Newsletter nº 3 fevereiro 2013

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    16-Mar-2016

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<ul><li><p> UM NOVO FUTURO </p><p>AS PESSOAS ESTO AS PESSOAS ESTO AS PESSOAS ESTO AS PESSOAS ESTO </p><p>PRIMEIRO PRIMEIRO PRIMEIRO PRIMEIRO NEWSLETTER N 3 , Fevereiro 2013 NEWSLETTER N 3 , Fevereiro 2013 NEWSLETTER N 3 , Fevereiro 2013 NEWSLETTER N 3 , Fevereiro 2013 </p><p>PARTIDO SOCIALISTA DE RIO MAIOR </p><p>Um Presidente, </p><p>Um Governo, </p><p>Uma Maioria </p><p> para qu ? </p><p> Em Janeiro de 2012 o </p><p>senhor Primeiro-Ministro, </p><p>na sua mensagem de Ano Novo, defendia uma </p><p>agenda para o crescimento e para o emprego. Por </p><p>essa mesma altura o senhor Presidente da Repblica </p><p>considerava que os desafios do pas exigiam uma </p><p>estratgia que fosse alm do rigor oramental. Um </p><p>ano depois verificamos que tudo o que se fez em </p><p>2012 foi o contrrio do que se tinha invocado como </p><p>necessrio. </p><p>Este ano o senhor Presidente volta a falar do neces-</p><p>srio equilbrio entre o ajustamento oramental e o </p><p>crescimento econmico e afirma que Portugal tem </p><p>de saber exigir o apoio dos parceiros europeus. Ao </p><p>afirmar que temos que pr cobro a esta espiral re-</p><p>cessiva o Presidente no faz mais do que ir ao en-</p><p>contro das propostas do PS ao longo de 2012, con-</p><p>frontando o governo com a obsesso da regulariza-</p><p>o rpida da dvida numa teimosia do custe o que </p><p>custar que arruna as empresas e as famlias. </p><p>O Presidente da Comisso Poltica Concelhia Augusto Tomaz Lopes </p><p>Ficha Tcnica Ficha Tcnica Ficha Tcnica Ficha Tcnica Textos de: Augusto Lopes , Carlos Nazar [Textos de: Augusto Lopes , Carlos Nazar [Textos de: Augusto Lopes , Carlos Nazar [Textos de: Augusto Lopes , Carlos Nazar [os autores escrevem de acordo com a antiga ortografia]os autores escrevem de acordo com a antiga ortografia]os autores escrevem de acordo com a antiga ortografia]os autores escrevem de acordo com a antiga ortografia] </p><p> Concelhia do PS de Rio Maior EConcelhia do PS de Rio Maior EConcelhia do PS de Rio Maior EConcelhia do PS de Rio Maior E----mail: psriomaior2013@gmail.commail: psriomaior2013@gmail.commail: psriomaior2013@gmail.commail: psriomaior2013@gmail.com </p><p>Os municpios so instituies ligadas s co-</p><p>munidades e pertencem s comunidades; de-</p><p>vem, por isso, estar permanentemente ao seu </p><p>servio e ter a capacidade de lutar pela comu-</p><p>nidade junto do poder central, no so correi-</p><p>as de transmisso do poder central, nem </p><p>tm que alinhar sempre pela lgica governa-</p><p>mental. Ento, porque no ouvimos a voz da </p><p>Presidente da Cmara na defesa dos rio-</p><p>maiorenses atingidos pela brutalidade da </p><p>poltica gover-</p><p>nativa ? Por-</p><p>que no lhe </p><p>reconhecemos </p><p>nenhuma me-</p><p>dida de apoio </p><p>municipal aos </p><p>desempregados </p><p>do concelho ? </p><p> Carlos Alberto da Nazar Almeida </p><p>AUTRQUICAS </p><p>2013 CONTAMOS CONSIGOCONTAMOS CONSIGOCONTAMOS CONSIGOCONTAMOS CONSIGO CONTE CONNOSCOCONTE CONNOSCOCONTE CONNOSCOCONTE CONNOSCO </p></li><li><p>O senhor Vice-Presidente da Cmara Municipal, em sesso recente daquele </p><p>rgo, veio confirmar que pre-</p><p>tende resolver o diferendo com </p><p>as GUAS DO OESTE por via </p><p>judicial. Os vereadores do PS </p><p>sempre defenderam que os </p><p>contratos assinados tinham </p><p>pressupostos de crescimento </p><p>demogrfico na regio que no se cumpriram. Por isso, os contratos tinham </p><p>que ser revistos. Foram precisos dois anos para que o actual executivo </p><p>entendesse o quanto o municpio de Rio Maior estava a ser injustamente </p><p>castigado e os riomaiorenses altamente penalizados com elevadas taxas de </p><p>gua. Mas, mais vale tarde que nunca! </p><p>Augusto Tomaz Lopes </p><p>Pgina 2 </p><p>GUAS DO OESTE GUAS DO OESTE GUAS DO OESTE GUAS DO OESTE ---- AFINAL TINHAMOS RAZO !AFINAL TINHAMOS RAZO !AFINAL TINHAMOS RAZO !AFINAL TINHAMOS RAZO ! </p><p>UM NOVO FUTURO </p><p>O oramento da DESMOR/2013 Na assembleia municipal do 22 de Dezembro/12 a senhora Presidente </p><p>da Cmara pediu a interveno do senhor administrador da DESMOR para </p><p>explicar os aspectos do oramento. Todavia, o senhor Presidente da Assem-</p><p>bleia Municipal, Antnio Arribana, no autorizou e bem porque o se-</p><p>nhor administrador no fora eleito para a assembleia e, portanto, no estava </p><p>autorizado a tomar a palavra. </p><p>Visivelmente em-</p><p>baraada, a senho-</p><p>ra Presidente aca-</p><p>bou por no fazer </p><p>a leitura do do-</p><p>cumento como se </p><p>impunha, preferin-</p><p>do deixar ao cuidado de cada um a interpretao que lhe cabia dar. A um(a) </p><p>Presidente de Cmara pede-se mais, at porque ficamos sempre com a sensa-</p><p>o de que no estava preparada e capacitada para o fazer. </p><p>Que seria do </p><p>concelho de Rio </p><p>Maior se no se </p><p>tem feito a </p><p>aposta no Des-</p><p>porto ? No te-</p><p>ramos o com-</p><p>plexo desporti-</p><p>vo nem a em-</p><p>presa munici-</p><p>pal Desmor que </p><p>emprega cerca </p><p>de 70 pessoas. </p><p>Quem sempre </p><p>procurou des-</p><p>valorizar tal </p><p>aposta hoje </p><p>grande defen-</p><p>sor, e bem, da </p><p>sua valorizao. </p></li><li><p>PBLICOS ENGANOS </p><p>Em 2009, o programa eleitoral do actual executivo municipal </p><p>propunha-se realizar: </p><p>UM NOVO FUTURO AS PESSOAS ESTO PIMEIRO Pgina 3 </p><p>PACOTE FISCAL 2013 </p><p>FRASES QUE </p><p>FICAM ... </p><p>Se os sem-abrigo aguentam porque que ns no aguenta-mos ? </p><p>Fernando Ulrich (BPI) </p><p>Banqueiro que recebeu dinheiro do Estado para aguentar o banco </p><p>Esforcei-me tanto por ser til que at me espalhei ! </p><p>Oliveira e Costa </p><p>Fundador e Presidente </p><p>do BPN at nacionalizao </p><p>Ningum que tenha um emprego deve viver na misria. Por isso vamos aumentar o salrio mnimo para 9 dl/hora. </p><p>(9dlx8hx22d = 1584 dl/ms) </p><p>[aumento de 26%] </p><p>Barack Obama </p><p>12 Fev 2013 </p><p>____________________________________________________________________________________________________________________________________ </p><p>Um governo </p><p>que continua </p><p>apostado em </p><p>defender os </p><p>ricos custa </p><p>dos pobres e </p><p>remediados, </p><p>no merece </p><p>governar </p><p>porque no </p><p>est ao servio </p><p>da NAO </p><p>Como sabemos, encontra-se implementado apenas o Banco de Livros Usados! </p><p>Impostos </p><p>Municipais (%) LISBOA RIO MAIOR C. RAINHA </p><p>IMI 0.3 / 0.6 0.4 / 0.7 0.3 / 0.5 </p><p>DERRAMA </p><p>(-150m) iseno 1,0 0,75 </p><p>IRS 2,5 5,0 2,25 </p><p>No Concelho de Rio Maior No Concelho de Rio Maior No Concelho de Rio Maior No Concelho de Rio Maior pagampagampagampagam----se os impostos mais elevadosse os impostos mais elevadosse os impostos mais elevadosse os impostos mais elevados, , , , no se capta investimento, no se criam postos de trabalho.no se capta investimento, no se criam postos de trabalho.no se capta investimento, no se criam postos de trabalho.no se capta investimento, no se criam postos de trabalho. </p></li><li><p>O ASSOCIATIVISMO CULTURAL por realizar </p><p>Constava do programa eleitoral (2009) do </p><p>executivo a definio de prioridades e critrios na </p><p>atribuio de incentivos s colectividades e movi-</p><p>mento associativo, mas s em Julho de 2011 foi </p><p>publicado o novo regulamento municipal. Nas trs </p><p>sesses promovidas para debater o assunto, muito se </p><p>falou e bem sobre os novos rumos do associati-</p><p>vismo riomaiorense. </p><p>Todavia, continuamos a assistir a eventos de </p><p>natureza cultural e recreativa fruto exclusivo da ini-</p><p>ciativa das associaes e da carolice dos seus di-</p><p>rigentes. Envergonhada, a cmara municipal l tem </p><p>aparecido para abrir ou encerrar o espectculo, com </p><p>mais ou menos solenidade. Mas no foi isso que </p><p>prometeu. O compromisso era dinamizar ranchos </p><p>folclricos, grupos de msica, bandas filarmnicas </p><p>e orquestras, grupos de teatro e artes plsticas, </p><p>para alm da cedncia de instalaes, transportes </p><p>para as actividades e apoio de tcnicos autrquicos. </p><p>Ora, como sabemos, ns e as associaes, os </p><p>anos de 2010, 2011 e 2012 no registaram os apoios </p><p>financeiros que estavam inscritos nos respectivos </p><p>oramentos. E no se pode dizer que foi por falta de </p><p>verba, uma vez que houve verba para outras activi-</p><p>dades de menor importncia e de muito inferior al-</p><p>cance social e cultural. Resta 2013, ano de eleies. </p><p>Temos a certeza que a verba agora inscrita em ora-</p><p>mento (apenas 1/4 do valor executado em 2009 pelo </p><p>executivo do PS) vai ser efectivamente distribuda, </p><p>de entre as 60 associaes do concelho que se can-</p><p>didatarem em tempo til. </p><p>Ora, o ASSOCIATIVISMO CULTURAL </p><p>uma das grandes obrigaes do poder local, no co-</p><p>mo substituto das iniciativas, mas como retaguarda </p><p>de apoio, incentivo e promoo. No h lei que </p><p>obrigue a Cmara Municipal a apoiar o associativis-</p><p>mo, mas nada a obrigava a dizer que o ia fazer. </p><p>Augusto Tomaz Lopes </p><p>Comemorar RUY BELO UM NOVO FUTURO </p><p>Em 2008, aquando do 75 aniversrio de Ruy </p><p>Belo e de acordo com a Dr Teresa Belo, a C-</p><p>mara Municipal lanou o PRMIO NACIO-</p><p>NAL POETA RUY BELO. Concorreram 108 </p><p>trabalhos, do continente, Madeira e Aores. Os </p><p>prmios foram entregues em Maio de 2009 e, </p><p>desde ento, nunca mais se ouviu falar de Ruy </p><p>Belo com a intensidade e projeco que o mu-</p><p>nicpio se comprometera desenvolver. O ano </p><p>passado o poeta apenas mereceu um </p><p>graffiti (!) na parede sul da biblioteca muni-</p><p>cipal. Augusto Tomaz Lopes </p></li></ul>