Formataçao emef campestre

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    25-Jul-2015

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  • FORMATAO DO TRABALHO CIENTFICO

    EMEF CAMPESTRELAJEADO/RS

    Laboratrio de Informtica EducativaMaria Estela Mittelstadt

  • FORMATO (TIPO DE PAPEL, TAMANHO DE FONTE, MARGENS)

    - Formato A4 (21,0 x 29,7 cm)- Texto cor preta- Ilustrao pode ser colorida

    - Fonte tamanho 12 para o texto- Fonte tamanho 10 para citao longa, nota de rodap, legenda e paginao;- Fontes (Times New Roman ou Arial)

    - Margens: superior 3cm, inferior 2cm, esquerda 3cm, direita 2cm;- Pargrafo com recuo de 2cm;- Citao longa (+ 3 linhas) com recuo de 4 cm;

  • ESPAAMENTO

    Formatar Pargrafo entrelinhas - 1,5

    EspaamentoAntes 0Depois 0

    Incio de pargrafo 1,5

  • PAGINAO

    As folhas do trabalho devem ser numeradas

    sequencialmente, em algarismos arbicos. A contagem ser

    feita a partir da folha de rosto. A numerao, no entanto, deve

    aparecer somente a partir da primeira folha textual

    (introduo) e sendo consecutiva at o final do trabalho.

    De acordo com a NBR 14724 o nmero da pgina deve

    aparecer no canto superior direito da folha, a 2cm da borda

    superior. (ABNT, 2005, p.8)

    Inserir formas: elipse

    Apagar o contorno (formatar forma: sem linha) e copiar a

    imagem em todas as numeraes que esto nas pginas pr-

    textuais e nas pginas com incio de captulo.

  • ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL CAMPESTREENSINO fUNDAMENTAL

    CARTAS: CONFISSES SUSPENSAS NO TEMPOEstudo das cartas de Cavaleiro andante

    Nome do autor do trabalho

    Lajeado, dezembro de 2012

  • COLGIO EVANGLICO ALBERTO TORRESENSINO MDIO

    CARTAS: CONFISSES SUSPENSAS NO TEMPOEstudo das cartas de Cavaleiro andante

    Joana Pardal8 srie do Ensino Fundamental Turma ProtugusProfessora (nome completo)

    Lajeado, dezembro de 2012

  • 1 INTRODUO ............................................................................................ 04

    2 O GNERO EPISTOLAR ............................................................................ 05

    3 AS CARTAS EM CAVALEIRO ANDANTE ................................................ 06

    3.1 As cartas de J. C. .................................................................................... 06

    3.2 As cartas de Marta ............................................................................... 07

    4 CARTAS: MARCAS ENTRE A AUTOBIOGRAFIA E A HISTRIA ........... 08

    5 CONCLUSO ........................................................................................... 09

    6 REFERNCIAS ........................................................................................... 10

  • RESUMO

    Ttulo centralizado, em letra maiscula e negrito, alinhamento

    justificado, sem recuo de pargrafo e espaceamento 1,5cm,

    contendo de 150 a 500 palavras.

    O resumo expe a finalidade e os resultados da pesquisa,

    respondendo de forma breve:

    Qual o foco do estudo realizado?

    Qual o objetivo do estudo?

    Quais foram os resultados alcanados?

  • INTRODUOParte inicial do trabalho na qual apresenta-se: o assunto de maneira geral, o porqu doestudo, como ser feito (pesquisas, entrevistas, experincias...), a importncia do estudo eargumentos que convenam o leitor de que o trabalho interessante.

    A introduo informa sobre o texto que vir no desenvolvimento, interessante, no finaldela, escrever como o desenvolvimento ser organizado, qual a sequncia dos assuntos.

    1.INTRODUO

    A autobiografia tem um espao destacado na literatura contempornea, despertando o

    interesse de muitos pesquisadores. Ao nos voltarmos para as literaturas lusfonas

    encontramos um rico material de estudo em que constante a presena de narradores em

    primeira pessoa, apresentando a sua vida.

    Em Cavaleiro andante, de Almeida Faria, o trao autobiogrfico est presente tanto nas

    cartas como no dirio e nos sonhos das personagens que se revezam ao longo dos

    captulos, apresentando um olhar mltiplo e uma narrativa polifnica que conta a decadncia

    de uma tradicional famlia portuguesa aps a Revoluo dos Cravos.

  • 2 AS CARTAS EM CAVALEIRO ANDANTE

    As cartas no so a nica forma de narrativa da obra, mas

    representam o recurso mais usado para apresentar a travessia das

    personagens. Analisaremos agora as cartas de cada uma das

    personagens.

    2.1 As cartas de J. C.

    Joo Carlos, J. C., escreve onze cartas, todas elas para sua

    namorada Marta, que est em Veneza. De todas as personagens,

    ele o mais engajado politicamente. Tem 20 anos e comissrio de

    bordo.

  • NOTA DE RODAP

    Em Cavaleiro andante, de Almeida Faria, o trao autobiogrfico est

    presente tanto nas cartas como no dirio e nos sonhos das personagens que

    se revezam ao longo dos captulos, apresentando um olhar mltiplo e uma

    narrativa polifnica que conta a decadncia de uma tradicional famlia

    portuguesa aps a Revoluo dos Cravos.

    Cavaleiro Andante, publicado em 1983, o ltimo livro da tetralogia lusitana, de Almeida Faria, da qual fazem parte

    tambm: A Paixo (1965), Cortes (1978), Lusitnia (1980). A obra recebeu o Prmio Originais de Fico da

    Associao Portuguesa de Escritores.

    Referncias - inserir nota de rodap

    Inserir nota de rodap

  • CITAO

    Trata-se de uma lio de fraternidade, em que as palavrassubstituem os actos ou gestos, vale no plano afetivo como no plano

    espiritual. (ROCHA, 1965, p. 13)

    Essa forma de escrita apresenta marcas bem definidas, a

    referncia ao lugar uma delas. Costuma-se escrever para quem

    est distante, indicando o lugar de onde se escreve. Por isso, em

    casos de clausura, priso, doena ou viagem, as cartas multiplicam-

    se, pois representam, segundo Andre Rocha, um substituto da

    presena corprea, portanto a correspondncia ser mais assdua

    em se tratando de pessoas que se ausentam. (1965, p. 14)

  • CITAO

    Rocha cita Marco Tlio quando este afirma que a carta uma

    mensageira fiel que interpreta o nosso nimo nos ausentes, em quelhes manifesta o que queremos que eles saibam de nossas cousas,

    ou das que a eles lhe revelam (Tlio, apud ROCHA, 1965, p. 33).

    A riqueza dos detalhes demonstra o seu conhecimento sobre a

    arte e tambm a sua profunda adorao.

    Se tento comparar a ltima Ceia de Veronese com o mesmo motivo

    pintado pelo Tintoretto na escola de S. Rocco, de que tambm junto

    postal, reparo que em ambos Cristo ocupa um secundrio plano e a

    cena profana, mais ainda em Veronese, de luzes claras e cores

    quentes, que no seu proletrio rival que pintava ao quilmetro, talvez

    com piores materiais e procurando convvio das trevas. (Faria, 1987,

    p. 201)

  • CONCLUSO

    Parte final do texto na qual so apresentadas as principais contribuies trazidas pela

    pesquisa e as sugestes para novos estudos. Responde s perguntas: O que eu aprendi

    com este trabalho? Que outros estudos podem ser aprofundados a partir dos resultados

    obtidos?

    CONCLUSO

    Atravs da anlise realizada de Ode Triunfal, possvel constatar que, no texto em

    questo, lvaro de Campos anunciou e exaltou a chegada da modernidade em Portugal, com

    toda sua maquinaria, agitao frentica e homens em profuso aglutinadora.

    Embora se tenha conscincia de que esse fascnio posteriormente tenha virado

    frustrao, uma grande decepo com a realidade, a qual levou Campos ao tdio da sua

    terceira fase de escrita, em Ode Triunfal o que se verifica um amor exagerado pelo

    progresso. Para sentir-se totalizado por ele e poder sentir todas as sensaes deste avano,

    o heternimo de Pessoa chega a comparar-se mquina, desejando s-la integralmente.

    Para completar o seu sensacionalismo, chega a ferir moralmente, em atitude

    considerada escandalosa, alguns princpios, ultrapassando os limites e recusando as

    verdades definitivas. Mesmo sabendo que o progresso apresenta consequncias negativas,

    lvaro de Campos continua a cant-lo, porque o que importa mesmo o rudo cruel edelicioso da civilizao.

  • 6 REFERNCIAS

    FARIA, Almeida. Cavaleiro andante. 3. ed. Lisboa: Caminho, 1987.

    GENETTE, Grard. Discurso da narrativa. Lisboa: Veja, [s. d.].

    GUSDORF, Georges. Condiciones y lmites de la autobiografa. In:

    La autobiografa y sus problemas tericos. Barcelona: Anthropos,

    1991. P. 9-18.

  • 6 REFERNCIAS

    BLANCHET, Ren. Conhecimento da Terra e educao. In: MORIN,

    Edgar. A religao dos saberes: o desafio do sculo XXI. Traduo

    Flvia Nascimento. 3. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2002. P.

    145-150.

    DANTAS, Aldo Alosio; GALEANO, Alex. (Org.). Geografia cincia

    do complexus: ensaios transdisciplinares. Porto Alegre: Sulina,

    2004.

    LEGIO URBANA. Eduardo e Mnica. Disponvel em: http://letras.

    t erra.com.br/legiao-urbana/22497> Acessado em: 13 jun. 2007.