Jornal de junho 2014

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    31-Mar-2016

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Caro aluno, encarregado de educao ou professor, o Cruzinhas precisa da colaborao de todos para fazer sentido e justificar a sua existncia. Boas frias! :)

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  • O CruzinhasCentro Escolar de Santa Cruz/Trindade

    AssociAo de PAis e encArregAdos de educAo dA escolA BsicA de sAntA cruz/trindAde - AgruPAmento de escolAs dr. Jlio mArtins - Junho 2014 - nmero 4

    Editorial Doao de livros Escola Bsica de Sta. Cruz Trindade

    Torneio de Futebol

    J diz a cano. Eu gosto do Vero, de passear de prancha na mo, saltar e rir na praia e quem sabe apanhar um escaldo Parou! Parou a msica!! Apanhar um escal-do que no!! As queimaduras do cabo da diverso. Por isso no nos podemos es-quecer de tomar precaues: o bon na ca-bea, para que o juzo no desaparea, no corpo o protetor solar para a pele no esfolar e na alma a boa disposio para podermos apoiar a nossa Seleco!!! Viva Portugal!! No Brasil at final!!! nosso, este Mundial!

    Boas frias!APEEEBSCT

    Educaruma tarefa difcil

    A segunda edio do piquenique do Agru-pamento de Escolas Dr. Jlio Martins decorreu no dia 10 junho, em Sanjurge, no Santurio de Nossa Senhora da Aparecida, excelente e gracio-so espao religioso e de lazer.

    No Dia de Portugal, manh luminosa e soa-lheira, mais uma vez, pais, filhos e amigos cele-braram o convvio e a amizade, ao longo de um magnfico dia que perdurar na memria de todos.

    Neste sentido, a APEEEBSCT agradece Co-misso Fabriqueira da Igreja de Sanjurge por ter consentido o uso das instalaes do Santurio e

    Alojamentos Web: http://host.tugatech.com.pt

    Patrocinador do Jornal Cruzinhas

    Mega piqueniqueAgrupamento de Escolas Dr. Jlio Martins

    A Associao de Pais e Encarregados de Educao da Escola Bsica de Santa Cruz-Trindade, tendo conhecimento das diversas Campanhas de Solidariedade promovidas atravs da Fundao Monte-pio, formalizou um pedido para a recolha

    pela amabilidade com que nos receberam.Bem-haja a todos e at para o ano!

    APEEEBSCT

    Educar uma tarefa maravilhosa, mas difcil.

    Cada criana um ser nico e singular. Enquanto pais, essencial conseguirmos que se tornem crianas mais autnomas e seguras e assumirmos o nosso papel de educadores, perseverantes e firmes.

    Devemos atuar com convico, mas sem-pre com calma, privilegiando o dilogo. Tambm esencial transmitirmos confian-a aos nossos filhos, potenciarmos as suas aptides e incentiv-los a interessarem-se pelas reas em que so mais fracas., salien-tando a importncia do valor e do esforo.

    Devemos ainda potenciar a capacidade da criana para ouvir, para partilhar, para gerar sentimentos de amizade e respeito pelo prximo.

    Por fim, igualmente importante fomen-tarmos a sua capacidade de superao e de esforo, e potenciarmos o seu equilbrio, a sua estabilidade e a sua tranquilidade, atra-vs do estabelecimento de orientaes, nor-mas e limites que lhe ofeream um marco estvel, transmissor de segurana.

    As crianas aprendem por modelos, atra-vs do que veem, do que lhes ensinamos - "lento ensinar por meio de teoria, breve e eficaz por meio de exemplo".

    Joana Barreira

    de livros, junto daquela instituio, a qual acolheu a iniciativa, tendo para o efeito desenvolvido uma campanha a nvel na-cional, dirigida nos seus Balces.

    Com esta campanha, o Montepio reco-lheu e doou a esta associao 185 livros em timo estado de conservao, ade-quados s faixas etrias, em suporte e for-mato apropriado, com qualidade e atuais. Esta oferta foi integrada na doao que a Associao fez no dia da Criana Bi-blioteca da Escola Bsica de Santa Cruz/Trindade.

    A Associao tambm adquiriu 39 li-vros, com verba prpria, para integrarem a doao, que decorreu nas comemora-es do Dia da Criana no polivalente da EBSCT, momento em que a presidente desta Associao Jlia Monteiro, doou simbolicamente um livro a cada delegado de turma do Centro Escolar.

    A APCESCT agradece Flvia dOuro Pa-pelarias a contribuio na oferta dos livros entregues no dia 30/05/2014 ao Centro Es-colar Santa Cruz Trindade.

    Agradecimento

    Este ano, as turmas do 1. ano do Centro Escolar participaram num torneio organiza-do pela Escola do Benfica.

    Parabns a todosos que participaram, es-pecialmente ao 1. B pelo trofu conquistado.

  • Sabias que, antes de 25 abril de 1974, Portugal vivia havia 48 anos numa ditadura!

    E o que uma ditadura? uma forma de governo sem li-berdade.

    Para que percebas melhor, vou comparar aquela poca aos dias que hoje vivemos, com alguns exemplos:

    Naquela altura a escola s era obrigatria at 4. classe e era muito complicado poder continuar a estudar, por isso s alguns o faziam;

    Os professores podiam dar castigos muitos severos aos seus alunos;

    Havia escolas de rapazes e de raparigas, no havia turmas mistas;

    Os homens eram obrigados a ir quatros anos para a tro-pa, dois dos quais na Guerra do Ultramar (guerra nas colnias africanas);

    Existia muita pobreza e injustias, todos estavam descon-tentes, no podendo publicamente diz-lo, pois quem o fizesse era preso;

    Nesses tempos s existia um partido poltico, o que apoia-va o Governo, e apesar de haver eleies, estas no eram livres, j que s se podia votar no partido do Governo. As mulheres s podiam votar se tivessem concludo o ensino secundrio, o que raramente acontecia;

    As mulheres necessitavam de autorizao escrita do mari-do para, por exemplo, viajar sozinhas para o estrangeiro ou ter um negcio prprio;

    Cada empresa pagava o que queria aos seus trabalhadores, no havendo salrio mnimo;

    A Censura, conhecida como o lpis azul, que escolhia o que as pessoas liam, viam e ouviam nos jornais, na televiso, no teatro, nas msicas, etc.

    Os estudantes manifestavam-se querendo que as condies de acesso ao ensino fossem iguais para todos, que houvesse li-berdade de expresso e que fosse posto fim s guerras travadas com as agora ex-colnias.

    Ora os militares, cansados da guerra e da falta de liberdade, criaram o Movimento das Foras Armadas, conhecido como

    o Movimento dos Capites. O ma-jor Otelo Saraiva de Carvalho fez o plano militar e, na madrugada de 25 abril, a opera-o Fim- Regime tomou conta dos pontos mais importantes da cidade de Lisboa.

    Foi assim: no dia 24 abril s 5 para as 11 da noite, passou na rdio a cano "E Depois do Adeus", de Paulo de Car-valho, a primeira senha para o incio das operaes do MFA e, meia-noite e vinte, foi pas-sada na rdio a segunda senha "Grndola Vila Morena", de Zeca Afonso, por isso ainda hoje essas msicas represen-tam tanto para todos os Por-tugueses.

    Tendo escutado as senhas, uma coluna militar de tan-ques, comandada pelo Ca-pito Salgueiro Maia sai da Escola Prtica de Cavalaria, em Santarm, em direo a Lisboa, onde tomou posio junto aos ministrios do go-verno da altura e depois cer-cou o Quartel do Carmo onde se tinha refugiado o chefe do Governo, Marcelo Caetano. Rapidamente, o golpe de es-tado militar foi bem recebido

    pela populao portuguesa, que veio para as ruas sem medo.

    Diz-se que foi a Revoluo dos Cravos, porque a poltica do nosso Pas alterou-se sem a violncia que se praticou em outras revolues, manchadas pela destruio e pela morte. O povo feliz ofereceu cravos vermelhos aos militares que os puseram nos canos das ar-mas.

    VIVA O 25 ABRIL!

    Os dias esto mais claros,As andorinhas cruzam os ares,Ouvem-se os pssaros cantar,Alegremo-nos, a Primavera est a chegar.

    Vem depressa PrimaveraAlegrar a naturezaTrs o sol, traz as floresE tudo ser beleza.

    Nos dias primaverisOs idosos vo prs jardinsE sentam-se a recordarAndam crianas em grupos,A correr e a saltar.

    Pssaros brincam em bandosE pares vo ali namorarTrocam juras de eterno amorE do beijinhos para selar.

    Tudo nos fala d amorAproveitemos a PrimaveraPra amar, passear e sorrir,Pois s daqui a um ano que ela torna a vir.

    J o nosso povo canta: Primavera, que to linda sTu que escutas os meus muitos ais.A Primavera vai e volta a virA mocidade vai e no volta mais.

    O 25 de abril...

    A Primavera

    O Zequinha era um menino que gostava de jogar futebol e to-dos os meninos da turma dele esperavam que ele chegasse com a bola para o jogo comear.

    Era uma equipa, mas ningum queria ir baliza, todos que-riam marcar golos como o Cristiano. S o Zequinha dizia Eu vou! Fico na baliza!.

    E comeava o jogo, e o Zequinha ria, voava, caia de lado, caia de frente, caia com pernas para o ar e danava com a bola na mo. Todos os meninos e meninas que viam o Zequinha e a sua alegria na baliza a defender, gritavam Viva o Zequinha ,o Guar-da-redes!!

    Zquinha, o guarda-redes

  • A Mascote do Mundial de Futebol 2014 do Brasil Chama-se Fuleco, este nome foi criado pela unio das pala-vras "futebol" e "ecologia". O Fuleco um animal mascote do pas do fute-bol que precisa do carinho de todos!

    Para colorir

    Copo, copo, jericopo,Jericopo, copo c;Quem no disser trs vezesCopo, copo, jericopo,Jericopo, copo c,Por este copo no beber!

    Lengalenga

    Sopa de letrasDescobre na "sopa de letras" as seguintes palavras:- livro - lombada - narrador- autor - ttulo - pgina- histria - editora - ilustrador- capa - obra

    A MENINA QUE EST NO MEIO

    Faz-se uma roda com as mos dadas, ficando uma pessoa no centro. A roda anda em volta do seu centro cantando:

    "A menina que est no meiotem uma trana dourada,tem um avental bonitoe a saia remendada."

    A pessoa do meio escolhe uma da roda, danando ao p-coxinho e com o seu brao direito dado ao brao esquerdo da colega. Todos cantam, batendo palmas:

    "Ora bate chula,com a perna torta,a danar o virasalta mariota."

    Trocam de braos e continuam a danar, en-quanto os restantes batem palmas cantando:

    "L vai o S. Pedro, com a perna fina,vai danar o virasalta Catarina."

    A pessoa que foi escolhida fica agora no meio, iniciando de novo a dana de roda.

    Colocam-se as pessoas em fila, com cinco a doze elementos. As pessoas dispem-se de form