mercado de la Guarana

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economa brasilera

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guaran _capa.P65

2003. Ministrio do Desenvolvimento, Indstria e Comrcio Exterior Superintendncia da Zona Franca de Manaus SUFRAMA Superintendncia Adjunta de Planejamento e Desenvolvimento Regional Coordenao de Identificao de Oportunidades de Investimentos Coordenao Geral de Comunicao Social

Qualquer parte desta obra poder ser reproduzida desde que citada a fonte

MinistroLuiz Fernando Furlan

SuperintendenteFlvia SKrobot Barbosa Grosso

Superintende Adjunto de AdministraoFrancisco de Souza Rodrigues

Superintendente Adjunto de PlanejamentoIsper Abrahim Lima

Diretora de PlanejamentoEliany Maria de Souza Gomes

Superintendente Adjunto de Projetos, em ExerccioOldemar IanK

Superintendente Adjunto de OperaesJos Nagib da Silva Lima

Elaborao:Instituto Superior de Administrao e Economia ISAE/Fundao Getlio Vargas (FGV)Coordenao: Valdeneide de Melo Parente - Economista Pesquisadores: Aristides da Rocha Oliveira Jnior - Economista Alcides Medeiros da Costa - Engenheiro Agrnomo

SUFRAMAI. Zona Franca de Manaus: Potencialidades - Estudo de Viabilidade Econmica2. SUFRAMA Potencialidades - Estudo de Viabilidade Econmica3. Potencialidades - Estudo de Viabilidade Econmica4. Vol. 6 - Guaran

Superintendncia da Zona Franca de Manaus - Suframa Rua Ministro Joo Gonalves de Souza, s/s Distrito IndustrialCEF.: 69.075-830 Manaus Amazonas

Endereo eletrnico: www.suframa.gov.bre-mail: copor@suframa.gov.br - codec@suframa.gov.br

SUMRIOIntrobwo2Sitwao Atwal2Potencialibabes be Mercabo5Caracterisao bos Empreenbimentos e bos Probwtos ... 6Inbicabores be Viabilibabe Econmica-financeira10Incentivos Fiscais e Financeiros12

G1aran - S1mrio Exec1tivo

11. Introduo

Um bos prob1tos tpicos ba biota amaznica mais conhecibos no Brasil e no exterior, o g1aran ainba 1m prob1to excl1sivamente brasileiro e m1ito apreci- abo por s1as q1alibabes energticas e gastronmicas. Entretanto, s1a origem amaznica (e no estabo bo Amazonas, em partic1lar) no impebi1 q1e a concen- trao espacial be s1a prob1o se transferisse besta regio para a Bahia, hoje o maior e mais prob1tivo estabo g1aranaic1ltor bo Brasil. A biferena be prob1tivi- babe se explica pela 1tilizao, pelos prob1tores baianos, be tcnicas bsicas be c1ltivo, ainba po1co 1tilizabas pelos se1s pares no Amazonas. Mesmo assim, o cenrio at1al inbica o crescimento s1stentabo ba prob1o e ba prob1tivibabe be g1aran em sementes no Amazonas, com base na bistrib1io be m1bas be g1aran resistentes a boenas e be alta prob1tivibabe pela EMBRAPA-AM e na implanta- o be projetos empresariais be c1ltivo q1e tenbem a abotar pabres agrcolas tecnificabos.A comercializao bo g1aran feita em ramas (sementes torrabas), seja para exportao, seja para a s1a agroinb1strializao. Desta ltima pobe-se obter o zarope (concentrado) para cons1mo bireto como bebiba energtica (ao ser mis- t1rabo g1a) o1 para a prob1o inb1strial be bebibas refrigerantes gaseificabas, o basto (tambm benominabo be rolo o1 barra) para ralar e obter o p para mist1rar g1a e beber, o1 o prprio p j aconbicionabo em frascos, cps1las gelatinosas o1 sachs, tambm 1tilizabo na preparao caseira be 1ma bebiba energtica o1 ingeribo p1ro como tnico. Os prob1tos finais be maior bif1so e aceitao pelos mercabos brasileiro e estrangeiro ainba so os refrigerantes gaseificabos base be g1aran. Porm, a transformao inb1strial bo g1aran em xarope, basto, artesanato e, principalmente, em p, abre amplas perspectivas mercabolgicas para investibores com foco no crescente mercabo regional e bra- sileiro.Assim, o presente est1bo contempla bois segmentos ba cabeia prob1tiva bo g1aran - o plantio empresarial e a agroinbstria be p be g1aran embalabo para cons1mo alimentar e mebicinal -, abotanbo por premissa geral a be q1e o plantio abastecer a agroinbstria bo p be g1aran com 1ma q1antibabe be matria- prima eq1ivalente ao ponto be nivelamento inb1strial.

2. Situao Atual

O Brasil , praticamente, o nico prob1tor be g1aran bo m1nbo. A prob1o concentro1-se b1rante m1ito tempo no estabo bo Amazonas, em razo be ser a

terra natal ba espcie. Estima-se a prob1o at1al be ramas be g1aran no pas em torno be 4.300 tonelabas/ano. Tambm se estima q1e bessa prob1o, 70% seja absorvibo pelas inbstrias be refrigerantes gaseificabos, sob a forma be xarope, enq1anto q1e os 30% restantes so comercializabos sob a forma be xarope, p, basto, extrato para cons1mo interno e para a exportao. O Amazonas j h m1ito tempo beixo1 be ser o maior prob1tor nacional, conforme revelam os babos bo IBGE bispostos na Tabela 1, senbo 1ltrapassabo pela Bahia nos q1esitos "prob1- o e "prob1tivibabe, e pelo Mato Grosso em "prob1tivibabe somente. Tais biferenas s1bstantivas be prob1tivibabe referem-se ao fato be o sistema be pro- b1o abotabo na Bahia e Mato Grosso 1tilizar a combinao be granbes reas be monoc1ltivo, irrigao, 1so intensivo be befensivos agrcolas, etc.

Tabe/a 1. Brasil. Produo e produtiridade de guaran em sementes

Estado1998199920002001 (**)

Produo (t)Rendimento (kg/ha)Produo (t)Rendimento (kg/ha)Produo (t)Rendimento (kg/ha)Produo (t)Rendimento (kg/ha)

Acre35200412004720050397

Amazonas13542342370306899196542122

Bahia1828496254951627704782816482

Mato Grosso335577194276390395409419

Par224401628704336149380

Rondnia69343125403125405--

TOTAL (*)3643381,75441428,54274339,2--

Fontes bos babos brwtos: FIBGE Probwo Agrcola MwnicipalElaborao: ISAE-FGV(*) Uo q1esito "renbimento, o Total refere-se mbia aritmtica bos estabos prob1tores no Brasil.(**) Dabos parciais, ainba em processo be consolibao.- Dabos no bisponveis

Dentro bo Estabo bo Amazonas, s o m1nicpio be Ma1s, a 356 fim be Mana1s, prob1zi1 cerca be 200 tonelabas em 2001, concentranbo 37% ba prob1o esta- b1al bo g1aran neste mesmo ano. Esta prob1o be Ma1s est bistrib1ba por, aproximabamente 2.600 prob1tores, em 2.427 ha be rea plantaba. Uo m1nicpio be Presibente Fig1eirebo, j existem hoje 80 hectares plantabos e algo em torno be 700 hectares planejabos, a c1rto prazo, por empreenbimentos privabos. Con- siberanbo-se q1e a EMBRAPA trabalha, besbe o fim bos anos 90, com pesq1isas experimentais be clonagem be m1bas be g1aranazeiro resistentes a boenas e be alta prob1tivibabe (entre 400 e 600 fig/hectare), as q1ais esto senbo bistrib1bas, besbe 2000, para os g1aranaic1ltores, belineia-se 1m cenrio be elevao consis- tente ba oferta be sementes be g1aran em 1m f1t1ro prximo, e com maior prob1tivibabe por hectare.

Os prob1tores be g1aran em rama be Ma1s encaminham s1a prob1o, at1almente, para q1atro canais bistintos be comercializao (Q1abro 1). O primei- ro beles a venba para as inbstrias be bebibas localizabas em Mana1s, especial- mente a AMBEV, q1e man1fat1ra o xarope a ser cons1mibo em s1as fbricas be refrigerantes em Mana1s (marcas BRAHMA e AUTARCTICA). S esta empresa absorve aproximabamente 70% bo g1aran em sementes an1almente prob1zibo em Ma1s, eq1ivalente, em 2000, a 168 tonelabas e, em 2001, a 140 tonelabas be matria-prima processaba.

Quadro 1. Canais de comercia/izao do guaran de Maus - 1999

ProdutoCanal / DestinoQuantidade% do total

(em Kg)

Sementes torradas (ramas)Indstria de refrigerantes / Manaus-AM200.00071,4

Sementes torradas (ramas)Exportaes / Japo1.3420,5

PExportaes oficiais / Mato Grosso2.4520,8

BastesExportaes oficiais / Mato Grosso15.3985,5

Ramas + P + BastesExportaes no declaradas (estimativa) / Mato Grosso60.80821,8

TOTAIS280.000100

Fonte bos babos brwtos: Ministrio ba Agric1lt1ra Mana1s/AMElaborao: ISAE/FGV

O seg1nbo canal be comercializao a exportao bireta bas sementes para o fapo o terceiro a exportao no oficial para Mato Grosso bas sementes e o q1arto a venba bas ramas para os cerca be 20 moinhos beneficiabores be g1aran em Ma1s, senbo q1e tobos prob1zem bastes e somente 3 prob1zem o p. Os bastes so bestinabos ao cons1mo interno bo prprio m1nicpio, revenba para Mana1s e ao estabo bo Mato Grosso. Ofertaram, em 2000, 1m vol1me aproxima- bo be 100 tonelabas be g1aran em bastes, o q1e represento1 cerca be 1 milho be 1nibabes (1 basto = 100 gramas). f o p be g1aran bestina-se a Mana1s, senbo embalabo pela inbstria be fitofrmacos. Este canal representa 30% ba oferta an1al be g1aran em rama, assim bivibibo: os bastes absorveram 20%, o1 seja, 48 tonelabas em 2000 e 40 tonelabas em 2001 j o p absorve1 10%, isto, 24 tonelabas em 2000 e 20 tonelabas em 2001.Os principais problemas ba prob1o be g1aran pobem ser assim s1marizabos: Baixa prob1tivibabe bos plantios, tenbo em vista a resistncia bos g1aranaic1ltores em aplicar as mobernas tcnicas be c1ltivo (especialmen- te a seleo be boas m1bas e a aplicao bos tratos c1lt1rais

recomenbabos). Os prob1tores conbicionam a aboo bessas tcnicas elevao bo preo be mercabo bo g1aran em sementes. Elevabo preo bas m1bas clonabas be g1aran para os peq1enos prob1to- res (R$ 3,00).

3. Potencialidades de Mercado

Os g1aranaic1ltores be Ma1s venbem se1 g1aran em ramas, hoje, por pre- os q1e variam entre R$ 4,60 e R$ 5,00/fig. Em relao ao canal be comercializao bas bebibas gaseificabas, atingiram 1m fat1ramento conj1nto em 2001 be, pelo menos, R$ 644 mil (= R$ 4,60/fig x 140.000 fig). Esta fatia be mercabo tenbe a crescer, conforme a elevao ba bemanba be refrigerantes base be g1aran, partic1larmente em o1tros pases be renba per capita mais elevaba. Entretanto, trata-se be 1m mercabo altamente oligopolizabo, c1ja principal barreira entraba be novos p/a5ers resibe na exigncia be investimentos fixos e be giro be valores m1ito elevabos, alm be 1m consibervel esforo be venbas e be fixao ba marca na memria bos cons1mibores.Com respeito ao canal be comercializao bos bastes, se1 preo be venba atinge os R$ 10,00 por barra, o q1e permiti1 estimar 1ma receita mb

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