para estudar prova ofa

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    30-Jun-2015

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1. OLIVEIRA, Marta K. de. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento; um processo scio- histrico. Resumo: Este livro apresenta uma sntese das idias de Vygotsky, enfatizando especialmente a importncia dada cultura e a Linguagem na constituio do ser humano, a autora explora as relaes entre desenvolvimento e aprendizado, pensamento e linguagem e aspectos biolgicos e culturais do funcionamento psicolgico. Palavras-chave: PSICOLOGIA DA EDUCACAO; PERSONALIDADES; APRENDIZAGEM. Para Vygotsky, a aprendizagem sempre inclui relaes entre pessoas. Ele defende a idia de que no h um desenvolvimento pronto e previsto dentro de ns que vai se atualizando conforme o tempo passa. O processo de apropriao do conhecimento se d nas relaes reais do sujeito com o mundo. Vygotsky distingue dois tipos de conceitos: o primeiro o cotidiano e prtico, desenvolvidos nas prticas das crianas no cotidiano, nas interaes sociais; o segundo o cientifico, adquiridos por meio de ensino, pelos processos deliberados de instruo escolar. De acordo com Oliveira, Vygotsky afirma que =diferentes culturas produzem modos diversos de funcionamento psicolgico. necessrio ter em mente que, a proposta de Vigotsky que se intervenha de forma decidida e significativa nos processos de desenvolvimento da criana no sentido de ajud-la a superar eventuais dificuldades, recuperar possveis defasagens cognitivas e auxili-la a ativar reas potenciais imediatas de crescimento e desenvolvimento. 2 ASSMANN, Hugo. Metforas novas para REENCANTAR a educao epistemologia e didtica. Resumo: Apesar do panorama desolador no sistema educacional brasileiro, tanto em termos de tcnicas, metodologias e experincias criativas, o autor defende uma persistncia dos processos de aprendizagem, em que os processos vitais e os de conhecimento despertem novidades fascinantes e motivaes positivas para REENCANTAR a educao As circunstncias adversas produziram o negativismo, no qual aqueles que dantes pareciam progressistas e inovadores desembocam, nas palavras do autor, num ? apartheid neuronal?, onde as ecologias cognitivas inexistem. Com o conhecimento e o aprender interagindo como assuntos obrigatrios, o mercado que promove as tendncias de incluso e excluso deve dar lugar a uma relao onde os homens e as mquinas so parte do mesmo processo, todos agindo em prol da vida, do conhecimento E a insensibilidade, devem abrir caminho para a exploso dos espaos de conhecimento, onde a educao sai do mero discurso e promove a revitalizao do tecido social e do conhecimento, com todos os valores a si inerentes. Os processos cognitivos carecem de uma viso antropolgica sria, que mesmo complexa traga lucidez poltica e tica, onde

a solidariedade produza consensos polticos e educacionais, onde a criatividade se revista de ternura e felicidade individual e coletiva. ******Como o prazer e a ternura na educao passa pela experincia sensorial do corpo, a morfognese do conhecimento tem que ser dinmica, prazerosa e curativa, com uma pluri-sensualidade que passe pelo crebro, pelas emoes, e se expresse no corpo. Assim, o monoplio da educao visual-auditiva dar lugar a uma educao instrutiva e criativa, cheia de encantamentos e acessvel, comprometida com o social e centrada no prazer de aprender e ensinar, e onde a educao se reveste novamente de encantos. ****** 3 COLL, Csar e outros. O construtivismo na sala de aula. Resumo: O artigo tem por base a fala de uma criana quando questionada sobre como conseguiu ser aprovada na 1 srie, aps haver revelado grandes dificuldades no processo de alfabetizao. um estudo que faz a relao entre essa fala da criana e o Construtivismo. Aborda conceitos de Piaget e de pesquisadores sobre o Construtivismo, que fornecem dados para se compreender o sujeito que aprende. Aprender construir. A aprendizagem contribui para o desenvolvimento na medida em que aprender no copiar ou reproduzir a realidade. Para a concepo construtivista, aprendemos quando somos capazes de elaborar uma representao pessoal sobre um objeto da realidade ou contedo que pretendemos aprende Procurar-se- aqui encontrar nessa frase conceitos do Construtivismo dentro de cada parte dela. O aluno, ao ser questionado sobre como conseguira se aprovado, dando uma definio bem abrangente, que envolve desde a elaborao do processo at como conseguiu chegar ao final, dentro de sua sabedoria ingnua e simples, respondeu: assim, , eu fui fazendo, fazendo, Eu fui tentando e a eu consegui. () Tem que ir ajeitando na minha cabea, Misturando com as outras coisas. Atravs dessa anlise percebe-se que esta criana realmente conseguiu elaborar, de maneira ingnua e simples, uma frase onde colocada toda uma sabedoria infantil e que consegue explicar toda uma concepo. Certo que no se utilizou de um discurso lingstico com diversidades de palavras que at pudessem fazer parte do seu vocabulrio no cotidiano, mas, numa frase curta, ela englobou, de certo modo, toda uma viso da concepo construtivista.. 4 COLL, Csar; MARTN, Elena e colaboradores. Aprender contedos & desenvolver capacidades. Resumo:

Aprender Contedos e Desenvolver Capacidades CESAR COLL & ELENA MARTN O que queremos ensinar aos alunos na escola? Como se pode contribuir, a partir das distintas reas, aquisio das capacidades bsicas? Realmente trabalhamos em aula com essas capacidades? possvel avali-las? Perguntas que continuamente muitos professores se fazem e que mostram a relevncia do desenvolvimento das capacidades no ensino. Este livro analisa o processo de tomada de decises que determina o planejamento e a colocao em prtica do currculo, a partir da perspectiva das capacidades e dos contedos. Aps apresentar e revisar com clareza esse processo, os reconhecidos professores espanhis Csar Coll, Elena Martn e seus colaboradores se dedicam a ilustrar sua aplicao em diversas reas do currculo, como: lngua e literatura, matemtica, cincias sociais, cincias naturais e tecnologia. 5 CONTRERAS, Jos. A autonomia dos professores. Resumo: Como resultado das mudanas sociais, polticas e econmicas pelas quais estamos passando hoje existe uma preocupao latente em se realizar pesquisas que busquem compreender o exerccio da docncia e dos processos de construo da identidade,profissionalidade e profissionalizao do professor. Trs grandes partes compostas de oito captulos que versam sobre a preocupao do autor com a apropriao indiscriminada, banalizada e generalizada dos termos profissionalizao e autonomia de professores Na primeira parte A autonomia perdida: a proletarizao dos professores Contreras analisa o problema do profissionalismo no ensino, em especial o processo de proletarizao pelo qual passa o professor, os vrios significados do que ser profissional e profissionalidade. Na segunda parte Modelos de professores: em busca da autonomia profissional do docente , so discutidos trs modelos tradicionalmente aceitos com respeito profissionalidade dos professores, a saber: o especialista tcnico, o profissional reflexivo e o intelectual crtico 3 PARTE=autonomia e seu contexto estabelecida uma viso global do que se deve entender por autonomia de professores. Contreras toma como bases tericas as idias O professor ser autnomo quando a escola for autnoma, ou seja, quando tanto o professor quanto a escola forem realmente os idealizadores das prticas educativas e no apenas aplicadores de receitas mgicas prescritas fora dos muros da escola e sem o aval e a reflexo da comunidade na qual est inserida.

Esta obra, portanto, destina-se todos aqueles que procuram entender a autonomia professoral como forma de melhoria do processo educativo, no qual o professor tem um papel fundamental. 6 DELORS, Jacques e EUFRAZIO, Jos Carlos. Educao: um tesouro a descobrir. Resumo: O livro Educao: um Tesouro a Descobrir, sob a coordenao de Jacques Delors, aborda de forma bastante didtica e com muita propriedade os quatro pilares de uma educao para o sculo XXI, o trabalho de pessoas comprometidas a buscar uma educao de qualidade. educao cabe fornecer, de algum modo, os mapas de um mundo complexo e constantemente agitado e, ao mesmo tempo, a bssola que permite navegar atravs dele.. Segundo Delors, a prtica pedaggica deve preocupar-se em desenvolver quatro aprendizagens fundamentais, que sero para cada indivduo os pilares do conhecimento: aprender a conhecer indica o interesse, a abertura para o conhecimento, que verdadeiramente liberta da ignorncia; aprender a fazer mostra a coragem de executar, de correr riscos, de errar mesmo na busca de acertar; aprender a conviver traz o desafio da convivncia que apresenta o respeito a todos e o exerccio de fraternidade como caminho do entendimento; e, finalmente, aprender a ser, que, talvez, seja o mais importante por explicitar o papel do cidado e o objetivo de viver. Para mudar nossa histria e lograr conquistas, precisamos ousar em cortar as cordas que impedem o prprio crescimento, exercitar a cidadania plena, aprender a usar o poder da viso crtica, entender o contexto desse mundo, ser o ator da prpria histria, cultivar o sentimento de solidariedade, lutar por uma sociedade mais justa e solidria e, acima de tudo, acreditar sempre no poder transformador da educao. 7 FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessrios prtica docente. Resumo: Freire, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessrios prtica educativa. Resumo: Paulo Freire nos ensina a ensinar partindo do ser professor, ele reflete sobre saberes necessrios prtica educativo-crtica fundamentados numa tica pedaggica e uma viso de mundo aliceradas em rigorosidade, pesquisa, criticidade, risco, humildade, bom senso, tolerncia, alegria, curiosidade, esperana, competncia, generosidade, disponibilidade molhadas pela esperana. Autonomia que faz da prpria natureza educativa. Sem ela no h ensino, nem aprendizagem.(Gadotti, Moacir). Palavras-chave: PRATICAS EDUCATIVAS; EDUCACAO; PEDAGOGIA DA AUTONOMIA; PROFESSORES. 8 GARDNER, Howard; PERKINS, David; PERRONE, Vito e colaboradores. Ensino para a compreenso. A pesquisa na prtica

Resumo: Parte I fundamentos do ensino para a compreenso 1. por que precisamos de uma pedagogia da compreenso 2. o que a compreenso? parte II o ensino para a compreenso em sala de aula 3. o que ensino para a compreenso? 4. como os professores aprendem a ensinar para a compreenso 5. como o ensino para a compreenso na prtica? parte III a compreenso dos alunos em sala de aula 6. quais so as qualidades da compreenso? 7. como os alunos demonstram sua compreenso? 8. o que os alunos compreendem em classes de ensino para a compreens? 9.promovendo o ensino para a compreenso 10. como podemos preparar novos professores? 11. como o ensino para a compreenso pode ser ampliado nas escolas? Resenha: consenso, hoje, que a escola precisa ensinar seus alunos a compreender e a pensar, de modo que possam ser bem-sucedidos nessa era de constante transformao e desenvolvimento tecnolgico. neste livro, um grupo de renomados professores, prope uma nova forma de ensinar, decorrente de uma pesquisa conjunta de seis anos. eles descrevem as bases tericas subjacentes estrutura do ensino para a compreenso, o processo e os resultados de sua aplicao em uma variedade de cenrios de sala de aula, e as implicaes para a formao de professores e a transformao da escola. 9 HARGREAVES, Andy. O ensino na sociedade do conhecimento: educao na era da insegurana Resumo: Palavras-chave: ENSINO ; CONHECIMENTO; TECNOLOGIA; APRENDIZAGEM; EDUCACAO; SOCIEDADE DO CONHECIMENTO . Resumo: Captulo 1:. O ensino para a sociedade do conhecimento: educar para a inventividade Captulo 2: O ensino para alm da sociedade do conhecimento: do valor do dinheiro aos valores do bem Captulo 3: O ensino apesar da sociedade do conhecimento I: o fim da inventividade Captulo 4: O ensino apesar da sociedade do conhecimento II: a perda da integridade Captulo 5: A escola da sociedade do conhecimento: uma entidade em extino Captulo 6: Para alm da padronizao: comunidades de Aprendizagem profissional ou seitas de treinamento para o desempenho? Captulo 7: O futuro do ensino na sociedade do conhecimento: repensar o aprimoramento, eliminar o empobrecimento. 10 HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho.

Resumo: Esto reunidos, nesta obra, princpios essenciais da avaliao, no sentido da efetiva promoo da aprendizagem, de uma ao que se projeta no futuro, embasada em princpios ticos de respeito s diferenas. Estabelecendo relaes entre uma concepo dialtica de avaliao e os caminhos de aprendizagem, a autora desenvolve questes sempre polmicas nas escolas: a anlise de tarefas avaliativas, o papel dos professores como mediadores em vrios momentos de sala de aula, estudos de recuperao, a elaborao de testes, os registros de avaliao e outras. Avaliar para promover: as setas do caminho, Ao fazer o Caminho de Santiago de Compostella, na Espanha, as setas do caminho foi uma metfora utilizada sobre as setas amarelas que guiam os peregrinos durante a sua caminhada, uma vez que o livro aborda com profundidade os princpios fundamentais que devem nortear os rumos dos educadores que pretendem desenvolver sua prtica avaliativa no sentido de promover melhores oportunidades de aprendizagem aos alunos. O LIVRO segue tambm algumas dessas setas. Tem seus pontos de ancoragem na convico de que os pilares essenciais para uma boa educao, ensinar e de aprender, a construo de alternativas pedaggicas para se alcanar uma escola para todos e a valorizao de princpios ticos e de cidadania. 11 LERNER, Dlia. Ler e escrever na escola: o real, o possvel, o necessrio Resumo: Captulo 1 ler e escrever na escola: o real, o possvel e o necessrio captulo 2 para transformar o ensino da leitura e da escrita captulo 3 apontamentos a partir da perspectiva curricular captulo 4 possvel ler na escola? captulo 5 o papel do conhecimento didtico na formao do professor Resenha:Este livro testemunha um esforo constante para analisar as mudanas nas prticas docentes e teorizar sobre as aes necessrias para que tais mudanas ocorram. 12 MARZANO, Robert J.; PICKERING, Debra J.; POLLOCK, Jane E. Ensino que funciona: estratgias baseadas em evidncias para melhorar o desempenho dos alunos. Resumo:

Ensino que Funciona Estratgias Baseadas em Evidncias para Melhorar o Desempenho dos Alunos O que funciona na Educao? Como a pesquisa educacional encontra seu caminho at a sala de aula? Como podemos aplic-la para ajudar nossos estudantes individualmente? Perguntas como essas surgem na maioria das escolas, e os educadores, ocupados, freqentemente no tm tempo para encontrar as respostas. Os autores examinam dcadas de achados de pesquisa para destilar os resultados em novas e amplas estratgias de ensino que tm efeitos sobre a aprendizagem do aluno, tais como: Identificar semelhanas e diferenas.Resumir e tomar notas. Reforar o esforo e proporcionar reconhecimento. Praticar a aprendizagem cooperativa. Estabelecer objetivos e dar feedback.Gerar e testar hipteses. Fazer perguntas, dar sugestes e usar organizadores avanados. 13 MORIN, Edgar. Os sete sa...