Jornal Cáritas março 2013

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    09-Aug-2015

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<ol><li> 1. N unca desesti- me a impor- tancia dos outros. Frequentemente so pensamos na crtica com que os outros nos possam alvejar, esquecendo -nos de que e igual- mente dos outros que recebemos a fora para viver. O auxlio ao pro- ximo e o seu me- lhor investimento. Valorize os ou- tros, a fim de que os outros valorizem voce. Pense nos outros, nao em termos de angelitude ou per- versidade, mas na condiao de seres humanos com ne- cessidades e so- nhos, problemas e lutas semelhantes aos seus. Vida Conjugal Perante os Outros Assim tam- bm vs, cada um em parti- cular, ame a sua prpria mulher como a si mesmo, e a mulher reve- rencie o seu mari- do. - Paulo. (EFSIOS, 5:33.) As tragedias da vida conjugal costu- mam povoar a sen- da comum. Expli- cando o desequil- brio, invoca-se a incompatibilidade dos temperamen- tos, os desencantos da vida ntima ou as excessivas afli- oes domesticas. O marido disputa companhias novas ou entretenimentos prejudiciais, ao passo que, em mui- tos casos, abre-se a tos da amizade real. Busque-se o lado util e santo da tare- fa e que a esperana seja a lampada ace- sa no caminho... Tua esposa man- tem-se em nvel inferior a tua expec- tativa? Lembra-te de que ela e mae de teus filhinhos e serva de tuas neces- sidades. Teu esposo e ignorante e cruel? Nao olvides que ele e o companheiro que Deus te conce- deu ... Emmanuel XAVIER, Francisco Cndido. Vinha de Luz. Pelo Esprito Emmanuel. Cap. 137: Vida Conjugal. Se a solidao vales- se, as Leis de Deus nao fariam o seu nascimento na Terra entre duas criaturas, convertendo voce em terceira pessoa para construir um grupo maior. Andr Luiz do livro Sinal Verde Maro/2013 Edio N 02 GRUPOS DE ESTUDOS O LIVRO DOS ESPRITOS HORRIOS: DOMINGOS: aps a palestra e os passes QUARTAS-FEIRAS: 15:00 INFORMAES NA CASA. PARTICIPE! ESTUDE E CONHEA MELHOR A DOUTRINA ESPRITA! mente feminina ao imperio das tenta- oes, entrando em falso rumo. Semelhante situa- ao, porem, sera sem- pre estra- nhavel nos lares for- mados sobre as escolas da fe, nos crculos do Cristianismo. Os conjuges, com o Cristo, acolhem, acima de tudo, as doces exortaoes da fraternidade. E possvel que os sonhos, muita vez, se desfaam ao toque de provas salvadoras, dentro dos ninhos afetivos, construdos na arvore da fantasia. Muitos homens e mulheres exigem, por tempo vasto, flores celestes so- bre espi- nhos terre- nos, recla- mando dos outros ati- tudes e diretrizes que eles sao, por enquanto, incapazes de ado- tar, e o matrimonio se lhes converte em instituiao detesta- vel. O cristao, contu- do, nao pode igno- rar a transitorieda- de das experiencias humanas. Com Jesus, e im- possvel destruir os divinos fundamen- Rua Luiz Fogliatto, 122 - Centro - Iju/RS Fora da caridade no h salvao - Allan Kardec PARTICIPE TAMBM DO CLUBE DO LIVRO Com apenas R$ 15,00 mensais, voc recebe uma obra valorosa em suas mos, todo ms. Associe-se! Informaes na Casa. .LEIAMAIS!ESPIRITUALIZE-SE! FAA ESSA CARIDADE COM VOC! LIVRO DO MS: Estamos Prontos Pelo Esprito Hammed. Reflexoes sobre o desenvolvimento do esprito atra- ves dos tempos </li><li> 2. Edio N 01 Pgina 2 Em FamliaEm FamliaEm Famlia Aprendam primeiro a exercer piedade para com a sua prpria fam- lia e a recompen- sar seus pais, por- que isto bom e agradvel diante de Deus. Paulo. (1 Epstola a Ti- mteo, 5:4.) A luta em famlia e problema funda- mental da redenao do homem na Terra. Como seremos ben- feitores de cem ou mil pessoas, se ain- da nao aprendemos a servir cinco ou dez criaturas? Esta e indagaao logica que se estende a todos os discpulos sinceros do Cristia- nismo. Bom pregador e mau servidor sao dois ttulos que se nao coadunam. O apostolo acon- selha o exerccio da piedade no centro das atividades do- mesticas, entretan- to, nao alude a pie- dade que chora sem coragem ante os enigmas aflitivos, mas aque- la que conhece as zonas nevralgicas da casa e se esfora por elimina-las, aguardando a deci- sao divina a seu tempo. Conhecemos nu- merosos irmaos que se sentem sozinhos, espiritualmente, entre os que se lhes agregaram ao crcu- lo pessoal, atraves dos laos consangu- neos, entregando-se, por isso, a lamenta- vel desanimo. E imprescindvel, contudo, examinar a transitoriedade das ligaoes corporeas, ponderando que nao existem unioes casu- ais no lar terreno. Preponde- ram a, por enquan- to, as provas salva- doras ou regenerati- vas. Ninguem des- preze, portanto, esse campo sagrado de servio por mais se sinta acabrunha- do na incompreen- sao. Constituiria falta grave esquecer -lhe as infinitas pos- Como seremos benfeitores de cem ou mil pessoas, se ainda no aprendemos a servir cinco ou dez criaturas? sibilidades de traba- lho iluminativo. E impossvel auxi- liar o mundo, quan- do ainda nao conse- guimos ser uteis nem mesmo a uma casa pequena aquela em que a Vontade do Pai nos situou, a ttulo pre- cario. Antes da grande projeao pessoal na obra coletiva, apren- da o discpulo a coo- perar, em favor dos familiares, no dia de hoje, convicto de que semelhante esforo representa realiza- ao essencial. Emmanuel XAVIER, Francisco Cndido. Pelo Espri- to Emmanuel. Po Nosso. Cap. 117: Em Famlia. des de lhes restituir; e ele empresta sob a condiao de que o superfluo, pelo me- nos, caiba aos que carecem do necessa- rio. [...] A um homem que muito haja tra- balhado, e que com o suor de seu rosto acumulou bens, e comum ouvirdes dizer que, quando o dinheiro e ganho, Quer a fortuna vos tenha vindo da vossa famlia, quer a tenhais ganho com o vosso trabalho, ha uma coisa que nao deveis esquecer nunca: e que tudo promana de Deus, tudo retorna a Deus. Nada vos pertence na Terra, nem se- quer o vosso pobre corpo: a morte vos despoja dele, como de todos os bens materiais. Sois de- positarios e nao proprietarios, nao vos iludais. Deus vo- los emprestou, ten- melhor se lhe co- nhece o valor. Nada mais exato. Pois bem! Pratique a caridade, dentro das suas possibilidades, esse homem que declara conhecer todo o valor do di- nheiro, e maior sera o seu merecimento, do que o daquele que, nascido na abundancia, ignora as rudes fadigas do trabalho. Mas, tam- bem, se esse ho- mem, que se recor- da dos seus penares, dos seus esforos, for egosta, impiedo- so para com os po- Minuto Esprita bres, bem mais cul- pado se tornara do que o outro, pois, quanto melhor cada um conhece por si mesmo as dores ocultas da miseria, tanto mais propenso deve sentir-se em alivia-las nos outros. Lacordaire (esprito) KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Captu- lo XVI: No se pode servir a Deus e a Mamon. Desprendi- mento dos Bens Terrenos. Pgina 3 O grupo familiar recorda a terra que produz para ns, segundo a nossa prpria plantao. Obrigao cumprida ser sempre o nosso mais valioso seguro de proteo. XAVIER, Francisco Cndido. Respostas da Vida. Pelo Esprito Andr Luiz. Cap. 28: Melhorar Deveramos nos abster de opinar sobre a vida alheia... No sabemos o que nos espera no passo seguinte. Quase todas as pessoas que ob- servei recriminando os outros caram naquilo que criticavam caram eles mesmos ou caram atravs daqueles a quem devotavam extremado amor. BACELLI, Carlos Antnio. Oraes de Chico Xavier. Vida Alheia. p. 72. Editora LEEP, 2003 INSCREVA-SE no programa NOTA FIS- CAL GACHA, indique nossa ENTI- DADE SOCIAL para ser beneficiada e CONCORRA A PRMIOS! Para maiores informaes acesse: www.notafiscalgaucha.rs.gov.br </li></ol>