ISO 6579 TC

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    18-Dec-2014

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<p>Padro Internacional ISO 6579 4. Edio (15/07/2002)</p> <p>Microbiologia de Alimentos para consumo humano e de animais Mtodo Horizontal para deteco de Salmonella spp.</p> <p>Nmero de referncia: ISO 6579:2002 (E)</p> <p>ContedoPrefcio................................................................................................................3 Introduo............................................................................................................4 1 Escopo..............................................................................................................5 2 Referncias Normativas....................................................................................5 3 Termos e Definies.........................................................................................6 4 Princpios..........................................................................................................6 4.1 Geral .............................................................................................................6 4.2 Pr-enriquecimento em meio lquido no seletivo ........................................7 4.3 Enriquecimento em meio lquido seletivo .....................................................7 4.4 Plaqueamento e identificao .......................................................................7 4.5 Confirmao da identidade ...........................................................................7 5 Meios de cultura, reagentes e soros ...............................................................8 5.1 Geral .............................................................................................................8 5.2 Meios de cultura e reagentes ........................................................................8 5.3 Soros .............................................................................................................9 6 Equipamentos e vidraria ..................................................................................9 7 Amostragem .....................................................................................................10 8 Preparao das amostras de teste ..................................................................10 9 Procedimento (Veja diagrama no Anexo A) .....................................................11 9.1 Parte do teste e suspenso inicial ................................................................11 9.2 Pr-enriquecimento no seletivo ..................................................................12 9.3 Enriquecimento seletivo.................................................................................12 9.4 Plaqueamento e identificao........................................................................12 9.5 Confirmao...................................................................................................13 10 Expresso de resultados.................................................................................19 11 Reporte do teste..............................................................................................19 12 Garantia da Qualidade.....................................................................................19 Anexo A (normativa) Diagrama de Procedimento ................................................20 Anexo B (normativa) Composio e preparao de meios de cultura e reagentes... ...............................................................................................................................21 Anexo C (informativo) Resultados de ensaios interlaboratoriais ..........................34 Bibliografia ............................................................................................................39</p> <p>2</p> <p>Prefcio</p> <p>ISO (a Organizao Internacional para Padronizao) uma federao mundial de rgos nacionais de padronizao (organismos membros da ISO). O trabalho de elaborao das Normas Internacionais geralmente realizado atravs de comits tcnicos da ISO. Cada organismo membro interessado em um assunto para o qual um comit tcnico foi estabelecido tem o direito de ser representado no comit. Organizaes internacionais, governamentais e nogovernamentais, em ligao com a ISO, tambm tomam parte do trabalho. A ISO colabora estreitamente com a Comisso Eletrotcnica Internacional (CEI IEC) em todos os assuntos de normalizao eletrotcnica. Normas Internacionais so elaboradas de acordo com as regras estabelecidas nas diretivas ISO / IEC, Parte 3. A principal tarefa de comits tcnicos preparar Padres Internacionais. Os projetos de Padres Internacionais aprovados pelos comits tcnicos so distribudos aos organismos membros para votao. A publicao como Padro Internacional exige aprovao de pelo menos 75% dos organismos membros com direito a voto. Ateno para a possibilidade de que alguns dos elementos do presente Padro Internacional pode ser objeto de direitos de patente. A ISO no deve ser considerada responsvel pela identificao de quaisquer direitos de patente. A ISO 6579 foi preparada pelo Comit Tcnico ISO/TC 34, Produtos Alimentcios, Subcomit SC 9, Microbiologia. Esta quarta edio cancela e substitui a terceira edio (ISO 6579: 1993), que foi tecnicamente revisada. Os anexos A e B formam a parte normativa deste Padro Internacional. O anexo C somente para informao.</p> <p>3</p> <p>Introduo</p> <p>Por causa da grande variedade de alimentos para consumo humano e animal, este mtodo horizontal pode no ser apropriado em cada detalhe para determinados produtos. Neste caso, mtodos diferentes, que sejam especficos para estes produtos, podem ser utilizados se absolutamente necessrio por questes tcnicas justificadas. No entanto, toda ateno deve ser dada para aplicar este mtodo horizontal, tanto quanto possvel. Quando esta Norma Internacional estiver prximo de ser revisada, sero levadas em considerao todas as informaes ento disponveis, considerando a extenso em que este mtodo horizontal tem sido seguido e as razes para desvios deste mtodo em caso de produtos distintos. A harmonizao dos mtodos de ensaios no pode ser imediata, e para certos grupos de produtos, Padres Internacionais e/ou padres nacionais podem j existir e no estar de acordo com este mtodo horizontal. Espera-se que quando tais normas sejam revisadas elas sero modificadas para estarem em conformidade com este Padro Internacional e que, eventualmente, somente partidas restantes deste mtodo horizontal sejam necessrias para estabelecer o mtodo.</p> <p>4</p> <p>Microbiologia de Alimentos para consumo humano e de animais Mtodo Horizontal para deteco de Salmonella spp.</p> <p>AVISO - A fim de preservar a sade do pessoal de laboratrio, essencial que os testes para a deteco de Salmonella, em especial Salmonella Typhi e Salmonella Paratyphi, s sejam realizados em laboratrios equipados corretamente, sob o controle de um microbiologista qualificado, e que um grande cuidado seja tomado na eliminao de todos os materiais incubados.</p> <p>1 Escopo Este Padro Internacional especifica um mtodo horizontal para a deteco de Salmonella, incluindo Salmonella Typhi e Salmonella Paratyphi. Sujeito s limitaes discutidas na Introduo, esta Norma aplicvel a: - produtos destinados ao consumo humano e alimentao de animais - amostras ambientais na rea de produo de alimentos e manipulao de alimentos</p> <p>AVISO O mtodo pode no recuperar todas as cepas de Salmonella Typhi e Paratyphi.</p> <p>2 Referncias Normativas Os seguintes documentos normativos contm disposies que, ao serem citadas neste texto, constituem prescries para este Padro Internacional. Para referncias datadas, as emendas subseqentes ou revises de qualquer uma destas publicaes no se aplicam. No entanto, as partes em acordos baseados no presente Padro Internacional so encorajadas a investigar a possibilidade de aplicarem as edies mais recentes dos documentos normativos indicados abaixo. Para referncias no datadas, a ltima edio do documento normativo referido se aplica. Os membros da ISO e IEC mantm registos de Padres Internacionais atualmente vlidos. ISO 6887-1, Microbiologia de alimentos para consumo humano e animal Preparao de amostras de teste, suspenso inicial e diluies decimais para anlise microbiolgica - Parte 1: Regras gerais para a elaborao da suspenso inicial e das diluies decimais.5</p> <p>ISO 7218:1996, Microbiologia de alimentos para consumo humano e animal Regras Gerais para anlises microbiolgicas. ISO 8261, Leite e produtos lcteos Guia geral para a preparao de amostras de teste, suspenses iniciais e diluies decimais para anlise microbiolgica</p> <p>3 Termos e Definies</p> <p>Para as propostas deste Padro Internacional, os seguintes termos e definies se aplicam.</p> <p>3.1 Salmonella microorganismos que formam colnias tpicas ou menos tpicas em meios slidos seletivos e que exibem as caractersticas bioqumicas e sorolgicas descritas quando os testes so realizados em conformidade com o presente Padro Internacional. 3.2 Deteco de Salmonella determinao da presena ou ausncia de Salmonella (3.1), em uma massa ou volume particular do produto, quando testes so realizados em conformidade com este Padro Internacional.</p> <p>4 Princpios</p> <p>4.1 Gerais A deteco de Salmonella necessita de quatro estgios sucessivos (veja tambm Anexo A). NOTA A Salmonella pode estar presente em pequenos nmeros de colnias e so frequentemente acompanhadas por nmeros consideravelmente maiores de outros micro organismos da famlia Enterobacteriaceae ou outras famlias. Alm disso, o pr-enriquecimento necessrio para permitir a deteco de baixos nmeros de Salmonella ou clulas injuriadas de Salmonella.6</p> <p>4.2 Pr-enriquecimento em meio lquido no seletivo A amostra teste inoculada a temperatura ambiente em gua peptonada tamponada e, ento, incubada a 37C 1 C por 18h 2h. Para certos alimentos, o uso de outros procedimentos de pr-enriquecimentos necessrio. Veja 9.1.2. Para grandes quantidades, a gua peptonada tamponada deve ser aquecida a 37 C 1 C antes da inoculao com a amostra teste.</p> <p>4.3 Enriquecimento em meio lquido seletivo O meio Rappaport-Vassiliadis com soja (caldo RVS) e caldo Muller-Kauddmann tetrationato/novobiocina (caldo MKTTn) so inoculados com a cultura obtida em 4.2. O caldo RVS incubado a 41,5C 1 C por 24h 3h e o caldo MKTTn a 37 C 1 C por 24 h 3 h.</p> <p>4.4 Plaqueamento e identificao Para as culturas obtidas em 4.3, dois meios slidos seletivos so inoculados: - Agar Xilose Lisina Desoxicolato (gar XLD) - Algum outro meio slido seletivo complementar ao Agar XLD e especialmente apropriado para o isolamento de cepas de Salmonella lactose-positivo e Salmonella Typhi e Salmonella Paratyphi; o laboratrio pode escolher qual meio usar. O Agar XLD incubado a 37 C 1 C e avaliado aps 24 h 3 h. O secundo Agar seletivo incubado de acordo com as recomendaes do fabricante. NOTA Para informao, o Agar Verde Brilhante (AVB), Agar Bismuto Sulfito, etc., podem ser usados como o segundo meio de plaqueamento.</p> <p>4.5 Confirmao de identidade Colnias de Salmonella presuntivas so subcultivadas, ento plaqueadas como descrito em 4.4, e sua identidade confirmada por meio de testes bioqumicos e sorolgicos apropriados.</p> <p>7</p> <p>5 Meios de cultura, reagentes e soro5.1 Geral Para prticas laboratoriais atuais, veja ISO 7218. 5.2 Meios de cultura e reagentes NOTA - Por causa do grande nmero de meios de cultura e reagentes, considerado prefervel, por clareza, dar suas composies e preparaes no Anexo B. 5.2.1 Meios de pr-enriquecimento no seletivo: gua peptonada tamponada Veja B.1. 5.2.2 Primeiro meio de enriquecimento seletivo: meio RappaportVassiliadis com soja (caldo RVS). Veja B.2. 5.2.3 Secundo meio de enriquecimento seletivo: caldo Muller-Kauffman tetrationato novobiocina (caldo MKTTn) Veja B.3. 5.2.4 Meio slido seletivo de plaqueamento 5.2.4.1 Primeiro meio: Agar Xilose Lisina Desoxicolato (Agar XLD) Veja B.4. 5.2.4.2 Segundo meio A escolha do segundo meio apropriado deixada ao critrio do laboratrio de teste. As instrues do fabricante devem ser precisamente seguidas considerando seu preparo para uso. 5.2.5 Agar nutriente Veja B.5. 5.2.6 Agar Acar /ferro triplo (Agar TSI) Veja B.6 5.2.7 Agar Uria (Christensen) Veja B.7.</p> <p>8</p> <p>5.2.8 Meio Descarboxilao L-Lisina Veja B.8 5.2.9 Reagente para deteco de -galactosidase (ou preparados de discos de papel utilizados conforme as instrues do fabricante. Veja B.9 5.2.10 Reagentes para reao Voges-Proskauer (VP) Veja B.10 5.2.11Reagentes para reao Indol Veja B.11 5.2.12 Agar nutriente semi-slido Veja B.12 5.2.13 Soluo salina fisiolgica Veja B.13</p> <p>5.3 Soros Vrios tipos de soros aglutinantes contendo anticorpos para um ou vrios Antgenos-O esto disponveis comercialmente; isto , anti-soros contendo um ou mais grupos "O" (chamado soro monovalente ou polivalente anti-O), soro anti-Vi e anti-soros contendo anticorpos para um ou vrios fatores H (chamado soro monovalente ou polivalente anti-H). Cada tentativa deve ser feita para garantir que os anti-soros utilizados so adequados para fornecer para a deteco de todos os sorotipos de Salmonella. Assistncia para este objetivo pode ser obtido utilizando apenas os anti-soros preparados por um fornecedor reconhecido como competente (por exemplo, por uma agncia governamental apropriada).</p> <p>6 Equipamentos e VidrariasAparelho descartvel uma alternativa aceitvel para vidrarias reutilizveis, se ele tem as especificaes adequadas. Equipamentos usuais de laboratrio de microbiologia (ver ISO 7218) e, em particular, o seguinte</p> <p>9</p> <p>6.1 Equipamento para esterilizao a seco (estufa) ou esterilizao mida (autoclave) Veja ISO 7218. 6.2 Cabine de secagem ou estufa, ventilado por conveco, capaz de operar entre 37 C e 55 C. 6.3 Incubadora, capaz de operar a 37 C 1 C 6.4 Banho de gua (Banho Maria), capaz de operar a 41,5C 1C, ou incubadora, capaz de operar a 41,5 C 1 C 6.5 Banho de gua (Banho Maria), capaz de operar a 44C a 47C 6.6 Banho de gua (Banho Maria), capaz de operar a 37C 1 C recomendado usar um banho de gua (6.4, 6.5 e 6.6) contendo um agente antibacteriano por causa da baixa dose infecciosa de Salmonella. 6.7 Alas estreis, de aproximadamente 3 mm de dimetro ou 10 l ou pipetas estreis. 6.8 pHmetro tendo uma preciso de calibrao de 0,1 unidade de pH de 20C a 25 C 6.9 Tubos de ensaio ou frascos de capacidade apropriada Garrafas ou frascos com roscas metlicas no txicas ou de plstico podem ser utilizados 6.10 Pipetas graduadas ou pipetas automticas de capacidade nominal de 10mL e 1mL graduados respectivamente em divises de 0,5mL e 0,1mL. 6.11 Placas de Petri, de tamanho pequeno (dimetro de 90mm a 100mm) e/ou tamanho maior (140mm).</p> <p>7 Amostragem importante que o laboratrio receba uma amostra que verdadeiramente representativa e no tenha sido danificada ou alterada durante o transporte ou armazenamento. A amostragem no parte do mtodo especificado neste Padro Internacional. Veja o Padro Internacional especfico que lida com o produto em questo. Se no h um Padro Internacional especfico, recomendado que as partes interessadas cheguem a um acordo sobre este assunto.</p> <p>10</p> <p>8 Preparao da amostra de testePreparar a amostra de teste de...</p>