INTEGRACAO 01052010

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INTEGRACAO 01052010

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  • (54)3385-2925 SBADO, 1 DE MAIO DE 2010E-mail: jin tegra@gmail. com

    Ano VIEdi oEdioEdi oEdioEdio

    33 233233 2332332R$ 2,50

    30 Anos

    Festa de maio ser amanh no TenarioHoje, dia 1/05,acontece o lt imo dia da

    Novena que antecede aFesta de Maio. Os partici-pantes sairo do Quartei-ro 9, na Rua ClementeMnica, 601. O tema dodia Jesus e Maria noslevam caridade, e serce l ebr ado pe losnovene i ros R obe rto eMirian Visoto, e Jair eAdriana Vargas. Part icipa-ro da caminhada a Comu-nidade de Linha So Joo,o Encontro de Casais comCris to (ECC), rel igiosas , aEscola Dionsio Lothrio

    Comunidade taperense comparece s celebraes

    Chassot e o Apostoladoda Orao.

    J no domingo ocorre aFesta de Maio, promovidapela Parquia Nossa Se-nhora do R os rio daPompia, de Tapera. A fes-tividade ser no Tenarioe ter na programao au-rora fest iva (6h), procis-so com padroeiros dascomunidades (10h) segui-da de mi ssa fes tiva comB n o da Sa de. Aomeio-dia ser servido al-moo de confraternizaoe a Banda Cont inental ani-ma reunio danante tar-de a parti r das 15h.

    O Estado do Rio Grande do Sul passoupor um momento de estiagem e altas tempe-raturas. Em Tapera no eram registradas chu-vas significativas a cerca de 35 dias. Mas,entre os dias 19 e 26/04, a chuva voltou emgrande volume. Segundo a Defesa Civil domunicpio, foram registrados cerca de 198 mmnesse perodo.

    Conforme o agrnomo Gustavo Comin,da Comercial Bortolan, a estiagem afetou asculturas de ciclos mais longos, pois essasenfrentaram dificuldades no enchimento dogro, o que resultou em prejuzos para osagricultores. Apesar disso, a finalizao dacolheita das culturas de vero foi favorecida

    Tapera registra alto volume de chuva

    Chuva acaba com a estiagem de 35 dias

    pelo tempo seco, com destaque para a soja,que foi ceifada em tempo integral.

    Gustavo afirmou ainda que as chuvasdas ltimas semanas trouxeram inmerosbenefcios para a agricultura, permitindo queos produtores efetuassem o plantio das re-as de pastagens e das culturas de coberturade solo, como aveia, milho e nabo. Almdisso, a precipitao favoreceu a vazo degua nos rios.

    Apreviso para os prximos dias, segun-do a empresa de meteorologia Tempo Agora,de tempo estvel com pequena possibilida-de de chuva segunda-feira e no restante dasemana predomnio de sol.

  • 2 Sbado, 1 de Maio de 2010OPINIOCOLUNA ESPRITA

    Sobre o vcio do cigarro, as consequncias deseu uso, so divididas em trs etapas.

    A primeira durante o uso na presente vidaque afeta o sistema respiratrio, provocandobronquite, enfisema, cncer pulmonar, laringite,tuberculose, tosse e rouquido. Ataca o sistemadigestivo, dificu ltando o apetite e digesto, almde provocar lcera gastroduodenal, aumenta aconcentrao do cido rico, instalando a cha-mada gota. O sistema circulatrio sofre com oaparecimento de var izes, fleb ite, isquemia, lce-ras varicosas, palpitao, trombose, aceleraode doenas coronrias e cardiovasculares.

    A segunda etapa aps o desencarne (morte),quando, no Plano Espiritual, o viciado recebidocomo suicida, comprometido e endividado pe-rante a Justia Divina pelo descuido com o seucorpo fsico, tendo antecipado o retorno Espiritualidade devido aos males do vcio.

    A terceira etapa a prxima reencarnao.Com o uso do cigarro, o corpo espir itual ficalesado e impregnado dos txicos, que levar paraa prxima vida, tanto na rea do desejo, comoalgumas doenas que tiveram origem em razo douso do tabaco. Esta uma das respostas dealgumas pessoas trazerem desde o nascimento omal de certas doenas , que no tiveram or igemnesta encarnao. Vale comear a luta pela liber-tao do mal, ainda nesta vida e quanto antesmelhor.

    Soc iedade Esp rita Raios de Luz

    .Fumante versus o vcio>>>

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    O Jornal Integrao das Cidades est regist rado no Cartrio de Regis tro Civil das PessoasJurdicas de Tapera sob o n 4293, Livro A-2, FL. 089. A empresa J. L. Public idades Ltda. detentora dasmarcas Jornal da Integrao e Jornal Cidades, fundados em 07/12/1979 e 15/10/1999, respect ivamente.

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    Circulao semanal aos sbados em Tapera, Selbach, Lagoa dos Trs Cantos, Vic tor Graeff eColorado. Os cadernos Soci al e Class ificados c irculam tambm em Ibirub, Quinze de Novembro eFortal eza dos Valos.

    Diagram ao: Maiara A. da Silva - maimaisilva@yahoo.com.br

    Impresso: Cia de Arte - Iju/RS. Tiragem: 2000 exemplaresRepresentante em P orto Alegre: Pereira de Souza & Cia. Ltda.E xempl ar avulso: R$ 2,50 - Exemplar de arquivo: R$ 2,50A ssinatura Anual: R$ 95,00

    Jornal fil iado Adjori

    Conceitos assinados no traduzem a opini o do jornal e so responsabilidade de seus autores.

    Diretor responsvel : Gustavo Brenner

    Marx revisitado e se transforma no orculo de novos economistas

    Memria VivaFoto cedida por Flvio Heck

    Banda taperense dos anos 80: Nestor Cornellius (in memoriam), Nelson Cornellius,Flvio Heck, Elmar Finger, Srgio Santos (in memoriam), Astor Cornellius (in memoriam)e Gilson Pttow (Dudi)

    Um dos escritores mais vendidos naEuropa nes tes ltimos meses, Karl

    Marx deixou de ser o filsofoinspirador de lderes comunistas

    como Lenin e Stalin para se trans-formar em uma espcie de orculopara economistas que buscam umaexplicao plausvel para a cr isedos subprimes, iniciada nos EUA,

    que devasta mercados e impeperdas devastadoras para popula-

    es inteiras, a exemplo do queocorre agora com a Grcia.

    Alm de buscar as causas dodeclnio econmico das grandes na-es capitalist as do mundo, provoca-do por uma onda de ganncia semprecedentes , o aumento significativonas vendas dos escritos de Marx sig-nifica, para alguns anali stas, umareleitura do comunismo como soluopara os descaminhos da economiaglobalizada.

    Parte-se do princpio que, paraMarx, no a conscincia do homemque determina o seu ser, mas, pelocontrrio, o seu ser social que deter-mina a sua conscincia. O ser socialdo homem est ligado a sua existncia,aos modos de produo a que estsubmetido e so os modos pelos quaisos homens produzem os bens materi-ais necessrios vida humana que soos geradores das grandes mudanashistricas.

    Os homens sempre se organizarampara produzir bens. Os primitivos eram

    nmades, extraiam da natureza os mei-os para sua sobrevivncia e quando acaa, os frutos, as razes acabavameles se transferiam para outra rea.Enquanto o homem saa para caar ecolher, a mulher permanecia em casa.Foram elas que observaram que asplantas nasciam das sementes joga-das: era o incio da agricultura e o fimda vida nmade.

    Mas, para cultivar o solo e criar ogado, o homem precisou tomar possede um determinado territrio: era o fimdo comunismo e o comeo da propri-edade privada. Mesmo sendo, nas so-ciedades primitivas, a propriedade dosmeios de produo comum e no exis-tindo ainda o dinheiro foi nesse per-odo que comeou a propriedade pri-vada que junto com o desenvolvimen-to da agricultura propiciou o acmulodo que era produzido por algumas fa-mlias que detinham a propriedade,quem no tinha propriedade nem mei-os de produo trabalhava: era o co-meo da luta de classes e o fim da pazna terra.

    Quando o esforo de produo jtinha condies de gerar excedentes,surgiu a escravido. Agora uma mino-ria detm os meios de produo e, porconsequncia, dona da fora de tra-balho e do produto do trabalho. Acondio natural do homem no aescravido, ento logo surgem tam-bm as revoltas. Para proteger os pro-prietrios das revoltas dos escravossurgiu o Estado.

    Quando Igreja Catlica e Estado seunem surgem os servos . A Igreja pre-gava a obedincia dos servos aos se-

    nhores e o respeito autoridade realque provinha de Deus.

    Os donos das terras detinham opoder econmico e poltico, faziam asleis , o Estado cumprindo o seu papel:defender os detentores dos meios deproduo. Aos servos que no eramescravos, restava trabalhar nas terrasdo senhor tendo alguns dias para tra-balhar para si, no podendo abando-nar o feudo em que nascera.

    A partir do sculo XIV comea a seconstituir o capitalismo. A situao doescravo que se tornou servo que agora assalariado, segundo Marx, melhor,mas longe do que se pode chamar deliberdade. O modo de produo capita-lista tem por finalidade obter lucro eaumentar o capital. A riqueza do pro-prietrio advm no da venda do pro-duto, mas da mais-valia que a diferen-a entre o que o operrio produz e oque lhe pago por essa produo.

    A distribuio de consumo desi-gual devido aos homens ocuparempostos ou lugares no mundo do traba-lho responsvel pelo aparecimentodas classes sociais.

    Para Marx, a base real da igualda-de e da li berdade o processo do valorde troca. Toda mercadoria deve serlevada ao mercado para ser trocada. Epara que essa mercadoria possa sertrocada necessrio uma relao entrepropriet rios que, de livre e espont-nea vontade (liberdade) e em condi-es de igualdade, efetuem a troca.Esta uma relao de compra e vendaentre o proprietrio do meio de produ-o e o trabalhador, proprietrio dafora de trabalho. A celebrao de umcontrato pressupe capacidade jurdi-ca, liberdade e igualdade.

    O assalariado tem uma iluso deliberdade e igualdade quando ass ina ocontrato de trabalho. Ele no tem aliberdade de vender ou no sua forade trabalho, ou vende por quanto oproprietrio deseja pagar ou morre defome. O contrato no lhe permite deci-dir sobre o que vai produzir e em quecondies, no escolhe o horrio, oritmo de trabalho, no decido sobresalrio, no projeta o que vai ser feito comandado de fora, por foras