Palestra TV Digital ou TVs Digitais

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    06-Jul-2015

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TV Digital Video Education Marketing

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<ul><li> 1. TV DIGITAL ou TVs DIGITAIS ? TV DIGITAL ou TVs DIGITAIS ? </li></ul> <p> 2. SOCIEDADE EM REDE Os 3 exemplos caracterizam contextos de sociedades em rede. REVOLUO DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAO As TICs desencadearam uma nova estrutura social dominante, a sociedade em rede; uma nova economia, a economia informacional/global (Castells, 1999). A informao matria-prima desse novo capitalismo informacional, e a estrutura produtiva configurada em sistemas cibernticos de redes de comunicao e distribuio da informao/contedo. Sociedade de consumo mercadoria Sociedade da informao redes 3. As TICs foram responsveis pela revoluo tecnolgica digital que permitiu a convergncia de redes de informao digitais, ou seja, a convergncia de mdias digitais como redes superponveis/linkadas. Telefonia digital, transmisso de TV UHF/Rdio, Cabo, Satlite, Internet IP. Tambm permitiu o desenvolvimento ou segmentao da mesma mdia conceitual em diferentes mdias: ex. TVs Digitais: TV via Radiodifuso, IPTV, WebTV, Cabo e Satlite Mdia: Televiso Sociedade - Aldeia Global Meio a mensagem (Marshall McLuhan) Interface a mensagem (G. Beiguelman) &gt;&gt;&gt;Interatividade a mensagem SOCIEDADE EM REDE 4. INTERATIVIDADE O conceito de Interatividade adotado relativo ao meio TVI (baseado em Glossrio da Anatel, SBTVD, CPqD, 2004, e Waisman, 2006), classificando-se em: Interatividade Local: circunscrita comunicao entre controle-remoto e set top box, que apenas armazena e disponibiliza a informao que lhe chega via fluxo de difuso; Interatividade com canal de retorno intermitente: comunicao assncrona (no em tempo real) do usurio com o servio oferecido ou outros usurios. As informaes so temporariamente armazenadas no set top box e posteriormente enviadas ao servidor. Interatividade com canal de retorno permanente: comunicao sncrona do usurio com o servidor (servios e outros usurios). Usurio envia informaes em tempo real. Ao se pensar o design de aplicativos/interfaces para TVI, devemos ter em mente alguns fatores, como: TV no computador, possui sistema de transmisso particular (broadcast), utilizada com largo distanciamento entre usurio e tela de exibio da interface, possui dispositivos de Entrada/Sada diferentes (controle remoto, teclado, touchscreen, aparelhos mveis etc), e normalmente h uma audincia de mais de uma pessoa assistindo TV. Os perfis de usurio mudam completamente, ainda mais se considerarmos a TV Digital sendo utilizada em mdias mveis. 5. IPTV X WebTV IPTV Internet Protocol Television Televiso que entrega servios de TV Digital utilizando como canal uma rede prpria (fechada ou pblica) sob Protocolo IP de transmisso de dados, sob banda larga dedicada. Recepo atravs de Set-top Box e rede especial dedicada. Suporta pacotes de dados QoS (Quality of Service). Modelo de negcios: streaming e downolad (VOD). Obs: VOD (Vdeo on Demand) o principal modelo de negcios no momento. Customizao do contedo assinado pelo usurio. Interatividade mista, em relao a Interface de Usurio, que temos via TV a Cabo/Satlite digital e Web. Exs: Clix (Portugal), Apple TV, Imagenio (Espanha), Videon (Brasil). 6. WebTV Televiso Digital que tambm se utiliza do Protocolo IP, porm usando como canal o prprio ambiente WWW, ou seja, rede aberta e compartilhada, baseando-se na tecnologia streaming de fluxo de dados, sofrendo assim com as limitaes de banda larga dos usurios. Recepo pela prpria web / computador e conexo de banda larga do usurio. No suporta pacotes QoS. Modelo de negcios: streaming e downolad (VOD). Principal: Streaming. Mesmo contedo oferecido para todos os usurios. Interatividade e Interface de Usurio via Web. Ex: Terra TV, IG TV, Joost, Globo Vdeos. IPTV X WebTV 7. 11 PRINCIPAIS ELEMENTOS DA MUDANA TV ANALGICA standart TV DIGITAL INTERATIVA TVDI O QUE PROGRAMAO Conjunto de programas transmitidos por uma rede de televiso Conjunto de programas de preferncia de um usurio, da mesma emissora ou de vrias emissoras O QUE GRADE HORRIA Distribuio dos programas em horrios planejados e previamente divulgados Conjunto de programas escolhidos pelo usurio no horrio que lhe convm PRINCIPAL ELEMENTO HORRIO DE TRANSMISSO Opo da Sequncia de armazenamento PRINCIPAL CONCEITO Disponibilidade dos programas no menu principal da rede Medio da audincia Interao em tempo real ASSISTIR TV Um aparelho nico para vrios usurios simultneos, hbito de assistir tv em grupo. Gradualmente, diminuir o nmero de pessoas assistindo a um s aparelho. TVD tambm se assiste no computador, no celular, no carro, ... Fonte: Prof. Dr. Jos Carlos Aronchi UNESP UFRN UNINOVE Horizontalidade de programao o mesmo programa no mesmo horrio Ibope 8. TV DIGITAL INTERATIVA Transmisso Broadcast UHF Necessita de Set-top box para recepo e decodificao de dados (externo ou embutido no televisor digital. J existem formatos que oferecem interatividade parcial, como a NET TV a cabo, TV Sky e Telefonica Digital via satlite. Recepo pelo aparelho de televiso. Modelo de negcios: radiodifuso aberta gratuita, sob concesso governamental. Permite interatividade atravs de canal de retorno ou Canal de Interatividade, regulamentado por portaria do governo federal, que obriga o uso de tecnologia de conexo IP. 9. TV DIGITAL EM ALTA DEFINIO Com interatividade, pode vir a suportar customizao do contedo oferecido pela emissora/canal. TV Digital de Alta Definio HDTV - iniciou operaes no Brasil (sem interatividade) em 2007. Para que haja interatividade, necessita de middleware do SBTVD embarcado (Ginga NCL e Ginga-J), alm da presena do Canal de Interatividade via IP. Interface de Usurio assemelha-se da IPTV. 10. Convergncia entre mdias digitais tambm suporta a Divergncia: As mdias caracterizam-se por se diferenciarem numa grande tecnolgica de formatos e suportes, que gera diferenciais conceituais de se trabalhar a informao. Ex: Mdias Mobile (Celular, Smartphone, PDA); Computador: Web, DVD multimdia,WebTV; TV Digital: Broadcast, IPTV o Mercado/Usurio demandam contedos personalizados Middleware Camada intermediria de software localizada entre as aplicaes (programas de uso final) e o sistema operacional. Importncia: Software que promove a convergncia de ambientes de desenvolvimento, considerando-se a variedade de hardwares e sistemas operacionais existentes, por exemplo em smartphones. Em relao ao usurio, tem como funo possibilitar que ele no precise ter contato direto com o sistema operacional do hardware, por exemplo set top boxes ou celulares, especialmente quanto TV Digital. Seu objetivo oferecer s aplicaes o suporte necessrio para seu rpido e fcil desenvolvimento, alm de esconder os detalhes das camadas inferiores, bem como a heterogeneidade entre os diferentes sistemas operacionais e hardwares, definindo, para os que produzem contedo, uma viso nica de aparelho. TV DIGITAL INTERATIVA 11. TV Digital Interativa Sistemas desenvolvidos no mundo: Americano ATSC-T middleware DASE Europeu DVB-T middleware MHP Japnes ISDB-T middleware ARIB-BML Sistema Brasileiro SBTVD, baseado no sistema japons Middleware brasileiro: Ginga NCL (declarativo) e Ginga Java (Procedural) 12. MIDDLEWARE GINGA EM: Sistemas Operacionais Mobile: Symbian Windows RIM Linux PalmOS Plataformas de Desenvolvimento: Symbian JavaME 13. PROTOCOLOS 14. Middleware Procedural e Declarativo 15. Middleware Procedural e Declarativo 16. TV DIGITAL CONTEXTO MERCADOLGICO TV DIGITAL CONTEXTO MERCADOLGICO 17. TV Analgica x Web TV Fonte: Congresso Internacional TV 2.0 SP 2008 Site: www.comscore.com 18. http://noticias.uol.com.br/ooops/ultnot/2008/09/18/ult2548u604.jhtm 19. Fonte: Congresso Internacional TV 2.0 SP 2008 20. VIDEON (Brasil) Oferece contedo audiovisual por banda larga na Tv do Cliente, na forma de VoD; Braslia; Programao fica em uma biblioteca virtual; possvel voltar, avanar, pausar e parar o que esta assistindo e ver depois; Em estudo: Formas de interao (jogos on-line, mensagem instantnea e acesso a conta bancria). Fonte: Revista Teletime n.114 Set-2008 www.videontv.com.br 21. Imagenio/Telefonica (Espanha - Chile) Servio atravs da plataforma IPTV Trio da Telefnica = Telefone + Internet + TV 4,5 milhes de assinantes de banda larga por ADSL Testes de IPTV em So Paulo (Jardins) A TV pessoal, sem horrios! Fonte: Revista Teletime n.114 Set-2008 www.telefonicaonline.com 22. IPHONE 3G: A briga pela venda do iPhone 3G da Apple no Brasil deixou de ser apenas uma mera questo comercial e, agora, tambm uma "batalha" de Marketing. Vivo e Claro marcaram o lanamento oficial do produto nos seus portflios para eventos especiais na quinta-feira, 25/09, na capital paulista. A Vivo, inclusive, vai fazer um evento - ainda em local secreto, segundo sua assessoria, s 11 horas da noite, simplesmente para no "bater" com o horrio da concorrente. 23. BIBLIOGRAFIA Harvey, David. A Condio Ps-Moderna. Bauman, Zygmunt. Globalizao. Castells, Manuel. A Sociedade em Rede. So Paulo: Paz e Terra, 1999. Cruz, Vitor; Moreno, Mrcio; Soares, Luiz F. TV Digital Para Dispositivos Portteis - Middlewares. Monografia em Cincias da Computao, PUC, So Paulo, 2008. Lvy, Pierre. Cibercultura. Murer, Ricardo. O Que IPTV. Disponvel em: http://www.softv.com.br . ltimo acesso em outubro de 2008. Waisman, Thais. Usabilidade em servios educacionais em ambiente de TV digital. Tese ECA, USP, So Paulo, 2006. 24. OBRIGADO! Marcelo Correia Atuao no mercado de Televiso/Vdeo/WebTV Professor de Produo Multimdia UNISANTA Pesquisador em TV Digital UNESP/TV UNESP Mestrado - Cincias da Comunicao USP Ps-Graduando em Arquitetura da Informao Contato: tvdigital@rocketmail.com </p>