Fé Contemplada com Maria 070 - Arquidiocese de Braga ?· O Evangelho apresenta-nos Jesus, “o cordeiro…

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    28-Jan-2019

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Inscries para Semana BblicaEncontram-se abertas as inscries (junto dos

procos ou nas sacritias de cada Parquia) para a participao na XXVI Semana Bblica de Barce-los, a decorrer entre os dias 23 e 27 de Janeiro, de segunda a sexta-feira, sempre s 21h00, no salo das Irms Franciscanas Missionrias de Maria, em Arcozelo, Barcelos.

Este ano subordinada ao tema O Evangelho da Criao.

Janeiras da Ronda de Vila ChPara que As Janeiras no sejam esquecidas,

a Ronda de Vila Ch vai Cantar as Janeiras aos sbados e domingos, a partir deste fim de semana.

Alm de manterem a tradio, pretendem ainda angariar fundos para a remodelao da sede que j adquiriram, confiando, para isso, na generosidade de todos.

Festas da CatequesePorque as famlias das nossas crianas e adoles-

centes e seus catequistas tm o direito de estarem informados a tempo para prepararem (tambm socialmente) as Festas da Catequese, fica aqui a informao das datas marcadas, faltando apenas acertar horrios. 18-19 de maro Festa do Perdo (3. ano)8 a 16 de abril Festa da Vida (8. ano)29 de abril Celebrao do Crisma (11. ano)21 de maio Peregrinao Senhora da Guia 3-4 de junho Festa do Pai Nosso (2. ano) 10-11 de junho Festa da Palavra (4. ano)15 de junho Festa da Primeira Comunho (3. ano)17-18 de junho Festa da F (6. ano) 25 de junho Profisso de F (8. ano) 1-2 de julho Festa do Compromisso (10. ano)

Direitos ParoquiaisComo em algumas Parquias j se habituaram a

pagar os Direitos Paroquiais a partir do dia 1 de janeiro, recorda-se ue est na altura de o comearem a fazer.

Em algumas das outras Parquias recordamos que mais de 70% das Famlias ainda no cumpriram a sua Misso crist, pagando os Direitos Paroquiais, sentindo-se verdadeira comunidade.

Em Portugal, est consignado, a partilha em todas as ocasies solicitadas, nas campanhas e anualmente a partilha de um dia de Rendimento da Famlia.

Exercendo o nosso direito/dever, podemos afir-mar-nos como cristos com direitos.

Comisses de FestasAgradecamos que as Comisses de Festas que

ainda no se apresentaram, o faam quanto antes, para podermos comear a programar a vida de cada Parquia. Depois, no se venham lamentar dizendo que os Padres no querem fazer as festas.

2. Domingo do Tempo Comum1. Leit. Is 49, 3. 5-6;Salmo Sal 39, 2 e 4ab. 7-8a. 8b-9. 10-11ab;2. Leit. 1 Cor 1, 1-3;Evangelho Jo 1, 29-34.A liturgia deste domingo coloca a questo da vocao;

e convida-nos a situ-la no contexto do projecto de Deus para os homens e para o mundo. Deus tem um projecto de vida plena para oferecer aos homens; e elege pessoas para serem testemunhas desse projecto na histria e no tempo.

A primeira leitura apresenta-nos uma personagem misteriosa Servo de Jahwh a quem Deus elegeu desde o seio materno, para que fosse um sinal no mundo e levasse aos povos de toda a terra a Boa Nova do projecto libertador de Deus.

A segunda leitura apresenta-nos um chamado (Paulo) a recordar aos cristos da cidade grega de Corinto que todos eles so chamados santidade isto , so chamados por Deus a viver realmente comprometidos com os valores do Reino.

O Evangelho apresenta-nos Jesus, o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Ele o Deus que veio ao nosso encontro, investido de uma misso pelo Pai; e essa misso consiste em libertar os homens do pecado que oprime e no deixa ter acesso vida plena.

Ao darmos conta da proximidade de Deus, mais cedo ou mais tarde, sentiremos o seu chamamento: ser seus discpulos, converter-nos. Ele que nos acompanha e nos dirige uma palavra de Amor. Seguir o Senhor, primeira vista, parece ser um atrevimento da nossa parte, mas essa a vontade de Deus. Ele que nos chama para dar testemunho do Evangelho. isto que muda a nossa vida, os nossos projectos pessoais, eclesiais e pastorais. Quem d sempre o primeiro passo Deus. Acolhamos Deus nas nossas vidas, cuidemos da nossa relao com Ele e assim teremos uma relao estvel connosco prprios e com os nossos irmos, uma relao justa, equilibrada, serena e pacfica. Neste aspecto, o evangelho muito claro, porque vem dizer-nos que o Deus de Jesus, o nosso Pai, ama-nos muito e procura-nos. Isto narra-nos o texto deste domingo, quando diz que Jesus vem ao nosso encontro, aproxima-se sem ser anunciado, de uma forma natural, discreta, mas convicta e decidida. Todos j fizemos a experincia da proximidade de Deus na vida. Pensemos nesses encontros maravilhosos no para ficar no passado ou nas recorda-es, mas para dar frescura e entusiasmo a viver de novo a misso: ser luz das naes para a salvao chegue aos confins da terra, ser apstolo de Jesus, dar testemunho de que Ele o Filho de Deus. No cair na tentao de formatar a nossa vida com as nossas estratgias, ideias e projectos, mas dar prioridade graa, vontade e ao Esprito de Deus em ns.

Deus no se cansa de confiar em ns. Ajuda-nos a renovar a nossa vida. Ele aproxima-se de mim, mas tam-bm dos outros. No esqueamos que todos somos filhos de Deus, graas ao seu chamamento. E se somos filhos de Deus, teremos de olhar uns para os outros, am-los e respeit-los como irmos.

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F Contemplada com MariaAs casas de Maria

Santurios e PeregrinaesOs santurios e as pere-

grinaes assumem-se como lugares ou momentos de con-vocao, de fomento da es-piritualidade, de orao, de celebrao alegre da f. So tambm lugares ou momentos de converso e de penitncia. O caminhar juntos para os santurios e o participar em outras manifestaes da piedade popular, levando tam-bm os filhos ou convidando a outras pessoas, em si mesmo um gesto evangelizador. No

coarctemos nem pretendamos controlar esta fora mis-sionria! (Francisco, Exortao Apostlica sobre o anncio do evangelho no mundo atual A Alegria do Evangelho, 124).

Peregrinar no se confunde com caminhar. Importa que a Igreja seja mestra e ensine, mas tambm que, ela prpria, peregrine com as pessoas. neste recproco per-egrinar que se joga a confiana e se abrem novas portas que, at ento, pareciam fechadas. [...] A realidade da peregrinao no pode ser um simples parnteses que se esquece numa caminhada ocasional. No pode ser, to pouco, uma mera prtica devocional, embora muito nobre e interessante, restrita a promessas e a pedidos. A pastoral da peregrinao deve proporcionar todas as condies para que nasa ou se consolide o encontro do homem com a verdade absoluta de Deus. Neste aspecto, os mosteiros, as baslicas e os santurios desempenham um papel de enorme responsabilidade. So o ponto seguro quando tudo efmero. So a certeza quando tudo escor-regadio. So a hospitalidade quando os braos se fecham. Peregrinar a um santurio, aps uma longa caminhada, , por isso mesmo, um evento profundamente religioso.

Confirma a vontade sria de mudana, o desejo de re-pensar a vida e a inteno de reordenar comportamentos ticos, morais e sociais da existncia. Esta a meta. O ponto de partida, por sua vez, faz-se com o Evangelho na mo, com o desprendimento de interesses pessoais para pensar, sentir, querer algo novo para a relao com Deus, com as pessoas e com a sociedade (D. Jorge Ortiga, 13 de Julho de 2015).

070

Telefones: P. Delfim Fernandes 962601317 P. Rui Neiva 965374530 P. Antnio Lima 935352918e-mails: ddfdelfim@gmail.com ruijneiva@gmail.com asilima45@gmail.com unidadepastoral.ecs@gmail.com

Cartrio ParoquialEsta semana o Cartrio Paroquial de Esposende fun-

ciona com o seguinte horrio, para todas as parquias:Tera (Esposende) ............................. 17h00 17h30Quinta (Esposende) ............................. 19h30 20h00Sbado (Esposende) ............................. 15h00 16h00

Estas informaes podem ser consultadas em:https://paroquiadesposende.wordpress.com

horrio das missas, intenes e locais da celebrao horrio das missas, intenes e locais da celebrao horrio das missas, intenes e locais da celebrao Maria Ermelinda da Costa Lata e Adelino Silva Raimundo Rolo Pereira, pais e irm Rosria Moledo Brando, marido e filho 19h00 igreja Matriz de Fonte Boa Almas (m.c.Confraria) Idosos falecidos utentes da sala de convvio do Centro

Social Amndio Pereira Belinho e sogros Antnio Dias Fernandes Herdeiro ,pais e sogros Emlia Fernandes Gaifm e marido Felizarda Gomes da Cruz e Antnio Alves Pontes Jos Toms Faria Azevedo ,pais e sogros Lcia S Escrives Manuel Cruz Pontes ,pais e sogros Manuel Pinheiro Rodrigues ,pais e sogros Maria Eira Lopes Maria Fernandes Vasquinho Maria Maurcio Pereira e filho Modesto do Nascimento Brtolo 19h00 igreja paroquial de Gandra Nossa Senhora de Ftima Adelino Martins Ferreira de Oliveira e famlia Cndida Gonalves Pereira, marido e Antnio Alves

Peixoto (filha Dores) Maria Angelina Pereira da Lage e famlia Teresa Martins Alves Felgueiras e famlia19h00 igreja Matriz de Aplia Adolfo Moreira Silva, pais, sogros, irms e cunhados Amlia Faria Martins, marido e filho Arminda Gomes Asceno e marido Carlos Manuel Hipolito Silva e pai Carolina Carvalho Machado Joaquim Catarino de Faria Manuel Alberto da Cruz Fernandes Serafim Torres do Vale e esposaQuinta-feira 19 de janeiro18h15 igreja paroquial de Rio Tinto Alzira Gomes Alves, marido e genros Armindo Cardoso Martins, me e sogro Carlos da Silva Vieira de Sousa e esposa Deolinda Moreira Barreiro e Albino de Matos19h00 igreja Matriz de Esposende Maria Martins Capito e marido19h00 igreja paroquial de Gemeses Adelino Martins de Miranda (esposa) (13) Adosinda Albina de S Maciel dos Santos e marido Antnio Pereira de Azevedo Florindo Martins Miranda Laura do Vale Valente e irm Laurinda da Silva Lage (Pessoa amiga) Maria do Sameiro Maciel Faria, pais e irmos (marido)19h00 igreja paroquial de Vila Ch Associados do Corao de