EXERCICIO - FORMATAÇÃO ABNT.docx

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ResumoNo menu Inserir, as galerias incluem itens que so projetados para corresponder aparncia geral do documento. Voc pode usar essas galerias para inserir tabelas, cabealhos, rodaps, listas, folhas de rosto e outros blocos de construo do documento. Quando voc cria imagens, grficos ou diagramas, esses elementos tambm so coordenados com a aparncia atual do documento.Voc pode alterar facilmente a formatao do texto selecionado no documento escolhendo uma aparncia para o texto selecionado na galeria Estilos Rpidos, na guia Pgina Inicial. Voc tambm pode formatar texto diretamente usando os outros controles na guia Pgina Inicial. A maioria dos controles oferece uma opo entre usar a aparncia do tema atual ou usar um formato que voc pode especificar.Para alterar a aparncia geral do documento, escolha novos elementos Tema na guia Layout da Pgina. Para alterar as aparncias disponveis na galeria Estilos Rpidos, use o comando Alterar Conjunto Atual de Estilos Rpidos. As galerias Temas e Estilos Rpidos fornecem comandos de redefinio para que voc possa sempre restaurar a aparncia do documento ao original contido no modelo atual.

INTRODUONo menu Inserir, as galerias incluem itens que so projetados para corresponder aparncia geral do documento. Voc pode usar essas galerias para inserir tabelas, cabealhos, rodaps, listas, folhas de rosto e outros blocos de construo do documento. Quando voc cria imagens, grficos ou diagramas, esses elementos tambm so coordenados com a aparncia atual do documento.Voc pode alterar facilmente a formatao do texto selecionado no documento escolhendo uma aparncia para o texto selecionado na galeria Estilos Rpidos, na guia Pgina Inicial. Voc tambm pode formatar texto diretamente usando os outros controles na guia Pgina Inicial. A maioria dos controles oferece uma opo entre usar a aparncia do tema atual ou usar um formato que voc pode especificar.Para alterar a aparncia geral do documento, escolha novos elementos Tema na guia Layout da Pgina. Para alterar as aparncias disponveis na galeria Estilos Rpidos, use o comando Alterar Conjunto Atual de Estilos Rpidos. As galerias Temas e Estilos Rpidos fornecem comandos de redefinio para que voc possa sempre restaurar a aparncia do documento ao original contido no modelo atual.

Fundamentao Terica em Metodologia da Pesquisa.

Pode-se comparar o processo cientfico a um jogo para os jovens que sempre aparece no jornal: o da histria em quadrinhos sem legenda. Esse jogo apresenta desenhos para os quais se deve encontrar uma "legenda" [...]Existe, todavia, uma grande diferena entre a cincia e as histrias em quadrinhos: no jogo dos quadrinhos, as decises de preferir uma interpretao outra so pessoais, ao passo que, para a cincia, trata-se de fazer com que um grupo aceite uma viso, em meio a relaes de foras e de coeres de todo gnero. A cincia, quando deixou de ser uma espcie de jogo interpessoal, como no tempo deDescarteseMersenne, entrou de uma vez por todas na esfera social.

Vamos iniciar nosso trabalho nesta unidade discutindo os processos de pesquisa e da produo acadmica em cincias humanas.Veremos que existem diferenas significativas entre a pesquisa nas chamadas "cincias da natureza" e nas"cincias humanas", ramo do conhecimento em que se insere nossos cursos de ps-graduao em Educao. Assim, trabalharemos os percursos histricos e as consideraes sobre o que conhecimento e sua relao com a pesquisa cientfica. fundamental que voc tenha possibilidade de compreender minimamente o que significa conhecimento e as diversas formas que a sociedade se relaciona com essas vertentes.Discutiremos a respeito das diferenas entre os diversos tipos de conhecimento e a aplicabilidade de cada um deles para a nossa vida cotidiana, acadmica e profissional.Voc ver que existe hoje uma abordagem de conhecimento preocupada com a especificidade da construo do conhecimentopara a rea educacional. Isso fundamental, pois, durante muitos anos, e por causa da influncia do paradigma positivista, as pesquisas em Educao ancoraram-se em metodologias das "cincias naturais" ou, quando muito, em preceitos dascincias sociais, mas sem levar em considerao as especificidades da construo do saber no mbito dos processos educativos.-Nossa inteno fornecer-lhe caminhos para compreenso da dimenso do processo de construo do conhecimento na rea das Cincias Sociais, em especial a rea educacional. Esperamos que, ao final, voc esteja em condies de pensar na perspectiva crtica sobre a organizao do conhecimento e a importncia da postura de professor pesquisador em sua prtica pedaggica.2) Conceitos e Fundamentos Tericos sobre a Pesquisa Cientfica2.1Percursos Histricos e Consideraes sobre o que PesquisaO conhecimento a construo de significados que as pessoas e a sociedade fazem sobre o mundo, a partir de experincias da vida cotidiana. Podemos dizer que a compreenso da realidade, ou seja, das ideias que construmos, o resultado da nossa relao com o mundo.No campo filosfico, o conhecimento pode ser estudado sob dois ngulos:- como ao humana sobre algo a ser conhecido; e

- como bem da humanidade, construdo individual e coletivamente.

Embora usemos no dia a dia o termo "conhecer" para qualquer situao de contato do sujeito com o mundo, no podemos us-lo sem refletir. s vezes, no chegamos a conhecer algo totalmente; apenas o percebemos ou sentimos. Conhecer algo mais complexo do que imaginamos.No primeiro sentido, conhecer trazer para o sujeito algo que se pe como objeto. o processo pelo qual o sujeito leva para sua conscincia algo que est fora dela. Podemos afirmar que o conhecimento se manifesta na traduo cerebral de um objeto na medida em que o renascimento do objeto conhecido em novas condies passa a existir dentro do sujeito conhecedor.Assim, podemos dizer queconhecer construir significadossobre algo que nos apresentado. um processo contnuo e dinmico, que ocorre em nosso dia a dia. No segundo sentido, o conhecimento um patrimnio da humanidade, formado pelos saberes humanos acumulados ao longo da Histria. Sob essa tica, podemos falar de tipos de conhecimento, de acordo com a fonte sob a qual este foi construdo: sabedoria popular, vivncias ou experincias cientficas.Trataremos do conhecimento comobem da humanidade, ou seja, como algo que produzido pelo ser humano para a sociedade, tendo em vista sua importncia para a construo do texto acadmico. De acordo com essa abordagem, no h apenas uma forma de se conhecer a realidade, de entend-la e explic-la.Por exemplo, existem vrias formas de entender como acontece uma batida de carro.Podemos dizer que foi Deus quem quis assim, que, ao bater com o carro, Deus nos livrou de um perigo maior, como a morte, ou ainda, que Ele quis nos castigar por algo errado que fizemos.Podemos explicar tambm dizendo que estvamos distrados olhando para uma propaganda na rua e acabamos por bater o carro, ou, ainda, podemos explicar, dizendo que a batida do carro aconteceu porque as condies mecnicas do carro no estavam adequadas e que o desgaste dos freios provocou uma baixa aderncia ao cho, provocando a batida.

A histria do pensamento humano comeou a mudar com o surgimento da Filosofia, no sculo V a.C., na Grcia.Foi o momento em que o homem comeou a buscar outras explicaes para os fenmenos e para a existncia humana para alm dos mitos e dos deuses. Durante muitos sculos depois do surgimento da Filosofia, no perodo chamado Idade Mdia, o pensamento humano ficou polarizado entre a razo e a f, tendo o pensamento religioso imperado no mundo ocidental como forma de explicar a realidade.Conforme nos aponta Figueiredo (1979), durante a Idade Mdia, as referncias coletivas como a famlia, o povo e, principalmente, a religio eram o amparo para o homem e sua compreenso sobre o mundo. A religio detinha o poder de deciso sobre as aes humanas; por isso, ao mesmo tempo em que amparava o homem tambm o constrangia, retirando dele a capacidade de construir suas prprias referncias internas.Nos sculos XIV e XV surgem novas formas de organizao social, provocando uma crise social que culmina com a contestao das velhas tradies e o rompimento da cincia com a religio. O pensamento renascentista apregoa que o homem capaz de decidir por si, sente-se livre e coloca-se na posio de centro do Universo, buscando objetividade nas suas experincias.A explicao para os fenmenos naturais e o mundo deixa de ser determinada pelo sagrado e este se torna um objeto de uso para o prprio homem, embora a crena em Deus permanecesse. O trabalho intelectual, a partir desse perodo, torna-se mais intenso e individualizado e a religiosidade, uma deciso ntima. Figueiredo (1979) chama a esta individualizao do homem de "experincia da subjetividade privatizada".No entanto, essa mesma experincia sofre uma crise no sculo XIX. O homem percebe que existe, presente em todas as esferas da vida, um regime disciplinar disfarado, que pode ser facilmente observado nas instituies governamentais, nas relaes trabalhistas e familiares. Por consequncia, os interesses particulares no comrcio acabam por desencadear crises e guerras. Como veremos mais adiante, os trs ltimos sculos foram palco de transformaes circunstanciais nos paradigmas que governam o pensamento ocidental e, consequentemente, o significado da cincia e sua influncia na sociedade.Com o surgimento do Mercantilismo, o declnio do Feudalismo e as grandes navegaes do sculo XIV, uma nova forma de compreender a realidade foi se consolidando, por meio do uso da razo, para otimizar os recursos e transformar a realidade por meio da tecnologia. nesse perodo de efevercncia de ideias e do renascimento da razo como forma de explicar a realidade que surgem novas formas de tentar explicar a realidade por meio da experimentao e pela razo. J no basta apenas a f ou a filosofia para justificar as transformaes na natureza e para a racionalizao da produo dos bens necessrios para a sobrevivncia das pessoas. O desenvolvimento da tecnologia teve papel fundamental para