Governo do Estado do Maranhão

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    23-Jan-2016

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Governo do Estado do Maranho Secretaria de Estado de Educao - SEDUC Secretaria Adjunta de Ensino Formao Continuada Docente 2 Encontro de 2010 04 a 07/05/2010 Formadoras: Katharine Moucherek e Rgina Galeno. AGENDA 1 Apresentao dos objetivos do encontro: - PowerPoint PPT Presentation

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  • Governo do Estado do MaranhoSecretaria de Estado de Educao - SEDUC Secretaria Adjunta de Ensino Formao Continuada Docente 2 Encontro de 2010 04 a 07/05/2010 Formadoras: Katharine Moucherek e Rgina GalenoAGENDA

    1 Apresentao dos objetivos do encontro:Analisar o Plano de Formao Docente proposto para o ano de 2010; Compreender os procedimentos de registro contidos nos Dirios de Classe; Esclarecer dvidas sobre o planejamento segundo os Referenciais Curriculares e as Orientaes Curriculares adotados pela SEDUC.

    2 Leitura em voz alta: Clic, (Luis Fernando Verissimo);

    3 Apresentao do Plano de Formao continuada Docente;

    4 Orientaes para o Registro dos Dirios de Classe;

    5 Intervalo

    6 - Orientaes para o Planejamento.

  • ClicLuis Fernando Verissimo

    Cidado se descuidou e roubaram seu celular. Como era um executivo e no sabia mais viver sem celular, ficou furioso. Deu parte do roubo, depois teve uma idia. Ligou para o nmero do telefone. Atendeu uma mulher. Aloa. Quem fala? Com quem quer falar? O dono desse telefone. Ele no pode atender. Quer cham-lo, por favor? Ele esta no banheiro. Eu posso anotar o recado? Bate na porta e chama esse vagabundo agora.Clic. A mulher desligou. O cidado controlou-se. Ligou de novo. Aloa. Escute. Desculpe o jeito que eu falei antes. Eu preciso falar com ele, viu? urgente. Ele j vai sair do banheiro. Voc a... Uma amiga.

  • Como seu nome? Quem quer saber?O cidado inventou um nome. Taborda. (Por que Taborda, meu Deus?) Sou primo dele. Primo do Amleto?Amleto. O safado j tinha um nome. . De Quara. Eu no sabia que o Amleto tinha um primo de Quara. Pois . Carol. Hein? Meu nome. Carol. Ah. Vocs so... No, no. Nos conhecemos h pouco. Escute Carol. Eu trouxe uma encomenda para o Amleto. De Quara. Uma pessegada, mas no me lembro do endereo. Eu tambm no sei o endereo dele. Mas vocs... Ns estamos num motel. Este telefone celular. Ah. Vem c. Como voc sabia o nmero do telefone dele? Ele recm-comprou. Ele disse que comprou? Por que?O cidado no se conteve.

  • Porque ele no comprou, no. Ele roubou. Est entendendo? Roubou. De mim! No acredito. Ah, no acredita? Ento pergunta pra ele. Bate na porta do banheiro e pergunta. O Amleto no roubaria um telefone do prprio primo.E Carol desligou de novo. O cidado deixou passar um tempo, enquanto se recuperava. Depois ligou. Aloa. Carol, o Tobias. Quem? O Taborda. Por favor, chame o Amleto. Ele continua no banheiro. Em que motel vocs esto? Por que? Carol, voc parece ser uma boa moa. Eu sei que voc gosta do Amleto... Recm nos conhecemos. Mas voc simpatizou. Estou certo? Voc no quer acreditar que ele seja um ladro. Mas ele , Carol. Enfrente a realidade. O Amleto pode Ter muitas qualidades, sei l. H quanto tempo vocs saem juntos? Esta a primeira vez. Vocs nunca tinham se visto antes? J, j. Mas, assim, s conversa. E voc nem sabe o endereo dele, Carol. Na verdade voc no sabe nada sobre ele. No sabia que ele de Quara. Pensei que fosse goiano.

  • Ai esta, Carol. Isso diz tudo. Um cara que se faz passar por goiano... No, no. Eu que pensei. Carol, ele ainda est no banheiro? Est. Ento sai da, Carol. Pegue as suas coisas e saia. Esse negocio pode acabar mal. Voc pode ser envolvida. Saia da enquanto tempo, Carol! Mas... Eu sei. Voc no precisa dizer. Eu sei. Voc no quer acabar a amizade. Vocs se do bem, ele muito legal. Mas ele um ladro, Carol. Um bandido. Quem rouba celular capaz de tudo. Sua vida corre perigo. Ele esta saindo do banheiro. Corra, Carol! Leve o telefone e corra! Daqui a pouco eu ligo para saber onde voc est.Clic.Dez minutos depois, o cidado liga de novo. Aloa. Carol, onde voc est? O Amleto est aqui do meu lado e pediu para lhe dizer uma coisa. Carol, eu...

  • Ns conversamos e ele quer pedir desculpas a voc. Diz que vai devolver o telefone, que foi s brincadeira. Jurou que no vai fazer mais isso.O cidado engoliu a raiva. Depois de alguns segundos falou: Como ele vai devolver o telefone? Domingo, no almoo da tia Elo. Diz que encontra voc l. Carol, no...Mas Carol j tinha desligado.O cidado precisou de mais cinco minutos para se recompor. Depois ligou outra vez.Aloa.Pelo rudo o cidado deduziu que ela estava dentro de um carro em movimento. Carol, o Torquatro. Quem? No interessa! Escute aqui. Voc est sendo cmplice de um crime. Esse telefone que voc tem na mo, esta me entendendo? Esse telefone que agora tem suas impresses digitais. meu! Esse salafrrio roubou meu celular! Mas ele disse que vai devolver na... No existe Tia Elo nenhuma! Eu no sou primo dele. Nem conheo esse cafajeste. Ele esta mentindo para voc, Carol. Ento voc tambm mentiu! Carol...Clic.

  • Cinco minutos depois, quando o cidado se ergueu do cho, onde estivera mordendo o carpete, e ligou de novo, ouviu um "Al" de homem. Amleto? Primo! Muito bem. Voc conseguiu, viu? A Carol acaba de descer do carro. Olha aqui, seu... Voc j tinha liquidado com o nosso programa no motel, o maior clima e voc estragou, e agora acabou com tudo. Ela est desiludida com todos os homens, para sempre. Mandou parar o carro e desceu. Em plena Cavalhada. Parabns primo. Voc venceu. Quer saber como ela era? S quero meu telefone. Morena clara. Olhos verdes. No resistiu ao meu celular. Se no fosse o celular, ela no teria topado o programa. E se no fosse o celular, ns ainda estaramos no motel. Como que chama isso mesmo? Ironia do destino? Quero meu celular de volta! Certo, certo. Seu celular. Voc tem que fechar negcios, impressionar clientes, enganar trouxas. S o que eu queria era a Carol... Ladro Executivo Devolve meu...Clic.

  • Cinco minutos mais tarde. Cidado liga de novo. Telefone toca vrias vezes. Atende uma voz diferente. Ahn? Quem fala? o Trola. Como voc conseguiu esse telefone? Sei l. Algum jogou pela janela de um carro. Quase me acertou. Onde voc est? Como eu estou? Bem, bem. Catando meus papis, sabe como . Mas eu j fui de circo. . Capito Trovar. Andei at pelo Paraguai. No quero saber de sua vida. Estou pagando uma recompensa por este telefone. Me diga onde voc est que eu vou buscar. Bem. Fora a Dalvinha, tudo bem. Sabe como mulher. Quando nos v por baixo, aproveita. Ontem mesmo... Onde voc est? Eu quero saber onde! Aqui mesmo, embaixo do viaduto. De noitinha. Ela chegou com o ndio e o Marvo, os trs com a cara cheia, e...

  • Extrado do livro "As Mentiras que os Homens Contam", Editora Objetiva - Rio de Janeiro, 2000, pg. 41.

  • PLANO DE FORMAO CONTINUADA 2010OBJETIVOS

    OBJETIVO GERAL:

    Subsidiar a prtica dos/as professores/as, ampliando o repertrio de conhecimentos didticos para o exerccio de suas funes na escola, visando melhoria da qualidade do ensino e aprendizagem.

  • OBJETIVOS ESPECFICOS

    Planejar boas situaes didticas;Ampliar o conhecimento sobre prticas de leitura e escrita para todas as reas;Discutir sobre a sistemtica de avaliao de aprendizagem adotada pela rede;Apropriar-se da concepo de ensino a partir de competncias e habilidades como finalidade da organizao do trabalho docente;Conhecer os documentos norteadores da Rede Estadual de Educao sobre o currculo;Construir e aprimorar instrumentos necessrios ao docente: observao do desempenho dos alunos/as, registros escritos etc.;

  • OBJETIVOS ESPECFICOSPlanejar atividades que envolvam a integrao das mdias na prtica docente;Discutir sobre a incluso e as tecnologias assistivas;Refletir sobre as relaes etnicorraciais e a cultura africana e afro-brasileira;Valorizar a leitura como fonte de fruio esttica e entretenimento;Valorizar as prticas de escrita como subsdio reflexo, para planejamento, desenvolvimento e avaliao do processo de ensino e aprendizagem;Administrar sua prpria formao.

  • CONTEDOS4.1 Planejamento- Naturezas dos contedos- Modalidades organizativas- Projetos didticos- Registro reflexivo4.2 Currculo- Referenciais Curriculares (para o EM Regular)- Orientaes Curriculares (para o EM EJA)- Relaes Etnicorraciais

  • CONTEDOS4.3 Orientaes Didticas- Dirios de Classe- Prticas de registro- Procedimentos de leitura- Atividades culturais- Tecnologias em Educao- Procedimentos metodolgicos especficos por rea4.4 Avaliao- Avaliao diagnstica- Eixos avaliativos- Instrumentos avaliativos- Registro processual: avaliao formativa

  • METODOLOGIAA metodologia enfatiza o conhecimento didtico, atravs da tematizao da prtica, da reflexo terica, do estudo para fundamentao do trabalho pedaggico e da anlise de situaes-problema. Para tanto, no ambiente da formao, utilizam-se as seguintes estratgias:Apresentao dos objetivos do encontro;Leitura em voz alta, feita pela formadora;Leitura da carta, feita pela formadora;Elaborao e leitura de registros reflexivos, pelos participantes;Leitura compartilhada;Elaborao de combinados;Prticas de registro individual, no caderno pessoal;Levantamento de conhecimentos prvios;Trabalho em grupo, com socializao das discusses;

  • Sistematizao das discusses;Anlise de programas de vdeo;Anlise de boas referncias: projetos, seqncias didticas, planos etc.;Estudo individual para ampliao dos conhecimentos tericos;Realizao de trabalho pessoal;Elaborao de devolutivas dos trabalhos pessoais;Roda de literatura, para a ampliao do universo cultural.

  • AVALIAOA avaliao enquanto processo de acompanhamento da aprendizagem, deve ocorrer em todas as situaes. Portanto, na Formao dos/as Professores/as ela acontecer de forma processual. Assim, as produes dos professores (trabalhos pessoais, registro), participao, interesse, assiduidade, pontualidade, iniciativa, organizao, solidariedade, respeito s ideias dos colegas e disponibilidade para o trabalho coletivo tornam-se os principais parmetros avaliativos.No processo formativo, a avaliao constitui-se em redimensionamento da ao pedaggica, proporcionando a reviso de encaminhamentos. Logo, ao trmino de cada semestre teremos uma avaliao escrita feita por cada pro

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