Manutenção de Sistemas de Gases Combustíveis

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    12-Nov-2015

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Instalao de combate a incndio

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<ul><li><p> 1 </p><p>MDULO MANUTENO DE SISTEMAS DE GASES COMBUSTVEIS </p></li><li><p> 2 </p><p>1.1. SISTEMA PREDIAL DE GS </p><p>As instalaes prediais para suprimento de gs combustvel em </p><p>residncias e comrcios tm por objetivo a alimentao de foges e aquecedores </p><p>e, mais especificamente, a outros tipos de equipamentos de consumo. </p><p>Existem duas formas do gs combustvel chegar aos pontos de consumo: </p><p>a) trazido por caminhes que abastecem centrais que contm recipientes </p><p>transportveis ou estacionrios GLP; ou </p><p>b) atravs de redes de distribuio pblica GN. </p><p>1.2. DEFINIO E COMPOSIO GLP GS LIQUEFEITO DE PETRLEO </p><p> O GLP um gs composto em sua maior parte de Propano (C3H8) e </p><p>Butano (C4H10) e, em mnimas porcentagens, de Etano, Metano e fraes mais </p><p>pesadas do petrleo como o Pentano (C5H12), alm de produtos insaturados como </p><p>o Propeno e o Buteno. </p><p> O projeto e execuo de uma instalao de gs GLP em edificaes </p><p>devero seguir as normas tcnicas e tambm os regulamentos e legislaes de </p><p>preveno e combate a incndios, bem como, os cdigos de obras municipais. </p><p>1.2.1. LEGISLAO </p><p>As normas mais utilizadas quando da utilizao de GLP so: </p><p> NBR 13523 - Central predial de gs liquefeito de petrleo; </p><p> NBR 14024 - Centrais prediais e industriais de gs liquefeito de petrleo (GLP) </p><p>Sistema de abastecimento a granel; </p><p> NBR 13103 - Adequao de ambientes residenciais para instalao de aparelhos </p><p>que utilizam gs combustvel; </p></li><li><p> 3 </p><p> NBR 14570 - Instalaes internas para uso alternativo dos gases GN e GLP </p><p>Projeto e execuo. </p><p>1.2.2 COMPONENTES DO SISTEMA GLP </p><p> Recipientes Transportveis - existem cilindros transportveis para </p><p>uso residencial: </p><p> 2 kg (P-2) cilindro de utilizao direta (lampies e fogareiros); </p><p> 5 kg (P-5) requer o uso de vlvula reguladora e mangueira; </p><p> 13 kg (P-13) - requer o uso de vlvula reguladora e mangueira. </p><p> Em edifcios residenciais e comerciais onde exigido maior </p><p>consumo, existem cilindros transportveis. </p><p> 45 kg (P-45). </p><p> 90 kg (P-90). </p><p> Recipientes Estacionrios - as empresas que comercializam o GLP </p><p>possuem reservatrios estacionrios para grandes consumidores. Possuem </p><p>reservatrios que vo de 180 kg at 4.000 kg, abastecidos por veculos </p><p>especficos para esse fim. </p></li><li><p> 4 </p><p>1.2.3. INSTALAO PREDIAL </p><p> Os sistemas de gs centralizado, tambm conhecidos como sistemas </p><p>de gs combustvel centralizado, so constitudos basicamente das seguintes </p><p>instalaes: </p><p>1. Central de Gs (Central de GLP) onde ficam armazenados os cilindros de gs; </p><p>2. Rede de canalizaes (tubulaes) que levam o gs combustvel da Central at </p><p>as diversas unidades da edificao (pontos de consumo); </p><p>3. Medidores de consumo individuais. </p></li><li><p> 5 </p><p>1.3 DEFINIO E COMPOSIO GS NATURAL </p><p>Assim como o petrleo o gs natural uma energia de origem fssil, </p><p>mistura de hidrocarbonetos leves entre os quais se destaca o metano (CH4), que </p><p>se localiza no subsolo da terra e procedente da decomposio da matria </p><p>orgnica espalhada entre os extratos rochosos. </p><p>Alm disso, o gs natural uma energia carente de enxofre e a sua </p><p>combusto completa, liberando como produtos da mesma o dixido de carbono </p><p>(CO2) e vapor de gua, sendo os dois componentes no txicos, o que faz do gs </p><p>natural uma energia ecolgica e no poluente. </p><p>O gs natural uma fonte de energia totalmente natural. O territrio </p><p>brasileiro, especialmente a regio litornea, rico em gs natural, o que garante o </p><p>seu abastecimento por muitos e muitos anos. No Rio de Janeiro, extrado dentro </p><p>do prprio estado. As mais importantes reservas esto localizadas na Bacia de </p><p>Campos. </p></li><li><p> 6 </p><p>1.3.1. LEGISLAO </p><p> NBR 14570 - Instalaes internas para uso alternativo dos gases GN e GLP </p><p>Projeto e execuo; </p><p>NBR 12712 Projeto de sistemas de transmisso e distribuio de gs </p><p>combustvel; </p><p>Regulamento das Instalaes Prediais de Gs Canalizado (RIP) esse </p><p>documento, especfico de cada Estado, fixa os requisitos mnimos aprovao de </p><p>projetos e fiscalizao prediais de gs canalizado correspondentes. </p><p>1.3.2. INSTALAO PREDIAL </p><p> Uma instalao para gs natural compe-se de abrigo para o </p><p>medidor de gs e tubulaes que alimentam equipamentos como foges, fornos, </p><p>aquecedores, secadoras, lareiras, etc. </p><p> Do abrigo dos medidores, distribuem-se as canalizaes para </p><p>apartamentos e os respectivos pontos de consumo. </p><p>So elementos do sistema: </p><p>1. Ramal externo; </p><p>2. Regulador de presso; </p><p>3. Ramal interno </p><p>4. Medidores de vazo; </p><p>5. Sistema de distribuio; e </p><p>6. Pontos de Consumo. </p></li><li><p> 7 </p><p>1.4 Comparativo GLP x GN </p><p> A seguir apresenta-se um quadro resumo comparativo entre as </p><p>principais propriedades do GLP e do GN: </p><p>Parmetro Gs Natural GLP </p><p>Metano 89% </p><p>Etano 7% Propano 50% Composio mdia </p><p>Propano (e </p><p>fraes pesadas) 2% </p><p>Butano 50% </p><p>Densidade rel. ao ar 0,6 1,8 </p><p>Faixa de </p><p>inflamabilidade 5 a 14 % 2,4 a 10,3 % </p><p>Temperatura de ignio 480 a 630 c 240 a 420 c </p><p>Contaminantes isento condensveis </p><p>Odor inodoro inodoro </p><p>Corrosividade No corrosivo No corrosivo </p></li><li><p> 8 </p><p>2 Centrais de gs x Conjuntos de regulagem de presso </p><p> As centrais de gs, regulamentadas pelas normas NBR 13523 - </p><p>Central predial de gs liquefeito de petrleo e NBR 14024 - Centrais prediais e </p><p>industriais de gs liquefeito de petrleo (GLP) Sistema de abastecimento a </p><p>granel, so necessrias quando o gs combustvel adotado o GLP. Nessas </p><p>circunstncias, os recipientes podem ser fixos ou estacionrios e tem por funo </p><p>principal o armazenamento do combustvel conforme a capacidade </p><p>correspondente dos reservatrios. O projeto e a instalao dessas centrais de </p><p>responsabilidade da empresa executora do ramal interno de gs e necessita do </p><p>recolhimento de ARTs correspondentes ao projeto e obra, bem como, da </p><p>aprovao prvia da rea correspondente para instalao junto ao Corpo de </p><p>Bombeiros local. </p><p> Por outro lado, os conjuntos de regulagem de presso, tambm </p><p>conhecidos como EMRP Estaes de Medio e Reduo de Presso ou ERP </p><p>Estaes Redutoras de Presso, correspondem a um conjunto de vlvulas e </p><p>equipamentos devidamente projetados segundo a norma NBR-12712, sendo de </p><p>responsabilidade da empresa distribuidora de gs natural local, e tendo por funo </p><p>principal a reduo da presso da rede externa para a presso interna de </p><p>funcionamento. Caso a medio seja coletiva adota-se uma EMRP, enquanto que </p><p>para medies individuais, utiliza-se uma ERP. Observar que nessas </p><p>circunstncias no existe o armazenamento do produto. As figuras a seguir </p><p>ilustram exemplos tpicos dessas duas situaes: </p></li><li><p> 9 </p><p>3 Materiais, equipamentos e acessrios de uma rede interna de </p><p>distribuio </p><p>3.1 Sistema de ao </p><p>3.1.1. Tubos </p><p>Com ou sem costura, pretos ou galvanizados, no mnimo classe mdia, que </p><p>atendam s especificaes da NBR 5580. </p><p>Com ou sem costura, pretos ou galvanizados, no mnimo classe normal, que </p><p>atendam s especificaes da NBR 5590. </p><p>EMRP ERP </p></li><li><p> 10 </p><p>Dimenses de tubo de ao NBR 5580 classe M </p><p>3.1.2. Conexes </p><p> Conexes de ferro malevel preto ou galvanizado que atendam s </p><p>especificaes da NBR 6943, a serem utilizadas com tubos conforme a NBR 5580. </p><p> Conexes de ferro fundido malevel que atendam s especificaes da NBR </p><p>6925, a serem utilizadas com tubos conforme a NBR 5590. </p><p> Conexes de ao forjado que atendam s especificaes da ANSI/ASME B.16.9, </p><p>e estas devem ser soldadas em tubos especificados pela NBR 5590. </p><p>3.2 Sistema de cobre rgido </p><p>3.2.1. Tubos </p><p>Rgidos, sem costura, que atendam s especificaes da NBR 13206: </p><p> para presso menor que 250 mmca espessura mnima de 0,8 mm; </p><p> para presso menor ou igual a 1 bar classe A ou I. </p></li><li><p> 11 </p><p>Dimenses de tubos de cobre NBR 13206 </p><p>3.2.2. Conexes </p><p>Conexes de cobre ou ligas de cobre que atendam s especificaes NBR 11720, </p><p>para acoplamento dos tubos de cobre rgido conforme a NBR 13206. </p><p>3.3. Sistema de cobre flexvel </p><p>3.3.1. Tubos </p><p>Flexveis, sem costura flexvel, com espessura mnima de 0,8 mm, que atendam </p><p>s especificaes da NBR 14745. </p><p>3.3.2. Conexes </p><p>Conexes de cobre ou ligas de cobre que atendam s especificaes da NBR </p><p>15277, para acoplamento dos tubos de cobre flexvel conforme a NBR 14745. </p></li><li><p> 12 </p><p>3.4. Sistema de polietileno </p><p>3.4.1. Tubos de polietileno </p><p>PE 80, SDR 11, que atendam s especificaes da NBR 14462. </p><p>3.4.2. Conexes </p><p>Conexes de PE 80 que atendam s especificaes da NBR 14463. </p><p>3.5. Reguladores de presso </p><p> Como regra geral, os reguladores de presso devem atender </p><p>presso da rede de distribuio interna onde esto instalados, bem como, estarem </p><p>em conformidade com a norma NBR-15590. Em virtude do arranjo a ser adotado </p><p>para uma determinada instalao interna, podem existir at 3 reguladores de </p><p>presso distintos, a saber: </p><p> regulador de primeiro estgio - equipamento destinado a reduzir a presso </p><p>do gs, antes de sua entrada na rede primria, para um valor nominal de at 1,53 </p><p>kgf/cm2. Para o caso do GN, tal dispositivo encontra-se incorporado no conjunto </p><p>de regulagem de presso do consumidor; </p><p> regulador de segundo estgio - equipamento destinado a reduzir a presso </p><p>do gs da rede primria (1,53 kgf/cm2) para um valor nominal correspondente </p><p>presso interna de redes habitacionais (0,075 kgf/cm2 no mximo); e </p><p> regulador de terceiro estgio (estabilizador) - equipamento destinado a </p><p>reduzir a presso do gs da rede de distribuio interna (0,075 kgf/cm2) para um </p><p>valor nominal correspondente presso de utilizao dos aparelhos de consumo </p><p>(0,020 kgf/cm2). A figura a seguir ilustra um exemplo de aplicao da instalao </p><p>de um estabilizador de fogo. </p></li><li><p> 13 </p><p>3.6. Dispositivos de segurana </p><p> Devem ser utilizados de forma a garantir a integridade e segurana </p><p>na operao da rede de distribuio interna. Nesse contexto, so considerados </p><p>dispositivos de segurana: </p><p> vlvulas de alvio </p><p> vlvulas de bloqueio automtico </p><p> limitadores de presso </p><p> regulador monitor </p><p> detectores de vazamento de gs </p><p>Segundo a norma NBR-15526, so obrigatrios, em termos de quantidade e tipo, </p><p>mediante as seguintes condies: </p></li><li><p> 14 </p><p>3.7. Vlvulas de bloqueio manual </p><p> As vlvulas de bloqueio manual para fechamento devem estar de </p><p>acordo com as exigncias da norma NBR-14788. Tais dispositivos tem por </p><p>objetivo principal a obstruo total passagem de fluido. Para redes de </p><p>distribuio interna de gs devem ser do tipo esfera. </p><p>3.8. Medidores </p><p> Os medidores de gs devem permitir, no mnimo, a medio de </p><p>volume de gs correspondente presso adotada para os aparelhos de gs por </p><p>eles servidos na presso prevista para o trecho de rede onde so instalados. </p><p>Podem ser do tipo diafragma (norma NBR-13127) ou tipo rotativo (norma NBR-</p><p>14801). </p><p> Especificamente para instalaes atendidas por gs natural, pode </p><p>existir um nico medidor instalado conjuntamente a estao de regulagem de </p><p>presso (casos de medio coletiva) ou um nmero de medidores compatvel com </p><p>o nmero de consumidores finais (casos de medio individual). A figura a seguir </p><p>ilustra um exemplo tpico de um quadro de medidores. </p></li><li><p> 15 </p><p>4 Locais para a instalao de tubulaes e vlvulas de gs </p><p>Devem ser consideradas as seguintes condies de localizao: </p><p> Localizao de tubulao: </p><p> tubulao aparente ou area; </p><p> tubulao enterrada; </p><p> tubulao embutida. </p><p> Localizao de vlvulas: </p><p> vlvulas no ramal interno; </p><p> vlvulas na rede de distribuio; </p><p> vlvulas nos equipamentos; </p><p> vlvulas nos aparelhos. </p><p>4.1. Tubulao </p><p>A tubulao do ramal interno e da rede de distribuio interna pode ser instalada </p><p>das seguintes formas: </p><p> aparentes (imobilizadas com elementos de fixao adequados); </p><p> embutidas em paredes ou muros (sem vazios); </p><p> enterradas; </p><p> tubo-luva. </p><p>A tubulao do ramal interno e da rede de distribuio interna, com relao ao </p><p>sistema de proteo de descargas atmosfricas, deve: </p><p> ser interligada ao sistema de acordo com a NBR 5419; </p><p> proibida a utilizao de tubulaes de gs como aterramento eltrico. </p></li><li><p> 16 </p><p>A tubulao do ramal interno e da rede de distribuio interna no pode passar </p><p>em: </p><p> dutos de ventilao de ar condicionado (aquecimento e resfriamento); </p><p> dutos de compartimentos de lixo ou de produtos residuais em atividade; </p><p> dutos de exausto de produtos da combusto ou chamins; </p><p> cisternas e reservatrios de guas; </p><p> compartimentos de equipamento eltrico (casa de mquinas, subestao); </p><p> locais que contenham recipientes ou depsitos de combustveis lquidos; </p><p> nem ser consolidada a elementos estruturais (lajes, pilares, vigas). </p><p>A tubulao do ramal interno e da rede de distribuio interna pode atravessar </p><p>elementos estruturais (lajes, vigas, colunas, paredes e muros com caracterstica </p><p>estrutural) desde que em tubo-luva, para permitir a movimentao da tubulao de </p><p>gs. </p><p>4.1.1. Aparente ou area </p><p>As tubulaes aparentes no podem passar por espaos confinados que </p><p>possibilitem o acmulo de gs em caso de vazamento, tais como: </p><p> dormitrios; </p><p> espao, ambiente ou compartimento que propiciem o acmulo de gs vazado ou </p><p>dificultem a inspeo e a manuteno por pessoas; </p><p> forro falso; </p><p> caixo perdido; </p><p> escadas enclausuradas, inclusive nos dutos de ventilao de antecmara; </p><p> poo ou vazio de elevador. </p><p>Nos casos em que esta condio for inevitvel, as tubulaes devem estar </p><p>envolvidas por tubos-luva. </p></li><li><p> 17 </p><p>As tubulaes aparentes devem: </p><p> ter um afastamento mnimo de 0,30 m de condutores de eletricidade protegidos </p><p>por eletrodutos e de 0,50 m nos casos contrrios; </p><p> ter um afastamento suficiente das demais tubulaes para que permita sua </p><p>manuteno; </p><p> ter material isolante eltrico quando o cruzamento de tubulaes de gs com </p><p>condutores eltricos for inevitvel recomenda-se para tal o uso de isolantes </p><p>fenolite, placa de celeron, fita de isolamento de alta fuso (Toro fita); </p><p> em caso de superposio de tubulaes, ficar acima das demais; </p><p> nos locais em que possam ocorrer choques mecnicos, possuir proteo contra </p><p>eles. </p><p>As tubulaes aparentes devem ser suportadas, e os seguintes aspectos com </p><p>relao aos suportes devem ser considerados: </p><p> devem ser preferencialmente locados nos trechos retos da tubulao, fora das </p><p>curvas, redues e derivaes; </p><p> devem ser preferencialmente locados prximos s cargas concentradas, como </p><p>vlvulas, medidores, etc.; </p><p> de modo a evitar seu contato direto com a tubulao, para minimizar uma </p><p>possvel corroso localizada, recomenda-se o uso de isolantes nylon, borracha, </p><p>etc.; </p><p> para tubulaes de cobre, seguir as diretrizes da NBR 15345. </p><p>4.1.2. Enterrada </p><p>A tubulao enterrada deve manter um afastamento de outras utilidades, </p><p>tubulaes e estruturas suficiente para permitir a sua manuteno. </p></li><li><p> 18 </p><p>A profundidade das tubulaes enterradas que derivam da rede geral at o </p><p>medidor do consumidor deve ser no mnimo: </p><p> 0,30 m a partir da geratriz superior do tubo em locais no sujeitos a trfego de </p><p>veculos, em zonas ajardinadas ou sujeitas a escavaes; </p><p> 0,60 m a partir da geratriz superior do tubo em locais sujeitos a trfego de </p><p>veculos. </p><p>Caso no seja possvel atender s profundidades determinadas, deve-se </p><p>estabelecer um mecanismo de proteo adequado laje de concreto ao longo do </p><p>trecho, tubo em jaqueta de concreto, tubo-luva ou outro. </p><p>Quando os tubos forem assentados diretamente no solo, o fundo da vala deve ser </p><p>plano e o reaterro deve ser feito de modo a no prejudicar o revestimento da </p><p>tubulao. </p><p>4.1.3. Embutida </p><p>As tubulaes embutidas devem ser instaladas sem vazios, sendo envoltas com </p><p>revestimento macio. </p><p>A tubulao embutida deve manter um afastamento mnimo, em paralelo ou </p><p>cruzamento, de: </p><p> tubulao de gua quente; </p><p> sistema de potncia com eletroduto...</p></li></ul>