Habicuidados Alverca Newsletter | edição 12 | fevereiro 2015

  • Published on
    07-Apr-2016

  • View
    212

  • Download
    0

Embed Size (px)

DESCRIPTION

Fevereiro, Ms do Doente Artigos: "O que so as doenas crnicas?"; "Mais de metade dos portugueses sofre de uma doena crnica". " Tenho um familiar com Demncia. E agora?" Programa Sade e Bem-Estar: Gabinete de Interveno Educacional; Academia dos Muito Bons Grupo de Interajuda Demncias Protocolos

Transcript

  • CAMPANHAS ARTIGOS SADE E BEM-ESTAR

    Ms da Incluso A Incluso Social Gabinete Interveno Educacional

    Catlogo de Ajudas Tcnicas Academia dos Muito Bons PROTOCOLOS

    NEWSLETTER

    12

    Fevereiro 2015

    FEVEREIRO,

    MS DO DOENTE

  • Contedos

    Fevereiro: Ms do Doente

    Catlogo Ajudas Tcnicas

    Habicuidados Alverca

    Artigo:

    O que so doenas crni-

    cas?

    Metade dos portugueses

    sofre de uma doena crni-

    ca

    Programa sade e

    bem-estar

    Gabinete de Interveno Educacional

    Inscries Abertas: Grupo de Interajuda Demncias

    Protocolos e Contatos

    Catlogo

    Ajudas Tcnicas

    Produtos para necessida-

    des especiais com descon-

    tos protocolo.

    Ajudas tcnicas de higiene,

    marcha, conforto etc.

    http://issuu.com/380910/docs/

    cat__logo_de_ajudas_t__cnicas/1

    UM AFETO SEMPRE PRESENTE!

    3

    8

    6

    4

    7

    Campanha Fevereiro - Ms do Doente

    Fevereiro o ms do doente e da doena crnica. A Habicuidados vai propor-

    cionar a todos os clientes 10% de desconto em todas as consultas de especia-

    lidade, materiais de ajudas tcnicas e aluguer de equipamentos e ainda 20%

    na primeira mensalidade de todos os servios de apoio domicilirio de carater

    regular.

    Habicuidados ALVERCA

    A Habicuidados um servio privado de ajuda a pessoas e famlias com o objetivo de garantir a si ou aos seus

    familiares Qualidade de Vida e Bem-Estar no ambiente da sua prpria casa.

    Profissionalismo, Transparncia, Personalizao e Preos Justos so os quatro pilares em que assenta-

    mos a nossa relao com quem nos solicita apoio.

    Disponvel 24 horas por dia, 365 dias por ano, ideal para todos aqueles que desejam permanecer junto da

    sua famlia, usufruindo de cuidados de sade personalizados e apoio nas atividades de vida diria.

    Licena de funcionamento n 8/2014, emitida em 03/02/2014 pelo Instituto da Segurana Social Centro Distrital de Lisboa.

    5

  • De acordo com a OMS, as doenas crnicas so a principal

    causa de morte e incapacidade no mundo. Mas podem ser

    prevenidas.

    Qual o impacto das doenas crnicas no mundo?

    A Organizao Mundial da Sade (OMS) indica que as doen-

    as crnicas de declarao no obrigatria, como as doenas

    cardiovasculares, a diabetes, a obesidade, o cancro e as do-

    enas respiratrias, representam cerca de 59 por cento do

    total de 57 milhes de mortes por ano e 46 por cento do total

    de doenas. Afetam pases desenvolvidos e pases em vias

    de desenvolvimento.

    A expanso das doenas crnicas reflete os processos de

    industrializao, urbanismo, desenvolvimento econmico e

    globalizao alimentar, que acarretam:

    Alterao das dietas alimentares;

    Aumento dos hbitos sedentrios;

    Crescimento do consumo de tabaco.

    Cerca de metade das mortes causadas por doenas crnicas

    est diretamente associada s doenas cardiovasculares.

    Os ataques cardacos e os enfartes do miocrdio matam cer-

    ca de 12 milhes de pessoas por ano. A hipertenso e outras

    doenas cardacas matam, por sua vez, 3,9 milhes de pes-

    soas.

    Cerca de 75 por cento das doenas cardiovasculares so

    atribuveis a Colesterol elevado; Tenso arterial elevada; Die-

    ta pobre em frutas e vegetais; Sedentarismo; e Tabagismo.

    Calcula-se que, em todo o mundo, existam 177 milhes de

    pessoas a sofrer de diabetes, sobretudo de tipo 2. Mais de

    mil milhes de adultos sofrem de excesso de peso e, destes,

    pelo menos 300 milhes so clinicamente obesos.

    Porque que as doenas crnicas tm, a nvel mundial,

    um impacto to grande na sade?

    Porque os hbitos alimentares alteraram-se. As pessoas con-

    somem, hoje em dia, alimentos mais calricos, com elevado

    nvel de acar e/ou gorduras saturadas, e excessivamente

    salgados. A tudo isto junta-se o sedentarismo.

    Testas mudanas esto a ocorrer a um ritmo muito mais rpido

    nos pases em vias de desenvolvimento, articulando-se de

    forma muito perigosa com outra calamidade: as doenas infeci-

    osas.

    Quais so os fatores de risco?

    Apesar de muito diferentes entre si, as doenas crnicas apre-

    sentam fatores de risco comuns. So poucos e podem ser pre-

    venidos:

    Colesterol elevado;

    Tenso arterial elevada;

    Obesidade;

    Tabagismo;

    Consumo de lcool.

    Como reduzir os riscos de ocorrncia de doenas crni-

    cas?

    Atravs da alterao do seu estilo de vida poder, em pouco

    tempo, reduzir o risco de desenvolver uma doena crnica.

    a) Alterando a dieta alimentar privilegiar frutas, vegetais,

    frutos secos e cereais integrais; substituir as gorduras

    animais saturadas por gorduras vegetais insaturadas;

    reduzir as doses de alimentos salgados e doces;

    b) Iniciando a prtica de exerccio fsico dirio;

    c) Mantendo um peso normal IMC entre 18,5 e 24,9.

    d) Eliminando o consumo de tabaco.

    J est comprovado que as intervenes comportamentais

    sustentadas so eficazes na reduo dos fatores de risco para

    a populao.

    Fonte: http://www.portaldasaude.pt

    VOLTAR

    O QUE SO AS DOENAS CRNICAS?

  • 5

    Quase trs milhes de portugueses sofrem de pelo menos du-

    as doenas crnicas.

    Metade da populao portuguesa sofre de uma doena crni-

    ca. Um tipo de patologias que cresce cerca de 2,5 por cento ao

    ano no grupo dos idosos e representa cerca de 60 a 80 por

    cento das despesas em sade, de acordo com especialistas.

    O Inqurito Nacional de Sade 2005/2006 refere que 5,2 mi-

    lhes de portugueses (54 por cento da populao) sofrem de,

    pelo menos, uma doena crnica, mas h cerca de 2,6 milhes

    (29 por cento) que sofrem de duas ou mais e cerca de trs por

    cento da populao sofrem de cinco ou mais doenas crnicas,

    disse agncia Lusa o coordenador do NEDAI, Lus Campos.

    So doenas que esto a crescer em todo o mundo ocidental

    com o aumento da esperana de vida, mas tambm devido aos

    comportamentos e ao aumento dos fatores de risco, como a

    obesidade e o tabaco, adiantou Lus Campos.

    O ritmo de crescimento destas doenas bastante acentua-

    do: cerca de um por cento ao ano na populao em geral e

    cerca de 2,5 por cento nos idosos, referiu.

    Portugal no tem bons estudos epidemiolgicos. Existe o

    Inqurito Nacional de Sade e o estudo feitos pelas socieda-

    des, que, em regra, calculam para o dobro as estimativas do

    Instituto Nacional de Estatstica porque incluem tambm os

    doentes no diagnosticados.

    Em termos de doena crnica, a crie dentria a mais preva-

    lecente, atingindo 54 por cento da populao, seguindo-se a

    hipertenso arterial (42 por cento), a dor crnica (31 por cento),

    as perturbaes mentais (23 por cento) e a rinite alrgica, que

    atinge 20,5 por cento da populao, adianta Lus Campos, ci-

    tando vrios estudos. Muitos destes doentes so tratados nos

    servios de urgncia. Esto a ser tratados de uma forma reati-

    va, baseada nos episdios agudos, referiu.

    Fonte: http://www.tvi24.iol.pt/sociedade

    VOLTAR

    TENHO UM FAMILIAR COM DEMNCIA.

    E AGORA?

    Ter um familiar ou amigo com doena demencial, uma

    situao complicada a vrios nveis e que pode surgir na

    vida de qualquer pessoa a qualquer altura.

    Se por um lado, uma enorme mudana na rotina individu-

    al e familiar, h questes prticas que ocupam muito tempo

    e que tm de ser pensadas e resolvidas. Simultaneamente

    os medos surgem, as dvidas instalam-se e a angstia

    cresce.

    O Grupo de interajuda Demncias agora criado pela Habi-

    cuidados Alverca pretende apaziguar e promover soluo

    para estas e muitas outras questes.

    assim direcionado a todas as pessoas cujos familiares

    padeam de algum tipo de demncia, doena crnica ou

    que tenham sofrido algum tipo de acidente incapacitante.

    Pretende-se promover e desenvolver recursos, informao,

    competncias para lidar com dificuldades existenciais, tanto

    atravs do crescimento individual quer pela fora coletiva.

    Tem como funo o suporte emocional, atravs da promo-

    o de entreajuda, estratgias de coping e mudana indivi-

    dual; a funo educacional, na medida em que promove

    a compreenso da problemtica e disseminao da infor-

    mao sobre a mesma (a demncia, as doenas crnicas,

    o AVC, etc.), e por fim, uma ao social e aconselhamento

    nas questes prticas relacionadas com o ato de cuidar.

    Dra Patrcia Cmara Pestana, Psicologa Clnica

    Dra Ana Bacalhau, Psicologa Clnica

    Instituto Ser Diferente - Promoo da Sade Mental e Inter-

    veno Psicossocial

    Aguardamos por vs ento s 5as feiras pelas 10h00, para

    que durante 1h30, possamos debater todas as questes

    referidas.

    Podem fazer a pr-inscrio na Habicuidados Alverca ou

    pelo 211 955 668 e alverca@habicuidados.pt .

    Veja mais informao em:

    http://habicuidadosalverca.wix.com/interajudademencias

    SABIA QUE METADE DOS PORTUGUESES TEM UMA DOENA CRNICA

  • 6

    Programa

    Sade e Bem Estar

    A Habicuidados tem sua

    disposio servios de sade

    e bem-estar em diversas

    especialidades clnicas e

    teraputicas para adultos e

    crianas.

    Nutrio: Diagnstico Nutricio-

    nal Plano Nutricional Elabo-

    rao de Menus e respetivas

    Fichas Tcnicas