O LOBO - 4ª Edição

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    09-Mar-2016

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O Lobo uma iniciativa da Empresa Jnior da UNESP de Guaratinguet, Jr. Eng, que visa maior disseminao de contedos voltados ao nosso Campus

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<ul><li><p>O ano comeou e o Lobo traz ainda </p><p>mais novidades pra voc!</p><p>Violncia na faculdade.Como funciona o novo sistema de controle de veculos</p><p>Da fico para a realidade</p><p>A gente quer tentar restituir mobilidade em pa-cientes com graves nveis de paralisia corp-rea atravs de uma ligao direta do crebro com uma veste robtica, que vai permitir que ele imagine o movimento, gere uma tempes-tade cerebral que a gente consegue ler, e tra-duz em controles dessa veste robtica para que ele possa andar novamente, autonomamente, so palavras do neurocientista brasileiro Miguel Ni-colelis, criador do projeto milagroso que faz pesso-as com incapacidade motora nas pernas andarem. </p><p>DIVULGAO</p><p>Aprenda a se planejar. Mude seus hbitosAcabou de chegar na fa-culdade? Ainda est em clima de frias? S est com dificuldade para se organizar? O Lobo te ajuda nesse comeo pra voce no passar o ano arrancando os cabelos por falta de organizao!</p><p>Jr. Eng almejando crescimentoFique por dentro de como funciona o pro-cesso seletivo da em-presa jnior da Feg - Unesp. Quem sabe voc no trabalha na sua primeira empresa ainda na faculdade?</p></li><li><p>Mudana de hbitos, mudana de resultados</p><p>Otimize seus resultados de maneira eficiente atravs de novos hbitos</p><p>Aps o comeo do ano letivo, chega a hora de planejar suas aes para atingir suas metas ao longo do ano. E para atingi-las ne-cessrio entender como seus hbitos se relacio-nam com as mesmas. A qualidade dos hbitos modifica a qualidade de nossas vidas e desse modo, saber adaptar seus hbitos aos seus ob-jetivos pessoais, torna-se a chave do sucesso.Mas para que haja a adaptao de hbi-tos, primeiramente, deve-se saber como eles funcionam. Baseados em duas dca-das de estudo, psiclogos, socilogos e cientistas do crebro comearam finalmen-</p><p>te a entender como os hbitos funcionam e, mais importante, como podem ser transformados. Logicamente, com base na leitura de centenas de artigos acadmicos, entrevistas com mais de trezentos cientistas e executivos, alm de pesquisas realizadas em dezenas de em-presas, o autor Charles Duhigg explica no seu livro, The Power of Habit (O poder do h-bito), que os hbitos funcionam de maneira triangular, sendo compostos pelos elementos:Gatilho: estmulo que aciona o crebro e induz o mesmo a entrar no modo automtico.Rotina: sequncia de atividades que podem ser tanto fsicas quanto intelectuais. Recompensa: aquilo que indica ao crebro se esse conjunto de aes vale a pena ou no ser repetido. Quanto maior a expecta-tiva pela recompensa, mais forte o hbito.Para modificar um hbito necessrio man-ter o gatilho e a recompensa, mas mudar a rotina. Alm disso, preciso ficar atento s sensaes que cada ao da rotina provo-ca e assim substituir ou manter cada ao, sempre tendo como foco o seu objetivo.Identificando cada um desses trs elementos, pode-se entender completamente a natureza de cada hbito e assim adapt-lo a sua vontade. A equipe do Lobo sugere a leitura do livro O Po-der do Hbito de Duhigg para mais informaes.</p><p>Por Adrianus de Queiroz Ferreira</p></li><li><p>Buscando o futuro da Jr. Eng</p><p>Conhea um pouco mais sobre como funciona o processo seletivo da empresa jnior da Feg - UnespPor Daniel Galati Sabio</p><p>Toda empresa, seja ela macro ou micro, visa sucesso no mercado. A grande questo : qual a principal maneira de atingir esse sucesso? A resposta muito sim-ples: basta a eficincia em selecionar as melho-res cabeas e persona-lidades para levarem a empresa para o topo. A qualidade, a repercus-so da marca ou qual-quer que seja o motivo de reconhecimento ex-terno da empresa, por trs disso, est ligada fortemente com a exis-tncia de uma equipe eficiente, pr-ativa, apai-xonada e, consequente-mente, de sucesso. Isso s possvel atravs de uma seleo, ao mes-mo passo que rgida, eficiente dos candidatos que desejam fazer parte da empresa em questo.Na Jr. Eng, empresa jnior do campus da Unesp de Guaratingue-t, no diferente, o processo seletivo est acontecendo desde a l-tima semana. Os mais </p><p>de 100 inscritos nessa edio, um re-corde de candidatos em toda a his-tria da empresa, participaram nos dias 24, 25 e 26 de maro, da primei-ra fase a qual foi caracterizada pe-las dinmicas seletivas de qualida-des, capacidades e atribuies dos candidatos, que, alm disso, tiveram como principal objetivo, selecionar os alunos que tm o perfil da empresa jnior. Nesta semana, comea a se-gunda e ltima etapa do processo: as entrevistas individuais, nas quais os candidatos podem mostrar tudo so-bre eles e porqu devem ser contra-tados para fazer parte da empresa.Em ambas as fases, psiclogas au-xiliaram na avaliao de qualidades, personalidade, perfil e tiveram influ-ncia de peso na escolha dos can-didatos, tornando assim, o proces-so seletivo mais eficiente do ponto de vista terico em relao ao real comportamento de cada candidato.Em qualquer empresa, juntamente com o sucesso, vem o maior nme-</p><p>ro de interessados em fazer parte dele dentro dessa empresa, criando assim, um ciclo de cres-cimento o qual carac-terizado pela proporo direta de pessoas capa-citadas entrando e fa-zendo a empresa cres-cer. Por isso, queles que almejam uma par-ticipao, tanto na Jr. Eng, como em outras empresas de sucesso, no sendo aprovados, no devem perder a es-perana, o foco e a de-terminao visto que, segundo Thomas Edi-son, Nossa maior fra-queza est em desistir. O caminho mais certo </p><p>de vencer tentar mais uma vez. Processos seletivos acontecem todos os anos e a pre-parao pode come-ar a partir de agora.</p></li><li><p>Um pequeno chute para o homem, um grande salto para a humanidade</p><p>O projeto que vai fazer a vida de muita gente andar pra frente</p><p>Por Pedro Filipe Fontes</p><p>Com certeza, voc j observou em filmes futursticos os chamados cyborgs, humanos com carac-tersticas robticas anexadas ou implantadas no corpo que os auxiliam a exercer suas atividades coti-dianas. Calma, o mundo no est sendo dominado por eles, porm, segundo o estudo do neurocientista brasileiro, da Universidade de Duke, na Carolina do Norte, Miguel Nicolelis, em um futuro extremamente prximo, humanos que perderam sua capacidade motora nas pernas, paraplgicos, voltaro a ter mo-vimento nas pernas graas sua pesquisa sobre neurotransmisso e seu projeto Walk Again (Andar de novo, em portugus). A gente quer tentar restituir mobilidade em pacientes com graves nveis de paralisia corprea atravs de uma ligao direta do crebro com uma veste robtica, que vai permitir que ele imagine o movimento, gere uma tempestade cerebral que a gente consegue ler, e traduz em controles dessa veste robtica para que ele possa andar novamente, autonomamente, explica Nicolelis.</p><p>Primeiramente, o cientista, por cerca de 25 anos, pesquisou a tecnologia que converte a tempesta-de cerebral, que no nada alm dos sinais el-tricos emitidos pelo crebro em suas atividades, em codificaes para artefatos mecnicos, com-putacionais ou virtuais. Foram realizados testes com ratos e macacos que conseguiram, aps os testes, realizar tarefas simples como, por exem-plo, movimentar um brao mecnico. Isso leva ao projeto Walk Again visto que, com o auxlio da pesquisa nessa tecnologia, o cientista criou um exoesqueleto que, quando acoplado s pernas do indivduo deficiente, apenas com os seus co-</p><p>mandos cerebrais para andar, movimenta as suas pernas de maneira que seja capaz de se locomover.Em agosto de 2013, foram aprovadas as pesquisas do projeto em humanos ten-do em vista que, com a sua repercusso, a primeira utilizao oficial do aparelho, sem es-tar sendo testado, ser no pontap inicial do primeiro jogo da Copa do mundo em 2014 no Brasil o qual uma pessoa com incapacidade motora, utilizando o exoesqueleto, dar.O projeto Walk Again um grande feito, no somente para toda a comunidade cientfica, mas tambm para toda a sociedade. So muitos anos de pesquisa e desenvolvimen-to acerca da tecnologia com neurotransmisso e, de maneira notvel, um resultado mais do que eficiente e satisfatrio que, com certeza, alm de crescer significativamente nos prxi-mos anos, mudar e far andar a vida de muitas pessoas incapacitadas por todo o mundo.</p></li><li><p>E agora? seguro?Entenda o novo sistema de controle de entrada de veculos da Feg - Unesp</p><p>Por Leonardo Hori</p><p>Desde o dia 10 de maro, alunos e funcionrios da FEG que utilizam o estacio-namento do campus, passaram a ter que apresentar um crach, na entrada da guari-ta 1, contendo informaes do veculo. Este novo sistema de identificao tem permiti-do que os vigias possam controlar melhor quais carros que entram no campus perten-cem a alunos, professores, funcionrios ou a visitantes. Porm, este controle tem cau-sado congestionamento na Av. Ariberto Pe-reira da Cunha durante os horrios de incio de aula.A ideia de implantar um controle de entrada de carros vinha sendo discutida desde o ano passado em reunies de Dire-tores de reas da Administrao em conjunto com o Diretor da Faculdade. Mas a tentativa de assalto aos caixas eletr-nicos ocorrida no dia 18 de fevereiro, quando os assaltantes entraram de carro mas no foram identificados pela equipe de segurana, foi o principal motivo da acelerao da im-plantao do sistema de controle para o incio deste ano.A identificao dos carros ajuda a monitorar a entrada de veculos no campus. Para implantar o sistema era neces-srio quantificar o nmero de veculos que circulavam no campus. No se tinha ideia do volume de veculos que tra-fegava diariamente, diz Cristvo Jos Dias da Cunha, di-retor substituto do STI (Servio Tcnico de Informtica). Quando se comeou a fazer o controle de entrada de car-ros, comearam os congestionamentos. Eles eram previs-tos como parte do perodo de adaptao do sistema, j que ainda haviam muitos veculos que no estavam cadastra-dos, ou se cadastrados, ainda no apresentavam o crach.O controle dos veculos funciona com a existncia de duas vias de acesso na guarita 1. A primeira via, da direita, por onde os carros cadastrados entram, e um vigia confere vi-sualmente a presena do crach no painel dos veculos. Nesta via, esperado que se tenha um fluxo contnuo de entrada de carros. Caso algum carro no apresente o cra-ch, o vigia vai abordar o veculo para orientar o motoris-ta a fazer a identificao como visitante. A segunda via, da esquerda, mais prxima guarita, por onde veculos no cadastrados podem fazer a identificao, e recebem um crach de visitante, que lhes permitem circular no campus. Para fazer a tal identificao, o visitante deve apresentar CNH, CPF e placa do veculo, alm de justificar o motivo da visita. Ao final de sua visita, o crach deve ser devolvido.Para se obter o crach de veculo registrado o condutor deve possuir algum vnculo com a UNESP Guaratinguet. Docen-tes, funcionrios e tcnicos administrativos ganham crachs na cor azul. Alunos do colgio tcnico, da graduao, da ps--graduao, da UNATI (Universidade Aberta Terceira Idade), e no caso dos menores de idade, seus familiares, possuem crachs na cor verde. Um crach amarelo est sendo distribu-do para veculos que prestam servios ao campus: empresas terceirizadas, taxistas, entregadores, carros da prefeitura, uma vez que so de circulao frequente. Na categoria de crachs amarelo inclui tambm pessoas cadastradas que no tem ne-nhum vnculo de servio com o campus, mas frequentam a cantina da FEG durante o horrio de almoo, como funcion-rios do frum que fica na mesma avenida. Todos os conduto-res passam pelo mesmo processo para se registrar no sistema da faculdade. Para os carros que no possuem cadastro no sistema, so utilizados crachs de visitantes na cor vermelha.Planeja-se, no futuro, comprar cancelas eletrnicas de alta qualidade para automatizar o sistema, e acabar com a neces-</p><p>sidade de um vigia verificar cada carro. A implan-tao destas cancelas espera diminuir o conges-tionamento, que ocorre principalmente s 8:00, s 13:30 e s 19:00 horas. Uma das prioridades da administrao diminuir o impacto no trn-sito na Av. Ariberto Pereira da Cunha. H ain-da a necessidade de estudar se a entrada ser feita apenas pela guarita 1, pois o contingente de vigias atual no permite que haja servio fei-to pelas duas guaritas. A operao da guarita 2 depende do investimento em novas cancelas e de um remanejamento do nmero de vigias do campus. Atualmente, eles trabalham em turnos de 4 funcionrios por vez: um responsvel pela verificao dos veculos cadastrados, outro pela identificao dos veculos visitantes, outro pelo monitoramento e administrao das tarefas da guarita, e outro fazendo a ronda no campus.No caso de perda de crachs, o aluno dever pagar o valor de R$5,00 para seo de finan-as e solicitar um novo cadastro para aquele ve-</p><p>culo pelo STI. Alm disso, os crachs devem permanecer sobre o painel do carro enquanto estiver dentro do campus, mesmo quando es-tacionado, comprovando que o veculo est de-vidamente cadastrado. Desta forma, durante a ronda, os vigias podero identificar a categoria do crach, assim como alertar o condutor caso o carro esteja estacionado em local proibido (vaga para deficientes, vaga para nibus, etc.). De qualquer forma, a implantao do sistema de controle mudar o antigo hbito de alunos e funcionrios de chegar ao campus em cima da hora. Sabendo que h o controle de entrada de carros, recomenda-se que os condutores pla-nejem chegar minutos antes do que o costume para que no ocorram atrasos na sala de aula.H a expectativa de que o sistema esteja com-pletamente implantado dentro de duas sema-nas, com diminuio significativa do conges-tionamento. O maior problema que ainda faltam muitos alunos e funcionrios se adapta-rem s novas regras. Ns estamos hoje com mais de 900 crachs para serem retirados. Temos mais de 2000 cadastros., diz Crist-vo. Isso extremamente complicado, pois se a gente comea a cobrar efetivamente, es-tas pessoas vo ter que entrar como visitan-tes. E entrando como visitante, para o trnsito.</p></li></ul>