Nº15 ano 8 ISSN: 1647-5496 EUTRO À TERRA ?· DIVULGAÇÃO 4 ENERGY OPEN DAY 28 DEJULHO 2015 Comoobjetivodepromoverointercâmbioentreacomunidadeacadémicaeosetorempresarial,ocursodeEngenharia…

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<p>Revista Tcnico-Cientfica |N15| Junho de 2015</p> <p>http://www.neutroaterra.blogspot.com</p> <p>EUTRO TERRA</p> <p>Instituto Superior de Engenharia do Porto Engenharia Electrotcnica rea de Mquinas e Instalaes Elctricas</p> <p>Mantendo o compromisso que temos convosco, voltamos vossa presena</p> <p>com mais uma publicao. Esta j a dcima quinta edio da nossa revista e</p> <p>continua a verificar-se um interesse crescente pelas nossas publicaes,</p> <p>particularmente em pases estrangeiros, como o Brasil, Angola, os Estados</p> <p>Unidos e Alemanha. Este facto d-nos a motivao necessria para</p> <p>continuarmos empenhados no nosso objetivo, ou seja, fazer desta revista uma</p> <p>referncia a nvel nacional e internacional nas reas da Engenharia</p> <p>Eletrotcnica em que nos propomos intervir.</p> <p>Jos Beleza Carvalho, Professor Doutor</p> <p>Mquinas EltricasPg.05</p> <p>EnergiasRenovveis</p> <p>Pg. 31</p> <p>InstalaesEltricasPg. 47</p> <p>Telecomunicaes</p> <p>Pg. 53</p> <p>Segurana</p> <p>Pg. 57</p> <p>Gesto de Energia e Eficincia Energtica</p> <p>Pg.61</p> <p>AutomaoDomtica</p> <p>Pg. 67</p> <p>N15 1 semestre de 2015 ano 8 ISSN: 1647-5496</p> <p>EU</p> <p>TR</p> <p>O </p> <p> TE</p> <p>RR</p> <p>A</p> <p>FICHA TCNICA DIRETOR: Jos Antnio Beleza Carvalho, Doutor</p> <p>SUBDIRETORES: Antnio Augusto Arajo Gomes, Eng.Roque Filipe Mesquita Brando, DoutorSrgio Filipe Carvalho Ramos, Eng.</p> <p>PROPRIEDADE: rea de Mquinas e Instalaes EltricasDepartamento de Engenharia ElectrotcnicaInstituto Superior de Engenharia do Porto</p> <p>CONTATOS: jbc@isep.ipp.pt ; aag@isep.ipp.pt</p> <p>ndice</p> <p>03| Editorial</p> <p>05| Mquinas Eltricas</p> <p>Controlo vetorial (FOC) de um motor de induo trifsico aplicado a um veculo eltrico.</p> <p>Pedro Melo</p> <p>Manuteno e diagnstico de avarias em motores de induo trifsicos.</p> <p>Pedro Melo</p> <p>31| Energias Renovveis</p> <p>Aproveitamento hidroeltrico da bacia do Douro: um olhar crtico.</p> <p>Antnio Machado e Moura</p> <p>Sistemas Elicos de Energia mais Leves que o Ar.</p> <p>Andr Filipe Pereira Ponte; Jos Carlos P. Cerqueira; Mrio Andr S. Fonseca</p> <p>47| Instalaes Eltricas</p> <p>Energia em qualquer situao. Grupos eletrogneos.</p> <p>Nelson Gonalves</p> <p>53| Telecomunicaes</p> <p>Resenha Histrica da Regulamentao de Infraestruturas de Telecomunicaes em Loteamentos,</p> <p>Urbanizaes e Conjuntos de Edifcios (ITUR) em Portugal.</p> <p>Antnio Gomes, Rui Castro, Srgio Filipe Carvalho Ramos</p> <p>57| Segurana</p> <p>Deteo de incndios em tneis rodovirios.</p> <p>Carlos Neves</p> <p>61| Gesto de Energia e Eficincia Energtica</p> <p>Reduza a sua fatura de eletricidade e poupe dinheiro. Como optar pelo melhor comercializador de</p> <p>energia.</p> <p>Lus Rodrigues, Pedro Pereira, Judite Ferreira</p> <p>67| Automao e Domtica</p> <p>SMART CITY O Futuro j Acontece.</p> <p>Paulo Gonalves</p> <p>70| Autores</p> <p>PUBLICAO SEMESTRAL: ISSN: 1647-5496</p> <p>EDITORIAL</p> <p>3</p> <p>Estimados leitores</p> <p>Mantendo o compromisso que temos convosco, voltamos vossa presena com mais uma publicao. Esta j a dcima quinta</p> <p>edio da nossa revista e continua a verificar-se um interesse crescente pelas nossas publicaes, particularmente em pases</p> <p>estrangeiros, como o Brasil, Angola, os Estados Unidos e Alemanha. Este facto d-nos a motivao necessria para continuarmos</p> <p>empenhados no nosso objetivo, ou seja, fazer desta revista uma referncia a nvel nacional e internacional nas reas da</p> <p>Engenharia Eletrotcnica em que nos propomos intervir. Nesta edio, destacam-se os assuntos relacionados com as mquinas</p> <p>eltricas, as energias renovveis, as instalaes eltricas, as telecomunicaes, a gesto de energia e a eficincia energtica.</p> <p>Nesta edio da revista, merece particular destaque a colaborao do Professor Doutor Machado e Moura, Professor</p> <p>Catedrtico na FEUP, com a publicao de um importante artigo sobre Aproveitamento Hidroeltrico na Bacia do Douro.</p> <p>Neste artigo, faz-se uma breve resenha histrica da evoluo do aproveitamento dos recursos hdricos nacionais em termos</p> <p>hidroeltricos, bem como uma anlise da situao atual. O artigo destaca a insuficincia das obras hidrulicas at agora</p> <p>realizadas a nvel das nossas principais bacias, em particular no caso da bacia portuguesa do Douro, e alerta para as nefastas</p> <p>consequncias que poderiam advir caso a situao no se alterasse.</p> <p>Os motores de induo (MI) com rotor em gaiola de esquilo so usados na maioria dos sistemas eletromecnicos e esto muito</p> <p>disseminados nos atuais sistemas de variao de velocidade. A sua simplicidade e robustez, aliadas a baixos preos e ampla</p> <p>gama de potncias disponveis, so as principais razes. Por estas razes, a sua manuteno reveste-se de enorme importncia.</p> <p>A monitorizao contnua dos equipamentos o elemento chave dos atuais sistemas de manuteno condicionada. A anlise</p> <p>espectral da corrente absorvida pelo motor est muito implantada na indstria, mas apresenta vrias limitaes. Diversos</p> <p>mtodos de deteo e diagnstico de avarias tm sido desenvolvidos, baseados nas mltiplas grandezas que caracterizam o</p> <p>funcionamento do motor. Nesta edio da revista, apresenta-se dois artigos cientficos de enorme valor, que analisam aplicao</p> <p>do controlo vetorial na utilizao de MI aplicados aos veculos eltricos, e um artigo sobre manuteno e diagnstico de avarias</p> <p>em MI trifsicos.</p> <p>O mercado liberalizado de comercializao de energia eltrica tem evoludo ao longo dos anos e cada vez mais o consumidor de</p> <p>energia tem em seu poder enumeras opes de escolha. Em paralelo com a evoluo deste mercado anda o mercado do gs</p> <p>natural. O consumidor, interessado no mercado liberalizado, deve ponderar a sua escolha no caso de ser consumidor de gs</p> <p>natural. Nesta edio da revista apresenta-se um artigo Reduza a sua fatura de eletricidade e poupe dinheiro. Como optar pelo</p> <p>melhor comercializador de energia, onde analisado o processo de deciso da escolha do comercializador de energia mais</p> <p>adequado a cada tipo de perfil de consumidor.</p> <p>No mbito das telecomunicaes, nesta edio da revista apresenta-se um interessante artigo que faz uma resenha histrica da</p> <p>evoluo das telecomunicaes e da regulamentao das infraestruturas de telecomunicaes em loteamentos, urbanizaes e</p> <p>conjuntos de edifcios em Portugal ao longo dos ltimos anos.</p> <p>Nesta edio da revista Neutro Terra pode-se ainda encontrar outros assuntos muito interessantes e atuais, como um artigo</p> <p>sobre Grupos Eletrogneos e os principais critrios que se devem adotar no seu dimensionamento, um artigo que aborda a</p> <p>Deteo de Incndios em Tneis Rodovirios, e um artigo muito importante sobre Eficincia na Iluminao de espaos pblicos,</p> <p>apresentando-se o caso da cidade de gueda que foi premiada com o selo Smart City.</p> <p>Fazendo votos que esta edio da revista Neutro Terra v novamente ao encontro das expectativas dos nossos leitores,</p> <p>apresento os meus cordiais cumprimentos.</p> <p>Porto, junho de 2015</p> <p>Jos Antnio Beleza Carvalho</p> <p>DIVULGAO</p> <p>4</p> <p>ENERGY OPEN DAY</p> <p>28 DE JULHO 2015</p> <p>Com o objetivo de promover o intercmbio entre a comunidade acadmica e o setor empresarial, o curso de Engenharia</p> <p>Eletrotcnica Sistemas Eltricas de Energia do Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP) organiza o evento Energy</p> <p>Open Day no dia 28 de julho de 2015.</p> <p>O evento constar de um Ted Talk durante a manh e da apresentao dos trabalhos de final de curso durante a tarde.</p> <p>O Ted Talk contar com a presena de um painel de convidados que refletiro sobre as tendncias da energia, nos planos</p> <p>tcnico, social e econmico, e sobre o papel que o ensino superior deve desempenhar na formao de engenheiros. Para</p> <p>alm de profissionais da rea da Energia, neste painel tambm estar o historiador Joel Cleto, que apresentar uma</p> <p>perspetiva diferente do tema.</p> <p>Programa: 09:30h Acolhimento e boas vindas</p> <p>10:00h Ted Talk Energia nos caminhos do Futuro</p> <p>12:00h Coffee break e exposio dos trabalhos</p> <p>13:00h Pausa para Almoo</p> <p>14:30h Apresentao e avaliao de trabalhos de fim de curso</p> <p>Inscrio gratuita mas obrigatria: aag@isep.ipp.pt</p> <p>ARTIGO TCNICO</p> <p>5</p> <p>Carlos NevesTECNISIS</p> <p>Resumo</p> <p>Incndios em Tneis rodovirios podem ter custos brutais</p> <p>no s em perdas de vidas humanas como tambm nos</p> <p>custos de operao e de reparao do tnel!</p> <p>Na maioria dos casos a libertao de fumos a principal</p> <p>causa de morte pela inalao de gases txicos, muito </p> <p>frente dos problemas causados por queimaduras devido ao</p> <p>incndio.</p> <p>Os convencionais cabos trmicos detectam o incndio por</p> <p>variao de temperatura mas com grande atraso quando</p> <p>comparados com detectores de fumo Fireguard.</p> <p>1. Generalidades</p> <p>Em 1999, a ocorrncia de um fogo num camio no tnel de</p> <p>Montblank (Itlia- Frana), provocou a morte de 41 pessoas</p> <p>e teve prejuzos de cerca de 900 milhes devido a</p> <p>interrupo do tnel e aos trabalhos de manuteno.</p> <p>Em 2001, devido a uma coliso de camies no tnel de</p> <p>Gothard na Sua , 11 pessoas morreram e os custos foram</p> <p>de 11 milhes de euros.</p> <p>Em 2008, um fogo num camio de qumicos no Eurotnel</p> <p>(Inglaterra - Frana) teve um prejuzo de 260 milhes.</p> <p>Na maioria dos incidentes em tneis rodovirios, a principal</p> <p>causa de morte por inalao de gases txicos e no por</p> <p>temperatura.</p> <p>As principais causas destes incidentes so devidos a</p> <p>sobreaquecimento dos motores, a falhas no sistema de</p> <p>travagem, falhas nos turbocompressores, pneus defeituosos,</p> <p>que originam grande libertao de fumo, tornando a</p> <p>visibilidade drasticamente reduzida. Nestas condies, os</p> <p>detetores lineares de temperatura no respondem porque</p> <p>s funcionam com fogo aberto e por variao de</p> <p>temperatura, e os sistemas de vdeo so pouco eficazes</p> <p>porque emitem falsos alarmes devido falta de contraste e </p> <p>reflexo de luz devido imensa nuvem de fumo.</p> <p>A necessidade de instalar detetores de fumo est bem</p> <p>enfatizada na legislao de vrios pases, em especial</p> <p>documentada pela FEDRO - entidade rodoviria Sua.</p> <p>Os detetores de fumo devem ser distanciados de cerca de</p> <p>100m, no devem emitir mais do que um falso alarme por</p> <p>ano, e no devem ter interferncias devido a nevoeiro.</p> <p>DETEO DE INCNDIOS</p> <p>EM TNEIS RODOVIRIOS.</p> <p>ARTIGO TCNICO</p> <p>6</p> <p>2. Sistema Fireguard</p> <p>O Fireguard est instalado, com sucesso, desde 2007 em</p> <p>milhares de pontos em vrios tneis, nomeadamente o de</p> <p>Gothard e Montblank, deteta fumos pelo principio de back</p> <p>scater ligth, tem extrema fiabilidade e requer mnimo de</p> <p>manuteno.</p> <p>A figura 1 mostra um sistema de deteo de fumo Fireguard.</p> <p>Figura 1. Sistema de deteo de fumo Fireguard</p> <p>Para alm da deteo de fumo, o Fireguard pode incorporar</p> <p>detetor de temperatura e assim verificar se existe s</p> <p>libertao de fumos ou se tambm incndio.</p> <p>Testes feitos com fogo real numa viatura e com o Fireguard a</p> <p>62,5m e outro a 125m de distncia mostram a grande</p> <p>diferena no tempo de deteo de incndio em comparao</p> <p>com o cabo trmico.</p> <p>A figura 2 mostra os resultados de um ensaio de fogo real</p> <p>realizado numa viatura, com detetores Fireguard e cabo</p> <p>trmico linear.</p> <p>A linhas verticais 1 e 2 marcam o mnimo tempo possvel de</p> <p>alarme baseado na velocidade do vento e na distncia dos</p> <p>detetores Fireguard a 62,5m e a 125m da viatura.</p> <p>A linha horizontal ponteada marca o nvel estabelecido para</p> <p>o alarme.</p> <p>Figura 1. Centrais de deteo de incndio Siemens</p> <p>Figura 2. Ensaio de fogo real realizado numa viatura com detetores Fireguard e cabo trmico linear</p> <p>ARTIGO TCNICO</p> <p>7</p> <p>As linhas 3 e 4 mostram o aumento de intensidade do sinal</p> <p>do Fireguard para ambos os detetores.</p> <p>O alarme foi atuado nos 2 Fireguard aps 20 segundos.</p> <p>No cabo trmico o alarme s dado aps 3 minutos s</p> <p>depois de haver j fogo aberto.</p> <p>3. Observaes finais</p> <p>O Fireguard est instalado com sucessores em milhares de</p> <p>pontos em tneis na Europa e representa a soluo atual</p> <p>mais segura para a deteo precoce de incndios.</p> <p>cccdd</p> <p>Curiosidade:</p> <p>DIVULGAO</p> <p>n|</p> <p>9</p> <p>Andr Filipe Pereira Ponte 1110433@isep.ipp.ptFrequenta o Mestrado em Engenharia Eletrotcnica Sistemas Eltricos de Energia (MEESEE) noInstituto Superior de Engenharia do Porto Instituto Politcnico do Porto (ISEP/IPP), tendocompletado o grau de licenciatura em Engenharia de Sistemas (LES) no ISEP em 2013/1014. As suasreas de interesse esto vocacionadas para sistemas inteligente aplicados a redes eltricas deenergia (Smat Grids).</p> <p>Antnio Augusto Arajo Gomes aag@isep.ipp.ptMestre (pr-bolonha) em Engenharia Eletrotcnica e Computadores, pela Faculdade de Engenhariada Universidade do Porto.Professor do Instituto Superior de Engenharia do Porto desde 1999. Coordenador de Obras naCERBERUS - Engenharia de Segurana, entre 1997 e 1999. Prestao, para diversas empresas, deservios de projeto de instalaes eltricas, telecomunicaes e segurana, formao, assessoria econsultadoria tcnica.</p> <p>Antnio Carlos Seplveda Machado e MouraNatural do Porto (1950), licenciado (1973) e doutorado (1984) em Engenharia Eletrotcnica pelaFaculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP).Desenvolveu trabalho de investigao na Direction des tudes et Recherches da Electricit de France(EDF), para a preparao do grau de Doutor (1979-82).Professor Catedrtico da FEUP desde Novembro de 1991. membro eleito do Conselho deDepartamento de Engenharia Eletrotcnica e Computadores e do Conselho Cientfico da FEUP.Promoveu a criao, instalao e montagem do Laboratrio de Alta Tenso (LAT) da FEUP.Tem dedicado particular ateno aos problemas relativos produo de energia eltrica por recursoa fontes renovveis, em especial a energia hidroeltrica.Membro efetivo da Ordem dos Engenheiros, assume as funes de Presidente do Colgio Nacionalde Engenharia Eletrotcnica para o mandato de 2013-2016.Colabora com a Agncia de Avaliao e Acreditao do Ensino Superior (A3ES) na rea da EngenhariaEletrotcnica e Computadores, tendo participado em diversas Comisses de Avaliao Externa (CAE).</p> <p>Carlos Valbom Neves c.neves@tecnisis.ptCom formao em Engenharia Eletrotcnica, pelo Instituto Superior de Engenharia de Lisboa, elicenciatura em Gesto de Empresas, tendo colaborado com a FESTO, PHILIPS, ABB Asea BrownBoveri, Endress&amp;Hauser e TECNISIS. especialista em Instrumentao, Controle de ProcessosIndustriais e em Sistemas de Aquecimento e Traagem Eltrica. Tem cerca de 25 anos de experinciaadquirida em centenas de projetos executados nestas reas. Vive no Estoril, em Portugal.</p> <p>Tecnisis especialista em Sistemas de extino automtica de incndios, em instrumentaoindustrial, em sistemas para zonas perigosas ATEX e em medio de visibilidade e deteo deincndios em tuneis rodovirios. A Tecnisis tem 25 anos de atividade em Portugal com milhares deaplicaes em todos os segmentos da industria.www.tecnisis.pt</p> <p>Jos Carlos P. Cerqueira 1140189@isep.ipp.ptFrequenta o Mestrado em Engenharia Eletrotcnica Sistemas Eltricos de Energia (MEESEE) noInstituto Superior de Engenharia do Porto no Instituto Superior de Engenharia do Porto InstitutoPolitcnico do Porto (ISEP/IPP), tendo completado o grau de licenciatura em EngenhariaEletrotcnica na Universidade de Trs-os-Montes e Alto Douro (UTAD) em 2013/2014. As suas reasde interesse esto vocacionadas para as energias renovveis sistemas inteligentes aplicados gestode equipamentos de redes eltricas de ene...</p>

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