Jornal Vitrine Lageana Edição 67

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O Vitrine Lageana um jornal semanal publicado s sextas-feiras em Lages e regio.

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  • Lages, 22 de Fevereiro de 2013 - Ano 3Ano 3 - Edio 67 - Lages, 22 de Fevereiro de 2013

    R$ 2,00

    Marcelo Vieira (P

    akinha)

    Lages espera da Avenida Ponte Grande

    Ordem para incio das obras assinada esta sexta-feira | PG 06

    Ari Junior

    Aumenta venda de peixeno perodo da Quaresma

    Economica10 esta semana a escolha da rainha da Festa do Pinho

    Arquivo VL

    Cidade07

    Marcelo Vieira (Pakinha)

    Nova presidncia assume o Sindimadeira

    Cidade08

  • Lages, 22 de Fevereiro de 2013 - Ano 3

    No derivam apenas da crescen-te economia e facilidade de uso. Elas esto principalmente nas for-mas atravs das quais se permite que a informao seja alcanada. As facilidades de comunicao dis-ponveis atualmente atravs da TI possibilitam a escolha de diversos modos de processamento de in-formao e transmisso tornando a TI um elemento catalisador das capacidades de informaes da organizao.

    Sociedade baseada na informao

    O gerenciamento deve buscar obter vantagens oferecidas pela TI, que vem alterando o modo como muitas pessoas fazem seu trabalho, como tambm tem mo-dificado a prpria natureza deste, de forma que a prtica da gerncia vem sendo grandemente afetada.

    A Tecnologia da Informao (TI) o grande fenmeno do fi-nal do sculo 20 e deste incio de sculo 21. Com a disseminao do computador, da internet e da comunicao mvel, as sociedades ganharam grandes ferramentas para a massificao do conhe-cimento e para o aumento de produtividade das Naes, de suas indstrias, de seus servios e do conjunto de sua atividade econ-mica e cultural. O desafio, na era do Conhecimento, evitar que a Tecnologia da Informao (TI) acabe criando um fosso entre os que tm e os que no tm acesso aos bens e habilidade requeridos na Era Digital.

    A Tecnologia da Informao (TI) tornou-se vital em praticamente todos os aspectos da empresa moderna, j que seu uso eficiente pode significar a exata diferena entre sucesso e fracasso. Admi-

    02Opinio

    As lutas femininas, populares e a produo de alimentos saudveis foram debatidas no 1 Encontro Nacional do Movimento de Mulhe-res Camponesas do Brasil. Segundo a dirigente nacional do movimen-to, Justina Cima, uma das lutas o direito pela licena-maternidade ampliada para as trabalhadoras

    rurais. Queremos que todas as mulheres camponesas tenham acesso ao salrio-maternidade e ampliao da licena-maternidade, de quatro para seis meses. o que todas as mulheres prestes a se tornarem mes desejam. Falta o governo se conscientizar para mudar a legislao.

    O Ministrio da Educao e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) iro elaborar uma nova po-ltica regulatria do ensino jurdico do pas. Em reunio, o presidente nacional da OAB, Marcus Vinicius Furtado, e o ministro da Educao, Aloizio Mercadante, decidiram que iro assinar no dia 11 de maro um acordo de cooperao para criar novas regras para os cursos de graduao e ps-graduao em

    direito no Brasil. De acordo com a OAB, a parceria servir para que as pessoas no sejam induzidas ao erro participando de cursos de direito que no as preparam para o exerccio profissional. A partir da assinatura do acordo, um grupo ser formado para decidir quais sero as novas regras. Tomara que isso traga realmente mais qualidade a um mercado que aparentemente parece estar saturado.

    Licena de seis meses

    Menos acidentes

    Opinio do LeitorPossibilidades organizacionais da

    tecnologia da informao (TI)

    Espao reservado opinio de nossos leitores. Caso voc queira tambm se ex-pressar, nos envie um email com sua opinio ou sugesto para:redacao@vitrinelageana.com.br

    Joaquim Rodrigo de Oliveira,

    mestre em Cincia da Computao

    Nossa OpinioOu a presena da Fora Nacional

    em Santa Catarina pouco intimi-dou os mandantes dos atentados ou tem criminosos se aprovei-tando dos inmeros incndios causados propositalmente no Estado para dar o prprio show. Somente uma coisa ou outra explica a audcia da pessoa que provocou o incndio na base da Polcia Militar do bairro Arauc-ria, em Lages.

    Caso situaes assim conti-nuem a se repetir, talvez a nova audincia pblica a ser promovida na cidade tenha de ser sobre a segurana. Considerando que o

    fogo atingiu uma sede da prpria polcia, no estaramos ns, cida-dos, a um passo de sermos co-mandados pelos altos criminosos?

    Pense bem. Os ataques acon-teceram uma vez. O governo negociou com os viles da his-tria. Os ataques pararam. Por algum motivo os ataques foram reiniciados. O governo resistiu a medidas mais drsticas. Creio que por uma comoo geral, aceitou a ajuda federal que veio pela Fora Nacional. Mas os bandidos ainda no se calaram.

    Parece que esse cabo-de-guerra ainda vai longe. E enquanto um

    dos lados no cede fora do outro, quem segue sofrendo a populao. Principalmente a que tem de andar nas ruas, de qualquer cidade, tarde da noite. Que capaz de entrar em um nibus com uma interrogao no pensamento: ser que hoje chego tranquilamente em casa? Isso quando consegue conduo para ir e voltar.

    No estariam os nossos direitos sendo cercados, mas por outra forma de ditadura, a do medo? s vezes parece que sim. Mas, quan-to a isso, cada um tem a prpria opinio.

    Os moradores das favelas bra-sileiras consomem cerca de R$ 56 bilhes por ano, o que equivale ao Produto Interno Bruto (PIB) da vizinha Bolvia. A constatao de pesquisa realizada pelo institu-to Data Popular, em parceria com a Central nica de Favelas (Cufa).

    De acordo com o estudo, feito a partir de entrevistas e do cru-zamento de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domi-clios (Pnad) com os da Pesquisa

    de Oramentos Familiares (POF), o consumo popular triplicou nos ltimos dez anos.

    No entanto, apesar do enorme potencial de consumo de uma populao de cerca de 12 milhes de habitantes, esse nicho de mercado ainda pouco explorado devido ao preconceito, segundo o diretor do Data Popular, Renato Meirelles. Uma barreira que difcil projetar quando ser de fato vencida.

    Poder de consumo

    Incndios criminosos

    nistradores de qualquer rea, de recursos humanos ao marketing, devem entender as implicaes desse fato e aprender a explorar as vantagens da nova revoluo industrial.

    J consenso que tecnologia de informao deve estar alinhada aos negcios. No isso o que discutimos. O propsito agora : como manter a TI agregando valor aos negcios.

  • Lages, 22 de Fevereiro de 2013 - Ano 3 03Ruy Sard BehlingEconomista

    Frase de pra-choque de caminho: Feliz foi Ado que no teve sogra nem caminho.

    1. Ms passado fez 55 anos que fui aprovado no concurso re-alizado pelo Banco do Brasil, em 19 de janeiro de 1958, num domingo ensolarado, quando foram aprovados apenas dois candi-datos aqui em Lages: eu, em primeiro lugar, e o Agostinho Ribeiro

    Crdova (in memoriam), em segundo lugar. Graas inteligncia privilegiada do ento bom amigo e ex-colega Crdova, ele foi requi-

    sitado para trabalhar na Direo Geral do Banco do Brasil S.A.

    2. Em 1920 foi construdo o primeiro semforo do mundo, em Berlim. E em 1935 foi construda a primeira torre (antena) de televiso do mundo, na Alemanha.

    3. Casa de ferreiro espeto de pau. Algum j viu um pedreiro construir uma casa de alvenaria para si e a famlia?

    4. Em fevereiro de 1945, ao apagar das luzes do final da Segun-da Guerra Mundial, os aliados (ingleses e norte americanos) bombardearam vergonhosamente (criminosamente) a cidade de

    Dresden, na Alemanha. Agora Dresden est completamente recons-truda e muitos monumentos histricos foram minuciosamente

    restaurados. Trata-se de um belo exemplo para a humanidade.

    5. Parte do Rio Elba j foi patrimnio da Humanidade.

    6. Munique, a cidade mais rica da Alemanha, situada no extre-mo sul deste poderoso pas, possui 1,3 milhes de habitantes. Ali, Hitler e seus amigos costumavam beber cerveja e fazer inflam-veis discursos.

    7. Nuremberg, cidade que Hitler amava e idolatrava, foi 90% destruda durante a Segunda Guerra Mundial. Em nossa visita Alemanha, em outubro de 2012, ficamos hospedados no hotel NH Nuremberg City. Era neste hotel que Hitler se hospedava quando lder do partido.

    8. O Rio Danbio nasce no Macio da Floresta Negra, na Alema-nha, a mais de mil metros de altitude, e tem 2.870 quilmetros de extenso, sendo o segundo em extenso do continente europeu. Banha trs capitais: Viena, Budapeste e Belgrado. Atravessa vrios pases, ou seja, Alemanha, ustria, antiga Tchecoslovquia, Hungria, antiga Iugoslvia, Romnia, Bulgria e a ento (extinta) Unio Sovi-tica. Corre na direo de oeste a leste, indo desaguar no Mar Negro.

    Sbios antigos, que persistem atuais at os nossos dias:

    Quem foi rei nunca perde a majestade.

    Palavra de rei no se volta atrs.

    Nada melhor do que um dia depois do outro.

    Boca fechada no entra mosca.

    Tal pai tal filho. Diga-me com quem andas e

    dir-te-ei quem s.

    Filho de peixe peixinho . Filho de peixe nasce nadando.

    O melhor paladar o apetite

    melhor acender a vela do que amaldioar a escurido (Confcio).

    A grandeza no consiste em receber honras, mas

    em merec-las (Aristteles).

    Aquele que fica contemplando as nuvens no far

    colheita (Salomo).

    Muita ambio geralmente traz

    muita frustrao (Cacau Menezes).

    Os nazistas no mataram gratuitamente esses 6 milhes de judeus. Eles eram a reencarnao de almas que haviam feito

    coisas que no deveriam fazer (Ovadia Yossef, lder espiritu-al do partido ultra ortodoxo israelense Shas).

    O crescimento passo a passo, no pulo a pulo (Iamir Tiba,

    psiquiatra).

    mais fcil desintegrar um tomo que um preconceito (Albert Einstein (1879-1955), fsico alemo).

    O sculo XX no produto de Mussolini e Hitler, eles so produtos do sculo XX.

    Cada qual sabe onde o sapato

    aperta. Cada macaco no seu

    g