Formação PG pdf 2016.pdf

  • Published on
    07-Jan-2017

  • View
    219

  • Download
    2

Embed Size (px)

Transcript

<ul><li><p>11/08/2016</p><p>1</p><p>Julio Marcos FilhoTecnologia de Sementes</p><p>Depto. Produo Vegetal USP/ESALQ</p><p>FORMAO DA SEMENTE DE ANGIOSPERMAS</p><p>MULTIPLICAO DE PLANTAS</p><p>REPRODUO VIA SEXUADA: SEMENTES</p><p>PROPAGAO VIA ASSEXUADAPartes vegetativas, clulas e tecidos da planta, com </p><p>capacidade de regenerao Manuteno de clones</p><p>Produo de um novo organismo, com interveno de clulas ou ncleos sexuais (gametas) H renovao do indivduo</p><p>MULTIPLICAO DE PLANTAS</p><p>CICLO SEXUADO(n)</p><p>RECOMBINAO GNICA</p><p>(2n)</p><p>NOVO INDIVDUO</p><p>REPRODUO</p><p>CICLO ASSEXUADO(2n)</p><p>MANUTENO GNICA(2n)</p><p>ESTABELECIMENTO DO CLONE</p><p>PROPAGAO</p><p>Diagrama ilustrativo das formas de multiplicao dos vegetais(Scarpare Filho e Almeida, 2002)</p><p>PROPAGAO</p><p>VEGETATIVA(Propgulos)</p><p>Natural(bulbos, tubrculos, </p><p>rizomas...)</p><p>Artificial(estaquia, enxertia,micropropagao, </p><p>sementes artificiais)</p><p>APOMIXIA</p><p>(sementes assexuadas)</p><p>Propgulo: parte da planta utilizada para propagao</p></li><li><p>11/08/2016</p><p>2</p><p>PROPAGAORELAES COM MULTIPLICAO SEXUADA</p><p> VOLUME DE MATERIAL manejo e transporte</p><p> MANEJO PARA INSTALAO DA LAVOURA mecanizao</p><p> CUSTO E TRABALHO PARA A PRODUO DE MUDAS ARMAZENAMENTO VARIABILIDADE GENTICA DOS DESCENDENTES</p><p>ADAPTAO AO AMBIENTECONDIES DESFAVORVEIS</p><p> DEGENERESCNCIA</p><p> MELHORAMENTO GENTICO TRADICIONAL CUSTO DO MATERIAL EM RELAO AO DAS SEMENTES</p><p>PROPAGAOUSOS</p><p> ESPCIE NO PRODUZ SEMENTES EXIGNCIAS DE CONDIES ESPECIAIS PARA A</p><p>PRODUO DE SEMENTES </p><p> CONSTITUIO GENTICA HETEROZIGTICA, COMTAXA ELEVADA DE SEGREGAO</p><p> PERODO E UNIFORMIDADE PARA A FORMAO DALAVOURA</p><p> UNIFORMIDADE E FIDELIDADE AO GENTIPO SEMENTES COM BAIXA LONGEVIDADE</p><p>FORMAO DA SEMENTE</p><p>REINO VEGETAL : 350.000 espcies descritas250.000 multiplicadas por sementes</p><p>FLORESCIMENTO INCIO DA FASE DO CICLO DE VIDA VEGETAL QUE CULMINA COM A FORMAO DA SEMENTE</p><p>REPRODUO: transio da fase vegetativa para a reprodutiva alterao na atividade de gemas: percepo de estmulos</p><p>Tecidos vivos, ainda no diferenciados, que semultiplicam por divises mitticas, formando novostecidos que do origem a partes especficas da planta.</p><p>So sinnimos de tecidos embrionrios e cons-tituem primrdios vegetativos (raiz, caule, folhas) oureprodutivos (rgos florais)</p><p>MERISTEMAS:</p><p>FORMAO DA SEMENTE</p></li><li><p>11/08/2016</p><p>3</p><p>FLORESCIMENTOINDUO FLORAL</p><p>Alterao fisiolgica que permite o desenvolvimento deprimrdios reprodutivos, sob o estmulo de fatoresambientais</p><p>- gua</p><p>- Fotoperodo</p><p>- Agentes qumicos: fitohormnios </p><p>- Temperatura: unidades trmicas, temperaturas amenas, vernalizao</p><p>FLORESCIMENTOINDUO FLORAL</p><p>Alterao fisiolgica que permite o desenvolvimento deprimrdios reprodutivos, sob o estmulo de fatoresambientais</p><p>- gua</p><p>- Fotoperodo</p><p>- Agentes qumicos: fitohormnios</p><p>- Temperatura: unidades trmicas, temperaturas amenas, vernalizao</p><p>SEMENTE</p><p>PLANTA EM VEGETAO</p><p>PLANTA ADULTA</p><p>FLOR</p><p>ZIGOTOCiclo de uma planta </p><p>multiplicada por sementes</p><p>Fase vegetativa juvenil</p><p>Fase vegetativa </p><p>adulta</p><p>Fase reprodutiva </p><p>adulta ContrerasInduo</p><p>Plantas anuais: ciclo em uma estao de crescimento</p><p>Plantas bienais: ciclo em duas estaes de crescimento</p><p>Plantas perenes: vivem mais de dois anos; repetemanualmente o ciclo vegetativo e o reprodutivo, a partirda poca em que superam o perodo juvenil</p><p>Perodo juvenil: plantas no sensveis a estmulos promotores do florescimento</p></li><li><p>11/08/2016</p><p>4</p><p>Fase vegetativa juvenil</p><p>Fase vegetativa adulta Fase reprodutiva </p><p>adulta</p><p>Transio Vernalizao</p><p>Primeira estao de crescimentoSegunda estao de crescimentoContreras</p><p>FLORESCIMENTO</p><p>INICIAO FLORAL</p><p>Expresso morfolgica do estado induzido, queocorre em tecidos meristemticos</p><p>FLORES</p><p>Corte longitudinal de uma flor completa e perfeita</p><p>estigma</p><p>estilete</p><p>ovriovulo</p><p>filete</p><p>antera</p><p>plen</p><p>pednculo</p><p>FLORES</p><p>- Tipos quanto s partes</p><p>Completa x Incompleta</p><p>Perfeita x Imperfeita</p></li><li><p>11/08/2016</p><p>5</p><p>Flores imperfeitas ou unissexuadas Contreras</p><p>REPRESENTAO DE CORTE TRANSVERSAL DE ANTERA E OVRIO</p><p>Saco polnico</p><p>Gros de plen</p><p>Filete</p><p>ANTERAOVRIO</p><p>Folha CarpelarLculo</p><p>vulo</p><p>Micrpila</p><p>Hermafrodita</p><p>Unissexuada</p><p>- Planta quanto ao sexoHermafroditaUnissexuada</p><p>MonoicaDioica</p><p>AndromonoicaGinomonoica</p><p>FLORES- Tipos quanto sexo</p><p>Planta monoicaContreras</p></li><li><p>11/08/2016</p><p>6</p><p>HBITOS DE CRESCIMENTO</p><p>Exemplos de inflorescncias de plantas de hbitos de crescimento determinado e indeterminado.http://ucavo/ucr.edu/avocadowebsite</p><p>FORMAO DO GRO DE PLEN(microsporognese)</p><p>1 2 </p><p>3 </p><p>5</p><p>lp</p><p>in</p><p>ex</p><p>cv</p><p>cr</p><p>po</p><p>7</p><p>arep</p><p>cmgp</p><p>con</p><p>en</p><p>tap</p><p>tt</p><p>6</p><p>Tipos de gros de plen</p></li><li><p>11/08/2016</p><p>7</p><p>GRO DE PLEN</p><p>Superfcie da Exina ImportnciaPorosidade</p><p>Esporolenina</p><p>Superfcie da Intina Importncia</p><p>COMPOSIO DO PLEN : protenas, lipdios, aminocidos livres, vitaminas, auxinas, giberelinas IMPORTNCIA</p><p>MICROSPOROGNESE</p><p>FORMAO DO SACO EMBRIONRIO(macrosporognese)</p><p>a b c d e f</p><p>scpr</p><p>nc</p><p>mi</p><p>scpr</p><p>ar</p><p>ncmi</p><p>meiose</p><p>ar</p><p>Ovrio</p><p>vulo jovem</p><p>trs clulas degeneram</p><p>clula me funcional</p><p>clula me funcional</p><p>mitose I mitose II mitose III</p></li><li><p>11/08/2016</p><p>8</p><p>fn</p><p>ant</p><p>npsc</p><p>mi</p><p>oosg</p><p>ncpr</p><p>ovrio</p><p>vulo</p><p>POLINIZAO</p><p>TIPOS</p><p> AUTOPOLINIZAO:citros, alface, tomate, quiabo, fumo, soja, berinjela,</p><p>arroz, trigo, algodo, amendoim, feijo, cevada, ervilha,pimento ...</p><p>Autopolinizao em alface</p><p>Corolla</p><p>StamensPollen</p><p>Stigma</p><p>Ovary</p><p>Emergncia do estilete e do estigma atravs da coluna estaminal em floresperfeitas de alface (Besnier, 1989).</p><p>Contreras</p><p> POLINIZAO CRUZADA:milho, centeio, crotalria, sorgo, cebola, repolho e demais</p><p>brssicas, mamona, maracuj, cenoura, cucurbitceas, girassol,milheto, alfafa, ma, manga, mamo, pera, pec, espinafre,pimento, berinjela</p></li><li><p>11/08/2016</p><p>9</p><p>AGENTES DE POLINIZAO</p><p> VENTO:</p><p>- Caractersticas do plen e da estrutura floral</p><p>AGENTES DE POLINIZAO</p><p> VENTO: caractersticas do plen e da estrutura floral</p><p>AGENTES DE POLINIZAO</p><p> VENTO: caractersticas do plen e da estrutura floral</p><p>Disperso do Plen pelo Vento</p><p> INSETOS: caractersticas do plen e da dispersoprincipais insetos polinizadores</p><p>Cebola, cenoura, cucurbitceas, girassol, crotalria, maracuj, repolho, ...</p><p>AGENTES</p><p>Polinizao Girassol (Unghiatti)Polinizao Crotalria</p></li><li><p>11/08/2016</p><p>10</p><p>Susan Stieve</p><p>AGENTES</p><p>ORNITOFILIA</p><p>Contreras e Rojas</p><p>AGENTES</p><p>GUAflores </p><p>masculinas</p><p>flores femininasVallisneria sp.</p><p>QUIROPTEROFILIA </p><p>HOMEM</p><p>MORCEGOS</p></li><li><p>11/08/2016</p><p>11</p><p>DIFICULDADES PARA A POLINIZAO</p><p> DICOGAMIA</p><p>PROTANDRIA</p><p>milho, cenoura, cebola, pec, girassol</p><p>1. Fecundadas s/ estames e estigmas</p><p>1 2 3</p><p>2. Com estames</p><p>3. Com estigmas</p><p>1</p><p>Girassol estdio 4.4.</p><p>2 3</p><p>1 2 3 4 5</p><p>1. Masculina; 2. Feminina; 3. Fecundada; 4. Frutificao; 5. Fruto </p><p>DIFICULDADES PARA A POLINIZAO</p><p>PROTOGINIA</p><p>manga, milheto, couve-flor, Magnolia, Primula</p></li><li><p>11/08/2016</p><p>12</p><p>Protoginia em MagnoliaContreras</p><p>A B</p><p>No primeiro dia (A), os estigmas esto receptivos e as anteras ainda no iniciaram a liberao deplen. No segundo dia (B), as anteras liberam o plen, mas os estigmas no mais estoreceptivos. Exemplo com Magnolia grandiflora southern magnolia.Fotos: K. R. Robertson, University of North Carolina</p><p>DIFICULDADES PARA A POLINIZAO</p><p> AUTOINCOMPATIBILIDADE</p><p>Heterostilia, Gentica</p><p>repolho, crotalaria, maracuj, girassol, rabanete, </p><p>centeio, pimento, laranja</p><p>Pimento: variaes nas posies do estigma e das anteras afetam a intensidade de ocorrncia da polinizao cruzada</p><p>Contreras</p></li><li><p>11/08/2016</p><p>13</p><p>tubo polnico normal</p><p>tubo polnico abortado</p><p>Auto incompatibilidade gametoftica</p><p>Contreras</p><p>(a) (b) (c)</p><p>FECUNDAO- GERMINAO DO TUBO POLNICO</p><p>Turgor celular, concentrao de Boro, gradiente deconcentrao de Clcio, liberao de enzimas peloestilete</p><p>saco embrionrio</p><p>germinao do gro de plen</p><p>tubo polnico</p><p>ovriovulo</p><p>lp</p><p>Antera</p><p>Gro de plen</p><p>Tubopolnico</p><p>Estigma</p></li><li><p>11/08/2016</p><p>14</p><p>1. SINGAMIA: </p><p>EMBRIO</p><p>ZIGOTO (2n)ncleo reprodutivo (n) + oosfera (n)</p><p>FECUNDAO</p><p>CARACTERSTICAS GENTICAS DO NOVO INDIVDUO SO TRANSMITIDAS</p><p>ATRAVS DE GENES LOCALIZADOS NOS CROMOSSOMOS DOS GAMETAS</p><p>FECUNDAO</p><p>2. FUSO TRIPLA:</p><p>ncleo reprodutivo (n) + ncleos polares (2n) NCLEO DO ENDOSPERMA (3n)</p><p>ENDOSPERMA (?)</p><p>ncleos polaresgametas</p><p>masculinos</p><p>ncleo do endosperma1</p><p>2</p><p>gametasmasculinos</p><p>tubo polnico</p><p>ncleo vegetativo</p><p>ncleos polaresgametas</p><p>masculinos</p><p>ncleo do endosperma</p><p>zigoto</p><p>A partir da primeira diviso do zigoto, a base estrutura padro do embrio e o destino das clulas j se torna evidente</p><p>Henk Hilhorst</p></li><li><p>11/08/2016</p><p>15</p><p>Primeira divso dozigoto esequncia dedesenvolvimento doembrio deArabidopsis</p><p>O papel do suspensor fornecer sustentao ao embrio, sob o ponto de vista fsico e nutricional, alm de colaborar em mecanismos que regulam a </p><p>embriognese</p><p>H vrias formasdiferentes de sus-pensor</p><p>O suspensor formadoe degradado no decorrerda embriognese</p><p>H comunicao entre o embrio e o supensor durante a embriognese</p><p>Henk Hilhorst</p><p>Feijo: desenvolvimento inicial do embrio e plntula formada</p><p>epictilo</p><p>hipoctilo</p><p>cotildones</p><p>Folhas primrias</p><p>Sistema radicular</p><p>FORMAO DO EMBRIO DE MONO E DE DICOTILEDNEAS</p></li><li><p>11/08/2016</p><p>16</p><p>PARTES DO EMBRIO- RADCULA: raiz rudimentar do embrio- HIPOCTILO: regio de transio vascular entre raiz e caule- COTILDONE(S):</p><p>Dicotiledneas armazenamento de reservas ou folhas embrionrias</p><p>Monocotiledneas proteo ao eixo embrionrio e transferncia dereservas do endosperma para o embrio</p><p>- PLMULA: massa de clulas meristemticas gema apical</p><p>- Mesoctilo: primeiro n do epictilo</p><p>- EPICTILO: presente na plmula, em forma meristemtica oudesenvolvido e identificvel </p><p>- Coleorriza, coleoptilo, epiblasto, razes seminais (n cotiledonar)</p><p>Cotildones: armazenamento de reservas </p><p>cotildones</p><p>raiz primria</p><p>hipoctilo</p><p>Hipoctilo: regio de transiovascular entre raiz e caule</p><p>Radcula</p><p>plmula + folhas primrias</p><p>Plmula: massa de clulas meristemticas;representa a gema apical</p><p>EMBRIO DE FEIJO</p><p>O EPICTILO EST PRESENTE NA PLMULA, EM FORMA MERISTEMTICAOU DESENVOLVIDO E IDENTIFICVEL</p><p>Eixo embrionrio</p><p>Cotildones</p><p>SEMENTE DE ERVILHA</p><p>EIXO EMBRIONRIO</p><p>TEGUMENTO</p><p>COTILDONE</p><p>SEMENTE DE ABBORA</p></li><li><p>11/08/2016</p><p>17</p><p>Pericarpo</p><p>Endosperma</p><p>cotildone(escutelo): proteo ao eixo e transferncia de reservas </p><p>coleoptilo</p><p>raiz primria</p><p>razes seminais</p><p>plmula</p><p>coleoptilo</p><p>coleorriza</p><p>razes seminais (n cotiledonar)</p><p>radcula</p><p>plmula (folhas primrias)</p><p>EMBRIO DO MILHO</p><p>EM GRAMNEAS, O EMBRIO TAMBM PODE APRESENTAR O EPIBLASTO E H AUTORES QUE CONSIDERAM O MESOCTILO</p><p>Cotildone</p><p>Plmula</p><p>Eixo hipoctilo-radculaEndosperma</p><p>SEMENTE DE CEBOLA</p><p>DESENVOLVIMENTO DO ENDOSPERMA</p><p>NCLEO DO ENDOSPERMA divises</p><p>diferenciaoENDOSPERMA</p><p>TECIDO DE RESERVA</p><p> SEMENTES ALBUMINOSAS: monocotiledneas, mamona, caf, alface,seringueira, tomate, beterraba</p><p>GERMINAO</p></li><li><p>11/08/2016</p><p>18</p><p>ne</p><p>zg</p><p>pe</p><p>nl</p><p>pe</p><p>celular(tomate)</p><p>nuclear(gramneas, mamona, ma)</p><p>helobial</p><p>DESENVOLVIMENTO DO ENDOSPERMA</p><p> SEMENTES EXALBUMINOSAS: geralmente dicotiledneas leguminosas, malvceas, cucurbitceas, crucferas</p><p>TECIDO VIVO ?</p><p>TECIDO DE RESERVA DESENVOLVIMENTO DO EMBRIO</p><p>PERISPERMADesenvolvimento do tecido nucelar materno</p><p>Exemplos: caf, beterraba</p><p>Corte de uma semente de beterraba</p><p>TEGUMENTOTESTA (Externo)PRIMINA</p><p>SECUNDINA TEGMA (Interno)</p><p>Funes, numa semente em desenvolvimento- Caminho para o transporte e converso de aminocidos e acares </p><p>para o embrio/endosperma durante o desenvolvimento- Acmulo temporrio de assimilados para uso posterior pelas clulas </p><p>do tegumento- Auxiliar trocas gasosas- Suprimento de substncias de crescimento para o embrio- Proteo do embrio e endosperma contra dessecao e agentes</p><p>externos</p></li><li><p>11/08/2016</p><p>19</p><p>TEGUMENTO</p><p>- Manter unidas as partes da semente</p><p>-Proteo contra agentes externos (biticos e abiticos):composio, estrutura</p><p>- Regular trocas de gua e trocas gasosas com o ambiente</p><p>- Regular a germinao e interferir em mecanismos de dormncia: estrutura e composio do tegumento, presena de mucilagem</p><p>- Controle da disperso espacial das sementes: asas, espinhos, pelosmucilagens, substncias resistentes ao trato digestivo de animais</p><p>Funes, numa semente formada</p><p>CULTIVAR LIGNINA (%) INJ. MEC. (ndice)Doko 6,2 494FT-2 6,2 575Paran 5,5 505Bossier 5,2 401Davis 4,6 373Savana 4,3 349IAC-2 4,2 266</p><p>Relaes entre o teor de lignina e o ndice de resistncia a injriasmecnicas em sementes de sete cultivares de soja (Alvarez et al., 1997)</p><p>FRUTO E SEMENTEFRUTO OVRIO MADURO, COM UMA OU MAIS SEMENTES</p><p>PARTES:</p><p>a) PERICARPO</p><p>EPICARPO</p><p>MESOCARPO</p><p>ENDOCARPOb) SEMENTE</p><p>TEGUMENTO</p><p>ENDOSPERMA (?)</p><p>EMBRIOEixo</p><p>Cotildone(s)</p><p>FRUTO E SEMENTEFRUTOS SECOS: cariopse (gramneas), aqunio (girassol, alface,</p><p>cenoura), pixdio (beterraba)</p></li><li><p>11/08/2016</p><p>20</p><p>NOZ SMARA</p><p>SLIQUA VAGEM</p><p>FRUTO E SEMENTEFRUTOS CARNOSOS</p><p>endocarpo</p><p>APOMIXIADESENVOLVIMENTO ASSEXUADO DE SEMENTES, COMESTRUTURA SEMELHANTE S PRODUZIDAS APS AFECUNDAO</p><p>SO SEMENTES FORMADAS A PARTIR DE CLULAS DIPLIDES DOVULO, MEDIANTE DIFERENTES MECANISMOS, SEM QUE TENHAOCORRIDO A FECUNDAO</p><p>CARACTERSTICAS DO PROCESSO</p><p>- SUBSTITUI A REPRODUO PELA PROPAGAO </p><p>- NO H UNIO DE GAMETAS</p></li><li><p>11/08/2016</p><p>21</p><p>POR QUE ESTUDARFORMAO + MORFOLOGIA DE SEMENTES ?</p><p>TECNOLOGIA DE PRODUO- Clima- poca de semeadura- Semeadura: manejo do equipamento- Inspees e roguing- Colheita</p><p>POLINIZAO E SUAS CONSEQUNCIAS: necessidade do conhecimento</p><p>IMPORTNCIA DA POLINIZAO</p><p> PUREZA GENTICA </p><p>Isolamento</p><p>Direo predominante dos ventos</p><p>Area de produo de sementes</p><p>Fluxo de plen e risco de contaminao</p><p>isolamento</p><p>Contreras</p><p>Contreras</p><p>Isolamento para produo de sementes de alface: plantas autgamas</p></li><li><p>11/08/2016</p><p>22</p><p>(http://www.avrdc.org)</p><p>Produo de sementes em estruturas protegidas</p><p>Contreras</p><p>Isolamento + insetos pepino</p><p>Contreras</p><p>IMPORTNCIA DA POLINIZAO</p><p> PUREZA GENTICA </p><p>Proporo linhas masculinas e femininas</p><p>Direo predominante dos ventos</p><p> PUREZA GENTICA </p><p>Despendoamento em milho</p></li><li><p>11/08/2016</p><p>23</p><p>Osvaldo P. Pereira</p><p>Manual Mecnico</p><p>Cristian |Carvallo</p><p>IMPORTNCIA DA POLINIZAO</p><p> PUREZA GENTICA </p><p>Split</p><p>Milho, tomate, sorgo, girassol, pepino</p><p>Semeadura para produo de hbridos de girassol, com duas linhas da linhagem masculina, para seis da feminina: linhas </p><p>masculinas semeadas uma semana depoisRebeca Unghiatti</p></li><li><p>11/08/2016</p><p>24</p><p>Split Girassol</p><p>Semeadura das linhas masculinas uma semana antes das femininas: nas fotos, linhas masculinas no estdio VE, no dia da semeadura do parental feminino.Unghiatti</p><p>Produo de sementes de milho doce: proporo de linhasmasculinas/femininas de 4:3. Linhas masculinas semeadas 3, 6 e 10 diasaps as femininas.</p><p>Proporo linhas masculinas e femininas</p><p>Contreras e Rojas</p><p>IMPORTNCIA DA POLINIZAO</p><p> PUREZA GENTICA </p><p>Machoesterilidade</p><p>Milho, repolho, cenoura, girassol, milheto</p></li><li><p>11/08/2016</p><p>25</p><p>Rebeca Unghiatti Estames de flores tubulosas</p><p>IMPORTNCIA DA POLINIZAO</p><p> QUANTIDADE PRODUZIDA</p><p>Temperatura x viabilidade do plen</p><p>Presena de insetos</p><p>Formato da reaControle de insetos</p><p>Clima x poca de semeadura</p><p>PtalasPistilo Estames</p><p>OvrioSpalas</p><p>Camada deabsciso</p><p>Aborto de flor</p><p>Cone de anteras</p><p>A B</p><p>Flor completa do tomateiro (A) e inflorescncia com flores em diferentes estdios dedesenvolvimento (B) - P.C.T. Melo</p><p>Flor de tomate</p><p>Contreras</p></li><li><p>11/08/2016</p><p>26</p><p>1- Emasculao de flores em plantas femininas</p><p>2- Extrao do plen</p><p>3- Armazenamento do plen</p><p>4- Polinizao manual Contreras</p><p>Coleta de plen</p></li><li><p>11/08/2016</p><p>27</p><p>Tcnicas de cruzamentos controlados</p><p>Hbrido tomate Hbrido pimentoContreras</p><p>POR QUE ESTUDARFORMAO + MORFOLOGIA DE SEMENTES ?</p><p>AVALIAO DA QUALIDADE</p><p>Testes de rotina e testes rpidos</p><p>Pureza fsica, exame de silvestres, germinao, </p><p>sanidade, tetrazlio ...</p><p>IDENTIFICAO DE CULTIVARES</p></li><li><p>11/08/2016</p><p>28</p><p>Teste de tetrazlio em sementes de tomate</p><p>Interpretao do teste de tetrazlio em sementes de Brachiaria brizantha, mediante ampliao de imagens digitalizadas (Custdio et al., 2012).</p><p>POR QUE ESTUDARFORMAO + MORFOLOGIA DE SEMENTES ?</p><p>RECONHECIMENTO DA MATURIDADE FISIOLGICA</p><p>BENEFICIAMENTOEscolha de mquinas para separaoPlanejamento de linhas de fluxoInjrias mecnicas...</p></li></ul>