Ed.01 Gabarito(1)

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    18-Oct-2015

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<ul><li><p>5/28/2018 Ed.01 Gabarito(1)</p><p> 1/31</p><p>ESTUDO DIRIGIDO N 01</p><p>RESOLUO</p><p>Disciplina: Vigilncia Sanitria, Deontologia e Legislao Farmacutica 2014.1</p>http://www.google.com/url?sa=i&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;frm=1&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;docid=wfSTRSwxZMwbTM&amp;tbnid=QqMU5T3LwOKqbM:&amp;ved=&amp;url=http://construindo-aprov.blogspot.com/p/fjn-faculdade-de-juazeiro-do-norte.html&amp;ei=H_HoUvysEYe1kQfkmIDgDg&amp;bvm=bv.60157871,d.eW0&amp;psig=AFQjCNE85YEFLvZ38usqi6JOFdH5E-i2yg&amp;ust=1391084191854973</li><li><p>5/28/2018 Ed.01 Gabarito(1)</p><p> 2/31</p><p>01. Sobre as atribuies privativas dosprofissionais farmacuticos, podemos afirmar,</p><p>EXCETO.A) Assessoramento e responsabilidade tcnica em estabelecimentos</p><p>industriais farmacuticos.</p><p>B) Assessoramento e responsabilidade tcnica em depsitos de</p><p>produtos farmacuticos.C) Desempenho de outros servios e funes que se situem no</p><p>domnio ou no de capacitao tcnico-cientfica profissional.</p><p>D) Fiscalizao profissional sanitria e tcnica de empresas</p><p>farmacuticas.</p><p>E) Elaborao de laudos tcnicos e a realizao de percias tcnico-</p><p>legais relacionadas com processos e mtodos farmacuticos.</p>http://www.google.com/url?sa=i&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;frm=1&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;docid=wfSTRSwxZMwbTM&amp;tbnid=QqMU5T3LwOKqbM:&amp;ved=&amp;url=http://construindo-aprov.blogspot.com/p/fjn-faculdade-de-juazeiro-do-norte.html&amp;ei=H_HoUvysEYe1kQfkmIDgDg&amp;bvm=bv.60157871,d.eW0&amp;psig=AFQjCNE85YEFLvZ38usqi6JOFdH5E-i2yg&amp;ust=1391084191854973</li><li><p>5/28/2018 Ed.01 Gabarito(1)</p><p> 3/31</p><p>02. Dentre as atribuies do Conselho Federalde Farmcia, podemos afirmar, EXCETO.</p><p>A) Organizar o Cdigo de Deontologia Farmacutica.</p><p>B) Expandir resolues, definindo ou modificando atribuies</p><p>e competncia dos profissionais de farmcia.</p><p>C) Aprovar resolues sobre o cdigo de tica.</p><p>D) Fiscalizar os estabelecimentos, ou seja, farmcias e</p><p>drogarias em todos os estados.</p><p>E) Ampliar o limite de competncia do exerccio profissional,conforme currculo escolar ou mediante curso de</p><p>especializao, etc.</p>http://www.google.com/url?sa=i&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;frm=1&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;docid=wfSTRSwxZMwbTM&amp;tbnid=QqMU5T3LwOKqbM:&amp;ved=&amp;url=http://construindo-aprov.blogspot.com/p/fjn-faculdade-de-juazeiro-do-norte.html&amp;ei=H_HoUvysEYe1kQfkmIDgDg&amp;bvm=bv.60157871,d.eW0&amp;psig=AFQjCNE85YEFLvZ38usqi6JOFdH5E-i2yg&amp;ust=1391084191854973</li><li><p>5/28/2018 Ed.01 Gabarito(1)</p><p> 4/31</p><p>03. A lei que rege o controle sanitrio docomrcio de drogas, medicamentos, insumosfarmacuticos e correlatos :A) N 5.591, de 17/12/1973.</p><p>B) N 303, de 30/04/97.</p><p>C) N 20.377, de 08/09/31.</p><p>D) N 9.782, de 26/01/99.</p><p>E) N 8.666, de 24/07/91.</p>http://www.google.com/url?sa=i&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;frm=1&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;docid=wfSTRSwxZMwbTM&amp;tbnid=QqMU5T3LwOKqbM:&amp;ved=&amp;url=http://construindo-aprov.blogspot.com/p/fjn-faculdade-de-juazeiro-do-norte.html&amp;ei=H_HoUvysEYe1kQfkmIDgDg&amp;bvm=bv.60157871,d.eW0&amp;psig=AFQjCNE85YEFLvZ38usqi6JOFdH5E-i2yg&amp;ust=1391084191854973</li><li><p>5/28/2018 Ed.01 Gabarito(1)</p><p> 5/31</p><p>04. A Lei dos Genricos faz parte de uma novapoltica nacional de medicamentos, que est sendoimplantada pelo Governo Federal, para estimular a</p><p>concorrncia e a variedade de oferta no mercado demedicamentos, melhorar a qualidade dos produtos efacilitar o acesso da populao aos tratamentos.Baseado nesta informao, assinale qual das Leis</p><p>abaixo corresponde dos Genricos.</p><p>A) Lei Federal n 5.991/73.</p><p>B) Lei n 8.080/90.</p><p>C) Lei n 9.787/99.</p><p>D) Lei n 8.142/90.</p><p>E) Lei n 8.666/91.</p>http://www.google.com/url?sa=i&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;frm=1&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;docid=wfSTRSwxZMwbTM&amp;tbnid=QqMU5T3LwOKqbM:&amp;ved=&amp;url=http://construindo-aprov.blogspot.com/p/fjn-faculdade-de-juazeiro-do-norte.html&amp;ei=H_HoUvysEYe1kQfkmIDgDg&amp;bvm=bv.60157871,d.eW0&amp;psig=AFQjCNE85YEFLvZ38usqi6JOFdH5E-i2yg&amp;ust=1391084191854973</li><li><p>5/28/2018 Ed.01 Gabarito(1)</p><p> 6/31</p><p>05. A Agncia Nacional de Vigilncia Sanitria(ANVISA) estabelece que os medicamentosgenricos devam passar por testes de qualidade,dentre os quais se destacam, PRINCIPALMENTE,os testes:</p><p>A) de intercambialidade.B) farmacolgicos.</p><p>C) clnicos.</p><p>D) de bioequivalncia e biodisponibilidade.E) farmacotcnicos.</p>http://www.google.com/url?sa=i&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;frm=1&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;docid=wfSTRSwxZMwbTM&amp;tbnid=QqMU5T3LwOKqbM:&amp;ved=&amp;url=http://construindo-aprov.blogspot.com/p/fjn-faculdade-de-juazeiro-do-norte.html&amp;ei=H_HoUvysEYe1kQfkmIDgDg&amp;bvm=bv.60157871,d.eW0&amp;psig=AFQjCNE85YEFLvZ38usqi6JOFdH5E-i2yg&amp;ust=1391084191854973</li><li><p>5/28/2018 Ed.01 Gabarito(1)</p><p> 7/31</p><p>06. A definio: Aquele que contm o mesmo ou osmesmos princpios ativos, apresenta a mesmaconcentrao, forma farmacutica, via de administrao,posologia e indicao teraputica, preventiva oudiagnstica, do medicamento de referncia registrado norgo federal responsvel pela vigilncia sanitria,podendo diferir somente em caractersticas relativas aotamanho e forma do produto, prazo de validade,embalagem, rotulagem, excipientes e veculos, devendosempre ser identificado por nome comercial ou marca(Art. 3 da Lei dos Genricos) corresponde a um:</p><p>A) medicamento de referncia.</p><p>B) medicamento similar.</p><p>C) medicamento genrico.</p><p>D) medicamento de marca.</p><p>E) produto farmacutico intercambivel.</p>http://www.google.com/url?sa=i&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;frm=1&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;docid=wfSTRSwxZMwbTM&amp;tbnid=QqMU5T3LwOKqbM:&amp;ved=&amp;url=http://construindo-aprov.blogspot.com/p/fjn-faculdade-de-juazeiro-do-norte.html&amp;ei=H_HoUvysEYe1kQfkmIDgDg&amp;bvm=bv.60157871,d.eW0&amp;psig=AFQjCNE85YEFLvZ38usqi6JOFdH5E-i2yg&amp;ust=1391084191854973</li><li><p>5/28/2018 Ed.01 Gabarito(1)</p><p> 8/31</p><p>07. O conjunto de aes e servios de sade,prestados por rgos e instituies pblicasfederais, estaduais e municipais, da</p><p>Administrao direta e indireta e das fundaesmantidas pelo Poder Pblico, constitui o Sistemanico de Sade (SUS)". A criao do SUS foidefinido na:</p><p>A) Consulta Pblica 31</p><p>B) Constituio Federal</p><p>C) Resoluo 33/2000</p><p>D) Lei 8080/90</p>http://www.google.com/url?sa=i&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;frm=1&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;docid=wfSTRSwxZMwbTM&amp;tbnid=QqMU5T3LwOKqbM:&amp;ved=&amp;url=http://construindo-aprov.blogspot.com/p/fjn-faculdade-de-juazeiro-do-norte.html&amp;ei=H_HoUvysEYe1kQfkmIDgDg&amp;bvm=bv.60157871,d.eW0&amp;psig=AFQjCNE85YEFLvZ38usqi6JOFdH5E-i2yg&amp;ust=1391084191854973</li><li><p>5/28/2018 Ed.01 Gabarito(1)</p><p> 9/31</p><p>08. Art. 6 da lei 8080/90 dispem que estoincludas no campo de atuao do Sistemanico de Sade (SUS) a execuo de aes:</p><p>A) de vigilncia sanitria.</p><p>B) de vigilncia epidemiolgica.C) de sade do trabalhador.</p><p>D) de assistncia farmacutica.</p><p>E) todas so corretas.</p><p>.</p>http://www.google.com/url?sa=i&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;frm=1&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;docid=wfSTRSwxZMwbTM&amp;tbnid=QqMU5T3LwOKqbM:&amp;ved=&amp;url=http://construindo-aprov.blogspot.com/p/fjn-faculdade-de-juazeiro-do-norte.html&amp;ei=H_HoUvysEYe1kQfkmIDgDg&amp;bvm=bv.60157871,d.eW0&amp;psig=AFQjCNE85YEFLvZ38usqi6JOFdH5E-i2yg&amp;ust=1391084191854973</li><li><p>5/28/2018 Ed.01 Gabarito(1)</p><p> 10/31</p><p>09. Entre os princpios e as diretrizes do SUS esto auniversalidade, a integralidade, a equidade, adescentralizao e o controle social. Em relao </p><p>Assistncia Farmacutica no servio pblico desade, correto afirmar:A) Um servio equnime significa fornecer, gratuitamente, medicamentos para a</p><p>populao de baixa renda.</p><p>B) Com a descentralizao, a responsabilidade pelo financiamento e aquisio dos</p><p>medicamentos para a ateno bsica da gesto municipal.</p><p>C) O controle social exercido pelos Conselhos Municipais de Sade no tem</p><p>ingerncia sobre o Plano Municipal de Assistncia Farmacutica</p><p>D) Para que haja integralidade das aes e servios de sade, as aes e os</p><p>servios de assistncia farmacutica no devem ser reduzidos logstica do</p><p>medicamento (aquisio, armazenamento e distribuio).</p><p>E) Para um atendimento universal, os usurios que necessitam receber</p><p>medicamentos no servio pblico de sade devem possuir prescrio tambm</p><p>oriunda do servio pblico de sade.</p>http://www.google.com/url?sa=i&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;frm=1&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;docid=wfSTRSwxZMwbTM&amp;tbnid=QqMU5T3LwOKqbM:&amp;ved=&amp;url=http://construindo-aprov.blogspot.com/p/fjn-faculdade-de-juazeiro-do-norte.html&amp;ei=H_HoUvysEYe1kQfkmIDgDg&amp;bvm=bv.60157871,d.eW0&amp;psig=AFQjCNE85YEFLvZ38usqi6JOFdH5E-i2yg&amp;ust=1391084191854973</li><li><p>5/28/2018 Ed.01 Gabarito(1)</p><p> 11/31</p><p>10. As Polticas Farmacuticas (Poltica Nacional deMedicamentos e Poltica Nacional de Assistncia Farmacutica)so documentos que estabelecem diretrizes, objetivos,intenes e decises de carter geral para a Assistncia</p><p>Farmacutica no pas. Em relao a estes documentos, CORRETOafirmar que:A) A Poltica Nacional de Medicamentos o instrumento norteador de todas as aes no campo das polticas,</p><p>envolvendo tanto o setor pblico quanto o privado de ateno sade do pas.</p><p>B) A Poltica Nacional de Assistncia Farmacutica o instrumento norteador de todas as aes no campo da</p><p>poltica de medicamentos, que dizem respeito apenas ao setor pblico de ateno sade do pas.</p><p>C) A Poltica Nacional de Medicamentos uma poltica norteadora para a formulao de polticas setoriais, taiscomo polticas de cincia e tecnologia, desenvolvimento industrial, formao de recursos humanos, entre</p><p>outras, garantindo a intersetorialidade inerente ao SUS e envolvendo tanto o setor pblico quanto o privado de</p><p>ateno sade.</p><p>D) A Poltica Nacional de Assistncia Farmacutica uma poltica norteadora para a formulao de polticas</p><p>setoriais, tais como polticas de medicamentos, cincia e tecnologia, desenvolvimento industrial, formao de</p><p>recursos humanos, entre outras, garantindo a intersetorialidade inerente ao SUS e envolvendo apenas o setor</p><p>pblico de ateno sade.</p><p>E) A Poltica Nacional de Assistncia Farmacutica uma poltica norteadora para a formulao de</p><p>polticas setoriais, tais como polticas de medicamentos, cincia e tecnologia, desenvolvimento industrial,</p><p>formao de recursos humanos, entre outras, garantindo a intersetorialidade inerente ao SUS e</p><p>envolvendo tanto o setor pblico quanto o privado de ateno a sade.</p>http://www.google.com/url?sa=i&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;frm=1&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;docid=wfSTRSwxZMwbTM&amp;tbnid=QqMU5T3LwOKqbM:&amp;ved=&amp;url=http://construindo-aprov.blogspot.com/p/fjn-faculdade-de-juazeiro-do-norte.html&amp;ei=H_HoUvysEYe1kQfkmIDgDg&amp;bvm=bv.60157871,d.eW0&amp;psig=AFQjCNE85YEFLvZ38usqi6JOFdH5E-i2yg&amp;ust=1391084191854973</li><li><p>5/28/2018 Ed.01 Gabarito(1)</p><p> 12/31</p><p>ENADE 2004</p><p>TEXTO I</p><p>O homem se tornou lobo para o homem, porque a meta do</p><p>desenvolvimento industrial est concentrada num objeto e no no ser</p><p>humano. A tecnologia e a prpria cincia no respeitaram os valores</p><p>ticos e, por isso, no tiveram respeito algum para o humanismo. Para</p><p>a convivncia. Para o sentido mesmo da existncia.Na prpria poltica, o que contou no ps-guerra foi o xito econmico</p><p>e, muito pouco, a justia social e o cultivo da verdadeira imagem do</p><p>homem. Fomos vtimas da ganncia e da mquina. Das cifras. E, assim,</p><p>perdemos o sentido autntico da confiana, da f, do amor. Asmquinas andaram por cima da plantinha sempre tenra da esperana.</p><p>E foi o caos.ARNS, Paulo Evaristo. Em favor do homem. Rio de Janeiro: Avenir, s/d. p.10.</p>http://www.google.com/url?sa=i&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;frm=1&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;docid=wfSTRSwxZMwbTM&amp;tbnid=QqMU5T3LwOKqbM:&amp;ved=&amp;url=http://construindo-aprov.blogspot.com/p/fjn-faculdade-de-juazeiro-do-norte.html&amp;ei=H_HoUvysEYe1kQfkmIDgDg&amp;bvm=bv.60157871,d.eW0&amp;psig=AFQjCNE85YEFLvZ38usqi6JOFdH5E-i2yg&amp;ust=1391084191854973</li><li><p>5/28/2018 Ed.01 Gabarito(1)</p><p> 13/31</p><p>ENADE 2004</p><p>Questo 1</p><p>De acordo com o texto, pode-se afirmar que(A) a industrializao, embora respeite os valores ticos, no visa ao</p><p>homem.</p><p>(B) a confiana, a f, a ganncia e o amor se impem para uma</p><p>convivncia possvel.</p><p>(C) a poltica do ps-guerra eliminou totalmente a esperana entre os</p><p>homens.</p><p>(D) o sentido da existncia encontra-se instalado no xito econmico eno conforto.</p><p>(E) o desenvolvimento tecnolgico e cientfico no respeitou o</p><p>humanismo</p>http://www.google.com/url?sa=i&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;frm=1&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;docid=wfSTRSwxZMwbTM&amp;tbnid=QqMU5T3LwOKqbM:&amp;ved=&amp;url=http://construindo-aprov.blogspot.com/p/fjn-faculdade-de-juazeiro-do-norte.html&amp;ei=H_HoUvysEYe1kQfkmIDgDg&amp;bvm=bv.60157871,d.eW0&amp;psig=AFQjCNE85YEFLvZ38usqi6JOFdH5E-i2yg&amp;ust=1391084191854973</li><li><p>5/28/2018 Ed.01 Gabarito(1)</p><p> 14/31</p><p>ENADE 2004</p><p>TEXTO II</p><p>Millr e a tica do nosso tempo De uma coisa o senhor podeestar certo, se algum diaeu abrir mo de minhasconvices morais, apreferncia sua</p>http://www.google.com/url?sa=i&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;frm=1&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;docid=wfSTRSwxZMwbTM&amp;tbnid=QqMU5T3LwOKqbM:&amp;ved=&amp;url=http://construindo-aprov.blogspot.com/p/fjn-faculdade-de-juazeiro-do-norte.html&amp;ei=H_HoUvysEYe1kQfkmIDgDg&amp;bvm=bv.60157871,d.eW0&amp;psig=AFQjCNE85YEFLvZ38usqi6JOFdH5E-i2yg&amp;ust=1391084191854973</li><li><p>5/28/2018 Ed.01 Gabarito(1)</p><p> 15/31</p><p>ENADE 2004</p><p>Questo 2</p><p>A charge de Millr aponta para</p><p>(A)a fragilidade dos princpios morais.</p><p>(B) a defesa das convices polticas.(C) a persuaso como estratgia de convencimento.</p><p>(D) o predomnio do econmico sobre o tico.</p><p>(E) o desrespeito s relaes profissionais.</p>http://www.google.com/url?sa=i&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;frm=1&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;docid=wfSTRSwxZMwbTM&amp;tbnid=QqMU5T3LwOKqbM:&amp;ved=&amp;url=http://construindo-aprov.blogspot.com/p/fjn-faculdade-de-juazeiro-do-norte.html&amp;ei=H_HoUvysEYe1kQfkmIDgDg&amp;bvm=bv.60157871,d.eW0&amp;psig=AFQjCNE85YEFLvZ38usqi6JOFdH5E-i2yg&amp;ust=1391084191854973</li><li><p>5/28/2018 Ed.01 Gabarito(1)</p><p> 16/31</p><p>ENADE 2004</p><p>Questo 3</p><p>A charge de Millr e o texto de Dom Paulo Evaristo Arnstratam, em comum,</p><p>(A) do total desrespeito s tradies religiosas e ticas.</p><p>(B) da defesa das convices morais diante da corrupo.(C) da nfase no xito econmico acima de qualquer coisa.</p><p>(D) da perda dos valores ticos nos tempos modernos.</p><p>(E) da perda da f e da esperana num mundo globalizado.</p>http://www.google.com/url?sa=i&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;frm=1&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;docid=wfSTRSwxZMwbTM&amp;tbnid=QqMU5T3LwOKqbM:&amp;ved=&amp;url=http://construindo-aprov.blogspot.com/p/fjn-faculdade-de-juazeiro-do-norte.html&amp;ei=H_HoUvysEYe1kQfkmIDgDg&amp;bvm=bv.60157871,d.eW0&amp;psig=AFQjCNE85YEFLvZ38usqi6JOFdH5E-i2yg&amp;ust=1391084191854973</li><li><p>5/28/2018 Ed.01 Gabarito(1)</p><p> 17/31</p><p>ENADE 2004Questo 4</p><p>Crime contra ndio Patax comove o pas (...) Em mais um triste Dia do ndio,</p><p>Galdino saiu noite com outros indgenas para uma confraternizao na Funai. Aovoltar, perdeu-se nas ruas de Braslia (...). Cansado, sentou-se num banco de parada</p><p>de nibus e adormeceu. s 5 horas da manh, Galdino acordou ardendo numa grande</p><p>labareda de fogo. Um grupo insuspeitode cinco ovens de classe mdia alta, entre</p><p>eles um menor de idade, (...) parou o veculo na avenida W/2 Sul e, enquanto um</p><p>manteve-se ao volante, os outros quatro dirigiram-se at a avenida W/3 Sul, local</p><p>onde se encontrava a vtima. Logo aps jogar combustvel, atearam fogo no corpo.</p><p>Foram flagrados por outros jovens corajosos, ocupantes de veculos que passavam no</p><p>local e prestaram socorro vtima. Os criminosos foram presos e conduzidos 1</p><p>Delegacia de Polcia do DF onde confessaram o ato monstruoso. A, a estupefao: osjovens queriam apenas se divertire pensavamtratar-se de um mendigo, no de um</p><p>ndio, o homem a quem incendiaram. Levado ainda consciente para o Hospital</p><p>Regional da Asa Norte HRAN, Galdino, com 95% do corpo com queimaduras de 3 grau,</p><p>faleceu s 2 horas da madrugada de hoje.</p><p>Conselho Indigenista Missionrio - Cimi, Braslia-DF, 21 abr. 1997.</p>http://www.google.com/url?sa=i&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;frm=1&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;docid=wfSTRSwxZMwbTM&amp;tbnid=QqMU5T3LwOKqbM:&amp;ved...</li></ul>