Exercicios Gabarito Resolucao Historia Antiga Exercicios Roma

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    13-Aug-2015

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Exerccios de Histria Roma1) (ENEM-2000) Somos servos da lei para podermos ser livres. Ccero O que apraz ao prncipe tem fora de lei. Ulpiano As frases acima so de dois cidados da Roma Clssica que viveram praticamente no mesmo sculo, quando ocorreu a transio da Repblica (Ccero) para o Imprio (Ulpiano). Tendo como base as sentenas acima, considere as afirmaes: I. A diferena nos significados da lei apenas aparente, uma vez que os romanos no levavam em considerao as normas jurdicas. II. Tanto na Repblica como no Imprio, a lei era o resultado de discusses entre os representantes escolhidos pelo povo romano. III. A lei republicana definia que os direitos de um cidado acabavam quando comeavam os direitos de outro cidado. IV. Existia, na poca imperial, um poder acima da legislao romana. Esto corretas, apenas: I e II. I e III. II e III. II e IV. III e IV.

B) III, IV, V, II e I. C) II, V, III, I e IV. D)V, IV, III, II e I. E) II, I, IV, V e III.

4) (FUVEST-2006) Em Braslia, em julho de 2005, numa das sesses da CPI dos Correios, o relator citou o incio das Catilinrias, de Ccero (63 a.C.): At quando, Catilina, abusars da nossa pacincia? Por quanto tempo ainda esse teu rancor nos enganar? At que ponto a (tua) audcia desenfreada se gabar? Transcendendo a histria romana, o nome de Ccero continua presente no vocabulrio poltico-cultural do Ocidente, estando associado a a) democracia, oligarquia e moralismo. b) realeza, ruralismo e sobriedade. c) imprio, populismo e tolerncia. d) repblica, civismo e eloqncia. e) aristocracia, demagogia e ostentao.

5) (Fuvest-2005) Karl Marx afirmou mais de uma vez que, na antiguidade romana, era o Estado que sustentava o proletariado e no este quele, como ocorre na modernidade. Com base nessa afirmao, explique: a) Como o Estado romano sustentava o proletariado? b) Por que possvel sustentar que a derrota do programa de reforma agrria dos irmos Graco abriu caminho para tal poltica?

2) (UNIFESP-2007) Em Roma antiga, e no Brasil colonial e monrquico, os escravos eram numerosos e empregados nas mais diversas atividades. Compare a escravido nessas duas sociedades, mostrando suas a) semelhanas. b) diferenas.

3) (UFSCar-2006) Considere os acontecimentos da histria romana. I. Construo da Muralha de Adriano. II. Incio da Repblica Romana. III. Revolta dos escravos liderada por Esprtaco. IV. A cidadania romana concedida a todos os habitantes do Imprio. V. Primeira Guerra Pnica. Esses acontecimentos, colocados na ordem cronolgica correta, so: A) I, II, III, IV e V.

6) (Mack-2001) A crise do Imprio Romano foi marcada por um processo que: a)alterou as relaes sociais e polticas, determinando novos vnculos, assentados, principalmente, na posse de terras. b) foi responsvel pela consolidao e expanso das instituies polticas e sociais romanas por toda a Europa. c)criou novas atividades econmicas e intensificou as relaes comerciais entre o Imprio Romano do Ocidente e o Imprio Romano do Oriente. d)favoreceu o crescimento das cidades, devido ao xodo rural provocado pelos constantes ataques dos invasores brbaros. e) transformou as terras de cultivo em pastagens cercadas, tornando-as propriedades privadas, o que ocasionou a marginalizao dos agricultores.

7) (Vunesp-2001) Meu caro Plnio, voc agiu como devia t-lo feito, examinando as causas daqueles que lhe foram delatados como cristos. No se pode ter uma regra geral e fixa a este respeito. No devem ser perseguidos, mas se forem denunciados e perseverarem, devem ser punidos. (Carta do Imperador Trajano a Plnio, 112 d.C.)

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Baseando-se no texto, responda. a) Cite um tipo de punio dada aos cristos nessa poca. b) Por que os cristos eram perseguidos?

O autor refere-se aos irmos Tibrio e Caio Graco, tribunos da Assemblia da Plebe de Roma no sculo II a.C. a) Como estava constituda a sociedade romana na poca de atuao dos irmos Tibrio e Caio Graco?

8) (UNICAMP-2001) Acerca do fascnio exercido pelos espetculos de sangue na arena, muitos romanos afirmavam que eles inspiravam um nobre desprezo pela morte. Mas possvel interpretar esses espetculos como um ritual que reafirmava o poder e a autoridade do Estado romano. Os gladiadores, por exemplo, eram indivduos sem direitos, marginalizados ou condenados por subverso da ordem pblica. Ao execut-los em pblico, o povo romano reunido celebrava a sua superioridade e o seu direito de dominar. (Adaptado de J. A. Shelton, As the Romans Did, Oxford, 1998, p. 350.) a) De que maneira esse texto interpreta a popularidade dos espetculos de sangue na Roma antiga? b) Por que, segundo o texto, o sacrifcio de um gladiador perante o pblico reforava as relaes de dominao na sociedade romana? c) Explique por que os cristos foram perseguidos em nome da ordem pblica romana.

b) D uma razo pela qual os irmos Graco eram "objeto de debates apaixonados".

11) (UFPR-1998) Em Roma, "famuli" era, originalmente, o termo usado para designar o conjunto dos serviais domsticos reunidos na moradia. Entre eles estavam os escravos, que cumpriam tarefas dentro e fora de casa, desde as mais simples s mais rduas ou sofisticadas. Sobre a escravido na Roma antiga, correto afirmar: (01) Em Roma, os escravos eram obtidos pela guerra, pela pirataria ou pela compra. At 326 a.C., porm, um indivduo poderia tambm ser escravizado por dvidas. (02) Ao contrrio do que ocorria entre os gregos, na sociedade romana os escravos no constituam simples mercadoria. Possuam alguns direitos que lhes permitiam a participao na vida poltica da cidade. (04) Entre os romanos, os escravos no eram considerados propriedade individual ou bens de famlia; conseqentemente, no podiam ser transmitidos por herana. (08) medida que a expanso romana se consolidava nas regies mediterrnicas, a utilizao da mo-de-obra escrava entrou em declnio na sede do Imprio. (16) O Estado Romano tambm era proprietrio de escravos, utilizando seu trabalho nas grandes construes, obras de urbanizao e at em minas e pedreiras. (32) O principal resultado das inmeras revoltas de escravos no Imprio Romano, durante os sculos III e II a.C., foi o fortalecimento, no Senado, de um movimento pela supresso da escravido. Marque como resposta a soma dos itens corretos.

9) (UNICAMP-1999) Leia com ateno os dois comentrios abaixo sobre colonizao: A colonizao foi um meio de consolidao da dominao romana e a nica medida poltico-social de longo alcance com que o estado romano conseguiu atenuar os desequilbrios que afetavam o seu corpo social. (Adaptado de M. Weber, Histria Agrria Romana, Martins Fontes, 1994) O esforo de colonizao dos portugueses distingue-se principalmente pela predominncia do seu carter de explorao comercial antes de tudo litornea e tropical. (Adaptado de S. Buarque de Hollanda, Razes do Brasil, 1936) a) Quais os principais objetivos da colonizao romana? b) Compare o processo de colonizao portuguesa com o processo de colonizao romana, apontando as diferenas.

10) (Vunesp-1999) "A atividade dos Gracos foi objeto de debates apaixonados e formulavam-se sobre ela os juzos mais diversos (...). Os polticos romanos dividiam-se nitidamente em dois grupos ou partidos, pelos quais os Gracos eram considerados heris ou criminosos." (M. Rostovtzeff. Histria de Roma.)

12) (UNICAMP-1997) "Augusto conquistou os soldados com presentes, o povo com po barato, e todos os homens com os frutos da paz. Assim tornou-se progressivamente mais poderoso, congregando em si as funes do Senado, dos magistrados e das leis." [Tcito, Anais 1.2, (MOSES HADAS, ED., THE COMPLETE WORKS OF TACITUS, NEW YORK, RANDOM HOUSE, 1942, p. 3)]. a) Identifique o perodo da histria de Roma tratado nesse texto. b) A partir dos elementos indicados no texto, caracterize o Estado romano durante esse perodo.

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13) (UNICAMP-1995) Os princpios do cristianismo chocaram-se com os valores romanos, em especial a partir do momento em que os imperadores passaram a ser vistos como divindades. Entre os sculos I e III, as perseguies aos cristos foram constantes. a) Cite trs caractersticas do cristianismo naquele perodo. b) Explique por que os princpios cristos eram uma ameaa ao poder poltico dos imperadores romanos.

14) (UNICAMP-1996) O Mar Mediterrneo foi a maior de todas as vias de circulao romanas e dele resultou a formao do Imprio Romano. a) Como se deu a conquista do mar Mediterrneo pelos romanos? b) Explique a importncia dessa conquista para a formao do Imprio Romano.

( ) A vida do cidado romano era regulada por duas leis: a lei pblica e a lei privada. Do direito pblico faziam parte o Direito Civil (jus civile) e o Direito Estrangeiro (jus gentium) em oposio ao Direito Privado, que regulamentava as relaes entre as famlias. ( ) O Estado, todo poderoso, exercia um grande poder sobre a famlia, destruindo o ptrio-poder, herana dos gregos. ( ) Os cidados romanos dividiam-se em cinco classes, conforme sua riqueza; as classes eram subdivididas em centrias, as quais se constituam de ptrios e plebeus, separadamente. ( ) A partir das lutas empreendidas pelos plebeus para o fortalecimento da cidadania, as leis votadas na Assemblia da Plebe passaram a ter validade em todo o Estado. Era a deciso da plebe ou Plebiscito.

15) (Fuvest-1996) Para explicar o fim do imprio Romano, foram defendidas teses extremadas, como a de A. Piganiol, para quem "Roma foi assassinada", e a de F. Lot, para quem "Roma morreu de morte natural". a) No que consistem tais teses? b) Por que elas no explicam satisfatoriamente o processo de desagregao do Imprio Romano?

18) (FUVEST-2010) Cesarismo/cesarista so termos utilizados para caracterizar governantes atuais que, maneira de Jlio Csar (de onde o nome), na antiga Roma, exercem um poder a) teocrtico. b) democrtico. c) aristocrtico. d) burocrtico. e) autocrtico. 19) (UFSCar-2009) A violncia e o medo combinam-se a proce