PC & CIA - 097

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    Editora Saber Ltda.DiretorHlio Fittipaldi

    Associada da:

    Associao Nacional das Editoras de Publicaes Tcnicas, Dirigidas e Especializadas

    Atendimento ao Leitor: leitor@revistapcecia.com.br

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    Editor e Diretor ResponsvelHlio Fittipaldi

    Editor de TecnologiaDaniel Appel

    Conselho EditorialRoberto R. Cunha

    ColaboradoresDaniel NettoDouglas CetertickMario Cimbalista Jr.Ronnie ArataThiarlei Macedo

    RevisoEutquio Lopez

    DesignersCarlos Tartaglioni,Diego M. Gomes

    ProduoDiego M. Gomes

    PC&CIA uma publicao da Editora Saber Ltda, ISSN 0101-6717. Redao, administrao, publicidade e correspondncia: Rua Jacinto Jos de Arajo, 315, Tatuap, CEP 03087-020, So Paulo, SP, tel./fax (11) 2095-5333.

    CapaArquivo Ed. Saber

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    Que tal ver o invisvel?

    O leitor que nos acompanha sabe que uma das caractersticas

    que diferencia a PC&Cia das demais revistas de informtica

    que apresentamos solues para problemas do cotidiano. Redes,

    virtualizao, software, no importa, sempre tentamos trazer

    informaes que engrandeam o conhecimento do leitor e que

    o ajudem no seu trabalho.

    s vezes, isso significa fugir do bvio e falar de assuntos que

    muitos no associam diretamente com a informtica. o caso da Termografia Infravermelha,

    um dos assuntos que mais mexeu com nossas concepes nos ltimos tempos.

    A Termografia uma cincia muito comum na indstria, onde usada para inspees,

    testes e anlises no destrutivas. Ela permite identificar um nmero enorme de problemas

    antes de eles ocorrerem, o que o sonho de qualquer profissional da rea tcnica. Ela

    permite, literalmente, ver o invisvel.

    Agora, fao uma pausa para perguntar ao leitor: voc j ouviu falar de termografia?

    Provavelmente no, o que uma pena pois essa tecnologia pode ser to til na infor-

    mtica quanto ela na indstria. Mas aqui, no nosso universo de computadores e redes,

    ningum fala disso. Por que?

    Essa tecnologia est disponvel para todos, o profissional da informtica que precisa

    se mexer um pouco e sair da sua zona de conforto. Qual o problema de pegar emprestada

    uma tecnologia que to comum na indstria?

    Uma das palavras mais batidas no mercado de trabalho ultimamente diferencial,

    ele que define quem ganha em um mercado de livre concorrncia. Est na hora do pro-

    fissional da informtica se enxergar, efetivamente, como um profissional em um mercado

    competitivo, e buscar todo e qualquer diferencial que puder.

    Com ferramentas modernas e adequadas ele poder, finalmente, aposentar uma

    outra ferramenta, velha de guerra: o chutmetro. Essa todo mundo usa, portanto no

    nenhum diferencial.

    Daniel Appel

    Os novos chips da Intel

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  • 10 A Termografia infravermelha e o mundo digital

    25 MSI R545026 AMD Radeon HD 645027 MSI N520GT28 Point of View GT 52029 Sapphire Radeon HD 6770 Vapor-X30 Sapphire Radeon HD 679031 MSI N550 GTX-Ti Cyclone II IGD532 MSI R6850 Cyclone IGD533 Zotac GTX 56034 Point of View GTX 56035 Sapphire Radeon HD 695036 Zotac GTX 57037 Point of View GTX 58038 PNY GTX 580 liquid cooled39 E o desempenho?44 Popular ou Sofisticado?

    59 Engenharia de redes open-source

    18

    Termovisores Fluke

    Voc sabe qual o

    cabo ideal para sua rede?

    52

    Guia de

    Placas de Vdeo

    24

    PC&CIA # 97 # 2011

    IndiceIndice

    Editorial

    Notcias

    Tendncias

    030664

    TESTES

    HARDWARE

    REDES

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    O TeamViewer 7 incorpora avanados re-cursos na parte de acesso remoto e uma nova soluo de reunies online para at 25 participantes simultneos.

    possvel iniciar uma reunio online com apenas um clique e, por meio de qualquer navegador, os usurios podem se juntar a uma reunio baseada em Flash, mesmo sem que o TeamViewer esteja instalado.

    At 25 usurios podem usufruir das capacidades totalmente interativas da reunio, incluindo compartilhamento de tela, videoconferncia, chat e um quadro branco, utilizado para apresentaes. As sesses podem ser gravadas e poste-riormente convertidas em arquivos do tipo AVI, e um novo recurso chamado de Caixa de Arquivo permite o comparti-lhamento de documentos.

    Lanado juntamente com a verso 7, o apli-cativo para reunies online TeamViewer Meeting App, disponvel para Android e iOS, oferece uma soluo simples para aqueles que necessitam participar de uma apresentao fora do escritrio. Apenas com o ID da sesso, os partici-pantes remotos podem assistir reunies por meio de um smartphone ou tablet, mesmo sem uma licena do software.

    A stima verso do software teve suas funcionalidades melhoradas e expandi-

    das. Agora, possvel arrastar e soltar (Drag-and-Drop) arquivos de uma sesso remota para um computador lo-cal e vice-versa. O suporte completo para configuraes multimonitor tambm est garantido e permite que os usurios visualizem duas ou mais telas remotas. Ainda possvel tirar screenshots e salvar as preferncias de cada sesso, evitando novos ajustes a cada incio.

    Tal como acontece com todas as solues TeamViewer, a comunicao entre o espectador e o computador aces-sado, criptografada com o algoritmo AES256 bits.

    O TeamViewer 7 combina o acesso remoto e reunies online em uma nica soluo prtica para as empresas., disse Holger Felgner, Gerente Geral da TeamViewer. Seja voc um vendedor demonstrando algo para um cliente em potencial ou um gerente que precisa colaborar com sua equipe global de vendas, o TeamViewer 7 atende perfei-tamente suas necessidades. Alm disso, a nova verso traz um novo potencial para a comunicao entre usurios privados, de forma gratuita., completa Felgner.

    O TeamViewer 7 est disponvel para computadores Win-dows pelo endereo: www.teamviewer.com/version7. O aplicativo de reunies para Android est disponvel no Android Market Place. J o aplicativo para dispositivos

    Fabricantes de HDs ainda sofremcom as enchentes na Tailndia

    mente, tanto dos prprios discos rgidos, quanto de produtos derivados, como os notebooks, por exemplo. No entanto, a Nidec informou em novembro que nove das dez fbricas que ela tem j voltaram a funcionar em ritmo comum.

    Assim que a gua baixar, ainda levar um tempo para que as empresas afetadas voltem com as suas atividades em ritmo comum. Portanto, os preos dos HDs no devem voltar ao normal, pelo menos, at os primeiros meses de 2012.

    A Western Digital, uma das empresas que mais sofreu impacto com as enchentes, publicou, em release, que est se es-

    TeamViewer chega a sua stima versoe traz suporte a Windows, Linux, Android e iOS

    iOS estar disponvel no final de dezembro na App Store. A atualizao de software para computadores Mac estar disponvel no comeo de 2012.

    A empresa oferece licenas vitalcias e adaptadas s necessidades de cada empresa. Os preos do TeamViewer incluem todas as funcionalidades e no h nenhum com-ponente externo como, um add-on, que requeira licenciamento a parte.

    Para uso privado, o TeamViewer totalmente gratuito sem qualquer limitao de funcionalidade. Para preo e informaes adicionais de licena, visite o site do fabricante.

    Pouco mais de dois meses aps as primei-ras enchentes que atingiram a Tailndia em outubro de 2011, algumas regies fabris ainda esto a quase dois metros embaixo dgua.

    Esta situao impede a volta das ativida-des de diversos fabricantes de HDs e de outros tipos de produtos, tambm fabricados na Tailndia.

    Os reflexos das inundaes atingiram o mercado de informtica em uma escala mundial, isso porque a Nidec, empresa fabricante de grande parte dos motores usados em HDs, tambm foi atingida. Assim, os preos se elevaram rapida-

    forando para voltar s atividades, mas que no pode reabrir suas fbricas, pois a preocupao principal proteger seus 37.000 funcionrios.

    J a Seagate investir 1 bilho de baht - moeda da Tailndia (aproximadamente US$ 30 mi) - para a montagem de uma nova fbrica que deve comear a fun-cionar em fevereiro de 2012.

    Para quem pretende comprar discos rgi-dos ou storages, a indicao pensar com mais critrio antes, e medir se a necessidade emergencial. Caso con-trrio, no vivel at que a situao se regularize.

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    A segurana to importante na vida online quanto no mundo real, ainda mais em tempos de aparelhos portteis, em que mais pessoas ficam conectadas por perodos mais longos. No porque a lei passou a punir os cibercriminosos que podemos deixar todo o trabalho para as autoridades, no devemos deixar de lado as medidas de segurana. Mesmo com as adaptaes da Justia, o maior responsvel pelo aumento do nmero de vtimas de crimes virtuais ainda o prprio usurio e seus hbitos.

    Em evento especfico, a Symantec reuniu Sally Jenkins, vice-presidente de marke-ting, Jeff Kyle, gerente de produtos, Adam Palmer, assessor chefe de ciberseguran-a, Fabiano Tricarico, gerente de vendas e Bruno Rossini, gerente de relaes pblicas, para a divulgao do Relatrio de Crimes Cibernticos de 2011 que, pela primeira vez, calculou o custo global com os cibercrimes. Foram US$ 114 bilhes. US$ 15,3 bilhes s no Brasil.

    ConsideraesSegundo a pesquisa da Symantec, os

    crimes virtuais superam o mercado de drogas, que acumula US$ 288 bilhes (maconha, cocana e herona juntos). Quem passa mais tempo conectado tem mais chance de sofrer ataques, e, na

    pesquisa, 79% dos usurios pesquisados declararam utilizar a internet em mdia 49 horas por semana.

    Embora a maioria das pessoas atualmente esteja mais preocupada com crimes cibernticos em seus PCs e laptops, 13% dos adultos, nos mercados emergentes, esto mais preocupados com ataques em seus telefones celulares. Cerca de 44% dos proprietrios de telefones celulares, no mundo, utilizam seus aparelhos para acessar a internet.

    Dos entrevistados, 68% afirmam que a experincia de ser vtima de crimes ci-bernticos os fazem sentir a mesma frus-trao de um crime no mundo fsico. Para eles, a segurana online tem a mesma importncia que a segurana no mundo real. No entanto, as pessoas que vivem cada vez mais conectadas nem sempre se do conta de que h cibercriminosos atentos a isso.

    Outro pensamento muito comum achar que os celulares e tablets no sofrem ataques. Pelo contrrio, o phishing ainda mais perigoso em aparelhos m-veis, pois esses aparelhos costumam no exibir a barra de URL do navegador, a fim de economizar espao na tela, o que muitas vezes faz o usurio no se dar conta de que est em um endereo suspeito.

    Relatrio Norton: 14 vtimas por segundoMetodologia

    A pesquisa foi realizada com um total de 19.636 pessoas: 12.704 adultos (desses, 2.956 pais), 4.553 crianas e 2.379 professores. As perguntas foram feitas em 24 pases, no idio-ma principal de cada pas. Os dados foram colhidos entre 6 de fevereiro de 2011 at 14 de maro do mesmo ano, com margem de erro de 0,87% para os adultos, 1,45% para as crian-as e 2% para os professores.

    ConclusoIndependentemente dos aparelhos ou

    do perfil de usurio, a segurana algo a ser considerado por todos. Nas festas de fim de ano, principal-mente, poca em que muitas pessoas compram computadores e aparelhos eletrnicos para dar de presente, importante orientar os usurios, especialmente as crianas, sobre o comportamento a ser tomado na internet.

    Como os cybercriminosos no se importam com as vtimas, qualquer pessoa est vulnervel. Repense seus costumes na internet e, se voc j sabe como se proteger, alerte as pessoas a sua volta tambm.

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    Intel defende o modelo pr-pago de conexopara ajudar na disseminao da banda larga no Brasil

    para diminuir o custo total de se ter uma conexo banda larga em casa.

    Recentes pesquisas, realizadas pela prpria Intel, que mapearam o comportamento das classes C e D e sua relao com o PC, revelaram que, nas regies metro-politanas brasileiras, o acesso Internet praticamente universal.

    Seja no trabalho, na casa dos amigos, ou em LAN Houses, o acesso Internet faz parte do dia a dia de 96% da classe C e 88% da classe D. At mesmo nas residn-cias em que no existe um computador, 93% dos brasileiros da classe C e D declararam acessar a Internet regular-mente, com 23% to total conectando-se diariamente.

    As pesquisas tambm mostraram a grande sensibilidade desse segmento da popu-lao ao TCO de uma conexo de banda larga. A expectativa de gasto mensal com Internet de R$ 30,00 a R$ 50,00 no ms. Quando este consumidor busca um computador, ele est procurando na verdade uma ferramenta de acesso Internet. Ele tem muito claro quais condies tem para investir, tanto na aquisio do equipamento quanto no oramento mensal, concluiu Fabio Tag-nin. A soluo reduzir o custo total de propriedade, ao mesmo tempo em que ampliamos a capacidade do consumidor de controlar seus gastos.

    A Intel Brasil, durante o Intel Editors Day 2011, defendeu a importncia do modelo de banda larga pr-paga para aumentar a penetrao de Internet rpida no pas. O modelo, que busca diminuir o TCO da co-nexo banda larga para pessoas fsicas, j foi utilizado com sucesso em pases da sia e da frica, que assim como o Brasil, apresentam problemas para a universa-lizao do acesso Internet.

    O modelo de conexo pr-paga j amplamente adotado no Brasil para a telefonia celular e corresponde a cerca de 80% das conexes. Porm, mesmo com uma histria de sucesso em outros pases, ainda no foi implementado pelas operadores de Internet fixa. Segundo a empresa, combinado com o PNBL (Plano Nacional de Banda Larga), o modelo pr-pago de conexo poderia alavancar rapidamente a banda larga entre as classes C e D.

    J sabido que o incremento da pene-trao de banda larga proporcional a um aumento no PIB do pas, segundo pesquisas do Banco Mundial disse Fabio Tagnin, diretor de expanso de mercado da Intel Brasil. Mesmo sendo o terceiro maior mercado mundial de PCs, um grande nmero de mquinas ainda no est conectada Internet. Temos que estabelecer um plano nacional, abran-gente e que considere mltiplas solues

    J acostumados com o modelo pr-pago, por conta dos celulares, os brasileiros das classes C e D avaliam a ideia com bons olhos. O conceito familiar, o con-sumidor sabe que estar no controle do oramento explica Tagnin. O que eles desejam um modelo onde eles possam pagar por dia de acesso, muito similar ao que a maioria j faz com as LAN Houses. Com esse nvel de controle do oramento destinado Internet, a conexo banda larga em casa torna-se uma realidade tangvel muito rapidamente. uma opo que complementaria o atual PNBL, dando maior liberdade para o consumidor.

    Pases como Indonsia, ndia, Tailndia e Turquia apostaram em um modelo de banda larga pr-paga com excelentes resultados, no somente no aumento da penetrao de Internet, mas tambm na lucratividade das operadoras. Na ndia, as empresas que aderiram ao modelo pr-pago, registraram um aumento de 30% na receita. Experincias em outros pases trouxeram resultados parecidos.

    um modelo que traz benefcios tanto para a sociedade quanto para o mercado de Telecom, concluiu Tagnin. Incluir a classe C e D no mundo digital no precisa ser oneroso ao mercado, nem ao consumidor. Ideias inovadoras e modelos comprovados em pases com problemas similares ao Brasil devem ser levados em conta pelo mercado para acelerar o processo de universalizao de banda larga.

    AMD traz para o Brasil duas linhas de processadores OpteronA empresa anunciou o lanamento, no mer-

    cado brasileiro, dos processadores para servidores AMD Opteron 6200 e 4200 Series. Batizados respectivamente de In-terlagos e Valncia, ambos so baseados na nova microarquitetura Bulldozer.

    As novas linhas foram desenhadas para oferecer mais desempenho e escalabili-dade em virtualizao, principalmente em cloud computing, permitindo um maior nmero de mquinas virtuais hospedadas por servidor.

    Paul Struhsaker, vice-presidente cor-porativo e gerente geral de negcios comerciais da AMD, destaca que os novos processadores vm atender s novas

    exigncias do mercado corporativo. A virtualizao tem proporcionado um novo nvel de consolidao mais confivel e as empresas esto agora buscando, mais do que nunca, as solues em cloud computing para ganhar mais agilidade e eficincia. E ns projetamos os novos processadores AMD Opteron para esse momento especfico, afirma Struhsaker. Ele ressalta ainda que as novas famlias oferecem o que h de melhor ao equi-librar performance, escalabilidade e eficincia para as corporaes.

    A AMD tambm anunciou a expanso de seu portflio de produtos para 2012, com a previso de lanamento da plataforma

    AMD Opteron 3000 Series, que uma linha de processadores voltados para os mercados de servidores web e equi-pamentos de pequeno porte. O primeiro produto da famlia, que deve chegar ao mercado no primeiro semestre de 2012, recebe o codinome Zurich, ser compat-vel com o novo soquete AM3+ e estar disponvel em verses de 4 a 8 ncleos, baseados na arquitetura Bulldozer.

    Nas prximas semanas, as linhas Inter-lagos e Valncia devem comear a ser comercializadas no mercado brasileiro por meio dos canais de vendas indiretas e de fabricantes OEM, como Acer, Cray, Dell , HP, IBM, entre outros.

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    BluePex apresenta evoluo do AVware,primeiro antivrus nacional

    A BluePex, empresa nacional especiali-zada em solues para a segurana da informao corporativa, lana a segunda verso do AVware que, segundo ela, o primeiro 100% brasileiro.

    Com uma srie de melhorias em relao primeira verso, lanada no primeiro trimestre de 2011, o AVware 2012 conta com uma srie de melhorias relacionadas ao desempenho e usabilidade, capacida-de de anlise de vrus reforada e uma nova interface grfica, que foi totalmente redesenhada levando em considerao a opinio e as sugestes dos usurios da antiga verso domstica.

    A evoluo tambm aconteceu no painel de controle da verso corporativa, que passa a contar com um novo console de gerenciamento, permitindo ao gestor de TI ter maior visibilidade e controle sobre a segurana dos equipamentos que fazem parte da rede.

    O AVware 2012 especializado nos prin-cipais vrus e malwares que circulam no Brasil, mas tambm apresenta proteo aprimorada para as ameaas interna-cionais.

    As melhorias feitas no AVware resultaram em um antivrus ainda mais robusto, com alto nvel de especializao nas ameaas brasileiras mas tambm total segurana para o usurio contra vrus, trojans, spywares e outras vulnerabilidades in-ternacionais, afirma Ulisses Penteado, gerente de operaes da BluePex.

    A verso domstica do AVware 2012 j pode ser adquirida na modalidade do-wnload pelo site www.avware.com.br, por R$ 49,00, para um ano e R$ 74,80 para dois anos, e tambm em caixas, que sero distribudas em pontos de vendas de todo o Brasil. Quem preferir testar o produto antes de compr-lo, o perodo gratuito de 30 dias.

    Volta da srie FX marca o lanamento dosnovos processadores AMD para desktops

    Com at oito ncleos, baseados na nova microarquitetura Bulldozer, os processa-dores so voltados para o segmento de desktops de alto desempenho, principal-mente no que diz respeito aos jogos.

    O retorno da nomenclatura FX, usada nos processadores top de linha da era Athlon 64, deixa claro a inteno da empresa em posicionar seus novos processadores como produtos para entusiastas. Outro ponto que valida esta estratgia o fato de que todas as CPUs AMD FX apresentam multipli-cadores destravados a fim de facilitar o overclock.

    No total foram lanados quatro modelos que, segundo Roberto Brando, respon-svel pela engenharia AMD na Amrica Latina, j esto disponveis no Brasil por meio dos canais oficiais:

    FX-8150: 8 ncleos, frequncia base 3,6 GHz (3.9 GHz Turbo Core, 4.2 GHz Max Turbo);FX-8120: 8 ncleos, frequncia base

    3,1 GHz (3.4 GHz Turbo Core, 4.0 GHz Max Turbo;FX-6100: 6 ncleos, frequncia base 3,3 GHz (3.6 GHz Turbo Core, 3.9 GHz Max Turbo);FX-4100: 4 ncleos, frequncia base 3,6 GHz (3.7 GHz Turbo Core, 3.8 GHz Max Turbo).

    Estes processadores usam um novo so-quete, o AM3+, que retrocompatvel com todos os modelos de CPUs AM3.

    AOC (www.aoc.com/br) Televisor LE40H157

    Biostar (www.biostar.com.tw) H61ML

    BlackBox (www.blackbox.com.br) Cabos de rede (vrios) Keystone Jack categoria 6A

    Fluke (www.fluke.com) Ti32 TiR1

    Furukawa (www.furukawa.com.br) Cabos de rede (vrios)

    MSI (br.msi.com) P67A-GD80 N520GT N550GTX Ti Cyclone II R5450 R6850 Cyclone Power Edition/OC

    Panduit (www.panduit.com.br) Cabos de rede (vrios)

    Philips (www.philips.com.br/) Monitor/TV 220TS2LB/78

    PNY (www3.pny.com) GTX 580 liquid cooled

    Point of View (www.pointofview-online.com) GT 520 GTX 560 GTX 580

    Sysconn (www.sysconn.com.br) Sapphire Radeon 6770 Sapphire Radeon 6790 Sapphire Radeon 6950

    Zotac (www.zotacusa.com) GTX 560 GTX 570

    Colaboraram

    Na edio n 96, erramos ao informar o cargo do Rodrigo Resegue. Na verdade, seu cargo de Diretor da Blue Service.

    Errata

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    Hardware

    A Termografia j , hoje, uma tec-nologia consagrada. Com mais de 50 anos de presena no mundo, as imagens infravermelhas ainda surpreendem nas aplicaes mais inusitadas. Indo desde o mais bsico, como controle de trfego de navios em portos com neblina, at usos em pesquisas com inteligncia ar-tificial, as imagens infravermelhas passam por capacetes de bombeiros em incndios, msseis teleguiados, avaliao de pacientes em psicologia, cirurgias cardacas e muitas outras aplicaes.

    Inclusive na eletrnica!

    IrradiaoBasicamente a Termografia, ao contrrio

    do que a grande maioria pensa, no enxerga a temperatura de um corpo, mas sim o calor irradiado por ele. A diferena parece sutil, mas no .

    A termografia infravermelha e o mundo digital

    A termografia um recurso muito til

    em diversos setores, e no diferente na

    informtica. Conhea a tecnologia e saiba

    o que ela pode fazer por voc.

    Os corpos apresentam comportamentos muito diferentes quando observados no infravermelho, do que quando vistos sob a luz visvel. Assim, necessrio compreender como o calor se comporta quando observado em uma largura de faixa que aproximada-mente trs mil vezes maior que a luz visvel. H simplesmente uma quantidade gigantesca de informaes disponveis no infravermelho e que no so visveis a olho nu.

    Quando qualquer subpartcula atmica est sob acelerao, ela, por assim dizer, perturba o espao sua volta, fazendo com que o seu campo eltrico e magntico oscile propagando essa variao no espao. assim que acontece quando os tomos so, por exemplo, atritados uns com os outros: eles vibram, e se aquecem, irradiando calor! E calor nada mais do que uma radiao eletromagntica como todas as outras, fato que o leitor pode ver na figura 1.

    Mario Cimbalista Jr.Engenheiro eletricista com 33 anos de experin-

    cia em Termografia, especialista Nvel III pela ABENDI, diretor de engenharia e pesquisas da

    Thermotronics Industrial e ministra treinamen-tos em Termografia Nvel I e II em todo o pas.

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    Hardware

    TermografiaDa mesma forma, os circuitos eltricos

    e eletrnicos tambm se aquecem quando uma corrente eltrica passa por eles. E a que a termografia entra. At o desenvolvi-mento de sensores especficos para essa faixa de frequncia, sabia-se do infravermelho por experincias prticas com prismas e clculos matemticos. Mas aps a dcada de 60 no sculo passado, cmeras foram desenvolvidas para enxergar nessa parte do espectro eletromagntico.

    As primeiras cmeras, como a da figura 2, eram enormes e pesavam, sozinhas, mais de 25 kg, sem contar com a unidade de controle. Alm do mais, eram refrigeradas a nitrognio lquido devido necessidade de resfriar os sensores.

    Hoje, a tecnologia evoluiu de maneira impressionante. H cmeras de pequeno porte que realizam muito mais do que os elefantes brancos da pr-histria do infraver-melho (figura 3). Alm do mais, as imagens deixaram de ser em preto e branco (figura 4) e passaram a utilizar cores falsas (figura 5) para facilitar a compreenso e ainda por cima, de alta resoluo.

    Termografia na InformticaMas, o que pode ser feito com uma cmera

    infravermelha quando tratamos de computa-dores pessoais? H um nmero muito grande de componentes que apresentam assinaturas trmicas normais em funcionamento. Assim, se pudermos ver como est o calor nesses componentes, poderemos saber se ele est se comportando de maneira adequada, ou se est apresentando algum defeito.

    F1. Caractersticas

    das diferentes

    faixas do espectro

    eletromagntico.

    F2. Cmera Infra-

    vermelha AGA 660

    inspecionando um

    bastidor com placas

    eletrnicas. (Fonte:

    FLIR Systems)

    F3. Termovisor

    FLUKE Ti32 de ltima

    gerao.

    F1. F2.

    F3.

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    Hardware

    Basicamente um PC constitudo de uma fonte, uma placa-me que aloja diversos componentes, inclusive o processador prin-cipal, e diversos perifricos como leitores de CDs e DVDs, leitores de cartes de memria, placas de som e/ou vdeo. Cada um desses componentes tem uma assinatura trmica padro que o atestado de seu funciona-mento normal. Vejamos nas figuras 6 a 9 algumas imagens trmicas, ou termogramas de equipamentos eletrnicos.

    Assinatura trmicaA primeira pergunta que surge ento :

    como saber se esse aquecimento normal ou no? Isso chamado de assinatura trmica do equipamento ou componente, e essa umas das mais valiosas contribuies da Termografia.

    Quando da posse de um equipamento novo, ou em bom estado, possvel registrar essa imagem trmica e us-la como assina-tura trmica padro. Assim, quando este equipamento ou componente no apresentar mais o desempenho esperado ou falhar, ser possvel comparar a sua imagem trmica atual com a assinatura trmica original. Isso fornecer grandes pistas sobre o que est acontecendo de errado.

    Claro que para placas e componentes mais simples, mais fcil substituir a placa inteira e pronto. Mas, e no caso de mquinas opera-trizes computadorizadas de grande porte? Ou de CLPs? muito comum um componente ficar instvel e comearem as dores de cabea. Qualquer um sabe que o maior tormento um defeito intermitente. Como localiz-lo? Nem sempre um ponto quente o problema; na eletrnica, muitas vezes, o ponto frio a causa do defeito ou da falha.

    Variaes trmicasOutro recurso adicional da termografia

    so as variaes trmicas. Mapeando con-tinuamente um componente ou placa, por exemplo, possvel verificar como o mesmo se comporta ao logo do tempo, de acordo com a carga aplicada ao mesmo.

    Frequentemente, o defeito no apa-rece pela simples temperatura. Ento, necessrio pesquisar como a temperatura se desenvolve ao longo do tempo para ver onde est a causa do problema. E o custo de no se localizar rapidamente uma falha, certamente, custar centenas de milhares de dlares para uma fbrica.

    Termograma da D-

    cada de 60. (Fonte:

    FLIR Systems)

    Componentes

    aquecendo em uma

    placa-me.

    F6.

    Lado das trilhas em

    uma placa-me.F7.

    Imagem trmica de

    ltima gerao.F5.

    F4.

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    Hardware

    Termografia, na prticaVejamos ento o que a termografia

    pode mostrar em uma placa-me de um antigo Pentium IV (figura 10). No grfico de acompanhamento de variao trmica desta placa (figura 11), destacamos duas reas, A1 e A2, que so os power mosfets, responsveis pela alimentao do chipset. Estes mosfets conseguem fornecer tenso e corrente de forma eficiente at 60C (A1), pois eles trabalham com altas frequncias para manter a tenso estvel. Ao ultrapas-sarem esta temperatura, eles passam a no conseguir alimentar o chipset de forma correta ocasionando travamento e a temida tela azul da morte!

    J em uma placa com o mesmo projeto, mas com defeito (como a da figura 12), podemos observar que as mesmas reas A1 e A2 exibem curvas completamente diferentes (figura 13), tanto na fase inicial como ao longo do tempo. As curvas A1 e A2 mostram um aquecimento muito mais rpido do que a placa sadia, no atingem a temperatura mxima de 60C atuando j quando se atinge os 44C. Da mesma forma, no apresentam um tempo de es-pera para atuao, em relao placa sadia (aproximadamente 15 segundos), e a taxa de aumento da temperatura passa de 1/min para aproximadamente 2/min. Esse um par de componentes defeituosos.

    Esse tipo de anlise trmica em circuitos processadores pode ser extremamente til, desde que se tenha uma referncia contra a qual comparar o desenvolvimento trmico, ou temperaturas em regime pr-estabelecido e estvel de carga.

    Outra aplicao muito interessante a localizao de trilhas defeituosas, mesmo que nas camadas intermedirias da placa de

    Placa-me Asus P5VD2-MX com chipset Via P4M890/8237A, em perfeito estado.

    Termograma da placa com funcionamento correto.

    A1A2

    A1A2

    Circuito de alimentao aquecido.F8. Chip aquecido.F9.

    F10.

    F11.

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    Hardware

    circuito impresso. Vejamos o termograma da figura 14, como as reas demarcadas no termograma tambm esto marcadas na foto de controle (figura 15), podemos descobrir uma srie de informaes relevantes na imagem trmica. Por exemplo:

    a etiqueta vertical no aparece na imagem trmica, mas em diagonal aparece;as trilhas de potncia aquecem mais que as demais;h reas aquecidas que no corres-pondem a trilhas visveis;pontos de soldagem do processador acima passam calor pelos lides;quando a placa desligada, ini-cialmente todas as reas perdem temperatura uniformemente, mas depois cada uma tem a sua velocidade de resfriamento diferente.

    Cada uma dessas observaes tem uma explicao, algumas causadas pelo regime de carga da placa e outras pelas caracte-rsticas dos materiais no infravermelho. Por exemplo, as etiquetas podem ser feitas de matrias diferentes, uma entrando em equilbrio trmico com a placa e outra no. Ou ainda, uma delas pode estar muito mais bem colada placa.

    As trilhas devero aquecer de acordo com a sua carga, mas no devero atingir temperaturas que prejudiquem o seu de-sempenho ou a sua vida til. E nem sempre regies aquecidas correspondero a trilhas aquecidas. Componentes aquecidos na parte superior da placa podem repassar seu calor para a parte de baixo.

    No caso dos pontos de soldagem, h variaes de material em volta dos lides, o que ocasiona uma mudana de emisso do infravermelho devido ao fator emissividade. Da mesma forma, se observarmos os grficos de decaimento das temperaturas, poderemos ver que cada uma tem a sua taxa dependendo de inmeros fatores.

    E mais: com lentes adequadas, pos-svel conseguir uma imagem ainda mais prxima para analises mais detalhadas (figura 16).

    Em um outro tipo de aplicao (figura 17), placas de telecomunicaes tero seu desempenho trmico variando de acordo com a taxa de transmisso que cada componente tiver de trabalhar. E a sua temperatura de estabilizao o termmetro de um bom projeto.

    A Asus P5V-VM Ultra tem o mesmo projeto de PCB e chipset da anterior, mas esta unidade est com defeito.F12.

    O termograma mostra comportamento diferente do esperado.F13.

    Imagens trmicas revelam at problemas nas trilhas internas das placas multicamadas.F14.

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    Hardware

    Mas dentro da eletrnica, no apenas placas de circuito impresso e processadores podem se beneficiar da termografia. A ele-trnica de potncia uma das reas mais promissoras, uma vez que os tiristores tm suas temperaturas crticas de funcionamento ao ponto de serem resfriados a gua para poderem ter seu uso otimizado. Diferenas de torque que geram mau contato e refrigerao deficiente so detectveis, assim como erros de ngulo de corte das ondas, pelo perfil trmico infravermelho irradiado.

    InterpretaoA termografia aplicada eletrnica

    pode trazer, portanto, benefcios ainda no imaginados nas reas de projetos de equipamentos, testes de fbrica em linhas de produo, laboratrios e manuteno. Basta apenas aprender a ler no infravermelho. Sim, porque, como j dito anteriormente, os diferentes materiais tm comportamentos muito diferentes.

    1

    2

    3

    4

    Etiqueta diagonal

    Processador

    Etiqueta vertical

    Uma foto de controle um

    importante recurso para

    anlises trmicas.

    F15.

    Com lentes especiais,

    pode-se capturar imagens

    com grande aproximao.

    F16.

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    Hardware

    Veja por exemplo esse dissipador de alum-nio (figuras 18). Ele est firmemente preso placa e pressionado contra o processador. Se o seu desempenho no for adequado, ele simplesmente vai torrar o dissipador e adeus PC! Observe ento o seu desempenho trmico, no incio do aquecimento e depois j estabilizado, na figura 19.

    Ao olharmos as imagens trmicas, nota-mos que o dissipador apresenta suas aletas bem mais aquecidas que o ncleo. Como isso possvel? O ncleo do dissipador justamente a parte que est em contato direto com o processador e que rouba mais calor do mesmo. Como pode ele aparecer frio em uma imagem trmica?

    A resposta simples: o alumnio pra-ticamente no emite infravermelho em quantidades significativas, mesmo quando em estado lquido. E isso se deve sua emissividade! O mesmo acontece com o estanho, com o cobre, o ouro, a prata e outros metais. Se voc olhar atentamente s imagens trmicas desse artigo, poder notar que todos os pontos soldados com estanho aparecem sempre mais frios.

    Por isso a termografia exige um apren-dizado e um treinamento especfico para no levar a interpretaes incorretas (mais informaes no Box 1). Os fabricantes fornecem o treinamento bsico ao venderem uma cmera infravermelha. Mas sem um treinamento especfico, as chances de erro sero muito grandes.

    Concluso No Brasil, o rgo que regulamenta a

    qualificao dos profissionais em infraverme-lho a ABENDI Associao Brasileira de Ensaios No Destrutivos e Inspeo. rgo filiado ABNT, ela que vai certificar os profissionais que realmente sabero interpretar as maravilhas que as imagens infravermelhas podem trazer para o seu bolso.

    Sobre a ThermotronicsA Thermotronics (www.thermotronics.com.br) a nica empresa do sul do pas especializada em termografia, e desenvolve diversos tipos de treinamento, especializados e dedicados, inclusive on-site.O treinamento em termografia dividido em mdulos de 12 a 16 horas de durao. Cada etapa do treinamento possui um certificado e, aps acumuladas 40 horas, o aluno pode prestar exame para nvel I em termografia junto ABENDI.A Thermotronics proprietria da marca ThermoScala e forneceu todos os termogramas deste artigo.

    PC

    O calor produzido por alguns componentes varia de acordo com sua carga de trabalho.F17.

    Termogramas de um dissipador, no incio do aquecimento e aps estabilizar a temperatura.F18.

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    Hardware

    Para que os tcnicos em Termografia, em qualquer rea que se aplique esta tcnica, possam ser reconhecidos e/ou possuirem um plano de carreira legalmente reconhecido, os mesmos devem ser adequadamente treinados.

    Os nicos treinamentos a receberem o reconhecimento pela autoridade legal competente no Brasil, a ABENDI (Associao Brasileira de Ensaios No Destrutivos - www.abendi.org.br) organizao oficial ligada ABNT para a Normalizao de todas as tcnicas no destrutivas, so os ministrados ou supervisionados por um especialista Nvel III em Termo-grafia, igualmente reconhecido pela ABENDI.

    Legalmente s estes profissionais podem dar esse treinamento, de tal forma que os alunos possam pos-teriormente realizar o exame para

    certificao e qualificao pelo SNQC - Servio Nacional de Certificao e Qualificao de Mo de Obra, na ABENDI.

    Pessoas certificadas e reconhecidas em Termografia como Nvel I so qua-lificadas para executarem medies termogrficas e termografia infraver-melha bsica de acordo com procedi-mentos reconhecidos e estabelecidos.

    Os Tcnicos certificados no Nvel I esto aptos a:

    Aplicar uma tcnica especfica de medio termogrfica;

    Configurar e operar um equipa-mento de imagem trmica para coleta de dados com segurana;

    Prevenir, minimizar ou controlar fontes de erros;

    Detectar falhas bsicas e indica-es no conformes, de acordo com instrues estabelecidas;

    Realizar ps-processamento bsico de imagens (ferramentas de medi-o, ajuste de emissividade, ajuste de escala);

    Alimentar um banco de dados para anlise de tendncias;

    Verificar a validade da calibrao e o correto funcionamento dos sistemas de medies termogrficas;

    Avaliar e registrar os resultados de ensaios e relatar anomalias trmicas;

    Estar hbil a reconhecer e prevenir ou controlar fatores que resultam na aquisio de dados de baixa confia-bilidade.

    Treinamento em Termografia

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    Hardware

    Termovisores Fluke

    Essas interessantes ferramentas vo

    revolucionar a forma como o profissional

    de Informtica trabalha.

    Daniel Appel

    O que um termovisor?Um termovisor, que tambm conhecido

    como cmera termogrfica, cmera trmica ou simplesmente cmera infravermelha, um equipamento capaz de registrar imagens a partir de radiao infravermelha. No muito diferente do que uma cmera fotogr-fica faz, exceto pelo comprimento de ondas registrado (que no infravermelho muito mais longo que na luz visvel).

    Os termovisores modernos no se limitam a apenas registrar a imagem tr-

    mica, trazendo tambm vrios recursos que auxiliam o profissional termografista a analisar e configurar parmetros para garantir o maior nvel de preciso e correo da imagem registrada. Mais uma vez, isso tambm semelhante ao que as cmeras fotogrficas modernas fazem.

    Mas h diferenas, e importantes.

    O que no um termovisor fcil cair na tentao de se achar

    suficientemente sabido do assunto ao

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  • A resoluo de 320x240 mais do que suficiente para anlises trmicas. Por exemplo, neste termograma de um notebook podemos ver que o pulso esquerdo do usurio receber muito calor ao digitar. O rastro de calor esquerda do equipamento resultado do sistema de resfriamento, que sopra ar quente naquela direo.

    Termovisor Fluke Ti32

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    Hardware

    empunhar um termovisor pela primeira vez, pois so aparelhos fceis de usar e as imagens registradas so deliciosamente curiosas.

    Mas jamais devemos confundir um termo-visor com uma cmera digital point and click (aquelas que basta apontar e disparar, sem ter que configurar nada). Alis, se h algo que absolutamente no podemos fazer simples-mente apontar um termovisor para um objeto e registrar a imagem. preciso saber configurar o aparelho para uma leitura correta.

    Essa falta de intuitividade no culpa do aparelho em si, mas sim da complexidade da cincia da termografia. O espectro do

    infravermelho muito maior que o espectro das frequncias visveis, e corpos de diferentes materiais se comportam de formas diferen-tes. Entender e identificar essas diferenas demanda treinamento especializado.

    FlukeFundada em 1948, a Fluke Corporation

    uma empresa especializada no desenvol-vimento e produo de instrumentos de medio eletrnica. Sua linha de produtos extensa, indo desde multmetros at medidores de espectro, passando, claro, pelos termovisores.

    Os termovisores da Fluke se beneficiam do reconhecimento que a empresa tem como fabricante de produtos de elevada qualidade. Esto disponveis em vrias configuraes, e tivemos a oportunidade de conhecer dois modelos: o Ti32 e o TiR1.

    Ti32O termovisor Fluke Ti32 (figura 1) faz

    parte da linha mais nobre do fabricante. Isso significa que ele tem maior resoluo de captura, maior preciso na leitura trmi-ca e tambm capaz de ler uma faixa de frequncias maior que a dos aparelhos mais simples, o que faz dele um equipamento significativamente mais caro tambm.

    Seu sensor capaz de produzir imagens de 320x240 pixels. Certamente esse nmero no impressiona em um mundo onde temos cmeras fotogrficas de bolso com pelo menos uma dezena de megapixels. Mas no mundo da termografia essa resoluo tima e, convenhamos, mais do que suficiente para traar o perfil trmico de um equipamento (figura 2).

    A faixa de medio de temperatura do seu sensor de -20 C a 600 C (com margem de erro de 2 C), bastante flexvel, diga-se de passagem, e muito superior de

    F1.

    F2.

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  • Com uma foto normal e o termo-grama, a anlise ca mais simples.

    Os termovisores Fluke tm tambm uma cmera fotogr ca, que trabalha em conjunto com a infravermelha.

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    Hardware

    muitos outros termovisores. A temperatura de operao pode variar de -10 C a 50 C sem problemas, e provavelmente nunca ser excedida pois o prprio usurio no ser capaz de permanecer em um ambiente mais quente do que isso.

    Alm do sensor trmico, ele conta com uma cmera normal embutida (figura 3), que registra uma foto normal, do espectro visvel, junto com a trmica. Dessa forma, ele oferece ao usurio a chance de comparar a imagem trmica com a visvel, o que facilita a anlise (figura 4).

    Os termogramas podem ser armazenados em um carto de memria SD em formatos no radiomtricos, como BMP e JPEG, ou radiomtricos, que neste caso o IS2. O formato radiomtrico de longe o mais til, pois ele registra a quantidade e distribuio de radiao no espao, ao invs de tentar simular a viso, como ocorre nos outros formatos. Dessa forma, a partir das informaes radiomtricas contidas nesse tipo de arquivo, podemos analisar e gerar vrias imagens diferentes, alterando a escala de cores para facilitar a visualizao ou at mesmo isolando, por exemplo, apenas os elementos que estejam dentro de uma faixa de temperatura.

    O Ti32 tambm capaz de registrar anotaes de voz junto com o termograma. Esse recurso especialmente interessante para o profissional de campo, pois dispensa o uso de papel e caneta em situaes onde no seriam prticos. Imagine-se pendurado em uma plataforma alta, tendo que lidar com termovisor, bloco de anotaes e ca-neta, simultaneamente, e voc entender a importncia desse recurso.

    Robusto, foi projetado para aguentar quedas de at dois metros de altura, alm de tolerar poeira e gua. Em funo do valor do investimento, importante saber que uma ferramenta de trabalho to valiosa no deixar de funcionar de uma hora para outra.

    O Ti32 acompanha duas baterias com autonomia esperada de quatro horas (cada), carregador, lente com grande ngulo, leitor de cartes, dois cartes de memria SD (um deles contendo drivers para a lente extra) e um CD com o programa Smart View. No menos importante, tudo isso vem dentro de uma bolsa de espuma, que por sua vez vem dentro de uma maleta de plstico de alta resistncia (figura 5). A garantia contra defeitos de fabricao de dois anos.

    TiR1Mais simples e barato que o Ti32, o

    TiR1 (figura 6) voltado para inspeo predial. O leitor pode estar se pergun-tando do porqu de apresentarmos um produto destinado a uma rea que parece to distante da informtica, mas temos um motivo, e aqui que o assunto fica interessante: quando falamos de inspeo predial, podemos muito bem estar falando de um datacenter.

    O sensor do TiR1 tem faixa de medio de -20 C a 150 C, bem menor que o Ti32, e por isso no indicado para uso na indstria, onde encontramos temperaturas muito mais altas. A margem de erro tambm de 2 C, para mais ou para menos.

    F4.

    F3.

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  • Maleta altamente resistente garante proteo ao equipa-mento.

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    Hardware

    Apesar de menor, essa faixa de tempera-tura ideal para inspees em revestimentos trmicos, telhados de edifcios, instalaes hidrulicas e, claro, eltricas. Para um datacenter, CPD e para o profissional de instalao de infraestrutura, mais do que suficiente.

    Com um TiR1, o profissional ser capaz de inspecionar quadros eltricos, racks, bastidores e tambm o sistema de resfriamento dos servidores, a f im de garantir que todos estejam dentro dos parmetros adequados. Dif icilmente haver algum elemento a ser inspecio-nado que exceda os 150 C e, se houver, certamente o problema ser to srio que o termovisor nem ser necessrio para descobrir que ele existe.

    A resoluo da captura de 160x120 pixels, que pode no ser suficiente para registrar deta lhes muito pequenos, mas suficiente para indicar pontos de aquecimento anormal em ambientes, pa-redes, racks e gabinetes de equipamentos (figura 7).

    O TiR1 no tem baterias substitu-veis, ele conta com uma bateria interna recarregvel e carregador bivolt. A au-tonomia da sua bateria no seu ponto forte, a expectativa de durao de trs a quatro horas, mais um motivo para no indic-lo para profissionais de campo. A qualidade de construo a mesma do Ti32, resistindo a quedas de at dois metros sem sofrer danos e suportando

    operao em ambientes de -10 C a at 50 C com umidade relativa de 10% a at 90%.

    O pacote de acessrios mais sim-ples: apenas um carregador, um leitor de cartes, um carto SD e ainda o CD com o SmartView. Felizmente a excelente bolsa de espuma e a maleta resistente esto no pacote, e garantem proteo ao investimento.

    SmartView interessante frisar que o software

    de anlise uma parte importante do trabalho com o termovisor, pois nele que a imagem trmica ser processada, determinando quais faixas de temperatura sero realadas e quais sero ignoradas.

    O SmartView um software desenvol-vido pela prpria Fluke, que acompanha todos os termovisores da empresa. Ele permite a visualizao, edio e anlise de termogramas, alm de produzir relatrios (figura 8).

    Ele suporta arquivos com extenso .IS2, que no so simples imagens, mas sim termogramas contendo todas as infor-maes radiomtricas da cena. De posse de todos esses dados, o software pode oferecer vrios recursos ao usurio. Pode-se alterar a escala de temperaturas, mudar a paleta de cores, corrigir a emissividade e ainda definir alarmes de cor.

    Os alarmes de cor permitem ao usu-rio def inir uma temperatura limite, apenas os pontos que estiverem acima da

    F5.

    F6.Termovisor Fluke TiR1,

    indicado para termogra a

    em prdios e ambientes.

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    Hardware

    temperatura de alarme sero exibidos no termograma, os demais sero ignorados. Como os termovisores tambm registram a imagem visvel, os alarmes de cor permitem criar composies como as da figura 9, sobrepondo a imagem trmica sobre a foto.

    Terminadas as etapas de edio e anlise, o SmartView permite exportar o resultado na forma de relatrios em PDF e DocX, ou na forma de imagens em BMP, GIF, TIFF, JPEG e PNG. O arquivo IS2 pode ser salvo como um projeto, e manter todas as informaes radiomtricas originais.

    Uma vez adquirido um termovisor com o SmartView, a Fluke garante atu-alizaes gratuitas at o final da vida til do produto.

    ConclusoTermovisores so ferramentas muito

    teis, mas sua existncia completamente ignorada pelos profissionais da inform-tica. No deveria ser assim.

    Com essas prticas ferramentas de mo, podemos identif icar vrios pro-blemas antes de eles acontecerem, e tambm identificar pontos que, apesar de no problemticos, poderiam contar com melhorias. Por exemplo, um data-center poderia identificar problemas de distribuio trmica, ou de isolamento, que estejam forando os compressores do sistema de resfriamento a trabalhar mais do que o necessrio. Encontrar esses problemas se traduziria em um melhor uso da energia eltrica, possivelmente at em economia.

    Os termovisores tambm podem ser usados para homologao de equipamentos. Sabemos de vrios casos de montadores de computadores que tiveram problemas de aquecimento em seus produtos, e os for-necedores dos componentes envolvidos se isentaram de culpa (leia-se: acusaram-se

    uns aos outros). Um termograma tiraria essa dvida antes mesmo de ela existir. Alm de reduzir o time to market do produto, ainda evitaria desgastes no relacionamento com empresas parceiras.

    H muita coisa para ser vista no invisvel, e agora voc conhece as ferramentas. PC

    F7.

    F8.

    F9. Vrios recursos facilitam a anlise e permitem isolar pontos crticos.

    O SmartView acompanha

    todos os termovisores

    da Fluke.

    Resoluo de 160x120 parece baixa, mas possibilita excelentes anlises.

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    Redes

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    Testes

    Placas Vdeo de

    Guia:

    Ronnie ArataMembro da equipe de redao e

    laboratrio da revista, dedica-se ao estudo de jornalismo e Tecnologia da

    Informao.

    Mais uma vez, as gigantes AMD e NVIDIA

    equipam os fabricantes de placas grficas

    e inundam o mercado com suas GPUs.

    Veja o que h de indito e descubra qual

    a placa de vdeo ideal para voc, ou para

    seus clientes.

    J apresentamos as sries 5000 e 6000 de placas de vdeo da AMD, e no lado da NVIDIA, vimos o lanamento da GTX 580, equipada com o chip GF 110, e tambm detalhamos a srie 400.

    Mais modelos dessas sries foram surgin-do, e agora tivemos a chance de unir em um grande guia, placas que vo desde os modelos de entrada at as de alto desempenho. So quatorze placas para o leitor conhecer e se impressionar.

    Veja, a seguir, uma lista com todos os produtos testados:

    AMD RadeonAMD Radeon HD 6450 (modelo de referncia);MSI R5450;MSI R6850 Cyclone;Sapphire Radeon HD 6770 Vapor-X;Sapphire Radeon HD 6790;Sapphire Radeon HD 6950.

    NVIDIA GeForceMSI N520GT;MSI N550GTX-Ti Cyclone;PNY GTX 580;Point of View GT 520;Point of View GTX 560;Point of View GTX 580;Zotac GTX 560;Zotac GTX 570.

    Mercados diferentesPara facilitar a leitura, ao invs de misturar

    as placas em um nico artigo gigante, analisa-mos cada produto individualmente. No final, ainda h um artigo com os benchmarks.

    importante que o leitor perceba que os testes no foram feitos com o objetivo de comparar as placas diretamente e eleger a mais rpida. At porque, seria injusto, pois so produtos com preos diferentes e destinados a mercados diferentes.

    O objetivo mostrar o que o mercado tem a oferecer em cada faixa de preo e indicar o produto ideal para cada perfil de usurio.

    PC

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  • MSI

    R5450Mesmo que uma placa de vdeo apresente desempenho limitado em jogos, ela no pode ser vista como intil. A MSI R5450 no , e nem tenta ser, o produto mais potente do mercado. Os seus pontos fortes se encontram em outros aspectos.

    Seu principal ponto forte o baixo consumo, de apenas 19 W. Isso permite que o produto seja fabricado com um simples dissipador passivo (figura 1), sem ventoinha. Outra consequncia do seu reduzido TDP que no preciso uma fonte potente, bastando apenas um produto de boa qualidade.

    Seus 80 stream processors apresentam poder de processamento de sobra para reproduo de vdeos em alta definio, interfaces 3D, como o Windows Aero, e at mesmo jogos mais simples. Tudo isso aliando silncio e baixo consumo eltrico.

    A Radeon HD 5450 a nica integrante da srie 5400, e pode ser encontrada com dois tipos de memria - DDR2 ou DDR3 - sendo que a primeira funciona em 400 MHz enquanto que a segunda em 800 MHz. A

    A sada VGA opcional e pode ser facilmente desconectada.

    quantidade tambm pode variar. Existem modelos com 512 MB e outros com 1 GB. A MSI R5450 que recebemos para teste o melhor dos casos: Trata-se de uma Radeon HD 5450, com 1 GB de memria DDR3-800. Este modelo ainda foi o primeiro da AMD a utilizar Vertex Shader na verso 5.0, Pixel Shader 5.0 e tambm, a dar suporte a OpenGL 4.1 e DirectX 11.

    Com comprimento reduzido e acom-panhada de mais dois espelhos traseiros no padro low profile, possvel acomod-la em diversos tipos de gabinete, inclusive os mais apertados, como o caso dos Mini-ITX.

    Equipada com uma sada VGA, uma DVI e uma HDMI (figura 2) a MSI R5450 apresenta conexes suficientes para um desktop de uso cotidiano.

    Mesmo sendo um modelo de entrada de linha, a MSI no deixou de ter cuidado e capricho. Encontrada por um preo mdio de R$ 110,00, a MSI R5450 ideal para um HTPC, ou mesmo um desktop de uso cotidiano, por conta do silncio e do baixo consumo.

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    Consumo mais baixo signi ca menos calor

    gerado.

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  • AMD Radeon HD 6450

    Com TDP (Thermal Design Power) de apenas 31 W e apresentando 160 Stream Processors funcionando em 625 MHz, fica claro que a Radeon HD 6450 no foi projetada para oferecer alto desempenho em jogos, mas sim, para compor sistemas como HTPCs e computadores de mesa de uso leve, onde baixo consumo energtico e operao silen-ciosa so fundamentais. A escolha de uma soluo de refrigerao passiva (figura 1) e o layout de perfil baixo (apenas 8 cm) tambm reforam os mritos para a construo de equipamentos compactos.

    O exemplar que testamos neste artigo uma amostra de engenharia fornecida pela AMD, que serve como referncia para outros fabricantes criarem seus prprios produtos. Por isso no acompanha qualquer acessrio e trouxe apenas o espelho low profile. Isso nos faz lembrar que algumas placas com layout low profile so comercializadas sem o espelho normal de 11 cm (so raras, mas

    existem), por isso recomendamos que o leitor preste ateno no contedo da embalagem para no ter dificuldades no momento da instalao.

    Como podemos ver no detalhe da figura 2, a placa equipada com uma sada HDMI (High-Definition Multimedia Interface) e uma DVI (Digital Visual Interface), que garantem compatibilidade com todas as TVs modernas e tambm com monitores, mesmo os mais antigos, pois sempre ser possvel usar um adaptador DVI para VGA.

    Apesar da placa que testamos ser um modelo de referncia, muitas opes exis-tem no mercado com esse GPU (e at com o mesmo projeto de placa). Alm de mo-delos com especificaes de fbrica (1 GB de memria DDR3-800 e 160 SPs a 625 MHz) esto disponveis tambm verses com apenas 512 MB de memria DDR3 a 900 Mhz, com GPU operando em 750 MHz. No Brasil, seu preo varia de R$ 130,00 a R$ 200,00.

    O uso de ventoinhas desnecessrio para a dissipa-o de calor deste modelo.

    A sada VGA comea a ser esquecida.

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  • A MSI mostra que, alm dos produtos top de linha, para quem quer muito desempenho, o portflio da empresa ainda conta com placas mais modestas, como o caso da N520GT. Essa variedade permite atender praticamente a todo tipo de consumidor.

    A N520GT capaz de acelerar a de-codificao de vdeos em alta definio e executar jogos leves. No seria justo esperar que uma placa com custo to baixo executasse jogos graficamente exigentes com fluncia, mas jogos leves podem ser jogados sem grandes problemas, e isso inclui grande parte da nova safra de jogos do tipo Free to Play. O suporte s recentes tecnologias da NVIDIA tambm esto presentes, como o 3D Vision e o PhysX.

    O baixo consumo energtico e a baixa produo de rudo so caractersticas presentes

    MSI

    N520GTna N520GT, pois seu TDP 29W permitiu ao fabricante usar um cooler, que apesar de ser ativo, bastante eficiente e silencioso.

    A placa traz 1 GB de memria DDR3 operando a 600 MHz. Essa frequncia substancialmente menor que a de referncia definida pela NVIDIA, e o nico moti-vo para fazer isso a reduo de custo. Como o barramento tem largura de 64 bits, essa baixa frequncia deve prejudicar o desempenho da placa. Felizmente as frequncias de operao recomendadas pela NVIDIA para o GPU e os shaders foram mantidas, e so, respectivamente, 810 MHz e 1620 MHz.

    A MSI N520GT conta com trs dife-rentes tipos de sada de vdeo: VGA, DVI e HDMI (figura 1). Do ponto de vista do usurio, isso bastante interessante pois permite o uso de uma vasta gama

    de monitores, ou mesmo a construo de equipamentos com vrios monitores.

    O produto da MSI ainda oferece uma boa f lexibilidade na hora da instalao, pois a fabricante tomou o cuidado de incluir, no interior da embalagem, mais dois espelhos do tipo low profile (figura 2) que podem ser trocados facilmente e ajustados de acordo com a sada de vdeo desejada. Esse tipo de bracket faz bastante sentido principalmente em gabinetes Mini-ITX, que so, em boa parte das vezes, o destino final de produtos como a N520GT.

    Novamente, sabendo qual o nvel de desempenho desejado, o arremate menos duvidoso e o comprador no precisa gastar mais dinheiro do que o necessrio. No mercado brasileiro, o preo mdio da da MSI N520GT R$ 170,00.

    As trs conexes permitem o uso em diferentes tipos de

    monitores e TVs.

    Os brackets low pro le so ideais para serem usados em gabinetes do tipo Mini-ITX

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  • Consideramos importante ter vrias placas de baixo custo nos nossos testes tambm, pois, no todo mundo que vai comprar uma placa de alto desempenho. H quem precise apenas de uma placa eficiente, mas no to robusta

    A Point of View nos enviou trs placas ao todo, uma para cada segmento do mer-cado. A GT 520 a mais simples, voltada ao mercado de baixo custo.

    O preo mdio da GT 520 de R$ 200,00, um bom investimento para integrar um HTPC ou um PC para uso leve, pois essa placa suporta todas as novas tecnologias, como o DirectX 11 e Blu-ray 3D.

    As fabricantes sabem da importncia de implementar diferentes sadas de vdeo que oferecem maior flexibilidade na hora

    Point of View

    GT 520de usar o computador com vrios tipos de monitores ou TVs. J faz algum tempo que as placas oferecem, pelo menos, uma porta DVI, alm da VGA. A Point of View no ignorou essa rea e oferece trs sadas: DVI, VGA e HDMI (figura 1).

    A GT 520 briga com o auxlio de 48 Stream Processors ( a GPU com o menor nmero de Sps da srie 500) e frequncias de operao de 810 MHz na GPU e os Shaders em 1,62 GHz, padro estipulado pela NVIDIA para essa GPU. Por outro lado, a velocidade da memria foi sacrificada em nome do custo, sendo de apenas 533 MHz (contra os 800 MHz que a NVIDIA recomenda).

    Com TDP de apenas 29 W, a GT 520 no faz exigncia alguma quanto fonte, e gera muito pouco calor.

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    Essas sadas de vdeo so primordiais para placas atuais de baixo perfil.

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  • A Sapphire s fabrica placas de vdeo com GPUs da AMD, e enviou trs modelos para o nossos testes: a HD 6770 Vapor-X, HD 6790 e HD 6950.

    A Radeon HD 6770, da Sapphire, conta com o recurso Vapor-X para a dissipao de calor. Semelhante aos heatpipes, a diferena est na forma fsica: enquanto o heatpipe formado por canos, o Vapor-X uma espcie de cmara em volta da GPU (figura 1). Se-gundo o fabricante, a eficincia na dissipao 50% maior. Para quem pretende fazer overclock, essa eficincia pode ser a melhor aliada. Alm do Vapor-X, o modelo Sapphire Radeon HD 6770 feito com componentes (indutores) que o fabricante batiza de Black Diamond, que melhoram ainda mais a eficincia energtica da placa.

    O modelo que recebemos funciona com a velocidade da GPU em 860 MHz e 1 GB de memria RAM GDDR5 funcionando em

    Sapphire Radeon

    HD 6770 Vapor-X1,2 GHz. A GPU RV 830 XT que compe essa placa j era conhecida por integrar a Radeon HD 5770, no entanto, a atualizao do chip, agora, oferece suporte a HDMI 1.4a e acelerao de Blu-Ray, decodificada por hardware.

    A Radeon HD 6770 faz parte do tpico perfil mainstream. Dotada de 800 Stream Processors, ela executa jogos com nveis de detalhes moderados e aplicaes grficas sem problemas de desempenho. uma boa placa para compor uma mquina nova, ou para quem pretende fazer um upgrade de famlias mais antigas e tem a possibilidade de investir R$ 480,00. Para quem pretende utilizar a tecnologia Crossfire, este modelo permite ser conectado com mais uma placa.

    Como conexes, esta placa utiliza uma DisplayPort, uma HDMI e duas sadas DVI (figura 2), que do suporte ao recurso AMD Eyefinity para trabalhar ou jogar com mais de um monitor.

    Placas com duas sadas DVI j esto se

    tornando comuns.

    A Cmara da Vapor-X se encontra logo abaixo das aletas de alumnio.

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  • Sapphire Radeon

    HD 6790

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    A Sapphire Radeon HD 6790 briga de perto com sua irm Radeon HD 6770, no entanto, sua vantagem est na largura do barramento, que de 256 bits contra os 128 bits, alm do suporte verso 4.1 do OpenGL que a Radeon HD 6770 no tem.

    J a desvantagem vem com o consumo de energia. A Radeon HD 6790 utiliza 150 W, quase 14% mais que a sua irm, e necessita de dois conectores com seis pinos cada, em vez de apenas um.

    As frequncias de operao deste modelo so menores: 840 MHz de frequncia de GPU e 1050 MHZ de velocidade de memria (1 GB de memria GDDR5), mas, ainda assim, a Radeon HD 6790 consegue obter maiores pontuaes do que a HD 6770 nos benchmarks.

    As frequncias desta placa no tiveram alteraes de overclock, mas, para quem pretende extrair maior desempenho, a

    Conexo DisplayPort um diferencial.

    Sapphire inclui o TriXX, utilitrio para overclock, junto com o produto. Como esse tipo de operao demanda um sistema de dissipao de calor mais eficiente, tambm justo que a empresa se preocupasse com a implementao de um bom projeto trmico. Portanto, a Sapphire HD 6790 conta com uma ventoinha de 90 mm, montada sobre aletas de alumnio, e mais trs heatpipes de cobre.

    As sadas de vdeo tambm so as mesmas da HD 6770, ocupando dois slots PCI, a placa tem uma sada HDMI, uma DisplayPort e duas DVIs (figura 1).

    Obviamente, o suporte para Eyefinity tambm est disponvel.

    Em desempenho, a Radeon HD 6790 um pouco superior Radeon HD 6770, mas esta diferena se reflete no preo. O investimento de R$ 540,00. Nesta faixa ela ainda no muda de perfil, e se coloca tambm entre as placas mainstream.

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  • MSI N550GTX-Ti

    Cyclone IIQuando o assunto desempenho, a MSI N550GTX-Ti Cyclone II est posicionada exatamente no limiar entre os segmentos de produtos de mdio e alto porte.

    Como possvel ver nos resultados dos testes, esta placa conseguiu pontuaes muito boas nos jogos e benchmarks. Apesar de no competir com placas mais caras em jogos pesados, seu desempenho, com certeza, j satisfar jogadores mais casuais, que no veem necessidade de investir to pesado para obter a maior qualidade possvel em jogos. Seja para jogos ou entretenimento em geral, a NGTX550- Ti Cyclone II oferece uma boa experincia.

    Esta placa de vdeo MSI apresenta frequncias de 950 MHz para GPU (1900 MHz nos shaders) e 1075 MHz nas memrias (1 GB DDR5). Valores aproxi-madamente 5% superiores aos previstos no projeto de referencia da NVIDIA para a GTX 550 Ti. Sim, essa placa vem com overclock de fbrica.

    Duas sadas do mesmo formato so ideais para

    trabalhar com mais de um monitor.

    Por se tratar de um produto modifica-do, com TDP de 116 W, era de se esperar capricho na soluo trmica, e a MSI no desapontou. Para a NGTX550- Ti Cyclone II a fabricante elaborou um cooler bastante imponente todo feito em alumnio, com dois heat pipes e bastante silencioso.

    Na figura 1 o leitor encontra a viso da parte traseira da placa onde esto duas sadas DVI e uma mini HDMI (acompanha um adaptador para cabos HDMI). Todos os conectores, inclusive o PCI Express, vm protegidos por tampinhas de borracha, o que mostra cuidado por parte da MSI com seus produtos.

    Por R$550,00, essa uma boa primeira placa de vdeo, para quem quer sair do vdeo onboard.

    Mas quem j tiver uma placa, espe-cialmente se for da gerao GeForce 9x00 ou mais recente, deve passar batido pela N550GTX-Ti Cyclone II. A diferena de desempenho no seria grande o bastante para justificar a troca.

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  • MSI R6850

    Cyclone IGD5Power Edition

    Dois monitores so ideais para vrios tipos de

    profissionais.

    O foco principal que a MSI deu para este modelo foi no overclock. A AMD Radeon HD 6850 original j tem uma boa colocao no perfil mainstream, mas a MSI desenvolveu seu modelo Cyclone e classifica a MSI R6850 um pouco mais acima. Ao elevar as frequncias de operao, a R6850 da MSI aposta nesse diferencial, que segundo ela, se traduz em maior desempenho.

    Nesta placa, a GPU tem 960 stream processors, trabalhando a 860 MHz. Seus 1024 MB de memria GDDR5 operam a 1100 MHz. Ambas as frequncias so 10% maiores do que as previstas no projeto de referncia da Radeon HD 6850.

    Com TDP de 127 W e alimentada por um cabo com seis pinos, esta placa de vdeo j requer uma maior ateno no dimensionamento da fonte de alimentao do computador, que segundo a MSI deve ser de no minimo 500 W.

    Quem utiliza dois monitores far bom proveito das duas sadas DVI (figura 1), mas a placa ainda conta com uma sada HDMI e um conector DisplayPort. A sada VGA no foi implementada, mas h um adaptador (DVI para D-Sub 15) que acompanha a placa da MSI. Esta placa suporta a tecnologia multi-GPU Crossfire e o cabo utilizado para conectar duas placas de vdeo tambm vem incluso.

    Ao lado de outros modelos do mercado com o mesmo perfil, a MSI R6850 Cyclo-ne Power Edition/OC, oferece um preo interessante, podendo ser encontrada pela mdia de R$ 650,00. Outros modelos de placas baseadas na mesma GPU podem at ser encontrados por um preo menor, mas, provavelmente no traro o mesmo nvel de overclock de fbrica.

    No h como negar que a placa f ica mais chamativa com o cooler Cyclone da MSI, que, de acordo com a fabricante, gera metade do barulho e capaz de reduzir a temperatura em at 14 C em relao ao modelo de referncia da AMD.

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  • Zotac GTX 560

    Essa placa est no limiar entre os segmentos mainstream e high end. Ela demonstra o grande poder de processamento que a srie 500 da NVIDIA pode oferecer, mas mantm o preo bem distante dos quatro dgitos..

    A NVIDIA descreve no prprio site que os fabricantes so livres para no respeitar as frequncias de operao sugeridas para as GPUs GeForce GTX 560. A Zotac aproveitou essa liberdade, configurando sua 560 para operar um pouco acima do padro.

    As frequncias de operao originais de uma GTX 560 so de 810 MHz no GPU, 1 GHz na memria e 1,62 GHz nos Shaders,

    Placas mais poderosas depen-dem de um bom conjunto de refrigerao. A GTX 560 da Zotac tem o dela.

    mas o modelo da Zotac tem 820 MHz na GPU, 1GHz na memria e 1,64 GHz nos Shaders. No uma diferena grande, mas pode dar a ela uma pequena vantagem de desempenho sobre outras placas baseadas na mesma GPU.

    Ela ainda conta com um cooler com dois heatpipes (figura 1), muito bem implemen-tados em nossa opinio. Esta placa requer uma fonte com pelo menos dois conectores de seis pinos de alimentao, e tem TDP de 150 W. Assim, a NVIDIA recomenda o uso de uma fonte de pelo menos 450 W para alimentar o sistema completo.

    Nos testes, apenas algumas configura-es mais pesadas, com todo tipo de filtro e na maior resoluo, que saturaram a capacidade da GTX 560 da Zotac. Abrindo mo de alguns recursos grficos, possvel jogar todos os jogos atuais com boa fluidez, mas a maioria vai rodar no nvel mximo de detalhes.

    A Zotac GTX 560 tem o preo em torno de R$ 750,00, portanto uma das placas que justifica um upgrade at mesmo para quem j tem uma placa mais antiga. Alm de rodar bem os jogos, quem trabalha com aplicativos em mais de um monitor, tambm ver vantagens nesta placa com as duas sadas DVI (alm dessas, ainda h uma DisplayPort e uma HDMI oferecendo muita flexibilidade).

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  • Point of View

    GTX 560

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    A Point of View decidiu apostar em diferenciais para alguns de seus modelos. Depois de anali-sar o mercado, resolveu apostar no aumento da quantidade de memria dedicada. Na GTX 560, por exemplo, so 2 GB de GDDR5, diferente do 1 GB das placas-padro. Uma quantidade de mem-ria maior, no entanto, no significa que a placa seja mais rpida. Ela apenas permite armazenar texturas maiores e em maior quantidade.

    A GTX 560 uma das placas mais fortes do perfil mainstream (esta da Point of View, custando na mdia de R$ 800,00), e consegue atingir grandes resultados nos benchmarks, mesmo operando sem overclock de fbrica.

    Este modelo se justifica para quem quer fazer upgrade do sistema. Tem trs sadas de vdeo diferentes, uma VGA, uma HDMI e uma DVI, como pode ser visto na figura 1, portanto mesmo quem tenha um monitor mais antigo poder utilizar esta placa sem qualquer problema. Na verdade, acreditamos que teria sido melhor oferecer dois conectores DVI e eliminar o VGA, pois ficaria mais fcil montar um sistema multimonitor (e para um monitor VGA bastaria um adaptador).

    Mesmo que a NVIDIA permita va-riaes nas frequncias de operao da GPU, a Point of View no fez nenhuma alterao, as frequncias so as mesmas do documento de referncia. So 810 MHz de GPU, 1001 MHz de memria e 1,62 GHz de Shaders.

    Este modelo tambm conta com a implementao de um bom cooler para a dissipao de calor, j que a GPU tem TDP

    de 150 W e produz bastante calor (figura 2). Dois conectores de energia de seis pinos so necessrios para a alimentao da placa. Esses conectores ficam virados para a parte dianteira da placa, e isso pode atrapalhar a instalao em gabinetes pequenos.

    A GTX 560 uma placa honesta, com preo e desempenho compatveis com seu

    Refrigerao tambm essencial em placas de vdeo.

    segmento de mercado. A Point of View no gastou dinheiro com embalagens esquisitas, nem encheu a placa com componentes coloridos. Seu diferencial ter o dobro de memria em relao s concorrentes, por-tanto o cliente pode ir para casa tranquilo, sabendo que est levando mais hardware pelo dinheiro que desembolsou.

    sadas de vdeo diferentes, uma VGA, uma HDMI e uma DVI, como pode ser visto

    , portanto mesmo quem tenha um monitor mais antigo poder utilizar esta placa sem qualquer problema. Na verdade, acreditamos que teria sido melhor oferecer dois conectores DVI e eliminar o VGA, pois ficaria mais fcil montar um sistema multimonitor (e para um monitor VGA multimonitor (e para um monitor VGA

    Mesmo que a NVIDIA permita va-riaes nas frequncias de operao da GPU, a Point of View no fez nenhuma alterao, as frequncias so as mesmas do documento de referncia. So 810 MHz de GPU, 1001 MHz de memria e 1,62

    Este modelo tambm conta com a para a

    dissipao de calor, j que a GPU tem TDP

    Refrigerao tambm essencial em placas de vdeo.

    Trs tipos de conectores diferentes para maior usabilidade em monitores e televisores.

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  • Sapphire Radeon

    HD 6950A Sapphire Radeon HD 6950 a representante da AMD no perfil high end entre as placas do nosso comparativo. Mesmo que o modelo HD 6950 seja o menos potente dos trs que compem a srie 6900 (acima dela esto apenas as Radeon HD 6970 e HD 6990), h muito desempenho a se extrair desta placa.

    Esta placa conseguiu obter a maior pontuao em alguns dos nossos testes, em outros ficou atrs das GeForce, como nos testes com tesselation, mas sempre compe-tindo pela liderana.

    A placa que recebemos da verso promocional Dirt Edition que, alm de trazer uma licena do jogo DiRT 3 de brinde, ainda tem o design modificado. O sistema de dissipao de calor diferente do

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    modelo de referncia, e conta com so duas ventoinhas ao invs de uma s.

    H quatro sadas de vdeo: uma Dis-playPort, uma HDMI e duas DVIs, sendo uma DVI-D dual link e outra DVI-I dual link (figura 1).

    As frequncias de operao desta placa no foram modificadas, assim, a frequn-cia da GPU de 800 MHz e a memria funciona em 1250 MHz. Para quem quiser arriscar um overclock com esta placa (no testamos essa capacidade), o sistema de dissipao de calor alimenta esperanas: alm das duas ventoinhas de 80 mm, ainda h cinco heatpipes que drenam e espalham o calor para as aletas de metal (figura 2). Sem overclock, o consumo mximo desta placa de 200 W.

    A Radeon HD 6950 da Sapphire custa em torno de R$ 900,00. Acreditamos que essa seja a placa com a melhor relao custo/benefcio do teste, pois ela consegue fazer frente s GeForce GTX 570 e GTX 580, custando muito menos. Por esse preo, consideramos uma compra muito vantajosa, e um excelente upgrade. PC

    A HD 6950 tambm oferece diferentes tipos de conexes.

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    Com cinco heatpipes o calor

    se espalha mais facilmente pelas aletas de metal.

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  • Zotac GTX 570

    A Zotac tem uma boa gama de produtos distribudos em algumas subcategorias e as placas de vdeo, especificamente, se dividem em cinco: Eco, Infinity, Zone, Synergy e a AMP!, que a categoria do modelo GTX 570 que recebemos.

    As placas AMP! so indicadas, pela prpria Zotac, como produtos ajustados e melhorados (tweaked and tuned) e, realmente, h uma alterao relevante nas frequncias de operao em relao ao modelo de refer-ncia. Diferente dos 732 MHz de GPU, 1,46 GHz de Shaders e 950 MHz de memria, a Zotac GTX 570 AMP! vem com 780 MHz

    de GPU, Shaders em 1,56 GHz e a memria em 1000 MHz.

    So 480 stream processors e a quantidade de memria de 1,25 GB GDDR5. Igualmente a todas as placas da srie 500, h suporte para OpenGL 4,1 e DirectCompute 5.0, alm de PhysX e DirectX 11.

    O design das placas da Zotac muito caracterstico, com a combinao de preto e laranja. A GTX 570 um pouco mais comprida que a GTX 560, mas muito parecida, inclusive a implementao do sistema de dissipao de calor igual (dois heatpipes com as aletas de alumnio e uma ventoinha de 80 mm).

    O consumo de energia um pouco superior (so 219 W) e a placa precisa de dois conectores com seis pinos cada. A Zotac recomenda, pelo menos, uma fonte de 550 W para alimentar o sistema inteiro.

    As conexes de vdeo so bem variadas e diferentes do modelo de referncia da NVIDIA, h uma HDMI normal, uma DisplayPort (no tem na original) e duas DVIs para quem trabalha com mais de um monitor, como pode ser visto na figura 1. J para quem precisa do conector VGA, tambm incluso um adaptador.

    A GTX 570 custa R$1.100,00, uma placa que tem caractersticas que a colocam no perfil high end e seu preo tambm a acompanha.

    As conexes so diferentes do modelo de referncia.

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  • Point of View

    GTX 580

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    Ronnie Arata

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    Esta a GPU mais poderosa da srie 500 da NVIDIA. Para obter mais desempenho do que isso, somente utilizando duas GPUs (seja por meio de SLI ou em uma placa multi-GPU, como o caso da GTX 590).

    Agora sim, estamos falando de grande poder de processamento grfico! Se na GTX 560 j era possvel ver os jogos e aplicativos em configuraes mais pesadas, na GTX 580 fica ainda melhor.

    Esse modelo de GPU funciona em 772 MHz e conta com 512 Stream Processors a 1,54 GHz. A memria dedicada de 1,5 GB e funciona em 1002 MHz de frequncia.

    No entanto, o contrapeso neste caso fica com o preo. Da GTX 560 para a GTX 570 temos um salto de R$ 800,00 para R$ 1.300,00, na mdia. J com a GTX 580 o pulo ainda maior: R$ 1.900,00. Mas para quem quer o maior desempenho, o preo no ser um fator de peso...

    A sada mini HDMI (um adaptador de HDMI para mini HDMI vem incluso, visto na figura 1) e as duas DVI ajudam quem trabalha com mais de um monitor. Chegamos a pensar na falta da VGA, mas nossa concluso foi a de que no h neces-sidade, pois quem adquire uma GTX 580 dificilmente utiliza um monitor com apenas a entrada VGA.

    Por conta do consumo de 244 W, esta placa exige muito mais ateno em relao a fonte, especialmente em caso de upgrade com reaproveitamento da fonte antiga. Para utilizar uma GTX 580 com segurana, recomendvel ter, no mnimo, uma fonte de 600 W com dois conectores de energia, um com seis pinos e outro com oito.

    Tal consumo de energia significa que ela dissipa muito calor. O cooler utilizado ocupa o espao de duas placas, e com dimenses de 267 mm x 111 mm, a GTX 580 exige a escolha de um gabinete espaoso.

    A GTX 580 da Point of View segue risca a receita da NVIDIA, utilizando o reference design e respeitando todas as frequncias-padro. Dessa forma, o desempenho oferecido ser exatamente o mesmo de qualquer outra GeForce baseada na mesma GPU.

    Adaptadores de cabos sempre aparecem em boa hora.

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  • Kit completo para refriger-ao de CPU e placa de vdeo.

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    Se o modelo GeForce GTX 580 j surpreende pelo seu desempenho, imagine com overclock e refrigerao lquida. A PNY realiza esse sonho e, de quebra, ainda oferece um waterblock para resfriar a CPU tambm.

    Recebemos para teste o modelo XLR8, que tem 512 Cuda cores, com 1,5 GB de memria RAM GDDR5 e 384 bits largura de banda.

    Originalmente, a GTX 580 tem as frequncias de 772 MHz de GPU, 1,54 GHz dos shaders e a memria operando em 1002 MHz. Mas, com o overclock de fbrica da PNY, o modelo XLR8 vem com velocidade de GPU em 857 MHz, os shaders em 1,71 GHz e a memria funcionando em 1053 MHz.

    Placas de vdeo com refrigerao a gua no so comuns, mas o preo no foge tanto do das placas baseadas no mesmo GPU mas com refrigerao normal. Sem o waterblock para CPU, o preo fica em aproximadamente R$ 1.700,00. J o modelo que recebemos, com o CPU cooling (figura 1), custa cerca de R$ 2.000,00 e a garantia de cinco anos.

    Exceto pela refrigerao e pelo over-clock, outras caractersticas so iguais s do modelo de referncia da NVIDIA, o

    PNYGTX 580 liquid cooled

    Ronnie Arata

    consumo mximo da placa de 244 W e ela alimentada por dois conectores de energia extra, um de oito pinos e outro com seis. Por isso no basta ter o dinheiro, preciso ter uma fonte compatvel.

    A montagem desta placa no difcil, mas preciso tomar alguns cuidados. Antes de tudo, preciso montar o suporte para o waterblock na placa me, utilizando uma das vrias presilhas fornecidas com a placa (figura 2). Depois disso, a sequncia mais aconselhvel prender o radiador primeiro (junto com as duas ventoinhas de 120 mm que o acompanham, como podemos ver na figura 3), depois encaixar a placa de vdeo e, por ltimo, o waterblock.

    H uma presilha diferente para cada tipo de processador.

    As ventoinhas se encarregam

    de criar o fluxo de ar no

    radiador.

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  • E o Desempenho?

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    Testes

    Ronnie Arata

    Antes de analisar os grficos de desempenho das placas, impor-tante ter algumas consideraes em mente.Em primeiro lugar, lembramos que no

    estamos comparando as placas diretamen-te. O objetivo no mostrar qual placa mais rpida, mas sim apresentar o nvel de desempenho que o consumidor pode obter em cada faixa de preo. por isso que todas as placas, tanto as de R$ 200,00 quanto as de R$ 2.000,00, esto no mesmo grfico.

    Certamente, dentre todos os modelos presentes nesta edio, h uma placa ade-quada para cada tipo de uso.

    AMD X NVIDIAEm geral, as placas de vdeo da AMD tm

    mais Stream Processors que as da NVIDIA, mas isso no significa que as placas da AMD sejam melhores. A NVIDIA trabalha com menos ncleos, mas, por outro lado, estes ncleos operam em frequncias maiores. Cada empresa d uma abordagem diferente para a tecnologia em seus produtos.

    ResoluesEscolhemos duas resolues: 1920x1080p

    e 1366x768p. A primeira, obviamente, por ser a resoluo Full HD (box 1) e a segun-da por ser uma das mais encontradas nos monitores do mercado atual. A maioria dos televisores de plasma e LCD HD Ready (nome inventado para dizer que o televisor no Full HD) utiliza essa resoluo. Com essas duas resolues, pretendemos atingir grande parte do usurios.

    Os leitores que tiverem monitores em diferentes resolues das que escolhemos no precisam se desesperar. Podemos ter uma ideia do que esperar em outras resolues com uma comparao simples.

    Por exemplo, a resoluo de 1280x720 aproximadamente 12% menor, em nmero de pixels, que a de 1366x768 ( s multiplicar:

    Agora que j conhecemos as carac-

    tersticas das placas, s falta conhecer o

    desempenho de cada uma delas.

    1280x720 igual a 921.600 pixels, enquanto 1366x768 igual a 1.049.088 pixels), portanto uma placa oferecer desempenho um pouco maior nessa resoluo. J 1280x1024, uma resoluo comum em monitores de 17, 24% maior que 1366x768 (so 1.310.720 pixels contra 1.049.088), portanto espera-se que o desempenho seja menor.

    Um aumento de 25% na resoluo no implica em queda de desempenho de exatos 25%, ela pode ser maior ou menor, dependendo de outros fatores. No entan-to, algumas decises simples podem ser tomadas. Por exemplo, se uma placa no tem um bom desempenho em 1366x768, ela certamente no ser adequada para 1280x1024 ou para 1440x900, pois so resolues maiores. Sabendo disso, evita-se frustraes aps a compra.

    Organizao dos grficosNos grficos, o leitor perceber que as

    placas, tanto da NVIDIA quanto da AMD, esto misturadas. O motivo dessa disposio que decidimos organiz-las pelo preo (todos os preos foram informados no artigo de cada placa). Assim, fica mais prtico para o leitor encontrar a placa adequada para o seu poder de compra.

    Observao: Zotac GTX 570Infelizmente, a placa GTX 570 da

    Zotac apresentou problemas em alguns benchmarks (Unigine, 3DMark 11 e o Metro 2033 na resoluo 1920x1080p), por isso, optamos por desconsiderar seus resultados. A placa em questo usada como unidade de demonstrao, portanto j passou por vrias mos e possvel que tenha sofrido algum dano.

    O desempenho esperado dessa placa um meio termo entre as GTX 560 e 580. Se o fabricante se dispuser a enviar uma segunda placa, publicaremos os resultados em uma prxima edio.

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    As placas de vdeo que apresentamos nesta edio tm desempenho para trabalhar com imagens e lmes de alta de nio, no entanto, para tirar proveito dessa capacidade necessrio um monitor compatvel com a resoluo de 1920 x 1080 pixels.

    Philips 220TS2LB/78Este produto no um simples monitor para PC, pois ele conta com um sintonizador de TV compatvel tanto com nosso padro legado de televiso analgica quanto tambm com o ISDB-T, o padro brasileiro de TV digital. Ele , na verdade, um Monitor -TV.Com tela de Full HD de 21,5, iluminada por LEDs e com contraste dinmico de 20.000.000 : 1 , o Philips 220TS2LB/78 tem um tamanho adequado para a maioria das mesas e escrivaninhas, e oferece a mesma resoluo de imagem dos melhores televisores Full HD.As conexes deste monitor so muitas tambm. H uma entrada vdeo componente, trs entradas de vdeo composto, entrada S- Vdeo, uma VGA, duas entradas HDMI e sada de udio para fone de ouvido. H vrias vantagens em se utilizar um monitor -TV, uma delas que basta um nico cabo HDMI para conectar vdeo e udio, dispensando as caixas de som. Outra vantagem poder escolher entre usar o computador, assistir TV ou jogar videogame (o 220TS2LB/78 oferece todas as conexes) com a comodidade de um controle remoto, recursos que monitores convencionais no proporcionam.O preo deste modelo est entre R$ 550,00 a R$ 650,00.

    AOC LE40H157Com a popularizao do HDMI nas placas de vdeo, hoje extremamente fcil conectar um PC a um enorme televisor de tela plana. No importa se o comprador est adquirindo uma placa topo de linha ou uma de baixo custo, se para jogar ou s para assistir lmes, ele ter uma melhor experincia em um grande televisor LCD. E para nos ajudar a provar nosso ponto de vista, a AOC nos enviou um televisor modelo LE40H157, de 40, com contraste dinmico em uma proporo de 2.000.000 : 1.Esse modelo oferece uma conexo para vdeo composto, uma de vdeo componente, uma VGA, trs entradas HDMI, uma sada SPDIF e sada para fone de ouvido, alm de uma porta USB para ler fotos e msicas de pendrives.Tivemos uma boa impresso deste modelo, a imagem bem ntida e os tons escuros so excelentes. O preto , realmente, preto - e no aquele tom acinzentado que tenta nos enganar e se passar por preto.O LE40H157 tem pontos negativos, o principal o menu que tem poucas opes de con gurao e, ainda por cima, so pouco intuitivas. Outro problema a mania deste televisor de se desligar caso no en-contre sinal em uma entrada de vdeo muito comum quando estamos reiniciando um PC. Mas isso no exime esta TV de suas qualidades.O preo desta TV est na faixa de R$ 1.600,00 a R$ 2.000,00.

    Box 1: Resoluo Full HD

    Plataforma AMD Phenom II X6; Placa-me MSI 890FX-GD70; 2 mdulos de memria Kingston HyperX Genesis Grey, de 4 GB cada; SSD Kingston Vseries de 128 GB; Fonte Seasonic X-SERIES SS760KM (760 W).

    3DMark 2011Todas as placas que testamos tm su-

    porte ao DirectX 11 e este benchmark faz uso de todos os recursos. Consideraremos a pontuao geral. Todos os resultados podem ser vistos na tabela 1.

    A tabela segue a mesma organizao dos grficos, com as placas dispostas por

    ordem de preo. interessante notar que as GTX 580 tiveram desempenho cerca de 30% superior ao da Radeon HD 6950, mas isso natural, pois a 6950 no a placa mais veloz da sua linha, alm do mais, essas placas no concorrem em preo (as GTX 580 custam duas vezes mais). Podemos atribuir a diferena de

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  • 3D Mark 2011 usa todos os recursos do DirectX 11

    Sandra um dos nicos benchmark que fazem testes de GPGPU

    Resultados muito prximos indicam limitao da CPU.

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    XTC 1366x768 1920x1080MSI R5450 27,71 14,88

    PoV GT 520 25,53 17,03

    MSI N 520 GT 26,98 17,19

    AMD Radeon HD 6450 31,64 20,25

    Sapphire R6770 76,89 60,85

    MSI N 550GTX Ti 77,66 68,40

    Sapphire R6790 78,63 70,99

    PoV GTX 560 79,37 74,39

    Zotac GTX 560 77,22 74,60

    Sapphire R6950 85,80 75,84

    MSI R6850 80,52 76,67

    PoV GTX 580 79,64 77,44

    PNY GTX 580 77,33 77,45

    desempenho ao maior nmero de ROPs e maior ef icincia em tesselation das GeForce.

    Sandra (GPGPU)O Sandra um dos poucos programas

    que j conseguem medir o desempenho de placas de vdeo em testes de GPGPU. O resultado disposto em GFLOPS.

    O melhor resultado veio da Sapphire Radeon HD 6950, que disparou e atingiu os 340 GFLOPS. Seu grande nmero de stream processors pode ter sido um fator de-cisivo, mesmo que sabidamente a NVIDIA tenha SPs muito eficientes.

    A tabela 2 mostra os resultados.

    XTCA tabela 3 informa os resultados dos

    testes feitos com o benchmark do demo do jogo XTC Terran Conflict. Este benchmark no muito pesado, mas importante pois permite ao leitor realizar uma comparao com placas apresentadas em edies passadas da PC&Cia.

    O teste foi realizado em duas resolues com os nveis de detalhes maximizados, mesmo nas placas mais fracas. Exceto pelas placas de custo mais baixo, no h diferenas to grandes entre os resultados das placas mainstream e as high end. A partir da Sapphire Radeon HD6770, os 60 frames por segundo, considerados ideais, foram atingidos at na resoluo mais alta.

    Unigine Heaven DX11Ao se tratar de placas com suporte ao

    DirectX 11, o Unigine Heaven tambm interessante pois aproveita bem esses recursos que essa API oferece. Tambm mostra, com

    clareza, a diferena causada na imagem pelo recurso de tesselation.

    Executamos os testes do Unigine com duas resolues (1920x1080 e 1366x768) e trs nveis de qualidade grfica:

    Low: nvel dos shaders no mnimo (low), tesselation desligado, sem anti-aliasing e filtro anisotrpico configurado em 1;High: nvel dos shaders no mximo, tesselation no nvel extreme, sem anti-aliasing e filtro anisotrpico configurado em 1;Max: nvel dos shaders no mximo, tesselation no nvel extreme, anti-aliasing 8x e filtro anisotrpico 16x.

    Veja na figura 1 os resultados das placas na resoluo 1366 x 768p, e na figura 2 em 1920 x 1080p.

    As placas menos potentes (Radeon 5450 e 6450, alm das duas GeForce GTX 520) no conseguiram rodar o Unigine nas con-figuraes mais pesadas, por isso, abrimos excees e reduzimos o anti-aliasing para 4x, o que no alterou a classificao das placas de forma alguma.

    Street Fighter IVNas figuras 3 e 4 temos os resultados

    do benchmark do Street Fighter IV, da Cap-com, ttulo bastante famoso e j utilizado em outros testes do nosso laboratrio em outras edies.

    Este benchmark um dos mais leves que usamos, tanto que a maioria das placas consegue superar os 100 FPS, at na maior resoluo. Utilizamos as mesmas resolues dos outros testes, com os seguintes nveis de detalhes grficos:

    Low: todas as configuraes de detalhes no nvel mdio;High: todas as configuraes de detalhes no nvel alto;Max: todas as configuraes de detalhes no nvel alto, anti-aliasing C16xQ e Texture Filter 16x.

    Neste teste houve uma boa disputa. No geral, as GeForce sentiram menor impacto dos filtros, e como se trata de um jogo muito leve, no h motivos para desabilitar os filtros nas placas de mdio e alto custo. Isso est longe de significar que as Radeon so inadequadas, pelo contrrio, mesmo as de mdio custo ofereceram desempenho prximo dos 60 FPS na maior resoluo e no nvel de detalhes mximo. Falando das de baixo custo, as GT 520 conseguiram se manter prximo dos 30 FPS (considerado o desempenho mnimo para ter um bom jogo) mesmo no nvel de detalhes mais alto, mas ao habilitar o filtro anti-aliasing o desempenho se torna insuficiente.

    Metro 2033O Metro 2033 um jogo bastante usado

    como referncia em benchmarks de placas de vdeo. o jogo mais pesado que usamos, por isso, como podemos ver nas figuras 5 e 6, poucas placas conseguiram atingir o nvel de FPS considerado suficiente para sustentar o jogo com fluidez.

    Na resoluo mais alta, de 1920x1080, apenas as duas placas baseadas na GPU GTX 580 e as duas baseadas na GTX 560 conseguiram atingir mais que 30 FPS (no caso das 560, na configurao Low).

    Na resoluo 1366x768, j vimos a situ-ao melhorar. A partir da MSI N550GTX-

    3D Mark PontosMSI R5450 352

    AMD Radeon HD 6450 474

    MSI N520GT 553

    PoV GT 520 538

    Sapphire R6770 2.205

    Sapphire R6790 2.602

    MSI N550GTX-Ti 2.287

    MSI R6850 3.121

    Zotac GTX 560 3.335

    PoV GTX 560 3.323

    Sapphire R6950 4.095

    PoV GTX 580 5.343

    PNY GTX 580 5.488

    Sandra GFLOPSMSI R5450 8,72

    AMD Radeon HD 6450 15,90

    MSI N 520 GT 21,07

    PoV GT 520 21,07

    Sapphire R6770 102,30

    Sapphire R6790 100,63

    MSI N 550GTX Ti 97,00

    MSI R6850 121,79

    Zotac GTX 560 149,76

    PoV GTX 560 147,48

    Sapphire R6950 342,79

    PoV GTX 580 265,21

    PNY GTX 580 294,28T1. T2. T3.

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    Testes

    Ti, as GeForces ultrapassaram os 30 FPS e as mais caras at os 60. Mesmo as GTX 580 no conseguiram atingir os 60 FPS no nvel mximo de detalhes grficos, mas, na verdade, parte da culpa do benchmark do Metro 2033, que muito mais pesado que o jogo em si, portanto devemos esperar uma experincia melhor de todas as placas.

    As Radeons no se deram bem, deixando evidente que esse jogo no utiliza de forma eficiente sua arquitetura.

    Lost Planet 2Outro benchmark, da Capcom, deri-

    vado do jogo Lost Planet 2, bem prtico de executar, utiliza diversos recursos do DirectX 11 e forneceu resultados bem concisos, como verificamos nas figuras 7 e 8.

    H dois tipos de teste neste benchma-rk: A e B. Usamos o B, pois o teste que mais exige do hardware. At na resoluo menor, as placas dificilmente ultrapassaram os 70 FPS, na configurao mais baixa de

    detalhes. Ao aumentar a resoluo para 1920x1080, os resultados no ficaram muito diferentes, exceto nas placas de baixo custo, que apresentaram desempenho muito mais satisfatrio.

    Quando esse tipo de comportamento se apresenta, com a maior parte das placas mostrando resultados semelhantes, normal-mente o desempenho no est limitado pela placa de vdeo, mas sim em algum outro ponto, como o processador.

    F1. F2.

    F3. F4.

    Poucas placas atigem 30 fps na configurao Max.

    As GTX 560 ficam abaixo dos 60 fps at na configurao mais leve.

    As Radeons mostraram afinidadecom este beachmark.

    Este beanchmark leve, as Radeons mais fortes quase alcanaram 200 fps.

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    Testes

    ConclusoAgora o leitor j est bem munido

    de informaes. Conhecemos as placas, sabemos o preo, o desempenho e as ca-ractersticas de cada modelo. Assim, no h desculpas para uma compra (ou venda) mal direcionada.

    Infelizmente, o mercado tem uma ps-sima prtica de acreditar que a quantidade de memria da placa de vdeo determina seu desempenho. Se fosse verdade, uma GeForce GT 520 de R$ 170,00 teria o mesmo desem-penho de uma Radeon HD 6850, que custa R$ 650,00, pois ambas tm 1 GB de memria.

    Muitos lojistas utilizam-se deste argumento falso para empurrar placas inadequadas para clientes desinformados.

    H uma srie de fatores a serem levados em considerao na escolha da melhor placa para cada poder de compra. Sendo assim, voc j sabe qual placa escolher? PC

    F7.

    F5. F6.

    F8.

    As GTX 560 ficam abaixo dos 60 fps at na configurao mais leve.

    Este beanchmark leve, as Radeons mais fortes quase alcanaram 200 fps.

    Este benchmark pesado, at na menor resoluo que utilizamos.

    Apenas as GTX 580 chegam aos 30 fps na configurao High.

    Os resultados se diferem mais na configurao Max do que em Low.

    E a diferena de fps maior na resoluo 1920x1080p.

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    Testes

    Daniel NettoEspecialista em TI com experincia nas reas de sistemas virtualizados e integrao de hardware para servidores e desktops. membro de diversas comunidades sobre hardware e GNU/Linux, ao qual

    dedica grande parte de seu tempo de estudo.

    Ao contrrio do que aconteceu com a primeira gerao dos Core i que estavam segregados em LGA 1156 e 1366, toda famlia Sandy Bridge para desktops usa o mesmo soquete, o LGA 1155. Outro ponto de divergncia a presena do vdeo integrado em todos os modelos. Essa mudana afetou bastante o modo como devemos montar um computador na plataforma Intel, pois se antes, a primeira escolha deveria ser o processador, agora, devemos analisar qual conjunto PCH/placa-me melhor nos atende, pois todos os demais componentes sero compatveis.

    P67 e H61O P67 foi lanado juntamente com os

    primeiros processadores da gerao Sandy Bridge e at ser destronado pelo Z68, era o PCH (Plataform Controller Hub) topo de linha.

    Mesmo antes de seu lanamento, a divulgao das suas principais caracte-rsticas gerou muita controvrsia entre os profissionais do mundo da Tecnologia da Informao, isso porque o uso do P67 implica na desativao da GPU integrada, presente em todos os processadores. Uma consequncia direta dessa limitao que no possvel usar o recurso Intel Quick Sync Video para acelerar a codificao e a decodificao de vdeos.

    Essa caracterstica, por mais estranha que seja, pode ser justificada entendendo o perfil do pblico alvo do P67, constitudo basicamente por gamers e overclockers, que muito dificilmente adquirem um computador sem uma boa placa de vdeo dedicada.

    Popular ou sofisticado?O Intel Core atendea ambos!

    Na plataforma Intel LGA 1155, a escolha da

    placa-me influencia diretamente na escolha

    dos demais componentes e no valor final do

    equipamento. Conhea os dois extremos e

    decida qual o melhor para voc.

    A possibilidade overclock outra parti-cularidade presente no P67, que confirma seu foco entusiasta. Somente as placas-me equipadas com ele (ou com o Z68) permitem alterar as frequncias de operao da CPU e das memrias. Na figura 1, o leitor confere o diagrama de bloco deste PCH.

    Lanado pouco tempo depois de seu irmo maior ter chegado ao mercado, o H61 (figura 2) o PCH mais simples destinado ao soquete 1155. Com ele podemos usar o vdeo integrado e, por consequncia, o Intel Quick Sync Video. Em contrapartida, no existe opo de overclock. Tambm encontramos diferenas relacionadas com o nmero mximo de portas SATA (so quatro conectores para o H61 contra seis do P67) e com a quantidade mxima de memria suportada, sendo 16 GB DDR3 para o primeiro e 32 GB DDR3 para o segundo.

    Biostar H61MLApesar de sua pouca expressividade no

    Brasil, a Biostar um dos principais fabri-cantes de placas-me do mundo. Para este artigo, a empresa gentilmente nos cedeu um exemplar de sua placa-me equipada com o PCH H61 voltada para o mercado de baixo custo, a H61ML (figura 3).

    Medindo 244 mm x 200 mm (A x L), o produto segue o formato Micro ATX e apresenta uma construo bastante sim-ples. Somente algumas regies receberam a aplicao de capacitores com eletrlito slido, como o circuito regulador de tenso do processador e apenas o PCH conta com um dissipador trmico.

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    Testes

    No segmento de entrada, o tradicional barramento PCI 32-bit, ainda bastante utilizado, assim, a Biostar tomou o cuidado de instalar o chip ITE IT8893E para dispo-nibilizar dois conectores PCI alm dos slots PCI Express x16 e x1.

    Prximos ao soquete da bateria, esto os headers CIR (Consumer infrared) e das portas USB, paralela e serial, sendo estas duas ltimas, bastante importantes no setor de automao e em alguns escritrios.

    O painel traseiro (figura 4) tambm bastante simples. Nele encontramos quatro conectores USB 2.0, um PS/2, uma interface de rede 10/100Mbps (Realtek RTL8105E) e os trs plugues do udio 5.1.

    J no quesito vdeo, apesar da serigrafia presente no PCB (Printed Circuit Board) acusar o espao reservado para o conector HDMI, ele no est presente neste modelo. Contudo, a placa oferece uma sada VGA e outra DVI, o que j muito bom.

    MSI P67A-GD80Bem maior que placa da Biostar, a MSI

    P67AGD-80 (figura 5) se enquadra no padro ATX (305 mm x 244 mm). Logo primeira vista, podemos notar a presena de alguns cuidados que evidenciam a veia entusiasta deste produto, como os pontos de verificao de tenso (VCCP, CPU_VTT, CPU_SA, VCC_DDR, e PCH_1P05), presentes ao lado do conector de energia ATX 24 pinos, e os botes de Reset e Power (detalhe da figura 5), soldados diretamente sobre o PCB.

    Os seis conectores SATA esto muito bem posicionados, pois voltados para o lado de fora da placa, facilitam bastante a organizao interna do gabinete. Todos os conectores suportam os nveis de RAID 0,1,5 e 10, sendo que as duas portas identificadas com a cor branca, podem funcionar com a vazo de 6 Gbps (SATA III), enquanto os demais so SATA II.

    A P67AGD-80 certificada para operar com as solues multi-GPU AMD CrossFi-reX e NVIDIA SLI, e oferece seis slots para expanso, sendo trs PCI Express x16, dois PCI Express x1 e dois slots PCI 32 Bit.

    O painel traseiro (figura 6) bastante completo. So dez portas USB, sendo seis j no padro 3.0, duas interfaces de rede Gigabit Ethernet (Realtek 8111E), que po-dem ser agregadas com o uso do software MSI Teaming Genie presente no CD de

    instalao, duas portas eSATA, duas sadas SPDIF (coaxial e ptica), seis plugues do udio de oito canais (Realtek ALC892), um conector IEEE 1394, e a tradicional porta PS/2.

    OverclockO overclock nos processadores da famlia

    Sandy Bridge ficou um pouco diferente. Antes podamos alterar tanto o clock base (BCLK) quanto o multiplicador para au-mentar a frequncia de operao do chip, mas agora devemos focar nossos esforos majoritariamente na segunda opo, pois

    o BCLK padro dos Sandy Bridge, que de 100 MHz, dificilmente supera a barreira dos 8% de overclock mesmo sob condies extremas, como refrigerao por nitrognio ou hlio liquido.

    O conjunto recebido para os testes con-tinha a placa-me e um processador Core i5-2300, que infelizmente no conta com o multiplicador destravado, presente apenas nos modelos com terminao K (por exemplo 2500K). Mesmo assim, conseguimos obter aproximadamente 26,5% de overclock em relao frequncia original de 2,8 GHz com os quatro ncleos ativos.

    F1.

    F2.

    Suporte para o padro SATA III (6Gbps) em at duas portas.

    Diagrama de bloco do PCH H61.

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    Testes

    Isso s foi possvel pois, mesmo nos chips travados, a Intel permite incrementar o multiplicador at quatro passos acima da maior frequncia obtida com o Turbo Boost. Por exemplo, quando os quatro ncleos do

    Core i5-2300 esto em carga mxima, no-tamos um incremento automtico de mais um. Portanto, o clock final de 2,9 GHz (29 x 100). Em overclock podemos forar o multiplicador at 33 x, o que resultaria em

    3,3 GHz, porm, como elevamos o BCLK at 107,3 MHz, terminamos com a excelente frequncia final de 3540,9 MHz.

    Mesmo usando um processador longe de ser o ideal para overclock e ainda por

    F3.

    F4.

    Vista geral da H61ML.

    Limitado nmero de conexes. Adequado apenas para um Desktop bsico.

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    Testes

    cima refrigerado a ar, com a placa da MSI conseguimos timos resultados, o que sem dvida um indcio de que equipada com processador desbloqueado, como o Core i7-2600K ou i5-2500K, poderamos ter ido

    muito mais longe, principalmente porque o produto se manteve extremamente estvel durante todos os testes.

    No podemos dizer que o overclock na nova plataforma ficou mais difcil, mas no

    acreditamos que os overclockers casuais tero o tempo e a disposio necessria passar horas debruados sobre a bancada. Foi pen-sando nesses usurios que a MSI incluiu na P67AGD-80 a funo OC Genie II.

    F5.

    F6.

    Os generosos dissipadores sobre o PCH e ao redor do proc-essador ajudam no controle da temperatura.

    Note a presena do boto de Clear CMOS ao lado da sada SPDIF ptica.

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    Testes

    Alterando apenas um parmetro no setup do BIOS ou simplesmente pressionando o boto OC GENIE (detalhe da figura 5), com o computador desligado, a placa realiza os ajustes necessrios e faz toda a multiplicao sem qualquer interveno do usurio. Com essa funo habilitada, a CPU usada no teste teve sua frequncia elevada para 3,3 GHz, bem aqum dos 3,5 GHz obtidos manualmente, mas ainda assim um overclock respeitvel, especial-mente por acontecer de forma automtica e muito cmoda Do ponto de vista de um usurio no to experiente, esse um tipo de recurso pelo qual vale a pena pagar mais por uma placa-me.

    LimitaesOs processadores da gerao Sandy

    Bridge disponibilizam at 16 linhas PCI Express 2.0, geralmente utilizadas para a conexo de uma ou duas placas de vdeo. J o P67 responsvel por entregar mais oito linhas, todas PCI Express 2.0, que so usadas pelos fabricantes de placas-me para aumentar a oferta de slots PCI Express e tambm oferecer outros barramentos, como o PCI 32-bit, por meio de conversores.

    O total de 24 linhas pode parecer bastante, mas no . O chipset X58, topo de linha da gerao anterior, entregava 36 linhas PCI Express 2.0.

    Nas placas-me mais simples, essa relativa escassez no representa problema algum, mas em produtos mais elaborados, como a placa da MSI, que devem suportar solues multi GPU e uma ampla variedade de conexes, um verdadeiro obstculo. A fim de contornar essa restrio, os fabricantes acabam compartilhando as mesmas linhas PCI Express entre vrios dispositivos. Todas as limitaes sofridas decorrentes deste fato esto descritas de uma forma bem clara

    Plataforma de testesProcessador Intel Core i5-2300 (2,8 Ghz)

    Cooler Zalman CNPS 10x Extreme

    Placas Me MSI P67A-GD80 / BIOSTAR H61L

    Memria 2 x 2 GB DDR3 2400MHz Transcend

    Placa de vdeo PowerColor HD4870 X2

    Armazenamento Kingston SSDNow V-SERIES SATA-II 128 GB

    Fonte Cooler Master 1000W RS-A00-EMBA

    Sistema Operacional Windows 7 SP1 Ultimate 64 bits

    Benchmarks7-Zip 9.20 64 bits; CINEBENCH 11.5 64 bits; Media Expresso 6.5; S.T.A.L.K.E.R.: Call of Pripyat

    no manual da P67AGD-80, mas fazemos questo de citar as mais graves:

    No possvel usar os dois slots PCI Express x1 (PCI_E1 e PCI_E3) ao mesmo tempo, pois quando isso ocorrer, apenas o primeiro funcionar;

    O PCI_E5, apesar de mecanicamente compatvel com o padro x16, opera somente no modo x4 e enquanto ocupado por um

    dispositivo com este padro, as duas portas eSATA, trs portas USB 3.0, e os dois slots PCI, deixaro de funcionar.

    So limitaes srias que comprometem o usufruto das capacidades da placa-me. A responsabilidade por essas limitaes, contudo, no da fabricante da placa-me e sim da Intel, e infelizmente todo e qualquer produto desenvolvido com essa plataforma sofrer do mesmo mal.

    TestesPara garantir a consistncia e a f i-

    delidade dos resultados, utilizamos as verses mais recentes de BIOS e drivers, disponveis at o momento da realizao dos testes.

    Todos os softwares usados esto dis-ponveis para download gratuito nos sites de seus respectivos desenvolvedores e salvo quando mencionado ao contrrio, foram executados com suas configuraes padro.

    F7.

    F8.

    T1.

    No 7-Zip, no s a quantidade de ncleos que influencia o desempenho, a frequncia de operao do processador tambm entra na conta.

    Softwares profissionais de ren-derizao h tempos so otimi-zados para mltiplas threads, mas frequncias maiores continuam ajudando.

    Descrio detalhada da plataforma usada nos testes.

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    Testes

    Assim, garantimos a fcil reproduo dos testes pelo leitor. A tabela 1 fornece a descrio detalhada da plataforma usada nos testes.

    7zipO software 7-Zip (www.7-zip.org),

    um (des)compactador de arquivos muito eficiente com um timo algoritmo paralelizvel. Ele ainda conta com um benchmark embutido de uso bastante simples, que o transforma em uma fer-ramenta bastante til para aferir o poder de processamento bruto de processadores de vrios ncleos. Na figura 7 vemos os ndices de desempenho aferidos com este programa.

    Note voc leitor, que sem o overclo-ck, as duas plataformas apresentaram desempenhos praticamente idnticos, entretanto, assim que comeamos a elevar a frequncia da CPU na P67A-GD80, conseguimos perceber ganhos pratica-mente lineares.

    CINEBENCHO CINEBENCH (w w w.maxon.

    net/downloads/cinebench/cinebench-115.html) foi desenvolvido pela MAXON para aferir o desempenho de diferentes processadores e placas de vdeo em seu software CINEMA 4D, muito usado em estdios de criao e de cinema.

    Utilizamos o teste CPU, que capaz de utilizar at 64 threads, para renderi-zar uma cena 3D exigindo bastante do processador.

    Na figura 8 percebemos que, assim como o 7-Zip, este benchmark mostrou-se muito sensvel ao aumento na frequncia do Core i5, pois com 26,5% de overclock, o sistema equipado como a placa MSI foi quase 22% mais veloz.

    Media ExpressoNeste teste, convertermos o vdeo Big

    Buck Bunny, verso H.264/1080p, para o formato usado no iPad 2, utilizando o perfil padro do prprio software da CyberLink (http://www.cyberlink.com/products/mediaespresso/overview_en_US.html). Devemos lembrar ao leitor, que, devido limitao do P67, a placa da MSI no pde se beneficiar do recurso Intel Quick Sync Video, que muito eficiente, como pode ser visto na figura 9.

    F9.

    F10.

    Com overclock o desem-penho melhorou, mas ainda ficou longe do resultado obtido por meio da aceler-ao por hardware.

    O vdeo integrado ainda no capaz de executar jogos mais exigentes com fluidez.

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    Testes

    Mesmo com overclock, o sistema equipado com a P67A-GD80 levou 3,26 minutos para realizar a converso, mais do que o dobro do tempo consumido pela H61ML. Com este resultado, conclumos que o produto da Biostar o mais indi-cado para ser a base de um sistema de baixo custo e que ser usado em edies e converses de vdeos domsticos.

    S.T.A.L.K.E.R.: Call of PripyatA controladora de vdeo integrada da

    Intel no suporta DirectX 11, de forma que o teste foi limitado verso 10, in-clusive no teste do P67, que requer uma placa de vdeo dedicada. Para evitar que o a placa de vdeo fosse um gargalo de desempenho, utilizamos uma Radeon HD4870 X2 da PowerColor, uma placa extremamente poderosa em termos de fill rate.

    Para o teste, rodamos o benchmark (cop.stalker-game.com) em duas resolues, 1024x768 e 1680x1050 (figura 10 e 11 respectivamente) usando o Preset Medium e a opo Renderer configurada como Enhan. full dyn. lighting (DX10).

    Ao contrrio do que observamos at agora, o desempenho dos equipamentos no acompanhou bem os aumentos na frequncia de operao da CPU. Registra-mos no mximo 10% de vantagem para a plataforma em overclock e equipada com o produto da MSI.

    Este resultado era esperado, pois ao contrrio das workloads anteriores, que dependem basicamente apenas do processador, os jogos so bastante in-f luenciados pelo desempenho de outros componentes, princialmente o da placa de vdeo. Isso explica o contraste entre os ndices de desempenho da plataforma equipada com a H61ML operando com a GPU integrada e com a 4870X2, e a virtual igualdade entre o desempenho deste ltimo com o sistema com a placa MSI sem overclock.

    ConclusoEncontrada no mercado brasileiro por

    cerca de R$ 210,00, a placa-me da Biostar, sem dvida, uma tima opo para quem deseja montar um computador de uso do-mstico, para assistir filmes, criar e editar vdeos caseiros e at para jogos casuais. Apesar de ser um pouco limitada em n-

    mero de conexes, no quesito desempenho a H61ML se saiu muito bem e no ficou devendo nada para o produto da MSI. Alis, por permitir o uso da controladora de vdeo da Intel, levou vantagem no teste de converso de vdeo.

    Para um usurio com perf il mais entusiasta, esse no o produto mais indicado. Faltam opes de personalizao e, principalmente, de overclock.

    J a P67A-GD80 no recebe nossa recomendao. No que a placa seja ruim, muito pelo contrrio, a MSI conseguiu fazer um excelente trabalho em cima de

    um PCH to excntrico quanto o P67. Esse justamente o problema: a placa certa com o chipset errado.

    O foco dessa placa a capacidade de overclock, que foi comprovada em nossos testes, oferecendo timo desempenho e total estabilidade. Mesmo durante os longos perodos de teste, no observamos qualquer comportamento estranho.

    Apesar de todo o esforo da MSI em fazer uma boa placa, o P67 consegue estragar todo o conjunto. Custando cerca de R$800,00 essa placa, infelizmente, ficou desinteressante. PC

    F11. Mesmo com a H61ML possvel montar um computador para jogos. Basta apenas uma boa GPU.

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    Redes

    Daniel NettoEspecialista em TI com experincia nas reas de sistemas virtualizados e integrao de hardware para servidores e desktops. membro de diversas comunidades sobre hardware e GNU/Linux, ao qual

    dedica grande parte de seu tempo de estudo.

    Aps o anncio que confirmou o Brasil como sede de dois grandes eventos internacionais em 2014 e 2016 as j existentes dvidas sobre a qualidade da infraestrutura brasileira ficaram ainda mais evidentes. Discusses sobre transporte, segurana e estdios so recorrentes, mas existe outro tipo servio bsico que, apesar de negligenciado h anos, ser to exigido e fundamental quanto os outros: estamos falando da transmisso de informaes e a situao nada confortvel da infraestrutura de redes.

    O descaso tamanho, que, muitas vezes, o lanamento dos cabos de rede fica

    Voc sabe qual o cabo ideal para sua Rede?

    Responda rpido: Alm da provvel

    cor azul, o que mais voc sabe sobre os

    cabos que interligam seus computadores?

    Conhea, neste artigo, as diferentes cate-

    gorias, suas principais caractersticas e os

    tipos de blindagem disponveis para cabos

    balanceados para redes de 10 Mbps at

    10 Gbps. Saiba quando, e onde utiliz-los

    corretamente.

    Com o crescimento de tamanho e importncia das redes de telecomunicaes, a neces-sidade de normalizao a fim de garantir a qualidade e confiabilidade das transmisses ficou evidente. Existem vrios comits e diversas normas sobre redes. Os padres para cabeamento estruturado mais conhecidos e seguidos so: o internacional ISO/IEC 11801 e o norte-americano ANSI/TIA-568-C. Estes padres, definem requerimentos de implementao, conformidade, desempenho e procedimentos de verificao.At meados de 2000 no existia uma norma nacional, porm em 31 de setembro de 2000 a Associao Brasileira de Normas Tcnicas, mais conhecida como ABNT, publicou a norma ABNT NBR 14565, que baseada na ISO/IEC 11801. Entretanto, como ela no tem carter obrigatrio, boa parte dos profissionais de TI ainda adotam o padro ANSI/TIA-568-C como referncia para a execuo de seus trabalhos.Alm de ferramentas de trabalho muito valiosas, pois norteiam o profissional para o desenvolvimento de ambientes que realmente vo funcionar como deveriam, as normas so timos diferenciais na hora de oferecer o servio.A certificao da rede outro ponto que muitos administradores de rede desco-nhecem. Algumas empresas instaladoras incluem no contrato, sem custo algum, o servio de certificao que sempre realizado aps o trmino da construo de toda a infraestrutura. So usados equipamentos especiais e mtodos de testes, descritos nas normas, para verificar se a instalao est completamente funcional e dentro do especificado para a categoria/classe de desempenho como deveria.Este outro diferencial que pode ser explorado por prestadores de servio. Alguns fabricantes de solues para redes, inclusive, estendem a garantia de seus equipa-mentos caso a rede seja certificada.Os documentos com a descrio detalhada destes padres so vendidos diretamente nos sites de seus respectivos desenvolvedores. Para a NBR, o endereo abntca-talogo.com.br.

    Box 1: Normas

    por conta da equipe de manuteno, mais especificamente do eletricista, que geralmente no foi qualificado para tal tarefa. Como resultado temos cabos retorcidos, esmagados e curvaturas exageradas. Neste cenrio, o trabalho do tcnico se resume em crimpar as pontas e verificar se o equipamento capaz de acessar a rede/internet.

    Este tipo de postura em relao s redes de computadores frequente em residncias e pequenos escritrios, pois nem sempre vivel arcar com o valor cobrado por um profissional de TI com bom embasamento tcnico e respaldo em normas tcnicas (Box 1). Mas mesmo em empresas de mdio

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  • Maior nmero de tranas por metro garantem ao CAT6 (Vermelho) melhor qualidade de sinal, mesmo em altas frequncias.

    Resistentes a manuseios constantes, os cabos flexveis (Verde) no so indicados para longas distncias devido sua maior atenuao.

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    Redes

    porte, no incomum encontrarmos infra-estruturas de redes caticas, com conexes que desaparecem, lentides inexplicveis e trechos que no operam na velocidade que supostamente deveriam suportar. E nessas horas, para tirar o corpo fora, que aparece aquele tcnico iluminado dizendo que as redes de computadores pertencem ao domnio da magia negra.

    De fato, a comunicao entre disposi-tivos um assunto complexo, entretanto ela nada compartilha com a feitiaria, mas sim com a fsica.

    Conceitos iniciaisOs profissionais que atuam na rea

    da tecnologia da informao j esto bem familiarizados com os vrios termos rela-cionados com os cabos usados nas redes de computadores, como RJ45, patch cord, CAT6 e CAT5e. Infelizmente muitos ignoram o que esses termos realmente significam, e percebem somente que, quanto maior for o CAT, mais caro o cabo (e, por isso, escolhem o mais barato).

    A escolha dos componentes para um bom cabeamento vai muito alm de comprar apenas produtos em que o preo cabe no bolso. Por isso, antes de apresentarmos as categorias de cabos, vamos revisar alguns fundamentos:

    O que um cabo de rede?Por definio, chamamos de cabo,

    qualquer agrupamento de feixes de fios. Os cabos balanceados usados nas redes de computadores geralmente so compostos por quatro pares de fios (ou outros cabos) de cobre, com impedncias semelhantes, tranados entre si, onde cada par carrega sinais eltricos de igual intensidade mas com polaridades opostas. Por isso so chamados de Par Tranado.

    Essas so as principais caractersticas dos cabos do tipo U/UTP (Unshielded Twisted Pair, ou par tranado no blindado). Elas fazem parte de uma estratgia chamada balanceamento, dai o nome cabo balance-ado, para reduzir os efeitos de interferncias externas e internas.

    O tranamento dos pares um fator to importante no funcionamento do cabo que cada categoria de cabos apresenta uma contagem diferente de tranas por metro. Na figura 1 o leitor pode ver que as tranas de um cabo CAT5e (azul) so bem mais

    espaadas que as de um CAT6 (vermelho), principalmente no par Branco/Marrom (ambos os cabos so do mesmo fabricante, a Furukawa).

    Slido ou Flexvel?Muitos profissionais ainda desconhecem

    as diferenas estruturais e de aplicao exis-tentes entre os cabos slidos e flexveis.

    Como j dissemos, cabos podem ser compostos por fios ou por outros cabos. Essa exatamente a diferena entre o slido e o flexvel. Enquanto o primeiro faz uso de oito fios rgidos, o segundo tem oito cabos, que por sua vez so formados por vrios outros fios de cobre. A diferena fica clara na figura 2 que mostra dois cabos CAT6 da Black Box, sendo um flexvel e outro slido.

    A maior resistncia ao estresse mecnico e sua boa maleabilidade, faz do cabo flexvel ideal para a confeco de patch cords e para a conexo entre os computadores e as tomadas da rea de trabalho. Porm, como a seco transversal de cada um de seus oito cabos no toda preenchida por cobre, esse tipo de cabo apresenta maiores nveis de atenuao e por isso no pode ter grande comprimento.

    J os cabos slidos representam exata-mente o inverso: sua melhor qualidade de sinal permite que maiores distncias sejam alcanadas, mas devido maior rigidez, curvas com raios curtos e o manuseio cons-tante devem ser evitados. Sua utilizao indicada em lanamentos permanentes como calhas suspensas e atravs de paredes, nunca como patch cords.

    F1.

    F2.

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  • *A ABNT NBR 14565 est sendo revisada e dever ser publicada logo. A nova verso incluir a categoria/classe de desempenho 6A/EA.

    Da esquerda para direita: CAT5e U/UTP; CAT6 F/UTP e CAT7 S/FTP.

    A presena do aterramento fundamental para o bom funcionamento da blindagem.

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    Redes

    NomenclaturasApesar de os requisitos tcnicos da ANSI/

    TIA-568-C e ISO/IEC 11801, e portanto da ABNT NBR 14565, serem muito seme-lhantes para vrios tipos de cabeamento, a nomenclatura para o nvel de desempenho que cada comit usa em seus padres pode causar confuso. Nas trs normas, os componentes (cabos, patch cords, hardwares de conexo etc.) so caracterizados por uma categoria de desempenho. A diferena entre elas ocorre na nomenclatura do cabeamento, que o conjunto formato pelos componentes. Enquanto que na ISO e ABNT, o cabeamento classifica-do segundo uma classe de desempenho, a ANSI/TIA-568-C utiliza o mesmo esquema de categorias, usado para os componentes. Na tabela 1 o leitor encontra uma matriz de equivalncia entre os padres.

    Mesmo a ISO/IEC 11801 sendo ligei-ramente mais rigorosa, todas as normas cumprem (ou excedem) as exigncias minimas da IEEE 802.3, que onde esto definidos boa parte dos modos de operao das redes modernas. Porm, o ideal seguir a norma escolhida, do comeo ao fim da implantao da infraestrutura.

    BlindagemCampos eletromagnticos so gerados

    por partculas eletricamente carregadas em movimento, como eltrons viajando ao logo de um condutor metlico. Logo, todo equipamento eltrico/eletrnico uma fonte de campo eletromagntico.

    Dependendo da intensidade, quando este tipo de campo incide sobre um cabo de rede, pode interferir no sinal eltrico usado para transmisso de dados, levando a corrupo de pacotes e/ou auto negocia-es em velocidades menores. Este efeito chamado de interferncia eletromagntica ou electromagnetic interference (EMI).

    Como o isolamento plstico dos cabos de rede transparente aos campos eletro-magnticos, para combater os efeitos da

    NomenclaturasFrequncia (MHz) ABNT Componentes ABNT Cabeamento ISO Componentes ISO Cabeamento TIA Componentes TIA Cabeamento

    16 Categoria 3 Classe C Categoria 3 Classe C Categoria 3 Categoria 3

    100 Categoria 5e Classe D Categoria 5e Classe D Categoria 5e Categoria 5e

    250 Categoria 6 Classe E Categoria 6 Classe E Categoria 6 Categoria 6

    500 -* -* Categoria 6A Classe EA Categoria 6A Categoria 6A

    600 Categoria 7 Classe F Categoria 7 Classe F - -

    1000 - - Categoria 7A Classe FA - -

    EMI necessrio o uso de blindagens. Veja na figura 3 os dois tipos mais comuns de blindagens: a F/UTP (overall foil screened cable with unscreened twisted pairs) e S/FTP (overall braid screened cable with foil screened pairs). No primeiro, o cabo recoberto com uma lmina, geralmente de alumnio; j no segundo o cabo recoberto por uma malha metlica e cada par individualmente envolto em uma lmina de alumnio.

    Repare que no cabo vermelho existe mais um filamento metlico alm dos quatro pares. Ele funciona como um dreno que interliga a blindagem interna aos dois RJ45 nas extremidades do cabo e que tambm devem ser blindados, pois seu papel fun-damental para uma proteo efetiva. Na figura 4 mostramos um cabo categoria 5 com seu RJ-45 e um Keystone Jack CAT6A, ambos blindados da Black Box.

    F3.

    F4.

    T1.

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  • Diagrama e nomenclatura.

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    Redes

    Todos aqueles que tm alguma familiaridade com redes de computadores sabem que 100 metros o comprimento mximo do canal. Porm, preciso cautela na interpretao desta distncia limite.O canal compreende o caminho de transmisso entre um equipamento de rede (switch, por exemplo) e o dispositivo terminal, que pode ser o computador do usurio. Em um canal tpico, o switch ser conectado a um patch panel que, por sua vez, far a conexo com as vrias tomadas da rea de trabalho onde os computa-dores sero conectados.Independentemente da categoria dos cabos usados, o trecho entre o patch panel e a tomadas, deve ser feito por meio de cabos slidos e no pode exceder 90 metros. Para cada um dos cabos horizontais permitido no mximo 10 metros de patch cords e cordes da rea de trabalho, que como o leitor j sabe, so feitos com cabos flexveis e portanto apresentam maiores nveis de atenuao, por isso, o quando a somatria dos comprimentos ultrapassar o limite de 10 metros, o tamanho total do cabo horizontal dever ser reduzido de acordo com frmulas presentes nas normas.

    Box 2: At 100m... Ser mesmo?

    At a categoria 6A/6A a principal funo desta proteo no melhorar o desempenho do cabo, mas sim garantir suas caractersti-cas de transmisso em ambientes com alta incidncia de rudos eletromagnticos.

    O leitor j sabe que o acrnimo U/UTP usado para designar os cabos que no tm nenhum tipo de proteo, entretanto, exis-tem vrias formas de se blindar um cabo e cada uma delas recebe um nome diferente. Na figura 5 o leitor encontra um esquema com a nomenclatura oficial, definido pela norma ISO/IEC 11801, e um diagrama com as combinaes mais comuns.

    CategoriasPara atender a crescente demanda por

    taxas de transferncia cada vez mais altas, exigidas pelas redes corporativas e doms-ticas, novos padres de transmisso foram desenvolvidos ao longo dos anos. Para comport-las, a tecnologia de cabeamento tambm precisou evoluir.

    Os diversos tipos de cabos so classi-ficados em categorias. Cada uma delas formada por uma srie de caractersticas tcnicas como, impedncia, frequncia de operao e normas que definem a quali-dade mnima de fabricao. Veja a seguir, as principais categorias de cabos U/UTP usadas atualmente.

    CAT3Certificados para operar com frequncia de

    16 MHz, os cabos de categoria 3 foram muito usados durante a dcada de 1990 na implemen-tao das redes de computadores de especificao 10BASE-T (definida no padro IEEE 802.3i) e topologia estrela que, com o tempo, substituram as redes de topologia em barramento onde os equipamento eram interligados, principalmente, por meio meio de cabos coaxiais.

    Tanto as redes coaxiais da poca (10BASE2 e 10BASE5) como a baseadas

    na 10BASE-T tinham a vazo mxima de 10 Mb/s ou 1,25 MB/s, portanto, a grande novidade ficou por conta da possibilidade de usar o mesmo cabeamento para a transferncia de voz e dados, j que a nova especificao previa o uso de apenas dois pares do mesmo tipo de fio j utilizado na telefonia com at 100 metros de comprimento (ver box 2).

    Incapazes de atender a crescente de-manda por maiores taxas de transferncia, as redes Ethernet foram aos poucos caindo no esquecimento. Os cabos categoria 3 che-

    F5.

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    Edio Gratuita. Download emwww.revistapcecia.com.br

  • F6.

    F7. Patch cords categoria 5e da Furukawa nas verses U/UTP e F/UTP. No detalhe, cabo slido Furukawa CAT5e F/UTP.

    PC&CIA # 97 # 2011

    56

    Redes

    56

    garam a ser usados nas redes 100BASE-T2 e 100BASE-T4, mas atualmente o setor de telefonia o que mais utiliza cabos CAT3, mas em verses com 25 pares e conector do tipo RJ21, tambm conhecido por Telco.

    CAT5Em 1995 foi publicado o padro IEEE

    802.3.u. Dentre outras especificaes, ele define a 100BASE-TX que prev o uso de dois pares de fios de um cabo categoria 5 com frequncia de 100 MHz para atingir a vazo mxima de 100 Mb/s (12,5 MB/s) em segmentos de at 100 metros.

    Por entregarem desempenho satisfatrio, um relativo baixo custo de instalao e manter a compatibilidade com equipamentos mais antigos, as redes Fast Ethernet ainda so bastante utilizadas em ambientes domsticos e pequenas empresas.

    Ratificado em 1999, o padro IEEE 802.3ab considera o CAT5 (figura 6) como requisito mnimo para operao Gigabit Ethernet de tipo 1000Base-T (1000 Mb/s ou 125 MB/s), em quatro pares de fios, para distncias de at 100 metros. Entretanto, novas instalaes Gigabit Ethernet j no so feitas com cabos desta categoria, pois em 2001 ela foi substituda pela CAT5e

    CAT5eAssim como seu antecessor, os cabos

    CAT5e so compatveis com as especifica-es 10/100/1000BASE-T e devem suportar frequncias de 100 MHz.

    Neste ponto, o leitor deve estar se per-guntando: Se no para suportar maiores velocidades, por que criar mais um tipo de cabo?

    De fato, perfeitamente possvel cons-truir uma rede Gigabit Ethernet usando CAT5. Porm, por estar trabalhando no limite das especificaes do cabo, todo o ecossistema, principalmente no que se refere a instalao, precisa estar perfeito. A fim de desenvolver um sistema de cabeamento mais aprimorado, capaz de fornecer uma maior margem para o funcionamento, mesmo nas piores circunstncias, foi criado um novo padro. Ele define os requisitos para a Enhanced Category 5 (Categoria 5 Melhorada/Aprimorada) ou simplesmente CAT5e (figura 7).

    Visando uma menor atenuao do sinal, especialmente aquela causada pela no uniformidade de impedncia nos

    Patch cord categoria 5 F/UTP da Black Box.

    PC97_cabos.indd 56 20/12/2011 19:35:43

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  • Possvel notar a presena da ripcord prximo ao par marrom. Ela muito til na hora de desencapar o cabo.

    2011 # 97 # PC&CIA

    57

    Redes

    cabos, que deve ser de aproximadamente 100 ohms, a qualidade de fabricao foi melhorada e vrios parmetros de teste, tanto os realizados em campo quanto pelo prprios fabricantes, ficaram mais rgidos.

    CAT6Cabos de categoria 6 podem operar at

    250 MHz, tm impedncia de 100 ohms e so retro compatveis com os CAT3, 5 e 5e, portanto com as redes do tipo 10/100/1000BASE-T.

    Visando um melhor desempenho, os requisitos para fabricao e instalao de cabos de categoria 6 so significativamente mais rgidos do que os aplicados aos CAT5 e CAT5e. Por isso, mesmo antes do trmino de seu desenvolvimento, foi lanado um novo tipo de operao, o 1000BASE-TX (ANSI/TIA-854).

    Semelhante ao 1000BASE-T (IEEE 802.3ab), ele prev a vazo mxima de at 1000 Mb/s e suporta transmisses em modo full-duplex. Porm, requer o uso de cabeamento CAT6 em vez CAT5e, pois, devido superioridade de desempenho da nova categoria de cabos, o padro ANSI/TIA-854 no implementa cancelamento dos efeitos de crosstalk e eco.

    Embora a categoria 6 tenha sido criada primariamente para Gigabit Ethernet, algumas redes equipadas com este tipo de cabeamento, dependendo dos nveis de alien crosstalk e qualidade da instalao, podem ser certificadas para operao do tipo 10GBASE-T (IEEE 802.3an de 2006) em segmentos que podem variar de 37 at, no mximo, 55 metros.

    A figura 8 mostra um patch cord CAT6 U/UTP da Panduit com 6,10 me-

    tros de comprimento. J no detalhe, temos um exemplo de cabo slido, tambm sem blindagem.

    CAT6A/CAT6APara sustentar a vazo de 1250 Mb/s

    prevista pelo padro 10 Gigabit Ethernet em distncias de at 100 metros, mesmo nos piores casos, um novo tipo de cabeamento teve de ser desenvolvido. A Augmented Category 6 (Categoria 6 Aumentada), man-tm a impedncia em 100 ohms, amplia a frequncia de operao para 500 MHz e diminui ainda mais a tolerncia para alien crosstalk. Alm do 10GBASE-T, o CAT6A (ou CAT6A como chamado na norma ISO) compatvel com todos os padres anteriores.

    As especificaes para todas as categorias de cabos descritas nos padres servem apenas como referncia, de modo que os fabricantes so livres para desenvolver solues prprias. A Panduit, por exemplo, comercializa uma verso thin dos cabos categoria 6A (figura 9) capazes de suportar 10 Gigabit Ethernet em trechos de at 70 metros.

    A fim de manter os quatro pares sepa-rados para diminuir a interferncia que um causa no outro, muitos modelos de cabos categoria 6 aumentada e at mesmo de CAT6, usam uma alma plstica em formato de X(detalhe figura 9). Alm de aumentar a espessura, esse separador reduz bastante a flexibilidade do cabo e, por isso, para que a geometria do cabo seja mantida, curvas acentuadas devem ser evitadas.

    CAT7Se at agora abordamos apenas categorias

    em que a blindagem opcional, a partir desta, ela torna-se obrigatria. Usando o esquema

    F8.

    F9. Mais no que um cabo CAT6A padro, o TX6A-SD permite um maior nmero de cabos na mesma canaleta.

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  • *Suporte ao 10GBASE-T limitado a distncias de no mximo 57 metros.

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    58

    Redes

    de proteo S/FTP, os cabos categoria 7 (figura 10) devem ser capazes de operar em frequncias de at 600 MHz e devido a sua grande superioridade de desempenho em relao as categorias anteriores, so compatveis, por uma boa margem, com todos os padres mencionados at agora, inclusive 10 Gigabit Ethernet.

    Tanto a norma ISO/IEC 11801 quanto a brasileira NBR 14565 reconhecem esta categoria de componentes e a classe F de desempenho para cabeamento, o que no ocorre na norte-americana ANSI/TIA-568-C. Portanto, o leitor deve ficar atento na hora da concepo do projeto da rede.

    Na terminao deste tipo de cabo deve-se usar conectores prprios para operao em 600 MHz, padro IEC 60603-7-7, que so compatveis com os atuais RJ45. Porm muitos fabricantes adotam uma interface baseada no conector desenvolvido pela Siemon, chamado de TERA, que mais tarde foi ratificado pela IEC no documen-to 61076-3-104 para transmisses em at 1000 MHz.

    CAT7aAs especificaes de operao desta

    categoria foram recentemente finalizadas e incorporadas a ISO/IEC 11801 e por isso a categoria 7A/Classe FA ainda no foi adotada pela ABNT (a ANSI/TIA-568-C tambm no as reconhecem).

    Com requisitos baseados na j exis-tente CAT7, a melhoria mais significa-tiva foi a extenso da largura de banda para 1000 MHz, graas a uma maior rigidez no controle de qualidade dos materiais e do processo produtivo. Esse aprimoramento garante suporte as redes 10/100/1000/10000BASE-T assim como a outros tipos de aplicaes como CATV que operam em frequncias de at 862 MHz. possvel que aplicaes alm do 10 Gigabit Ethernet, como 40 e 100 Gi-

    gabit Ethernet, tambm sejam suportadas mesmo que com alcance limitado.

    Nos cabos de categoria 7A a conectori-zao pode ser feita com interfaces TERA, que no so compatveis com os atuais RJ45. Porm, se o fator compatibilidade for importante possvel usar os conectores definidos nas normas IEC 60603-7-71 e 61076-3-110.

    Veja na tabela 2 um resumo com as aplicaes suportadas por cada tipo de cabeamento.

    ConclusoMas, afinal, qual o tipo de cabo que

    eu devo usar? Para esta pergunta h somente uma resposta: Depende! Quando o assunto cabeamento, no existe nenhuma receita de bolo universal. So muitas variveis e por isso, as infraestruturas de redes so planejadas individualmente, levando em conta as necessidades particulares de cada cliente. Entretanto, existe algum consenso entre os especialistas.

    De acordo com Paulo Marin, doutor em engenharia eltrica e coordenador do comit de reviso da norma NBR-14565:2011, de uma forma geral, a menor classe de desempenho do cabeamento estruturado, recomendada para insta-laes modernas, a classe E (categoria 6 na norma TIA-568C). O que garante

    Aplicaes SuportadasAplicao CAT3 / Classe C CAT5e / Classe D CAT6 / Classe E CAT6A / Classe EA Classe F Classe FA

    10BASE-T SIM SIM SIM SIM SIM SIM

    100BASE-T2 SIM SIM SIM SIM SIM SIM

    100BASE-T4 SIM SIM SIM SIM SIM SIM

    100BASE-TX NO SIM SIM SIM SIM SIM

    1000BASE-T NO SIM SIM SIM SIM SIM

    1000BASE-TX NO NO SIM SIM SIM SIM

    10GBASE-T NO NO SIM* SIM SIM SIM

    funcionamento com folga em Gigabit Ethernet.

    Ainda segundo Marin, para redes 10 Gigabit Ethernet o ideal a classe EA com cabos CAT6A blindados, pois a partir deste ponto o custo das fibras pticas comea a ficar mais vantajoso.

    Escolher o melhor tipo de cabeamento no uma deciso simples. Ela envolve desde estudos sobre o tipo de dados e apli-caes que sero transmitidas, levando em conta um possvel crescimento no volume de dados, at os custos com manutenes e atualizaes, tanto no curto quanto no longo prazo.

    Este tipo de anlise, alm de slidos conhecimentos tcnicos sobre infraestru-tura de redes, familiaridade com normas e padres, requer que o profissional esteja atento s constantes evolues das tecnologias empregadas nas redes de computadores. Por isso, se voc est pensando em montar a rede da sua empresa, considere a possibilidade de contratar um servio especializado e deixe aquele conhecido que entende de computador de lado.

    J passou da hora do profissional de TI brasileiro investir no seu conhecimento e deixar de fazer as coisas precariamente. Certificaes e cursos so timas iniciativas, mas a vontade de aprender e a constante atualizao o segredo de todo bom profissional. PC

    F10.

    T2.

    Cabos Panduit categoria 7 com blindagem S/FTP.

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  • PC&CIA # 97 # 2011

    60

    Redes

    A Engenharia de Redes tornou-se pauta principal nas grandes corporaes devido ao fato de que tudo passa por um sistema de comunicao. Desde o acesso ao internet banking do departamento financeiro ao apontamento de peas produzidas pelas linhas de produo, todos os sistemas esto interligados e precisam se comunicar para que as decises de negcio sejam feitas de forma rpida e eficiente.

    Neste contexto, redes confiveis, estveis e escalveis se tornaram necessrias para acompanhar o crescimento das empresas e permitir que elas se tornem mais eficientes e lucrativas para seus acionistas.

    O papel do profissional de Engenharia de Redes no s garantir que a melhor soluo esteja implementada, mas que esta soluo possa ser rpida e facilmente expandida, ao mesmo tempo que deve ter custo aceitvel e ser suportvel.

    O passe dos bons profissionais subiu muito nos ltimos anos, mas ser conside-rado bom profissional nesta rea requer slidos conhecimentos de networking (redes), troubleshooting (deteco de problemas) e engineering (engenharia ou projeto de redes).

    Se o seu objetivo crescer e se desenvolver nesta rea, est no local certo. Leia e releia o artigo e a documentao disponvel no site do desenvolvedor da soluo, at ter assimilado todos os conceitos. No deixe de coloc-los em prtica utilizando o Vyatta, para que seus conhecimentos sejam solidificados e suas competncias profissionais sejam aprimoradas. Mos obra e boa leitura!

    Cenrio Inicial Comearemos com um cenrio que

    necessrio e facilmente encontrado: com-putadores de uma rede interna acessando a Internet.

    Engenharia de Redes Open-Source

    Precisa projetar e instalar redes con-

    fiveis, escalveis, de fcil suporte e baixo

    custo? Quer entender conceitos avanados

    de Roteamento (Routing) e Comutao de

    Pacotes (Switching)?

    Neste artigo voc aprender conceitos

    e tcnicas para instalar e configurar seus

    prprios roteadores e switches em servi-

    dores de baixo custo, utilizando o sistema

    operacional de redes open-source Vyatta, que

    vem desbancando os melhores fabricantes

    do mercado, por fornecer nativamente

    servios de roteamento, balanceamento de

    carga, filtragem de pacotes, QoS, DHCP, DNS,

    Proxy e Cluster sem nenhum custo adicional.

    Bem-vindo ao futuro das redes livres!

    A partir dele construiremos nossa rede para utilizarmos o Vyatta, permitindo que os conceitos aprendidos aqui sejam utilizados e aplicados.

    Prepare o servidor que ser utilizado como roteador, com duas placas de rede (uma que ser utilizada para se conectar a seu link de acesso a internet e a outra para a rede interna) e um hard disk (HD) com pelo menos 40 GB. Lembre-se que a instalao do Vyatta apagar todo o con-tedo do disco.

    Baixe a verso mais atual do Vyatta Core Live CD ISO, em http://www.vyatta.org/downloads e grave-a em um CD. Este CD ser utilizado para iniciarmos a instalao no seu servidor.

    Instalao Efetue o boot do servidor que ser utilizada

    como roteador com o CD do Vyatta. Voc ver uma tela similar da figura 1.

    Pressione para iniciar o Vyatta.

    Diversas mensagens aparecero na tela e ento o sistema ir parar na seguinte tela, similar da figura 2. Entre utilizando o usurio vyatta e a senha vyatta, para chegar ao contedo da figura 3.

    Agora vamos instalar o sistema no seu roteador com o comando install-image:

    vyatta@vyatta:~$ install-image

    O instalador pedir conf irmao. Pressione para as prximas trs perguntas (figura 4):

    Would you like to continue? (Yes/No) [Yes]:

    Partit ion (Auto/Parted/Skip) [Auto]:

    Install the image on? [sda]:

    Ento o instalador perguntar se real-mente quer continuar com a instalao.

    Douglas H. CetertickPs-Graduado em Engenharia de Redes, Bacharel em Cincias da Computaco e Anlise de Sistemas. Especialista em infraestrutura. Possui

    certificaes LPI 302, RHCE, Scrum Master.

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  • 2011 # 97 # PC&CIA

    61

    Redes

    F1.

    F2.

    Tela Inicial de Boot do Vyatta.

    Aps o boot do Vyatta.

    F3. Aps o login no sistema.

    Digite yes e pressione a tecla :

    Continue? (Yes/No) [No]: yes

    O prximo passo determinar qual a quantidade de espao em disco que preten-de utilizar para o Vyatta, qual o nome da imagem do sistema operacional e onde quer armazenar o arquivo de configurao.

    Aceite as prximas as recomendaes, pres-sionando a tecla trs vezes:

    ...

    How big of a root partition should I create?

    (1000MB 1049MB): [1049]MB:

    What would you like to name this image?

    [VC6.1-2010.08.20]:

    Which one should I copy to sda? [/opt/vyatta/

    etc/config/config.boot]:

    O instalador pedir para voc digitar qual

    senha deseja utilizar para administrar o

    sistema. Coloque uma senha, digite-a e

    pressione . O instalador pedir que

    confirme a senha escolhida.

    ...

    Enter vyatta password: (senha secreta)

    Retype vyatta password: (senha secreta)

    ...

    A prxima pergunta qual disco de boot dever ser modificado para que o sistema inicialize automaticamente. Aceite a recomendao-padro:

    ...

    Which drive should GRUB modify the boot

    partition on? [sda]:

    Se tudo correr bem voc ver uma ltima

    mensagem:

    ...

    Done!

    E o sistema voltar ao prompt. Remova o CD de boot e reinicie o sistema com o comando reboot.

    O sistema reiniciar, e aps o boot, aparecer o menu do bootloader, igual ao da figura 5. Basta aguardar o sistema iniciar automaticamente. Aps o carregamento do sistema voc chegar at uma tela como a da figura 3.

    Digite o nome do usurio vyatta, e a senha que voc escolheu nos passos anteriores.

    Configurando o bsico de seu roteador

    Vamos subir uma configurao bsica no seu roteador, assumindo que seu provedor

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  • PC&CIA # 97 # 2011

    62

    Redes

    F4.

    F5.

    Instalando o sistema.

    Menu de Inicializao do Roteador.

    de acesso a internet fornece endereos IP em modo DHCP e que sua rede interna utilizar a faixa de IP 192.168.1.0/24.

    Primeiros passos Quando voc efetuar login no seu rote-

    ador, estar no modo operacional. Para configurar o sistema, voc deve

    entrar no modo de configurao por meio do comando configure. possvel saber que estamos no modo de configurao, pois sempre que pressionarmos a tecla Enter o texto [edit] ser exibido em uma nova linha.vyatta@vyatta:~$ configure

    [edit]

    vyatta@vyatta#

    Defina o hostname do seu roteador com o comando set system host-name:

    vyatta@vyatta# set system host-name R1

    [edit]

    vyatta@vyatta#

    Aplique a configurao com o comando commit:

    vyatta@vyatta# commit

    [edit]

    vyatta@vyatta#

    Saia do modo de configurao utili-zando exit:

    vyatta@vyatta# exit

    Warning: configuration changes have not

    been saved.

    exit

    vyatta@vyatta:~$

    Saia do roteador utilizando o comando exit novamente:

    vyatta@vyatta:~$ exit

    O sistema voltar para a tela de console inicial, com o novo nome aplicado:

    Welcome to Vyatta R1 tty1

    R1 login:

    Efetue Login novamente no roteador para configurarmos o domnio ao qual o roteador pertence:

    vyatta@R1# set system domain-name mydo-

    main.com

    [edit]

    vyatta@R1# commit

    [edit]

    vyatta@R1#

    Configurando as interfacesAssumindo que seu provedor fornea um

    endereo IP atravs de acesso rpido Internet no modelo DHCP e que voc o conectou na porta eth0, vamos configur-lo:

    vyatta@R1# set interfaces ethernet eth0

    address dhcp

    [edit]

    vyatta@R1# commit

    [edit]

    vyatta@R1#

    Configuremos a interface do roteador que se conectar na sua rede local, com o endereo IP 192.168.1.1 e mscara de rede 255.255.255.0 (/24):

    vyatta@R1# set interfaces ethernet eth1

    address 192.168.1.1/24

    [edit]

    vyatta@R1# commit

    [edit]

    vyatta@R1#

    Habilitando administrao remota Agora, habilitaremos o Vyatta para ser ad-

    ministrado remotamente utilizando SSH:vyatta@R1# set service ssh

    [edit]

    vyatta@R1# commit

    [edit]

    vyatta@R1#

    Habilitando servios no seu roteador Configurando Servidor DHCP

    Para configurar o roteador Vyatta a fim de fornecer os endereos IP da rede interna utilizaremos o servio de DHCP:

    vyatta@R1# set service dhcp-server

    shared-network-name ETH1_POOL subnet

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  • 2011 # 97 # PC&CIA

    63

    Redes

    192.168.1.0/24 start 192.168.1.100 stop

    192.168.1.199

    [edit]

    vyatta@R1# set service dhcp-server

    sh a r e d -ne two rk -n ame ETH1_POOL

    subnet 192.168.1.0/24 default-router

    192.168.1.254

    [edit]

    vyatta@R1# set service dhcp-server

    shared-network-name ETH1_POOL subnet

    192.168.1.0/24 dns-server 12.34.56.100

    [edit]

    vyatta@R1# commit

    [edit]

    vyatta@R1#

    Configurando um NATAgora habilitaremos o NAT Overload

    para que os ips internos da LAN possam funcionar acessando a Internet:

    vyatta@R1# set service nat rule 1 source

    address 192.168.1.0/24

    [edit]

    vyatta@R1# set service nat rule 1 outbound-

    interface eth0

    [edit]

    vyatta@R1# set service nat rule 1 type mas-

    querade

    [edit]

    vyatta@R1# commit

    [edit]

    vyatta@R1#

    Configurando um Firewall Habilitemos o firewall, para que exista

    um mnimo de segurana:vyatta@R1# set firewall name ALLOW_ESTA-

    BLISHED

    [edit]

    vyatta@R1# set firewall name ALLOW_ESTA-

    BLISHED rule 10

    [edit]

    vyatta@R1# set firewall name ALLOW_ESTA-

    BLISHED rule 10 action accept

    [edit]

    vyatta@R1# set firewall name ALLOW_ESTA-

    BLISHED rule 10 state

    established enable

    [edit]

    vyatta@R1# commit

    [edit]

    vyatta@R1#

    E agora aplicaremos esta regra de firewall na interface da Internet:

    vyatta@R1# set interfaces ethernet eth0

    firewall in name ALLOW_ESTABLISHED

    [edit]

    vyatta@R1# set interfaces ethernet eth0

    firewall local name ALLOW_ESTABLISHED

    [edit]

    vyatta@R1# commit

    [edit]

    vyatta@R1#

    Salvando a configurao Salve a configurao para que no

    perca nenhuma configurao j efetuada, caso voc necessite reiniciar seu roteador ou falte energia eltrica:

    vyatta@vyatta# save

    Saving configuration to /opt/vyatta/etc/

    config/config.boot...

    Done

    [edit]

    vyatta@vyatta#

    [edit]

    ConclusoCom isto feito, sua rede interna comu-

    nicar com a rede internet e os usurios tero acesso ao mundo externo de e-mail, pginas de pesquisa, etc.

    Seu roteador est oferecendo as funcio-nalidades bsicas e permite o acesso da rede interna para a Internet a seus computadores internos.

    Trabalhar com o Vyatta extensivamente gratificante, pois cada comando efetuado um sucesso garantido e mais uma funcio-nalidade adicionada ao seu router.

    Acesse o site www.vyatta.org, leia a documentao, e no tenha receio de experi-mentar no seu roteador todos os comandos, todas as possibilidades a seguir:

    Instalao e Configurao do VyattaNATVLANsRoteamentoProtocolos de RoteamentoServios de Rede (DHCP, DNS, NTP)Segurana Bsica (Administrao Segura e Firewall Bsico)Anlise da RedeQoS Quality of ServiceSegurana AvanadaRoteamento Avanado

    Lembrando: desde que a alterao no tenha sido salva, basta reiniciar seu roteador Vyatta que ele voltar para o ltimo estado de configurao antes do comando save.At a prxima!

    PC

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  • PC&CIA # 97 # 2011

    TendnciasTendncias

    64

    Com este artigo, saberemos porque muitas empresas optam por out-sourcing de impresso. A questo que a maioria dos empresrios no est completamente capacitada para gerenciar esta parte do negcio, pois no conseguem ver o grande nmero de vari-veis associadas a um completo servio de gerenciamento de impresso.

    Outsourcing de impresso o nome dado ao processo de terceirizar os servios de gerenciamento de impresso. O problema est em que muitos chamam qualquer servio de impresso de outsourcing, o que no correto. O que iremos abordar, ento, o que todas as empresas deveriam fazer e ter em conta, o MPS (Managed Print Service), servio completo de gerenciamento de im-presso ou um outsourcing de impresso profissional.

    Por que Implantar um programa de MPS?

    Muitas corporaes menosprezam a tarefa de gerenciar parques de impresso, mas na verdade no tarefa para aventureiros ou amadores, pois, conforme diversas pesquisas, tanto do Gartner como do PhotizoGroup, a grande parte das empresas chega a ter uma despesa mensal com impresso equivalente de 3 % a 6 % correspondentes aos seus faturamentos.

    Quando falamos em gerenciar ambientes de impresso, geralmente as pessoas pensam em gastos relacionados a papel, toner e equipamentos, mas existem muitos outros aspectos envolvidos na impresso nossa de cada dia. Existem muitas atividades, processos e custos ocultos.

    Um gerenciamento eficiente de impresso gera em mdia 30% de reduo de custo de impresso e 60% da pegada carbono do seu parque de impressoras, pois quando falamos em MPS, estamos falando em uma completa reengenharia de processos, equipamentos e fluxos de trabalho tambm.

    Managed Print Service: Entendendo o MPS

    Sempre que falamos de MPS, ou servio

    de gerenciamento de impresso, nos depara-

    mos com um grande problema: os executivos

    normalmente no sabem quanto gastam em

    impresso. Eles at tm ideia, mas o custo

    muito maior do que imaginam.

    Thiarlei Macedo

    Para iniciarmos a abordagem do Ma-naged Print Service, precisamos ter em mente que devemos partir do ponto de vista estratgico e somente depois pensarmos nos aspectos tticos e operacionais. Ainda importante lembrar que, sem apoio da alta diretoria, nenhum programa de MPS dar certo, pois as mudanas necessrias vo muito alm do que pequenos ajustes de custo e controle.

    Como j dizia Sun Tzu no livro A arte da guerra, no sculo IV A.C.: A estratgia sem ttica o caminho mais lento para a vitria. Ttica sem estratgia o rudo antes da derrota.

    O que no MPS?Para que fique claro, importante en-

    tender que MPS no meramente cobrana por pgina impressa, contrato de click, aluguel de impressora, remanufatura de suprimentos, fornecimento de hardware de impresso, contrato de manuteno de equipamentos, ou instalar algum software de tarifao de impresso. Como veremos frente, o servio de gerenciamento de impresso at pode conter estas caracte-rsticas, mas dizer que qualquer um desses servios MPS no verdade. como se estivssemos afirmando que uma lagoa um oceano, s por ter gua semelhante ao oceano.

    ObjetivosO gerenciamento de servios de impresso

    busca uma articulao equilibrada entre pessoas, tecnologias e processos. Podemos enumerar alguns objetivos do MPS: Maior produtividade e eficincia; Aumento da performance corporativa; Racionalizao de processos; Aumento da qualidade de servio; Atualizao tecnolgica; Automao do fluxo de trabalho e Gesto efetiva de documentos.

    Da mesma forma importante respeitar alguns pontos bsicos para o alinhamento

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    Tend

    ncia

    sTe

    ndn

    cias

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    do programa de Managed Print Service, entre eles:

    Entender o processo corporativo;Conseguir o comprometimento do patrocinador;Apoiar no melhoramento do processo;Inventariar detalhadamente os recursos;Projetar o parque para atender o processo;Implantar, manter e monitorar o parque;

    Otimizar continuamente o parque

    O que o mnimo esperado em um programa de MPS?

    Alm dos aspectos comuns conhecidos de impresso, logstica de suprimentos e manuteno tambm so considerados como bsicos de um programa MPS trs pontos iniciais: Manuteno Proativa, Otimizao de Equipamentos e Gesto de Informao com Bilhetagem (figura 1).

    Manuteno ProativaA equipe tcnica precisa saber a situao

    de cada equipamento do parque em tempo real para que, antes mesmo do usurio final abrir um chamado, o tcnico j possa buscar, antecipadamente, as solues para eventuais problemas do parque de impresso.

    Otimizao de EquipamentosCada equipamento projetado para

    um volume mensal de impresso. Devemos regularmente analisar o quanto est sendo impresso em cada uma das impressoras e multifuncionais do parque de impresso, para que nenhum equipamento fique super utilizado, fato que pode gerar desgaste exces-sivo e prematuro ou subutilizado que gera desperdcio de capital para a corporao.

    Gesto de Informao e BilhetagemO que no medido no gerencivel,

    esta mxima rege todas as reas da admi-nistrao. Precisamos ter conhecimento detalhado dos volumes de impresso por usurios, equipamentos de impresso e departamento. Somente com informao podemos identificar problemas nos fluxos e processos de documentos e tomarmos aes adequadas para cada um dos problemas.

    Implantando um programa de MPSO processo de implantao de um

    programa de servio de gerenciamento de impresso composto, basicamente, por quatro etapas (figura 2), cada uma com um objetivo especfico:

    Conhecer o Parque de ImpressoO primeiro passo realizar um mape-

    amento dos processos envolvidos, entender as pessoas e o papel de cada um no fluxo de documentos, bem como as suas necessidades. importante tambm realizar um completo inventrio de ativos de impresso, sejam eles impressoras, multifuncionais ou servidores, e entender os canais de suprimentos.

    Projetar/Desenhar a SoluoCom base nos dados coletados anterior-

    mente, deve ser realizada uma profunda anlise e reengenharia de processos e equi-pamentos. importante observar que no basta trocar os equipamentos por modelos novos, o certo colocar equipamentos ade-quados a cada pessoa e processo. Nesta etapa deve ser montado um plano completo de implantao considerando todos os possveis riscos, e submet-lo ao patrocinador, pois sem apoio da alta direo no possvel realizar qualquer mudana organizacional.

    ImplementarNeste momento, o ideal seguir o

    plano montado anteriormente e monitorar para corrigir eventuais falhas de percurso

    durante a implantao do programa de MPS. Devemos lembrar que esta etapa a execuo, antes de iniciarmos necessrio que j tenhamos envolvido os usurios-chave e as gerncias mdias.

    GerenciarEsta a ltima etapa de nossa implanta-

    o, porm no a mais fcil. Uma vez que tudo esteja funcionando, precisamos estar atentos ao andamento para que possamos iniciar e avanar num processo de melhoria contnuo do servio de gerenciamento de impresses. A inovao uma marca forte no processo de gerenciamento de impres-so, pois novas tecnologias esto surgindo a todo momento e podem potencializar nossos processos.

    Os estgios de um programa MPSComo de conhecimento de todos,

    mudanas em processos no acontecem do dia para noite. Precisamos identificar em que estgio nosso processo se encontra para podermos, aos poucos, de forma contnua, amadurecer e tornar o mesmo mais robusto e autnomo.

    No MPS (Managed Print Service) isso no diferente. Primeiramente, precisa-mos identificar em qual dos trs nveis de maturidade do processo de gerenciamento de servios de impresso estamos. E para atingir cada novo nvel, so necessrios prestadores de servios com maiores habi-lidades (figura 3).

    F1.Programa de MPS deve ser

    contnuo.

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    TendnciasTendncias

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    Estgio 1Nesta etapa o objetivo ganhar o con-

    trole do parque de impresso. Conseguir monitorar e saber o que est efetivamente acontecendo na nossa frota de equipamentos. Ter uma viso detalhada de tudo o que impresso, onde impresso e por quem impresso.

    Estgio 2Uma vez com o controle do parque,

    devemos iniciar o processo de otimizao dos equipamentos, identificando qual o melhor lugar para cada equipamento e o melhor equipamento para cada lugar. Devemos trabalhar e definir mecanismos que garantam que este parque se manter otimizado.

    Estgio 3Nesta etapa, o servio de gerenciamento

    de impresso deve se envolver com aspectos de workflow de impresso e documentos. A equipe de MPS deve se concentrar na melhoria de processos de negcio corpo-rativo, agregando-lhes maior eficincia e eficcia.

    Aps conquistarmos a etapa trs, no est terminado nosso trabalho, devemos manter um processo de melhoramento contnuo para assegurarmos que as mudan-as tecnolgicas e de processo disponveis venham a melhorar cada vez mais nosso ambiente de impresso.

    Boas Prticas em um programa de MPS

    Como todo processo, quando realizamos varias implantaes de programas de geren-ciamento de impresso criamos uma grande base de lies aprendidas que contribuem para definirmos boas prticas. No momento de implantarmos o servio de gerenciamento de impresso, estas boas prticas podem nos ajudar a obter resultados positivos.

    Seguem, ento, oito boas prticas para ajudar a implantar o seu servio de gerencia-mento de impresso na sua empresa:

    Identifique os objetivos e prioridades, somente depois defina as metas.Entenda as necessidades dos usurios. Cada corporao diferente, assim como cada um dos seus usurios.Garanta o envolvimento do patro-cinador do projeto e uma gerncia de projeto dedicada.

    Prepare a organizao para mudana, comunique e treine as pessoas antes da implantao.Quem fornecer o servio de MPS dever estar comprometido com a corporao, e no com um fa-bricante especfico de hardware. importante que os fornecedores sejam especializados nos hardwares que utilizam, mas nem sempre um nico fabricante conseguir atender exatamente a sua demanda.Tenha em mente que existem vrios estgios de maturidade de MPS, voc deve focar no estgio adequado para sua empresa, no tente colocar a carreta na frente dos bois.Avalie sempre seu fornecedor de MPS, nem todos os fornecedores de servio de gerenciamento de impresso esto capacitados para lhe oferecer o que voc realmente precisa.

    Pague pela consultoria de MPS, no queira consultoria de graa. Se voc no pagar, algum estar pagando e ir querer ganhar algo em troca e, com isso, voc poder no ter um programa focado na sua empresa.

    extremamente importante termos em mente que este processo implantado em ciclos progressivos da mesma forma que o PDCA, as mudanas no ocorrero do dia para noite. Devemos trabalhar a mudana da cultura organizacional e fazermos o papel de catequizadores destas mudanas.

    ConclusoO servio de gerenciamento de impresso

    no apenas uma tendncia, trata-se de uma realidade. Nenhum administrador de negcio pode se dar o luxo de ignorar esse tipo de servio, pois ele pode representar uma economia considervel e tambm uma melhoria nos processos da empresa.

    F2.

    F3.

    PC

    Etapas bsicas para o gerenciamento.

    Maiores habilidades so requeridas a cada nvel.

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    CapaEditorialIndiceNotciasHardwareA Termografia Infravermelha e o Mundo DigitalTermovisores Fluke

    TestesGuia: Placas de VdeoMSI R5450AMD Radeon HD 6450MSI N520GTPoint of View GT 520Sapphire Radeon HD 6770 Vapor-XSapphire Radeon HD 6790MSI N550GTX-Ti Cyclone IIMSI R6850 Cyclone IGD5 Power EditionZotac GTX 560Point of View GTX 560Sapphire Radeon HD 6950Zotac GTX 570Point of View GTX 580PNY GTX 580 liquid cooledE o Desempenho?Popular ou sofisticado? O Intel Core atende a ambos!

    RedesVoc sabe qual o cabo ideal para sua Rede?Engenharia de Redes Open-Source

    TendnciasParceiros desta edio:CasemallO CoelhoTermotronicsMegabrasTrendMicroNovasaberNovasaberSilicomC3Tech

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