 70. Rabino Michel Schlesinger: </p> <ul><li> O sagradoinspira medo e encantamento, traz bnos, proteo e amor e somente pelos atos pode-se atingir asantidade . </li></ul> <p> 71. </p> <ul><li> Vivemos em uma cidade com um profundoabismosocial. </li></ul> <ul><li> saibamos exercitar nossaliberdadede unir foras paratransformaressa cidade, tornando-a cada vez maissagrada .</li></ul> <p> 72. Monge Joshin , do Budismo Zen representante damonja Cohen </p> <ul><li>Asacralidadedepende de cada um de ns: </li></ul> <ul><li>na atuao pelainclusosocial,justiaerespeitoao ser humano na diversidade. </li></ul> <p> 73. Dignitatis HumanaeEO PROBLEMA DALIBERDADE RELIGIOSANA ATUALIDADE </p> <ul><li>A pessoa humana hoje, torna-se cada vez mais consciente dadignidade humana . </li></ul> <p> 74. </p> <ul><li>reivindica a capacidade deagirsegundo a prpriaconvico , </li></ul> <ul><li>comliberdade responsvel ,</li></ul> <ul><li>no forados porcoao , </li></ul> <ul><li>mas levados pelaconscinciado dever.</li></ul> <p> 75. </p> <ul><li>A pessoa humana tem direito liberdadereligiosa.</li></ul> <ul><li>Esta liberdade consiste no seguinte:</li></ul> <p> 76. </p> <ul><li>Todos as pessoas devem estar livres decoao :</li></ul> <ul><li><ul><li>quer por parte dos indivduos, quer dos grupos sociais ou qualquer autoridade humana;</li></ul></li></ul> <p> 77. </p> <ul><li>odireito liberdade religiosa se funda realmente na prpriadignidadeda pessoa humana, como apalavra reveladade Deus e a prpria razo a do a conhecer.</li></ul> <p> 78. </p> <ul><li>Este direito da pessoa humana liberdade religiosana ordemjurdicada sociedade deve ser de tal modoreconhecidoque se torne umdireito civil . </li></ul> <p> 79. </p> <ul><li><ul><li>em matria religiosa, ningum seja forado a agir contra a prpria conscincia, nem impedido de proceder segundo a mesma, em privado e em pblico, s ou associado com outros, dentro dos devidos limites.</li></ul></li></ul> <p> 80. </p> <ul><li>As Religies podem oferecer sua contribuio para a Paz no mundo quando proclamam a Dignidade eminente do ser humano,</li></ul> <ul><li>Dialogam entre si em busca de caminhos da Paz,</li></ul> <p> 81. </p> <ul><li>Animam a Esperana,</li></ul> <ul><li>Afirmam a possibilidade de salvao ou perfeio para todo ser humano.</li></ul> <p> 82. AS RELIGIES DO M