Fábrica de Não Comestíveis

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    17-Aug-2015

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No Comestveis

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<p>FBRICA DE PRODUTOS NO COMESTVEIS GRAXARIASPEDRO ANTONIO MURA JUNIORMdico Veterinrio CRMV SP 19.192INSTRUO NORMATIVA N. 34- TEMA ABORDADO: AUTOS CONTROLES QUE AS FBRICAS DE PRODUTOSNO COMESTVEIS E GRAXARIAS DEVEM DESCREVER EIMPLANTAR (ART. 66 IN34).PROCEDIMENTOS SANITRIOS OPERACIONAIS PSOTEMCOMO OBJETIVO, GARANTIR AS CONDIESHIGINICAS - SANITRIAS DAS OPERAESINDUSTRIAIS ASSEGURANDO ASSIM AELABORAO, INDUSTRIALIZAO E PRODUODE ALIMENTOS SEGUROS.OS RISCOS ENVOLVIDOS NAS OPERAESPODEM SER DE NATUREZA BIOLGICA, FSICA EQUMICA.Material: Despojos bovinos / caminhotransportadorProcedimento de avaliao:1) Caminho hermeticamente vedado /telado ou lonado / semvazamentos2) Guia de trnsito ou certificadosanitrio / documento comercial /nota fiscalTIMBREDA EMPRESARECEBIMENTO DA MATRIA - PRIMAPSO01 Elaborado por: PEDRO ANTONIO MURA JUNIORAprovado por:3) Inspeo visual:3.1) material de risco especfico3.2) contedo fecal, estomacal ou emdecomposio3.3) materiais de outras espcies (sunos,ovinos e caprinos )3.4) casco3.5) chifres3.6) unhas3.7) plos3.8) materiais inerentes ao processo3.9) higienizao do caminhoResponsvel: responsvel pelo recebimento /auxiliar da G.Q..TREINAMENTO DOS COLABORADORESEM PROCEDIMENTO SANITRIO OPERACIONAL PARA RECEBIMENTO DE MATRIA PRIMA- DE FUNDAMENTAL IMPORTNCIA PARATODOS ADQUIRIREMCONHECIMENTOS E HABILIDADES SUFICIENTES QUANDOENCONTRAREM UMA NO CONFORMIDADE PRESENTE NORECEBIMENTO DA MATRIA - PRIMA.- PRINCIPALMENTE OS MATERIAIS DE RISCO ESPECFICO- PODE SER DADO ATRAVS DE PALESTRAS UTILIZANDO RECURSOSAUDIO - VISUAIS.INSTRUO NORMATIVA N. 3428 MAIO DE 2008TREINAMENTOMATERIAIS DE RISCO ESPECFICOMATERIAL DE RISCO ESPECFICO (M.R.E)Objetivo treinamento: saber visualizar quaisrgos so considerados M.R.E. e que podem estarpresentes no recebimento da matria prima.Definio: soconsiderados potencialmentederisco especifico aqueles que fazem parte de hbitosalimentares quandonosoobtidos comvistasparaoconsumohumanoouparaaproduodemedicamentos ou cosmticos.QUAIS RGOS SO CONSIDERADOS M.R.E.OLHOSCREBROAMIGDALASMEDULAPORO FINAL DO INTESTINO - LEO- NESTES RGOS PODEM ESTAR PRESENTE OAGENTE INFECTANTE CAUSADOR DA VACALOUCA OU ENCEFALOPATIA ESPONGIFORMEBOVINA EEB, DEVIDO A ISTO NECESSRIO QUESE FAA A RETIRADA DOS MESMOS NOSABATEDOUROS DEBOVINOS EPOSTERIORMENTESEJAM INCINERADOS.- DEVIDOA ESTE RISCOSANITRIO PROIBIDOUTILIZARFARINHADECARNEEOSSOS NARAOPARA RUMINANTES (BOVINOS).Forno CrematrioIncinerao dos MRETIMBREDAEMPRESATAMANHO DA PARTCULAPSO02 Elaborado por: Pedro Antonio Mura JuniorAprovado por:Material: Luva / paqumetro / ossosProcedimento de avaliao:1) Tamanho da partcula menor que 5 cmemtoda a sua face antes da esterilizaoResponsvel: auxiliar da G.Q..Partculas maiores que 5cm:- Para imediatamente todo processo- Segregar respectivo lote- Estocar emlocal separado- Verificar quebrador de ossos- Reprocessar o respectivo loteTIMBREDA EMPRESAESTERILIZAOPSO03Elaborado por: Pedro Antonio Mura JuniorAprovado por:Material: Esterilizador / equipamentos demedioProcedimento de avaliao:1) Temperatura: 133 C2) Tempo: 20 minutos3) Presso: 3 barResponsvel: auxiliar da G.Q..Observao: em caso de quebra, segregar todoo(s) lote(s) e reprocess-lo(s) depois dereparado o defeito.- Realizar analise EnterobacteriaceaeSIMULAO DA CAPACIDADE DO ESTERILIZADOREXEMPLO:- 100 TON DE DESPOJOS- 30% FARINHA DE CARNE E OSSOS OU 30 TON- CAPACIDADE ESTERILIZADOR: 3.000 LITROS- PRECISA DE 20 ESTERILIZAES EMUMDIAPROCEDIMENTOS PADRES DE HIGIENE OPERACIONAL - PPHO- ELE DEVE CONFERIR RESPONSABILIDADES PARAS ASATIVIDADES DE HIGIENIZAO, DESCREVER COMOELAS SO LEVADAS A EFEITO E FORNECERPROCEDIMENTOS PARA O MONITORAMENTO,CORREOE A DOCUMENTAO DOS RESULTADOS.- DEVE SER PREPARADO DE FORMA SIMPLES E CONCISAPARA QUE OS ENVOLVIDOS NO PROCESSO OENTENDAM, CUMPRAM E DESTA FORMA SE ALCANCE AHIGIENE DAS INSTALAES E EQUIPAMENTOS.- DIVIDIDOEMDUAS FASES:1 FASE: HIGIENIZAO PR OPERACIONAL DOS EQUIPAMENTOS,INSTALAES E UTENSLIOS DE TRABALHO:. REALIZADA ANTES DE INICIAR AS ATIVIDADES, OU A CADATROCA DE TURNO (18:00 HS 05:00 HS).1.1) COMPREENDE AS SEGUINTES ETAPAS:ENXAGUE INICIALLIMPEZACOM DETERGENTEENXAGUESANITIZAOMONITORAMENTO DA EFICINCIA DA HIGIENIZAO PR - OPERACIONAL2 FASE: HIGIENIZAO OPERACIONAL DOS EQUIPAMENTOS,INSTALAES E UTENSLIOS DE TRABALHO:. REALIZADA DURANTE O HORRIO DE PRODUO2.1) AS INSTALAES, OS EQUIPAMENTOS E OS UTENSLIOS DEVEMSER MANTIDOS LIMPOS DURANTE O PROCESSO PRODUTIVO.2.2) CASO OCORRA ALGUMA CONTAMINAO NO PISO OU EM ALGUMEQUIPAMENTO DURANTE A PRODUO, FEITA UMA PRLIMPEZA IMEDIATA, MANTENDO ASSIM O SETOR SEMPRE LIMPO EORGANIZADO.MONITORAMENTO DA EFICINCIA DA HIGIENIZAO OPERACIONAL. ARMAZENADOS EM LOCAL APROPRIADO. SOBRE ESTRADOS OU PALLETS. SEPARADOS DE PRODUTOS QUMICOS INCLUDOS NO PROCESSO PRODUTIVO (ANTIOXIDANTE / ANTISALMONELA). IDENTIFICADOS / ROTULADOS. DATA VALIDADE. LOTE. MODE USAR (DILUIO). AUTORIZAO DO MS. PPHO, BPF, PSO DEVEMESTAR A DISPOSIODOS COLABORADORESCRONOGRAMA DE LAVAGEM DO TANQUE RESERVATRIO DE GUA ANO 2008Reservatrion. 1Maro XAbrilMaioJunhoJulho XAgostoSetembroOutubroNovembro XDezembroPROGRAMA DE ANLISES LABORATORIAIS- IMPORTANTE FERRAMENTA PARA SABER A EFICCIA DOSPROGRAMAS IMPLANTADOS (BPF, PSO E PPHO).- MENSALMENTE DEVEM SER REALIZADAS ANLISES DOS PRODUTOSACABADOS E DA GUA UTILIZADA NA INDSTRIA EMLABORATRIOSCREDENCIADOSPARACONTROLEDAQUALIDADEDOS MESMOS.ANLISES REALIZADAS FARINHA DE CARNE E OSSOS:- ANLISE MICROBIOLGICA:. SALMONELA (INDICA FALTA DE PROCEDIMENTOS SANITRIOS)- ANLISE FSICO - QUMICA:. PROTENA. UMIDADE. CINZAS. GORDURA. CALCIO. FSFORO. DIGESTIBILIDADE EM PEPSINAMTODO DE COLETA LAUDOANLISES REALIZADAS GUA :- ANALISE MICROBIOLGICA:. BACTRIAS HETEROTRFICAS (INDICA FALTA DE CLORAO). COLIFORMES TOTAIS (INDICA CONTAMINAO COMBACTRIASDOMEIO AMBIENTE). COLIFORMES TERMOTOLERANTES (CONTAMINAO DE ORIGEMFECAL)- ANLISE FSICO QUMICA:. CLORO RESIDUAL LIVRE. COR. DUREZA TOTAL. PH. TURBIDEZSANITIZAO COM HIPOCLORITO DE SDIOFLAMBAGEMMTODO DE COLETAHIGIENE E COMPORTAMENTO DOS COLABORADORES- AS PESSOAS QUE COLHEM, MANIPULAM, ARMAZENAM, TRANSPORTAM,PROCESSAM E PREPARAM OS ALIMENTOS, MESMO QUE NOCOMESTVEIS, SO MUITAS VEZES RESPONSVEIS PELA SUACONTAMINAO.- PARA ATINGIR UM NVEL ADEQUADO DE HIGIENE ECOMPORTAMENTODOSCOLABORADORES, NECESSRIOUMBOMPROGRAMA DE TREINAMENTOTREINAMENTO HIGIENE E COMPORTAMENTODOS COLABORADORES- OBJETIVO:- GARANTIRQUEAQUELESQUEENTRAMEMCONTATODIRETOOUINDIRETOCOMOS ALIMENTOSNOOSCONTAMINEM. ISSOSEDATRAVSDAMANUTENODEUMNVELADEQUADODELIMPEZAPESSOAL, COMPORTAMENTOEOPERAESREALIZADASDEFORMAAPROPRIADA.MANUAL DE HIGIENE E COMPORTAMENTO A SEREM SEGUIDOS PELOS COLABORADORESSADE DOS COLABORADORESEXAME ADMISSIONAL REALIZADO NO ATO DA CONTRATAO DO NOVO COLABORADOREXAME PERIDICO EXIGIDO CRITERIOSAMENTE1 VEZ AO ANO, OU A CADA 6 MESES, SOB SOLICITAO MDICA. EXAME DE RETORNO SOMENTE EXIGIDO, APS RETORNO DE FRIAS OU AFASTAMENTO DO TRABALHO.EXAME COMPLEMENTAR ESTE EXAME, SOMENTE SER REALIZADO SOB SOLICITAO MDICA.EXAME DEMISSIONAL ITEM OBRIGATRIO NOENCERRAMENTO DAS ATIVIDADES DO COLABORADOR NA EMPRESA. PPRA PROGRAMA DE PREVENO DE RISCOS AMBIENTAISPCMSO PROGRAMA DE CONTROLE MDICO EM SADE OCUPACIONALCONTROLEDA POTABILIDADE DA GUA UTILIZADA - A GUA UTILIZADA NA INDSTRIA PARA CONSUMO, E QUE VAIENTRAR DIRETAMENTE EM CONTATO COM OS PROUTOS EEQUIPAMENTOS DEVE SER POTVEL.- ELA PODE SER PROVIDA DE POOS ARTESIANOS OU DACOMPANHIA DE GUA E ESGOTOS DA CIDADE LOCAL.CONTROLE DE CLORO RESIDUAL LIVRE (GUA CLORADA 0,5 a 1,0 ppm)MONITORAMENTO DO CLORO RESIDUAL LIVRE PROGRAMA DE CALIBRAO DOS INSTRUMENTOS- TODOS OS INSTRUMENTOS DEMEDIO MANMETROS ETERMMETROS UTILIZADOS NA REA DE COZIMENTO E NOESTERILIZADOR DEVEM SER SUBMETIDOS A CALIBRAO,PARAASSEGURARQUEOS MESMOS ESTEJAMEMPERFEITOESTADODEFUNCIONAMENTO, EVITANDO- SERISCOS AOPRODUTO FINAL.- SEMESTRALMENTEOUANUALMENTEOSEQUIPAMENTOSDEMEDIO DEVEM SER SUBMETIDOS A CALIBRAO.- AEMPRESARESPONSVELPELACALIBRAODEVEEMITIRLAUDODECALIBRAOEOS INSTRUMENTOS CALIBRADOSDEVEM ESTAR DEVIDAMENTE IDENTIFICADOS.CERTIFICADO DE CALIBRAOCONTROLE INTEGRADO DE PRAGAS - CIP- PODEM SER REALIZADAS POR EMPRESAS TERCEIRIZADAS OU PODEMSER FEITOS PELA PRPRIA FBRICA.- DEVEMDISPOR DE:. MANUAL DE BOAS PRTICAS DE FABRICAO E DE PROCEDIMENTOSOPERACIONAIS PADRES.. MAPA CIP COM TODAS AS ARMADILHAS IDENTIFICADAS ENUMERADAS. CONTROLE ESTATSTICO DO PROCESSO. LICENA DE FUNCIONAMENTO- FICHA TCNICA E FICHA DE SEGURANA DE TODOS OS PRODUTOSUTILIZADOS NO CIP.012345678910111213141516171819201 2 3 4 5Quantidade em LitrosSemanasUNIDOS AGRO INDUSTRIAL S.A.Controle Estatstico de ProcessoOUTUBRO - 2008MoscasMAPA CONTROLE INTEGRADO DE PRAGASCONTROLE ESTATSTICO REQUISITOS HIGINICOS-SANITRIOS DAS INSTALAES E EQUIPAMENTOSTRATAMENTO DE EFLUENTES- CADAEMPRESAEMPARTICULARDEVEPOSSUIROSEU, DEVESEREFICAZ, DEMODOQUENOCAUSEIMPACTOSAOMEIOAMBIENTE E SEJA APROVADOPELORGOCOMPETENTE(CETESB).TRATAMENTO DE EFLUENTES-MODELO DE TRATAMENTO:RESDUO LQUIDODOPROCESSAMENTODE FARINHA DECARNEEOSSOSCAIXA DE GORDURA1. LAGOA ANAERBIAMATURAO2. LAGOA FACULTATIVAPOLIMENTODESPEJADO NO CRREGO RESDUO LQUIDODOPROCESASMENTODE FARINHA DESANGUEHOMOGENIZADORFLOTADORLAGOA BIOLGICASEDIMENTAO (PONTE RASPADORA)DESTINO DOS RESDUOS- OS RESDUOS LQUIDOS SO DESTINADOS PARA A ESTAODE TRATAMENTO DE EFLUENTES (E.T.E.).- OS RESDUOS SLIDOS QUE SO COLETADOS DURANTE OPROCESSO DE HIGIENIZAO DE TODOS OS SETORES SODESCARTADOS E QUEIMADOS NA CALDEIRA.- J O LIXO PROVENIENTE DOS SANITRIOS, REFEITRIO EESCRITRIOS SO DEPOSITADOS EMCAAMBA ESPECFICAPARA POSTERIORMENTE SEREMCOLETADOS PELA EMPRESARESPONSVEL PELA COLETA DE LIXO LOCAL.OBRIGADOPEDRO ANTONIO MURA JUNIORMdico Veterinrio CRMV SP 19.192E-mail: pmura@terra.com.brTel.: 17 9703 7277 / 3624 3131</p>