Jornal junho

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    24-May-2015

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<ul><li> 1. http://paroquiamodelo.blogspot.com Parquia Nossa Senhora Aparecida Informativo Paroquial Ano 2 - Edio 06 - Junho 2012Santos amigos de Deus MovimentosSaiba mais sobre o Apostolado daoraoPag. 5 Dirio dePeregrinaoSaiba tudo sobre a jornada do Pe.Rodrigo.Pag. 8 JMJ 2013A campanha de hospedagem do JMJteve algumas alteraes, conhea-as Pag. 10</li></ul><p> 2. 2 http://paroquiamodelo.blogspot.com EditorialSua Santidade Chamar Deus de Pai um soal, que quis nos fazer partcipes da plenitude da vida, que nunca nos dom inestimvel abandona. Na orao, no somente nos dirigimos a Deus, mas entramos Cidade do Vaticano Como numa relao recproca com Ele. toda quarta-feira, o Papa Bento XVI Uma relao em que nunca estamos acolheu fiis e peregrinos de vriasss: Cristo nos acompanha pessoal- partes do mundo para a Audinciamente, e tambm a comunidade cris- Geral na Praa S. Pedro.t, com toda a diversidade e a riqueza No mbito das catequeses movidos pelo Esprito, com Cristo e em dos seus carismas, como famlia dosCristo, e sempre em unio com toda a sobre a orao, o Papa ressaltou um filhos de Deus. aspecto que o prprio Jesus nos en-Igreja. De fato, desde o princpio, Ela as- No final da catequese, o Papa se di- sumiu esta invocao, de modo particular sinou, ao chamar Deus de Abb, Pai, rigiu aos fiis e grupos presentes nana orao do Pai-Nosso. Quando reza- com a simplicidade, o respeito, a con-Praa em vrias lnguas, entre asmos ao Pai, nunca estamos sozinhos. fiana e o afeto de um filho por seus quais o portugus: a Igreja que sustm a nossa invocao, pais. Queridos irmos e irms, o Esprito Santo porque a nossa invocao invocao A Igreja acolheu esta invocao, quenos ensina a tratar Deus, na orao, com da Igreja. Queridos peregrinos de lngua ns repetimos no Pai-nosso, que o os termos afetuosos de Abb, Pai!, portuguesa: sede bem-vindos! Sado de Esprito Santo nos inspira no nosso como fez Jesus. So Paulo, tanto na cartamodo particular os brasileiros do Rio deEstamos no meio do ano, corao. Poder chamar Deus de Pai aos Glatas como na carta aos Romanos, Janeiro, do Rio Grande de Sul, bem comoj percorremos a metade do nosso um dom inestimvel, disse o Pontfice. afirma que o Esprito que clama em ns as Irms Franciscanas de So Jos. Comcaminhar, e entrando no inverno, Abb, Pai!, fazendo-nos sentir numaa proximidade da solenidade de Pente- Ele no somente o Criador de nos- relao de profunda confiana com Deus,costes, procurai, a exemplo de Nossasomos aquecidos pelas fogueirassos dias, mas quem conhece cadaSenhora, estar abertos ao do Es- como a de uma criana com seu pai. Hojedas inmeras festas juninas e en-um de ns pelo nome, que cuidamuitos no se do conta da grandeza eprito Santo na vossa orao, de tal modovolvidos pela alegria das danas sempre de ns e nos ama imensa- da consolao profunda contidas na pa- que o vosso pensar e agir se conformeme das cores. festa! Celebramos mente, como nada no mundo capaz lavra Pai, dita por ns a Deus na ora- sempre mais com os do seu Filho Jesusgrandes santos na nossa Igreja,de amar.o. O Esprito Santo ilumina o nossoCristo. De corao vos abenoo a vs e Na orao, prosseguiu o Papa, en- esprito, unindo-nos relao filial de Je- s vossas famlias!.celebramos a Amizade destes ho-sus com o Pai. Realmente, sempre que Por Flvio Tambelini tramos numa relao de intimidademens para Deus. Contudo, no e familiaridade com um Deus pes-clamamos Abb, Pai!, fazemos isso Fonte: Radio Vaticanobasta celebrar, preciso viver...anunciar, testemunhar... comoO Pastor entre nseles fizeram. Antnio, Joo, Pedroe Paulo, homens de Deus que fi- Educao todos os elementos da natureza, emuito para este equilbrio entre o con- na sociabilidade humana. O encontrohecer e o viver. Porque trabalha comzeram suas vontades no cotidiano necessi- com outras pessoas manifesta nossa elementos que nos levam a respeitarde suas vidas e que na radicali- maneira de lidar com as quatro quali-dade testemunharm sua f. dade bsicadades citadas que os outros tambmos outros, situando-nos ao mesmotempo no nosso lugar. Levando-nos Celebremos com muita para todo o possuem. (...) ao humilde reconhecimento de nos-alegria este ms. Enfeitamos de A rapidez com que hoje assas qualidades e de nossas falhas oubandeirinhas o nosso corao ser humanocapacidades humanas se manifes-limitaes.com as cores do amor, do perdo, - Monsenhor Paulo Daher tam nem sempre so acompanhadas A orientao religiosa equili- do que chamaramos de maturidade,brada nos coloca diante de Deus queda paz, da esperana, da alegriaetc. Acendamos a fogueira do Todos os seres vivos, que no sentido mesmo de amadurecimen-nos d a vida e nos acompanha sem- se desenvolvem em seu crescimento,to ou preparao para enfrentar as pre, respeitando nossa liberdade eamor de Deus em ns e celebre- de uma forma ou de outra precisam novas situaes que vo ocorrendo. animando-nos a seguir adiante ape-mos a vida, vida que vem do Se-aprender (por si (instintivamente) ou Dois fatores so desafios para a edu-sar de nossas falhas. E se ligados anhor.com os outros de sua classe) a en-cao hoje (entendida sempre comouma entidade religiosa, temos opor- frentar o mundo exterior para ondeorientao de vida!): a rapidez do tunidade de organizar melhor tudo o dirigem as atividades de sua existn- conhecimento e o desenvolvimento que queremos fazer e o que realiza-Viva Santo Antnio,cia. O ser humano de maneira mais especial por ter inteligncia, vontade, liberdade, sensibilidade, ao mani- das qualidades morais, de modo es- pecial, o equilbrio, que no acom- panha o mesmo ritmo.mos. Sem f impossvel viver. Semacreditar numa vida aps a morte noentenderemos o que estamos fazen-So Pedro e So Joo!festar suas capacidades fsicas e es- pirituais, precisa inicialmente de uma certa orientao, que chamamos de Em exemplo simples, podem- os encontrar crianas avanadas no conhecimento de informtica ou dedo neste mundo nem temos explica-es para o sofrimento to ligado vida humana. (...)Por Pe. Rodrigoeducao. informaes obtidas facilmente, que O dia-a-dia do ser humano reagem em sua conduta normal como Por: Flvio Tambelini constante descoberta de suas possi- crianas mesmo. No se nivelam: Fonte: Diocese de Petrpolis bilidades e limites. No s pessoais, conhecimento e maneira de viver. (...) individuais, mas tambm diante de A religio pode contribuir e 3. http://paroquiamodelo.blogspot.com 3 Matria da capa menteiro. O fato que Santo An-deserto, alimenta-se de mel silvestre na f negando o Senhor, mas con-Ms de junho,tnio, celebrado no dia 13 de junho, e de gafanhotos, prega um batismo firma por trs vezes o seu amor pelo Santos amigos detornou-se o grande amigo de Deus pela sua busca sincera de Deus, ede converso e batiza o prprio Se-nhor Jesus Cristo. decaptado porMestre: tu sabes que eu te amo.Depois de Pentecostes, tem cora- Deusatravs de sua pregao e oretria,no aceitar a situao irregular de gem e convico de testemunho de desenvolveu de forma fantstica aHerodes e a mulher de seu irmo.Jesus Cristo frente os judeus. Paulo, sua vida de Santidade. Inmeras soEste santo muito popular no nor-antes Saulo, perseguiu os cristos, e Todos os perodos na Igrejaas histrias e cada uma mais curiosa deste brasileiro, onde o foco so asat testemunhou a morte de Estevo.so fortes, os tempos litrgicos en- que a outra, entre elas aquela em quefamosas festas juninas de Joo Pes- Indo para Damasco, uma luz o cega evolvem e a interferem na nossaressucita um morto para dizer quem soa e Petrolina, celebrando com mui-caindo do cavalo, converte-se: Santovida social. Que catlico no fica foi seu assassino, ou aquela que nata dana, alegria e com muitas coresSaulo, por que me persegues? per-espe-rando alguma festa da Igreja? incredulidade de um senhor perante o nascimento de to grande homem. gunta Cristo.(E at se no tanto catlico, mas se um mistrio da Eucaristia, Antnio faz Muitas simpatias a crena popilar co- A partir de ento torna-setem devoo a algum santo, no diacom que uma mula se ajoelhe diante loca tambm em volta de So Joo, Apstolo dos gentios, ao ponto dedo santo, vai Igreja.) Pois , esta- do Santssimo Sacramento, ou ain-devemos saber que estas prticasdizer que perdera tudo por Cristo, emos vivendo um perodo cheio deda, no querendo um certo nmero no condizem com nossa f.que Cristo quem vivia nele. Suasfestas. Terminando o tempo Pascalouvir suas pregaes, prega para os Por fim, no dia 29 de junho cartas so riqussimas para a vidacom Pentecostes, temos a sequn- pei-xes. So pois, aes de Deus nocelebramos as colunas da nossacrist, e seu testemunho de sumacia de festas litrgicas e e populares meio do povo, usando de um pobre f, Pedro e Paulo. Ambos testemu- importncia para a Igreja de Cristo.como Santssima Trindade, Corpus mortal, Antnio, para levar mais pes-nharam por meio do martrio a f em Ento, temos no cu toChristi, Sagrado Corao de Jesus esoas Salvao realizada por Cristo.Jesus Cristo, sendo Pedro crucificado grande intercessores, e celebrandoImaculado Corao de Maria, e aindaOutro Santo Popular, Sode cabea para baixo e Paulo decap- suas festas, celebramos os seus fei-a comemorao dos santos: SantoJoo Batista, celebrado no dia 24 de tado, ambos em Roma. Pedro, o Pri-tos, seus atos heroicos por Cristo eAntnio, So Joo Batista e So Pe-junho, primo de Nosso Senhor, filhomeiro, constitudo pelo prprio Cristopela Igreja. Que a nossa devoo adro e So Paulo. Gostaria de, nessade Isabela pedra naeles no seja extremamente, mas dematria, ater-me nestes santos, quee Zacarias qualsua corao, no se baseie nas simpa-neste ms, a piedade popular atribui (tive a gra- Igreja seriatias e supersties, mas numa sin-grandes festas.a de estarfundada,cera imitao de suas virtudes. AssimPrimeiramente Santo An- no local deh o m e m Deus atender nossa preces por in-tnio, que para nossa surpresa, oseu nasci- rude, umtercesso destes Seus amigos. Cele-santo mais popular no Brasil, seja mento, empescador, bremos com muita alegria o ms denas supersties e simpatias que Ein Karen).impulsivo,junho.lhe atribuem como Santo Casa- Vai para o fraquejou Por Pe. RodrigoConheendo a f Comeamos com a primeiraverdade cremos em um Jesus que tendes coragem! Eu venci o mundo.(Jo Conhecer para amar, pergunta: Ser que eu conheo Je- uma espcie de popstar, um Jesus16,33).amar parasus Cristo? Para muitos parece uma pergunta besta. Mas, na verdade ados milagres, dos sinais, das glorias,algum que viveu h muito tempoCarssimos irmos, destaforma, conhecemos quem o ver- testemunhar.mais seria de todas. Pois, h muitos atrs, que est nos livros de histria. dadeiro Jesus Cristo Senhor nosso, que dizem conhecer, porm, no o Nossa memria de Jesus pode este, se este mesmo em quem ns(De operae conhecem. O prprio Cristo diz: Nem encerrada somente at a entrada decremos; que no algum que pas-Christianorum) todo aquele que me diz: Senhor! Se- nhor!, entrar no Reino dos Cus, mas sJerusalm, um Jesus que aclamadosou por essa terra h muito tempo,e louvado. Temos que conhecer esseque conhecemos s pelos livros deDando continuidade a mat-aquele que pe em prtica a vontade de Jesus tambm, porm, muito mais histria. Mas, aquele que se tornaria anterior, onde se entendeu que es- meu Pai que est nos cus.(Mt 7,21) A aquele que exortou: O servo no presente em nossas obras em todosncia da vida crist est no prpriopartir desta afirmao do prprio Cris-maior que o seu senhor. Se me perse-momento em que as empreendemos.Cristo, de onde tudo parte, se moveto, vemos que nem todo aquele queguiram, perseguiro a vs tambm.(JoDesta forma tambm respondemose tem o seu fim. A partir dessa afir-diz conhecer, na verdade conhece.15,20) Que ensinou: Eu vos dou um a segunda pergunta dizendo: Jesusmao entende-se que, a vida cristE isso, por um essencial detalhe,novo mandamento: amai-vos uns aos out-Cristo, Mestre e Senhor, por quem an- um configurar-se a Cristo, e parapor suas obras no corresponderemros.(Jo 13,34) e Tudo, portanto, quanto seio, vivo e me movimento, principio meioisso, preciso conhece-lo. Dai vem sua f. Assim, podemos refletir se desejais que os outros vos faam, fazei-e fim de minhas aes. A quem conheo es perguntas: Ser que eu conheo nossas obras esto correspondendoo, vs tambm, a eles.(Mt 7,12) Queamo com grande afeto, e por este mesmo a nossa profisso de f. Meus irmos, sofreu e disse que teramos que tam-Amor, me uno e a Ele me configuro. EJesus Cristo? Quem Jesus para mim? que adianta algum dizer que tem f, bm carregar a cruz: E quem no toma digo convicto que: eu vivo, mas no eu: E so essas perguntas que pretende- Cristo que vive em mim.(Gl 2,20)mos responder, para termos a certe-quando no tem as obras? A f seria ca-a sua cruz e no me segue, no digno paz de salv-lo?(...)Assim como o corpode mim.(Mt 10,38). Eis o verdadeiro Je- Nisto conhecero todos que sois osza de que o Cristo que seguimos o meus discpulos: se vos amardes uns aos sem esprito morto, assim tambm a f, sus Cristo, que nos d a Santa Espe-verdadeiro, e no aquele que dizemoutros.(Jo 13,35) sem as obras, morta.(Tg 2,14.26)rana e o consolo da alma, quandoque . Por Seminarista Rafael Augusto Isso muitas vezes mostra que, na nos diz: No mundo tereis aflies. Mas 4. 4 http://paroquiamodelo.blogspot.com LiturgiaDevoo portanto, como objetivo, demonstrardesempenhou um papel central. ALiturgia da Palavrao vivo ensinamento dos Apstolos di- apario grande, que teve lugar em rigido s comunidades crists. A se- 16 de junho de 1675, durante a oitava(2 parte)gunda leitura deve ser encerrada deda Festa de Corpus Christi, a fonte modo idntico ao da primeira leitura,da Festa moderna do Sagrado Cora-POSIES DO CORPO com o leitor exclamando: Palavra do o. Nessa viso, Cristo perguntou O s gestos so importantes Senhor! e a comunidade responden- Santa Margarida Maria para solicitarna liturgia. Nosso corpo tambmdo com: Graas a Deus!.que a Festa do Sagrado Coraofala atravs dos gestos e atitudes. 4.Canto de Aclamao Ao Evan- ser celebrado na sexta-feira apsDurante toda a celebrao litrgica gelho (de p) a oitava (ou oitavo dia) da Festa denos gesticulamos, expressando um O Canto de Aclamao tem comoCorpus Christi , em reparao pela in-louvor visvel no s a Deus, mascaracterstica distintiva a palavragratido dos homens para o sacrifciotambm a todos os homens.Aleluia, um termo hebraico que si- que Cristo tinha feito para eles. Quando estamos sentados, ficamos gnifica louvai o Senhor. Percebe-A devoo tornou-se bastan-em uma posio confortvel que fa- mos, assim, que o Canto de Aclama- te popular aps a morte de S. Mar-vorece a catequese, pois nos d ao, da mesma forma que o Hino degarida Maria em 1690, mas, porquesatisfao de ouvir evitando o cansa-Louvor, no pode ser cantado sem Sagrado Corao dea Igreja inicialmente tinha dvidaso; tambm ajuda a meditar sobre a alegria, sem vida. O Canto deve sersobre a validade das vises de SantaPalavra que est sendo recebida. tirado do lecionrio, pois se identifica Jesus Margarida Maria, no foi at 1765 que Quando ficamos de p, demonstra- com a leitura do dia, por isso no sea festa foi comemorada oficialmente pode colocar qualquer msica comona Frana. Quase 1...</p>