Manual Técnico weber.therm

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    10-Mar-2016

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Manual tcnico weber.therm

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  • MANUAL TCNICO

    PROTEJA O SEU HABITAT

  • ndice

    O consumo de energia nos edifcios

    Eficincia trmica passiva / fluxos trmicos

    Regulamentao Trmica

    Fachadas eficientes weber.therm

    Sistemas weber.thermweber.therm mineral

    weber.therm natura

    weber.therm classic

    weber.therm extra

    weber.therm keramic

    weber.therm mechanic

    Bloco Trmico

    Acessrios weber.therm

    O projeto com sistemas weber.thermSeleo da espessura de isolamento

    Opes de projeto

    Pormenores construtivos

    Aplicao do sistema weber.thermCondies gerais para aplicao do sistema

    Avaliao e preparao do suporte

    Arranque junto ao terreno

    Colagem das placas isolantes

    Fixao mecnica das placas

    Tratamento de pontos singulares

    Revestimento das placas de isolamento / Acabamento decorativo e de proteo

    Reabilitao de fachadas usando sistema weber.therm

    Manuteno em sistemas weber.therm

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    O setor dos edifcios responsvel pelo consumo de aproximadamente 40% da energia total na Europa. No entanto, mais de 50% deste consumo pode ser reduzido atravs de medidas de eficincia energtica, o que pode representar uma reduoanual de 400 milhes de toneladas de CO2.

    (In www.adene.pt)

    Sistemas

    weber.therm

  • | 4

    O consumo de energia

    nos edifcios

    O Certificado Energtico dos edifcios permitir aos proprietrios, compradores e arrendatrios de edifcios residenciais obter informao sobre a eficincia energtica e consumos esperados numa utilizao normal.

    Permitir por outro lado o estabelecimento de comparaes objetivas entre diversas propostas no mercado, ajudando a evidenciar as de maior qualidade.

    Certificado Energtico

    Estima-se que a utilizao dos edifcios seja responsvel por cerca de 29% do consumo energtico em Portugal, sendo que no que res-peita ao consumo de eletricidade esse peso dever ascender a mais de 60% do total (DGEG, Balano Energtico de 2006).

    A Unio Europeia, na sequncia dos compromissos do Protocolo de Quioto, aprovou a Diretiva 2002/91/CE, relativa ao desempe -nho energtico dos edifcios.

    O Estado Portugus publicou, no seguimento da referida Diretiva Europeia, um conjunto de diplo-mas legais, nomeadamente o Re-gulamento das Caractersticas do Comportamento Trmico dos Edi -fcios (RCCTE) (Dec.-Lei 80/2006) e a implementao do Sistema Nacional de Certificao Energtica e da Qualidade do Ar Interior nos Edifcios (SCE) (Dec.-Lei 78/2006).No mbito deste sistema, surge a obrigatoriedade da emisso do Certificado de Desempenho Energtica e da Qualidade do Ar Interior dos edifcios e respetivas

    fraes utilizveis, que atribui uma classificao de acordo com o respetivo desempenho em termos de consumo energtico e permite verificar o cumprimento da regu-lamentao trmica e de qualidade do ar interior.O isolamento trmico da envol-vente de um edifcio uma com-ponente muito importante no seu desempenho energtico.

    Os sistemas weber.therm de revestimento de fachadas apre-sentam-se como solues com uma contribuio muito eficaz nas zonas opacas para o bom desempe-nho trmico das mesmas, ao mes-mo tempo que oferecem solues de revestimento esteticamente interessantes.

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    O consumo de energia

    nos edifcios

    O Certificado Energtico dos edifcios permitir aos proprietrios, compradores e arrendatrios de edifcios residenciais obter informao sobre a eficincia energtica e consumos esperados numa utilizao normal.

    Permitir por outro lado o estabelecimento de comparaes objetivas entre diversas propostas no mercado, ajudando a evidenciar as de maior qualidade.

    Certificado Energtico

    Estima-se que a utilizao dos edifcios seja responsvel por cerca de 29% do consumo energtico em Portugal, sendo que no que res-peita ao consumo de eletricidade esse peso dever ascender a mais de 60% do total (DGEG, Balano Energtico de 2006).

    A Unio Europeia, na sequncia dos compromissos do Protocolo de Quioto, aprovou a Diretiva 2002/91/CE, relativa ao desempe -nho energtico dos edifcios.

    O Estado Portugus publicou, no seguimento da referida Diretiva Europeia, um conjunto de diplo-mas legais, nomeadamente o Re-gulamento das Caractersticas do Comportamento Trmico dos Edi -fcios (RCCTE) (Dec.-Lei 80/2006) e a implementao do Sistema Nacional de Certificao Energtica e da Qualidade do Ar Interior nos Edifcios (SCE) (Dec.-Lei 78/2006).No mbito deste sistema, surge a obrigatoriedade da emisso do Certificado de Desempenho Energtica e da Qualidade do Ar Interior dos edifcios e respetivas

    fraes utilizveis, que atribui uma classificao de acordo com o respetivo desempenho em termos de consumo energtico e permite verificar o cumprimento da regu-lamentao trmica e de qualidade do ar interior.O isolamento trmico da envol-vente de um edifcio uma com-ponente muito importante no seu desempenho energtico.

    Os sistemas weber.therm de revestimento de fachadas apre-sentam-se como solues com uma contribuio muito eficaz nas zonas opacas para o bom desempe-nho trmico das mesmas, ao mes-mo tempo que oferecem solues de revestimento esteticamente interessantes.

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    Eficincia Trmica passiva /

    fluxos de energia

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    Regulamentao Trmica

    RCCTE

    O Regulamento das Caractersticas de Comportamento Trmico dos Edifcios (RCCTE) estabelece um conjunto de regras a respeitar na elaborao dos projetos de edif-cios visando:

    Satisfazer, sem dispndio ex -cessivo de energia, as exign-cias de conforto trmico na sua utilizao, sejam elas de aquecimento ou arrefecimento, de ventilao (visando garantir a qualidade do ar interior), ou necessidades de aquecimento de gua sanitria.

    Minimizar as patologias nos elementos da construo devi-das a condensaes superficiais ou internas (maioritariamente associadas a pontes trmi-cas), com potencial impacto negativo na durabilidade dos materiais e na qualidade do ar interior.

    A utilizao da soluo weber.therm no exterior da zona opaca da facha -da oferece vantagens importantes para o cumprimento das exigncias de eficincia trmica colocadas pelo RCCTE, nomeadamente:

    Pontes trmicas planas permitindo revestir a fachada com isolante trmico sem descontinuidade nestas zonas, aproxima os valores de U (Coeficiente de Transmisso Trmica Plana) calculados na zona de descontinuidade e na zona corrente.

    Pontes trmicas lineares os valores de (Coeficiente de Transmisso Trmica Linear) identificados pelo RCCTE so mais favorveis para quase todas as situaes tipificadas (Tabela IV.3 do RCCTE) quando o isolamento considerado pelo exterior.

    Classe de inrcia trmica (Anexo VII 2 do RCCTE) a colocao do material isolante pelo exterior das paredes de fachada permite maxi-mizar a parcela da massa destas a considerar para a determinao da classe de inrcia trmica do edifcio ou frao autnoma.

    Contributo da soluo weber.therm para a eficincia trmica do edifcio

    Objetivos do RCCTE

    classe energtica

    A+

    A

    B

    B-

    C

    D

    E

    F

    G

    Edif

    cio

    s ex

    iste

    ntes Ed

    ifc

    ios

    novo

    s

    Classificao energticados edifcios

    (In www.adene.pt)

    R = Ntc/Nt

    R 0,25

    0,25 < R 0,50

    0,50 < R 0,75

    0,75 < R 1,00

    1,00 < R 1,50

    1,50 < R 2,00

    2,00 < R 2,50

    2,50 < R 3,00

    3,00 < R

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    O Coeficiente de Transmisso Trmica Plana de um elemento da envolvente representa a quantida -de de calor por unidade de tempo e superfcie que atravessa esse ele-mento, por unidade de diferena de temperatura entre os ambien-tes que separa.

    o parmetro que caracteriza o comportamento trmico de uma soluo construtiva da envolvente opaca de um edifcio, nomeada-mente das paredes de fachada.

    Coeficiente de Transmisso Trmica Plana U (W/m2.C)

    Nas zonas de ponte trmica plana correspondentes a heterogenei-dades na zona corrente opaca das fachadas (pilares, vigas, caixas de estore, etc.), o Coeficiente de Transmisso Trmica, U, calculado na direo perpendicular ao plano das mesmas no pode ter um valor superior ao dobro do calculado para a zona corrente.

    Pontes trmicas planas

    Coeficiente de Transmisso Trmica Linear (W/m.C)

    O Coeficiente de Transmisso Trmica Linear representa a quantidade de calor transmitida por unidade de tempo ao longo da ligao entre elementos constru-tivos diferentes ou elementos en-terrados, sujeitos a uma diferena de temperatura unitria entre os ambientes que divide.

    U1

    U2

    U3

    U1 U2

    U2 < 2 x U1

    U3 < 2 x U1

    Regulamentao Trmica

    RCCTE

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    Fachadas eficientes

    weber.therm

    A pele envolvente de qualquer corpo o elemento que lhe deve proporcionar proteco e conforto.

    Num edifcio, as envolventes horizontal (fachadas) e vertical (coberturas) devem cumprir esse papel com eficincia, proporcionando aos seus utilizadores as melhores condies de proteco e conforto com o menor consumo energtico possvel.

    Da FACHADA, elemento com a maior rea de contacto com o exterior num espao habitado, espera-se uma EFICINCIA na proteco trmica, acstica e contra a penetrao de gua que garanta a tranquilidade e o conforto de quem o utiliza.

    Uma fachada weber.therm, concebida desde a alvenaria em Blocos Trmicos at ao revestimento exterior com sistemas weber.therm de isolamento trmico, proporciona zona opaca no envidraada a eficincia esperada.

    Poupana no consumo energtico para aquecimento e arrefecimento dos espaos habitado