Jornal lince junho 2013

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Jornal Laboratrio do Curso de Jornalismo do Centro Universirrio Newton

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  • DRAGO DA CORRUPO | PGINAS 8 E 9

    JUVENTUDE E F| PGINAS 14 E 15

    PROJETO VENCEDOR| PGINA 17

    CHORO DE UM CAMPEO| PGINAS 22 E 23

    FOGE LUTA| PGINAS 24 A 27

    FOGE LUTAFOGE LUTAVERS QUE UM FILHO TU NO

    espe

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    Mar

    tins

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    Jornal laboratrio do Curso de Jornalismo do Centro universitrio newton | N 54 | Junho de 2013Jornal laboratrio do Curso de Jornalismo do Centro universitrio newton | Jornal laboratrio do Curso de Jornalismo do Centro universitrio newton |

    LINCEjornal

    raFael martins

  • 2 Jornal laboratrio do Curso de Jornalismo do Centro universitrio newton - Junho 2013

    JOO VITOR CIRILO

    3 perodo

    Embalados pelo chamado Vem pra rua!,

    aproveitando-se da campanha publicitria pr-

    -Copa, o Brasil foi tomado por inmeros protes-

    tos durante este ms, marcado tambm pelo in-

    cio da Copa das Confederaes. Enorme gasto de

    dinheiro pblico com eventos esportivos (Olim-

    padas e Copa do Mundo), deixando de lado

    questes como sade, educao e transporte

    barato de qualidade alguns dos motivos que

    revoltaram a populao.

    Tudo legtimo. pleno direito (e dever) do

    cidado protestar por aquilo que ele acha certo.

    Seja por tarifas de nibus mais baratas ou por

    revolta com abusos do Estado. Alis, enfim che-

    gou o dia em que nosso povo voltou s ruas para

    lutar por algo que o incomoda. Boa parcela da

    populao cansou de ficar sentada no sof ape-

    nas apontando o dedo para o que est errado.

    E o povo no se abalou com a reao poli-

    cial, em muitos lugares extremamente vio-

    lenta e repressiva. Alguns deles, evidente-

    mente cumprindo ordens superiores, desce-

    ram o cassetete em quem vinha pela frente,

    independentemente de quem fosse. Alguns

    manifestantes e jornalistas, esses ltimos

    apenas trabalhando, chegaram a ser atingidos

    por bombas de efeito moral e balas de borra-

    cha, como em So Paulo, local dos primeiros

    protestos, Braslia e a nossa Belo Horizonte.

    bvio que muitos daqueles que esto nas

    ruas nem sabem o porqu de estarem ali, e s vo

    pela baguna. claro, mas esto l, fazendo pres-

    so, incomodando os gigantes. Enfim, algum

    resolveu protestar por algo aqui. E aparece gente

    pra dizer que hipocrisia, idiotice, falta do que

    fazer. H o argumento de que s agora os protestos

    foram feitos. Por que no no momento do anncio

    do pas-sede? Ou ento no momento em que os

    gastos comearam a passar do limite? Penso que

    antes o pensamento no era esse e o fato de no

    haver protestos naquele momento no os impede

    agora. As reivindicaes so muito vlidas.

    Vale lembrar a abertura da Copa das Con-

    federaes, quando Joseph Blatter, presi-

    dente da Dona FIFA, e a presidente Dilma

    Rousseff foram vaiados durante o discurso

    inicial. Blatter, esbanjando deselegncia,

    pediu fair play ao pblico que o vaiava.

    Amigos do futebol brasileiro, onde est o res-

    peito e o fair play, por favor?. Ah, pelo amor

    de Deus! o povo quem lhe pede para jogar

    limpo, Blatter. J ouviu falar em democracia?

    Vaiar, bater o p e sair s ruas j um

    timo comeo. Falta agora votar direito.

    Repensar nosso modo de agir frente das

    urnas tambm fundamental. Parar de eleger

    aqueles que ontem nos prejudicaram e parar

    de votar contra fulano, e sim a favor de um

    Brasil melhor. esse o prximo passo.

    Cor res pon dn Cia

    NP4 - Rua Ca tumbi, 546

    Bairro Cai ara - Belo Horizonte - MG

    CEP 31230-600

    Contato: (31) 3516.2734

    sugestoeslince@hotmail.com

    Este um Jor nal-la bo ra t rio da

    dis ci plina la bo ra t rio de Jorna lismo ii.

    o jor nal no se res pon sa bi liza pela

    emis so de con cei tos emi ti dos em ar ti-

    gos as si na dos e per mite a re pro du o

    to tal ou par cial das ma t rias, desde

    que ci ta das a fonte e o au tor.

    SugEStES dE pautaS?participE do Jornal lincE.

    uma publicao feita pelos alunos do curso de Jornalismo do centro universitrio newton paiva.

    E-Mail: sugestoeslince@hotmail.com

    presidente do Grupo spliCeAntnio Roberto Beldi

    reitorJoo Paulo Beldi

    ViCe-reitoraJuliana Salvador Ferreira de Mello

    Coordenadora dos Cursos de CoMuniCaoJuliana Lopes Dias

    Coordenador da Central de produo JornalistiCa - CpJPro fes sor Eus t quio Trin dade Netto (DRT/MG 02146)

    Conselho editorialProfessora Rosangela Guerra

    Professor Menoti Andreotti

    pro Jeto Gr fiCo e direo de arteHel Costa (127/MG)

    MonitoresJoo Paulo Freitas e Joo Vitor Cirilo

    reportaGensAlu nos do Curso de Jornalismo do Centro Universitrio New ton Paiva

    diaGraMao Geisiane de Oliveira

    ExpedienteOpiniOjornal

    LINCEJornal laboratrio

    do Curso de Jornalismo

    do Centro universitrio

    newton Paiva

    PRIMEIRO

    PASSOSair s ruas j um timo comeo; falta agora votar direito

    Jo

    o P

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    ita

    s

  • Jornal laboratrio do Curso de Jornalismo do Centro universitrio newton - Junho 2013 3

    MOMEnTO

    sueLI AzeVeDO

    3 perodo

    Os dispositivos eletrnicos esto sem-

    pre em ritmo de atualizao acompa-

    nhando a modernidade do mundo. Mas,

    ser que toda esta correria tecnolgica das

    grandes empresas e marcas se reflete de

    alguma forma na sociedade? Sim, princi-

    palmente no bolso de seus seguidores.

    Acompanhar o compasso dos eletrnicos

    uma tarefa difcil e fica mais cara a cada

    atualizao.

    Os geeks, pessoas obcecadas por tec-

    nologia e eletrnicos, so os que esto

    sempre a par do que h de novo neste

    imenso mundo ciberntico. Leandro

    Alves, 28 anos, um geek assumido e se

    considera um viciado em tecnologia.

    Gosto de estar por dentro de tudo que

    novo e tecnolgico. Fico muito empolgado

    e ansioso, diz.

    Leandro, porm, faz uma ressalva

    quando se trata apenas de uma atualiza-

    o do software do aparelho. No cos-

    tumo troc-los, pois com toda a tecnolo-

    gia e as facilidades existentes s atuali-

    zar o software do aparelho e assim ter o

    mesmo sempre atual. Mas, pra variar, se

    o design do aparelho novo for muito

    superior ao do que j possui, Leandro

    admite que no resiste.

    BRINQueDOs CAROs

    Leandro no sabe ao certo o quanto j

    gastou, mas uma conta que fica por volta

    dos R$ 12 mil. O segredo, diz ele, sempre

    manter a calma para no fazer nenhuma

    loucura. Ele tem como seus brinquedos

    tecnolgicos um Iphone 4s 64 GB, um IPod

    16 GB, um Xbox com kinet, uma Tv LCD 42

    polegadas, um IPad e um notebook HP Core

    i7 8 GB RAM 1,5TB HD. Seu atual objeto de

    desejo uma cmera Sony Cibershot, prova

    dgua, que custa em torno de R$ 1.200.

    Desejo e consumismo esto interliga-

    dos neste caminho para a modernidade e

    por este motivo bom ter cautela na hora de

    uma nova aquisio. O preo pode variar

    muito, dependendo no s da marca, mas

    tambm da loja. O preo do queridinho

    celular da Apple, o Iphone 5, por exemplo,

    pode variar de R$ 1.200 a R$ 3 mil.

    A tecnologia muito vlida hoje prin-

    cipalmente se necessitamos obter infor-

    maes mais rapidamente. Da mesma

    forma, pode nos ajudar a realizar traba-

    lhos antes um pouco mais complicados.

    Leandro usa a tecnologia para estudar e

    trabalhar, e quando precisa de uma mo-

    zinha no trnsito, usa o GPS do seu

    Iphone para lhe indicar um atalho.

    O geek tambm diz que a tecnologia

    de hoje no Brasil no das melhores, se

    comparada a pases mais avanados. E

    ainda muito cara e lenta, mas ainda

    assim, tem feito grandes melhorias para a

    vida das pessoas, afirma Leandro,

    lamentando que, infelizmente h pessoas

    que se utilizam desse meio para prejudi-

    car outras com mais facilidade que antes,

    utilizando dados, imagens entre outras.

    UNIvERSOUNIvERSOUNIvERSOUNIvERSOUNIvERSOUNIvERSOUNIvERSOUNIvERSOCIbERtRNICOCelulares, games, notebooks entre outros eletrnicos so cada vez mais objetos de desejo no mundo contemporneo

    Mesmo com toda a ajuda e melhorias

    que estes eletrnicos trazem vida das

    pessoas, nem todos reverenciam a tecno-

    logia. Michele Aguiar, 25 anos, diz que

    esta do lado da resistncia a toda esta

    tecnologia: Acho toda esta parafernlia

    uma complicao para aprender a mexer,

    no tenho a menor pacincia, ainda mais

    com estes aparelhos cada vez menores,

    mais finos e mais complicados, ataca.

    Dificuldade em lidar com os novos

    aparelhos eletrnicos e seus aplicativos,

    uma das maiores reclamaes quando

    se trata de resistncia a eles. Michele

    vendedora de roupas e diz que o nico

    aplicativo que ela usa em seu celular a

    calculadora. Tenho preguia de todos

    estes aplicativos; meu celular dos anti-

    gos ainda e com teclado normal,

    comenta. Michele j ganhou um com tela

    touchscreen, que no durou nem quatro

    meses. Achei uma chatice aquelas fres-

    curas todas, detona.

    Michele afirma que, apesar de pare-

    cer, no nenhuma tecnfoba. Diz que

    deixa claro que a favor do avano da

    tecnologia para o desenvolvimento de

    n